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      <title>Registos Pedagógicos by Mariana Moura</title>
      <link>https://padlet.com/marianamouraferreira/kjxugbgyl3o8</link>
      <description>Supervisão Pedagógica - Metodologias e Práticas, Professora Doutora Daniela Gonçalves - MESUP - ESE de Paula Frassinetti</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-06-09 20:45:24 UTC</pubDate>
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         <title>12 de abril</title>
         <author>marianamouraferreira</author>
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         <description><![CDATA[<div>(teste) a aula foi espetacular. (esqueçam esta data).<br>Escrevam à vontade e coloquem todos os recursos que considerarem interessantes! Proponho que coloquemos também todos os recursos, fotos, etc., que a Doutora Daniela foi acrescentando <br>Bjs Marian</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-12 22:56:08 UTC</pubDate>
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         <title>Nesta aula inicámos por ver a apresentação da unidade curricular e a sua avaliação. De seguida a professora foi-nos explicando o que riríamos fazer ao longo desta unidade curricular e como deveríamos oganizar as nossas narrativas. Posteriormente foi-nos lançado um desafio que consistia em fazermos 4 ou 5 questões ao nosso colega que implicariam que ele fosse levado a dizer o que era imprescindível na superivsiao pedagógica. De seguida, tínhamos que responder às questões uns dos outros e fazer a apresentação à turma das características evidenciadas. Disto resultou um mind map no quadro tendo a professora escrito conceitos (Adjetivos) inerentes à função e característica quer do supervisor, quer da supervisão. Após o brainstorming a professora solicitou que fizéssemos uma divisão entre o que seria uma metodologia e a prática , isto originiou alguma “discussão” uma vez que nem sempre estivemos de acordo quanto à classificação das mesmas. Após esta etapa a professora entregou-nos um livro “pinguins” e pediu que o lessemos e respondêssemos a algumas questçoes lançadas por ela neste livro. Mal comecei a ler o livro percebi que me ia deparar com diferentes perfis que encontro numa organização. Naturalmente, nalguns revi colegas meus, mas num em particular, revi-me a mim. Confesso que foi de certa forma um choque ver-me tão bem descrita, ainda que não tivesse sido esse o objetivo de quem o escreveu. Por um lado, percebi as minhas alcunas e áreas de melhoria, por outro algumas já as havia eu própria identificado e tenho tentado melhorá-las ao longo do tempo, mas nem sempre é fácil. Mas considerei o livro inspirador e decerta forma um wake up call para a importância da diversidade dentro das organizações. Todas as organizações precisam de pessoas diferentes, de pessoas com opiniões, feitios e contributos diferentes. Só assim uma organização poderia evoluir. Por outro lado também me  ficou na memória a questão da resistência à mudança, o medo e o receio que é tido na procura do novo, do desconhecido. Considerei também importante a questão do líder, e a emergência dele ao longo do texto. Ele vai crescendo à medida que a história desenrola e sempre com uma postura serena e equilibrada leva a equipa a bom porto.</title>
         <author>emialves83</author>
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         <pubDate>2017-06-21 19:46:39 UTC</pubDate>
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         <title>21 de junhoIniciamos a sessão de hoje pela recapitulação do que havia sido feito na última sessão de forma a contextualizarmos os colegas que não tinham estado presentes e também para analisarmos o que havia sido feito durante e após a sessão. Uma vez que o meu problema foi o escolhido na ultima sessão iniciei por explicar o que havia sido feito.  Descrevia situação novamente e acabei por partilhar com o resto da turma o que havia feito posteriormente. Eu tinha decidido que iria falar com a colega de forma a solucionar o meu problema. Acabei por perceber que o importante para mim era resolver a minha questão independentemente da reação das outras pessoas e que isso não deveria ser uma situação que eu tivesse que considerar. Se eu conseguisse resolver o meu problema isso era o importante. Assim fiz, falei com a pessoa em questão e senti-me muito mais leve e de alma lavada, passando a expressão. Na segunda parte da aula, passámos a analisar a metodologia transformadora de Paulo Freire. Vimos a questão da educação democrática vs a educação transformadora; passamos pelo que seria o processo de consciencialização, sobre o que era o diálogo socrático sobre a importância de questionar e não de dar as respostas. De conduzir as pessoas a chegarem às suas próprias soluções, sem nunca “orientar”, mas sim de acompanhar. É a partir das questões que as pessoas se transformam. O supervisor tem que ser muito mais questionador utilizando uma natureza muito mais indagadora, toda a interpelação exige uma resposta que seja comprometida. A professora descrevei o processo que segui, de uma forma geral tentou que eu projetasse o meu problema para que pudesse pensar como poderia reagir perante as coisas. As fases referidas para o processo de consciencialização são (segundo a perspetiva da professora Daniela e professor José Luís) “1. Tomada de consciência critica; 2. Opção libertadora; 3. Ação transformadora; 4. Avaliação crítica”. A fase em que descrevemos e escolhemos um problema é a fase da tomada de consciência critica; numa segunda fase há uma pessoa que está no momento de resolver o problema e opta por resolver o problema, só quando a pessoa opta por resolver o problema é o memento da opção libertadora; a ação transformadora está presa com o ato de resolução em si, em que a pessoa resolve mesmo o problema.A fase da tomada de consciência crítica “Nem sempre é necessário mais informação”, por vezes muita informação é prejudicial porque não sabemos o que fazer com ela. Com cada vez mais informação ficamos presos a uma perspetiva pessoal. A consciência critica é algo muito mais interior do que exterior.2- A opção libertadora – “Ter que renunciar... ou isto ou aquilo; “Abandonar o ideal” para aceitar algo que é prático... – ou eu tomo uma atitude, ou continuo com o problema, é quando eu renuncio a algo, e tomo uma atitude que não há volta a dar. A partir daquele momento tenho que assumir que vou fazer algo e tenho que estar preparada para tudo. Temos ainda que abandonar o “ideal”, nem sempre o ideal acontece na prática, tenho que aceitar algo que é possível fazer agora. Ainda nesta opção, as atitudes é que transformam. “Só o que é prático é que transforma. Realismo dos objetivos bem-sucedidos, mantém a utopia, mas age, transforma”. Eu tenho que fazer objetivos que podem ser cumpridos ⎫	“Não é um propósito, um desejo...” - é algo que me liberta e que terá consequências nos outros•	Há riscos: “Optar por algo que não existe (equívoco)- tentamos resolver, por vezes, coisas que nem existem, são apenas equívocos.•	Opção pelo presente- só o presente transforma; precedida de uma grande reflexão e de uma interpelação “forte” – intervenção pedagógica. Quando tomei a decisão quanto ao dia e hora da resolução do problema é que realmente as coisas tornaram-se possíveis de serem transformadas. •	Superação da Pessoa – ao optar exerce um ato de liberdade e responsabilidade. (Quando a pessoa decide fazer alguma coisa é um assumir de responsabilidade•	A opção libertadora é a fonte da maturidade humana- identificação das causas e consequências. - Quando conseguimos decidir e tomar essa decisão somos um ser que está inserido no mundo, queremos ser transformadores, “temos razoes para iniciar uma nova marcha”3- A ação transformadora “O homem não é o que pensa, mas o que faz”, nós somos aquilo que fazemos, toda a reflexão é ação. Refletir por refletir não existe, só devemos refletir em algo que implica uma ação.; “É sempre possível uma ação transformadora, mas nem sempre é o tempo.”- cada um de nós tem que descobrir a melhor altura4-  A avaliação crítica é um processo cíclico “Partindo da ação, volta-se à ação...avaliação das três fases”Nestas quatro fases o supervisor tem sempre um papel. – Papel do Supervisor1-	Tomada de consciência criticaÉ importante que o supervisor saia do lugar de que tudo sabe, tem que ajudar as pessoas a lembrarem-se que há muitas formas de incidir na realidade, podemos manter o mundo, podemos mudar pequenas coisinhas, e o que queremos fazer, em termos finais, é transformar.</title>
         <author>emialves83</author>
         <link>https://padlet.com/marianamouraferreira/kjxugbgyl3o8/wish/177137472</link>
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         <pubDate>2017-06-21 20:44:15 UTC</pubDate>
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         <title>Ou isto ou aquilo</title>
         <author>marianamouraferreira</author>
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         <pubDate>2017-06-21 20:50:39 UTC</pubDate>
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         <title>Registo Pedagógico n.º1 MM21/04/17  Resolvi iniciar, no dia de hoje, os registos pedagógicos das aulas de Supervisão Pedagógica – Metodologias e Práticas. Já é bem tarde: já se trabalha, com toda a certeza, na Europa de Leste. E esta questão das horas, do tempo, prende-se com aquilo que sinto e penso, após passarem alguns dias sobre a última aula: um distanciamento importante, ou demasiado?                            Aula n.º1  - (5 horas)“O nosso icebergue está a derreter”…    … Pois está! O degelo é permanente… a reconstrução, sempre um imperativo. Temas-chave: Supervisão, equipas, pensamento, ação, valores.Atividades: Lemos o texto, trocámos alguns, poucos, comentários. Penso que todos sorrimos, no decurso da leitura, mas não tenho a certeza. A concentração e entusiasmo com o texto pediam que eu não saísse da esfera da fábula. Nota: Assim que terminei o jantar, finalizei a leitura. Fiz um esboço de respostas, que tentei aprofundar uns 3 dias depois.</title>
         <author>marianamouraferreira</author>
         <link>https://padlet.com/marianamouraferreira/kjxugbgyl3o8/wish/177347976</link>
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         <pubDate>2017-06-24 17:22:18 UTC</pubDate>
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         <title>Registo Pedagógico n.º2 MM</title>
         <author>marianamouraferreira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Aula nº.2 – 20/04/2017, 17h-22h (5 horas)<br><br></div><div><strong>A partilha dos “pinguins”<br></strong><br></div><div>Identidade, equipa, valências<br><br></div><div><strong>Momento importante:</strong></div><div><strong>Quando chegámos à questão: Com quem gostaria de trabalhar?&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>O tempo de aula era já curto e as minhas respostas muito interdependentes e algo transgressoras, de acordo com o solicitado.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Respondi: Com todos.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Atitude elogiada, mas (obviamente) questionada pela Doutora Daniela, como potencial resposta “politicamente correta”. “Até com o No-No?” – questionou a Professora.<br></strong><br></div><div><strong>Retorqui: Até com O ou Os No-No. (Apesar de não me rever neles…nem um pouco). A argumentação que utilizei baseou-se, apenas, na experiência: trabalho de perto com alguns deles. E também com o “chefe” dos “No-No”, compreendendo bem que os “No-No” não gostam de líderes: creio que procuram erguer obstáculos sozinhos, solitariamente, um de cada vez e cada um deles em seu nome, na perspetiva de encontrarem sempre mais barreiras que tendem a imobilizar cada um daqueles que fazem parte da sua “linhagem”: modos de resistência e sobrevivência, considero.<br></strong><br></div><div><strong>Nota: Marcante, este momento de aula. Uma definição clara de quem se sente “puxado para trás” e outra, mais importante, de quem se sente “alavancado” (o meu caso, sem dúvida).<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-24 17:28:43 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Esta aula proporcionou entre outras coisas uma excelente reflexão sobre como abordar e resolver um problema. Começamos por (apesar de inconscientemente), torná-lo mais denso. Com a ajuda da professora, algumas técnicas bem aplicadas, a perseverança e a enorme vontade da mudança da Emi tudo foi possível, o desfecho não podia ter sido mais positivo. Descobri que é importante a introspeção, a lucidez, ..mas sem o foco, podemos entrar em labirintos sem retorno. Parabéns Emi e nunca duvidei que conseguias!!!!!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-06-25 10:44:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marianamouraferreira</author>
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         <pubDate>2017-07-07 23:33:14 UTC</pubDate>
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         <title>Aula de 06/07/2017</title>
         <author>marianamouraferreira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Expectativas: conhecer as experiências, ouvir conselhos e aprender com quem já percorreu caminho idêntico; ter a certeza de que todos nós, no nosso grupo de trabalho, compreendemos bem o ciclo supervisivo a desenvolver.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-07-07 23:44:18 UTC</pubDate>
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         <title>Vamos lá colaborar?</title>
         <author>marianamouraferreira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ninguém consegue nada sozinho!(dizem as vozes).<br>E eu acredito nelas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-07-11 00:02:40 UTC</pubDate>
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