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      <title>Meu padlet cintilante by Domitila Gatti</title>
      <link>https://padlet.com/domigatti/kk6otb6bsz0ab1fb</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-01 13:53:13 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-10-03 10:17:35 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>TRANSTORNOS DE ANSIEDADE</title>
         <author>domigatti</author>
         <link>https://padlet.com/domigatti/kk6otb6bsz0ab1fb/wish/3148345587</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-01 13:55:32 UTC</pubDate>
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         <title>Fobia específica</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/domigatti/kk6otb6bsz0ab1fb/wish/3148348111</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Definição: </strong>Fobias específicas consistem em medos persistentes, irracionais e intensos (fobias) de situações, circunstâncias ou objetos específicos. Os medos provocam ansiedade e esquiva. As causas das fobias são desconhecidas. As fobias são diagnosticadas com base na história clínica. O tratamento é principalmente com terapia de exposição ou hipnose (Manual MSD).</p></li><li><p><strong>Critérios diagnósticos</strong>&nbsp;</p></li></ul><p>A. Medo ou ansiedade acentuados sobre um objeto ou situação específica (por exemplo, voar, alturas, animais, receber uma injeção, ver sangue).</p><p><strong>Nota:</strong> Nas crianças, o medo ou a ansiedade podem ser expressos por choro, acessos de raiva, congelamento ou apego.</p><p>B. O objeto ou situação fóbica quase sempre provoca medo ou ansiedade imediata.</p><p>C. O objeto ou situação fóbica é ativamente evitado ou suportado com intenso medo ou ansiedade.&nbsp;</p><p>D. O medo ou ansiedade é desproporcional ao perigo real representado pelo objeto ou situação específica e ao contexto sociocultural.</p><p>E. O medo, ansiedade ou evitação é persistente, geralmente durando 6 meses ou mais.</p><p>F. O medo, a ansiedade ou a evitação causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social, ocupacional ou em outras áreas importantes do funcionamento.</p><p>G. A perturbação não é melhor explicada pelos sintomas de outro transtorno mental, incluindo medo, ansiedade e evitação de situações associadas a sintomas semelhantes ao pânico ou outros sintomas incapacitantes (como na agorafobia); objetos ou situações relacionadas a obsessões (como no transtorno obsessivo-compulsivo); lembranças de eventos traumáticos (como no transtorno de estresse pós-traumático); separação de casa ou figuras de apego (como no transtorno de ansiedade de separação); ou situações sociais (como no transtorno de ansiedade social).</p><p>Especifique</p><p>se: Código baseado no estímulo fóbico:</p><p><strong>F40.218 Animal </strong>(por exemplo, aranhas, insetos, cachorros).</p><p><strong>F40.228 Ambiente natural </strong>(por exemplo, alturas, tempestades, água).</p><p><strong>F40.23x Sangue-injeção-lesão </strong>(por exemplo, agulhas, procedimentos médicos invasivos).</p><p><strong>Nota de codificação: </strong>Selecione o código CID-10-CM específico da seguinte forma: <strong>F40.230</strong></p><p>medo de sangue;<strong> F40.231</strong> medo de injeções e transfusões; F40.232 medo de outros cuidados médicos; ou<strong> F40.233 </strong>medo de lesão.</p><p><strong>F40.248 Situacional</strong> (por exemplo, aviões, elevadores, locais fechados).</p><p><strong>F40.298 Outros </strong>(por exemplo, situações que podem levar a engasgos ou vômitos; em crianças, por exemplo, sons altos ou personagens fantasiados).</p><p><strong>Nota de codificação:</strong> Quando mais de um estímulo fóbico estiver presente, codifique todos os códigos CID-10-CM aplicáveis (por exemplo, para medo de cobras e de voar, <strong>F40.218 </strong>fobia específica, animal e<strong> F40.248</strong> fobia específica, situacional).</p><ul><li><p><strong>Especificadores: </strong>É comum que os indivíduos tenham muitas fobias específicas. O indivíduo com fobia específica em geral teme três objetos ou situações e em 75% dos casos, temem mais de uma situação ou objeto. Nesses casos, os diagnósticos mais apropriados seriam de fobia específica múltipla, cada uma com seu código diagnóstico para refletindo o estímulo fóbico.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-01 13:56:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/domigatti/kk6otb6bsz0ab1fb/wish/3148348111</guid>
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      <item>
         <title>Transtorno de ansiedade de separação</title>
         <author>domigatti</author>
         <link>https://padlet.com/domigatti/kk6otb6bsz0ab1fb/wish/3148349710</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Definição:</strong> O TAS é caracterizado pela sensação de angústia e aflição quando se separa de alguém importante</p><p><br></p><p><strong>Critérios diagnósticos:</strong></p><p>A. Medo ou ansiedade impróprios e excessivos em relação ao estágio de desenvolvimento, envolvendo a separação daqueles com quem o indivíduo tem apego, evidenciados por três (ou mais) de alguns aspectos. </p><p>B. O medo, a ansiedade ou a esquiva é persistente, durando pelo menos quatro semanas em crianças e adolescentes e geralmente seis meses ou mais em adultos. </p><p>C. A perturbação causa sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social, acadêmico, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo. </p><p>D. A perturbação não é mais bem explicada por outro transtorno mental, como a recusa em sair de casa devido à resistência excessiva à mudança no transtorno do espectro autista; delírios ou alucinações envolvendo a separação em transtornos psicóticos; recusa em sair sem um acompanhante confiável na agorafobia; preocupações com doença ou outros danos afetando pessoas significativas no transtorno de ansiedade generalizada; ou preocupações envolvendo ter uma doença no transtorno de ansiedade de doença. </p><p><br></p><p><strong>Diagnóstico diferencial:</strong> Transtorno de ansiedade generalizada, transtorno de pânico, agorafobia, transtorno de conduta, transtrono de ansiedade social, transtorno de estresse pós-traumático, transtorno de ansiedade de doença, luto, transtorno bipolar e depressivo, transtornos psicótico, transtorno de oposição desafiantes, transtornos de personalidade </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-01 13:57:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/domigatti/kk6otb6bsz0ab1fb/wish/3148349710</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>domigatti</author>
         <link>https://padlet.com/domigatti/kk6otb6bsz0ab1fb/wish/3148354741</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Especificadores: </strong>Com início na infância, Com início na idade adulta, Com características de medo de separação, Com presença de sintomas somáticos, Com comprometimento funcional.</p><p><br></p><p><strong>Comorbidades:</strong> O transtorno de ansiedade de separação é frequentemente associado a outros transtornos. Em crianças, é comum que ocorra junto com transtorno de ansiedade generalizada e fobia específica. Já em adultos, as comorbidades incluem fobia específica, TEPT, transtorno de pânico, transtorno de ansiedade generalizada, transtorno de ansiedade social, agorafobia, transtorno obsessivo-compulsivo, transtorno de luto prolongado e alguns transtornos de personalidade, especialmente os do Grupo C (dependente, esquivo e obsessivo-compulsivo). Além disso, transtornos depressivos e bipolares também podem ser observados em adultos com esse transtorno. </p><p><br></p><p><strong>Fatores de risco:</strong> </p><p>Ambientais- Frequentemente se desenvolve após um estresse vital, sobretudo uma perda.</p><p>Genéticos e fisiológicos- O transtorno de ansiedade de separação em crianças pode ser herdado</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-01 13:59:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/domigatti/kk6otb6bsz0ab1fb/wish/3148354741</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mutismo seletivo</title>
         <author>domigatti</author>
         <link>https://padlet.com/domigatti/kk6otb6bsz0ab1fb/wish/3148362004</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Definição:</strong> Crianças com mutismo seletivo não falam em interações sociais, seja com crianças ou adultos, embora se sintam à vontade para falar em casa com familiares próximos. A condição é frequentemente acompanhada de alta ansiedade social, levando a dificuldades de comunicação e desempenho acadêmico, especialmente na escola. Embora não falem, essas crianças podem usar métodos não verbais, como grunhidos, gestos ou escrita, para se comunicar e podem participar de atividades sociais onde não precisam falar, como em papéis não verbais em peças escolares.</p><p><br></p><p><strong>Critério diagnóstico: </strong></p><p>A. Falha consistente em falar em situações sociais específicas nas quais há expectativa de falar (por exemplo, na escola) apesar de falar em outras situações.</p><p>B. A perturbação interfere no desempenho educacional ou ocupacional ou na comunicação social</p><p>C. A duração do distúrbio é de pelo menos 1 mês (não limitado ao primeiro mês da escola</p><p>D. A incapacidade de falar não é atribuível à falta de conhecimento ou conforto com a linguagem falada exigida na situação social</p><p>E. O distúrbio não é melhor explicado por um distúrbio de comunicação (por exemplo, distúrbio de fluência com início na infância) e não ocorre exclusivamente durante o curso de um distúrbio do espectro autista, esquizofrenia ou outro distúrbio psicótico.</p><p><br><strong>Especificadores: </strong></p><p>Com ou sem comorbidades: Muitas vezes, o mutismo seletivo está associado a outros transtornos de ansiedade, como fobia social, transtorno de ansiedade generalizada ou transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).</p><p>Gravidade: A intensidade pode variar de leve, onde a criança fala em algumas situações limitadas, até severa, quando a criança praticamente não fala em nenhum ambiente fora de casa.</p><p>Duração: O tempo em que o transtorno persiste também pode ser um indicador importante, desde episódios mais curtos até casos crônicos que duram anos.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-01 14:03:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/domigatti/kk6otb6bsz0ab1fb/wish/3148362004</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>domigatti</author>
         <link>https://padlet.com/domigatti/kk6otb6bsz0ab1fb/wish/3148373734</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Fatores de risco: </strong></p><p>Genético e fisiológico-evidências de aumento de anormalidades na atividade neural eferente auditiva durante a vocalização em indivíduos com mutismo seletivo, o que poderia levar a peculiaridades na percepção de seus própria voz e, portanto, uma reticência para falar. </p><p>Ambiental - A inibição social por parte dos pais pode servir de modelo para a reticência social e o mutismo seletivo nas crianças</p><p>Temperamental- não são bem identificados</p><p><strong>Diagnóstico diferencial: </strong>Período de silêncio em crianças imigrantes aprendendo uma segunda língua, Distúrbio de comunicação, Transtornos do neurodesenvolvimento e esquizofrenia e outros transtornos psicóticos, Transtorno de ansiedade social.</p><p><strong>Comorbidade: </strong>As condições comórbidas mais comuns com mutismo seletivo incluem outros transtornos de ansiedade, especialmente ansiedade social, transtorno de ansiedade de separação e fobia específica. Em contextos clínicos, também é frequente a associação com o transtorno do espectro autista. Comportamentos de oposição podem ocorrer em uma minoria das crianças, geralmente em situações que exigem fala, e alguns podem apresentar atrasos ou distúrbios de comunicação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-01 14:08:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/domigatti/kk6otb6bsz0ab1fb/wish/3148373734</guid>
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      <item>
         <title>Transtorno de ansiedade social </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/domigatti/kk6otb6bsz0ab1fb/wish/3148387664</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Definição</strong></p></li></ul><p>Popularmente conhecido como fobia <strong>social</strong>, o <strong>transtorno de ansiedade social</strong> (TAS) é quando o indivíduo evita situações de convívio <strong>social</strong> pelo receio de ser constantemente avaliado negativamente, vive com medo de ser julgado por todos a sua volta, mesmo em relação aos pequenos acontecimentos do dia (UNICEF).</p><ul><li><p><strong>Critérios diagnósticos </strong></p></li></ul><p>A. Medo ou ansiedade acentuados sobre uma ou mais situações sociais nas quais o indivíduo é exposto a um possível escrutínio de outros. Exemplos incluem interações sociais (por exemplo, conversar, conhecer pessoas desconhecidas), ser observado (por exemplo, comer ou beber) e atuar na frente de outras pessoas (por exemplo, fazer um discurso).</p><p><strong>Nota:</strong> Em crianças, a ansiedade deve ocorrer em ambientes de pares e não apenas durante interações com adultos.</p><p>B. O indivíduo teme agir de uma forma ou apresentar sintomas de ansiedade que serão avaliados negativamente (ou seja, será humilhante ou constrangedor; levará à rejeição ou ofenderá os outros).</p><p>C. As situações sociais quase sempre provocam medo ou ansiedade. Quando o medo e a evitação são atribuíveis ao pensamento delirante (como na esquizofrenia ou outro espectro da esquizofrenia e outros transtornos psicóticos), o diagnóstico de fobia específica não é garantido.</p><p><strong>Nota:</strong> Nas crianças, o medo ou a ansiedade podem ser expressos por choro, acessos de raiva, congelamento, apego, encolher ou deixar de falar em situações sociais.</p><p>D. As situações sociais são evitadas ou suportadas com intenso medo ou ansiedade.</p><p>E. O medo ou ansiedade é desproporcional à ameaça real representada pelo social situação e ao contexto social.</p><p>F. O medo, ansiedade ou evitação é persistente, geralmente durando 6 meses ou mais.</p><p>G. O medo, a ansiedade ou a evitação causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social, ocupacional ou em outras áreas importantes do funcionamento.</p><p>H. O medo, ansiedade ou evitação não são atribuíveis aos efeitos fisiológicos de uma substância (por exemplo, uma droga de abuso, um medicamento) ou outra condição médica.</p><p>I. O medo, a ansiedade ou a evitação não são melhor explicados pelos sintomas de outro transtorno mental, como transtorno do pânico, transtorno dismórfico corporal ou transtorno do espectro autista.</p><p>J. Se outra condição médica (por exemplo, doença de Parkinson, obesidade, desfiguração por queimaduras ou ferimentos) estiver presente, o medo, a ansiedade ou a evitação claramente não estão relacionados ou são excessivos.</p><p><br></p><p>Especifique</p><p>se:<strong> Apenas desempenho:</strong> se o medo está restrito a falar ou atuar em público.</p><ul><li><p><strong>Especificadores</strong></p></li></ul><p>Indivíduos com transtorno de ansiedade social apenas para desempenho têm medos de desempenho que normalmente são mais prejudiciais em suas vidas profissionais (por exemplo, músicos, dançarinos, artistas, atletas) ou em papéis que exigem falar em público regularmente. Medos de desempenho também podem se manifestar em ambientes de trabalho, escola ou acadêmicos nos quais são necessárias apresentações públicas regulares. Indivíduos com transtorno de ansiedade social apenas de desempenho não temem ou evitam situações sociais de não desempenho.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-01 14:15:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/domigatti/kk6otb6bsz0ab1fb/wish/3148387664</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>annaluisapenteado</author>
         <link>https://padlet.com/domigatti/kk6otb6bsz0ab1fb/wish/3151754000</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><ul><li><p><strong>Fatores de risco</strong></p></li></ul><p>• Temperamental: Traços de neuroticismo (afetividade negativa) e baixa extroversão, com medo de avaliação negativa.</p><p>• Ambiental: Experiências sociais negativas, como vitimização e adversidades na infância, aumentam o risco de desenvolver TAS. Entre minorias, como afro-americanos e negros caribenhos, discriminação e racismo são fatores de risco.</p><p>• Genética: A inibição comportamental, um traço associado ao TAS, é fortemente influenciada pela genética. O TAS também é hereditário, com parentes de primeiro grau tendo uma probabilidade maior de desenvolver o transtorno. A interação entre genes e ambiente também desempenha um papel importante.</p><p><br></p><ul><li><p><strong>Diagnóstico Diferencial</strong></p></li></ul><p>Timidez Normativa, Agorafobia, Síndrome do pânico, Distúrbio de ansiedade generalizada, T. ansiedade de separação, Fobias específicas, Mutismo seletivo, T. depressivo maior, T. dismórfico corporal, T. delirante, TEA, distúrbios de personalidade, Outros transtornos mentais, Outras condições médicas e TOD.</p><p><br></p><ul><li><p><strong>Comorbidade</strong></p></li></ul><p>O transtorno de ansiedade social (TAS) é frequentemente comórbido com outros transtornos, como transtornos de ansiedade, depressão e uso de substâncias. Geralmente, o TAS surge antes desses outros transtornos, exceto a fobia específica e o transtorno de ansiedade de separação. O isolamento social causado pelo TAS pode levar à depressão, especialmente em adultos mais velhos. O uso de substâncias para aliviar o medo social é comum, mas pode piorar a ansiedade devido aos sintomas de intoxicação ou abstinência. O TAS também costuma estar associado ao transtorno dismórfico corporal e, na sua forma generalizada, ao transtorno de personalidade esquiva. Em crianças, é comum a comorbidade com o transtorno do espectro autista e mutismo seletivo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-03 10:11:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>annaluisapenteado</author>
         <link>https://padlet.com/domigatti/kk6otb6bsz0ab1fb/wish/3151757465</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Fatores de risco</strong><br>Temperamentais: afetividade negativa (neuroticismo) ou inibição comportamental, também são fatores de risco para outros transtornos de ansiedade.</p><p>Ambientais: superproteção, perda e separação parentais e abuso físico e sexual tendem a predizer transtornos de ansiedade. Além disso, encontros negativos ou traumáticos com o objeto ou situação temidos ocasionalmente precedem o desenvolvimento da fobia específica.</p><p>Genéticos e fisiológicos: pode haver suscetibilidade genética para certa categoria de fobia específica. Estudos com gêmeos examinam a hereditariedade dos subtipos individuais de medos e de fobias, sugerindo que a fobia de animais tem hereditariedade de aproximadamente 32%, fobia de sangue, machucados ou injeções tem 33% e a fobia situacional, 25%.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Diagnóstico diferencial: </strong>Agorafobia, T. ansiedade social, T. ansiedade de separação, T. pânico, T. obsessivo-compulsivo, T. relacionados a traumas e estressores, T. alimentares, T. espectro da esquizofrenia e outros transtornos psicóticos.</p></li><li><p><strong>Comorbidades: </strong>Por causa do início precoce, a fobia específica é tipicamente o transtorno temporalmente primário. Indivíduos com fobia específica têm risco aumentado para o desenvolvimento de outros transtornos, incluindo outros transtornos de ansiedade, transtornos depressivos e bipolares, transtornos relacionados a substâncias, sintomas somáticos e transtornos relacionados e transtornos de personalidade (particularmente transtorno de personalidade dependente).</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-03 10:14:21 UTC</pubDate>
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