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      <title>Lugar de mulher é na literatura by Gabriela Manzato</title>
      <link>https://padlet.com/gabss_manzato/kepcskedvki7</link>
      <description>Feito com muito empoderamento</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-30 19:03:30 UTC</pubDate>
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         <title>Bem-vindos!!!</title>
         <author>gabss_manzato</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esta página tem como objetivo trazer conhecimentos sobre mulheres que fizeram de sua escrita uma porta para discussões e reflexões acerca dos Direitos Humanos e principalmente os Direitos das Mulheres. Além de colaborarem para os jovens adentrarem no mundo da literatura. <br>Por isso, foram realizadas também entrevistas com jovens de 15 anos e 17 anos sobre temas relacionados às autoras em questão e sua relação com formação de sua cidadania por meio da leitura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-30 19:14:02 UTC</pubDate>
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         <title>Malala Yousafzai</title>
         <author>gabss_manzato</author>
         <link>https://padlet.com/gabss_manzato/kepcskedvki7/wish/302140368</link>
         <description><![CDATA[<div>Malala foi concebida no dia 12 de julho de 1997 em Mingora, cidade localizada no Paquistão. Um fato que marca a história da paquistanesa é que desde pequena sempre teve um grande apreço pela escola, já que, com seu pai sendo professor, foi criada dentro do ambiente escolar. <br><br>Contudo, tudo mudou quando Talibãs tomaram o controle da região onde vivia e proibiram que meninas tivessem acesso à escola. Naquela época, um jornalista local da BBC perguntou ao pai de Malala se alguns jovens estariam dispostos a falar sobre sua visão do problema. foi quando a menina começou a escrever o blog, "Diário de uma Estudante Paquistanesa", no qual falava sobre sua paixão pelos estudos e as dificuldades enfrentadas no Paquistão sob domínio do talibã.<br><br></div><div>O blog era escrito sob um pseudônimo, mas logo se tornou conhecido. E a jovem não tinha receios em falar em público sobre sua defesa da educação feminina.<br><br></div><div>No dia 9 de outubro de 2012, Malala deixou sua escola e seguiu para o ônibus que a levava para casa. Pouco depois, dois jovens subiram no ônibus, perguntaram por ela e dispararam. Além da paquistanesa, outras duas meninas também foram baleadas. Após 10 dias em coma, a ativista despertou e para surpresa de todos, ainda mais decidida a continuar sua luta pelo direito das meninas à educação. Pela sua luta, recebeu o Prêmio Internacional da Paz da Infância em 2013.<br><br><strong>Referências Bibliográficas</strong><br>Disponível em &lt; <a href="https://www.biography.com/people/malala-yousafzai-21362253">https://www.biography.com/people/malala-yousafzai-21362253</a> &gt; Acesso em 24 de agosto de 2018.<br><br></div><div>COELHO, Marcela; SPAGNA, Julia Di. <em>Conheça a história da ativista Malala Yousafzai.</em> Guia do Estudante, 2018. Disponível em &lt;<a href="https://guiadoestudante.abril.com.br/blog/atualidades-vestibular/conheca-a-historia-da-ativista-malala-yousafzai/">https://guiadoestudante.abril.com.br/blog/atualidades-vestibular/conheca-a-historia-da-ativista-malala-yousafzai/</a>&gt; Acesso em: 05 de set. de 2018.<br><br></div><div>MALALA. Direção de Davis Guggenheim. EUA: Laurie Macdonald, Davis Guggenheim, 2015. 1h28min.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-08 15:55:06 UTC</pubDate>
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         <title>Rupi Kaur</title>
         <author>gabss_manzato</author>
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         <description><![CDATA[<div>A jovem de 24 anos, Rupi Kaur, ficou mundialmente conhecida por seu livro de poesia "Milk and Honey" (ou em português "Outros Jeitos de Usar a Boca") e por seus poemas postados em sua página do <em>Instagram. </em><br><br>Por meio de uma forte carga emocional e poemas curtos, a indiana, que foi criada no Canadá, provoca uma profunda reflexão em quem a lê. A linguagem acessível e o tema principal sendo o ato de sobreviver, explicam porque Rupi se tornou o mais novo fenômeno da literatura poética mundial. <br><br>Com versos diretos e simples, a poeta indiana escreve sobre assuntos dolorosos, como a solidão, a violência, a perda e as minúcias de ser mulher. Ademais, Rupi Kaur faz parte de um movimento conhecido como <em>“InstaPoets”</em>, no qual uma série de poetas apresentam seus versos por meio do <em>Instagram</em>.<br><br><strong>Referências Bibliográficas.</strong><br>BANDEIRA, Débora. Conheça a poesia de Rupi Kaur. Fala Universidade, 2017. Disponível em &lt;<a href="https://falauniversidades.com.br/poesia-rupi-kaur/">https://falauniversidades.com.br/poesia-rupi-kaur/</a>&gt; Acesso em 08 de novembro de 2018<br><br>CARBONARI, Pâmela. 7 razões para ler Outros Jeitos de Usar a Boca. Super Interessante, 2017. Disponível em &lt;<a href="https://super.abril.com.br/blog/literal/7-razoes-para-ler-outras-formas-de-usar-a-boca/">https://super.abril.com.br/blog/literal/7-razoes-para-ler-outras-formas-de-usar-a-boca/</a>&gt; Acesso em 08 de novembro de 2018.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-08 16:01:07 UTC</pubDate>
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         <title>Ellora Haonne</title>
         <author>gabss_manzato</author>
         <link>https://padlet.com/gabss_manzato/kepcskedvki7/wish/302217356</link>
         <description><![CDATA[<div>Ellora nasceu em Mongaguá no Estado de São Paulo no dia 09 de maio de 1997. Atualmente, jovem coleciona mais de 1 milhão de inscritos no seu canal no Youtube, onde fala sobre assuntos como empoderamento, conselhos, autoestima, saúde mental, relacionamentos abusivos, entre diversos outros assuntos essenciais.<br><br>A youtuber ganhou reconhecimento depois que seu vídeo com a tag <strong>Tour Pelo Meu Corpo</strong> viralizou, em que ela fala abertamente sobre seu corpo, sem edições ou jogos de luz fazendo parecer que ela é mais magra. No ano de 2018, lançou seu primeiro livro chamado "Por Todas Nós" onde escreve sobre conselhos que não recebeu, sobre luta, amor e ser mulher.<br><br>Ellora prova por meio de seus vídeos que canais no Youtube são capazes de proporcionar discussões extremamente importantes e de fazer diferença na vida das pessoas, além, de democratizar a luta diária das mulheres para sobreviver em uma sociedade opressora e patriarcal.<br><br><strong>Referências Bibliográficas</strong><br>Criadores ID. Disponível em &lt;<a href="http://criadoresid.com/criador/ellora-haonne/">http://criadoresid.com/criador/ellora-haonne/</a>&gt; Acesso em 08 de novembro de 2018<br><br>HAONNE, Ellora. Por Todas Nós: conselhos que não recebi sobre luta, amor e ser mulher. Bauru, SP: Astral Cultural, 2018. 160 p.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-08 17:48:23 UTC</pubDate>
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         <title>Clarice Lispector</title>
         <author>gabss_manzato</author>
         <link>https://padlet.com/gabss_manzato/kepcskedvki7/wish/302272294</link>
         <description><![CDATA[<div>Clarice Lispector nasceu em Tchetchelnik, Ucrânia, mas aos dois meses emigrou para o Brasil durante a Guerra Civil devido a sua origem judaica e viveu seus primeiros anos em Maceió e  Recife. Começou a escrever quando ainda estava na faculdade de direito na cidade do Rio de Janeiro e deu iniciou a sua carreira como jornalista no jornal  <em>A Noite</em>. <br><br></div><div>A autora tem uma escrita muito única que navega entre o realismo e o romantismo marcando em suas obras a condição de existência do ser. Sua ultima obra, <em>A hora da estrela </em>(1977), ela cria o narrador fictício Rodrigo S.M que conta a história da jovem nordestina Macaíba que retrata os questionamentos da condição inevitavelmente humana.<br><br></div><div>Lispector morreu em 1977 pouco antes de completar cinquenta e sete anos deixando em sua obra <em>Laços de família </em>(1960)<em> </em>questionamentos  sobre o papel da mulher em sua época e que ainda refletem na sociedade atual. <br><br><strong>Referências bibliográficas:</strong><br>LISPECTOR, Clarice. A hora da estrela. Rio de Janeiro, RJ, Editora JPA, 1999.<br><br>Disponível em: <a href="http://moisesneto.com.br/claricelispector.pdf">http://moisesneto.com.br/claricelispector.pdf</a> <br>Acesso em; 13.nov.18 <br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-08 19:07:24 UTC</pubDate>
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         <title>Cecília Meireles</title>
         <author>gabss_manzato</author>
         <link>https://padlet.com/gabss_manzato/kepcskedvki7/wish/302272570</link>
         <description><![CDATA[<div>Cecília Meireles (1901 – 1964) destaca-se por ser uma das primeiras mulheres a ter um papel importante na Literatura Brasileira. Foi poeta, jornalista e professora de escola primária. Seu pai morreu antes de seu nascimento e sua mãe quando ainda era bem pequena. Foi, então, criada pela avó, D. Jacinta, e pela babá, Pedrinha, de quem ouvia histórias sobre o folclore brasileiro. </div><div><br>Suas obras possuem influências orientais, espirituais, populares e históricas. Destacamos aqui o livro de poesias para crianças <em>Ou isto ou aquilo</em>, publicado em 1965, e caracterizado por poemas melodiosos que possuem jogos de palavras e sons e, o <em>Romanceiro</em> <em>da Inconfidência </em>(romanceiro é um poema típico da antiga tradição ibérica, muito comum na Espanha medieval), de 1953, poema histórico inspirado na Conjuração Mineira (1789). <br><br><strong>Referências bibliográficas:</strong> </div><div>MEIRELES, Cecília. <em>Ou isto ou aquilo</em>. 9ed. Rio de Janeiro: Editora Nova fronteira, 1990. <br><br></div><div>PARAENSE, Sílvia. <em>Cecília Meireles: mito e poesia</em>. Santa Maria: UFSM, CAL, Curso de mestrado em Letras, 1999. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-08 19:07:52 UTC</pubDate>
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         <title>Amanda Lovelace</title>
         <author>gabss_manzato</author>
         <link>https://padlet.com/gabss_manzato/kepcskedvki7/wish/302273214</link>
         <description><![CDATA[<div>Amanda Lovelace é uma jovem americana, nascida em 13 de novembro de 1991. Ela é bacharel em Literatura Inglesa com especialização em Sociologia. Lovelace começou a escrever poemas nas redes sociais e publicou seu primeiro livro, <em>A Princesa Salva a Si Mesma Neste Livro (The Princess Saves Herself in this One),</em> em 2016. Em 2018 lançou os livros <em>A bruxa não vai para a fogueira neste livro (The Witch Doesn't Burn In This One), To Make Monsters Out of Girls, </em>e <em>Disconnected: Poems &amp; Stories of Connection. </em>Seus poemas falam sobre relatos e experiências de sua infância e adolescência, relacionamentos, perdas, angústias e feminismo.<br><br></div><div>LOVELACE, Amanda. &lt;http://www.amandalovelace.com/&gt;. Acesso em: 15 de nov. de 2018.<br><br></div><div>SILVA, Adriana Ferreira. Marie Claire. 2018. &lt;://revistamarieclaire.globo.com/Blogs/De-repente-perennial/noticia/2018/04/amanda-lovelace-se-voce-nao-se-considera-uma-feminista-em-2018-e-porque-e-mal-informada-sobre-o-que-representa-esta-luta.html&gt;. Acesso em: 15 de nov. de 2018.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-08 19:08:47 UTC</pubDate>
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         <title>Jane Austen</title>
         <author>gabss_manzato</author>
         <link>https://padlet.com/gabss_manzato/kepcskedvki7/wish/302317913</link>
         <description><![CDATA[<div>Jane Austen nasceu em 16 de dezembro de 1775 em Steventon, na Inglaterra. Era a sétima filha do reverendo George Austen e Cassandra Austen, e possuía seis irmãos e uma irmã mais velha, Cassandra, com quem tinha um bom relacionamento e proximidade. Aos oito anos de idade ela e sua irmã foram mandadas para um colégio interno, lugar em que aprenderam francês, música e dança. Já com 11 anos começou a escrever contos e romances, e na adolescência concluiu sua primeira obra, intitulada de <em>Lady Susan</em>, publicada em 1871. A partir desse momento, escreveu outras obras, como <em>Orgulho e preconceito (1813), Emma (1815)</em>, <em>Persuasão (1818)</em>, <em>Mansfield Park (1814), Razão e sensibilidade (1811)</em>, <em>A abadia de</em> <em>Northanger (1817). <br></em><br></div><div>Seus livros repletos de protagonistas femininas, retratam o cotidiano e os costumes da sociedade da época em que foram escritos e as relações interpessoais existentes no período. Os romances de Jane Austen são marcados pela forma irônica em que retratava seus personagens. E atualmente suas obras são consideradas clássicos da literatura inglesa.<br><br></div><div>Jane Austen morreu em 18 de julho de 1817.<br><br></div><div>WARREN, Renee. <em>Jane Austen Biography</em>. 2018.&lt;https://www.janeausten.org/jane-austen-biography.asp. &gt;. Acesso em: 15 de nov. de 2018.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-08 20:30:34 UTC</pubDate>
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         <title>Chimamanda Ngozi Adichie</title>
         <author>gabss_manzato</author>
         <link>https://padlet.com/gabss_manzato/kepcskedvki7/wish/302320467</link>
         <description><![CDATA[<div>Chimamanda Ngozi Adichie nasceu no ano de 1977 em Enugu, na Nigéria. Durante a juventude mudou-se para os Estados Unidos da América em busca de um ensino superior melhor do que o oferecido pela universidade de Nsukka, na qual seus pais lecionavam e onde ela havia crescido. É considerada um dos expoentes da literatura contemporânea nigeriana escrita em língua inglesa. Seus livros já foram traduzidos para mais de trinta idiomas e possuem alguns assuntos recorrentes, como a história do conflito de Biafra (1967 – 1970), a guerra civil nigeriana.<br><br></div><div><em>Americanah</em> (2013), um de seus romances mais aclamados, conta a história de Ifemule, uma garota que, a exemplo da própria autora, muda-se para os EUA em busca de cursar o ensino superior, deixando para trás Obinze, seu grande amor. Já em outra importante obra, <em>A metade</em> <em>amarela do sol</em>, de 2006, Adichie dedica-se a narrar propriamente os horrores da guerra de secessão de Biafra. Escrevendo desde pequena, ela ainda possuí outros livros, romances e contos publicados. <br><br>Considerada membra da terceira geração de escritores nigerianos, ela chama seus leitores a questionar as verdades locais, nacionais e globais ao abordar temas como a imigração, o preconceito e a desigualdade de gênero (Adichie também é ativista pelos direitos das mulheres). Seu maior projeto é reescrever a história da Nigéria e, de quebra, a do continente africano.<br><br></div><div>Palestra feita no Ted Talks (assista!):</div><div><a href="http://tedxtalks.ted.com/video/We-should-all-be-feminists-Chim">http://tedxtalks.ted.com/video/We-should-all-be-feminists-Chim</a></div><div><br></div><div><strong>Referências bibliográficas:</strong><br>NUNES, Alyxandra Gomes. <em>Chimamanda Ngozi Adichie: trajetória intelectual e seu projeto literário. </em>Revista África(s), v.03, n.05, p.129 – 145, jan./ jun. 2016.</div><div><br></div><div><a href="https://www.companhiadasletras.com.br/autor.php?codigo=02561">https://www.companhiadasletras.com.br/autor.php?codigo=02561</a></div><div>Acessado em 10 nov. 18<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-08 20:32:59 UTC</pubDate>
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         <title>Hilda Hilst</title>
         <author>gabss_manzato</author>
         <link>https://padlet.com/gabss_manzato/kepcskedvki7/wish/302320788</link>
         <description><![CDATA[<div>Hilda Hilst (1930-2004) foi ficcionista, cronista, dramaturga e poetisa brasileira, sendo considerada pela crítica especializada como uma das maiores escritoras em língua portuguesa do século XX. <br>A autora iniciou suas produções literárias na cidade de São Paulo, com a publicação do livro de poemas <em>Presságio </em>(1950). Em 1965, ela se muda para Campinas e inicia a construção da Casa do Sol, em busca de um lugar seguro para guardar suas criações. É ali que Hilst dedica a maior parte do seu tempo para a criação de novas obras. No ano de 1967 ela estreia na dramaturgia e em 1970, na ficção com a publicação do <em>Fluxo Floema.</em><br>Pode-se considerar que ela é a dona de uma linguagem moderna  e envolvente vista em suas obras que totalizam  em torno de quarenta títulos publicados entre poesia, prosa, romance e ficção.<br><br></div><div><strong>Referências bibliográficas:</strong><br>www.hildahilst.com.br/hilda<br>Acessado em 12 nov. 2018<br><a href="http://deliriumnerd.com/wp-content/uploads/2017/07/hilda-hilst3.jpg">http://deliriumnerd.com/wp-content/uploads/2017/07/hilda-hilst3.jpg</a><br>Acessado em 12 nov. 2018</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-08 20:33:30 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Firmina dos Reis</title>
         <author>gabss_manzato</author>
         <link>https://padlet.com/gabss_manzato/kepcskedvki7/wish/302321438</link>
         <description><![CDATA[<div>Maria Firmina dos Reis foi uma romancista, pensadora, poeta e professora maranhense nascida em 1825. Sua obra prima, o romance ultrarromântico <em>Úrsula </em>(1859)<em>, </em>se destaca por, pela primeira vez na Literatura Brasileira, colocar personagens negras e brancas em pé de igualdade. Abolicionista, seus livros contém relatos escritos de como os negros viam a situação de cativos em que se encontravam, fugindo, assim, da típica representação literária da escravatura. </div><div><br> Além das questões acerca da escravidão, Firmina aborda também o tratamento dado às mulheres e o papel que cabia a elas na sociedade excessivamente patriarcal do Segundo Império. À Luísa B. - mãe de Úrsula que é a protagonista do romance - coube o descaso e a miséria, por não acatar aos desejos do irmão, o comendador Fernando P., e casar-se com um homem não aprovado por ele. Jáa Preta Susana, depois de uma vida sofrida como escrava é acusada injustamente de traição, também pelo comendador, e acaba morrendo na prisão. O pai de Tancredo e Fernando P. são mais do que tirano de escravos, são tiranos de mulheres. <br><br></div><div>Com um enredo envolvente, triângulo amoroso e um final digno de lágrimas, <em>Úrsula</em> merece ser lido não apenas pela beleza com que foi escrito, mas porque nele Maria Firmina deu voz aos que não a possuem e fez críticas à sociedade brasileira que, embora tenham sido escritas há mais de um século, continuam, por vezes, mais atuais do que nunca. <br><br></div><div><strong>Referências bibliográficas: </strong></div><div>REIS, Maria Firmina dos. <em>Úrsula e outras obras</em>. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2018. <br><br></div><div>Reis, Maria Firmina dos. <em>Úrsula: romance; A escrava: conto</em>. 7ed. Belo Horizonte: Editora PUC Minas, 2018. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-08 20:34:58 UTC</pubDate>
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         <title>Virginia Woolf</title>
         <author>gabss_manzato</author>
         <link>https://padlet.com/gabss_manzato/kepcskedvki7/wish/302322108</link>
         <description><![CDATA[<div>Adeline Virginia Stephen nasceu no dia 25 de janeiro de 1882, em Londres. <br>Além de autora, foi escritora e editora, sendo considerada uma figura de destaque no modernismo. Em suas obras, notam-se as seguintes temáticas: questões políticas, sociais e feministas. Fez parte de um círculo de intelectuais que formou o grupo "Bloomburry<em>"</em>, que depois da Primeira Guerra Mundial reunia-se para discutir questões sobre as tradições literárias presentes na Era Vitoriana.<br><br></div><div> Woolf se destaca em 1922 com a publicação do seu primeiro romance, <em>O quarto de Jacob</em>, que aborda a relação entre o tempo histórico e o tempo interior da consciência;  mas, é somente  no ano de 1925 que se torna conhecida com o romance <em>Senhora Dalloway</em>, no qual levanta criticas a sociedade patriarcal inglesa e as dificuldades que as mulheres tinham em conquistar seu espaço. Em 1928 a autora publica um ensaio chamado <em>Um teto todo o seu</em> considerada uma obra de extrema importância para o feminismo, devido a crítica referente à falta de espaço e liberdade que as mulheres sofreram  durante a História. O seu romance mais divulgado foi a <em>Onda</em>, em 1931 retratando o fluxo de consciência. <br><br> Virginia Woolf enfrentou alguns problemas que a  levaram a cometer suicídio no rio Ouse, Sussex, Inglaterra no dia 28 de março de 1941.</div><div><br><br><strong>Referências bibliográficas:<br></strong><a href="http://www.virginiawoolfsociety.org.uk/resources/virginia-woolf-a-short-biography/"><strong>http://www.virginiawoolfsociety.org.uk/resources/virginia-woolf-a-short-biography/</strong></a><strong><br>Acessado em 16 nov. 2018</strong><br><br><a href="https://4.bp.blogspot.com/-98WEqeuDtmc/WHu011Z4qjI/AAAAAAAALoA/G2elh9bKwbccEQsgCXsH8if8YXtKZF1oACLcB/s1600/virginia_wolf.jpg">https://4.bp.blogspot.com/-98WEqeuDtmc/WHu011Z4qjI/AAAAAAAALoA/G2elh9bKwbccEQsgCXsH8if8YXtKZF1oACLcB/s1600/virginia_wolf.jpg</a><br>Acessado em 16 nov. 2018</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-08 20:36:38 UTC</pubDate>
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         <title>Rachel de Queiroz</title>
         <author>gabss_manzato</author>
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         <description><![CDATA[<div>Rachel de Queiroz nasceu em 1910, na cidade de Fortaleza (Ceará). Descendente de José de Alencar, por conta de uma de suas avós, Dona Maria, ser prima-irmã do autor.</div><div> Além da autora ter atuado na área da literatura também atuou  no Jornalismo. O primeiro romance publicado foi <em>O quinze</em>, em 1930, recebido com  entusiasmo pelos críticos de São Paulo e Rio de   Janeiro, consequentemente no ano seguinte em 1931 ganhou o prêmio Graça Aranha.</div><div><br>O segundo romance <em>João Miguel</em> é publicado no ano de 1993, em seguida é publicado <em>O galo de ouro, As pedras, As três Marias </em>e após um longo período sem publicar nenhum romance, é publicado <em>Dôra, Doralina</em> em 1975. Além da publicação de romances, publicou também crônicas, peças de teatro como o “Lampião e a beata Maria do Egito” e na literatura infanto-juvenil, nota-se em suas obras a exaltação da beleza do nordeste, como no romance <em>O quinze</em>, assim realizou cerca de 40 traduções para a nossa língua.</div><div><br><strong><br>Referências Bibliográficas:</strong><br>ANDRADE, Carlos Drummond de. <strong> Elenco de cronistas modernos. </strong> 13. ed. Rio de Janeiro, RJ: Jose Olympio, 1994. 271 p.<br>QUEIROZ, Rachel de. <strong> João Miguel: </strong> romance.  8a ed. Rio de Janeiro, RJ: Jose Olympio, 1984. 117 p. <br><a href="http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/polopoly_fs/1.1125057!/image/image.JPG">http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/polopoly_fs/1.1125057!/image/image.JPG</a><br>Acessado em 16 nov. 2018<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-08 20:37:58 UTC</pubDate>
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         <title>Maya Angelou</title>
         <author>gabss_manzato</author>
         <link>https://padlet.com/gabss_manzato/kepcskedvki7/wish/302331423</link>
         <description><![CDATA[<div>Nascida nos Estados Unidos no ano de 1928, Maya Angelou é considerada umas das mais importantes escritoras negras de autobiografia. <br><br>A autora, que iniciou sua carreira com um livro de memórias, traz consigo uma história de vida comovente e admirável. Aos oito anos de idade era violentada pelo parceiro de sua mãe e com dezessete teve seu primeiro filho. Além disso, ela foi a primeira mulher negra a trabalhar como motorista na Califórnia. As dificuldades em sua vida não a impediram de se posicionar pelos direitos civis dos negros juntamente com grandes nomes como Martim Luther King e Malcom X. <br><br>Um dos maiores sucessos de Angelou foi sua primeira obra, publicada em 1969, <em>I know why the caged bird sings</em> (Eu sei por que o pássaro canta na gaiola) baseado em suas experiências. <br><br><strong>Referências bibliográficas:</strong><br>SANTOS, Marcela Ernesto dos.  Autobiografia feminina: a identidade e o preconceito nas memórias de Carolina Maria de Jesus e Maya Angelou.  Revista Iluminart, IFSP. volume 1. número 4, 2, 2010. Disponível em: <a href="http://revistailuminart.ti.srt.ifsp.edu.br/index.php/iluminart/article/view/67">http://revistailuminart.ti.srt.ifsp.edu.br/index.php/iluminart/article/view/67<br></a>Acesso em: 12.nov.18</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-08 20:58:25 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista 1</title>
         <author>gabss_manzato</author>
         <link>https://padlet.com/gabss_manzato/kepcskedvki7/wish/302333301</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Arthur Marcellini de Freitas, 15 anos, estudante do nono ano do Ensino Fundamental II<br></strong><br></div><div><strong>1.</strong> Minha relação com a literatura é meu hábito de ler, gosto muito de livros. Meus livros favoritos são os que possuem críticas e nos fazem refletir.</div><div><strong>2. </strong>Sim, já li. Nem que seja pouco, o empoderamento desses livros escrito por mulheres acrescenta ou muda a visão sobre a questão feminina</div><div><strong>3</strong>. Com certeza, principalmente no século que estamos é muito importante e necessário estudarmos e darmos espaços para escritoras mulheres. Por exemplo: os livros que já li, a maior parte foi escrito por homens, então, pode-se notar uma desvalorização das obras escritas por mulheres. E com isso, se forem estudadas nas escolas, o espaço e valorização delas serão maiores.</div><div><strong>4.</strong> Sim, conheço algumas dessas mulheres mas conheço melhor a Ellora, Cecília Meirelles e a Rupi.</div><div><strong>5.</strong> Claro, pois elas me fizeram ver e entender a importância e o valor delas na sociedade, com isso, me faz ser empático com a questão feminina. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-08 21:03:52 UTC</pubDate>
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         <title>Perguntas da entrevista</title>
         <author>gabss_manzato</author>
         <link>https://padlet.com/gabss_manzato/kepcskedvki7/wish/302335703</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1</strong>. Qual sua relação com a literatura?</div><div><strong>2</strong>. Você já leu algum livro escrito por uma mulher? Se sim, essa leitura mudou sua visão sobre as mulheres?</div><div><strong>3</strong>. Você acha que deveriam ser estudadas mais autoras mulheres nas escolas?</div><div><strong>4.</strong> Você conhece alguma dessas autoras?</div><div><strong>5.</strong> Conhecer estas escritoras está contribuindo para sua formação como cidadão (ã)?</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-08 21:09:45 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista 2</title>
         <author>gabss_manzato</author>
         <link>https://padlet.com/gabss_manzato/kepcskedvki7/wish/302337117</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Beatriz Marcellini de Freitas, 15 anos, estudante do nono ano do Ensino Fundamental II<br></strong><br></div><div><strong>1.</strong>  Eu gosto muito de ler mas tenho dificuldade de encontrar um livro que me identifique. Apesar disso, me sinto atraída por livros que acrescentam no meu intelecto, psicologicamente e livros de poesia.</div><div><strong>2.</strong> Sim, já li uma série de livro de uma escritora mas eu era muito nova. Atualmente, estou num processo de aproximação com livros que principalmente retratem o empoderamento feminino.</div><div><strong>3.</strong> Totalmente, pois como o meu irmão Arthur disse, a maior parte dos livros que li foram escritos por homens. Mas, isso não é uma questão de preferência e sim, no espaço desigual existente na literatura, onde os homens conquistam seu espaço com mais facilidade e por uma questão histórica, enquanto as mulheres encontram mais dificuldades para conquistar seu lugar de direito.</div><div><strong>4.</strong> Sim, conheço a maior parte pelo nome e as que conheço mais profundamente são a Ellora e a Amanda Lovelace.<br><strong>5.</strong> Sim, já que me trás referências de empoderamento feminino e cultura com diferentes artistas e diferentes propostas. O que será essencial para o meu amadurecimento em diversos aspectos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-08 21:13:32 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista 3</title>
         <author>gabss_manzato</author>
         <link>https://padlet.com/gabss_manzato/kepcskedvki7/wish/302338884</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Larissa Manzato, 15 anos, estudante do nono ano do Ensino Fundamental II<br></strong><br></div><div><strong>1.</strong> Bom, eu acho muito interessante a maneira como você pode se expressar na escrita e deixar transparecer seus sentimentos mais profundos.</div><div><strong>2. </strong>Sim, muitos. Acho que consegui entender por meio destes livros que li que podemos chegar onde quisermos e não apenas seguir pré-conceitos que uma sociedade patriarcal pode impor nas nossas vidas.</div><div><strong>3. </strong>Eu acho muito importante que a literatura feminina seja estudada nas escolas, pois não só essa parcela da sociedade mas principalmente os adolescente de 15 anos não tem a ideia formada de que realmente existe uma desigualdade de gêneros e que a literatura não é só papel e palavras mas sim, o grande avanço no espaço que as mulheres ocupam.</div><div><strong>4.</strong> Sim, por nome a maior parte delas mas só conheço profundamente o trabalho da Simone, da Ellora, Amanda Lovelace, da Malala e Clarice Lispector.</div><div><strong>5.</strong> Sim, durante muitos séculos existiu um preceito distorcido de que as mulheres deveriam cumprir os papéis domésticos. Entretanto, com a presença dessas escritoras na literatura, é muito mais claro entendermos que somos livres e temos a liberdade de sermos e fazermos o que bem entendemos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-08 21:18:48 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevistas realizadas</title>
         <author>gabss_manzato</author>
         <link>https://padlet.com/gabss_manzato/kepcskedvki7/wish/302342760</link>
         <description><![CDATA[<div>É comum os adolescentes não gostarem de ler, ainda mais nos dias de hoje com as redes sociais que tomam grande parte do tempo em que se poderia ler um livro. Contudo, felizmente, existem jovens que admiram a leitura de um bom livro ou escrevem poesias por como um meio de expressar seus sentimentos.<br><br>Com isso, selecionamos estudantes do Ensino Fundamental II e do Ensino Médio para nos conceder entrevistas sobre a importância dos livros e de autoras mulheres para a construção de sua cidadania.<br><br>* Tradução: "Essas coisas são ótimas! É como uma TV na sua cabeça!"</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-08 21:28:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Entrevista 4</title>
         <author>gabss_manzato</author>
         <link>https://padlet.com/gabss_manzato/kepcskedvki7/wish/302791030</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Lívia Siegrist de Souza, 15 anos, estudante do nono ano do Ensino Fundamental II</strong></div><div><strong> </strong></div><div><strong>1</strong>. Minha relação com a literatura é intensa pela maneira que consigo interpretar o mundo a partir de diferentes visões.</div><div><strong>2</strong>. Sim, acho que não mudou porque nunca tive a perspectiva de que a mulher é interior em sua capacidade intelectual.</div><div><strong>3</strong>. Sim, pois a exclusão da participação da mulher na literatura é não só calar a voz feminina na sociedade mas também possibilitar os estudantes de conhecerem o mundo de maneira mais ampla.</div><div><strong>4.</strong> Sim. Embora, não tenha lido uma quantidade considerável desses livros, já tinha ciência da atuação delas na literatura.</div><div><strong>5.</strong> Sim, porque a partir delas é possível conhecer as diversas vertentes do mundo contadas por mentes brilhantes, além de ressaltar o empoderamento feminino.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-09 22:26:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Carolina Maria de Jesus</title>
         <author>isamarvelmark42</author>
         <link>https://padlet.com/gabss_manzato/kepcskedvki7/wish/303515946</link>
         <description><![CDATA[<div>O livro <em>Quarto de despejo</em> (1960)foi um sucesso, vendendo mais de setenta mil exemplares em menos de doze meses. Foi lançado em mais de quarenta países e traduzido em quatorze idiomas chegando a ser comentado por revistas internacionais como Paris Match. Contudo, todo esse êxito carrega a difícil trajetória de Carolina Maria de Jesus, que nasceu em 1914 em Minas Gerais.<br><br> A autora era descendente de escravos, negra, mãe solteira e tentava se manter de diversas formas como, por exemplo, recolhendo papel e ferro. E apesar de ter estudado apenas até a segunda série do primário, escreveu um diário que continha diversas incorreções ortográficas, mas relatava com maestria as condições dos moradores da favela, a fome, o preconceito, e os abusos abrangendo também questões relacionadas à mulher em uma época em que a literatura era quase essencialmente exclusiva de homens brancos. <br><br></div><div>Carolina Maria de Jesus escrevia com a esperança de se distrair da fome e do desespero em que vivia todos os dias. Ela morreu em 1977, desvalorizada pelos jornais, mas deixando uma enorme reflexão para todos sobre a estrutura do país.<br><br><strong>Referências bibliográficas:</strong><br>MACHADO,  Marília Novais da Mata.  Os escritos de Carolina Maria de Jesus: determinações e imaginário. Scielo, </div><div>Psicol. Soc. vol.18 no.2 Porto Alegre May/Aug. 2006 . Disponível em: ,<a href="http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-71822006000200014&amp;script=sci_arttext&amp;tlng=es">http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-71822006000200014&amp;script=sci_arttext&amp;tlng=es</a><br>Acesso em: 13.nov.18</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-12 23:47:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Entrevista 5</title>
         <author>juliabarreira_gobbo</author>
         <link>https://padlet.com/gabss_manzato/kepcskedvki7/wish/303969515</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Vinícius Gobbo Barreira, 15 anos, aluno do nono ano do Ensino Fundamental II<br></strong><br><strong>1</strong>. Eu leio o que é necessário diariamente, como apostilas da escola. Tenho preguiça de ler livros. <br><strong>2</strong>. Eu já li alguns pedaços de livros escritos por mulheres, de autoras como J. K. Rowling e Cressida Cowell. Sim, essa leitura mudou minha visão sobre as mulheres, porém, acredito que todas as pessoas que possuem uma boa relação com a área têm capacidade para produzir bons livros.<br><strong>3</strong>.Sim, pois estudamos apenas obras literárias antigas e textos teatrais clássicos que foram escritos por homens. Hoje em dia, mais mulheres estão escrevendo e é importante conhecê-las.<br><strong>4</strong>. Eu conheço a Malala, a Cecília Meireles,  a Clarisse Lipectos, a Jane Austin e a Simone.<br><strong>5</strong>. Sim, contribui, pois estes livros acabam passando experiências de vida, como a da Malala.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-13 19:06:50 UTC</pubDate>
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         <title>Alunas responsáveis pelo Padlet</title>
         <author>gabss_manzato</author>
         <link>https://padlet.com/gabss_manzato/kepcskedvki7/wish/303983627</link>
         <description><![CDATA[<div>- Ane Chelly P. Cangussu, 18018903<br>- Gabriela Manzato, 18728170<br>- Gabriela Rodrigues da Silva, 18191957<br>- Isabela Aparecida Zambuzi de Moraes, 18562819 <br>- Júlia Gobbo Barreira, 18159657 </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-13 19:26:37 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista 6</title>
         <author>isamarvelmark42</author>
         <link>https://padlet.com/gabss_manzato/kepcskedvki7/wish/304079195</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Joana Guillen, 17 anos, aluna da terceira série do Ensino Médio<br></strong><br></div><div><strong>1. </strong>Minha relação com a leitura é muito próxima porque desde criança  eu tenho acesso à leitura, desde livros infantis até níveis de vestibular  e até um pouco acima porque na biblioteca da minha escola  tem vários livros de vários tipos, então eu sempre estou tentando pegar livros diferentes para o conhecimento. </div><div><br><strong>2.</strong> Sim, recentemente eu li um livro que se chama A teus pés. ele foi escrito por uma mulher e ela morreu em 1970 , se eu não me engano com trinta anos, trinta e um. É um livro  muito interessante porque ele foi montado como um livro só que ele é dividido em três partes  que seriam livrinhos menores. Ela fala muito da parte da profissão dela, na primeira parte que seria o primeiro livro. na segunda parte ela fala muito do corpo, sexualidade de uma forma muito aberta, então para mim foi muito diferente, porque tudo oque eu leio sempre tem um tabu dessa parte. Eu achei muito interessante.<br>De outra autora que eu peguei foi da Juliana Costa, foi muito diferente. ele é muito parecido com um Best-seller, que a gente só vê lá fora e que vem para cá. E ela é uma autora brasileira, então para mim foi totalmente diferente, foi muito bacana. Isso meio que me  encoraja a tentar  coisas que eu não tentaria, então eu tinha uma relação muito "a mulher  não pode fazer isso, mulher não pode fazer aquilo", então isso me leva adiante, me faz tentar novas coisas na minha vida.<br><br><strong>3.</strong> Com certeza. esse ano a minha escola teve a oportunidade de fazer um projeto, um evento que só envolvia escritoras mulheres. todas as falas pegaram uma mulher diferente e foi muito legal porque é uma coisa que não é impulsionada  ainda, então quando a gente  fala de um  vestibular, o que que aparece? Jorge Amado, alguma coisa do tipo, então as mulheres as mulheres estão entrando nessa faixa, acho muito interessante. <br><br><strong>4</strong>. Malala conheço, Clarice Lispector conheço, Cecília Meireles conheço. eu conheço só algumas. Ellora eu já ouvi falar, mas a maioria daqui eu não conheço.<br><br><strong>5</strong>. Com certeza, eu que acho que cada liro que chega para você, independente de quem escreveu, é uma nova vivencia, você consegue tirar novos proveitos. e das autoras, traz muita coisa porque vive no nosso mundo, mulheres. principalmente, assim, eu acho interessante ler o que foi de outras épocas, por exemplo, quem escreveu na época de ditadura militar ou um pouquinho mais para trás onde a parte do feminismo não estava tão em alto , porque ele vai estar em alta de novo em 1960, então é muito legal porque elas mostram esse poder. Você pode, saia da sua caixinha. Então, maravilhoso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-13 23:49:28 UTC</pubDate>
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         <title>Lygia Fagundes Telles</title>
         <author>gabrielar_silva</author>
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         <description><![CDATA[<div>Lygia Fagundes Telles, conhecida como a " primeira dama da literatura brasileira" nasceu em 1923, na cidade de São Paulo. Além de ser formada em direito pela USP, é romancista e contista. Nota-se em suas obras, a tentativa de, através do seu trabalho com as palavras, trazer a realidade, porém, com um formato de imaginário e de fantasia. <br><br></div><div>A paixão e vocação pela literatura surgiu ao longo de sua adolescência e nesse período recebeu apoio de alguns amigos, como Carlos Drummond de Andrade, Erico Verissimo e Edgar Cavalheiro. Apesar de receber esse apoio, ela acreditava que " a pouca idade não justificava o nascimento de textos prematuros, que deveriam continuar no limbo."<br><br></div><div>No ano de 1954 é publicado seu romance <em>Ciranda de pedra</em> que, segundo Antônio Candido, é quando a autora atinge sua maturidade literária. Além disso,  a obra é recebida com entusiasmo pelos críticos. Em 1963, publica seu segundo romance intitulado <em>Verão no Aquário</em>, ganhando o Prêmio Jabuti. Nesse mesmo ano a autora pede o divórcio e se casa com o crítico de cinema, Paulo Emílio Sales Gomes, que cria o roteiro para o cinema da obra <em>Capitu</em>, adaptação de <em>Dom Casmurro</em>, Machado de Assis junto com Lygia no ano de 1967.<br><br></div><div>Apesar disso, foi na década de 1970 que Lygia produz diversas obras e, algumas delas, ganham destaque como <em>Antes do Baile Verde,</em> que devido ao título do conto, ganha o Concurso Internacional de Escritoras na França; <em>As meninas</em>, em 1973 que recebe o prêmio Jabuti; <em>Os rato </em>em 1977, premiado pelo PEN Clube do Brasil. Esses são apenas alguns prêmios que marcaram essa década de produção intensa da autora. Além desses citados ela ganhou pelo menos mais sete, sendo o último no ano de 2009, o Juca Pato, concedido pela União Brasileira dos Escritores.<br><br></div><div>Tirando-se o papel de extrema importância na literatura, atuou como procuradora no Instituo de Previdência do Estado de São Paulo, cargo que desempenhou até a aposentadoria. Foi presidente da Cinemateca Brasileira, fundada por seu marido, Paulo Emílio Sales Gomes. É membra da Academia Paulista de Letras e da Academia Brasileira de Letras, teve suas obras publicadas em diversos países e algumas foram adaptadas para a televisão, teatro e cinema. <br><br></div><div><strong>Referências bibliográficas:</strong><br> DIMAS, Antonio. <strong> Caderno de Leituras Lygia Fagundes Telles: </strong>orientação para o trabalho em sala de aula.  São Paulo, SP: Cia das Letras, 2010. 79 p.<br><a href="http://ep01.epimg.net/brasil/imagenes/2015/11/12/cultura/1447354302_497111_1447354770_noticia_normal.jpg">http://ep01.epimg.net/brasil/imagenes/2015/11/12/cultura/1447354302_497111_1447354770_noticia_normal.jpg</a><br>Acessado em 12 nov. 2018</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-14 23:11:01 UTC</pubDate>
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         <title>Cora Coralina</title>
         <author>ane_chelly</author>
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         <description><![CDATA[<div> Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas nasceu em 20 de agosto de 1889, em Goiás. Com 14 anos começou a escrever poemas e  publicá-los em um jornal feito por suas amigas. Em 1910, publica o conto <em>Tragédia na Roça, </em>com o pseudônimo de Cora Coralina. Em 1911, ela muda-se para São Paulo e em 1922, ela é requisitada para participar da Semana de Arte Moderna, mas é impedida pelo marido. Por um tempo Cora Coralina trabalha vendendo doces, contudo, continuava escrevendo seus poemas.<br><br></div><div>Em 1965, publica seu primeiro livro, intitulado de<em> O Poema dos Becos de Goiás e Estórias Mais</em>. Em suas obras Cora Coralina retrata o cotidiano no interior de Goiás, reflexões sobre o seu tempo e sobre o futuro, e a vida das mulheres nos anos 1900. Cora Coralina faleceu no dia 10 de abril de 1985, em Goiânia, deixando um grande legado para a poesia brasileira.<br><br></div><div>Museu Casa de Cora Coralina. &lt; http://www.museucoracoralina.com.br/site/cora-coralina/&gt;. Acesso em: 15 de nov. de 2018.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-17 18:55:58 UTC</pubDate>
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         <title>Um singelo obrigado</title>
         <author>gabss_manzato</author>
         <link>https://padlet.com/gabss_manzato/kepcskedvki7/wish/307984359</link>
         <description><![CDATA[<div>Querido leitor, gostaríamos de agradecer por ter lido até o final. Foi um trabalho realizado com toda a nossa dedicação e carinho. Conhecer estas autoras incríveis agregou ainda mais os nossos conhecimentos e a nossa formação como cidadãs. Por fim, nosso singelo agradecimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-26 19:35:06 UTC</pubDate>
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