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      <title>Linha do Tempo Yanomamis by SXS NANDO FF</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-04-19 21:11:32 UTC</pubDate>
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         <title>Povos Yanomamis Contexto:</title>
         <author>geovana180199</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os Yanomamis são um dos maiores povos indígenas conhecidos, que estão isolados da América do Sul. Eles vivem nas regiões montanhosas e florestas do Brasil e no sul da Venezuela.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-23 20:50:21 UTC</pubDate>
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         <title>1910</title>
         <author>geovana180199</author>
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         <description><![CDATA[<div>Depois de séculos vivendo isoladamente ou convivendo com outros grupos indígenas, os Yanomamis entrariam pela primeira vez em contato com a sociedade nacional. Em 1910 o SPI, (antigo órgão semelhante a Funai) se instalou em regiões próximas as aldeias Yanomamis.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-23 21:03:22 UTC</pubDate>
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         <title>1940</title>
         <author>geovana180199</author>
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         <description><![CDATA[<div>A partir do encontro entre os povos Yanomamis e a sociedade nacional, outros grupos ocuparam a área povoada. Funcionários do SPI, missionários, viajantes e caçadores e no mesmo ano, equipes que, o governo brasileiro, para a delimitação da fronteira Brasil - Venezuela, acabaram entrando em contato com o povo Yanomami.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-23 21:11:47 UTC</pubDate>
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         <title>1960</title>
         <author>geovana180199</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nesse ano, a abertura de alguns postos do SPI, e várias missões católicas e evangelísticas estabeleceram os primeiros contatos permanentes com o povo. Esse alto fluxo de pessoas, fez com que diversas doenças foram levadas paras as aldeias indígenas, resultando na morte de diversos Yanomamis, principalmente gripes, sarampo e malária. Duas aldeias inteiras desapareceram por conta das doenças trazidas pelos invasores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-23 21:18:27 UTC</pubDate>
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         <title>1964</title>
         <author>geovana180199</author>
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         <description><![CDATA[<div>Com o começo da ditadura o governo  decidiu ir para a região para a construção de estradas, projetos de colonização, fazendas, etc.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-23 21:21:12 UTC</pubDate>
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         <title>1970</title>
         <author>geovana180199</author>
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         <description><![CDATA[<div>No início dos anos 70, o governo militar decidiu construir uma estrada que cortava a Amazônia ao longo da fronteira norte. Sem algum aviso prévio, vários tratores percorreram a comunidade Yanomami Opiktheri. Foi nesse ano que se iniciarão os primeiros focos de garimpo ilegal na região.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-23 21:26:36 UTC</pubDate>
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         <title>1970-1980</title>
         <author>geovana180199</author>
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         <description><![CDATA[<div>O projeto de levantamento de recursos amazônicos RADAM, detectou a existência de diversos recurso como jazidas minerais na região. A alta publicidade de uma potencial extração de recursos minerais dos territórios Yanomami, desencadeou um movimento progressivo de invasão garimpeira, que se agravou no final dos anos 80. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-23 21:31:06 UTC</pubDate>
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         <title>1980</title>
         <author>geovana180199</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1980, os Yanomamis sofreram gravíssimos problemas com o garimpo ilegal. Cerca de 40 mil garimpeiros invadiram as aldeias Yanomamis. Atiravam neles, destruíram muitas aldeias e os expuseram a doenças que eles não tinham imunidade o suficiente.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-23 21:37:17 UTC</pubDate>
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         <title>1980-1990</title>
         <author>geovana180199</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pistas clandestinas para o garimpo foram abertas nos cursos superiores do Rio Branco. O número estimado de garimpeiros na região, era de cerca de 30 a 40 mil, cerca de cinco vezes maio a população indígena que residia ali.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-23 21:40:16 UTC</pubDate>
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         <title>1992</title>
         <author>geovana180199</author>
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         <description><![CDATA[<div>Depois de uma longa campanha internacional , liderada por David Kopenawa Yanomami, pela Survival, e pela Comissão Pró Yanomami, em 1992, as terras Yanomamis no Brasil foram finalmente demarcadas, e ficariam conhecidas como Parque Yanomami e os garimpeiros foram expulsos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-23 21:44:35 UTC</pubDate>
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         <title>1993</title>
         <author>geovana180199</author>
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         <description><![CDATA[<div>Porém em agosto de 1993 ocorreu o "Massacre de Haximu". O Brasil tomaria conhecimento de um crime bárbaro feito por garimpeiros. Homens, mulheres, crianças e idosos habitantes das regiões montanhosas foram executadas a sangue frio. Segundo dados cerca de 16 pessoas foram mortas, mas os indígenas dizem que foram quase 200 pessoas mortas. O caso foi julgado três anos depois em 1996, onde o juiz concordou que o caso se tratava de uma tentativa de extermínio, de um genocídio. A verdade é que a chacina não aconteceu de repente, mas foi construída com tempo ao longo de um atrito constante entre garimpeiros e a comunidade Yanomami.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-23 22:09:18 UTC</pubDate>
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         <title>2000</title>
         <author>geovana180199</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nesse ano, os Yanomamis enfrentaram diversos problemas. O garimpo ilegal continuaria a acontecer. Mas por outro lado, foi em 2000 que os indígenas ganhariam reconhecimento e mais direitos. Demarcação de terras, criação do Conselho Indígena Yanomami e Ye' Kwana, que representava os desejos dos povos Yanomami e Ye' Kwana, em questões relacionadas a, educação, saúde, meio ambiente e em especial, direitos humanos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-23 22:58:15 UTC</pubDate>
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         <title>2014</title>
         <author>geovana180199</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 2014 houve a inauguração do Posto de Vigilância e Contato, uma medida que ajudaria a proteger os povos Yanomamis do garimpo ilegal. Nesse mesmo ano a Funai fez uma denúncia , sobre o aumento de casos de garimpo ilegal nas terras indígenas. Segundo a Funai, a invasão estaria causando prejuízos ambientais, além de ameaçar a sobrevivência do povo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-23 23:07:47 UTC</pubDate>
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         <title>1967</title>
         <author>geovana180199</author>
         <link>https://padlet.com/geovana180199/khxa4mybcxrahncc/wish/2564866944</link>
         <description><![CDATA[<div>Aqui, aconteceria uma dos coisas mais importantes, a criação da Funai (Fundação Nacional dos povos Indígenas), que tem como principal objetivo, a proteção e a promoção dos direitos dos povos indígenas que vivem em território nacional. O órgão foi instituído em 1967, por meio da lei n° 5.371, e estaria substituindo o SPI (Serviço de Proteção ao Índio).</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-23 23:13:21 UTC</pubDate>
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         <title>2016</title>
         <author>geovana180199</author>
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         <description><![CDATA[<div>Aqui, o maior problema já estaria acontecendo.&nbsp;<br>Em julho de 2016, um grupo de garimpeiros invadiu a Terra Indígena Yanomami, no estado de Roraima, causando conflitos e violência na região. Os Yanomami relataram a presença de cerca de 5.000 garimpeiros em seu território, que estavam explorando ouro ilegalmente e destruindo o meio ambiente. A invasão dos garimpeiros levou a uma série de problemas, incluindo a contaminação de rios e córregos com mercúrio, uma substância tóxica usada no processo de extração do ouro, que pode causar graves danos à saúde humana e ao meio ambiente. Além disso, a presença dos garimpeiros aumentou a propagação de doenças entre os Yanomami, que são vulneráveis a doenças introduzidas pelos não-indígenas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-23 23:15:10 UTC</pubDate>
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         <title>2018</title>
         <author>geovana180199</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 2018 e nos anos seguintes, houve um aumento no número de mortes, por desnutrição dos povos Yanomamis. De 2015 a 2018, morreram cerca de 41, já de 2018 a 2022, cerca de 177 indígenas morreram por desnutrição.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-23 23:49:24 UTC</pubDate>
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         <title>2022</title>
         <author>geovana180199</author>
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         <description><![CDATA[<div>Tomou-se conhecimento nacional da crise Yanomami. Dados mostram que de 2019 a 2022, 570 crianças, morreram, muitas delas de fome e de doenças como malária. Nesse ano cerca de 70% de 30 mil indígenas contraíram malária.&nbsp;<br>Todos esses problemas são decorrentes do garimpo ilegal, somente em 2022, o garimpo ilegal chegava a 5 mil hectares, um aumento de 300% em relação a 2018.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-23 23:53:24 UTC</pubDate>
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         <title>Nesse mesmo ano</title>
         <author>geovana180199</author>
         <link>https://padlet.com/geovana180199/khxa4mybcxrahncc/wish/2564889646</link>
         <description><![CDATA[<div>"Após vários alertas feitos ao governo brasileiro sobre a grave situação humanitária enfrentada pelos indígenas yanomami que vivem em comunidades no norte do Brasil, "as medidas tomadas foram claramente insuficientes". Foi o que falou Jan Jarab, representante na América do Sul do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH). Segundo ele, uma reunião teria sido feita com representantes dos três poderes para compartilhar sua preocupação diante dos relatos de invasão de garimpeiros, violência, desnutrição e péssimas condições de saúde que ouviu das lideranças indígenas. Mas, segundo ele, os encontros não surtiram muito efeito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-23 23:55:52 UTC</pubDate>
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