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      <title> DIÁRIO DE APRENDIZAGEM by Jose C Boto</title>
      <link>https://padlet.com/jc_botto/kfpl8ch09ozo</link>
      <description>Formação - Autonomia e Flexibilidade Curricular</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-01-25 12:50:55 UTC</pubDate>
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         <title>A.3.2. CARTA DE APRESENTAÇÃO</title>
         <author>jc_botto</author>
         <link>https://padlet.com/jc_botto/kfpl8ch09ozo/wish/224614986</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>José Carlos O. S. Boto</strong>, professor profissionalizado de Biologia e Geologia (grupo 520) desde 2001.<br><br></div><div>Lecionei mais de uma década no Ensino Público onde fui docente do ensino básico e secundário regular, mas também de currículos alternativos e formação de adultos (EFA e RVCC). Tive a oportunidade de desempenhar vários cargos como Direção de Turma, Direção de Instalações, Coordenação de Disciplina e Mediador EFA.<br><br></div><div>Atualmente sou professor de Ciências Naturais do 2º e 3º ciclo no Colégio do Grémio de Instrução Liberal de Campo de Ourique, onde desempenho também a função de Diretor de Turma e Coordenador do 3º ciclo e, por inerência, integro o Conselho Pedagógico.<br><br></div><div>Ao longo do meu percurso profissional tive o privilégio de integrar e desenvolver projetos relacionados com Educação Ambiental, área onde fiz voluntariado; Educação para a Saúde; Cidadania e prevenção do abandono escolar. <br><br></div><div>Desde 2015, no Colégio onde leciono, integro um projeto interdisciplinar e transversal a todos os níveis de ensino designado <em>Saber+</em> através do qual se pretende dinamizar práticas pedagógicas colaborativas e enriquecedoras do saber, com uma forte incidência na cidadania.<br><br></div><div>Creio que a implementação do PAFC, em regime de experiência pedagógica, consiste numa nova oportunidade de reflexão sobre as praticas pedagógicas e de liberdade para a sua implementação de acordo com o contexto do projeto educativo específico de cada escola. <br><br></div><div>Espero que a partilha de ideias e atividades resultante desta formação permita o enriquecimento pessoal e o desenvolvimento das competências pedagógicas individuais e coletivas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-25 13:00:42 UTC</pubDate>
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         <title>1.2. OS DESAFIOS QUE SE COLOCAM À EDUCAÇÃO</title>
         <author>jc_botto</author>
         <link>https://padlet.com/jc_botto/kfpl8ch09ozo/wish/232732912</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><br>"À escola pede-se que prepare os jovens para que sejam capazes de construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo global".<br><br></em></strong>Ao longo dos tempos, a Escola, enquanto veículo de transmissão cultural e de formação do ser humano, foi tendo o desafio de se atualizar para acompanhar a evolução da sociedade. <br><br></div><div>Quando os desafios colocados pelo desenvolvimento tecnológico e social obrigaram a uma mudança de paradigma social, a escola teve de se reinventar. O desafio da mudança não é, portanto, novo. Novos são os desafios deste virar de século e que já vínhamos a prever há pelos menos duas décadas e que agora reconhecemos e assumimos. <br><br>Agora, em pleno século XXI, espera-se da Escola que definitivamente:<br>           - mude a sua forma de pensar e agir;</div><div>           - promova a autonomia, a criatividade e o espírito de iniciativa</div><div>           - procure soluções eficazes para os desafios contemporâneos;</div><div>           - transmita e desenvolva conhecimentos, competências, atitudes e valores;</div><div><br></div><div>O contexto educativo tem de assumir na sua prática a concretização de atividades pedagógico-didáticas que concorram para o que da escola se espera.<br><br></div><div>A escola deve recuperar a missão humanista na formação de cidadãos felizes, interventivos, solidários, autónomos e críticos na busca do bom e do belo do mundo e do ser.<br><br></div><div>As atividades desenvolvidas devem abrir o mundo ao alunos e trazer o mundo para dentro da escola. Intervir na área geográfica através de visitas exploratórias, protocolos, oficinas de trabalho ou estágios com entidades de investigação e ensino ou empresas constituem momentos de aprendizagem significativa que desenvolvem nos alunos uma percepção crítica e competências para agir no mundo real.<br><br></div><div>A cidadania deve ser uma dimensão transversal a todas a atividades desenvolvidas na escola. A escola deve antecipar os desafios civilizacionais e preparar os alunos para serem resilientes e a desenvolverem a capacidade de liderar, cooperar, aprender e adaptar-se ao longo da vida.<br><br></div><div>A metodologia de trabalho de projeto deveria passar a ser a norma das atividades pedagógicas. Os alunos devem ser agentes ativos na construção da sua aprendizagem, nomeadamente através da pesquisa de informação e na resolução de problemas desenvolvendo competências sociais ao trabalharem com diversos alunos de diferentes turmas com diferentes perfis. <br><br></div><div>A metodologia de projeto implica a transdisciplinaridade e interdisciplinaridade ao envolver várias áreas do conhecimento na resolução de problemas. Aos professores solicitam-se que sejam mais mediadores das aprendizagens do que apenas transmissores de conhecimento. A Escola terá de passar de um local de transmissão unidirecional para um local de construção em rede. <br><br></div><div>A escola que conseguir responder positivamente aos desafios colocados pela sociedade contemporânea e do futuro será aquela que também potenciará a motivação dos alunos.<br><br></div><div><em><sup>Reflexão pessoal elaborada a partir de uma profícua discussão com as colegas Paula Almeida e Vera Malaquias, a quem agradeço.</sup></em></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-18 18:51:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1.3. O PERFIL DOS ALUNOS E A ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA</title>
         <author>jc_botto</author>
         <link>https://padlet.com/jc_botto/kfpl8ch09ozo/wish/232754022</link>
         <description><![CDATA[<div><br><em>COMO PODE A ESCOLA ORGANIZAR-SE PARA GARANTIR QUE TODOS OS ALUNOS ATINJAM O PERFIL?</em><br><br>O desenvolvimento do perfil dos alunos é uma tarefa comunitária.</div><div><br></div><div>A Escola poderá desempenhar um papel catalizador entre os vários agentes responsáveis pela formação de um indivíduo. No entanto, é a comunidade que deve garantir à Escola as condições para esta que possa cumprir o seu desígnio.<br><br></div><div>Parece-me fundamental partir de uma análise e reflexão da organização da escola atual e, tendo subjacente os princípios orientadores e a visão do perfil do aluno, partir para a construção de um novo modelo de Escola.<br><br></div><div>Uma restruturação na forma de fazer e pensar a Escola implica tempo, pelo que, no imediato, será necessário resolver o problema de como fazer a transição do modelo atual para o que se pretende alcançar no futuro próximo.<br><br></div><div>Ao intersetar os princípios do perfil do aluno e o modelo organizacional atual surgem alguns aspetos onde haverá necessidade de mudança:<br><br></div><div><strong><em>- Repensar o desenho curricular. <br></em></strong>O perfil do aluno pressupõe a aquisição de competências transversais através da transdisciplinaridade e de uma grande articulação entre áreas de saber ao contrário da compartimentação por disciplinas isoladas. A flexibilização dos programas deveria ser uma possibilidade para que cada escola autonomamente potencie a articulação e elimine a sobreposição.<br><br></div><div><strong><em>- Flexibilizar o horário docente. <br></em></strong>Os professores fazem a escola e todo o seu trabalho é atividade docente. É imperativo criar condições para seja possível ao docente gerir e realizar todo esse trabalho na escola, no tempo legal e  necessário, devolvendo a tranquilidade exigida à profissão. A organização escolar deverá contemplar nas horas legais de trabalho e ao longo do ano letivo o tempo para o docente mediar, assistir, apoiar, refletir, aprender, avaliar, trabalhar em equipa, coordenar, reunir,... Assim, o professor assume a escola a tempo inteiro, gerindo o seu trabalho e evitando que a carga horária excessiva e a burocracia continuem a diminuir o seu tempo útil.<br><br></div><div><strong><em>- Reduzir o número de alunos atribuídos a um professor. </em></strong>Desenvolver um perfil para que o sucesso seja acessível a todos os alunos implica uma árdua tarefa de acompanhamento e mediação. Para garantir que cheguemos a todos os alunos e que todos atinjam o perfil, temos de repensar o rácio aluno/professor, tanto quanto o número de alunos por turma.<br><br></div><div><strong><em>- Flexibilizar o espaço escolar. </em></strong><br>O lugar onde se aprende deixará de ser a sala de aula tradicional para ser um espaço fluído entre vários recursos que incluem espaços de trabalho cooperativo, com acesso a plataformas de informação ou ferramentas criativas e experimentais, às quais o alunos recorre à medida das suas necessidades e do momento de aprendizagem.<br><br></div><div><strong><em>- Restruturar a  hierarquia da escola. </em></strong><br>Passagem para uma hierarquia horizontal com supervisão do organismo central. A tomada de decisão poderá ser mais democrática e descentralizada tomada por conselhos (de Escola, de áreas de competência de projecto, ...)<br><br></div><div><strong><em>- Diversificar os métodos de avaliação. </em></strong><br>Uma escola diferenciadora, inclusiva e potenciadora dos valores e missão do perfil do aluno deve repensar a forma como certifica as áreas de competência ao longo do ensino obrigatório. Deve ainda refletir sobre a pertinência dos exames nacionais ou o método de seleção para o acesso ao ensino superior.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-18 21:13:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2.2. TRICIDER: O PERFIL DOS ALUNOS E O DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS</title>
         <author>jc_botto</author>
         <link>https://padlet.com/jc_botto/kfpl8ch09ozo/wish/232761859</link>
         <description><![CDATA[<div>O perfil dos alunos assenta em princípios e valores essenciais para o desenvolvimento do potencial individual de cada aluno, dotando-o de competências essenciais (<em>as raízes</em>) para compreender e interpretar o mundo e expandindo para competências superiores (<em>as asas</em>) através das quais pode integrar-se, agir e criar no mundo, contribuindo para a realização coletiva e pessoal. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-18 22:15:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2.4. FÓRUM: DISCUSSÃO SOBRE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS</title>
         <author>jc_botto</author>
         <link>https://padlet.com/jc_botto/kfpl8ch09ozo/wish/232774439</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste momento do Projecto de Autonomia e Flexibilização Curricular, penso que as Aprendizagens Essenciais constituem orientações programáticas que poderão ajudar a decidir sobre como fazer flexibilização a partir de 25% do currículo. O impacto das AE e das restantes medidas do PAFC será  visível quando cada escola conseguir inscrever no seu currículo  próprio, fazendo uso dos tais 25%, da articulação transdisciplinar. <br><br>Penso ainda que para a concretização do Perfil do Aluno e desta "nova escola" que hoje se esboça, outras questões começam a emergir que me fazem questionar, numa atitude construtiva, a própria questão formulada neste fórum. Seria mais impactante definir aprendizagens essenciais por ano letivo ou um referencial por ciclo, deixando as escolas decidir como distribuir ou aprofundar esse referencial? </div><div><br>Fará ainda sentido compartimentar o ensino nas tradicionais disciplinas, com programas distintos e impermeáveis?</div><div><br>Ou poderemos aproveitar para definir AE por por grandes áreas de competência, resolvendo as incompatibilidades temporais do desenho atual e facilitando, logo a nível central, a transdiciplinaridade? <br><br></div><div>E, por último, fará ainda sentido referirmo-nos à "sala de aula" tradicional ou teremos já que imaginar outros espaços de aprendizagem alternativos?  Pessoalmente, imagino que a escola e as práticas pedagógicas que se pretendem reclamam espaços fluidos, em rede, colaborativos que poderão até ter novas nomenclaturas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-19 00:01:16 UTC</pubDate>
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         <title>2.6. MAPA DE IDEIAS</title>
         <author>jc_botto</author>
         <link>https://padlet.com/jc_botto/kfpl8ch09ozo/wish/232783916</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-19 01:27:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>MÓDULO 0   Introdução</title>
         <author>jc_botto</author>
         <link>https://padlet.com/jc_botto/kfpl8ch09ozo/wish/232986168</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-19 16:51:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>MÓDULO 4   Dinâmicas de Trabalho e Práticas Pedagógicas</title>
         <author>jc_botto</author>
         <link>https://padlet.com/jc_botto/kfpl8ch09ozo/wish/232986736</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-19 16:53:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>MÓDULO 2   Aprendizagens Essenciais</title>
         <author>jc_botto</author>
         <link>https://padlet.com/jc_botto/kfpl8ch09ozo/wish/232987312</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-19 16:55:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>MÓDULO 3  Opções Curriculares</title>
         <author>jc_botto</author>
         <link>https://padlet.com/jc_botto/kfpl8ch09ozo/wish/234778869</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-23 16:41:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>3.2. TRICIDER: RELEVÂNCIA DA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA</title>
         <author>jc_botto</author>
         <link>https://padlet.com/jc_botto/kfpl8ch09ozo/wish/234787564</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>"É importante que os alunos realizem aprendizagens significativas."<br></strong><br>As aprendizagens significativas têm origem no querer dos alunos. Os professores devem estar atentos à oportunidade criada pela curiosidade do alunos e destreza necessária para permitir que o aluno tome as rédeas do processo de construção do conhecimento e se envolva no processo ensino aprendizagem. A sua curiosidade deve ser respeitada, a sua procura deve ser orientada, a sua motivação deve ser estimulada. Por isso, os professores também devem ser dotados de autonomia e ser motivados, estimulados e respeitados para terem a oportunidade de desenvolver práticas pedagógicas orientadas para aprendizagens significativas. <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-23 16:54:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3.4. CRIAÇÃO DE NOVAS DISCIPLINAS</title>
         <author>jc_botto</author>
         <link>https://padlet.com/jc_botto/kfpl8ch09ozo/wish/234793283</link>
         <description><![CDATA[<div>Partilho uma experiência pedagógica atualmente em vigor na escola onde leciono, com resultados bastante positivos para todos os envolvidos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-23 17:04:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>MÓDULO 1   Perfil dos Alunos</title>
         <author>jc_botto</author>
         <link>https://padlet.com/jc_botto/kfpl8ch09ozo/wish/244451018</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-21 11:14:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>4.6. PLANIFICAÇÃO DE UM DAC</title>
         <author>jc_botto</author>
         <link>https://padlet.com/jc_botto/kfpl8ch09ozo/wish/244451452</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-21 11:16:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>4.3. RELATO DE UMA PRATICA DE DIFERENCIAÇÃO PEDAGÓGICA</title>
         <author>jc_botto</author>
         <link>https://padlet.com/jc_botto/kfpl8ch09ozo/wish/244455330</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/256173888/12f31b221a7a9e392705c4d24f3a5d89/Tarefa_4_3_DIA_DA_POUPANCA.pdf" />
         <pubDate>2018-03-21 11:29:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>4.4. ANÁLISE CRÍTICA DE UM MODELO PEDAGÓGICO</title>
         <author>jc_botto</author>
         <link>https://padlet.com/jc_botto/kfpl8ch09ozo/wish/249227918</link>
         <description><![CDATA[<div>"<em>Considera que o modelo apresentado pode responder aos desafios lançados às escolas pelo Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular?"<br></em><br>Considero que o modelo pedagógico posto em prática no Instituto<em> Les Vynies</em> vai de encontro aos desafios lançados às escolas do PAFC. Colocando o aluno no centro do processo de ensino aprendizagem, este torna-se construtor do seu próprio conhecimento.<br><br>Uma vez que este modelo assenta na flexibilidade curricular e está organizado no trabalho disciplinar, nos projetos de âmbito interdisciplinar e projetos transversais, promove-se o trabalho colaborativo, base fundamental para uma aprendizagem diferenciada.<br>&nbsp;<br>Tendo em conta que o projeto pretende que os alunos desenvolvam várias competências com vista à resolução de problemas e que reforcem a sua auto-estima, parece-me que este modelo promove a qualidade de ensino e de aprendizagem, de modo a que todos os alunos consigam alcançar o perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 14:00:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Módulo 4.   Dinâmicas de trabalho e práticas pedagógicas                                                                 Tarefa 4.4 Análise crítica de um modelo pedagógico.</title>
         <author>jc_botto</author>
         <link>https://padlet.com/jc_botto/kfpl8ch09ozo/wish/249228195</link>
         <description><![CDATA[<div>      Considero que o modelo pedagógico posto em prática no Instituto <em>Les Vynies </em>vai de encontro aos desafios lançados às escolas do PAFC. Colocando o aluno no centro do processo de ensino aprendizagem, este torna-se construtor do seu próprio conhecimento.<br>Uma vez que este modelo assenta na flexibilidade curricular e está organizado no trabalho disciplinar, nos projetos de âmbito interdisciplinar e projetos transversais, promove-se o trabalho colaborativo, base fundamental para uma aprendizagem diferenciada. <br>Tendo em conta que o projeto pretende que os alunos desenvolvam várias competências com vista à resolução de problemas e que reforcem a sua auto-estima, parece-me que este modelo promove a qualidade de ensino e de aprendizagem, de modo a que todos os alunos consigam alcançar o perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 14:01:34 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 4.   Dinâmicas de trabalho e práticas pedagógicas                                                                 Tarefa 4.4 Análise crítica de um modelo pedagógico.</title>
         <author>jc_botto</author>
         <link>https://padlet.com/jc_botto/kfpl8ch09ozo/wish/249230079</link>
         <description><![CDATA[<div>      Considero que o modelo pedagógico posto em prática no Instituto <em>Les Vynies </em>vai de encontro aos desafios lançados às escolas do PAFC. Colocando o aluno no centro do processo de ensino aprendizagem, este torna-se construtor do seu próprio conhecimento.<br>Uma vez que este modelo assenta na flexibilidade curricular e está organizado no trabalho disciplinar, nos projetos de âmbito interdisciplinar e projetos transversais, promove-se o trabalho colaborativo, base fundamental para uma aprendizagem diferenciada. <br>Tendo em conta que o projeto pretende que os alunos desenvolvam várias competências com vista à resolução de problemas e que reforcem a sua auto-estima, parece-me que este modelo promove a qualidade de ensino e de aprendizagem, de modo a que todos os alunos consigam alcançar o perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 14:05:35 UTC</pubDate>
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         <title>MÓDULO 5  Avaliação das Aprendizagens</title>
         <author>jc_botto</author>
         <link>https://padlet.com/jc_botto/kfpl8ch09ozo/wish/249238458</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 14:23:05 UTC</pubDate>
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         <title>5.2 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO</title>
         <author>jc_botto</author>
         <link>https://padlet.com/jc_botto/kfpl8ch09ozo/wish/249238927</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>PONTO 1 </strong>Penso que a avaliação deveria pressupor e admitir de forma viável um verdadeiro feedback entre cada aluno e o seu professor. Além da necessária formulação inicial dos critérios gerais e específicos de avaliação, deveria haver lugar à importante integração de procedimentos avaliativos personalizados e constatados em momentos oportunos do processo ensino/aprendizagem. Tal, só seria possível mediante determinados cenários, implicando, certamente, mais tempo para o fazer, levando, com certeza, ao tão propagado emagrecimento dos programas curriculares (para mim corte) e à necessária redução de alunos por turma. Dentro deste pensamento, julgo que a avaliação formativa é sem dúvida a mais importante a realizar e tal como diz Fernandes, “Deve haver coincidência entre avaliação, o currículo e as metodologias e estratégias a desenvolver, ...”. Ora no meu entender, e de uma forma geral, tal nunca acontecerá devidamente pelo facto de termos currículos muito extensos, turmas com muitos alunos e uma “pesada sombra”, que a atual avaliação externa provoca nas escolas/agrupamentos.<br><br><br><strong>PONTO 2 </strong>Julgo que uma avaliação com maior coerência e pertinência implicaria que os domínios Cognitivo e das Atitudes e Valores, deveriam ser adequados a cada turma, a cada aluno, a cada situação de aprendizagem. Além disso, obrigaria a uma permanente avaliação formativa, em que o aluno, centro de toda a aprendizagem, de todo o processo, teria que ter mais tempo para consolidar, para construir, evidenciando toda essa sua aprendizagem, aos olhos do professor. Neste enquadramento, construíam-se referenciais da aprendizagem muito mais objetivos, dava-se a oportunidade ao aluno de conseguir evidenciar capacidades de mobilização do seu conhecimento, aferindo-se, dessa maneira, a sua avaliação de uma forma muito mais efetiva. Este tipo de avaliação, mais permanente, em constante adaptação, impediria a existência exclusiva de propostas de avaliação rotineiras e estáticas, obrigando a um permanente ajuste no processo de ensino aprendizagem.<br><br><br><strong>PONTO 3</strong> Devemos procurar quebrar a forma como encaramos o domínio cognitivo, como sendo o centro das aprendizagens, o que centraliza todo o processo, aquele que facilmente se resolve com meia dúzia de testes, uma avaliação pensada numa base do teste sumativo, no sentido de que é, inquestionavelmente, mais importante, pois também é o mais fácil de provar a quem convém de que a prova está ali. Neste sentido, descredibilizam-se outros elementos importantes que deviam ser considerados no processo de ensino-aprendizagem.<br>O que questiono, com frequência, para que os processos de ensino e avaliação possam ser mais sérios e mais assertivos é o seguinte:&nbsp; <br>- as turmas devem ser mais reduzidas para que o processo avaliativo possa ser esmiuçado de uma forma mais adequada ao que se pretende com a avaliação? Qual o melhor número?<br>- no sentido de procurar dar mais estabilidade às escolas para melhor produzirem os mecanismos avaliativos, deve ou não reduzir-se/alterar-se todo o processo de avaliação externa?<br>- devemos ou não reduzir os extensos currículos das várias disciplinas? Devemos procurar acabar com os tabus do tipo: “emagrecer”, “cortar”..., mas mantendo uma extensão de conteúdos impossível de lecionar? Devemos procurar dar lugar mais à qualidade e menos à quantidade “inimiga” do bem saber?<br><br><strong>REFLEXÃO FINAL </strong>Na minha opinião, estes são, os maiores constrangimentos a um sistema de educação mais concertado e de melhor qualidade e, são a meu ver, assuntos tabu aos olhos de muitos e por isso continuam a condicionar um melhor desempenho do processo de ensino e da avaliação.<br>Considero que se deve reduzir os currículos de muitas disciplinas, apelando-se mais à compreensão e à aplicação do que é lecionado. Por fim, devemos centrar-nos mais na qualidade e muito menos na quantidade, para que aquilo que se aprende seja mesmo apreendido, dando-se mais tempo aos alunos para que consigam consolidar e manifestar a sua aprendizagem.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 14:24:13 UTC</pubDate>
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         <title>5.3. RELAÇÃO ENTRE O QUE SE PRETENDE AVALIAR E AS TAREFAS DE AVALIAÇÃO</title>
         <author>jc_botto</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-06 14:32:28 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>5.4. AVALIAÇÃO EM D.A.C.</title>
         <author>jc_botto</author>
         <link>https://padlet.com/jc_botto/kfpl8ch09ozo/wish/249260183</link>
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         <pubDate>2018-04-06 15:10:45 UTC</pubDate>
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         <title>MÓDULO 6  Cidadania e Desenvolvimento</title>
         <author>jc_botto</author>
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         <pubDate>2018-04-06 15:38:18 UTC</pubDate>
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         <title>6.3. REFLEXÃO SOBRE CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO NA ESCOLA</title>
         <author>jc_botto</author>
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         <pubDate>2018-04-06 15:46:36 UTC</pubDate>
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         <title>6.6. PLANIFICAÇÃO DE UMA ATIVIDADE</title>
         <author>jc_botto</author>
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         <pubDate>2018-04-06 15:54:30 UTC</pubDate>
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