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      <title>Frei Luís de Sousa (Almeida Garrett) by Manuel Rebelo</title>
      <link>https://padlet.com/manu21rebelo/km8fm0v1e7tbk6oz</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-01-17 10:47:16 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre Almeida Garrett</title>
         <author>manu21rebelo</author>
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         <description><![CDATA[<p>Almeida Garret <strong><mark>nasceu em 1799</mark></strong>. Foi um <strong><mark>escritor e poeta </mark></strong>português, considerado um dos grandes impulsionadores do Romantismo em Portugal. </p><p>A sua obra mais conhecida foi <mark>“</mark><strong><em><mark>Frei Luís de Sousa”</mark></em><mark> apresentada em 1843 e publicada um ano depois</mark></strong>. Almeida Garret acabou por<strong><mark> morrer em 1854</mark></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-17 10:47:17 UTC</pubDate>
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         <title>Contexto histórico </title>
         <author>manu21rebelo</author>
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         <description><![CDATA[<p>Almeida Garrett nasceu em <strong>1799</strong> . Em <strong>1807</strong>, foi a primeira invasão napoleónica e a corte portuguesa fugiu para o Brasil. Após a expulsão dos exércitos napoleónicos em <strong>1814</strong>, <strong><mark>D. João VI foi proclamado rei em 1816 e regressou a Portugal em 1821, enquanto o Brasil declarava a independência em 1822</mark></strong>.</p><p>Entre <strong>1825-1826</strong>, Garrett publicou <em>Camões</em> e <em>Dona Branca</em>, marcando o início do Romantismo em Portugal. A guerra civil entre liberais e absolutistas (1832-1834) terminou com a vitória liberal. Já sob o regime autoritário de Costa Cabral (<strong>1842-1846</strong>), <strong><mark>Garrett apresentou </mark><em><mark>Frei Luís de Sousa</mark></em><mark> em 1843, publicando-o no ano seguinte. Em 1846, lançou </mark><em><mark>Viagens na Minha Terra</mark></em></strong>. Faleceu em <strong>1854</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-17 10:47:17 UTC</pubDate>
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         <title>Descrição da casa </title>
         <author>manu21rebelo</author>
         <link>https://padlet.com/manu21rebelo/km8fm0v1e7tbk6oz/wish/3294742649</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao iniciar da obra, há uma <strong><mark>breve descrição sobre a casa/palácio</mark></strong> de Manuel de Sousa Coutinho. Pela descrição é uma <strong><mark>casa bastante luxuosa,</mark></strong> com  <strong><mark>referências</mark></strong> importantes a <strong><mark>“duas grandes janelas</mark><s><mark> </mark></s><mark>rasgadas”</mark></strong> que faz com que se perceba que há um <strong><mark>espaço aberto ao exterior</mark></strong> e também faz referencia a<strong><mark> “um retrato, em corpo inteiro, de um cavaleiro moço”</mark></strong> que é <strong><mark>Manuel de Sousa Coutinho.</mark></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-17 10:47:17 UTC</pubDate>
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         <title>Ato primeiro </title>
         <author>manu21rebelo</author>
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         <description><![CDATA[<p>A Cena I passa-se ao <strong>final da tarde</strong>, <strong><mark>Madalena, sozinha, reflete em um monólogo sobre a fragilidade da sua felicidade</mark></strong>, citando <strong>Os Lusíadas</strong>: <em>“</em><strong><em>Naquele engano d’alma ledo e cego/ Que a fortuna não deixa durar muito</em></strong><em>”</em>. Isto <strong><mark>revela</mark></strong> que <strong><mark>ela nunca sentiu paz verdadeira, atormentada pelo medo de que seus segredos sejam descobertos</mark></strong>. A frase <strong><em>“deve ser a felicidade suprema neste mundo”</em></strong> <strong><mark>expressa </mark></strong>o<strong><mark> desejo</mark></strong> mas também a <strong><mark>hesitação</mark></strong> e o <strong><mark>medo</mark></strong> de <em>"</em><strong><em>ele</em></strong><em>"</em> <strong><mark>(Manuel de Sousa Coutinho)</mark></strong> <strong><mark>descobrir os tais segredos</mark></strong> reforçando a sua angústia. A cena termina em silêncio, antecipando a tragédia.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong><mark>Espaço</mark></strong> : De <mark>momento está no palácio de Almada</mark>, mas é de reforçar que <mark>ao longo da história vai haver um afunilamento do espaço</mark> ou seja, o espaço vai ficando <mark>cada vez mais escuro</mark> </p><p><br></p><p><strong><mark>Tempo</mark></strong>: refere-se muitas vezes ao facto dos <strong><mark>7 anos</mark></strong>, ao facto de <mark>Madalena ter procurado</mark> durante <strong>7 anos</strong> <mark>D.joão</mark>, passados <strong>7 anos</strong> <mark>casou com Manue de Sousa Coutinho</mark> e passados mais <strong>7 anos</strong> <mark>teve a sua filha</mark> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-17 10:47:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cena II</title>
         <author>manu21rebelo</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong><mark>Na Cena II, aparece uma nova personagem (Telmo)</mark></strong> e tem um <strong><mark>dialogo com Madalena</mark></strong>, revelando <strong>indicadores trágicos</strong>, como por exemplo, <strong><mark>“nestes dois meses” e “aquela pobre menina”</mark></strong> mas também “<strong><mark>É a minha única filha”, “não tenho… nunca tivemos outra”</mark> </strong>. </p><p><br></p><p><strong>Telmo, leal à memória de D. João de Portugal</strong>, isto <strong>prova-se</strong> <strong>pois <mark>Madalena</mark></strong> uma vez <strong><mark>diz </mark> que <mark>“meu senhor D. João de Portugal que Deus tenha em glória”</mark>, ao que <mark>Telmo</mark> <mark>diz</mark> <mark>“Terá”</mark></strong>. Ele expressa também preocupação com Madalena e Maria.</p><p><br></p><p><strong><mark>Madalena que ERA casada com D. João de Portugal</mark></strong>, <strong>sente-se atormentada</strong> pela culpa de decisões passadas, enquanto <strong>pressente o desfecho trágico, quando Telmo fala de D.João de Portugal Madalena diz,</strong> <strong><mark>“Não me façais mais desgraçada” isto mostra o medo que ela tem que D.João apareça</mark></strong>. </p><p><br></p><p>A figura de <strong>Maria surge</strong> como <strong>símbolo de inocência</strong>, mas também como centro de um <strong>destino sombrio</strong>.</p><p><br></p>]]></description>
         <pubDate>2025-01-17 10:47:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cena III</title>
         <author>manu21rebelo</author>
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         <description><![CDATA[<p> <strong><mark>Espaço</mark></strong>: continuamos Na <strong>casa da família.</strong></p><p> <strong><mark>Personagens</mark></strong>: continuamos com um <strong><mark>dialogo entre Telmo e Madalena mas Maria também entra e com flores</mark></strong>,</p><p><strong>expressando a sua alegria juvenil</strong>.</p><p>O <strong>tempo</strong> <strong>é feita de referências ao passado trágico</strong>. Maria menciona: "Que ele não morreu; não é assim, minha mãe? Não morreu, há de vir, um dia de nova muito errada...", <strong>referindo-se ao retorno de D. Sebastião</strong>.  </p><p>Os <strong><mark>indícios trágicos</mark></strong> emergem com a <strong><mark>preocupação de Madalena em proteger Maria, dizendo</mark></strong>: "Minha querida Maria, que tu dizes coisas! Pois não tens ouvido a teu tio Frei Jorge e a teu tio Lopo de Sousa, contar tantas vezes como aquilo foi?" Diz isso por conta da sua idade. <strong><mark>Telmo, comenta também</mark></strong>, : <em>"Que febre que ela tem hoje, meu Deus!"</em>, referindo-se a Maria.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-17 10:47:18 UTC</pubDate>
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         <title>Cena IV</title>
         <author>manu21rebelo</author>
         <link>https://padlet.com/manu21rebelo/km8fm0v1e7tbk6oz/wish/3345824793</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em><mark>Personagens e ação</mark></em></strong>: Diálogo entre <mark>Maria e Madalena</mark>, onde se <mark>fala da má saude de Maria</mark> (“Eu não tenho nada; e tenho saúde, olhai que tenho muita saude”) <mark>Maria afirma</mark> mas só porque ela é <mark>ingénua</mark> e <mark>não percebe a gravidade</mark> da sua saude, e fala também das constates <mark>preocupações de madalena</mark> em relação a Maria (“O que tenho é a preocupação que me dás”). Fala-se também mais no fim de <mark>Maria a referir-se ao seu pai (Manuel de Sousa Coutinho)</mark> através do seu <mark>retrato</mark> (“o retrato daquele gentil cavaleiro de Malta”).</p><p><br></p><p><strong><em><mark>Indícios trágicos</mark></em></strong>: Nesta cena o indícios trágico é <mark>elemento simbólico</mark> associado á <mark>doença de Maria</mark>, neste caso são referias <mark>papoilas murchas</mark> que simboliza o facto de <mark>Maria</mark> estar a “murchar” ao<mark> longo do tempo</mark> ou seja <mark>vai estar cada vez mais perto de morrer por conta da sua doença ao longo que o tempo passa</mark>. (Murchou tudo… Estas são as papoilas”)</p><p><br></p><p> </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-27 21:41:19 UTC</pubDate>
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         <title>Cena V</title>
         <author>manu21rebelo</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Personagens</strong> : Diálogo entre <strong><mark>Maria</mark></strong>, <strong><mark>Madalena</mark></strong> e entra uma <strong><mark>nova personagem que é frei Jorge</mark></strong> ( frei Jorge é um <mark>amigo e confidente da família</mark> e terno para com Maria.)</p><p><br/></p><p><strong>Espaço</strong>: No <mark>palácio de Manuel de Sousa Coutinho</mark> que <mark>mais tarde irão ter que mudar</mark> por conta de uma noticia chocante que vão receber. </p><p><br/></p><p><strong>Ação</strong>: No principio desta cena é realçado o <mark>interesse dos governadores saírem de Lisboa por conta da peste</mark> (“Os governadores querem sair da cidade… a força da peste”), depois de <mark>frei Jorge ter dado esta noticia</mark>, <mark>Maria aparece com uma fala interessante que fortalece o seu sentido patriótico e que não é comum ser visto em mulheres ainda por cima, da sua idade</mark>  (“Coitado do povo! - Que mais valem as vidas deles? Em pestes e desgraças assim, eu entendia, se governasse, que o serviço de Deus e do rei me mandava ficar, até à última”), com isto frei Jorge entra outra vez e informa que os <mark>governadores para alem de saírem de Lisboa querem ir para Almada para o palácio de Manuel de Sousa</mark>. (“Cinco reis, … foi escolhida esta nossa boa vila de Almada”). No fim acho que a história volta-se mais para o <mark>entusiasmo de Maria e o reforçar de um dos sintomas da doença dela</mark> que é o facto de ela estar a <mark>ouvir melhor</mark>(“E a voz de meu pai!)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-27 23:08:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cena VI</title>
         <author>manu21rebelo</author>
         <link>https://padlet.com/manu21rebelo/km8fm0v1e7tbk6oz/wish/3345891914</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Personagens</strong>: Continuação de <strong>Madalena e frei Jorge</strong> mas com uma entrada de uma <strong><mark>personagem nova que é Miranda (Miranda é um criado)</mark></strong></p><p><br/></p><p><strong>Tempo</strong>: Um pouco antes de os governadores tentarem entrar no palácio </p><p><br/></p><p><strong>Espaço</strong>: ainda no Palácio mas sairam em breve.</p><p><br/></p><p><strong>Ação</strong>: Miranda passa a informação a D.madalena e frei Jorge que viu um barco a chegar. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-27 23:27:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cena VII</title>
         <author>manu21rebelo</author>
         <link>https://padlet.com/manu21rebelo/km8fm0v1e7tbk6oz/wish/3345914085</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Tempo</strong>: Noite fechada </p><p><br/></p><p><strong>Personagens</strong>: Volta de Maria e também de Manuel de Sousa Coutinho com um destaque numa afirmação ousada. Permanência de D.Madalena e frei Jorge.</p><p><br/></p><p><strong>Espaço</strong>: Palácio de Manuel de Sousa Coutinho que irão ter que abandonar. </p><p><br/></p><p><strong>Ação</strong>: Manuel de Sousa começa a cena com uma <mark>afirmação  que irá mudar o curso da história, pois vão sair da casa onde estão</mark> (“É preciso sair já desta casa, Madalena”), (“sairemos esta noite”), <mark>Manuel de Sousa fica também irritado com os fidalgos portugueses e todos que apoiam Castela</mark> (“Hei de lhes dar uma lição”) Maria apoia-o. Manuel de Sousa reforça o facto de terem que sair antes que eles entrem e dá a <mark>ideia de ir para o palácio de D.joão</mark> (“havemos de sair antes de eles entrarem”), (“Onde podemos ir: a casa não é minha… mas é tua Madalena”),<mark> D.madalena está contra a decisão</mark> (“Jesus me valha!”) mas frei Jorge não (“E fazem muito bem”).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-27 23:59:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cena VIII</title>
         <author>manu21rebelo</author>
         <link>https://padlet.com/manu21rebelo/km8fm0v1e7tbk6oz/wish/3345914945</link>
         <description><![CDATA[<p>Personagens: Diálogo entre Manuel de Sousa Coutinho e D.madalena. </p><p><br></p><p>Espaço: Ainda no palácio de Manuel de Sousa </p><p><br></p><p>Ação: Madalena reforça o facto de que obedece a Manuel de Sousa e que quer sair mas para aquela casa não quer (“estou pronta a obedecer-te cegamente. Mas, oh! Esposo da minha alma… para aquela casa não”), D.madalena diz (que nos vai separar para sempre”) isto refere-se ao facto de D.madalena acreditar que mais tarde vai ser separada de Manuel de Sousa e Maria <strong><mark>(</mark><em><mark>isto é um pressagio e vai acontecer). </mark></em></strong>D.madalena continua a não querer ir para a casa do seu ex marido D.joão (“para ali não!”). No final Manuel de Sousa Coutinho diz que vai sair uma lição aos tiranos e vai (“dar um exemplo a este povo que os há de alumiar”) que tanto pode significar que vai acender uma luz ou vai surgir uma ideia da tal lição que ele vai dar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 00:00:27 UTC</pubDate>
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         <title>Cena IX</title>
         <author>manu21rebelo</author>
         <link>https://padlet.com/manu21rebelo/km8fm0v1e7tbk6oz/wish/3345930890</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Personagens</strong>: Diálogo entre Telmo de Manuel mas também Madalena e Miranda </p><p><br/></p><p><strong>Espaço</strong>: ainda no palácio </p><p><br/></p><p><strong>Ação</strong>: <mark>Telmo informa que os fidalgos chegaram</mark> (“senhor, desembarcaram agora grande comitiva de fidalgos”) e <mark>Manuel fica espantado pois chegaram mais cedo</mark> do que o que era previsto (“quiseram-me enganar, e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://apressa.se">apressa-se</a> a vir hoje”)  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 00:18:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cena XI </title>
         <author>manu21rebelo</author>
         <link>https://padlet.com/manu21rebelo/km8fm0v1e7tbk6oz/wish/3345935396</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Personagens</strong>: apenas Manuel de Sousa Coutinho</p><p><br/></p><p><strong>Espaço</strong>: <mark>incendio do palácio de Manuel de Sousa Coutinho </mark></p><p><br/></p><p><strong>Ação</strong>: <mark>Manuel de Sousa Coutinho incendei o seu próprio palácio para dar uma lição aos governadores</mark>, para <mark>mostrar que está contra eles, mostrar o seu patriotismo</mark> e que no palácio eles não vão entrar (“eu morrerei nas chamas ateadas por minhas mãos?”)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 00:22:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cena XII</title>
         <author>manu21rebelo</author>
         <link>https://padlet.com/manu21rebelo/km8fm0v1e7tbk6oz/wish/3345936705</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Personagens</strong>: todos eles (frei Jorge, Manuel de Sousa Coutinho, Telmo, Maria, madalena e os criados)</p><p><br/></p><p><strong>Espaço</strong>: fugir do palácio </p><p><br/></p><p><strong>Indico trágico</strong>: O indício trágico presente nesta cena é o <mark>facto do retrato de Manuel ter sido queimado</mark> (“Meu Deus, meu Deus!… Ai, e o retrato de meu marido!… salvem-me aquele retrato!</p><p><br/></p><p><strong>Ação</strong>: <mark>Manuel de Sousa Coutinho começa com uma certa ironia para mostrar que está com pressa</mark> mas todos os outros não estão a ser rápidos o suficiente (“suas excelências pode vir, quando quiserem”). E o <mark>retrato de Manuel de Sousa Coutinho quando era cavaleiro na ordem de malta foi queimado pelos fogos</mark> (“AI, e o retirado do meu marido!… salvem-me aquele retrato!”) e de seguida todos fogem.</p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 00:23:42 UTC</pubDate>
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         <title>Ato segundo </title>
         <author>manu21rebelo</author>
         <link>https://padlet.com/manu21rebelo/km8fm0v1e7tbk6oz/wish/3346390095</link>
         <description><![CDATA[<p>Espaço: há uma <mark>mudança de espaço</mark>. No <mark>ato anterior eles estavam no palácio de Manuel de Sousa e agora estão no Palácio de D.João</mark>. E tal como disse no início <mark>ao passar dos atos o espaço vai ficando mais fechado/ mais escuro</mark>. Aqui neste ato o que faz referencia a isto é o facto do <mark>palácio de D.João ser mais escuro, melancólico e estar mais ligado ao passado</mark> comparando ao de Manuel de Sousa  </p><p><br/></p><p>Tempo: <mark>Depois de incendio</mark> do palácio de Manuel de Sousa </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 09:19:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Cena I</title>
         <author>manu21rebelo</author>
         <link>https://padlet.com/manu21rebelo/km8fm0v1e7tbk6oz/wish/3346406732</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Personagens</strong>: Diálogo apenas entre Maria e Telmo</p><p><br/></p><p><strong>Espaço</strong>: Palácio de D.João </p><p><br/></p><p><strong>Ação</strong>: A cena <mark>começa com um pressagio de Maria relacionado com o aparecimento de D.João</mark> (“Menina e moça me levaram de casa de meu pai”), Madalena diz que ficou 7 dias sem dormir (“Há oito dias que aqui estamos”) e continuam a falar do <mark>retrato de Manuel de Sousa e do seu palácio ambos acabados pela chamas</mark>. Mas o que acho mesmo mais importante a retirar é o facto de reforçar a ideia de como <mark>Manuel de Sousa incendiou o seu palácio os castelhanos estão contra ele e Manuel de Sousa está escondido</mark> (“há grande desgraça a cair sobre meu pai”) mas nem tudo são partes más, <mark>depois desta ação corajosa e patriótica de Manuel de Sousa, Telmo finalmente reconheceu-o como um verdadeiro português</mark> (“é um português às direitas”).</p><p>Também é referido o <mark>sebastianismo como uma coisa má</mark> (“português-velho”) e também é citado Os Lusíadas. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 09:39:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cena II</title>
         <author>manu21rebelo</author>
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         <description><![CDATA[<p>Personagens: diálogo de Maria, Manuel e Telmo </p><p><br/></p><p>Ação: O mais importante nesta cena é o facto de <mark>Telmo ter informado Manuel e Maria de que os governadores vão esquecer o incendio causado por Manuel de Sousa Coutinho e que eles vão acalmar</mark> (“se pode dizer, tudo concluído”) e continua a preocupação agora de <mark>Manuel mais presente pela doença de Maria</mark> (“mãos tão quentes”)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 12:56:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cena III</title>
         <author>manu21rebelo</author>
         <link>https://padlet.com/manu21rebelo/km8fm0v1e7tbk6oz/wish/3346597375</link>
         <description><![CDATA[<p>dialogo entre Maria e Manuel.</p><p><br/></p><p><mark>Indício trágico</mark>: nesta cena o <mark>indicio trágico presente é uma previsão de Manuel de Sousa Coutinho que está relacionado com a morte social de Maria e dele e que vão para um convento</mark>. (“Há de ser destas paredes, é unção da casa: que isto é quase um convento aqui, Maria… para frades de S.domingos não nos falta senão habito…”). Fala-se também de uma <mark>característica do herói romântico que é o seu caráter inflexível</mark> (“e a vida que vem depois dela”) associando á morte. Ainda é muito importante a <mark>parte em que Manuel fala sobre as características e que D.Madalena nunca o amou  D.João de Portugal</mark> (“nobres qualidades de alma, a grandeza e valentia de coração, vontade, ser a mais indominável, que nunca foi vista mudar”) (“era um respeito… era quase um temor santo que lhe tinha”) </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 13:08:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cena IV</title>
         <author>manu21rebelo</author>
         <link>https://padlet.com/manu21rebelo/km8fm0v1e7tbk6oz/wish/3346598203</link>
         <description><![CDATA[<p>Personagens: Frei Jorge, Manuel e Maria</p><p><br/></p><p>Ação: Aparece a <mark>referência a uma nova personagem por parte de Maria que é tia Joana de castro</mark>. Parece que<mark> a peste em Lisboa acabou </mark>(“nem sinal de peste”). E aparece pela primeira vez outro motivo de <mark>Maria morrer que é por desgosto</mark> (“A mim não se pega nada.”)</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 13:09:34 UTC</pubDate>
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         <title>Cena V</title>
         <author>manu21rebelo</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Personagens</strong>: Maria, Madalena, Maria e frei Jorge </p><p><br/></p><p><strong>Indício trágico</strong>: Nesta cena o <mark>indico trágico passa por referir o “dia da paixão de cristo” que basicamente é o dia onde todas as personagens sofrem</mark> = Pathos.</p><p><br/></p><p><strong>Ação</strong>: Já sabíamos desde a primeira cena que <mark>D.Madalena é preocupada e vive constantemente com tristeza e angustia e nesta cena isto é outra vez reforçado</mark> também muito por conta do <mark>medo do regresso de D.João</mark> (“(à parte) e de medo!”)</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 13:22:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cena VI</title>
         <author>manu21rebelo</author>
         <link>https://padlet.com/manu21rebelo/km8fm0v1e7tbk6oz/wish/3346615774</link>
         <description><![CDATA[<p>Personagens: pequeno dialogo de Madalena e Manuel </p><p><br/></p><p>Ação: é referido uma <mark>segunda vida que refere a vida com D. João de Portugal. </mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 13:25:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cena VII</title>
         <author>manu21rebelo</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>personagens</strong>: Frei Jorge, Manuel, Madalena e Maria.</p><p><br/></p><p><strong>Espaço</strong>: palácio </p><p><br/></p><p><strong>Ação</strong>: esta cena é curta e o que tem de importante é que basicamente <mark>conhecemos quem toma conta de Maria, essa senhora </mark><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://chama.se"><mark>chama-se Doroteia</mark>.</a> E Maria sai em choro pois esta preocupada com a situação da sua mãe. </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 14:05:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cena VIII</title>
         <author>manu21rebelo</author>
         <link>https://padlet.com/manu21rebelo/km8fm0v1e7tbk6oz/wish/3346677410</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Personagens</strong>: Diálogo entre Madalena, Manuel, frei Jorge e são referidos soror Joana e o seu marido</p><p><br/></p><p><strong>Ação</strong>: Nesta cena passa-se a <mark>explica-são da historia de soror Joana e de seu marido</mark> e que foram os <mark>2 para o convento </mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 14:12:32 UTC</pubDate>
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         <title>Cena IX</title>
         <author>manu21rebelo</author>
         <link>https://padlet.com/manu21rebelo/km8fm0v1e7tbk6oz/wish/3346695784</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Personagens</strong>: Apenas Jorge </p><p><br/></p><p><strong>Ação</strong>: <mark>frei Jorge fala da família (Maria, Madalena e Manuel) e de como parece que se vão desgraçar de alguma forma</mark> (“A todos parece que o coração lhes adivinha desgraça”)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 14:27:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cena X</title>
         <author>manu21rebelo</author>
         <link>https://padlet.com/manu21rebelo/km8fm0v1e7tbk6oz/wish/3346697297</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Personagens</strong>: Madalena e frei Jorge</p><p><br/></p><p><strong>Ação</strong>: Nesta cena o que acho que é <mark>importante retirar é o facto de Madalena estar a contar a razão dos seus receios a frei Jorge, que se passam pelo facto de naquele dia Madalena fazia anos de casada com D. João, que desaparecera e que se apaixonou por Manuel de Sousa Coutinho</mark> (“Hoje… hoje!”), (“que ainda temo que não acabe sem muita grande desgraça… É um dia fatal”), (“casei a primeira vez, faz anos que perdeu el-rei D. Sebastião… vi pela primeira vez Manuel de Sousa”)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 14:28:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cena XI</title>
         <author>manu21rebelo</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Personagens</strong>: Diálogo entre Madalena e a entrada de Miranda. </p><p><br/></p><p><strong>Ação</strong>: Nesta cena <mark>Miranda entra apressado e tem um grande recado a dar a D. Madalena</mark>, (“um estranho recado, por minha fé”) que basicamente um <mark>senhor pobre, velho e peregrino queria falar com ela </mark>(“É um pobre velho peregrino, um destes romeiros”) que depois se <mark>viria a confirmar que este romeiro era na verdade D. João de Portugal</mark>. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 14:36:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>XII</title>
         <author>manu21rebelo</author>
         <link>https://padlet.com/manu21rebelo/km8fm0v1e7tbk6oz/wish/3346718158</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Personagens</strong>: Telmo (só) </p><p><br/></p><p><strong>Ação</strong>: fala que temos de ter <mark>cuidado com os peregrinos e fala também dos tempos difíceis políticos e sociais</mark> (“E nestes tempos revoltos…”)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 14:43:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cena XIII</title>
         <author>manu21rebelo</author>
         <link>https://padlet.com/manu21rebelo/km8fm0v1e7tbk6oz/wish/3346724215</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Personagens</strong>: Miranda, Madalena, Romeiro e frei Jorge</p><p><br/></p><p><strong>Ação</strong>: O <mark>romeiro é introduzido e, ao ser questionado por frei Jorge sobre a identidade de Madalena</mark> <strong>ele sabia quem era </strong>(“Esta é a senhora D. Madalena de Vilhena. - É esta a fidalga a quem desejais falar?”), (“A mesma”)  o que, <mark>aumenta o mistério de quem</mark> realmente <mark>é</mark> este romeiro</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 14:48:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cena XIV</title>
         <author>manu21rebelo</author>
         <link>https://padlet.com/manu21rebelo/km8fm0v1e7tbk6oz/wish/3346731591</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Personagens</strong>: Nesta cena estamos presentes de um dialogo intenso com frei Jorge, romeiro e  Madalena </p><p><br/></p><p><strong>Ação</strong>: Durante a conversa, o <mark>Romeiro revela gradualmente que D. João de Portugal, o primeiro marido de Madalena, está vivo</mark> identificando-o através do retrato dele (“(sem procurar, e apontando logo para o restado de D. João) - É aquele”). Isto <mark>afeta profundamente Dona Madalena</mark> , porque <mark>D</mark>. <mark>João de Portugal estar vivo, implica que o seu casamento seja ilegítimo</mark>. Madalena em desespero, sai aos gritos, reforçando o impacto que esta mensagem teve em Dona Madalena, (“(com um grito espantoso”). Isto tudo tem haver com um <mark>sentido de vingança por parte do Romeiro</mark> (D. João) (“sofrei, que ele também sofreu muito”)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 14:54:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cena XV</title>
         <author>manu21rebelo</author>
         <link>https://padlet.com/manu21rebelo/km8fm0v1e7tbk6oz/wish/3346734089</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Personagens</strong>: Frei Jorge e Romeiro</p><p><br/></p><p><strong>Ação</strong>:<mark> Frei Jorge</mark>, sem acreditar nesta notícia, <mark>questiona o Romeiro sobre a sua verdadeira identidade</mark>. O <mark>Romeiro apenas aponta para o quadro de Dom João de Portugal sem primeiro o procurar e diz “Ninguém”</mark>, revelando-se, assim, como o<mark> próprio D. João de Portugal</mark>. (Agnórise)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 14:56:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ato terceiro </title>
         <author>manu21rebelo</author>
         <link>https://padlet.com/manu21rebelo/km8fm0v1e7tbk6oz/wish/3346737169</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste ato <mark>sabemos que vai mudar o cenário e que já sabemos que á medida que a historia avança o ambiente e o espaço vai sabe tornando cada vez mais escuro.</mark> Neste caso estamos numa <mark>capela</mark> e sabemos também que <mark>Manuel de Sousa Coutinho vai entrar para o convento</mark> (“e um hábito completo de religioso Domínioco”)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 14:58:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cena I, II e III</title>
         <author>manu21rebelo</author>
         <link>https://padlet.com/manu21rebelo/km8fm0v1e7tbk6oz/wish/3346749914</link>
         <description><![CDATA[<p>Personagens: Manuel e frei Jorge </p><p><br/></p><p><strong>Espaço</strong>: <mark>capela</mark> do palácio de D. João de Portugal </p><p><br/></p><p><strong>Ação</strong>: Esta cena <mark>ocorre na capela do palácio de D. João de Portugal e começa por referir que Manuel sabe que o Romeiro é D. João de Portugal</mark> (“em completa prostração de espirito e corpo”). Manuel de Sousa e Madalena preparam-se para começar os seus <mark>hábitos religiosos</mark> na capela e como <mark>Manuel tem um carácter inflexível tomou a decisão e vai</mark>, isto acontece após a revelação de que D. João está vivo, que <mark>torna o seu casamento e a sua filha, Maria, ilegítima</mark> (“Filha… Maria… a filha do meu amor -, a filha do meu pecado”) e que com a <mark>entrada no convento tanto Manuel de Sousa Coutinho como D. Madalena têm uma morte social</mark>.</p><p><mark>Maria</mark>, já <mark>debilitada pela tuberculose, expressa a sua revolta contra a sociedade e a religião</mark> que a condena à ilegitimidade. Manuel e Madalena, consumidos pela culpa e pelo desespero, decidem começar uma vida religiosa para expiar os seus pecados.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 15:08:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cena IV, V e VI</title>
         <author>manu21rebelo</author>
         <link>https://padlet.com/manu21rebelo/km8fm0v1e7tbk6oz/wish/3346760199</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Personagens</strong>: Telmo e Romeiro (No ato IV Telmo fala só)</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Ação</strong>: Nesta cena <mark>Telmo Pais que agora é criado de Manuel de Sousa e em tempos de D. João, reconhece o Romeiro como D. João de Portugal</mark> e <mark>enfrenta um dilema</mark> entre o <mark>antigo amo e a jovem Maria, mas no final o amor por Maria é maior para Telmo</mark> (“Já não sei pedir senão pela outra”). D. João, <mark>percebendo o caos que sua presença causou, implora a Telmo que mantenha a identidade do Romeiro um segredo, afirmando ser um impostor</mark>, na esperança de salvar a família da desonra. <mark>Telmo pede ajuda a Frei Jorge, mas no final Telmo não diz nada</mark> (“E eu hei de mentir, senhor, eu hoje de renegar de vós, como ruim vilão que não sou?”).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 15:16:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cena VII, VIII e IX</title>
         <author>manu21rebelo</author>
         <link>https://padlet.com/manu21rebelo/km8fm0v1e7tbk6oz/wish/3346760706</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Personagens</strong>: Frei Jorge, Madalena, Telmo, Manuel e no final entra o coro que é um elemento de tragédia Clássica; é que diz a verdade </p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Ação</strong>: <mark>Madalena</mark> no início ainda <mark>não sabe de toda a verdade</mark> e pensa que o Romeiro é Manuel de Sousa Coutinho (“onde está meu marido… Manuel de Sousa?”), Já mais para a frente <mark>Madalena tenta convencer Manuel a reconsiderar a decisão </mark>de se separar e ingressar no convento, mas ambos acabam por ceder e entrar no convento (Manuel não cede pois tem um carácter inflexível). A <mark>preparação para a cerimónia avança, simbolizando a morte social de D. Madalena e Manuel de Sousa Coutinho</mark> e a <mark>renúncia</mark> aos próprios bens, incluindo a <mark>própria filha</mark>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 15:17:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cena X, XI e XII</title>
         <author>manu21rebelo</author>
         <link>https://padlet.com/manu21rebelo/km8fm0v1e7tbk6oz/wish/3346788681</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Personagens</strong>: Maria, Madalena, Maria, Romeiro e também temos a entrada do prior e do coro.</p><p><br/></p><p><strong>Espaço</strong>: já no convento </p><p><br/></p><p><strong>Ação</strong>: Durante a <mark>cerimónia na igreja, Manuel adota o nome de Frei Luís de Sousa</mark> <strong>(nome da peça)</strong> e <mark>Madalena torna-se Soror Madalena, e com isto têm a morte social, </mark>diferente de <mark>Maria</mark> que, <mark>morre de estar muito doente e também de vergonha </mark>(“morro… de vergonha”), mas <mark>antes de morrer</mark> passa-se uma coisa engraçada que é o <mark>reconhecimento de Maria a D. João de Portugal por conta do retrato dele</mark> que o representava muito bem na realidade, <mark>ela critica ainda antes a hipocrisia da sociedade e da religião</mark> que a condena à ilegitimidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 15:39:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cena I </title>
         <author>manu21rebelo</author>
         <link>https://padlet.com/manu21rebelo/km8fm0v1e7tbk6oz/wish/3346801196</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Personagem</strong>: Madalena </p><p><br/></p><p><strong>Espaço</strong>: Palácio de Manuel de Sousa Coutinho </p><p><br/></p><p><strong>Indico trágico</strong>: <mark>D. Madalena basicamente ainda não sabe que vai ser morta</mark> (“Naquele engano d`alma ledo e cego”) este <mark>indico trágico está presente no Os lusíadas num episódio de Inês de castro </mark></p><p><br/></p><p><strong>Ação</strong>: D. <mark>Madalena fala no início sobre ter todas as razões para ser feliz mas não o é</mark> e que <mark>tem medo</mark> (parece que tem medo de alguém mas, ainda não sabemos de quem). Cita também o <mark>amor que tem por Manuel de Sousa Coutinho.</mark></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 15:49:07 UTC</pubDate>
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         <title>Ato X</title>
         <author>manu21rebelo</author>
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         <description><![CDATA[<p>Personagens: Manuel e Miranda </p><p><br/></p><p>Ação: <mark>Manuel</mark> diz para irem embora porque <mark>vai incendiar o palácio </mark></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 15:59:27 UTC</pubDate>
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