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      <title>Blood Emerges: Degeneration by Nagitos00</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-01-02 17:37:05 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo I - Distopia - </title>
         <author>Nagitos00</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>Relatos - Dia 1</strong><br><br>"<strong><em>Erh... Essa é a minha primeira vez escrevendo em um diário. Coisa que eu nunca achei que faria... Mas bem, estou aqui para relatar tudo que ocorrer com esse novo vírus (ou mutação) que está tomando conta de todas as populações do mundo.</em></strong>"<br><br>&nbsp;&nbsp; Fazem algumas semanas desde que isso tudo começou. Eu luto dia após dia para sobreviver. Eu já perdi a noção do tempo, e tudo que eu sei, é que eu devo sobreviver. Eu não sei se posso me considerar um cara de sorte ou um covarde. Eu vi meus parentes lentamente se tornando essa aberração, e o que eu fiz? Apenas corri. Corri em desespero. Eu fiquei horas correndo, sem ao menos parar. Aquele dia me fez criar uma raiva imensa de mim mesmo, por ser apenas capaz de fugir, porém, eu odiava algo ainda mais: os zumbis. Os malditos que tiraram a minha família de mim. Eu jurei matar todos esses filhas da puta. Mas, enquanto eu ainda sou incapaz de realizar esse feito, eu apenas sobrevivo.<br><br>&nbsp;&nbsp; Já faz um bom tempo desde que eu achei alguém que ainda estivesse vivo. O meu estoque de alimentos está acabando, e eu me senti obrigado a sair em busca de mais suprimentos.&nbsp;<br><br>&nbsp;&nbsp; O homem andava pelas ruas da cidade destruída.<br><br>&nbsp;&nbsp; O silêncio predominava aquele ambiente repleto de sangue, morte e destruição. Mas algo estava estranho... Durante todo o caminho que o homem percorreu, ele não avistou nenhum zumbi. Aquela tensão estava o dominando.<br><br>- Merda... E se eles tiverem se reunido para atacar ou algo do tipo? - Cochichava o homem para si mesmo.<br><br>&nbsp;&nbsp; Passaram-se longos minutos, e o homem estava inquieto, até que ele avistou um veículo em um beco sem saída que parecia não estar destruído, e o mais estranho—ele não havia nem sinais de poeira. Era um carro de pequeno porte preto, o que deixava ele menos chamativo.<br><br>- Será que existe então algum veículo que ainda funcione? Achei que todos tivessem sido destruídos logo no início do apocalipse. - Cochichava novamente para si mesmo.<br><br>&nbsp;&nbsp; O homem, em estado furtivo, aproximava-se do veículo, enquanto olhava de longe para dentro do carro pela janela, e não avistava nada. E então, ele decide abrir a porta. Lentamente a porta rangia, e a tensão tomando o homem, até que por fim, ele abriu ela completamente, mas não havia nada dentro do carro, aparentemente.&nbsp;<br><br>&nbsp;&nbsp; Ele começa a revistar tudo que pode no carro, e logo em baixo do painel, o homem encontra algo interessante: um revólver.<br><br>- Isso pode vir a calhar...<br><br>&nbsp;&nbsp; Mas antes que ele pudesse fazer outra coisa... vindo do banco de trás do carro, uma mão, que lentamente se aproximava do ombro do homem, até o tocar.<br><br>&nbsp;&nbsp; O homem rapidamente olha pra trás, avistando o que ele estava esperando faz tempo: um zumbi. Ele em desespero sai rapidamente do carro, enquanto gritava instintivamente.<br><br>- Puta merda! Como que eu não tinha visto esse filha da puta antes?!&nbsp;<br><br>&nbsp;&nbsp; O homem cai no chão ofegante.<br><br>- Mas eu não posso simplesmente sair correndo por causa de um único zumbi. Se esse carro funcionar... eu vou estar a salvo!&nbsp;<br><br>&nbsp;&nbsp; O homem começa a andar em círculos em volta do veículo pensando em uma maneira de entrar ali, mas sem atrair atenção do zumbi, que por sinal, não tirava o olhar dele nem por 1 segundo.<br><br>- Acho melhor eu sair daqui e esperar alguns minutos, até esse zumbi se esquecer de mim.<br><br>&nbsp;&nbsp; O homem seguia em frente para sair do beco, e quando ele estava pra sair do beco, ele se lembrou do grito que ele deu mais cedo... já não dava mais pra sair do beco. Na frente dele, se encontrava um grande grupo de zumbis famintos, que seguiram o seu grito.<br><br>- Puta... merda...!<br><br>&nbsp;&nbsp; O homem corria novamente até o carro, só que dessa vez, inúmeros zumbis o seguiam. Aqueles loucos famintos, não paravam mais de correr, e o homem, ao chegar no carro, se vê obrigado a entrar nele, que momentaneamente havia se esquecido do zumbi lá dentro. Se passaram alguns segundos, enquanto via os zumbis cercando seu carro, ele se lembra do zumbi no banco de trás. Ele rapidamente se vira, e vê o zumbi com a cara em cima dele, pronto para dar o bote.<br><br>- Filho da puta!<br><br>&nbsp;&nbsp; O homem puxa o gatilho uma vez, mas nada acontece.<br><br>- Vamos porra!<br><br>&nbsp;&nbsp; O homem puxa o gatilho uma segunda vez, e novamente nada acontece.&nbsp;<br><br>- Por que sempre acontece isso nessas horas?!<br><br>&nbsp;&nbsp; O homem puxa o gatilho uma terceira vez, e surpreendentemente, nada acontece.<br><br>&nbsp;&nbsp; O zumbi já estava bastante próximo dele, então o homem decide dar uma cotovelada na cara do zumbi, jogando ele pra trás, enquanto apertava o gatilho mais 3 vezes.<br><br>&nbsp;&nbsp; Na primeira, nada acontece.<br><br>&nbsp;&nbsp; Na segunda, novamente nada acontece.<br><br>- Meu Senhor, me ajude.<br><br>&nbsp;&nbsp; E por fim, no último gatilho restante, mirando bem na testa do zumbi, o homem dispara um tiro certeiro, que atravessa seu crânio, e passa pelo vidro atrás dele.<br><br>- Finalmente! Eu sabia que o Senhor ainda não havia me abandonado.<br><br>&nbsp;&nbsp; O homem volta a olhar para frente, mas dessa vez não havia mais escapatória, o carro já estava cercado de zumbis.<br><br><strong><em>Continua</em></strong>...<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-02 17:40:55 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo II - Dia de Sorte -</title>
         <author>Nagitos00</author>
         <link>https://padlet.com/Nagitos00/kmlnydm0zugwjy6z/wish/2431771614</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>Relato - Dia 3<br></strong><br></div><div><br>"<strong><em>As ruas estão muito caóticas, e em breve minha comida vai acabar... eu não sei o que devo fazer. Não é mais seguro pisar fora de casa, e o governo decretou tempo de quarentena indeterminado, e enquanto eu escrevo isso, tem alguém batendo desesperadamente na minha porta, e eu não sei se devo abrir ou não...</em></strong>"<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;O homem encarava preocupadamente os mortos que não paravam mais de chegar, cercando o carro.<br><br></div><div><br>- Isso não vai acabar tão cedo...<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;Primeiro o grito; Depois o tiro. Ele havia quebrado todas as regras sobre não fazer barulho em um curto período de tempo.<br><br></div><div><br>- As janelas do carro são um pouco escuras... se eu achar um modo de me esconder, talvez em algumas horas eles saiam daqui.<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;O homem começa a vasculhar o carro, mas não acha nada útil.&nbsp;<br><br></div><div><br>- Droga... E se eu...<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;Uma ideia surge na mente do homem.<br><br></div><div><br>- Basta eu me esconder embaixo do zumbi!<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;O homem pula para o banco de trás, e deita no chão, logo em seguida puxando o zumbi para cima dele.<br><br></div><div><br>- Isso fede pra caralho! Mas... tudo pela minha sobrevivência...<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;O homem permaneceu em silêncio por cerca de uma meia hora, suportando aquele mal cheiro, até que, foi possível ouvir tiros a distância, e então, os zumbis começaram a seguir em direção aos tiros.<br><br></div><div><br>- Novamente fui salvo...<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;Ele, ainda um pouco hesitante, espera alguns minutos, até tirar o cadáver em cima de si, e levantar.<br><br></div><div><br>- Ainda tem dois zumbis ali na frente.<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;O homem olhava mais atenciosamente, e via que um dos zumbis, estava comendo provavelmente um guaxinim, enquanto o outro, que estava totalmente pelado, estranhamente corria pra cima dele e começava a encher ele de porrada.<br><br></div><div><br>- Cada coisa que eu vejo...<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;O homem levanta e vai para o banco do motorista, e enquanto ele ainda estava deitado com o zumbi em cima dele, ele achou a chave do carro, que coincidentemente estava no bolso do mesmo. Ele insere a chave no local, e tenta dar partida. Uma. Duas. Três vezes, até que o carro começa a pegar.<br><br></div><div><br>- Hoje é um maldito dia de sorte!<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;O homem checa a gasolina do carro, está por volta de meio tanque. Estava começando a anoitecer.<br><br></div><div><br>- Certo... Acho melhor eu voltar pra casa por hoje, e amanhã cedo eu volto às buscas.<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;O homem começava a andar com o carro, mas, o zumbi pelado que havia terminado de matar o zumbi que estava comendo, começa a arrastar o corpo morto, como se estivesse saindo da direção do carro.<br><br></div><div><br>- Ok. Eu vou ignorar que vi isso.<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;O homem anda mais alguns metros, e por fim, chega novamente na rua.<br><br></div><div><br>- Finalmente cheguei aqui.<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;E quando ele estava novamente pisando no acelerador, ele escuta algo surpreendente.<br><br></div><div><br>- COMIDAAAAAAAA!<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;O zumbi pelado que estava socando o outro não parava de repetir isso.<br><br></div><div><br>- Minha... COMIDAAAA!!<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;O homem paralisa.<br><br></div><div><br>- Mas que caralhos...<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;O suposto zumbi atentamente olha pro homem que estava no carro, e começa a o encarar. Nesse momento, o homem percebe que, aquilo definitivamente não era um zumbi. Era uma mulher, com cerca de 25 anos, cabelo longo e loiro, que estava desprovida de vestimentas, e toda banhada em sangue.<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;Os dois ficam se encarando por alguns minutos. Até que o homem quebra o silêncio.<br><br></div><div><br>- Por que caralhos você está pelada e socando esse zumbi...?<br><br></div><div><br>- Ele comeu minha comida. Ele mereceu tomar uma surra.<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;E ela começa a entrar no carro.<br><br></div><div><br>- Eiei! Eu não permiti a sua entrada!<br><br></div><div><br>- Mas eu liberei a sua passagem, então eu devo entrar.<br><br></div><div><br>- Mas...<br><br></div><div><br>- Me de comida.<br><br></div><div><br>- ...<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;O homem tira a sua jaqueta e dá para ela o vestir.<br><br></div><div><br>- Veste. Está ficando frio.<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;A mulher fica com uma cara de questionamento, como se ela nunca tivesse vestido algo assim antes.<br><br></div><div><br>- Nunca usou uma roupa? É bom pra se esquentar, além de evitar de ficar andando por aí pelado. Basta colocar seus braços ai dentro e você está vestida.<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;A mulher começa a tentar vestir a jaqueta, e acaba vestindo ela de trás pra frente.<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;O homem olha preocupadamente para ela e pensa: "Como ela sobreviveu todo esse tempo assim?"<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;Passam-se alguns minutos, e os dois chegam na base, e o homem esconde o carro em algum lugar não muito chamativo.<br><br></div><div><br>- Chegamos.&nbsp;<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;O homem sai do carro, e em seguida a mulher também.<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;Eles caminham um pouco, e entram em um apartamento pela parte de trás utilizando uma escada improvisada.<br><br></div><div><br>- Bem, chegamos a minha residência.&nbsp;<br><br></div><div><br>- "Residência"?<br><br></div><div><br>- ...<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;Os dois entram no apartamento 101, localizado no terceiro andar, e então ele coloca alguns objetos pesados em frente a porta, para tranca-la.<br><br></div><div><br>- Sinta-se em casa.<br><br></div><div><br>- Mas eu não tenho casa.<br><br></div><div><br>- Então, sinta-se a vontade.<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;O apartamento não é muito grande, mas é o suficiente para duas pessoas viverem tranquilamente. A sala é junto da cozinha, e está meio bagunçado, com algumas tralhas por cima, e um grande mapa da cidade em cima da mesa.<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;A mulher tira a jaqueta e começa a vasculhar os armários da casa do homem.<br><br></div><div><br>- Pelo menos vista uma roupa decente!<br><br></div><div><br>- As roupas atrapalham minha locomoção...<br><br></div><div><br>- Mas não fique pelada na casa dos outros! Dá uma impressão estranha!<br><br></div><div><br>- Você é muito chatoo~!<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp; O homem vai até seu armário, pega uma peça de roupa sua, mas que provavelmente vai servir na mulher, e entrega para ela.<br><br></div><div><br>- Tome um banho antes, o banheiro na segunda porta a direita. Mas não use toda a água.&nbsp;<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp; A mulher fica pensativa.<br><br></div><div><br>- Você tomou banho?!<br><br></div><div><br>- Não...? Todos falavam que eu perdi a memória após um acidente, algumas semanas antes de todos morrerem e se tornarem esses pedaços de carne com gosto ruim.<br><br></div><div><br>- Mas você esqueceu até das coisas básicas a se fazer... e peraí, você mordeu um zumbi?!<br><br></div><div><br>- Eles queriam me morder, então eu mordi antes.<br><br></div><div><br>- Parece até que seu cérebro encolheu... então, venha.<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;Os dois seguem em direção ao banheiro, e ele começa a dar banho nela.<br><br></div><div><br>- Essa água tá muito gelada!<br><br></div><div><br>- Infelizmente não existe mais eletricidade nesse mundo.<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp; A mulher começa a mergulhar as velas em uma bacia de água.<br><br></div><div><br>- Ei! Não faça isso!<br><br></div><div><br>- Pare de ser chato...<br><br></div><div><br>- Mas então, qual é o seu nome?<br><br></div><div><br>- Eu não tenho um nome.<br><br></div><div><br>- Então, de certa forma somos parecidos.<br><br></div><div><br>- Parecidos?<br><br></div><div><br>- ... Eu abandonei o meu nome.<br><br></div><div><br>- Que cara estranho.<br><br></div><div><br>- Olha quem fala!<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp; O homem joga uma bacia de agua na cabeça dela.<br><br></div><div><br>- EI! Por quê fez isso?!<br><br></div><div><br>- Você prefere ser chamada de Primata ou quer que eu invente algum outro nome muito bom? Sou especialista em nomear as coisas.<br><br></div><div><br>- Me dê um nome então, Primata!<br><br></div><div><br>- Você acabou de me chamar de Primata...?<br><br></div><div><br>- Você não tinha um nome, então te dei um!<br><br></div><div><br>- Por favor, não me chame disso...<br><br></div><div><br>- Você que deu a ideia, Primata!<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp; O Primata joga outro balde de água na mulher.<br><br></div><div><br>- Pronto, o seu banho acabou. Agora se seque e vista a sua roupa.<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp; A mulher veste a roupa e sai do banheiro, enquanto o homem começa a tomar banho.&nbsp;<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;Algum tempo se passa e o homem termina o seu banho, e sai do banheiro, se deparando com uma cena traumatizadora... a mulher, que foi deixada só pouco tempo sozinha, estava mastigando uma lata de comida enlatada, que agora estava toda amassada.<br><br></div><div><br>- Que comida dura! Como que o Primata come isso!?<br><br></div><div><br>- Mas não é assim que se come!<br><br></div><div><br>- Ehh?<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp; O homem vai até uma gaveta, pega um abridor de latas, um prato, e uma colher, vai até a mesa e diz enquanto tirava o mapa que estava lá.&nbsp;<br><br></div><div><br>- Traga aqui a lata.<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;A mulher leva até ele a lata, e ele começa a abrir, despeja o conteúdo no prato, e da pra ela.<br><br></div><div><br>- Sabe comer de colher?<br><br></div><div><br>- Sei!<br><br></div><div><br>- Pelo menos isso.<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;O homem se distrai por um segundo, e quando olha de volta para ela, ela estava comendo com a mão, e tinha jogado a colher pra fora da janela.&nbsp;<br><br></div><div><br>- ... Eu esqueci que você não sabe os códigos de etiqueta.<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;Ele vai até a gaveta e pega outra colher, e volta para a mesa sentar.<br><br></div><div><br>- Deixe que dessa vez EU te alimento.<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;O homem começa a dar comida na boca da mulher, e distraído, ele não percebeu o que ela estava fazendo.&nbsp;<br><br></div><div><br>&nbsp; &nbsp;A mulher saca uma faca que estava próxima, e aponta em direção a cara do homem.<br><br></div><div><br>- Você realmente acreditou em tudo aquilo?<br><br></div><div><strong><em><br>Continua...<br></em></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-02 17:45:13 UTC</pubDate>
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