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      <title>A escravidão em xeque by </title>
      <link>https://padlet.com/sofiamss23/ke8najal6zmxqmbl</link>
      <description>Coleção a Conquista (FTD) 8 ano, páginas 248 á 256. Mirelly Lima de Castro e Sofia Masrtins Santos de Souza.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-07-04 12:06:35 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução sobre o tema </title>
         <author>sofiamss23</author>
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         <description><![CDATA[<p>A escravidão marcou intensamente o Brasil, por mais de 300 anos, milhões de pessoas negras foram exploradas, e o principal objetivo era, captar recursos para a metropole. Embora que, anos mais tarde surgem as leis de "libertação", não foram oferecidos meios para a sobrevivencia digna desses povos. Vamos analisar sobre esses processos de uma maneira mais critica, refeltinfo sobre aspectos invisibilizados pela historiografia tradicional. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-04 12:12:37 UTC</pubDate>
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         <title>Linha do tempo</title>
         <author>sofiamss23</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-07-04 12:14:55 UTC</pubDate>
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         <title>Leis </title>
         <author>sofiamss23</author>
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         <description><![CDATA[<p>-Lei Eusebio de Queiros (1850): Proibiu o trafico de escravos. </p><p>-Lei de Terras (1850): Impediu ex-escravizados de ter acesso à terras.</p><p>-Lei do Ventre Livre (1871): Libertava filhos, mas o mantinha sob tutela.</p><p>-Lei dos Sexagenários (1885): "Libertava" idosos sem condições de sustento.</p><p>-Lei Áurea (1888): Aboliu, mas não incluiu.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-04 12:40:22 UTC</pubDate>
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         <title>Abolição X Liberdade</title>
         <author>sofiamss23</author>
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         <description><![CDATA[<p>Embora que livres perante a lei, essas pessoas não receberam nenhum tipo de condição para viverem em liberdade, já que não possuiam terras ou condições financeiras para sobreviver, ainda sim estavam "presos" a seus senhores.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-04 12:42:01 UTC</pubDate>
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         <title>Documentário sobre a abolição</title>
         <author>sofiamss23</author>
         <link>https://padlet.com/sofiamss23/ke8najal6zmxqmbl/wish/3510702063</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-07-04 12:43:42 UTC</pubDate>
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         <title>A resistência através da construção de comunidade</title>
         <author>sofiamss23</author>
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         <description><![CDATA[<p>Título: “Interior de uma habitação de negros”</p><p>Autor: Johann Moritz Rugendas</p><p>Data: cerca de 1835</p><p>Fonte: Domínio público — imagem reproduzida do livro “Voyage Pittoresque dans le Brésil”</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-04 12:45:52 UTC</pubDate>
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         <title>Porque estudar este tema?</title>
         <author>sofiamss23</author>
         <link>https://padlet.com/sofiamss23/ke8najal6zmxqmbl/wish/3510708019</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante décadas, a história da população foi excluída  dos currículos escolares. Para para mudar isso a Lei 10.639/03 tornou obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileira nas escolas de ensino fundamental e médio. Isso significa mais do que apenas uma lei educacional, é uma reparação histórica e uma ferramenta de combate ao racismo.</p><p>“A Lei 10.639/03 é uma conquista histórica dos movimentos negros e um passo fundamental para o combate ao racismo estrutural no Brasil"</p><p>BRASIL. Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. Lei que tornou obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileira celebra mais de duas décadas. Brasília: MDHC, 09 jan. 2025. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2025/janeiro/lei-que-tornou-obrigatorio-o-ensino-de-historia-e-cultura-afro-brasileira-celebra-mais-de-duas-decadas">https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2025/janeiro/lei-que-tornou-obrigatorio-o-ensino-de-historia-e-cultura-afro-brasileira-celebra-mais-de-duas-decadas</a>. Acesso em: 03 jul. 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-04 12:54:27 UTC</pubDate>
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         <title>Marcas da escravidão</title>
         <author>sofiamss23</author>
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         <description><![CDATA[<p>Embora que abolida em 1888, as consequencia e as marcas da escravidão se fazem presente na atualidade. “A vida escrava continuava até os dias de hoje. Sim, ela era escrava também. Escrava de uma condição de vida que se repetia. Escrava do desespero, da falta de esperança, da impossibilidade de travar novas batalhas, de organizar novos quilombos, de inventar outra e nova vida”.</p><p>EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio. Rio de Janeiro: Pallas, 2003. p.73</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-04 12:57:04 UTC</pubDate>
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         <title>Resistência</title>
         <author>sofiamss23</author>
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         <description><![CDATA[<p>É equivocado imaginar que todo o processo de escravidão ocorreu de maneira passiva ou que apenas no momento em que inicia o traalho começa a revolta desses povos, pelo contrario, A  resistência à escravidão começou desde quando os africanosos estavam viajando em navios, onde havia um risco significativo de revoltas. Os traficantes então reduziram a comida e usaram intérpretes de tripulação para identificar sinais de rebelião, a fim de evitar esses levantes.e usaram intérpretes de tripulação para identificar sinais de rebelião a fim de evitar esses problemas. As revoltas não se limitaram apenas aos navios, elas também ocorreram no Brasil. Devido à sua experiência em guerras, historiadores apontam que africanos, como os nagôs e os haussás, eram mais combativos, mas os escravos também participaram de revoltas ao longo da história .</p><p>SOUSA, Rafael. A resistência dos escravos. Brasil Escola. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/historiab/a-resistencia-dos-escravos.htm">https://brasilescola.uol.com.br/historiab/a-resistencia-dos-escravos.htm</a>. Acesso em: 3 jul. 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-04 13:08:28 UTC</pubDate>
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         <title>Podcats</title>
         <author>sofiamss23</author>
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         <description><![CDATA[<p>História preta</p>]]></description>
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         <title>Música</title>
         <author>sofiamss23</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-07-04 13:25:01 UTC</pubDate>
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         <title>Cultura e religião</title>
         <author>sofiamss23</author>
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         <description><![CDATA[<p>Durante o processo de escravidão, a cultura e principalmente a religião africana, foi menosprezada e principalmente retartada como algo do mal. Por isso foram em diversos casos proibidos de professar sua f, tendo que buscar saida em camuflar seus rituais e deuses em santos catolicos. </p><p>Expressões e movimentos como, candomblé, umabnda, maracatu, jongo, samba de roda, capoeira, sobreviveram como forma de resistência. </p><p>“A cultura afro-brasileira não sobreviveu por acaso. Ela resistiu porque foi arma contra a escravidão, porque fortaleceu a alma de um povo que não se deixou apagar.”</p><p>— Lilia Schwarcz, antropóloga e historiadora</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-04 13:25:22 UTC</pubDate>
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         <title>Mulheres</title>
         <author>sofiamss23</author>
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         <description><![CDATA[<p>É importante ressaltar que essas figuras femininas contribuíram principalmente na</p><p>questão produtiva da colônia, responsáveis papeis econômicos culturais e de</p><p>resistência fundamentais para a sociedade colônia.</p><p>As mulheres negras, faziam parte principalmente da mão de obra escravizada e</p><p>contribuíram para a mão de obra, seja no engenho, na lavoura, nas casas de engenho.</p><p>Maria Inês Cortês de Oliveira, em estudo sobre as mulheres africanas no Brasil</p><p>Colonial afirma que:</p><p>As mulheres negras não foram apenas objetos de escravidão, mas</p><p>sujeitos históricos. Elas atuaram nos espaços urbanos como parte</p><p>das redes de sociabilidade, como vendedoras, lavadeiras, ama de</p><p>leite, prostitutas e organizadoras de irmandades religiosas. Sua ação</p><p>cotidiana desafiava os limites da dominação senhorial (OLIVEIRA,</p><p>2007, p.46).</p><p>Essas figuras femininas circulavam pelas cidades e conseguiam estabelecer laços</p><p>de apoio e autonomia, mesmo estando sob domínio de seus senhores. Vale evidenciar</p><p>que, além de trabalhar essas mulheres eram responsáveis por preservar e transmitir</p><p>tradições e a cultura africana, possivelmente elas contribuíam para os movimentos de</p><p>fugas e instituições quilombolas.</p><p>Simbolizavam força e resistência, embora que diversos momentos, fossem</p><p>violentadas, principalmente sexualmente, essas mulheres exerceram uma grande e</p><p>significativa resistência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-04 13:25:38 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Referências</title>
         <author>sofiamss23</author>
         <link>https://padlet.com/sofiamss23/ke8najal6zmxqmbl/wish/3510750769</link>
         <description><![CDATA[<p>BRASIL. Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. Lei que tornou obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileira celebra mais de duas décadas. Brasília: MDHC, 09 jan. 2025. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2025/janeiro/lei-que-tornou-obrigatorio-o-ensino-de-historia-e-cultura-afro-brasileira-celebra-mais-de-duas-decadas">https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2025/janeiro/lei-que-tornou-obrigatorio-o-ensino-de-historia-e-cultura-afro-brasileira-celebra-mais-de-duas-decadas</a>. Acesso em: 03 jul. 2025.</p><p>CANAL BRASIL. Abolição: história e silenciamento da população negra [vídeo]. YouTube, 25 mar. 2021. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/hm4MKGxQVqc">https://youtu.be/hm4MKGxQVqc</a>. Acesso em: 03 jul. 2025.</p><p>EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio. Rio de Janeiro: Pallas, 2003.</p><p>FERREIRA, Bia. Cota não é esmola. Intérprete: Bia Ferreira. São Paulo: Independente, 2018. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=ne5PzF_DOrQ">https://www.youtube.com/watch?v=ne5PzF_DOrQ</a>. Acesso em: 03 jul. 2025.</p><p>OLIVEIRA, Maria Inês Cortês de. Mulheres africanas e afrodescendentes na América portuguesa: experiências e trajetórias de vida no mundo do trabalho e das relações sociais. In: História das mulheres no Brasil. 14 ed. São Paulo: Contexto, 2007.</p><p>PORTAL, Leonardo. A Conquista: História. 8.º ano. São Paulo: FTD, 2016. p. 248–250.</p><p>RUGENDAS, Johann Moritz. Interior de uma habitação de negros. Cerca de 1835. In: Voyage Pittoresque dans le Brésil. Domínio público.</p><p>SCHWARCZ, Lilia. Citação adaptada. Disponível em vídeos e artigos da autora. Recomenda-se: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/hm4MKGxQVqc">https://youtu.be/hm4MKGxQVqc</a>. Acesso em: 03 jul. 2025.</p><p>SOUSA, Rafael. A resistência dos escravos. Brasil Escola. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/historiab/a-resistencia-dos-escravos.htm">https://brasilescola.uol.com.br/historiab/a-resistencia-dos-escravos.htm</a>. Acesso em: 03 jul. 2025.</p><p>THIAGO ANDRÉ. História Preta. Podcast sobre a história da população negra no Brasil. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://open.spotify.com/show/0gkJ4Wy8wXJkJc2lZVfLyx?si=c_v2WkjpT8O_6EYgdh23uA">https://open.spotify.com/show/0gkJ4Wy8wXJkJc2lZVfLyx?si=c_v2WkjpT8O_6EYgdh23uA</a>. Acesso em: 03 jul. 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-04 14:14:55 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão</title>
         <author>sofiamss23</author>
         <link>https://padlet.com/sofiamss23/ke8najal6zmxqmbl/wish/3510809785</link>
         <description><![CDATA[<p>É importante ressaltar que, existe a necessidade de novos olhares e novas perspectiva sobre a história do Brasil, e principalemente quando se trata daqueles que foram e são por diversos momentos, esilenciados e ocultados. </p><p>Os africanos escravizados e os afrobrasileiros contribuiram intensamente para a construção do Brasil hoje, e tiveram um papel importantissimo na construção da sociedade e dos meios de produção. </p><p>Entretanto, quando se trata de ultiliza-los como fonte de produção ou do ensino desses conteudos, é apresentado de forma superficial e na maioria dos casos ultilizando fontes produizadas por aqueles que estavam sempre no comando da situação. Suas lutas não sessaram com a instituição da Lei Áurea, mas perscistem até os dias atuais. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-04 16:23:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Filmes e Series</title>
         <author>sofiamss23</author>
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         <description><![CDATA[<p> 1. Besouro (2009)</p><p>Filme brasileiro inspirado em um capoeirista real da Bahia pós-abolição. Mostra a luta de um herói negro contra o racismo e a repressão cultural.</p><p>Temas: capoeira, religiosidade afro, resistência popular.</p><p> 2. Quilombo (1984)</p><p>Dirigido por Cacá Diegues, conta a história do Quilombo dos Palmares e a luta de Zumbi e Dandara.</p><p> Temas: organização quilombola, resistência negra, liberdade.</p><p>3. Abolição (1988 – Documentário)</p><p>Dirigido por Zózimo Bulbul, traz depoimentos de intelectuais e ativistas negros sobre o significado da abolição 100 anos depois.</p><p>Temas: crítica à falsa liberdade, racismo estrutural.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-04 16:40:28 UTC</pubDate>
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