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      <title>Fisioterapia na Saúde da Mulher  by gabrielle ingryd</title>
      <link>https://padlet.com/gabrielleingrydls/kkdz8njrvo6tqxey</link>
      <description>História, áreas de atuação, entrevistas com profissionais, mercado de trabalho, público alvo e importância.
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-06-05 19:58:55 UTC</pubDate>
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         <title>Casos mais recorrentes para atendimento</title>
         <author>gabrielleingrydls</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielleingrydls/kkdz8njrvo6tqxey/wish/614337286</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Dor durante a relação sexual:</strong> Geralmente por causas emocionais, pós algumas cirurgias ginecológicas ou por uma contração permanente involuntária da musculatura pélvica.</div><div><strong>Incontinência urinária:</strong> onde a perda de urina acontece com movimentos de esforços desde uma tosse até a prática de exercícios físicos. </div><div><strong>Linfedema</strong>: Inchaço nos membros superiores e inferiores decorrentes de cirurgias como câncer de mama, pélvico ou por fator genético. </div><div><strong>Câncer de mama: </strong>Tratando as limitações pós cirúrgicas, orientando sobre os</div><div>cuidados diários e prevenindo dificuldades de movimentação e piora no quadro clínico.</div><div><strong>Gestantes</strong>: Diminuindo o quadro de dor, orientando sobre posições para conforto, preparação para o parto e amamentação, diminuindo o inchaço e cuidados depois do parto, período chamado de puerpério.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-06 15:44:48 UTC</pubDate>
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         <title>História </title>
         <author>gabrielleingrydls</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielleingrydls/kkdz8njrvo6tqxey/wish/614339875</link>
         <description><![CDATA[<div>- A especialidade de Fisioterapia em Saúde da Mulher não possui muitos registros históricos. <br>- A atuação do fisioterapeuta iniciou na Inglaterra como membro das equipes de obstetrícia no início do século XX.  <br>- Primeiros estudos científicos que se conhecem aconteceram na década de 40, principalmente os estudos relacionados ao assoalho pélvico feminino, aos exercícios na gestação e preparação para o parto. <br>- Os estudos de Fisioterapia relacionados à oncologia mamária, iniciaram um pouco mais tarde, entre as décadas de 60 e 80. <br>- No ano de 2006, durante o congresso brasileiro de Fisioterapia em São Paulo, foi criada a ABRAFISM (Associação Brasileira de Fisioterapia em Saúde da Mulher).</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-06 15:47:58 UTC</pubDate>
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         <title>Definição</title>
         <author>gabrielleingrydls</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielleingrydls/kkdz8njrvo6tqxey/wish/614343075</link>
         <description><![CDATA[<div>É a área da fisioterapia com ampla atuação ao longo do ciclo vital feminino: na infância, na gravidez, no trabalho de parto, no pós-parto, no puerpério, no climatério e na terceira idade. <br>Esta especialidade representa um refinamento da prática do fisioterapeuta voltada às especificidades das mulheres que vão muito além das questões meramente reprodutivas, incorporando-se um olhar voltado à integralidade e consideração aos aspectos socioculturais, possuindo habilidades e competências específicas baseadas em evidências para atender as necessidades femininas nos diversos níveis de atenção à saúde.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-06 15:52:04 UTC</pubDate>
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         <title>Áreas de atuação</title>
         <author>gabrielleingrydls</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielleingrydls/kkdz8njrvo6tqxey/wish/614349830</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Uroginecologia e Coloproctologia: </strong>Atua no tratamento das disfunções urogenitais, anorretais e doenças do intestino, reto e ânus.</div><div><strong>Ginecologia: </strong>É uma área indicada para mulheres com disfunções uroginecológicas, ou seja, disfunções relacionadas ao útero, bexiga, ovários e reto.</div><div><strong>Obstetrícia: </strong>Consiste em preparar as mulheres para uma gestação e pós-parto saudável.</div><div><strong>Disfunções Sexuais Femininas: </strong>Atua na prevenção e tratamento das desordens do assoalho pélvico, da pelve e seus órgãos, da coluna lombossacra e do abdômen.</div><div><strong>Mastologia: </strong>É realizado em mulheres no tratamento para câncer da mama, tendo como objetivo principal a prevenção de complicações.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-06 16:00:19 UTC</pubDate>
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         <title>Mercado de trabalho</title>
         <author>gabrielleingrydls</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Locais de atuação:</strong> O  fisioterapeuta na saúde da mulher pode atuar, sendo eles: hospitais, ambulatórios (clínicas, consultórios, centros, unidade ou núcleos de saúde), domiciliar ou <em>home care,</em> ambiente<em> </em>público, filantrópicos, militares, ambiente privado e no terceiro setor.</div><div><strong><em> </em></strong><strong>Atribuições que pode seguir</strong> : O fisioterapeuta especialista em saúde da mulher pode exercer a função de: coordenadoria, supervisão e responsabilidade técnica, gestão, gerenciamento, direção, chefia, consultoria, auditoria e perícia. </div><div><strong>Jornada de trabalho: </strong>Os profissionais Fisioterapeutas estão sujeitos à prestação máxima de 30 horas semanais de trabalho, de acordo com a Lei nº 8.856/94. (CREFITO, 2011).</div><div><strong>Referencial Nacional de Procedimentos Fisioterapêuticos: </strong>O RNPF serve para orientar o fisioterapeuta quanto aos padrões mínimos de remuneração, levando em consideração a dignidade e a valorização profissional e, ao mesmo tempo, visando assegurar atendimento de qualidade à população.</div><div><strong>CHF (Coeficiente de Honorários Fisioterapêuticos): </strong>A última revisão do CHF foi realizada pela Comissão de Referencial Nacional de Procedimentos Fisioterapêuticos (CRNPF), e o valor atualizado do CHF corresponde a, no mínimo, R$0,60. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-06 16:06:32 UTC</pubDate>
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         <title>Associação Brasileira de Fisioterapia em Saúde da Mulher</title>
         <author>gabrielleingrydls</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielleingrydls/kkdz8njrvo6tqxey/wish/614362653</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>- </strong>A ABRAFISM é uma associação civil, sem fins lucrativos, representativa dos Fisioterapeutas que atuam na área de Saúde da Mulher no Brasil.<br>- Foi criada por fisioterapeutas de todo o país, em São Paulo no dia 07/10/2005. <br><strong>-</strong> É a primeira associação da América Latina a se tornar membro da Organização Internacional de Fisioterapia em Saúde da Mulher (IOPTWH).<br><strong>- </strong>Tem como principais objetivos: </div><ul><li>Encorajar a promoção à Saúde da Mulher; </li><li>Facilitar o aprimoramento da prática Fisioterapêutica em Saúde da Mulher através da troca de informações em nível Nacional e Internacional; </li><li>Difundir o papel da Fisioterapia em Saúde da Mulher junto aos fisioterapeutas, outros profissionais da área da Saúde e comunidade leiga através da promoção de Fóruns, debates, campanhas, simpósios e congressos; </li><li>Favorecer o engajamento e inserção do Fisioterapeuta na Saúde da Mulher nas políticas públicas de Saúde Incentivar o crescimento da Especialidade Fisioterapia na Saúde da Mulher, visando o aprimoramento da assistência às mulheres no Brasil entre outros aspectos. </li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-06 16:16:50 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista com a a profissional em Fisioterapia na Saúde da                                          Mulher Juliana de Sá      </title>
         <author>gabrielleingrydls</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielleingrydls/kkdz8njrvo6tqxey/wish/614376271</link>
         <description><![CDATA[<div>Graduada em Fisioterapia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Se especializou em saúde da mulher através da residência multiprofissional da Universidade Católica Pontifícia.<br><strong>PERGUNTAS <br>1. Ao iniciar sua graduação você já tinha uma área de atuação em mente, ou descobriu no decorrer do curso? O que te levou a escolher essa área? E como essa escolha mudou a sua vida?</strong></div><div><strong>R:</strong><em> Ao iniciar minha graduação eu pensava em atuar na área de Fisioterapia Esportiva, já que tinha bastante contato com o esporte antes de ingressar na faculdade. Contudo durante o meu Intercambio no meio da graduação eu tive o meu primeiro contato com a disciplina da Fisioterapia na Saúde da Mulher, e as gestantes e a tamanha atenção, responsabilidade e cuidado que essa área demanda devido ao seu ramo de atuação ser voltado para uma região muito intima me chamou muito a atenção, fazendo com que eu me apaixonasse pela área e retornasse ao Brasil querendo me especializar nesse ramo. </em></div><div><strong>2. Quais foram os desafios encontrados por você ao longo de sua caminhada como graduanda e profissional em fisioterapia na Saúde da Mulher? E a partir de sua trajetória quais conselhos você daria para aqueles que almejam percorrer os mesmos caminhos? </strong></div><div><strong>R:</strong><strong><em> </em></strong><em>Durante a minha graduação eu precisei estudar bastante e ter muita disciplina e dedicação, já que ao longo do curso o nível de dificuldade só aumenta, assim como as cobranças e desafios. E até mesmo com o fim da graduação os desafios permanecem constantes em nossa vida profissional, então é muito importante se esforçar sempre para supera-los. Já na minha trajetória profissional  um dos maiores desafios foi e é fazer as pessoas entenderem a importância e necessidade da fisioterapia na saúde da mulher e do cuidado da região intima, mas como essa é uma área relativamente nova,  as pessoas acabam não entendendo a necessidade e importância dessa área da saúde na qualidade de suas vidas  e como consequência acabam também não dando valor para essa área. Portanto, é preciso ser proativo e saber se colocar no mercado de trabalho e buscar o seu lugar/posicionamento e fazer as pessoas valorizarem e entenderem a necessidade de seu trabalho. </em></div><div><strong>3. As pacientes passam a dar mais valor ao próprio corpo com a experiencia da fisioterapia?</strong></div><div><strong>R:</strong><em> Sim. Após realizarem sessões e atendimentos, as mulheres passam a transformar seus pensamentos sobre si mesmas, seu corpo e reconhecerem a importância de ter conhecimento e cuidado sobre ele, e de que modo esse cuidado melhora de modo significativo na manutenção de suas qualidades de vida. </em></div><div><strong>4. Como foi o seu processo de formação nessa especialização?</strong></div><div><strong>R:</strong> <em>Após o meu intercâmbio (momento no qual eu entrei em contato com a disciplina e me apaixonei pela área de atuação), mais ou menos no meio da graduação eu já comecei a dar bastante atenção as aulas de Fisioterapia na Saúde da Mulher, participando dos projetos de extensão, e realizando meus projetos de iniciação cientifica e Trabalho de Conclusão de Curso com essa abordagem. Com o fim da minha graduação, eu estudei bastante para passar na prova de residência e conseguir passar na residência multiprofissional da Universidade Pontifica Católica (PUC) de Campinas, e a realizei durante 2 anos, 60 h semanais no Hospital, acompanhando gravides de risco, gestantes, partos, e em nível ambulatorial disfunções e distúrbios do assoalho pélvico e entre outros, mas no geral vale frisar que a residência é 85% de prática e o restante de teoria, então exige muita dedicação e esforço. Mas, o legal é que recebíamos para realiza-la, então além de adquirir mais experiencia, autonomia, responsabilidade e confiança como profissional para ser possível se inserir no mercado de trabalho, na residência ganhávamos uma espécie de salário que nos garantia uma renda/ retorno com aquele investimento. Com o fim da residência, eu retornei para a capital e continuei realizando cursos para complementar o currículo. </em></div><div><strong>5. Como foi o seu processo de inserção no mercado de trabalho e quais foram os seus maiores desafios?</strong></div><div><strong>R:</strong><strong><em> </em></strong><em>O meu processo de inserção no mercado de trabalho exigiu muito proatividade e empreendedorismo da minha parte. Após o meu período de residência eu voltei para São Paulo, e portanto, necessitava de uma renda fixa, então comecei a  trabalhar com Pilates, ao mesmo tempo, enviava vários currículos em clinicas e hospitais de médicos ginecologistas em São Paulo para desenvolver várias parcerias, e assim fui conseguindo alguns trabalhos e atendimentos na minha área de especialização enquanto ainda continuava com as aulas de Pilates (onde me tornei referência para várias alunas, e também se tornou um local de divulgação do meu trabalho como fisioterapeuta). Além disso, para complementar meu currículo, realizei vários cursos secundários aos fins de semana, para garantir um melhor atendimento e diferencial no mercado. Contudo, agora um de meus principais objetivos é abrir minha própria clínica. </em></div><div><strong>6. Pelo fato de a área da fisioterapia na saúde da mulher ser relativamente nova, você acredita que os profissionais enfrentaram/ enfrentam desafios relacionados aos tabus impostos pela sociedade em relação aos cuidados com a saúde feminina? </strong> </div><div><strong>R: </strong><em>Sim. Muitas pacientes deixam de procurar ajuda por conta de tabus, temendo expor e conhecer ao seu próprio corpo. E uma das missões desse profissional da saúde (fisioterapeuta) acaba sendo, além de ajudar seu paciente no que ele precisa, demonstrar para este a importância daquele tratamento e dos benefícios que trazem a saúde e qualidade de vida dos que necessitam. E como a fisioterapia na saúde da mulher é uma área relativamente nova, que se encontra atualmente em constante processo de crescimento, desenvolvimento e expansão, torna-se de imprescindível importância frisar e tornar-se de conhecimento geral a sua importância na saúde dessas mulheres. </em></div><div><strong>7. Quais são os casos mais recorrentes de atendimento que você como profissional em fisioterapia na Saúde da Mulher mais presenciou/ presencia?</strong></div><div><strong>R: </strong><em>Os casos mais recorrentes de atendimento são, incontinência e distúrbio urinário (sendo um dos problemas no qual a fisioterapia está consolidada em relação ao tratamento), assim como o atendimento as gestantes (sendo estas de risco ou não) que buscam se preparar da melhor forma possível para o momento do parto.  </em></div><div><strong>8.  Para você, qual a importância do fisioterapeuta na Saúde da Mulher?</strong></div><div><strong>R: </strong><em>A importância da fisioterapia na saúde da mulher ocorre pela abrangência que essa área tem, já que esta engloba três grandes ramos de suma importância, abrangendo a parte de  ginecologia (englobando todos os problemas associados a assoalho pélvico feminino), de obstetrícia  (atuando desde o momento no qual a mulher engravida, até o parto, já que durante esse longo processo a mulher passa por intensas alterações físicas e mecânicas em seu corpo, principalmente na sua região intima), e a oncologia da mama (que de modo geral é responsável tanto por preparar a mulher para uma possível cirurgia, que vem acompanhada por diversas complicações motoras, assim como auxilia-la em sua recuperação). Portanto, de um modo geral, a fisioterapia na saúde da mulher tem um papel importante no tratamento e manutenção de questões intimas no corpo feminino que necessitam de cuidados. Além disso torna-se necessário para esse profissional ter uma postura respeitosa, ética e para saber avaliar muito bem e tratar desse paciente de um modo ético e respeitoso.</em></div><div><strong>9. Você já atendeu pacientes que acreditavam que seus problemas relacionados a saúde feminina não tinham solução e a fisioterapia mostrou o contrário?</strong></div><div><strong>R:</strong><em> Sim. Alguns pacientes desacreditavam que determinados exercícios ou tratamentos poderiam demonstrar algum resultado em relação aos seus problemas, contudo, esses questionamentos provinham da falta de informação desses sobre a relevância da fisioterapia, mas após pratica-los eles mudavam seus pensamentos. </em></div><div><strong>10. Na sua opinião e experiência, quais são os pontos positivos e negativos em ser uma profissional em fisioterapia na Saúde da Mulher no Brasil? </strong></div><div><strong>R:</strong> <em>Um dos pontos negativos mais evidentes em relação a atuação do fisioterapeuta na saúde da mulher no nosso país são as questões culturais (mais precisamente os tabus acerca da região intima feminina) que acabam se tornando uma barreira para que as pacientes busquem se informar e ter acesso a informações verídicas acerca de sua região intima, e da necessidade que esta apresenta de obter cuidados. Mas além disso, de um modo geral (englobando a atuação do fisioterapeuta em si) um ponto negativo presente no Brasil é a desvalorização que essa área de atuação obtém, tanto em termos de reconhecimento de sua extrema relevância para a manutenção da saúde da população, quanto financeira. Por isso torna-se um desafio e objetivo, buscar a valorização dessa área de um modo mais justo e igualitário.  <br><br></em><strong><em>Rede social: </em></strong><a href="https://www.instagram.com/fisiodamulher_julianadesa/?hl=pt-br"><strong>https://www.instagram.com/fisiodamulher_julianadesa/?hl=pt-br</strong></a></div>]]></description>
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         <author>gabrielleingrydls</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Alongamento</strong></div>]]></description>
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         <author>gabrielleingrydls</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Gestante no Pilates treinando isometria de quadríceps e ativação do abdômen</strong></div>]]></description>
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         <author>gabrielleingrydls</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Gestante treinando membros superiores</strong></div>]]></description>
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         <author>gabrielleingrydls</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Gestante treinando transverso abdominal</strong></div>]]></description>
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         <author>gabrielleingrydls</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Mobilidade Pélvica - 38 semanas de gestação</strong></div>]]></description>
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         <author>gabrielleingrydls</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Paciente durante a gestação e pós parto</strong></div>]]></description>
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         <author>gabrielleingrydls</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Paciente durante a gestação e pós parto</strong></div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>gabrielleingrydls</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Relaxamento</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-06 17:10:00 UTC</pubDate>
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         <title>            Vídeos e Imagens de algumas pacientes e exercícios</title>
         <author>gabrielleingrydls</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-06-06 17:21:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gabrielleingrydls</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Gestante com 36 semanas</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-06 18:22:41 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista com a Professora e Dra. Gisela Rosa Franco Salemo</title>
         <author>gabrielleingrydls</author>
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         <description><![CDATA[<div>Professora Dra. Gisela Rosa Franco Salerno da Universidade Presbiteriana Mackenzie nas disciplinas de Fisioterapia aplicada a Ginecologia e Obstetrícia e Dermatologia. Doutora em Ginecologia pela Universidade Federal de São Paulo (2016). Mestrado em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo (2006). Especialização em Uroginecologia pela UNIFESP (2002). Graduação em Fisioterapia pela Universidade de Mogi das Cruzes (2001). Atua em consultório particular na região de Osasco. Tem experiência na área de Fisioterapia e Terapia Ocupacional atuando principalmente nos seguintes temas: fisioterapia, massoterapia, uroginecologia, obstetrícia.<strong>             <br>PERGUNTAS<br>1. Ao iniciar sua graduação você já tinha uma área de atuação em mente, ou descobriu no decorrer do curso? O que te levou a escolher essa área? E como essa escolha mudou a sua vida?</strong></div><div><strong>R:</strong> <em>Na verdade quando iniciei, pensava em trabalhar com neurologia, já que era uma área bem mais conhecida, trabalhar com síndrome de down pois já tinha alguns colegas com irmãos com essa disfunção e acabei conhecendo a atuação da fisioterapia dessa forma. </em></div><div><em>No decorrer do curso percebi as outras possibilidades, e as minhas afinidades quanto a algumas disciplinas, então, com algumas vivencias práticas pude perceber que a minha área era outra.</em></div><div><em>A partir dessa escolha, fiz uma trajetória totalmente diferente do que imaginava no início, me dediquei a pesquisa e à docência, além dos atendimentos na saúde da mulher, porque era muito escasso a referência cientifica sobre isso na época.</em></div><div><strong>2. Quais foram os desafios encontrados por você ao longo de sua caminhada como graduanda e profissional em fisioterapia na Saúde da Mulher? E a partir de sua trajetória quais conselhos você daria para aqueles que almejam percorrer os mesmos caminhos? </strong></div><div><strong>R:</strong> <em>Primeiramente a escassez de trabalhos científicos, sendo assim, poucos médicos reconheciam essa área com importante, a partir disso, somente pesquisando, se fazendo presente nas discussões junto a pesquisa clínica e aos médicos para fazer conhecida e conseguir indicações para atendimentos no consultório.</em></div><div><em>A pesquisa precisa andar junto com a clínica seja com a especialização, um curso de extensão ou mesmo leitura contínua de artigos científicos, não dá para parar de pesquisar e estudar, precisa ser uma constante em nossa vida. </em></div><div><strong>3. Como foi o seu processo de formação nessa especialização?</strong></div><div><strong>R:</strong> <em>Primeiramente, quando me formei passei na especialização em disfunções no assoalho pélvico na escola paulista de medicina , curso com duração de 1 ano e meio 100% pratico onde pude obter bastante constância clínica e aprender realmente a tocar um serviço, após fui convidada prestar mestrado logo em seguida para comprovar na área básica (pesquisa com ratos)  tudo que fazemos na pratica clínica (até então não tinha quase nada de pesquisas histológicas para essa área) após finalizar o mestrado continuei trabalhando na escola paulista por mais 5 anos como supervisora de especialização onde tive a oportunidade de orientar e ensinar uma das melhores formas de aprender , após 10 anos iniciei o doutorado em continuidade com a temática do mestrado este durou 6 anos e agora após 4 anos da finalização do doutorado continuo fazendo cursos de formação além de pesquisas junto aos alunos do Mackenzie para assim continuar nossa aprendizado que nunca acaba. </em></div><div><strong>4. Como foi o seu processo de inserção no mercado de trabalho e quais foram os seus maiores desafios?</strong></div><div><strong>R:</strong> <em>Logo que me formei, entrei direto na especialização nesse momento conheci alguns profissionais que me indicavam pacientes, fui convidada por um professor a supervisionar um projeto em uma universidade de são José dos campos, e as coisas foram acontecendo, um médico que viu meu trabalho pelos olhos de sua paciente pediu para me conhecer e me ofereceu para montar um consultório junto a clínica dele, e eu estou lá desde então, já a 15 anos! </em></div><div><em>Os maiores desafios são você se fazer conhecida! Não basta estudar você precisa ter resultados com seus pacientes eles serão seus maiores indicadores de satisfação e te abrirão muitas portas. </em></div><div><strong>5. Pelo fato de a área da fisioterapia na saúde da mulher ser relativamente nova, você acredita que os profissionais enfrentaram/ enfrentam desafios relacionados aos tabus impostos pela sociedade em relação aos cuidados com a saúde feminina?  </strong></div><div><strong><em>R</em></strong><em>: Hoje em dia não mais, acredito que já vencemos uma grande etapa dentro das pesquisas clínicas oque na verdade se torna ainda desafio, são as indicações! Muitos médicos ainda não indicam talvez por falta de confiança no profissional. Por isso que a melhor forma é através da pesquisa precisamos participar das discussões clínicas junto ao corpo médico eles que nos indicarão também. </em></div><div><strong>6. Quais são os casos mais recorrentes de atendimento que você como profissional em fisioterapia na Saúde da Mulher mais presenciou/ presencia?</strong></div><div><strong>R:</strong><em> Incontinência urinária, gestantes e preparação para o parto, edemas e linfedemas de ordem circulatória, diástase pós parto, pôs operatório de câncer de mama e cirurgias plásticas </em></div><div><strong>7.</strong> <strong>O que te levou a optar pela docência nessa especialização? E como é a experiencia de obter tamanha responsabilidade na formação de futuros profissionais?  </strong></div><div><strong>R</strong><strong><em>:</em></strong><em> Pela escassez de estudos! Precisávamos pesquisar e publicar era uma necessidade para todos da minha área, por esse motivo na saúde da mulher pelo menos todos os mestres acabou sendo a especialização mínima é difícil termos pessoas somente com a especialização ou residência. Com elação a ser docente sempre foi um desejo sempre tive a facilidade em me expressar e explicar aliais sempre aprendi muito mais quando tinha que explicar para alguém algo. Então foi uma consequência de toda a minha trajetória, consequência maravilhosa. A responsabilidade é imensa mais o que tento sempre passar para os meus alunos é que o conteúdo qualquer livro te ensina mais o dia a dia é que vai além do olhar das pacientes a dor, os problemas não verbalizados isso somente a pratica te ensinará.</em></div><div><strong>8. A atuação da fisioterapia na saúde da mulher é bem percebida pelo público alvo?</strong></div><div><strong>R:</strong><em> Hoje em dia sim, a procura tem vindo pelas próprias pacientes. </em></div><div><strong>9. Para você, qual a importância do fisioterapeuta na Saúde da Mulher?</strong></div><div><strong>R:</strong><em> A fisioterapia transforma  vida das mulheres, faz ela perceber seu corpo, conhecer seus sinais, não deixar nada passar despercebido, a prepara para o crescimento como mulher, esposa, mãe, avó o envelhecimento é bem mais saudável para alguém que tem uma fisioterapeuta ao lado (risos).</em></div><div><strong>10. Você já atendeu pacientes que acreditavam que seus problemas relacionados a saúde feminina não tinham solução e a fisioterapia mostrou o contrário?</strong></div><div><strong>R:</strong><em> Todos os dias elas acham que os problemas não têm solução, faz parte do envelhecer! aí descobrem que não ressignificam sua vida sai bem mais fortalecidas. </em></div><div><strong>11.</strong> <strong>Na sua opinião e experiência, quais são os pontos positivos e negativos em ser uma profissional em fisioterapia na Saúde da Mulher no Brasil? </strong></div><div><strong>R:</strong> <em>Acredito que tenha já mencionado isso, a indicação médica é um ponto negativo, a superação das mulheres e seu autoconhecimento com a fisioterapia, um ponto positivo. </em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-06 18:32:55 UTC</pubDate>
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         <title>Assoalho Pélvico </title>
         <author>gabrielleingrydls</author>
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         <description><![CDATA[<div>É o conjunto de músculos e ligamentos que fazem a sustentação e deslocamento anterior ou posterior dos órgãos pélvicos como bexiga, útero, reto, intestino e todo conteúdo que fica na pelve, parte baixa do abdômen.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-08 18:21:04 UTC</pubDate>
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         <author>gabrielleingrydls</author>
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         <description><![CDATA[<div>O assoalho pélvico funciona em todo aumento de pressão intra abdominal. Ou seja, quando espirramos, tossimos ou pulamos.<br><br>Então é importante, principalmente para mulheres que praticam esporte: ⠀⠀⠀<br>- Melhorar a respiração, pois a forma como respiramos interfere no funcionamento do assoalho pélvico;<br>- Manter um alinhamento entre os diafragmas respiratórios e o assoalho pélvico, para  manter um bom funcionamento;<br>- Absorver melhor os impactos, ou seja, fazer os movimentos com mais suavidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-08 18:31:15 UTC</pubDate>
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         <title>Importância</title>
         <author>gabrielleingrydls</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao longo da vida as mulheres passam por diversas fases e momentos específicos ocasionados por modificações hormonais, físicas, psicológicas, como, iniciar e concluir um ciclo menstrual e consequentemente da fertilidade, a descoberta e desenvolvimento da sexualidade assim como de seus próprios corpos, a gravidez, a maternidade, o amadurecimento e o envelhecimento.<br>E por conta disso se faz necessário uma área voltada para auxiliar, controlar e tratar todas as questões relacionadas a saúde feminina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-08 18:40:43 UTC</pubDate>
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         <title>Exemplo de exercício de contração</title>
         <author>gabrielleingrydls</author>
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         <description><![CDATA[<div>A contração fecha ísquios serve para fortalecer o músculo que ajuda a sustentação do assoalho pélvico, que também é  responsável por expulsar as últimas gostas de xixi. ⠀⠀⠀<br><strong>Como se faz: </strong><br>Leve a sua atenção para os ísquios, imagine que você quer fechar os dois ísquios, aproximando os ossinho. Faça um pequeno movimento e para dentro. Como no vídeo abaixo⠀</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-08 18:44:18 UTC</pubDate>
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         <title>Redes Sociais especializadas na área </title>
         <author>gabrielleingrydls</author>
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         <pubDate>2020-06-14 18:26:18 UTC</pubDate>
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         <author>gabrielleingrydls</author>
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         <author>gabrielleingrydls</author>
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         <author>gabrielleingrydls</author>
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         <author>gabrielleingrydls</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fisioterapia Uro-Ginecológica</div>]]></description>
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         <author>gabrielleingrydls</author>
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         <description><![CDATA[<div>Exercício para incontinência urinária </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-14 18:38:43 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Fortalecimento do assoalho pélvico</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-14 18:39:58 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Biofeedback na Reabilitação Perineal Ativa</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-14 18:40:41 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Fisioterapia preparatória para o parto</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-14 18:41:40 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeos explicativos e informativos</title>
         <author>gabrielleingrydls</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-06-14 18:42:18 UTC</pubDate>
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