<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Portfólio de aprendizagem  by Hellen Oliveira</title>
      <link>https://padlet.com/hellenolicamilo/kghadjfy4k8hnwbg</link>
      <description>Crítica de mídia e políticas editoriais</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-20 17:27:14 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-05-25 00:58:04 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>A polifonia</title>
         <author>hellenolicamilo</author>
         <link>https://padlet.com/hellenolicamilo/kghadjfy4k8hnwbg/wish/2129686029</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com Marcia Benetti, em <em>Análise do Discurso em Jornalismo: estudo de vozes e sentidos: </em>"Sem polifonia, no sentido da perspectiva de Ducrot, estamos diante de um discurso falsamente plural".<br>A diversidade de vozes, um dos valores que mais busco atender em minhas produções, que sempre me motivou a seguir no jornalismo e que me deixa animada em todas as aulas que é colocado em pauta voltou à tona agora, no penúltimo semestre do curso. A pequena frase acima, retirada do material complementar da aula, foi o suficiente para me fazer buscar mais sobre Ducrot e, consequentemente, me deixar admirada pelo parisiense de 91 anos que segue ativo no meio acadêmico.&nbsp;<br>Após a eufórica descoberta sobre o linguista e o impacto da frase passo, agora, a refletir melhor sobre a influência da busca por produções polifônicas em um material de maior qualidade a ser entregue para o leitor/ouvinte/telespectador. Isso porquê, mesmo que não seja possível encontrar vozes diversas para compor a lista de fontes, a intenção do locutor principal, o repórter, já guiará a produção para este lado. Uma diferença, entre polifonia e pluralidade, que eu não tinha notado até aqui, na leitura que me fez compreender a existência de locutores e enunciadores, mesmo tendo contato com os termos desde o primeiro semestre do curso.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-04-05 00:40:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hellenolicamilo/kghadjfy4k8hnwbg/wish/2129686029</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estudo das vozes</title>
         <author>hellenolicamilo</author>
         <link>https://padlet.com/hellenolicamilo/kghadjfy4k8hnwbg/wish/2129743206</link>
         <description><![CDATA[<div>No texto de Marcia Benneti somos apresentados ao estudo das vozes na análise do discurso, que é o entendimento da existência de locutores e enunciadores dentro de um produto, o que amplia as opções de como construir um novo material no meio jornalístico, seja ele com vários locutores e apenas um enunciador ou vice-versa.<br>Com a atividade de analisar o discurso de uma matéria atual me deparei com muitas dúvidas sobre os termos e reli o material de apoio algumas vezes até chegar a uma conclusão, mesmo ainda não tendo certeza da mesma (a matéria escolhida tinha um ou dois enunciadores?), apesar do consenso com os colegas que realizaram a atividade comigo.<br>Devido ao meu grande interesse por arte, em especial música e literatura, aquelas que se baseiam em palavras, e ao desejo de me aprofundar em produções que gosto e me inspiram parti para algumas análises de vozes, que me fizeram chegar a algumas conclusões novas. Com uma sede de originalidade e veracidade adoro acompanhar artistas que estão à frente de suas músicas como compositores, o que sempre me intrigou por perceber a relação entre a verdade da história contada na música e em sua história pessoal, que sei por acompanhar o cantor nas mais diversas mídias. E nesses casos o motivo da intriga é simples: muitas vezes o artista que carrega aquela música não é o único compositor, revelando a existência de outros locutores que podem ser os responsáveis pela criação de outros enunciadores, o que, ao meu ver, acontece sempre na música e na arte em geral, já que sempre temos diferentes interpretações do produto entregue. Mais do que isso, por mais que a composição seja exclusiva de uma pessoa, é provável que a produção musical seja de outra pessoa, nos levando de volta aos diversos locutores e enunciadores. E se, em último caso, a letra, melodia, produção e mais sejam todos da mesma pessoa, podemos dizer que apesar de um locutor temos diferentes enunciadores. Afinal, nem tudo foi feito ao mesmo tempo e o exercício das diferentes fases pode gerar essas interpretações/enunciadores diferentes.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-04-05 01:23:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hellenolicamilo/kghadjfy4k8hnwbg/wish/2129743206</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Enunciadores na música </title>
         <author>hellenolicamilo</author>
         <link>https://padlet.com/hellenolicamilo/kghadjfy4k8hnwbg/wish/2129758158</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Happier Than Ever</em>, o segundo álbum de Billie Eilish,&nbsp;tem exatamente a mesma ficha técnica em todas as 16 faixas: Composição por Billie Eilish e Finneas, Produção de Finneas e Interpretação por Billie Eilish, claro. Finneas, irmão da cantora, pode ser considerado o locutor 2 do álbum, seguido da própria Billie, a locutora 1. Isto, por sua vez, pode levar ao entendimento de dois enunciadores, porque independentemente da história contada ser a de Billie, o irmão estava presente em todos os momentos de sua vida e viu eles acontecendo por outro ângulo, o de espectador. Isso, na hora da composição e da produção colocou em jogo sua narrativa para aqueles fatos e transformou a narrativa de Billie, que escolheu dar ouvidos às ideias de Finneas em vários momentos.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://open.spotify.com/album/0JGOiO34nwfUdDrD612dOp?si=IvhhPtZiRqigjxt0bArU0g" />
         <pubDate>2022-04-05 01:34:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hellenolicamilo/kghadjfy4k8hnwbg/wish/2129758158</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>hellenolicamilo</author>
         <link>https://padlet.com/hellenolicamilo/kghadjfy4k8hnwbg/wish/2131689915</link>
         <description><![CDATA[<div>No mural construído em conjunto no Miro ressaltamos características da pós-verdade, como alguns comportamentos das pessoas nos tempos atuais, em que elas apresentam altos questionamentos sobre a ciência, especialmente quando as explicações científicas não correspondem aos seus desejos e interesses. Ignorância, falsidade, negação, teimosia e hipocrisia são algumas das palavras mais utilizadas no quadro, para retratar a pós-verdade, o que vai contra o exercício do jornalismo. Isso pode nos levar a várias, e preocupantes, conclusões: a existência de um jornalismo pouco crítico e tendencioso, feito para agradar um lado; em contrapartida, ataques contra a imprensa ao se deparar com produções que não correspondem a certas visões de mundo; um estacionamento na evolução crítica de comunicação e de pensamento da população, pois sem esforço não se sabe muito o que é falado nas áreas que não são de seu interesse, devido aos algoritmos; a perda de qualidade nas produções, devido ao desejo de imediatismo. Tudo isso, por sua vez, são pontos de atenção que precisam ser levados em consideração por jornalistas, para que ocorra a realização de um trabalho ético e de qualidade. O que, ao final, me faz questionar a importância de colocar a pós-verdade em pauta na grande mídia, assim como a relevância dessa disciplina, que nos faz refletir sobre a influência desse modelo de pensamento em nossa sociedade. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-04-06 00:48:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hellenolicamilo/kghadjfy4k8hnwbg/wish/2131689915</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A arte contra a pós-verdade</title>
         <author>hellenolicamilo</author>
         <link>https://padlet.com/hellenolicamilo/kghadjfy4k8hnwbg/wish/2131708579</link>
         <description><![CDATA[<div>Importante ferramenta crítica na sociedade, a música não só expressa a identidade de uma época, mas também ajuda a combater alguns dos malefícios de seu tempo. Atualmente, especialmente no cenário musical brasileiro, vemos o início de uma movimentação em prol da arte, ou seja, artistas dos mais variados gêneros musicais se juntando para realizar trabalhos em colaboração, o que expande a visão das comunidades de gêneros musicais e vai contra as ideias de desejos específicos da pós-verdade. Como exemplo, temos artistas consolidados na cena na década de 1980 convidando artistas da nova geração, como é o caso de Nando Reis e Jão, que realizaram parceria na regravação da música "Sim", de Nando, trazendo essa visão e expressão pouco conhecida pelos jovens do mundo atual à tona, para o público de Jão, que é majoritariamente adolescente e no início da idade adulta.<br>Em outro caso, temos a colaboração do funkeiro Kevin O Chris com o pagodeiro Ferrugem, na música "Romance Proibido" (https://open.spotify.com/track/7AhIaMofrzYgVn4k0zWDMB?si=6a3860298b1b4dd3), estilos musicais que eram inimagináveis vermos juntos alguns anos atrás.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://open.spotify.com/track/1CDItzs1Ud0u9PDKdJgrio?si=4f3ac37baef14ff6" />
         <pubDate>2022-04-06 01:03:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hellenolicamilo/kghadjfy4k8hnwbg/wish/2131708579</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>hellenolicamilo</author>
         <link>https://padlet.com/hellenolicamilo/kghadjfy4k8hnwbg/wish/2131747241</link>
         <description><![CDATA[<div>A informação apurada, tratada e publicada por um jornalista nada mais é do que um serviço à sociedade. Como qualquer outro serviço, o público espera qualidade, cuidado e identificação, este último que podemos observar de maneira mais frequente nos meios de comunicação atual, com as marcas buscando cada vez mais a inclusão de minorias em suas campanhas e as pessoas pertencentes a esses grupos se manifestando cada vez mais sobre a influência desses trabalhos. Ou seja, mais do que qualquer outro serviço, o jornalismo tem o papel de representar as minorias e dar voz às suas necessidades, revelando aí valores da profissão que precisam ser atendidos, como a pluralidade e a democracia, os mais importantes, em minha opinião.<br>Na enquete sobre valores jornalísticos mais relevantes fiquei admirada em ver que estes são alguns dos mais votados, pois foi pensando indiretamente neles que decidi cursar jornalismo, para promover um diálogo que chegue até as minorias, atenda suas demandas e que, de alguma forma, cause algum impacto positivo, como a reportagem que realizei na matéria de Jornalismo e Geografia das Cidades, em que demos voz a um centro cultural da periferia de São Paulo, em Artur Alvim, que raramente recebe ajuda da prefeitura para manter suas atividades.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-04-06 01:30:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hellenolicamilo/kghadjfy4k8hnwbg/wish/2131747241</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Valores jornalísticos intrínsecos à arte</title>
         <author>hellenolicamilo</author>
         <link>https://padlet.com/hellenolicamilo/kghadjfy4k8hnwbg/wish/2131767824</link>
         <description><![CDATA[<div>Como citei produções musicais como reflexões complementares aos temas vistos em aula nos tópicos anteriores não poderia deixar de trazer algumas considerações a este também. <em>Beijo de Judas</em>, álbum de estreia de Carol Biazin, cantora e compositora brasileira que foi até a final da edição de 2017 do programa <em>The Voice Brasil</em>, da Globo, traz alguns pontos interessantes que se relacionam a critérios buscados pelo jornalismo. Na faixa título, Carol faz uma crítica à indústria da música e a sugestões feitas em sua carreira, expressando seu descontentamento com algumas situações que teve que enfrentar, como no trecho "A galera até que curte seu som / Mas se jogar a bunda no chão vai dar bom", mostrando a sua busca por liberdade de expressão individual e até mesmo a busca de outros por engajamento e interesse do público em sua carreira. <br>Em um relacionamento de anos com outra mulher, Carol Biazin sempre falou sobre isso em suas composições, o que antigamente era mais difícil ver ser expressado com tanta naturalidade. Na faixa <em>Tentação</em>, em parceria com Luísa Sonza, por exemplo, ela explicita isso, principalmente no clipe, e tem a possibilidade de levar mais adiante, visto que o número de fãs de Luísa é bem maior que o seu. O que acaba revelando a pluralidade e representação das minorias, aqui a comunidade LGBTQ+.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://open.spotify.com/album/1xX3pKCNf3ZQ1gmaXKu0Zd?si=eiZ9ubkaTXqVPqp1PdPcPg" />
         <pubDate>2022-04-06 01:44:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hellenolicamilo/kghadjfy4k8hnwbg/wish/2131767824</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Renovação</title>
         <author>hellenolicamilo</author>
         <link>https://padlet.com/hellenolicamilo/kghadjfy4k8hnwbg/wish/2197555681</link>
         <description><![CDATA[<div>Os critérios de noticiabilidade, mesmo que não sejam pensados no momento da construção jornalística, estão presentes em todas as matérias. Eles ditam os assuntos que merecem ser pautados, o que, por sua vez, acaba gerando uma repetição de assuntos, ou seja, pautas com características parecidas estão sempre mais em alta do que pautas que não se enquadram nos critérios de noticiabilidade. A partir disso, podemos traçar um paralelo com a música&nbsp;<em>O Tempo Não Para</em>, de Cazuza. Na faixa, ele critica duramente a sociedade e o país, diz que vê o futuro repetir o passado, como se o povo estivesse estacionado, não evoluísse, o que podemos comparar com o jornalismo, já que os critérios de noticiabilidade se mantém os mesmos há décadas e novas notícias acabam relembrando acontecimentos antigos com as mesmas características.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://open.spotify.com/track/10C3nAydzBvNfaY86NwUuA?si=428c396088e74b4e" />
         <pubDate>2022-05-24 11:44:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hellenolicamilo/kghadjfy4k8hnwbg/wish/2197555681</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Infodemia</title>
         <author>hellenolicamilo</author>
         <link>https://padlet.com/hellenolicamilo/kghadjfy4k8hnwbg/wish/2197574259</link>
         <description><![CDATA[<div>Com os diversos meios e plataformas de comunicação, o acesso à comunicação é cada vez mais facilitado, especialmente devido ao rápido avanço da tecnologia e sistemas de internet. Isso, por sua vez, gera um excesso de informações, muitas vezes não confiáveis, o que causa sobrecarga no indivíduo, que não consegue absorver tudo que é oferecido. Outro ponto é que, justamente nas mídias sociais e internet, os meios em que a informação é distribuída de forma mais rápida, as pautas e a entrega de conteúdos são manipuladas pelos algoritmos, ou seja, a pessoa recebe aquilo que mais interessa a ela, conteúdos parecidos com o que ela mais interage, gerando comunidades nichadas e, possivelmente, em alguns casos, comunidades desinformadas. Por outro lado, essa comunidade nichada, por receber diversos conteúdos sobre um assunto específico, possui melhor capacidade para refletir e criticar o que acontece naquela área. Pessoalmente, consumo muito conteúdo sobre música brasileira e a nova geração de artistas, e isso acaba gerando recomendações de novos artistas e seus trabalhos, o que me leva a um maior conhecimento sobre a indústria da música brasileira e todos os seus processos, me colocando como crítica e apoiadora da cena, sempre demandando mudanças que podem trazer reconhecimento e apoio aos que precisam.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-24 12:00:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hellenolicamilo/kghadjfy4k8hnwbg/wish/2197574259</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Paradoxo da informação</title>
         <author>hellenolicamilo</author>
         <link>https://padlet.com/hellenolicamilo/kghadjfy4k8hnwbg/wish/2197587867</link>
         <description><![CDATA[<div>A informação nada mais é do que o relato de acontecimentos e experiências. No jornalismo, escolhidas de acordo com os critérios de noticiabilidade. Para Jorge Larossa, a experiência é o que acontece a alguém e gera um significado, um marco na vida. Atualmente, com as mídias sociais, vivemos em um mundo em que tudo precisa ser compartilhado, em sua grande maioria coisas boas. Isso gera uma nova infodemia, um excesso de informações, de experiências boas das outras pessoas, causando problemas na saúde mental, nos fazendo pensar que a vida das outras pessoas é perfeita e só a nossa que não, assunto que tem sido discutido recentemente com o indagamento: "E fora dos stories, você tá bem?".<br>Entretanto, esse compartilhamento de experiências pessoais na internet muitas vezes não é assertivo. Tomando como exemplo uma experiência pessoal, tenho ido em muitos shows recentemente e no dia 21 de maio tive a oportunidade de ir ao show da minha banda internacional favorita, o que me rendeu muitos stories e compartilhamentos sobre o assunto em minhas redes sociais e, consequentemente, muitos comentários de que estou indo em muitos shows e aproveitando demais. Sim, realmente estou, mas o caminho até ali foi longo e desafiador, uma história que pode ser lida no meu post.&nbsp;<br>Este é o exemplo de uma experiência na mais pura explicação de Larossa, mas que teve uma parte contada nos stories no dia do show e outra parte na publicação no dia posterior, mas que mesmo assim ainda não é toda a história.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.instagram.com/p/Cd4lBZmMZUS/?utm_source=ig_web_copy_link" />
         <pubDate>2022-05-24 12:11:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hellenolicamilo/kghadjfy4k8hnwbg/wish/2197587867</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>hellenolicamilo</author>
         <link>https://padlet.com/hellenolicamilo/kghadjfy4k8hnwbg/wish/2198499544</link>
         <description><![CDATA[<div>Partindo do ponto de que o jornalismo retrata a realidade com o intuito de ampliar o conhecimento das pessoas sobre o que acontece no mundo e esse exercício é realizado com base em valores profissionais como pluralidade e democracia, é preciso que os profissionais da área sejam das mais diversas etnias e culturas, para, assim, expandir os formatos de cobertura, reflexão e representatividade. O problema é que isso não é a realidade e está longe de ser alcançado. Por mais que tenhamos jornalistas negros, da comunidade LGBTQ+, indígenas e muito mais, a imensa maioria é branca e moradora de regiões mais privilegiadas, como podemos analisar nos perfis do jornalista brasileiro, realizados em 2012 e 2018.<br>Para que o futuro possua um jornalismo mais próximo dos critérios apresentados algumas ações precisam ser realizadas e a diversidade nas redações deve ser cada vez maior, assim toda a população tende a ganhar e, com esperança, se desenvolver melhor.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-05-25 00:58:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/hellenolicamilo/kghadjfy4k8hnwbg/wish/2198499544</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
