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      <title>Clonagem do padlet Meu padlet sublime by Yasmin Vieira</title>
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      <description>Criado com ♥</description>
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      <pubDate>2021-04-05 00:21:01 UTC</pubDate>
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         <author>yasminvieira86961</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Para constatar a desigualdade racial brasileira, mesmo nos dias do apartheid, os negros da África do Sul contavam com uma escolaridade média maior que a dos negros no Brasil no ano 2000; a porcentagem de professores negros nas universidades sul-africanas, ainda na época do apartheid, era bem maior que a porcentagem dos<strong> professores negros</strong> nas nossas universidades públicas nos dias atuais.&nbsp;</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-05 00:21:01 UTC</pubDate>
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         <author>yasminvieira86961</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Foi a constatação da <strong>extrema exclusão</strong> dos jovens negros e indígenas das universidades que impulsionou a atual luta nacional pelas cotas, cujo marco foi a Marcha Zumbi dos Palmares pela Vida, em 20 de novembro de 1995 encampada por uma ampla frente de solidariedade entre acadêmicos negros e brancos coletivos de estudantes negros, cursinhos pré-vestibulares para afrodescendentes e pobres e movimentos negros da sociedade civil, estudantes e líderes indígenas, O P 73/99 (ou Lei de Cotas) deve ser compreendido como uma resposta coerente.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-05 00:21:01 UTC</pubDate>
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         <author>yasminvieira86961</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>As lutas não são apenas <strong>individuais</strong>, mas também coletiva visto que, os movimentos africanistas são cada vez mais presentes e realizam protestos, buscam por seus direitos dentro do congresso e por leis que os assegurem permanecer na sociedade de forma igualitária.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-05 00:21:01 UTC</pubDate>
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         <author>yasminvieira86961</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Uma série de dados oficiais sistematizados pelo IPEA no ano 2001 resume o padrão brasileiro de desigualdade racial:<strong> por 4 gerações ininterruptas, pretos e pardos têm contado com menor escolaridade</strong>, menos salário, menos acesso à saúde, menor índice de emprego piores condições de moradia, quando contrastados com os brancos e asiáticos.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-05 00:21:01 UTC</pubDate>
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         <author>yasminvieira86961</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>A busca da <strong>identidade negra</strong> é diariamente enfrentada sobre a resistência social. Portanto, a identidade não se prende apenas ao nível da cultura. Ela envolve, também, os níveis sócio-políticos e históricos em cada sociedade. Assim, a identidade vista de uma forma mais ampla e genérica é invocada quando “um grupo reivindica uma maior visibilidade social face ao apagamento a que foi, historicamente, submetido” (NOVAES, 1993: 25). Ignorando a raça e o racismo negro, invibializa toda uma história de luta racial, aparentemente de forma proposital para o impedimento do desenvolvimento negro.&nbsp;</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-05 00:21:01 UTC</pubDate>
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         <author>yasminvieira86961</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote><strong><mark>PRINCIPAIS PROBLEMAS ENTRE A POPULAÇÃO NEGRA NO COTIDIANO E HISTÓRIA - YASMIN VIEIRA 1A</mark></strong><br><br></blockquote><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-05 00:21:01 UTC</pubDate>
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