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      <title>Cora coralina by KESIA ANTUNES OLIVEIRA</title>
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      <description>Trabalho de língua portuguesa</description>
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      <pubDate>2022-03-25 11:51:17 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução: A importância da mulher para a literatura é indiscutível, pois o Brasil tem uma estrutura patriarcal e machista, logo as mulheres que escreviam livros muitas vezes criticavam esses comportamentos</title>
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         <pubDate>2022-03-25 11:52:47 UTC</pubDate>
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         <title>Cora Coralina (Ana Lins dos Guimarães Peixoto) nasceu na cidade de Goiás, no dia 20 de agosto de 1889.Cora Coralina foi uma poetisa e contista brasileira, escrevia coisas simples e foi  considerada uma das mais importantes do país. Ana era filha de Francisco de Paula Lins dos Guimarães Peixoto e de Jacyntha Luiza do Couto Brandão, infelizmente com apenas um mês de vida seu pai faleceu. Em 1900, Ana se mudou para Mossâmedes e foi em sua adolescência que começou a escrever e participar da literatura, com 14 anos republicou seus poemas no jornal &quot;A rosa&quot; que foi criado com algumas amigas. Em 1911 Cora Coralina fugiu com o advogado divorciado (Cantídio Tolentino Bretas) indo morar no interior de São Paulo, e em 1922 foi convidada para participar da semana de arte moderna, porém, seu marido não gostou da ideia,e a impediu. Em 1934, depois da morte do marido, Cora Coralina virou doceira para poder sustentar os seus quatro filhos,e trabalhou com isso por muito tempo ainda, e mesmo assim ela continuava escrevendo e produzindo seus poemas baseados na sua história. Cora trabalhou como vendedora de livros em SP, logo depois se mudou para Andradina e começou a escrever para o jornal da cidade, e em 1951 se candidatou para vereadora,e só depois de 5 anos resolveu voltar para onde nasceu. Em 1959, quando tinha 70 anos, decidiu aprender datilografia para preparar suas poesias e enviar aos seus editores. Publicou seu primeiro livro &quot;O poema dos becos de Goiás e histórias mais&quot; e em 1970 conseguiu a cadeira nº5 da academia feminina de letras e artes de Goiás, e logo depois lançou seu segundo livro &quot;Meu Livro de Cordel&quot; Cora Coralina recebeu o &quot;Prêmio Juca Pato&quot; da União Brasileira dos Escritores, e em 1984 é nomeada para a Academia Goiânia de Letras, ocupando a cadeira nº38. E infelizmente Cora Coralina falece com 95 anos em Goiânia,Goiás, no dia 10 de abril de 1985.</title>
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         <pubDate>2022-03-25 11:53:12 UTC</pubDate>
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         <title>Coração é Terra que Ninguém Vê Quis ser um dia, jardineira de um coração.Sachei, mondei - nada colhi.Nasceram espinhos e nos espinhos me feri.Quis ser um dia, jardineira de um coração.Cavei, plantei.Na terra ingrata nada criei.Semeador da Parábola...Lancei a boa semente a gestos largos...Aves do céu levaram.Espinhos do chão cobriram.O resto se perdeu na terra dura da ingratidão Coração é terra que ninguém vê- diz o ditado.Plantei, reguei, nada deu, não.Terra de lagedo, de pedregulho,- teu coração. Bati na porta de um coração.Bati. Bati. Nada escutei.Casa vazia. Porta fechada,foi que encontrei...</title>
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         <title>A Cora Coralina era persistente,como alguém que acreditava naquilo que fazia, que mesmo com a luta e a discussão que passava, seguia em frente.</title>
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         <pubDate>2022-03-25 11:54:58 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2022-03-25 11:55:31 UTC</pubDate>
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