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      <title>Carta Memorial: Nos conte sobre a sua formação docente by Mannoella Neves</title>
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      <description>Qual a tua história?</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-26 00:10:24 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2021-04-21 02:12:12 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Educar para a liberdade</title>
         <author>mannuneves</author>
         <link>https://padlet.com/mannuneves/Bookmarks/wish/1357575733</link>
         <description><![CDATA[<div>Na minha formação docente, enquanto mulher, não branca, não rica, bissexual, cristã: Aprendi que as relações de afeto podem ser em todos os lugares; Educar para a liberdade requer a escuta mútua,ou seja, conhecer a si e ao outro mediado pelo mundo; Questionar a realidade, percebendo os problemas que existem no mundo, bairro, cidade, estado, país, escola, etc. juntos na missão da conscientização, revelando para nós a verdade. Isso, dentro do processo de construção do conhecimento, é possível fazer de forma engajada, com coragem, verdade, respeito, solidariedade, amor, empatia, escuta, ética com a estética. Porque a educação para a libertação é responsabilidade de todos nós! Somos sujeitos oprimidos, também desumanizados, pagamos impostos para receber serviços públicos precários. Vivemos em um país que há milhares de pessoas sem comida, sem moradia, sem condições de ser humano. Onde eu aprendi tudo isso? Foi na escola da vida que se chama "Bem Viver". Na educação formal aprendi que prof não quero ser, na universidade aprendi com Freire, Bell Hooks, Salomão Hage... que prof eu quero ser!<br><br>Mannoella de Araújo Neves</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 15:06:10 UTC</pubDate>
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         <title>O Esperançar de um mundo melhor na prática docente </title>
         <author>alesousaferreira0110</author>
         <link>https://padlet.com/mannuneves/Bookmarks/wish/1358230638</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde ainda bem jovem ouvia dizer que a Educação e a Saúde eram precárias em nosso país. Que não havia leitos e nem remédios nos hospitais, que não havia hospitais. Que faltavam escolas. Que os índices de violência eram altos, devido as grandes desigualdades sociais. Que o povo estava morrendo de fome. Que existem pessoas muito ricas que não se importam com os problemas sociais. Pelo contrário, têm influencia para manter tudo como sempre foi porque é mais lucrativo, e eles precisam manter seu patrimônio.&nbsp;<br>Contudo também ouvi dizer que a educação pode mudar as pessoas, que pessoas podem mudar um país e o mundo....&nbsp; E diante da pandemia que vivemos, percebo que somos viajantes nesta terra, ricos e pobres enfrentando a mesma doença, porém de lados diferentes. Então escolhi acreditar que educando pessoas podemos construir um mundo melhor para os que virão. Mas é preciso se posicionar, escolher como atuaremos na construção desse novo mundo.&nbsp;<br>Por isso me posiciono como mulher da classe trabalhadora, artesã e professora dos filhos da classe trabalhadora. E posso afirmar com base nas experiências que tive, que o ensino teórico da universidade não está condizente com a realidade que vivenciei nas escolas. É como se estivesse desatualizado. Com algumas exceções de professores e metodologias de ensino. Com os quais conseguimos despertar nossas consciências para “o fazer diferente”, se reinventar diante das adversidades. Adversidades pelas quais as escolas públicas sempre passaram, principalmente em relação a precariedades. Por isso em minha formação, busco ser uma profissional, que observa a sociedade, que reflete e se solidariza pelos oprimidos, que busca formas para desenvolver o aluno e leva-lo também a buscar o melhor para si para o outro. Desejo que esse seja o meu legado para o mundo do futuro. Pois no presente que vivemos parece ainda aquele velho mundo do passado.&nbsp;<br><br></div><div>Alessandra Sousa Ferreira<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 17:28:27 UTC</pubDate>
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         <title>O brincar cura</title>
         <author>darcinarasilva</author>
         <link>https://padlet.com/mannuneves/Bookmarks/wish/1359056277</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Da infância, dualidades Hora tenho saudades hora, memórias de dor&nbsp;<br><br>A menina que corria livre no quintal&nbsp;<br>Banhos de chuva, que legal!&nbsp;<br>Peteca, casinha, bolo de lama&nbsp;<br>Infelizmente, alguns dramas&nbsp;<br><br>Cresci e preciso voltar&nbsp;<br>A liberdade do brincar&nbsp;<br>Com amigos, família, natureza&nbsp;<br>Novas brincadeiras, que beleza!&nbsp;<br><br>No brincar, eu me escondi da dor&nbsp;<br>Plantei sorrisos, colhi amor&nbsp;<br>Da brincadeira fiz refúgio particular<br>Onde o medo não pudesse me encontrar&nbsp;<br><br>Um pique-esconde de alegria e aventura&nbsp;<br>Sim, o brincar cura&nbsp;<br><br>Darcinara da Silva Lima, memórias da infância.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 22:23:26 UTC</pubDate>
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         <title>De discente a docente na UFPA: trajetória formativa na pesquisa, ensino e extensão universitária</title>
         <author>eambiental20162</author>
         <link>https://padlet.com/mannuneves/Bookmarks/wish/1369551430</link>
         <description><![CDATA[<div>Chamo-me Paulo Henrique Fernandes de Souza Dias, sou universitário do curso de pedagogia, 26 anos, gay, cristão e militante dos direitos humanos, especialmente das questões ambientais que debatem a educação paraense, a pobreza e as desigualdades sociais e questão de moradia de pessoas em situação de EXTREMA VULNERABILIDADE. Sou nascido na capital do Estado do Pará, cidade de Belém, em 1 de abril de 1994. Terei na minha fala um novo ano de vida, o 2.7.&nbsp;<br>Fico feliz estar vivo em meio a tempos mundias de morte, onde a ciência vem sendo atacada ferozmente por políticas ultraliberais que promovam e tentam conservar a todo custo esse terrível estado de coisas.<br>Sim, formo nesta idade na maior universidade norte do país e queria estar verdadeiramente feliz com essa minha primeira formação inicial enquanto professor da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental.<br>Escolhi pedagogia por já possuir identidade docente e, por saber que seria um curso que proporcionara-me atuar como profissional da educação em multidimensionalidade aonde como um estatístico ou profissional da lei teria limites de se destacar. Ademais, a escolha da profissão se deu de articulação familiar pela minha irmã, bem como de orientações vocacionais realizadas por equipes interdisciplinares lotadas em instituições conveniadas a escola pública onde fiquei aluno por mais de 6 anos.&nbsp;<br>Atualmente sou aluno de graduação pela Universidade Federal do Pará, cursando já a 2 anos pedagogia. Chegando ao terceiro ano, faço vínculo institucional ao Instituto de Ciências da Educação pelo grupo GEAM (Grupo de Estudos e pesquisas sobre educação, cultura e meio AMbiente). Sou bolsista CNPQ da UFPA no projeto da Universidade em Diálogos sustentáveis e tive experiência em docência no estágio do projeto da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior) intitulado: “valorização e qualificação de profissionais para a implementação do Ensino Médio Integrado e Ensino Médio Inovador no Pará”.<br>Estudo no formato remoto porque sem essa tecnologia não conseguiria integralizar a tempo meu curso superior. Atualmente me preparando para concursos públicos na área da educação básica formal ou não formal, dedicando-me a seleções de programas de pós graduação em educação. Quero terminar meu curso de línguas estrangeiras e ter no futuro oportunidades de percorrer trajetórias para outras nações que necessitem de uma educação transformadora que seja verdadeiramente pública, gratuita, laica, livre, autônoma e de qualidade socialmente referenciada.<br>Minha bandeira atual de luta é<br>#nenhumdireitoamenos<br>#educacaonaoegastoeinvestimento<br>#foragenocida<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 20:01:22 UTC</pubDate>
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         <title>Carta aberta: minha árdua e linda trajetória como estudante de pedagogia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mannuneves/Bookmarks/wish/1370548792</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;De: Carolina Lima dos Santos<br><br></div><div>Narrar aqui a minha trajetória é um exercício de retorno, onde eu visito minhas conquistas e minhas feridas, essas visitas são necessárias para que eu consiga encontrar pontos importantes que auxiliaram na minha formação hoje como professora.&nbsp;</div><div>No início de 2016 decido por uma mudança na minha vida, mudar de curso, sair uma de licenciatura e partir para outra, a pedagogia. Naquele momento eu me senti realizada, confesso que não imaginava as difículdades que estavam a minha frente, mas eu me senti assim.&nbsp;</div><div>Sempre tive dificuldade em lidar com minha ansiedade e isso se demonstrou e transpareceu nas minhas decisões. Ainda no 1 primeiro semestre iniciei um estágio e lá encontrei um dos maiores desafios, eu realmente não estava preparada para aquilo, lidar com comportamentos inadequados, crianças com TOD, TDAH, TEA, cobrança da coordenação... Eu me senti travada e Não fiquei 2 semanas, fui dispensada rsrs chorei tanto, eu não entendia.</div><div>2 semestre iniciei meu 2 estágio e mais uma vez tiro, p*rrada e bomba... dessa vez conseguir construir e conquistar meu espaço, mas não foi nada fácil, ficava como substituta quando a prof faltava, passei 2 semanas seguidas em uma turma de 2 ano com 24 alunos, aprendi muito, mas não foi fácil, tinha momentos que eu chorava, pois não sabia ainda lidar com os imprevistos e cobranças, nesta escola... passei mais 3 semanas em uma turma de 3 ano e outra semana com uma turma de 4 ano, mas sem dúvida o maior desafio foi no dia que precisei acompanhar uma criança TEA Moderado, ainda inexperiente, durante uma crise, levei uma mordida e eu não sabia como contornar aquela situação, graças a prof que estava em sala, conseguimos manejar. Fiquei 5 meses e pedi para sair.</div><div>Partindo desse momento eu comecei a ter minhas primeiras crises de ansiedade, então no 3 semestre tive 2 reprovações.</div><div>No quarto semestre fiz estágio na ufpa como bolsista proad, um momento bem administrativo da minha vida rsrsrs passei 1 ano</div><div>No entanto, desisti de duas disciplinas e o block veio...</div><div>Depois disso, conseguir fazer o máximo para me reorganizar. E comecei meu novo estágio, diferente das escolas anteriores, era uma escola de bairro, particular e pequena. Assumi a turma de babyclass, eram 7 babys, foi uma responsabilidade imensa, tive vários conflitos neste espaço, principalmente por eu ser uma estudante que estava fazendo papel de professora, mas naquele lugar mesmo sofrendo várias questões que serviram de gatilhos para minha ansiedade, foi lá que eu encontrei uma família que abriu algumas portas para mim, com certeza enviados por Deus. Tive meu contato com uma criança que estava no processo para receber o laudo de autismo, neste momento eu me dediquei a estudar muito sobre a temática, sobre inclusão, ludicidade, tudo isso tendo que levar as cobranças que a “mamae" ufpa não deixam passar... e assim vi em mim um amor gigantesco pela temática da inclusão e ensino especial. Neste processo está família me indicou para uma grande terapeuta em Belém da análise do comportamento e então eu iniciei a conhecer sobre o universo do ABA.&nbsp;</div><div>Neste ínterim tive que fazer estágio obrigatório de coordenação, em uma escola estadual no turno noturno, foi mais um desafio, um grande aprendizagem, somou ricamente para minha construção ter que entender e conviver com a carência, imprevistos, perigos, exaustão que uma escola publica em EJA lida cotidianamente, perceber o cansaço dos professores e gestores, mas também a esperança que alguns tinham naquilo que faziam.</div><div>Passei na pequena escola de educação infantil 2 anos, isso no turno da manhã, enquanto a tarde iniciei em outra clinica referência em tratamento de autismo como Aplicadora de ABA, sem dúvida a melhor experiência da minha jornada, cresci e aprendi coisas que a academia não me subsidiaram e que me fortaleceram grandemente para eu entender os caminhos que pretendo seguir.&nbsp;</div><div>Agora na fase final do curso, depois te ter defendido TCC, de ter feito estágio obrigatório em educação infantil em creche e em Escola, estamos estudando estágio virtualmente e aprendendo um com os outros. Hoje entre as últimas disciplinas, dou aula particular a domicílio e é mais uma grande experiência. Sem dúvidas eu amo esse curso, não é fácil, na verdade é bem difícil, mas é incrível como podemos ser tantas coisas, basta queremos as possiblidades estão aí... Vamos seguir lutando para conquista las!</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-31 04:21:38 UTC</pubDate>
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         <title>Filha de professora, professora vai ser. </title>
         <author>GabrielyRodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/mannuneves/Bookmarks/wish/1374587636</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Para o meu hoje fazer sentido, preciso explicar o meu ontem…&nbsp;<br><br>Me chamo Gabriely, tenho 24 anos, nascida e criada na cidade das mangueiras.<br>Filha única de professora de magistério, no bairro do tapanã, minha rotina sempre foi escolar. Hora, pra acompanhar minha mãe que não podia me deixar sozinha em casa, hora, pra estudar, em outro turno, na mesma escola comunitária dentro do residencial. Meus brinquedos eram os livros didáticos que ajudavam a passar o tempo enquanto minha mãe dava aula, eu a assistia todos os dias e admirava. Ela era doce e maravilhosa no que fazia, foi um prazer acompanhá-la, até os meus sete anos, quando a perdi, e quase tudo mudou, só não o meu amor e admiração pelo ser humano fantástico que me trouxe ao mundo.&nbsp;<br>Mudei de escola, de casa, de bairro, de vida. Quase nada fazia sentido sem minha mãe ao lado, e o ambiente escolar sempre me dava a sensação de estar mais perto dela. Os anos passaram e a dor nunca passou, somente aprendi a conviver com ela escondida no peito, pela necessidade de seguir a vida e viver as coisas que minha mãe esperava que eu vivesse mas não pôde acompanhar, pelo menos não fisicamente. Na nova casa, os estudos sempre foram minha principal companhia, e assim eu concluí o ensino fundamental I, II, ensino médio, até chegar no almejado curso de Pedagogia da universidade federal do Pará, de longe, uma das maiores realizações da minha vida. Dentro do curso, uma infinidade de sentimentos me acompanha, felicidade, angústia, medo, choro, curiosidade, ansiedade, chateação, faço o que amo e sempre desejei, mas isso não significa que seja uma tarefa fácil. Tudo aqui é de contínuo aprendizado, tanto acadêmico e profissional, quanto pessoal. Fiz amizades, inimizades, aprendi com as disciplinas e principalmente com as pessoas. Fui pras festas do vadião, corri atrás de ônibus no terminal, e comi no R.U. Todas essas coisas que a gente sonha em fazer quando entra na UFPA. Comecei a estagiar desde o primeiro semestre e só parei quando a pandemia chegou. Guardo com amor todas as escolas, professores, alunos, pais e funcionários que fizeram parte da construção de quem sou hoje, espero ansiosa pelos que virão, e pela profissional que serei daqui pra frente. Sinto meu sonho realizado, e fico feliz por saber quem me apresentou tudo isso ainda quando criança. Estamos sempre, mesmo que em planos diferentes, unidas, no amor de mãe e filha, e no amor à profissão.<br>Eu precisava ser professora muito mais do que meus alunos precisam de mim.&nbsp;<br><br>Com amor, Gabriely Rodrigues.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-01 07:27:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Difícil é até hoje, mas deletei entre outras a opção &quot;desistir&quot;.</title>
         <author>deyserodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/mannuneves/Bookmarks/wish/1375439185</link>
         <description><![CDATA[<div>Quilombola, nascida e criada no interior de Pontas de Pedras em uma Comunidade chamada Tartarugueiro, 26 anos, filha de pescador e dona de casa que terminaram seus estudos até o ensino fundamental a pouco mais de 5 anos, me chamo Deyse Leticia, casada, mãe de um príncipe de  56 dias de Vida, com muitos enfretamentos desde meu ingresso na Universidade Federal do Pará, minha historia é muito longa rsrs' desde a saída da minha comunidade até aqui, mas resumindo entre muito choro, renuncias, dificuldades, saudades, estou quase formando no curso que eu escolhi desde criança, olho para trás somente pra pegar impulso e continuar, não vejo a hora de formar e ser mais uma filha da minha terra que venceu todos os preconceitos e obstáculos, e ensinar com orgulho a geração que vem nascendo com ânsia de chegar até aqui, poder contar à eles sobre esse caminho me dá muito orgulho e prazer. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-01 14:03:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Não foi minha primeira opção, mas acabei me apaixonando pelo curso de pedagogia♡</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mannuneves/Bookmarks/wish/1375985560</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá meu nome é Valéria Marçal tenho 35 anos, sou mãe de uma linda menina chamada Laís de 9 anos, casada com servidor do estado Fábio meu amor. Filha com muito orgulho de Iraneide doméstica&nbsp; e Álvaro vendedor de açaí. Toda vida estudei em escola pública, mas sempre tive um sonho de ingressar na faculdade e me formar, porém como a maioria da classe trabalhadora ao terminar o ensino médio tive que ir trabalhar para ajudar na renda familiar e acabei adiando meus planos. Trabalhei em um supermercado de Belém das 8hs da manhã até às 18hs, tinha que acordar às 6hs da manhã pois, morava em Marituba ia naquele ônibus lotado e chegava em casa quase 8hs da noite por causa do engarrafamento. Até que mudaram meu horário eu casei e meu marido me deu todo apoio para começar a faculdade, saia do trabalho e ia direto para o cursinho municipal que tem em&nbsp; Marituba e depois de muito esforço e com a graça de Deus passei no ENEM, depois de dois anos no curso larguei meu trabalho pois não estava conseguindo conciliar meu tempo e a minha e aprendizagem estavam sendo prejudicados e tinham os estágios que a empresa não queria me liberar para fazer. Sei que já tive muitos momentos de dificuldades e lágrimas&nbsp; no decorrer do curso mas também de muita alegria conheci pessoas incríveis solidárias no meio dessa caminhada que está tão perto do fim. Sim meu sonho era ser psicológa amo ouvir as pessoas, mas ao ingressar na pedagogia acabei me apaixonando pelo curso e quero atuar na área, pois sei o quanto nossa educação é carente e sei que se eu puder fazer a diferença na vida de uma criança já terá válido apena todo esse sacrifício.&nbsp;<br>Valéria B. Dos Reis Marçal.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-01 16:35:13 UTC</pubDate>
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         <title>Professora experimentando-me no mundo docente</title>
         <author>liviasilva5</author>
         <link>https://padlet.com/mannuneves/Bookmarks/wish/1376299593</link>
         <description><![CDATA[<div>Revelo em mim numa inteireza consciente, de que me tornei educadora por uma necessidade, primeiramente material, e depois firmemente política, de assumir o meu protagonismo de sujeito histórico, de assumir a responsabilidade e autonomia de intervir no mundo, não como reflexo imediato dele, mas em diálogo crítico e reflexivo constante. Consciência que assumi mediada pela minha formação em Pedagogia na Universidade do Estado do Pará; como mestranda e bolsista no Programa de Pós-Graduação em Educação – currículo e formação de professores, no Instituto de Ciências da Educação (UFPA); assim como por minha vivência como doutoranda e bolsista do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais, no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (UFPA).&nbsp;</div><div>Tornei-me educadora pelos diálogos&nbsp; que estabeleci com meus educadores e pares, em apresentações orais em eventos científicos nacionais e internacionais de que tive oportunidade de participar; pela participação ativa nas reuniões de colegiado do PPGCS; pelas leituras inquietantes, pelas pesquisas documentais e de campo que pude empreender, e pelos artigos que&nbsp; construí em conjunto, na partilha, como meus orientadores e companheiros dos grupos de pesquisa – ECOS – Educação, Cultura e Organização do Sujeito (ICED); e Imagem, ética, e sociedade (IFCH).</div><div>Tornei-me educadora experimentando-me no mundo dos saberes teóricos e da experiência, do encontro com o Outro, o Outro que eu entrevistava nas pesquisas de campo, e o Outro a quem eu dividia momentos de aprendizagem como tutora à distância, professora formadora, professora substituta, professora colaboradora, e mesmo com o Outro a quem eu dedico meus escritos pedagógicos como professora conteudista – a professora Livia Silva.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Uma docente/pesquisadora, instigada pela compreensão dos fenômenos violentos e sua superação; e que intenta a partir de sua práxis contribuir para o resgate da dignidade da docência em nosso país, por ações de formação que conjuguem ação-reflexão-ação, que permitam amadurecer compreensões acerca da realidade educacional em nosso Estado, e sobre nossa realidade amazônida, firmemente calcada em princípios éticos, políticos, estéticos e porque não lúdicos.&nbsp; Experimento-me educadora num país como o nosso, arraigado de desigualdades e pobreza, que nos exigem resistência e transformação.<strong>&nbsp;</strong></div><div><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-01 18:02:41 UTC</pubDate>
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         <title>Ressignificando a dor.</title>
         <author>lannacruz98</author>
         <link>https://padlet.com/mannuneves/Bookmarks/wish/1376815308</link>
         <description><![CDATA[<div>Me chamo Lanna Cruz, tenho 23 anos, sou acadêmica de Pedagogia na Universidade Federal do Pará, nascida em Belém, filha de uma empregada doméstica e um técnico de refrigeração.&nbsp;<br>Falar do caminho que percorrir até aqui, é lembrar das minhas dores... Dores essas que escolhi ressignificar, transformá-las em motivos para continuar lutando. &nbsp;<br>Sou fruto de uma família humilde, que lutou muito pra que eu tivesse uma educação de qualidade. Minha mãe sempre dizia que eu precisava estudar pra mudar as nossas vidas. Mas por que só as nossas vidas? Por que não mudar a vida de outras pessoas? Por que não dar qualidade de vida a essas pessoas também? E assim nasceu meu amor pela docência.&nbsp;<br>Minha mãe precisou voltar pra sua cidade de origem e eu decidi ficar em Belém pra buscar meus sonhos. Depois de muita luta consegui realizar um deles. A primeira pessoa da minha família a entrar numa Universidade.&nbsp;<br>Desde o primeiro semestre fiz estágios pra me manter na universidade, sempre com educação especial. E durante esse percurso ganhei um dos maiores presentes dessa vida, o Felipe.&nbsp;<br>Felipe era um rapaz com deficiência intelectual. A vida dele também era repleta de lutas e dores: a não aceitação da sociedade. Sofreu muito por conta das práticas pedagógicas de certos professores. Mas sua inocência fazia com que ele visse a bondade em todas as pessoas. A inocência dele era uma das coisas mais bonitas de se ver.&nbsp;<br>Felipe faleceu com 15 anos, e durante nosso tempo de convivência, mesmo sendo sua professora, confesso que mais aprendi do que ensinei. Ele se tornou meu anjo.<br>E mais uma vez busquei ressignificar a dor. Transformei o luto em verbo! Hoje continuo lutando. Quero me formar, trabalhar com educação inclusiva e mudar a vida dos meus futuros alunos. É como minha mãe diz: "ela queria mudar o mundo, então escolheu ser professora"<br>Sinto que é essa minha missão na terra, então transformo minhas dores em motivos pra lutar, todos os dias eu sigo em frente.&nbsp;<br>Sigam seus sonhos e nunca desistam 🧡</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-01 21:16:14 UTC</pubDate>
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