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      <title>Biomoléculas e o metabolismo energético by Jéssica Corrêa</title>
      <link>https://padlet.com/jessicacontabi/klre31pt7l0k2am2</link>
      <description>Conceitos fundamentais do metabolismo celular</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-21 23:18:02 UTC</pubDate>
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         <title>Proteínas</title>
         <author>jessicacontabi</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ela possui<strong> </strong>oxigênio, hidrogênio e nitrogênio. Tem uma estrutura extensa e complexa, com papel importante no metabolismo. Ela é responsável pela estrutura, função e regulação dos organismos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-22 18:47:30 UTC</pubDate>
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         <title>Síntese das biomoléculas de proteínas</title>
         <author>jessicacontabi</author>
         <link>https://padlet.com/jessicacontabi/klre31pt7l0k2am2/wish/1689669088</link>
         <description><![CDATA[<div>A síntese proteica é o<strong> </strong>processo de formação das proteínas. Sua estrutura são os ribossomos, presentes tanto em células procarióticas quanto eucarióticas. Na molécula de <a href="https://www.biologianet.com/biologia-celular/dna.htm">DNA</a> (ácido desoxirribonucleico) existem todas as informações genéticas do indivíduo, mas é necessário que a região do DNA seja decodificada.<br>Etapas da síntese proteica</div><div>Na síntese proteica ocorre três etapas:</div><div>&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Iniciação da tradução</div><div>São a união das duas subunidades do ribossomo com o RNAm e RNAt, este trazendo o primeiro aminoácido da cadeia polipeptídica.<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Alongamento da cadeia polipeptídica</div><div>Nessa etapa, os demais aminoácidos que compõem a cadeia polipeptídica são adicionados. O anticódon do RNAt pareia-se com o RNAm no sítio A. O RNAr (RNA ribossômico) catalisa a formação da ligação peptídica entre o novo aminoácido e a cadeia em formação.</div><div>O polipeptídio é separado do RNAt presente no sítio P e ligado ao aminoácido do RNAt do sítio A. O RNAt presente no sítio P é deslocado ao sítio E e retirado, em seguida, do ribossomo, enquanto o RNAt do sítio A é deslocado ao sítio P. O RNAm também é deslocado no ribossomo e leva ao sítio A o próximo códon a ser traduzido, dando sequência ao processo até a identificação do códon de término.</div><div>&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Término da tradução</div><div>Após a identificação do códon de término, o fator de término, liga-se a esse códon induzindo a ligação de uma molécula de água na porção final da cadeia, fazendo com que ocorra a quebra da ligação entre o peptídio e o RNAt presente no sítio P. O peptídio formado é então liberado através do túnel de término presente na subunidade maior do ribossomo.</div><div>Após esse processo, as cadeias polipeptídicas formadas podem passar por diferentes processos de transformação, de modo a tornar essas proteínas funcionais.<br><br></div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-22 18:50:58 UTC</pubDate>
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         <title>Oxidação das biomoléculas proteínas </title>
         <author>jessicacontabi</author>
         <link>https://padlet.com/jessicacontabi/klre31pt7l0k2am2/wish/1689669861</link>
         <description><![CDATA[<div>As proteínas costumam ser utilizadas na produção de energia apenas em situações de jejum prolongado, quando os carboidratos já não estão disponíveis como combustível.<br><br></div><div>A digestão da proteína começa no estômago, por ação da pepsina, pela secreção de ácido clorídrico no suco gástrico. Continuando pelo intestino delgado com a inserção de secreções pancreáticas.<br><br></div><div>Depois que todos os di- ou tripeptídeos remanescentes são degradados nos enterócitos, os aminoácidos livres são transportados ao fígado para o metabolismo energético, ou distribuídos para outros tecidos.<br><br></div><div>As proteínas estão em contínua degradação e síntese. A manutenção é obtida pela síntese desta proteína em uma velocidade equivalente à de sua degradação e a concentração proteica mantém-se constante no indivíduo adulto e hígido.<br><br></div><div>As 3 formas que os aminoácidos sofrem o processo oxidativo:<br><br></div><ol><li>Durante a síntese e degradação normal de proteínas, alguns aminoácidos obtidos pela degradação são utilizados para a síntese de novas proteínas;</li><li>Quando a dieta é rica em proteínas, e a ingestão excede as necessidades do corpo a síntese de proteínas endógenas, esse excesso é descartado, pois&nbsp; os aminoácidos não são estocados.</li><li>Durante o jejum ou em doenças como a diabetes, as proteínas celulares são utilizadas como combustível, quando os carboidratos já não estão mais disponíveis ou não podem ser utilizados,&nbsp;</li></ol><div>Em todas essas condições metabólicas, os aminoácidos perdem seus grupamentos amino para formar α-cetoácidos, os “esqueletos de carbono” dos aminoácidos. Os α-cetoácidos sofrem oxidação a CO2 e H2O, geralmente mais importante, fornecem unidades de 3 e 4 carbonos que podem ser convertidas em glicose.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-22 18:53:10 UTC</pubDate>
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         <title>Carboidratos</title>
         <author>jessicacontabi</author>
         <link>https://padlet.com/jessicacontabi/klre31pt7l0k2am2/wish/1689671011</link>
         <description><![CDATA[<div>Contem átomos de carbono, hidrogênio e oxigênio. Existe em abundancia na natureza. É a principal fonte de energia, conhecido como açucares. Suas variações são a glicose e a frutose.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-22 18:56:22 UTC</pubDate>
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         <title>Síntese das biomoléculas de carboidratos</title>
         <author>jessicacontabi</author>
         <link>https://padlet.com/jessicacontabi/klre31pt7l0k2am2/wish/1689679928</link>
         <description><![CDATA[<div>A glicose é transportada pelo sangue. Ela é degradada pela via glicolítica e armazenada como glicogênio no fígado e músculo. A glicose pode também ser empregada para sintetizar outros monossacarídeos, ácidos graxos e certos aminoácidos.<br><br></div><div>A absorção dos carboidratos pelas células do intestino delgado é realizada após hidrólise dos dissacarídeos, oligossacarídeos e polissacarídeos em seus componentes monossacarídeos.<br><br></div><div>As quebras ocorrem no trato gastrointestinal por reações enzimáticas:<br><br></div><div><strong>Alfa-amilase salivar</strong>: a digestão do amido inicia durante a mastigação pela ação α-amilase salivar (ptialina) que hidrolisa as ligações glicosídicas, com a liberação de maltose e oligossacarídeos.<br><br></div><div><strong>Alfa-amilase pancreática</strong>: o amido e o glicogênio são hidrolisados no duodeno em presença da α-amilase pancreática que produz maltose e dextrinas (oligossacarídeos).<br><br></div><div><strong>Enzimas da superfície intestinal</strong>. A hidrólise final da maltose e dextrina é realizada pela maltase e a dextrinase, presentes na superfície das células epiteliais do intestino delgado.<br> Após a absorção, a glicose no sangue aumenta e as células β das ilhotas pancreáticas secretam insulina que estimula a captação de glicose principalmente pelos tecidos adiposo e muscular.<br><br></div><div><strong>Glicólise</strong><br> Consiste na oxidação da molécula de glicose formando duas moléculas de ATP e duas moléculas de Ácido Pirúvico. Acontecendo no hialoplasma, é um processo de catabolismo, anaeróbio e aeróbio, universal.<br><br></div><div>Em organismos e tecidos aeróbios, em condições aeróbias, o Piruvato é oxidado (com perda do grupo carboxílico) originando o grupo Acetil-CoA que depois é oxidado a CO2 durante o Ciclo de Krebs. Em organismos e tecidos em condições de pouco oxigênio ou em condições anaeróbias, o Piruvato é reduzido a Lactato ou convertido a Etanol + CO2.<br><br><strong>Via das pentoses-fosfato</strong><br> Processos de síntese das pentoses, CO2 e o NADPH, onde, se trata de uma via metabólica alternativa à glicólise para a oxidação da glicose que não requer e não produz ATP.<br> A via das pentoses-fosfato ocorre no citosol em duas etapas: etapa oxidativa e a etapa não−oxidativa. Na etapa oxidativa a glicose−6−fosfato é convertida à ribulose−5−fosfato acompanhada pela formação de duas moléculas de NADPH. A etapa não−oxidativa envolve a isomerização e condensação de várias moléculas diferentes de açúcar. Três intermediários do processo são utilizados em outras vias: a ribose−5−fosfato, a frutose−6−fosfato e o gliceraldeído−3−fosfato.<br><br></div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;<strong>Glicogênese</strong><br> É o processo de síntese do glicogênio a partir da condensação de muitos monômeros de glicose. O glicogênio é armazenado em grânulos intracelulares que também contêm as enzimas que catalisam as reações para a sua síntese e degradação. A glicose armazenada sob a forma de glicogênio no fígado e músculos destinam-se a diferentes funções, como reservatório de glicose à corrente sanguínea e combustível para gerar ATP durante atividade muscular.<br><br></div><div>A síntese de glicogênio necessita a existência de uma cadeia de glicogênio já constituída, à qual são adicionados novos resíduos de glicose. Na primeira etapa da síntese, uma glicosil−transferase liga o primeiro resíduo de glicose a um grupo OH de uma proteína chamada glicogenina que atua como molde inicial. Essa, por autocatálise, incorpora novos resíduos de glicose, até formar uma pequena cadeia de até sete resíduos doados pela UDP-glicose, produzindo uma molécula nascente de glicogênio. Nesse ponto, a glicogênio−sintase inicia a síntese do glicogênio, enquanto a glicogenina desliga-se do polímero.<br><br></div><div><strong>&nbsp;Glicogenólise</strong><br> É o processo de conversão do glicogênio em glicose, através da degradação do glicogênio em uma clivagem sequencial de resíduos de glicose a partir das extremidades não-redutoras das ramificações do glicogênio.<br>&nbsp;<br> A remoção do resíduo glicosil restante ligado à cadeia principal é realizada por hidrólise pela mesma enzima de desramificação com a formação de glicose e glicogênio não ramificado. Desse modo, é explicado o aparecimento de pequenas quantidades de glicose livre. O produto final das reações de degradação do glicogênio é a glicose−1−fosfato que é convertida em glicose−6−fosfato pela fosfoglicomutase. A glicose−6−fosfato pode ser utilizada pela glicólise ou pela via das pentoses-fosfato e no fígado, a glicose-6-fosfato também sofre a ação da glicose−6−fosfatase para formar glicose.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Gliconeogênese</strong><br> É o processo de formação de novas moléculas de glicose a partir de moléculas menores, como precursores não-glicídicos (lactato, piruvato, glicerol, cadeias carbonadas). Entre as refeições, os teores adequados de glicose sanguínea são mantidos pela hidrólise do glicogênio hepático.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-22 19:17:58 UTC</pubDate>
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         <title>Oxidação das biomoléculas de carboidratos</title>
         <author>jessicacontabi</author>
         <link>https://padlet.com/jessicacontabi/klre31pt7l0k2am2/wish/1689681672</link>
         <description><![CDATA[<div>O glicogênio é a principal reserva disponível de glicose para suprir os tecidos com uma fonte de energia oxidável e é encontrado principalmente no fígado, este é considerado fonte de glicose que pode ser utilizada por todo o organismo.&nbsp;<br><br></div><div>O catabolismo do glicogênio consiste na degradação do glicogênio o qual se inicia pela necessidade de glicose intracelular ou pelo organismo. Esse processo ocorre nas 36 primeiras horas de fome para sustentar o período em que a glicose está sendo formada pelo processo da neoglicogênese. &nbsp;<br><br></div><div>A degradação dos estoques de glicogênio ocorre através da ação da enzima glicogênio fosforilase.&nbsp; A ação desta enzima é remover resíduos de glicose-1 P a partir da quebra de ligações α-(1,4) da molécula de glicogênio. Essa reação apresenta duas vantagens para o organismo:<br><br></div><ol><li>A glicose é removida do glicogênio em um estado ativado (fosforilada) e isto ocorre sem hidrólise de ATP.&nbsp;</li><li>A concentração Pi nas células é alta o suficiente para dirigir o equilíbrio da reação no sentido favorável.&nbsp;</li></ol><div>A glicose só é fosforilada no fígado quando existe no sangue em concentrações muito elevadas (i.e. depois das refeições). Assim, quando a concentração de glicose no sangue é baixa, o fígado não compete com os outros tecidos, e quando os níveis de glicose são elevados o excesso de glicose é convertido pelo fígado em glicogênio.<br><br></div><div>A glicose-1-fosfato produzida pela ação da fosforilase é convertida em glicose-6-fosfato por uma fosglicomutase. No fígado, parte da glicose-6-P entra na via glicolítica e parte é desfosforilada pela glicose-fosfatase. Todas as moléculas de glicose-6-P provenientes da glicogenólise muscular, são destinadas para a via glicolítica muscular.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-22 19:21:58 UTC</pubDate>
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         <title>Lipídios </title>
         <author>jessicacontabi</author>
         <link>https://padlet.com/jessicacontabi/klre31pt7l0k2am2/wish/1689683499</link>
         <description><![CDATA[<div>Sua principal característica e o ressecamento, não absorvem água e nem podem ser diluídas na água. Função da célula é estrutural e energética.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-22 19:27:09 UTC</pubDate>
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         <title>Síntese das biomoléculas de lipídios</title>
         <author>jessicacontabi</author>
         <link>https://padlet.com/jessicacontabi/klre31pt7l0k2am2/wish/1689714227</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O processo de emulsificação dos lipídios ocorre no duodeno.&nbsp;</div><div>A colecistoquinina, um hormônio peptídico, é produzido em resposta à presença de lipídeos, atuando sobre a vesícula biliar e estimulando a secreção da bile, e atuando ainda sobre as células exócrinas do pâncreas, estimulando a secreção de enzimas.&nbsp;</div><div>A secretina, outro hormônio peptídico, tem a função de auxiliar na neutralização do pH do conteúdo intestinal, por estimular o pâncreas a secretar uma solução rica em bicarbonato. Sendo assim, os lipídeos são degradados por enzimas pancreáticas que estão sob controle hormonal.</div><div>As lipases agem na interface lipídeo-água por ativação interfacial;</div><div>A lipase pancreática catalisa a hidrólise de triacilgliceróis nas posições 1 e 3, formando 1,2-diacilgliceróis e 2-acilgliceróis, juntamente com sais de ácidos graxos de Na+ e K+.</div><div>A ligação à interface lipídeo-água requer a colipase pancreática, que é uma enzima que forma um complexo com a lipase.</div><div>Absorção de lipídeos por células da mucosa intestinal;</div><div>&nbsp;</div><div>Ácidos graxos livres, colesterol livre e 2-acilgliceróis formam micelas mistas com os sais biliares que se aproximam do sítio de absorção lipídica, onde atravessam a camada de água e é absorvido. Dentro das células intestinais, os ácidos graxos formam complexos com a proteína intestinal ligadora de ácidos graxos, que aumenta a solubilidade efetiva dos lipídeos e protege a célula dos efeitos detergentes dessas substâncias.</div><div>&nbsp;</div><div>Transporte de lipídeos</div><div>&nbsp;</div><div>Os ácidos graxos são convertidos em triacilglicerol novamente, e organizados em partículas poliprotéicas chamadas quilomicrons, que são liberadas nos vasos linfáticos, por onde serão transportados até os vasos maiores, alcançando outros tecidos. Os triacilgliceróis dos quilomícrons podem ser incorporados aos adipócitos ou serem degradados a ácidos graxos livres e glicerol. A maioria das células pode oxidar ácidos graxos para produzir energia.</div><div>A reserva lipídica</div><div>&nbsp;</div><div>Os triacilgliceróis depositados em adipócitos representam a principal reserva do organismo. São depósitos concentrados de energia metabólica pois são altamente reduzidos e anidros. O produto da oxidação completa dos ácidos graxos até CO2 e H2O é 9 kcal/g de gordura, comparado a 4 kcal/g de carboidratos.</div><div>&nbsp;</div><div>Mobilização de lipídeos</div><div>&nbsp;</div><div>Quando há necessidade de energia a partir dos ácidos graxos, a mobilização da gordura inicia-se pela hidrólise de triacilglicerol dos adipócitos, formando ácidos graxos e glicerol.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Primeiro a lipase sensível a hormônio promove a remoção do ácido graxo da posição 1 ou 3.&nbsp;</div><div>Lipases adicionais removem ácidos graxos do mono- ou diacilglicerol, formando glicerol e ácidos graxos livres.</div><div>Os ácidos graxos livres movem-se através da membrana celular do adipócito e ligam-se à albumina no plasma, que os transportam aos tecidos, onde os ácidos graxos se difundem para as células e são oxidados para obtenção de energia. O cérebro e outros tecidos nervosos, eritrócitos e medula adrenal não utilizam ácidos graxos plasmáticos para obter energia. O glicerol é transportado até o fígado, onde é fosforilado e utilizado novamente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-22 20:38:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Oxidação das biomoléculas de lipídios </title>
         <author>jessicacontabi</author>
         <link>https://padlet.com/jessicacontabi/klre31pt7l0k2am2/wish/1689715670</link>
         <description><![CDATA[<div>Os lipídeos da dieta, absorvidos no intestinos, e aqueles sintetizados endogenamente são distribuídos aos tecidos pelas lipoproteínas plasmáticas, para utilização ou armazenamento.<br><br></div><div>Os triacilgliceróis e os ácidos graxos são conhecidos como os principais lipídeos para o metabolismo energético.<br><br></div><div>Quando hormônios sinalizam a necessidade de energia metabólica, os triacilgliceróis armazenados no tecido adiposo são mobilizados e transportados aos tecidos (musculatura esquelética, coração, fígado e córtex renal) nos quais os ácidos graxos podem ser oxidados para produção de energia.<br><br></div><div>Os ácidos graxos liberados dos adipócitos são transportados pelo sangue ligados à albumina e utilizados pelos tecidos como fonte de energia; o tecido nervoso e as hemácias são exceções, pois obtêm energia exclusivamente a partir da oxidação de glicose.<br><br></div><div>Nos tecidos-alvo, os ácidos graxos se dissociam da albumina e são levados por transportadores da membrana plasmática para dentro das células para servir de combustível.<br><br></div><div>O glicerol liberado pela ação da lipase é fosforilado e oxidado a glicerol-fosfato, podendo entrar nas vias glicolíticas ou gliconeogênicas. Alternativamente, o glicerol-fosfato pode ser usado na síntese de triacilgliceróis ou de fosfolipídios.&nbsp;<br><br></div><div>Para serem oxidados, ainda no citosol, os ácidos graxos são primeiramente convertidos em uma forma ativada, uma acil-Coa, em uma reação catalisada por acil-CoA sintetase, associadas à membrana externa da mitocôndria.<br><br></div><div><strong>Ácido graxo + CoA + ATP&nbsp; ⇄&nbsp; Acil-CoA graxo + AMP + PPi<br></strong><br></div><div>Os ácidos graxos com comprimento de cadeia de 12 carbonos ou menos entram na mitocôndria passivamente, sem a ajuda de transportadores de membrana. Aqueles com um número maior de carbonos, que constituem a maioria dos ácidos graxos livres obtidos na dieta ou liberados do tecido adiposo, não conseguem passar livremente através das membranas mitocondriais.&nbsp;<br><br></div><div>Primeiro eles precisam passar pelo ciclo da carnitina, um processo envolvendo três reações enzimáticas. Desse modo, o radical acila dos ácidos graxos atinge o interior da mitocôndria, onde ocorre sua oxidação.</div><div><br></div><div>Na primeira reação, uma enzima chamada acil-CoA desidrogenase retira dois H (hidrogênios) da molécula do acil-CoA e os entrega para o FAD,-CoA hidratase hidrata o enoil-CoA, formando o L-3- hidroxiacil-CoA.&nbsp;<br><br></div><div>Na terceira reação, a enzima L-3-hidroxiacil-CoA desidrogenase oxida mais uma vez a molécula, mas neste caso, utiliza NAD+ que recebe os H da molécula e passa a NADH + H+. Na quarta e última reação da β-oxidação, ocorre a quebra da molécula propriamente dita.<br><br></div><div>O processo completo da β-oxidação ocorre na mitocôndria e os nucleotídeos reduzidos (FADH2 e NADH + H+) são utilizados diretamente para a síntese do ATP pela fosforilação oxidativa.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-22 20:41:38 UTC</pubDate>
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         <title>Nucleotídeos </title>
         <author>jessicacontabi</author>
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         <description><![CDATA[<div>Eles são moléculas complexas responsáveis por armazenar e transmitir as informações genéticas. Carregam muita energia. Atuam também como sinais químicos, como hormônios e outros estímulos extracelulares.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-22 20:44:30 UTC</pubDate>
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         <title>Síntese das biomoléculas dos nucleotídeos</title>
         <author>jessicacontabi</author>
         <link>https://padlet.com/jessicacontabi/klre31pt7l0k2am2/wish/1689718332</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Eles estão presentes em todas as células no DNA e no RNA, o ATP e o GTP transportam energia química, compõem os cofatores NAD (nicotinamida adenina dinucleotídeo), FAD (Hidrogeno flavina adenina dinucleotídeo), CoA, dentre outros, atuam como mensageiros celulares (ex.: cAMP) e, ainda, participam de vias biossintéticas como intermediários ativados (ex.: UDP-glicose). Dois tipos de vias são responsáveis pela formação das bases nitrogenadas: as vias “de novo” e as vias de “recuperação”.<br>&nbsp;<br>&nbsp;A via “de novo” das purinas incluem como precursores o AMP (adenosina monofosfato)&nbsp; e o GMP, que contém as bases purínicas adenina e guanina, respectivamente. Em uma primeira etapa, a glutamina doa um grupo amino a uma molécula de fosforribosilpirofosfato (PRPP), formando o anel purínico.<br>&nbsp;<br>&nbsp;A segunda etapa consiste da adição de três átomos do aminoácido glicina (2 C e 1 N), através do consumo de uma molécula de ATP. Outro nitrogênio é doado por outra molécula de glicina em uma terceira etapa, seguido da desidratação e fechamento do anel de cinco membros da purina ocorrendo à liberação do 5-aminoimidazol ribonucleotídeo (etapas 4 e 5).<br>&nbsp;<br>&nbsp;A sexta etapa é composta pela adição de um grupo carboxila pela enzima AIR carboxilase. As duas etapas seguintes resultam na transferência de um grupo amino do aspartato para o anel de imidazol. Então, o carbono final é fornecido através do N10-formiltetraidrofolato, fechando o segundo anel e liberando os dois anéis fundidos do núcleo purínico.<br>&nbsp;<br>Para formação dos nucleotídeos pirimidínicos são utilizados o aspartato, o PRPP e o carbamoil fosfato. Neste caso, o anel de seis membros é produzido antes da ribose 5-fosfato. A primeira etapa envolve a reação do carbamoil fosfato com o aspartato por meio da enzima aspartato transcarbamoilase. Em seguida, a diidrorotase atua removendo uma molécula de água para fechar o anel pirimidínico.<br>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-22 20:48:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Oxidação das biomoléculas dos nucleotídeos</title>
         <author>jessicacontabi</author>
         <link>https://padlet.com/jessicacontabi/klre31pt7l0k2am2/wish/1689721654</link>
         <description><![CDATA[<div>A oxidação do composto formado leva à liberação do orotato, através da transferência de elétrons para o NAD+. Todas estas etapas iniciais envolvem enzimas que estão atuando em conexão através de complexos multienzimáticos. A cadeia lateral do nucleotídeo provém do PRPP e é ligada ao orotato formando orotidilato, que é descarboxilado e fosforilado, gerando o UTP. A enzima citidilato sintetase possui a capacidade de produzir o CTP através da UTP por um processo que consome ATP e glutamina.<br>&nbsp;<br>&nbsp;A regulação destas vias se dá por inibição por meio de retroalimentação. Os nucleotídeos formados são então convertidos em nucleosídios trifosfato através das enzimas nucleosídio monofosfato quinases, em etapas que incluem a formação de nucleosídios monofosfato e difosfato. Após outras reações ocorre a formação dos desoxirribonucleotídeos, unidades estruturais do DNA, sendo que a formação de timina envolve apenas desoxirribonucleotídeos. O precursor desta reação é o dUMP e a enzima participante é a timidilato sintase.<br>&nbsp;<br>&nbsp;As purinas e as pirimidinas são degradadas formando ácido úrico e ureia, respectivamente. O grupo fosfato é perdido através da 5´-nucleotidase. O adenilato forma adenosina, que por ação da adenosina desaminase forma inosina, que é hidrolisada liberando D-ribose e hipoxantina. A hipoxantina é oxidada para xantina e ácido úrico através da xantina oxidase. Um processo semelhante ocorre para o GMP. Já as pirimidinas são degradadas formando NH4+, e consequentemente a síntese de ureia é ativada.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Após a degradação as células podem aproveitar as purinas livres para produzir nucleotídeos através da “recuperação”. Muitas vezes essa reação ocorre em uma única etapa através da enzima adenosina fosforribosiltransferase (o mesmo processo vale para a guanina e a hipoxantina).<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-22 20:58:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Referências:</title>
         <author>jessicacontabi</author>
         <link>https://padlet.com/jessicacontabi/klre31pt7l0k2am2/wish/1689723956</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/biologia/biomoleculas">https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/biologia/biomoleculas<br></a><br></div><div><a href="https://brasilescola.uol.com.br/biologia/acidos-nucleicos.htm">https://brasilescola.uol.com.br/biologia/acidos-nucleicos.htm<br></a><br></div><div><a href="https://www.infoescola.com/citologia/nucleotideos/">https://www.infoescola.com/citologia/nucleotideos/<br></a><br></div><div>&nbsp;<a href="https://www.biologianet.com/biologia-celular/sintese-proteica.htm">https://www.biologianet.com/biologia-celular/sintese-proteica.htm<br></a><br></div><div><a href="https://www.sanarmed.com/resumo-de-catabolismo-carboidratos-proteinas-lipideos-e-mais">https://www.sanarmed.com/resumo-de-catabolismo-carboidratos-proteinas-lipideos-e-mais</a> <br><br>https://www.odontoup.com.br/bioenergetica-carboidratos/<br><br><a href="https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/idiomas/metabolismo-de-lipidios/57667">https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/idiomas/metabolismo-de-lipidios/57667<br><br></a><a href="https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/farmacia/metabolismo-dos-acidos-nucleicos/33797">https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/farmacia/metabolismo-dos-acidos-nucleicos/33797<br></a><a href="https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/idiomas/metabolismo-de-lipidios/57667"><br></a>https://www.animalnaturalstore.com/o-que-a-deficiencia-de-taurina-pode-causar-nos-pets<br><br><a href="https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/veterinaria/doencas-relacionadas-a-deficiencia-de-taurina-em-gato-domestico/67743#">https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/veterinaria/doencas-relacionadas-a-deficiencia-de-taurina-em-gato-domestico/67743#</a></div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br>&nbsp;<br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-08-22 21:06:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O QUE A DEFICIÊNCIA DE TAURINA PODE CAUSAR NOS GATOS?</title>
         <author>jessicacontabi</author>
         <link>https://padlet.com/jessicacontabi/klre31pt7l0k2am2/wish/1689747890</link>
         <description><![CDATA[<div><br>DEFICIÊNCIA DE TAURINA EM GATO DOMÉSTICO</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-22 22:09:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DEFICIÊNCIA DE TAURINA NOS GATOS</title>
         <author>jessicacontabi</author>
         <link>https://padlet.com/jessicacontabi/klre31pt7l0k2am2/wish/1689749670</link>
         <description><![CDATA[<div>Os gatos domésticos são carnívoros obrigatórios devido a fatores como a conformação de suas garras; sua dentição; na saliva do gato não há a enzima que inicia o processo de digestão (amilase); os felinos possuem uma limitação quanto à digestão de fibras, devido ao ceco e o cólon pouco desenvolvidos e na língua dos gatos não há receptores para o sabor doce e possuem necessidades de nutrientes obrigatórios.</div><div>As rações voltadas são deficientes em proteína, taurina, metionina, niacina, vitamina B6 e colina, nutrientes de grande importância para a alimentação dos gatos.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Metabolismo Protéico<br></strong><br></div><div>Sua dieta deve ser rica em proteína e pobre em carboidratos devido aos seguintes aspectos em seu metabolismo:</div><div>O metabolismo da glicose no felino é reduzido devido à baixa atividade da enzima hepática glucoquinase;</div><div>No fígado do felino é ausente a enzima frutoquinase (enzima que também participa da metabolização dos carboidratos);</div><div>Os gatos apresentam sensibilidade a algumas substâncias encontradas nos vegetais como o glutamato e o ácido benzóico;</div><div>Sua capacidade de conservar nitrogênio é limitada, devido à alta atividade das enzimas gluconeogêncas;</div><div>Os gatos não convertem beta-caroteno em retinol (vitamina A);</div><div>Possui uma síntese limitada do ácido araquidônico a partir do ácido linoléico (ácido araquidônico é encontrado apenas em gordura de origem animal);</div><div>Os felinos têm alta atividade da enzima 7-dehidrocolesterol redutase, o que acarreta na redução da disponibilidade dos precursores necessários para a síntese da vitamina D e niacina<strong>.</strong></div><div>&nbsp;</div><div>Assim, a nutrição dos gatos deverá fornecer todos os aminoácidos essenciais, essa dieta alimentar é encontrada nas rações industrializadas, de boa qualidade, específicas para gatos, visto que a adição de taurina na matéria primas das rações dos felinos é obrigatória.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Metabolização da taurina<br></strong><br></div><div>Os aminoácidos sulforados, nos animais o conteúdo corporal de taurina é derivado da dieta; da síntese, principalmente, no fígado; da reabsorção renal.</div><div>No fígado, a taurina pode ser sintetizada a partir dos seguintes aminoácidos: Metionina&nbsp; - aminoácido essencial; cisteína - aminoácido não essencial e precisa da enzima piridoxal -5-fosfato (forma ativa da vitamina B6).</div><div>Assim, a dieta deficiente em vitamina B6 não contribui com a síntese de taurina. Os locais onde há maior concentração deste aminoácido são nas fibras esqueléticas e cardíacas (é o aminoácido mais abundante no músculo cardíaco), na retina, nos eritrócitos e nas plaquetas.</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Funções da Taurina<br></strong><br></div><div>A importância da taurina no organismo:</div><div>Visão (células fotorreceptoras);</div><div>Audição;</div><div>Reprodução;</div><div>Crescimento;</div><div>Emulsificação de gorduras e conjugação com ácidos biliares;</div><div>Atuam na musculatura esquelética;</div><div>Participa da preservação das funções cardíacas e vasculares e na resposta Imune.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Doenças relacionadas à deficiência de taurina<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</strong></div><div>A taurina é um aminoácido encontrado nos tecidos de origem animal. Os gatos precisam do fornecimento de doses maiores desse aminoácido, pois não produzem em quantidades suficientes para suprir as necessidades de seu organismo.</div><div>Dessa forma, a deficiência de taurina está associada a alterações no organismo que, se não tratada, leva às patologias como:</div><div>Degeneração central da retina dos felinos – DCRF;</div><div>Cardiomiopatia dilatada dos felinos – CMD;</div><div>Insuficiência cardíaca;</div><div>Alterações congênitas;</div><div>Resposta imune inadequada;</div><div>Falhas reprodutivas (baixo número de fetos, reabsorção fetal, abortos);</div><div>Desenvolvimento fetal insuficiente (baixo peso ao nascimento, baixo crescimento neonatal, baixa taxa de sobrevivência dos filhotes); Hiperagregação plaquetária.<br><br></div><div>No entanto, oferecer a ração de boa qualidade e específica para felinos contribui para a síntese protéica, o crescimento, a reprodução e a longevidade dos gatos.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-22 22:13:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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