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      <title>Reinos Africanos by </title>
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      <description>Processual 3° Bi</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-25 18:54:44 UTC</pubDate>
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         <title>Política</title>
         <author>jgama6</author>
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         <description><![CDATA[<div>A estrutura política do Reino Kush era formada por&nbsp; Rei e seus familiares, nobres e sacerdotes, aristocracia provincial, também havia comerciantes, artesãos, soldados e funcionários do reino, os criadores de animais e agricultores, por fim os líderes das comunidades (chefes militares, altos funcionários do reino, líderes de clãs e sacerdotes), eles votavam no líder mais qualificado para ser o Rei, que não governava sozinho, ele tinha ajuda de funcionários e conselheiros, o escriba-mor e outros escribas, chefes do tesouro, chefes de arquivo, entre outros, auxiliaram-no na administração do reino.&nbsp;</div><div>Pela proximidade do Reino de Kush com o Egito, os militares eram muito apreciados na sociedade, pois sempre estavam em alerta para possíveis novos conflitos.</div><div>É importante ressaltar que as mulheres exerciam um papel importante na política. Muitas delas, mães ou esposas dos reis, conseguiram chegar ao poder, sendo consideradas candaces.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 18:52:03 UTC</pubDate>
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         <title>Organização social</title>
         <author>jgama6</author>
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         <description><![CDATA[<div>A organização do Império era de base tribal. A tribo encontrava-se dividida em distritos ou províncias e estas em aldeias familiares. O Império era comandado pelo Rei que estava no topo da organização social, distribuía terras, tinha posse de todas as minas, forjas e outros instrumentos de trabalho, por isso tinha a maior quantidade de minério, que gerava comércio com os Árabes e Portugueses. Cobrava impostos, oferendas e multas. Já Província, que era comandada pelos chefes de província, que tinha a Capital na Cidade, onde geralmente moravam os chefes de província, que podiam ser eleitos pelos chefes das aldeias ou pelo Imperador, por uma relação de proximidade ou por fazer parte da família. E a Aldeia, onde se realizava as produções, cada família ocupa uma área pré determinada, que era comandada pelo chefe que é responsável por aquela área perante o chefe da aldeia.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 18:52:42 UTC</pubDate>
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         <title>Cultura</title>
         <author>jgama6</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; A cultura do reino de Kush, tem a marcante presença de objetos produzidos com ouro, marfim e ébano, com técnicas de fundição de ferro. Suas terras eram ricas em metais, pedras preciosas e ouro, o que fez com que o desenvolvimento do artesanato alavancasse.&nbsp;</div><div>&nbsp; As atividades artesanais de marceneiros, ferreiros e tecelões eram muito valorizadas no reino, pois estas atividades levavam horas e tinham um resultado impecável com e possuíam desenhos bastante refinados em suas peças. A cerâmica também foi bastante desenvolvida pelos cuxitas e, no início, era feita somente pelas mulheres, o que mudou com o passar do tempo. Os vasos tinham, geralmente, a base arredondada e traziam representações de cenas cotidianas, bem como da fauna e da flora da região, as peças produzidas eram comercializadas na cidade de Méroe, e esse comércio estimulou trocas culturais entre cuxitas e outros povos, como egípcios, gregos, persas e indianos.</div><div>&nbsp; Com relação a arquitetura, os cuxitas faziam palácios, templos e pirâmides, tudo isso com forte influência da arquitetura egípcia, as pirâmides cuxitas eram construídas, em média, com alturas que variavam de seis a trinta metros, sendo bem mais estreitas e pontiagudas que as egípcias. Os cuxitas, tinham o costume de enterrar alguns mortos em pirâmides.</div><div>Os reis cuxitas reinavam até receberem uma ordem dos sacerdotes do templo dourado dizendo que eles deveriam cometer suicidio e passar o poder adiante. Esse costume perdurou até o reinado do líder Ergamene.</div><div>As mulheres tinham importantes papéis na sociedade cuxita, tendo uma voz ativa em questões do dia a dia. Rainhas cuxitas, por diversas vezes, reinaram sozinhas, sem interferências de companheiros masculinos;</div><div>Mulheres cuxitas lutavam em batalhas e comandavam tropas, a mãe do rei recebia o título de “candace”, que significa rainha-mãe, ela, atuava como conselheira tanto do rei quanto da rainha e em algumas ocasiões, fazia parte das negociações políticas e poderia até mesmo assumir totalmente o comando.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 18:54:06 UTC</pubDate>
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         <title>Economia</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740470482</link>
         <description><![CDATA[<div>As principais práticas econômicas no Reino Zimbábue, eram a mineração de ouro, cobre e ferro, entretanto seu principal minério era o ouro. Por esse fato o reino ficou conhecido como os comerciantes de ouro e os senhores das minas se chamava Mwene Mutapa, eles atuavam ativamente no comércio de minérios. Com tudo isso, o monopólio de riquezas mineiras foram cruciais para os estados proto-xona. Além da mineração, Zimbábue controlou por muito tempo o comércio de marfim e de ouro para a costa sudeste da África, também não podemos esquecer que praticavam agricultura e a pecuária, bem como a cerâmica, esculturas e ferramentas de ossos. Contudo podemos alegar que este reino foi responsável de trazer os bens que negociavam com os países longínquos como a China, tudo isso pelo Oceano Índico.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 18:55:29 UTC</pubDate>
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         <title>Localização</title>
         <author>jgama6</author>
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         <description><![CDATA[<div>O reino do Zimbábue foi um reino africano da idade média que se encontra no atual Zimbábue, um país afrincano localizado no Sudeste africano nomeado assim por conta deste reino.Ele é um reino grande, porém seu mais famoso centro se chama “A cidade de pedra”, que consiste em o que os arqueólogos consideram como uma cidade, cercada por um muro de pedra de 6 metros de altura. Suas principais características naturais são: O bioma da savana que possibilita uma enorme variedade de fauna e flora, incluindo campos com árvores e florestas. Estações de seca e chuvosas que possibilitam a moradia no local e um solo fertil que possibilita a agricultura tornando o lugar habitável.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 18:56:02 UTC</pubDate>
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         <title>Economia</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740473422</link>
         <description><![CDATA[<div>As práticas econômicas do Reino Kush eram muito diversificadas, sendo constituída em sua maior parte pela agricultura, possibilitada pelas condições em que se encontravam e suas terras cultiváveis. Além disso, também praticavam o comércio e o artesanato. Portanto, seu povo era de maioria agricultores, artesãos e mercadores. Um dos fatores que os permitiram ter sucesso nessas áreas foi sua localização geográfica, a qual facilitava muito suas práticas.&nbsp; Por estarem às margens do rio Nilo possuíam terras muito férteis, e também o utilizavam para transportar as mercadorias que produziam, como ouro, incenso, marfim, ébano, óleos, penas de avestruz e pele de leopardo. Além do rio Nilo, havia estradas que levavam ao Mar Vermelho, facilitando assim o comércio marítimo por suas águas e se tornando um dos mais importantes entrepostos comerciais entre esse mar e a África, com o controle de diversas rotas comerciais da área. Dessa maneira, conseguiam viver de ambos, da agricultura e do comércio. Logo, o povo de Kush, por fazerem e venderem objetos que eles próprios produziam e por possuírem minas de ouro, terras férteis, e uma ótima localização, era considerado um reino muito rico economicamente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 18:56:46 UTC</pubDate>
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         <title>Localização</title>
         <author>jgama6</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Núbia é uma região que se localiza entre os territórios contemporâneos do Egito e do Sudão, mas, para muitos especialistas, correspondia à maior parte do vale do Nilo ao sul, local que se desenvolveu o Reino Kush. A localização do reino era muito boa, possuíam terras férteis e ricas em metais, como o ferro e ouro, e também em pedras preciosas. Por possuir uma grande quantidade de minas de ouro, os árabes chamavam a região de nuba (nub significa ouro na escrita hieroglífica; assim, núbia significa terra do ouro). Não se sabe ao certo quando a metalurgia se desenvolveu na região, porém foi no século IV a.C. que ela passou a ocorrer em grande escala. As atividades de mineração eram controladas pelo poder real cuxita, o que permitia aos governantes a manutenção de seus poderes e fortunas. Além disso, Kush ficava em um local que favorecia muito o comércio com os outros povos. Eles transportavam mercadorias pelo Rio Nilo e também por estradas que levavam ao mar Vermelho.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 18:57:20 UTC</pubDate>
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         <title>Cultura</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740476253</link>
         <description><![CDATA[<div>O reino era muito rico, além de possuírem diversas minas e boas terras para cultivo, eram grandes comerciantes,pela&nbsp; facilidade do comércio pelas rotas para o Rio Nilo e estradas para o Mar Vermelho.&nbsp;</div><div>Se dedicavam à pesca e à criação de animais como bois, ovelhas e carneiros. Vendiam ouro, incensos, artesanais, marfim, óleos, penas de avestruz e pele de leopardo, assim&nbsp; estimulando as trocas comerciais, com o tempo o reino se encontrou com uma grande troca cultural com outros povos como os gregos, persas, indianos e os egípcios.	</div><div>&nbsp;Entre o Reino Kush havia uma grande troca cultural com os egípcios, tanto por terem sido uma colônia egípcia quanto pela constante interação pelo comércio e práticas parecidas como na parte econômica, na religião politeísa,na arquitetura e nas técnicas&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 18:58:02 UTC</pubDate>
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         <title>Hábitos alimentares</title>
         <author>jgama6</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os hábitos alimentares do reino Zimbábue são extremamente influenciados pelo reino unido, pois estes foram seus colonizadores, porém a população traz sua própria cultura na culinária, na capital do país (Harare) são encontradas várias receitas típicas como o porridge, que é como um mingau doce o matembo, peixe cru com molho por exemplo. &nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Pelo fato do solo africano ser muito fértil dietas que envolvem a agropecuária são comuns. Entretanto, a carne também faz parte do cardápio, tanto de vaca quanto de ovelhas, frangos, peixes ou porcos; esses que são servidos com legumes e verduras.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; No geral podemos e devemos dizer que a culinária desse reino, é uma mistura de duas culturas, a natural africana e a britânica.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 18:58:33 UTC</pubDate>
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         <title>Contato com povos</title>
         <author>jgama6</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os kushitas se relacionaram com os egípcios de tal forma que dominaram-os através do militarismo. Os núbios tinham contato com os egípcios também nas trocas culturais e comerciais. Os núbios também tiveram contato com os romanos, devido ao interesse nas riquezas e poderes que se tinham no Reino de Kush. Desta forma, foram exigido tributos do povo kushita (ouro,trigo e animais).</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 18:59:08 UTC</pubDate>
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         <title>Declínio e queda</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740485209</link>
         <description><![CDATA[<div>Em aproximadamente 1430 o príncipe Niatsimba Mututa ( príncipe da Grande Zimbábue) viajou para o Norte até a região de Dande em busca de sal, então derrotou o exército local e estabeleceu sua dinastia. Após um período de 17 anos, desapareceu o Grande Zimbabwe com seu poder econômico. Em 1450 o reino foi completamente abandonado.</div><div>	O fim do reino resultou em uma fragmentação do poder. Duas bases surgiram dividindo o antigo reino nas partes Norte e Sul; no Norte o Império Monomotapa continuou e melhorou sua estrutura administrativa (fruto do antigo reino de Zimbabwe).&nbsp; No sul o Reino de Butua se tornou uma versão menor mas extremamente parecida com a do reino de Zimbabwe; os dois estados, após um tempo, ambos os estados foram absorvidos pelo reino mais poderoso de Kalanga (área que abrigava os estados), o Império Kozwi.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:01:59 UTC</pubDate>
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         <title>Principais conflitos</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740486632</link>
         <description><![CDATA[<div>O Reino de Kush teve um de seus principais conflitos com o Egito, pois no século VIII a.C, o Egito foi invadido pelo exército assírio, e como estavam em um situação crítica após essa invasão, um grupo de sacerdotes egípcios pediu ajuda para o rei de Kush, Piye, para se libertarem do controlo assírio.</div><div>A relação entre egípcios e núbios não era muito pacífica, visto que em 1530 a.C o Egito havia conquistado o reino de Kush. O rei de Kush teve sucesso e conseguiu expulsar os invasores, porém, como já sabemos, o Egito se encontrava em uma situação delicada e estava muito enfraquecido, com isso Piye acabou dominando novamente as terras egípcias.</div><div>Depois de ter conquistado as terras, toda a vigésima quinta dinastia de faraós egípcios foi composta por reis núbios, por isso podemos dizer também que o reino de Kush teve um conflito com os faraós.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:02:39 UTC</pubDate>
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         <title>Organização social</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740487528</link>
         <description><![CDATA[<div>A escolha dos reis cuxitas era realizada de forma diferente do que ocorria no Egito, onde o faraó era sucedido por seu filho. Em Kush, geralmente, os líderes das comunidades (chefes militares, altos funcionários do reino, líderes de clãs e sacerdotes) votavam no líder considerado mais capacitado e preparado para exercer a função de rei. Depois, em um ritual, lançavam sementes ao chão para perguntar ao deus Amon se a escolha havia sido correta. Caso os sinais fossem positivos, os cuxitas realizavam uma grande festa e o candidato a rei apresentava-se ao templo de Amon, onde era coroado. No Reino de Kush, o rei não governava sozinho. Altos funcionários e conselheiros, o escriba-mor e outros escribas, chefes do tesouro, chefes de arquivo, entre outros, auxiliaram-no na administração do reino. Ele também contava com uma guarda pessoal para sua proteção e com os conselhos de um comandante militar. Os militares eram valorizados na sociedade cuxita, pois a proximidade com o Egito os mantinha sempre em alerta para possíveis guerras e conflitos. Seus exércitos eram compostos por arqueiros e guerreiros. É importante destacar que as mulheres possuíam um papel importante na sociedade política cuxita. Muitas delas, mães ou esposas dos reis, conseguiram chegar ao poder, sendo consideradas candaces, que significava Rainhas-Mães. A camada dirigente era formada pelo rei e seus familiares, além de nobres e sacerdotes. Também havia uma aristocracia provicincial. Abaixo dela, havia comerciantes, artesãos, soldados e funcionários do reino. Por fim, os criadores de animais e agricultores, todos livres, formavam a maioria da população cuxita.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:03:08 UTC</pubDate>
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         <title>Hábitos alimentares</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740489872</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Inicialmente eles viviam como nômades, então se dedicavam à caça, pesca e coleta de alimentos. No início da dinastia dos faraós cuxitas se desenvolveu a atividade pecuária com a criação de cabras, cavalos e burros. E no fim da dinastia, com a capital transferida para Méroe, as atividades passaram a ser agrícolas por causa das chuvas abundantes e terreno fértil gerado pelo Nilo, consequentemente começaram a plantar trigo, cevada, milho e cereais.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:04:15 UTC</pubDate>
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         <title>Religião</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740493452</link>
         <description><![CDATA[<div>A religião do reino de Zimbabwe é a shona. Essa religião é monoteista e seu deus é Mwari “aquele que é”. Ele é criador de tudo e todos, porém não interfere na vida terrestre, quem interfere são os espíritos, a cultura shona acredita na hierarquia dos espíritos. Antes dos espíritos está Mwari, depois os espíritos dos heróis, os da terra, os ancestrais e os dos estrangeiros. No reino de Zimbabwe aqueles que se comunicavam com os espíritos eram chamados de médiuns, para se tornar um médium uma pessoa primeiro teria que ficar extremamente doente e depois disso começaria a ser possuída pelos espíritos que iriam então falar diretamente por ela.&nbsp; Culturalmente os rituais e as oferendas praticadas eram para os espíritos, principalmente aos espíritos caseiros, ou seja, dos parentes mortos, seguindo o culto aos espíritos ancestrais vinha o culto dos espíritos da terra e o dos heróis da tribo. Os rituais eram regidos por médiuns e eram feitos de baixos de árvores sagradas, parte essencial do ritual era a criação e uso de cerveja de painço para alcançar gnosis, neles os familiares se juntavam, cantavam e dançavam nas árvores sagradas para honrar os espíritos e pedirem por boas colheitas, chuvas e vitória nas batalhas. Eles acreditavam que quando uma pessoa morre ela fica vagando pela terra até achar sua casa, depois disso ela vira um espírito da casa e atende os rituais em seu nome.&nbsp; &nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:05:48 UTC</pubDate>
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         <title>Estrutura política</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740498353</link>
         <description><![CDATA[<div>A estrutura política do Reino Kush era formada por&nbsp; Rei e seus familiares, nobres e sacerdotes, aristocracia provincial, também havia comerciantes, artesãos, soldados e funcionários do reino, os criadores de animais e agricultores, por fim os líderes das comunidades (chefes militares, altos funcionários do reino, líderes de clãs e sacerdotes), eles votavam no líder mais qualificado para ser o Rei, que não governava sozinho, ele tinha ajuda de funcionários e conselheiros, o escriba-mor e outros escribas, chefes do tesouro, chefes de arquivo, entre outros, auxiliaram-no na administração do reino.&nbsp;</div><div>Pela proximidade do Reino de Kush com o Egito, os militares eram muito apreciados na sociedade, pois sempre estavam em alerta para possíveis novos conflitos.</div><div>É importante ressaltar que as mulheres exerciam um papel importante na política. Muitas delas, mães ou esposas dos reis, conseguiram chegar ao poder, sendo consideradas candaces.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:08:06 UTC</pubDate>
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         <title>Religiosidade</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740499928</link>
         <description><![CDATA[<div>O povo cuxita, ao longo de sua história, entrou em contato com vários grupos e etnias, os quais o ajudaram a criar uma das culturas mais ricas da época. Dentre essas diferentes sociedades com que interagiram, os egípcios foram os que mais influenciaram essa nova religião. Por exemplo, os cuxitas adotaram a ideia do politeísmo (ou seja, a adoração de mais de um Deus), do antropozoomorfismo, da crença de ressurreição, entre outros traços.&nbsp;</div><div>	Primeiramente, dentre os Deuses prezados pelos cuxitas, seis se destacam: Amon, Osíris, Hórus, Apedemak, Sbomeker e Marduk. Os três primeiros são de origem egípcia, enquanto os dois subsequentes são meroítas. Já o Marduk é uma divindade de origem babilônica, o qual era considerado o criador do universo.</div><div>	Paralelamente a isso, a religião cuxita adotava o antropozoomorfismo, ou seja, a atribuição de características a seres metade animal e metade homem. Os Deuses Hórus e Apedemak, por exemplo, se encaixam nessa classificação.</div><div>	Por fim, os cuxitas atribuíam grande importância à religião: todos os aspectos de sua vida e morte eram controlados com base nas suas crenças. Além disso, eles acreditavam que a vida era só uma etapa de um complexo trajeto, no qual os Deuses poderiam ajudá-los ou prejudicá-los.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:08:53 UTC</pubDate>
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         <title>Declínio e queda</title>
         <author>jgama6</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O Reino de Kush e o Egito criaram um poderoso império, porém&nbsp; os ataques assírios na região continuaram. Com a derrota do último faraó núbio, Tanutamon, o mesmo se vê obrigado a voltar à cidade cuxita de Napata. Após a derrota, os egípcios destruíram grande parte dos vestígios deixados pelos faraós cuxitas que ali governaram, monumentos e estátuas de faraós cuxitas foram destruídos, com cabeças e pés esmagados. Mesmo com o fim da dinastia dos faraós cuxitas, o Reino de Kush não desapareceu, sendo reorganizado ao redor da cidade de Méroe. O declínio só ocorreu nos primeiros séculos da Era Cristã, provavelmente em razão da perda do controle das rotas comerciais até então existentes, do desmatamento para abertura de pastos, o que enfraqueceu o solo e baixou a produção de alimentos, e, também, de ataques de povos nômades, que causaram a ruína do comércio e a perda de regiões de mineração. Entre 320-350 d.C., o reino africano de Axum, situado ao norte da atual Etiópia, conquistou o Reino de Kush.<strong> </strong>No século XI a.C., o Egito enfraqueceu e mais pra frente, os cuchitas o conquistam, mas por pouco tempo. Depois disso, Kush se tornou um reino menor do vale do Nilo, e permaneceu assim por quase mil anos, mas, por volta de 350 d.C., o reino de Aksum o destruiu.&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:09:36 UTC</pubDate>
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         <title>Organização social</title>
         <author>jgama6</author>
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         <description><![CDATA[<div>O reino do Congo era organizado de forma parental, também chamado de sociedade doméstica.&nbsp;</div><div>Nesse contexto, os grupos influentes se estabeleciam por grandes aglomerados familiares que detinham poder e serviam o estado, sendo tidos como “nobres”.</div><div>O chamado Mani ocupava o papel equivalente a um rei e nem mesmo o caráter divino competia à sua imagem. O estado estava acima do resto da sociedade, incluindo do Mani.</div><div>A organização social correspondia à divisão do trabalho agrícola e aos laços consangüíneos. Deste modo era feita entre produtivos e improdutivos, não constituindo uma sociedade de classes. Os produtivos trabalham por eles e pelos improdutivos, que em geral eram crianças e idosos.</div><div>Na divisão do trabalho, os homens participavam da agricultura, enquanto as mulheres tinham seu papel relacionado a atividades domésticas e o mantimento da linha parental. Por último, cabia aos idosos a sabedoria ancestral.&nbsp;</div><div>A sociedade congolesa era dividida em cidades - Mbanza - para as elites e aldeias -Lubata- onde se encontrava a menor parcela da população. O sistema de escravidão refletia a ideia de que a posse de mão de obra era geradora de riqueza e status social, ou seja, a escravidão tinha uma inclinação social e não econômica.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:11:55 UTC</pubDate>
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         <title>Religiosidade</title>
         <author>jgama6</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma grande parte do povo Songhai vivia no campo, esses, permaneceram ligados às crenças ancestrais da região. Nas quais cultivavam os espíritos ligados à natureza, dos quais podiam obter favores. Contudo, muitos Songais viviam em cidades grandes à beira do rio Níger. Esses, seguiam a religião muçulmana. Que foi levado pelo Mohammed Touré, fundador da dinastia muçulmana dos Askias. Os seguidores dessa religião, costumam, até os dias de hoje, seguir, de maneira muito rigorosa os princípios de sua crença, que consideram sua base religiosa e social. Isso inclui os 5 principais princípios: <em>Shahada</em>, acreditam que há somente um deus (Alá) e maomé é seu profeta. Voltados para Meca, oram cinco vezes ao decorrer do dia, (Zakat). Fazem jejum no período do ramadã (Sawm) e por fim, Hajj, onde é proposto que cada indivíduo mulcumano, peregrine para Meca, pelo menos 1 vez na vida. Um elemento muito importante dessa crença é o Corão. Um escrito onde Maomé codificou sua doutrina. Ele é o fundamento escrito da fé muçulmana.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:13:10 UTC</pubDate>
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         <title>Economia</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740509994</link>
         <description><![CDATA[<div>O Reino Songhai funcionava através da exploração de ouro, sal e cauris, principalmente e com isso a prática do comércio era fundamental para o mantimento do Reino. Foi estabelecido uma unificação de pesos e medidas que facilitava a cobrança de impostos de trocas comerciais. Exportava-se além do ouro, a noz de cola. Os escravos trazidos da guerra eram essenciais para que se investisse na agricultura, já que esses trabalhavam nas colônias de cultivo. Importava-se cerâmica exótica, têxteis, cavalos, sal e bens de luxo trazidos por mercadores da Ásia, Oriente Médio e da Europa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:13:45 UTC</pubDate>
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         <title>Política</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740511064</link>
         <description><![CDATA[<div>A estrutura política do congo era dividida por meio de diversas aldeias, que eram como pequenos estados, as quais seus lideres eram escolhidos pela alta nobreza, e os oficiais com patente mais baixas, pelo rei. Estes oficiais serviam por um mandato de três anos.</div><div>O reino era governado por um rei chamado manicongo, que recebia os tributos das províncias do Congo.&nbsp;</div><div>Junto do manicongo, havia o conselho real, feito de doze membros divididos em três grupos:os burocratas, eleitores e os matronas. Os burocratas são as pessoas indicadas pelo rei, que atuavam no dia-a-dia do palácio. Eleitores são os senhores das províncias, ou seja, as pessoas mais poderosas das províncias do Congo. E por último, os matronas, as quais se constituiam das quatro mulheres mais poderosas do Congo, geralmente sendo alguém da familia real ou próxima.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:14:16 UTC</pubDate>
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         <title>Hábitos alimentares</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740512675</link>
         <description><![CDATA[<div>Por ocupar uma área tropical do continente africano, os congoleses costumavam ingerir muitas frutas e amidos (batatas e mandiocas). Essas, podiam ser tanto utilizadas como acompanhamento do prato principal ou por si só, semelhante às sobremesas de hoje em dia. O prato principal baseava-se em um guisado de carne, peixe ou frango, acompanhado de um molho de tomate e legumes, que eram todos preparados numa mesma panela grande por um longo período. Como já citado, os congoleses tinham o costume de comer algo doce após a refeição, e quem tomava conta dessa etapa eram as frutas muito doces encontradas na região, como mamão, banana e coco. Além disso, possuíam o hábito de fazer lanches à base do que sobrava do guisado. Estes alimentos eram normalmente utilizados para uma refeição&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:14:59 UTC</pubDate>
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         <title>Contato com outros povos</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740514327</link>
         <description><![CDATA[<div>O Reino do Congo teve contato com diversas culturas e povos durante sua formação, sendo alguns deles o povo holandês, e o português porém com quem teve maior contato e sofreu maior influência foi do de Portugal.</div><div>Portugal influenciou o Reino do Congo de diversas maneiras, sendo religiosamente, através da conversão ao cristianismo, culturalmente quando Mani Congo Nzinga Mbemba adota o nome de Afonso I e também formou uma grande aproximação entre eles que viram formas de se relacionar comercialmente.</div><div>&nbsp;Durante o período das Grandes Navegações o Reino foi uma grande fonte de escravos para os comerciantes e traficantes portugueses, que aproveitaram que a região já apresentava diversos escravos de guerra condenados pela justiça.&nbsp;</div><div>Sobre os povos holandeses, a relação foi meio sangrenta e pacifista ao mesmo tempo. Primeiro eles invadiram uma parte do Reino do Congo, atual Angola, em uma batalha violenta, depois tentaram reafirmar sua Aliança fornecendo ajuda militar em troca de escravos.</div><div>Essa aliança se manteve durante um bom tempo, com o Reino do Congo fornecendo escravos em troca de ajudas militares holandesas em guerras e conflitos intercalados.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:15:50 UTC</pubDate>
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         <title>Política</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740516724</link>
         <description><![CDATA[<div>O Reino de Songhai, ou Império de Songhai, foi um pré-colonial africano. Sendo um dos maiores impérios já estabelecidos em solo africano, tal perdurou por mais de 1 século, se dando início em XV d.C., e vindo a cair em 16 d.C.</div><div>Com suas estruturas administrativas inspiradas por Mali, o império era dividido em províncias sob governadores, com sua capital estabelecida em Gao, o reino tinha grande extensão territorial com um comércio bem organizado e gerido por um governo centralizado.</div><div>Asquia Maome, o imperador mais influente nessa região da África, inseriu uma lei de recolhimento de impostos tal qual todas as cidades pertencentes ao seu império teriam um próprio coletor de impostos, os nomeados “farimondios”, os chefes dos campos, Fasquia reformou a regulação da agricultura e pesca, além do treino de administradores e governadores.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:17:05 UTC</pubDate>
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         <title>Religião</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740518277</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde sua origem, o Reino do Congo seguia uma religião considerada pagã pelos europeus. Até que então, com a política expansionista europeia do século XV, a coroa de Portugal começou a enviar expedições para a tribo em busca de “salvá-la” por meio da conversão ao cristianismo. Com isso, a religião europeia foi adentrando a cultura congolesa e formando uma miscigenação. O principal marco dessa “mistura” foi em 1491, durante a terceira expedição, quando o Rei congolês, Nzinga-a-Nkuwu, junto de sua mulher e seu filho, foram batizados. Esse evento marcou a inserção do catolicismo na cultura do Reino do Congo. Como resultado desse processo, reis como o D. Afonso I começaram a explicar sua dignidade no trono pela lógica cristã, acabando com o sistema hereditário presente na tribo, e também houve um fortalecimento na parceria comercial com Portugal.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:17:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Religião</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740521290</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde sua origem, o Reino do Congo seguia uma religião considerada pagã pelos europeus. Até que então, com a política expansionista europeia do século XV, a coroa de Portugal começou a enviar expedições para a tribo em busca de “salvá-la” por meio da conversão ao cristianismo. Com isso, a religião europeia foi adentrando a cultura congolesa e formando uma miscigenação. O principal marco dessa “mistura” foi em 1491, durante a terceira expedição, quando o Rei congolês, Nzinga-a-Nkuwu, junto de sua mulher e seu filho, foram batizados. Esse evento marcou a inserção do catolicismo na cultura do Reino do Congo. Como resultado desse processo, reis como o D. Afonso I começaram a explicar sua dignidade no trono pela lógica cristã, acabando com o sistema hereditário presente na tribo, e também houve um fortalecimento na parceria comercial com Portugal.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:19:20 UTC</pubDate>
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         <title>Declínio e queda</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740523387</link>
         <description><![CDATA[<div>Após a dissolução do Reino do Mali, os provincianos de Songhai tomaram o poder, dominando a cidade de Tombuctu e, rapidamente, incorporando diversos territórios da África Ocidental, como as regiões dos atuais Mali e Guiné. Em alguns anos, o Império de Songhai se estabeleceu como polo mercantil de comércio transaariano, utilizando-se de redes de comunicação e políticas tributárias eficientes. Em meados do século XVI, alcançou seu apogeu em um momento em que o comércio de produtos, transportados em caravanas, vibrava, competindo fortemente com as expedições comerciais europeias.&nbsp;</div><div>O dinamismo, organização e eficiência do Império Songhai, no entanto, perdurou somente até o final do século XVI. Após sucessivas disputas comerciais com os povos marroquinos, especialmente pelo monopólio das lucrativas minas de sal em Tegaza, os dois povos entraram em guerra. Logo, em 12 de Abril de 1591, a batalha de Tondibi demarcou o fim do sumptuoso e influente Império de Songhai, quando sua cavalaria foi brutalmente derrotada pela legião marroquina, munida de armas de fogo. Por mais que a expedição militar marroquina não tenha dominado a totalidade do Império, a instabilidade política promoveu a dissociação entre províncias, sinalizando o fim definitivo do domínio dos Songhai na região.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:20:17 UTC</pubDate>
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         <title>Conflitos envolvidos</title>
         <author>jgama6</author>
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         <description><![CDATA[<div>O reino de Songhai se originou através da liderança de Sunni Ali Ber (grande rei guerreiro) que a partir de um processo de enfraquecimento do Reino de Mali conseguiu conquistar a independência e expandir o seu território, durante a segunda metade do século XIV. Após o falecimento deste líder, o controle foi tomado por Askia Muhammad, o Grande, em um momento em que o reino passava por conflitos, sendo assim, impondo um novo comando muçulmano chegando a um processo de desenvolvimento para chegar no auge. Depois disso, o reino sofreu ataques do exército sultanato do Marrocos, conhecido como batalha de tondibi. Em 4 de agosto de 1578 o grande exército marroquino, liderado por Ahmad al-Mansur Saadi, conquistou a vitória em cima do exército português do rei D. Sebastião, mas isso esgotou os recursos do Marrocos. Em busca de novos recursos, o sultão decidiu atacar o Império Songhai com uma infantaria pesada e armada. Em 12 de abril de 1591, a guerra ocorreu em Tondibi, perto de Gao (capital de Songhai), a cavalaria de songhai foi massacrada pelas armas de fogo dos marroquinos e a cidade foi saqueada, assim o império caiu e não se reergueu.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:21:22 UTC</pubDate>
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         <title>Aspectos culturais</title>
         <author>jgama6</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Congo possuía um governo monárquico fortemente estruturado que, apesar da feição centralizada, possuía administradores locais. Os povos do Congo eram divididos em muitos subgrupos, incluindo Iombe, Beembe, Sundi e outros porém, todos compartilhavam uma língua comum, o Quicongo. Esses grupos têm muitas semelhanças culturais, incluindo que todos eles produzem uma grande variedade de arte escultural, que possuía um naturalismo relativo da representação de humanos e animais. Grande parte dessa arte era produzida para os líderes sociais e políticos, como o rei do Congo. A escravidão já estava presente no reino antes do contato com os portugueses e se intensificou após ele. Na economia predominava o escambo (metais, sais e tecido) e existia também a adoção do nzimbu como moeda, um tipo de concha da região de Luanda, que padronizava as trocas. Por fim, a religião era, em um primeiro momento, politeísta, porém o reino eventualmente converteu-se ao cristianismo sob influência portuguesa.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:21:52 UTC</pubDate>
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         <title>Economia</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740528527</link>
         <description><![CDATA[<div>As práticas econômicas do Reino do Congo não eram muito variadas. O comércio era constituído principalmente pela “venda” de sal, alguns metais, tecidos e também produtos de origem animal. O comércio poderia ser feito de duas maneiras, por meio do escambo que é a troca de certos produtos por outros, ou por via da doação do nzimbu. A doação de nzimbu, era a doação de uma cocha que era encontrada exclusivamente na região de Luanda (atual capital de Angola).</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:22:43 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Localização</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740530648</link>
         <description><![CDATA[<div>Localizado na região hoje chamada de África Ocidental no Oeste do continente Africano o Reino de Songhai foi construído em volta do Rio Níger que é o maior rio da África Ocidental com 4.800km de extensão, com nascente no Oeste e a foz no sudoeste. O Reino tem localização privilegiada por estar próximo da nascente e ter por toda sua extensão água potável. Para referência, hoje os seguintes países ocupam essa área: Nigéria, Mali, Senegal, Gâmbia, Níger, Guiné, Mauritânia, Benim e Burquina Fasso. O clima no Reino é variado entre Equatorial, Tropical e Semiárido, ou seja, pouca precipitação de água e altas temperaturas. A vegetação do local é rica em florestas equatoriais, tropicais e a Savana. Songhai era composto em sua predominância por planaltos com poucas cadeias montanhosas ou planícies e detinha diversas riquezas naturais como o ouro e o diamante. Além da Flora rica, a variedade da Fauna da região é gigante composta por animais como Zebras,&nbsp; Elefantes, Leões, Girafas e Leopardos, apesar de ser uma vida animal perigosa, até onde temos dados isso nunca foi um problema. A atividade vulcânica na África não era comum até pouco tempo quando um dos maiores vulcões do continente entrou em erupção, mas na região do Reino não existe atividade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:23:48 UTC</pubDate>
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         <title>Localização</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740531958</link>
         <description><![CDATA[<div>O Reino do Congo ou Império do Congo foi um <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Estado">Estado</a> pré-colonial <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81frica">africano</a> no sudoeste da África, área que hoje corresponde aos territórios de Angola, da República Democrática do Congo e parte do Gabão. O império se estendia desde o oceano atlântico, fazendo limite com o rio Cuango, a leste, com o rio Ogoué localizado ao norte, até o rio Cuanza, no sul. O local que mais se desenvolveu foi a costa oeste por conta do rio Zaire, tendo como principal cidade do império, Mbanza, onde ocorreram as decisões políticas de todo o reinado. Sobre suas características naturais, o território é uma região de floresta equatorial e tropical,com clima que varia também em tropical, ao sul, e equatorial ao norte,pertencendo à Zona climática intertropical, por estar situado entre os Trópicos de Câncer e de Capricórnio.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:24:25 UTC</pubDate>
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         <title>Economia</title>
         <author>jgama6</author>
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         <description><![CDATA[<div>O reino de Benin foi uma potência africana durante os séculos XV e XVI.&nbsp; Sua capital, Benin, era um grande centro comercial totalmente controlado pelo rei, conhecido como obá. Suas relações com os outros reinos africanos eram pacíficas, sendo o comércio entre eles bastante intenso. Benin importava tanto produtos que não produzia, como algodão e pedras semipreciosas, quanto produtos para revender para outros reinos, como peixe, sal e gado. Assim, aos poucos, sua economia enriquecia e crescia.</div><div>Em 1485, com as navegações, os europeus tiveram contato com o comércio de Benin, considerado por eles muito próspero. Por isso, logo foram firmadas relações comerciais com os ibéricos, onde Benin exportava pimenta, marfim, tecidos e principalmente, escravos, importados de outras regiões do continente. Como os preços pelos quais compravam os escravos eram menores do que os preços de revenda, essa atividade era muito lucrativa, mantendo-se bastante intensa até o ano de 1516, quando o obá precisou “guardar” seus escravos para seu próprio exército.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:46:18 UTC</pubDate>
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         <title>Hábitos alimentares</title>
         <author>jgama6</author>
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         <description><![CDATA[<div>O reino de Benin se localiza na costa oeste africana, perto da Nigéria, Gana e outros países, E falando um da sua alimentação certos produtos comercializados eram consumidos por eles, seus pratos tem a presença forte de temperos e proteínas, seu prato mais conhecido é o guisado que é uma espécie de sopa a base de vegetais temperados, el</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:46:47 UTC</pubDate>
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         <title>Religiosidade</title>
         <author>jgama6</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Reino de Benin foi um grande estado Africano pré colonial da Nigéria, foi um dos povos mais poderosos da costa oeste da África, tendo grande parte na participação do trafico de escravos negros, sua formação tem várias duvidas por múltiplas investigações arqueológicas.</div><div>A religião presente no Reino de Benin é chamada de vodu, que só foi reconhecida no ano de 1992, ela era composta do conjunto do cristianismo com as religiões Africanas. Benin é reconhecido como pioneiro do vodu, essa religião era composta por rituais, onde os praticantes não usam roupas exageradas, contendo ritmo denso e uma dança. Apesar da religião ser uma, os rituais e os deuses variam, porém tinham o mesmo conceito, apesar do vodu não ser muito conhecido nos dias atuais, foi usada como inspiração para outras religiões como o candomblé (principal religião africana no Brasil).</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:47:22 UTC</pubDate>
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         <title>Aspectos culturais</title>
         <author>jgama6</author>
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         <description><![CDATA[<div>A língua falada no reino era o Gueês, uma antiga língua semítica. A arquitetura do Reino de Axum teve um grande desenvolvimento, já que foram construídos templos, igrejas e palácios, as casas das pessoas comuns eram feitas de barro, já as construções maiores eram feitas de argamassa de barro. Ainda no campo da arquitetura, pode-se destacar também as estelas, que eram um tipo de torre, construídas para marcar túmulos de reis e integrantes da nobreza. Eram muito bons na fabricação de cerâmica, faziam potes, vasos, estátuas e construções esculpidas em rochas até mesmo garrafas para guardar água, por exemplo.</div><div>Várias outras construções do reino de Axum que hoje são patrimônio histórico da humanidade são notáveis, tais como obeliscos, imensas torres de pedra, tumbas e outros templos na época anterior à conversão ao cristianismo.&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:47:52 UTC</pubDate>
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         <title>Conflitos</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740586858</link>
         <description><![CDATA[<div>O Reino de Axum se envolveu em uma série de conflitos durante sua história, durante os séculos III e IV. Eles realizaram uma série de investidas militares para aumentar seu território, com isso conquistaram terras na Península Arábica, Etiópia do Norte e uma parte da Antiga Pérsia. Entretanto seu conflito de maior destaque foi ainda no século IV, quando atacaram e destruíram a capital do império Kush cidade de Meroé, com isso enfraquecendo e fragmentando esse antigo centro político.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:50:44 UTC</pubDate>
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         <title>Política</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740588349</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O reino de Axum foi um poderoso centro político africano, que começou a se desenvolver a partir do século I d.C. O sistema político estabelecido neste reino foi uma forma de monarquia, na qual o Negus assumia a função de rei e chefe do poder Estatal. Além disso, o rei era eleito pelos chefes militares, altos funcionários e líderes locais. O reino Africano tornou-se província de um reino “feudal”, em que um senhor feudal, um dono de terras, dispunha de mão de obra servil no feudo. Isso se deu com o objetivo de afirmar sua autoridade soberana sobre os Estados segmentários da Etiópia setentrional, unindo-os a um só reino, o que foi responsável por seu apogeu no sistema monárquico.</strong></div><div><strong>Alguns dos líderes políticos mais importantes foram Caleb, o rei mais antigo de que se tem registro, além de Ezana e Zoscales. Todos estes ficaram famosos por terem seus bustos gravados na moeda do sistema monetário axumita.</strong></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:51:32 UTC</pubDate>
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         <title>Localização</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740589850</link>
         <description><![CDATA[<div>Se localizava na costa oeste da África, onde atualmente estão Costa do Marfim, Benin, Gana, Togo e Nigéria.</div><div>O Reino de Benin tem os mesmo mitos criadores que a cidade de Ifé, "cidade-mãe" das civilizações do oeste africano. Apresentava clima tropical, com temperatura média do ar o mês todo, região muito quente, pluviosidade baixa.</div><div>&nbsp;O território é caracterizado por conjuntos de florestas secas, manguezais e florestas tropicais, povoado pelo povo denominado "Edo", falantes do idioma "Kwa".</div><div>&nbsp;Era uma cidade dividida entre distritos para os artesãos, tendo o coração político e social formado pelo palácio (formado de diversos pátios e galerias com pilares que seguravam os tetos) do rei e sua corte.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:52:18 UTC</pubDate>
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         <title>Economia</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740590734</link>
         <description><![CDATA[<div>A economia de Axum começou com as primeiras vilas, que mais tarde se tornaram centros comerciais, e depois de um tempo, passou a ser uma ligação de produtos entre Oriente e Ocidente. Como estavam em uma posição estratégica, começaram a usar o Mar Vermelho e o Rio Nilo como um apoio para elevar o mercado, assim começaram a dominar rotas comerciais de territórios conquistados, localizadas no sul da Península Arábica, além de&nbsp; trabalhar também com a agricultura e pastagem de bovinos. Já para o sistema era feito a cunhagem de moedas de ouro produzidas por eles mesmos, chegando a ser o primeiro estado a utilizar essa técnica, além de trocas comerciais com a China e Índia, Oxum participava da Rota da Seda(rotas de comércio da seda). Esse reino usava o modelo econômico proposto pelos egípcios, baseado na prática da agricultura e exportação de excedentes agrícolas pelas rotas comerciais do mar mediterraneo, também era exportado marfim, perfumes, escravos, couro de hipopótamo ,sal, ouro, plumagens, entre outros.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:52:47 UTC</pubDate>
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         <title>Declínio e queda</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740592457</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Algumas nações europeias além de Portugal ficaram interessadas na África Ocidental ao final do século XVI EC. Os britânicos conquistaram o reino em 1897 EC e estavam determinados a afrouxar o controle do comércio dos reis do Benin, que já havia sido enfraquecido por uma série de disputas e guerras civis. Os reis não foram completamente suplantados. O nome Benin foi restaurado pela colônia francesa de Dahomey quando declarou independência em 1975 EC para tornar-se a República do Benin. O Império entrou em decadência nos séculos XVIII e XIX.&nbsp; No século XX, os <em>obás,</em> ou reis, assumem ainda a função de líderes, embora apenas cerimonialmente. Benin entrou em decadência durante o século XVIII EC e finalmente foi conquistado pelos britânicos em 1897 EC. A decadência de Benim ocorreria entre os séculos XVIII e XIX, sendo este estado africano finalmente desmantelado em 1897 pelo bombardeamento de uma frota inglesa. A primeira expedição inglesa para o Império foi em 1553, e formou um comércio significativo entre a Inglaterra e Benim baseada na exportação de marfim e óleo de palma e de pimenta. Assim, o Obá começou a suspeitar da Grã-Bretanha, e grandes projetos coloniais cessaram com os britânicos até a Expedição britânica em 1896-1897, quando as tropas britânicas capturaram, saquearam e queimaram a Cidade do Benim, levando o Império ao seu fim.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:53:40 UTC</pubDate>
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         <title>Declínio e queda</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740594103</link>
         <description><![CDATA[<div>O reino de Axum começou a entrar em declínio por dois grandes fatores: a instabilidade comercial causada pelas disputas entre bizantinos e os persas do Império Sassânida e pela expansão dos domínios dos árabe muçulmanos (632 d.C). Porém, o gatilho para que houvesse seu total declínio foi a ascensão da dinastia Omíada (séc. VII). Com a expansão dos domínios árabes, as rotas do Mar Vermelho foram dominadas, fazendo com que as principais rotas de comércio do reino fossem completamente cortadas. Logo depois, a produção agrícola também diminuiu drasticamente, fazendo com que a oferta de alimentos se torne insuficiente para toda população, causando uma grande crise de fome. Um dos principais motivos dessa queda na produção de alimentos foi a exagerada exploração do solo que compunha a área em torno do reino. Por causa das frequentes crises, o reino acabou se tornando um pequeno vilarejo, fazendo com que as elites abandonassem as cidades e com isso, transferissem a capital para o sul. E para completar a desmoralização de Axum, os líderes etíopes deixaram o pequeno vilarejo em meados do século X.&nbsp; Após muitos anos repletos de dificuldades, o ex reino começou a se reerguer no século XV, porém esse plano de reconstrução não foi como planejado. Nos séculos seguintes, Axum foi atingida por praga de gafanhotos, cólera e fome. Esse três fatores foram determinantes para a queda total do reino de Axum.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:54:31 UTC</pubDate>
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         <title>Religiosidade</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740595674</link>
         <description><![CDATA[<div>O Reino Axum já passou por diversas fases onde teve religiões diferentes. Entre os séculos II a.C. ao IV, o reino africano recebia muita influência do politeísmo árabe. Depois, eles receberam grande influência do Judaísmo. No apogeu do Reino, no século IV, um monge cristão chamado Frumêncio, que depois se tornou o Bispo de Axum, converteu o rei Ezana ao cristianismo. Com isso, o Reino Axum passou por diversas mudanças culturais e que tiveram um grande impacto na sua organização social e política. Por causa da conversão de Ezana, a região da Etiópia e grande parte da Núbia também se converteram ao cristianismo, tornando o Reino Axum predominantemente cristão.</div><div>Ezana, além de propagar o cristianismo, também desenvolveu uma própria interpretação das doutrinas cristãs e comandou a construção das chamadas “onze igrejas”, as quais foram esculpidas em rochas e ligadas por túneis, formando um sistema. Essas igrejas são consideradas como patrimônio histórico para a Igreja Ortodoxa Etíope. Outras construções como obeliscos e torres, que também foram esculpidas em pedras, também são notáveis do Reino Axum.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:55:22 UTC</pubDate>
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         <title>Localização</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740597529</link>
         <description><![CDATA[<div>O Reino de Axum (Aksum) foi um reino africano que se desenvolveu na região Sudeste da África, região da atual Somália, Eritreia e Etiópia, entre os anos 100 a.C. e 940 d.C, se estendendo também no extremo sudeste da península Arábica.</div><div>&nbsp;</div><div>Esse reino mais tarde se transformou em império e teve um importante desenvolvimento cultural, econômico e social. Sua sociedade era complexa e baseada no comércio e na troca de produtos. A estrutura social era desigual, onde nobres, comerciantes e os militares tinham privilégios e uma vida muito abundante, enquanto grande parte da população, composta por agricultores, artesãos e pequenos comerciantes, estavam ocupavam a base e viviam de forma mais simples.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>O reino possuía fortes laços culturais, principalmente em Axum, a capital, localizada a norte da Etiópia. A língua falada e o alfabeto desenvolvido era o <em>Gueês</em>, antiga língua semítica. A riqueza adquirida por meio de tarifas impostas sobre bens proporcionou desenvolvimento da arquitetura e das artes Axum.</div><div>&nbsp;</div><div>Os imperadores do reino facilitaram a circulação dos produtos criando a própria moeda, além de desenvolveram importantes relações comerciais com a China e Índia Antiga, mercadores Romanos, Egípcios e Persas, sendo assim um fundamental entreposto comercial entre as Índias e o Mediterrâneo.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:56:24 UTC</pubDate>
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         <title>Aspectos culturais</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740598772</link>
         <description><![CDATA[<div>Os aspectos culturais são, na alimentação, a feijoada, o acarajé. O vodu, que é uma prática religiosa que a maioria da população praticava. Também há mitos e tradições que deram origem ao reino. A cobra representa a morte como aquelas que estão entrelaçadas no palácio de Benin. E histórias a respeito do relevo de Ifé. Na cultura do Reino de Benin, eles faziam estátuas de cobre, na representação de Oba, e na sua hierarquia.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:57:01 UTC</pubDate>
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         <title>Estrutura política</title>
         <author>jgama6</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Reino de Benin começou a ser formado entre os séculos XII e XIII. Os reis do Benin portavam o título de Obá e eram considerados a ter direito divino de governar.&nbsp;</div><div>O rei, sua corte e o palácio eram ambos o coração espiritual e político do Reino do Benin. Muitos governantes são celebrados na arte de Benin.</div><div>Reis frequentemente aparecem nas placas de latão que ficavam em volta do palácio de Benin, onde eram figurados como líderes guerreiros. Eles podem ser identificados pelos símbolos de seu status como as manchas dos leopardos, cicatrizes e colares feitos de dentes de leopardos.&nbsp;</div><div>O leopardo era um símbolo apropriado para o Obá, já que o animal era considerado “Rei do Mato” e somente o rei era permitido a matá-lo, tipicamente num sacrifício anual feito pelo rei em sua própria honra.</div><div>&nbsp;	A tradição Edo afirma que foram os povos Iorubás quem convidaram o Príncipe Oranmiyan de Ifé para governá-los e que foi seu filho, Eweka, quem se tornou o primeiro rei do Benin.</div><div>O Reino do Benin foi povoado pelo povo Edo. O coração era um círculo ao redor da capital, também chamada Benin, sendo governado diretamente pelo rei.&nbsp;</div><div>Depois vinham as terras do círculo de fora que eram governadas por príncipes reais e finalmente o terceiro anel de tribos que ofereciam tributo, mas que não eram diretamente governadas pelo rei do Benin.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:57:51 UTC</pubDate>
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         <title>Contato com outros povos</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740601342</link>
         <description><![CDATA[<div>O reino de Benin era localizado na África, mais especificamente na região Ocidental, perto das florestas do sul. Sua época de prosperidade foi entre os séculos XIII e XIX. O reino possuía muitas relações com povos distintos, mas, as principais relações mantidas pelo reino de Benin, eram as comerciais, como por exemplo a sua relação com os&nbsp; portugueses, que vinham em busca de mercadorias diversas e escravos, e a com povos próximos do reino, que buscavam produtos simples como algodão, peixe, sal, inhames, pedras semi preciosas e gado. Outro contato econômico importante para Benin, era o com Ughoton, uma cidade litorânea que mantinha contato com Benin, proporcionando o acesso litorâneo ao comércio.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:58:30 UTC</pubDate>
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         <title>Economia</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740608000</link>
         <description><![CDATA[<div>O Império Mali localizava-se em uma das regiões comerciais mais significativas da época, fato que contribuiu para ser considerado um dos estados mais ricos da África nos séculos XIII e XIV. O Império também possuia diversas minas de ouro, assim sendo, sua economia girava em torno de do comércio e da mineração de ouro. Mali não possuia moeda, por isso utilizava pó de ouro, sal, cóbre e búzios em suas trocas comercias com outros reinos africanos. Nessas trocas, o rio Níger foi ecenssial tornando o reino controlador das mais iportantes rotas comercias transsaarianas, comercializando principalmente peixe, ouro, escravos e cobre.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 20:02:18 UTC</pubDate>
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         <title>Religiosidade</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740609159</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante o período em que o Reino Mali estava sob o comando de Mansa Mussa, todo o império foi convertido ao Islamismo, tendo-se em vista que, em seu governo, ele realizou uma peregrinação à Meca, na qual, ele levou consigo cerca de 15 mil homens e voltou com mais alguns mercadores e sábios que o auxiliaram a difundir a religião islâmica. Além disso, Mussa estabeleceu a construção de escolas muçulmanas na região. No entanto, apesar da oficialização de tal religião, os trabalhadores urbanos e camponeses não se converteram a ela.&nbsp; Estes, por sua vez, continuaram com suas crenças anteriores, baseadas no animismo (elementos da natureza que possuem uma espécie de poder espiritual) ou em outras religiões tradicionais africanas (guiadas, muitas vezes, pelo culto aos mortos), resultando assim, em um império que respeitava as crenças diversas, apesar de sua religião oficial.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 20:03:01 UTC</pubDate>
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         <title>Sociedade </title>
         <author>jgama6</author>
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         <description><![CDATA[<div>O reino de Mali continha apenas uma figura de um rei que era dividido em 12 reinos menores de diversos povos iorubás, e pagavam impostos ao Rei. A sociedade era dividida em camadas sociais, tinham os nobres (imperador e a sua família), homens livres (comerciantes e pequenos agricultores do reino) e por último vinham os prisioneiros de guerra (que eram quando outro reino perdia a luta e o reino vencedor levava seus guerreiros para combater para seu reino).&nbsp; As famílias do Reino de Mali eram grandes e eram a base da sociedade. Foi fundado na década de 1230 teve sua primeira capital chamada de Cangaba, fundada por Sundiata keita as leis eram determinadas a partir de uma assembleia chamada de Gbara com representantes de todos os 12 povos que ali viviam e isso permitia um grau de coesão social e satisfação. Esse reino se baseava no comercio e tambem tinha sua&nbsp; fé voltada ao islamismo e fazia parte da arabia durante a idade media. Uma grande fonte de renda deles vinha muito também de suas minas de ouro (ouro muito usado para moedas e também reis mostrarem poder/riquezas), e também o sal era muito importante (era muito caro na época fazendo assim ter uma renda alta vinda do sal).</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 20:04:38 UTC</pubDate>
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         <title>Religiosidade</title>
         <author>jgama6</author>
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         <description><![CDATA[<div>A religiosidade do reino de Gana tem a presença de 2 influencias na parte religiosa sendo elas o Animismo e o Islamismo. O Animismo: são as religiões tradicionais africanas, as religiões indígenas africanas. São religiões que não foram significativamente alteradas pelas religiões adotadas mais recentemente. Apresentam práticas religiosas, culturais e espirituais originárias do continente africano. É uma religião difundida pela África inteira. Um tipo de religião que pode ser considerada cultural, “boca a boca”. Já o Islamismo, é uma parte do reino de gana também possui a influencia muçulmana em relação a religiosidade, tendo o islamismo. É uma religião monoteísta articulada pelo Alcorão,e que segue os ensinamentos de Maomé, sendo considerado o profeta de Deus.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 20:05:35 UTC</pubDate>
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         <title>Estrutura social</title>
         <author>jgama6</author>
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         <description><![CDATA[<div>O topo da estrutura social no Império do Mali era o mansa ou governante, que controlava todas as pessoas dentro dele. Em seguida estavam os sacerdotes, e abaixo deles estavam os griots, que são historiadores e contadores de histórias. Abaixo dos griots estavam a classe social mais baixa, os escravos. Enquanto todos no império tinham liberdade, os escravos tinham o mínimo dela. Os escravos eram geralmente mulheres e sofriam abusos físicos e mentais. O fundador do império, Sundiata, atribuiu ocupações específicas a determinados grupos de parentesco e desenvolveu uma organização social semelhante a um sistema de castas. Com isso, ninguém conseguiu escolher seu destino. Por exemplo, se alguém nasceu em uma família de guerreiros, eles estariam destinados a se tornar um guerreiro também. Isso também funcionou para a família governante. Se alguém nascesse na família de mansa, estaria destinado a fazer parte da dinastia governante. O Mali foi fundado por Sundiata Keita, cujo governo durou 25 anos. Ele fundou originalmente um governo central que manteve a ordem e a paz em todo o reino. O Império do Mali foi incrivelmente forte e bem-sucedido devido à sua sólida estrutura política. Apesar do vasto tamanho do império, ele foi unido sob o governo de mansa (também conhecido como o líder ou rei), onde ele era capaz de controlar e garantir que todas as leis fossem obedecidas e todos os impostos pagos. O mansa designava administradores para diferentes níveis: o mestre da aldeia, que administrava em nível local, o que incluía uma aldeia, vila ou cidade, o mestre do condado e o mestre da província, que era supervisionado pelo mansa. As potências imperiais estavam situadas em Djenne, Timbuktu e Gao devido à sua importância comercial. Embora o mansa fosse o líder principal, principalmente todos dentro do império tinham um certo grau de liberdade, desde que obedecessem a todas as leis.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 20:06:24 UTC</pubDate>
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         <title>Cultura</title>
         <author>jgama6</author>
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         <description><![CDATA[<div>A maior parte da população era animista, ou seja, acreditava que os elementos da natureza possuíam alma ou uma espécie de poder espiritual. Eram tolerantes com relação às crenças e religiões dos povos conquistados. Durante o reinado de Mansa Musa houve uma ampla islamização da região imperial. Um dos pilares culturais é a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Biblioteca_Nacional_do_Mali">Biblioteca Nacional do Mali</a>, que tem um centro de documentação e arquivos históricos da época <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Colonial&amp;action=edit&amp;redlink=1">colonial</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Pr%C3%A9-colonial&amp;action=edit&amp;redlink=1">pré-colonial</a>.</div><div>Mali é o berço do Blues, visto que a música tem expoentes reconhecidos em nível mundial, com grande diversidade em instrumentos musicais, como por exemplo o akonting, que se acredita ser o instrumento do qual se originou o banjo. O cinema é uma das expressões mais destacadas, apesar da precariedade de produção, Mali conta com dois realizadores reconhecidos internacionalmente, sem contar que o reino pertence ao campo da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura">literatura</a> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Franc%C3%B3fona">francófona</a> como <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Senegal">Senegal</a> e outros países africanos francófonos sensíveis às letras.&nbsp;</div><div>A arquitetura do Mali é historicamente relacionada com a arquitetura sudano-saheliana nativa da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81frica_Ocidental">África Ocidental</a>, com o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Adobe">adobe</a> como principal material. Destaques são os prédios de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tombuctu">Tombuctu</a>, como a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_de_Sancor%C3%A9">Universidade de Sankore,</a> e a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_Mesquita_de_Djenn%C3%A9">Grande Mesquita de Djenné</a>, maior prédio em adobe do mundo.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 20:07:13 UTC</pubDate>
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         <title>Localização</title>
         <author>jgama6</author>
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         <description><![CDATA[<div>O reino de Gana ficava na região oeste da África (Ocidental), correspondendo hoje a região de Mali e o sul da Mauritânia e tinha grande porção localizada no deserto do Saara, tendo parte do rio Níger. Não tinha saídas para o mar. A região era rica em ouro e tinha uma abundância de sal muito grande.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 20:07:42 UTC</pubDate>
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         <title>Localização</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740618933</link>
         <description><![CDATA[<div>O Império Mali se desenvolveu no noroeste do continente africano entre os séculos XIII e XIV. Este reino foi um dos mais extensos territorialmente, comparado aos de Songhai e Gana, e é considerado o maior de todos os Impérios africanos medievais por sua grandeza e riqueza .</div><div>Por estar próximo do Rio Níger e pela chuva, o solo das proximidades eram férteis, o que ajudava muito na agricultura, cultivando principalmente cereais, plantações de raízes e frutas. A pesca e a criação de animais foram outras fontes importantes de alimento.</div><div>Quando se tratava de riquezas minerais, o cobre e ouro, principalmente, eram minerados e armazenados localmente e somente depois eram comercializados para outras regiões.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 20:08:23 UTC</pubDate>
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         <title>Política</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740620511</link>
         <description><![CDATA[<div>O reino de Mali era composto por 12 reinos menores conectados, e sua capital era Kangaba. O império se estabeleceu em uma forma de governo monárquico e centralizado, com o poder nas mãos de Sundiata, também conhecido como Mansa Musa I. Para a parte administrativa, havia um conselho de anciãos composto por militares, chefes religiosos e civis, que auxiliava nas decisões do “mansa”(imperador).&nbsp;</div><div>O governo de Mansa Musa I, fez com que se estabelecessem fronteiras definidas, fortificadas por um exército treinado Esse fator trouxe a possibilidade de uma expansão militar, uma vez que tinham um controle maior de territórios e de rotas comerciais na região.&nbsp;</div><div>Dessa forma, a justiça era fundamental para o funcionamento da sociedade, e era através de uma Assembleia chamada Gbara, que eram formuladas as leis que regiam o&nbsp;império. </div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 20:09:17 UTC</pubDate>
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         <title>Queda</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740622239</link>
         <description><![CDATA[<div>A economia comercial de Gana atingiu seu auge no século VIII, ao se relacionar com as regiões do Norte da África, Egito e Sudão. Entre os seus principais produtos comercializados estavam o sal, tecidos, e ouro.O reino de Gana começou a sentir os primeiros sinais de sua decadência com o esgotamento das minas de ouro que sustentavam a sua economia. Além disso, após o século VIII, a expansão islâmica ameaçou a estrutura centralizada do governo e os chamados almorávidas teriam realizado&nbsp; conflitos que, em nome de Alá, desconstruiram o Reino de Gana. O medo dos invasores não atingiu somente os povos de Gana, já que&nbsp; as notícias da guerra se espalharam por todas as regiões vizinhas, inclusive para os clientes das comercializações do Império. Sendo assim, as <a href="https://segredosdomundo.r7.com/rota-66/">rotas</a> passaram a ser evitadas para que não corressem riscos de ataques. Por fim, sem clientes para negociar suas mercadorias, sem riquezas em suas terras, a economia do Império foi paralisada levando assim, à falência o Império de Gana.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 20:10:19 UTC</pubDate>
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         <title>Práticas comerciais</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740623710</link>
         <description><![CDATA[<div>O comércio de Gana conhecido como país do ouro era muito ativo, cheio de vendas de produtos, bastante agricultura e normalmente era cobrado eficientemente o imposto, o dinheiro corria bastante. O ápice da economia comercial de Gana foi atingido no século VII quando interligaram as regiões do Egito, Sudão e Norte Africano. O comércio de escravos e ouro é fundamental na economia de Gana, porém tinha outros produtos como o sal, tecido e&nbsp; tâmaras. A Cidade de&nbsp; Bambuque estava entre os mais importantes centros comerciais de Gana</div><div>&nbsp; O ouro sendo muito importante na economia e expansão comercial de Gana, era comercializado na região perto do Mar Mediterrâneo. Os árabes utilizavam o ouro para moedas e como importância dele era muito grande, o Rei era responsável pelo controle produtivo das regiões de exploração do ouro, para proteger da cobiça de outros povos. O sal também tinha um considerável valor comercial já que era usado na conservação de alimentos e retenção de líquido para pessoas que andavam no deserto.</div><div>&nbsp; A crise comercial do reino de Gana foi causada pelo esgotamento das minas de ouro, que era o principal produto comercializado, pode se dizer que sustentava a sua economia. Junto com a economia falida e a expansão islâmica, o reino de Gana entrou em crise.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 20:11:08 UTC</pubDate>
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         <title>Organização social</title>
         <author>jgama6</author>
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         <description><![CDATA[<div>A sociedade do antigo reino de Gana se estabeleceu sob a liderança de um rei, que tinha a função de deliberar e administrar o reino em questões políticas, de justiça e militar. Este, cobrava impostos sobre a circulação dos recursos da época: ouro e sal. A população da época considerava seu soberano uma entidade divina, tendo assim, a capacidade de se comunicar com os deuses.&nbsp; O sucessor do trono não era seu filho primogênito e sim um parente próximo, na maioria dos casos, seu sobrinho, constituindo uma hierarquia matrilinear.</div><div>Dentre os grupos sociais do reino de Gana, se destacam os chamados Soninquês, que se instalaram em áreas próximas às margens dos rios Níger e Senegal. Essa parcela da população organizou-se em comunidades de atividade agrícola, que se uniram, formando um poderoso exército, para combater, ou minimizar os ataques de tribos nômades. Dessa forma instalava-se um sistema monárquico no interior do continente, uma vez que, a região, rica em ouro, uniu a produção agrícola ao comércio, com o propósito de aprimorar a formação do reinado africano conforme seu crescimento.</div><div>Há dados que confirmam que os seres humanos viveram em Gana desde a idade do bronze. Contudo, os principais grupos étnicos em Gana foram firmemente estabelecidos por volta do século XVI.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 20:12:07 UTC</pubDate>
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         <title>Declínio</title>
         <author>jgama6</author>
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         <description><![CDATA[<div>O grande e rico Império africano das margens do rio Níger, Mali, entrou em declínio no final do século XIV. Em geral, o Mali, reino de povo malinqué, começou a conquistar as terras de seu redor, ricas em minerais valiosos como ouro e sal. Dessa forma, o império cresceu e enriqueceu rapidamente conforme suas conquistas iam aumentando. Musa, o famoso imperador, acrescentou as cidades comerciais de Tombuctu e Gao ao seu império também. Em contrapartida, disputas sucessórias enfraqueceram o império de pouco em pouco e disso se aproveitaram algumas províncias vassalas para se libertarem do império. As cidades de Gao e Djené foram exemplos disso ao reconquistarem sua independência. Ademais, Tombuctu e outros povoados vizinhos foram saqueados até que em 1435 o povo nômade tuaregues dominou o porto caravaneiro de Mali e tomou a maioria das cidades do Sahel. Em 1550, o Império do Mali havia perdido grande parte de seu poderio. Por fim, enfraquecido, fragmentado e atacado pelo leste e oeste, Mali caiu sob o domínio de Songhai em 1470, surgindo outro poderoso reino na África Ocidental. Seu nome permanece hoje no país chamado Mali, que resultou de três Impérios:&nbsp; Mali, Gana e Songai.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 20:12:47 UTC</pubDate>
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         <title>Religião</title>
         <author>jgama6</author>
         <link>https://padlet.com/jgama6/kjfzvi2uxqi37k3v/wish/1740627350</link>
         <description><![CDATA[<div>A religião oficial do Reino de Mali era o islamismo. Mansa Mussa foi o rei que incentivou a prática da religião islã. O islã do Mali tinha algumas características em comum com as religiões animistas do Mali antigo, na qual os sacerdotes (dyeli) praticavam rituais com seus rostos cobertos de máscaras animistas e se alimentavam de carnes que considerados impuras segundo a religião islã, por exemplo. A divulgação do Alcorão no Mali era feita pelos comerciantes sarakholés e diúlias. Segundo o reino, o islamismo não estava somente ligado ao Corão, mas também ao estudo e ao ensino em geral. O Mansa Mussa construiu escolas islâmicas na capital do Império, sendo conhecida como um grande centro comercial e um centro religioso. O rei também trouxe consigo mercadores e sábios que ajudaram na divulgação da religião islâmica. Além disso, trouxe consigo um poeta e arquiteto chamado Abu Issak, muito conhecido também como Essaheli para planejar a grande mesquita de Djinguereber. A sua construção foi iniciada em 1325 e foi terminada por Kandu Mussa. Tal rei enviou estudiosos para o Marrocos para estudar na universidade de Fez e voltaram ao Mali, fundando centros de ensino e estudo corânico, ou seja, estudo do Corão.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 20:13:13 UTC</pubDate>
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