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      <title>O 20 aminoácidos encontrados nas moléculas de proteínas. by juliane silva</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-03-31 14:37:27 UTC</pubDate>
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         <title>1. Glicina</title>
         <author>julianesantos020305</author>
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         <description><![CDATA[<p><em>Feito por </em><strong><em>Juliane Silva. </em></strong></p><p><br/></p><p>A <strong>glicina</strong> é um aminoácido não essencial com propriedades fisiológicas fundamentais para o organismo humano. Considerada como o mais simples dos aminoácidos proteicos, é também descrita na literatura como sendo condicionalmente essencial.</p><p><br/></p><p>Funções da Glicina:</p><ul><li><p><strong>Componente das Proteínas</strong>: A glicina é um dos 20 aminoácidos que compõem as proteínas no corpo humano. Ela serve como um bloco de construção fundamental para a síntese de diferentes proteínas, contribuindo para sua estrutura tridimensional e função biológica.</p></li><li><p><strong>Neurotransmissão</strong>: A glicina atua como um neurotransmissor inibitório no sistema nervoso central. Ela desempenha um papel importante na regulação da atividade neuronal, ajudando a controlar o tônus muscular e a transmissão de sinais nervosos. Esse papel na neurotransmissão é essencial para funções como o controle do movimento e a resposta ao estresse.</p></li><li><p><strong>Síntese de Colágeno</strong>: A glicina é um componente chave do colágeno, uma proteína estrutural que é o principal componente do tecido conjuntivo, como pele, tendões, cartilagens e ossos. O colágeno é essencial para a manutenção da integridade estrutural e elasticidade desses tecidos, o que é crucial para a saúde geral do corpo.</p></li><li><p><strong>Antioxidante</strong>: A glicina tem propriedades antioxidantes, o que significa que pode ajudar a proteger as células contra danos causados pelos radicais livres. Os radicais livres são moléculas instáveis que podem danificar as células e contribuir para o envelhecimento e o desenvolvimento de doenças crônicas, como doenças cardiovasculares e câncer.</p></li><li><p><strong>Regulação do Metabolismo</strong>: A glicina está envolvida em várias vias metabólicas, incluindo a síntese de purinas e porfirinas, que são importantes para a produção de DNA, RNA e hemoglobina. Ela também está envolvida na produção de energia, ajudando a fornecer substratos para o ciclo de Krebs e a produção de ATP.</p></li><li><p><strong>Redução do Estresse e Promoção do Sono</strong>: A glicina tem sido associada a benefícios para a saúde mental, incluindo a redução do estresse e da ansiedade, bem como melhorias na qualidade do sono. Ela pode atuar como um neurotransmissor calmante, ajudando a reduzir a ansiedade e promover o relaxamento.</p></li></ul><p>Essas são apenas algumas das funções importantes da glicina no corpo humano. Como um aminoácido versátil e multifuncional, a glicina desempenha papéis críticos em uma variedade de processos biológicos essenciais para a saúde e o funcionamento adequado do organismo.</p><p><br/></p><p>Não existem <strong>doenças diretamente associadas</strong> à deficiência ou excesso de glicina como ocorre com alguns outros aminoácidos. No entanto, desequilíbrios na concentração de glicina podem estar relacionados a certas condições de saúde ou distúrbios, como:</p><p><br/></p><ol><li><p><strong>Distúrbios Neurológicos</strong>: Como neurotransmissor inibitório, desequilíbrios na concentração de glicina no cérebro podem estar relacionados a distúrbios neurológicos. Por exemplo, evidências sugerem que a glicina pode estar envolvida na esquizofrenia, epilepsia e outras condições neurológicas, embora a natureza exata dessa relação ainda não seja totalmente compreendida.</p></li><li><p><strong>Doença Hepática</strong>: A glicina é sintetizada no fígado e está envolvida em várias vias metabólicas, incluindo a desintoxicação de substâncias nocivas. Desequilíbrios na concentração de glicina podem ocorrer em condições hepáticas, como cirrose hepática ou hepatite, afetando a função metabólica e a homeostase do organismo.</p></li><li><p><strong>Doenças Metabólicas</strong>: Alterações nos níveis de glicina no organismo podem estar associadas a distúrbios metabólicos, como diabetes e obesidade. Estudos sugerem que a glicina pode desempenhar um papel na regulação do metabolismo da glicose e lipídios, embora mais pesquisas sejam necessárias para entender completamente essa relação.</p></li><li><p><strong>Distúrbios do Sono e Ansiedade</strong>: A glicina tem sido estudada por seu potencial em melhorar a qualidade do sono e reduzir a ansiedade. Desequilíbrios na neurotransmissão de glicina podem estar relacionados a distúrbios do sono e transtornos de ansiedade, embora mais pesquisas sejam necessárias para confirmar essas associações.</p></li></ol><p><br/></p><p>A glicina é encontrada em alguns <strong>fármacos</strong> como componente ativo ou como parte da formulação, como a Clozapina, bastante utilizada no tratamento da esquizofrenia, em que a glicina atua como um componente estabilizante. Além de outros medicamentos, como o Cloridrato de Glicina, os suplementos de glicina para reduzir a ansiedade e as soluções intravenosas, em que a glicina atua como diluente.<br></p><p>A glicina pode ser obtida na alimentação através de várias fontes de alimento, como:</p><ol><li><p><strong>Alimentos Ricos em Proteínas</strong>: A glicina é um dos aminoácidos encontrados em proteínas de origem animal e vegetal. Portanto, alimentos ricos em proteínas são boas fontes de glicina. Isso inclui carnes (especialmente aves como frango e peru), peixes, ovos, laticínios (como leite, queijo e iogurte) e leguminosas (como feijão, lentilhas e grão-de-bico).</p></li><li><p><strong>Colágeno e Gelatina</strong>: O colágeno é uma proteína abundante no corpo humano e é uma excelente fonte de glicina. O caldo de ossos, que é feito fervendo ossos de animais, é uma rica fonte de colágeno e, consequentemente, de glicina. Além disso, a gelatina, que é derivada do colágeno, também contém glicina.</p></li><li><p><strong>Produtos de Origem Animal</strong>: Além das carnes, outros produtos de origem animal, como caldos de carne, caldos de ossos e sopa de miúdos, podem ser fontes de glicina devido ao seu conteúdo de colágeno.</p></li><li><p><strong>Produtos de Soja e Derivados</strong>: Alguns produtos à base de soja, como tofu e tempeh, contêm glicina. No entanto, as quantidades podem variar dependendo do processo de produção e do tipo de produto à base de soja.</p></li><li><p><strong>Frutos do Mar</strong>: Peixes e frutos do mar, como camarão, ostras e mariscos, também são fontes de glicina, além de outros aminoácidos essenciais e nutrientes.</p></li><li><p><strong>Alimentos Vegetais</strong>: Embora as fontes de glicina sejam mais abundantes em alimentos de origem animal, alguns vegetais também contêm glicina em menor quantidade. Isso inclui espinafre, repolho, couve-flor, couve, alface e abóbora.</p></li></ol><p><br/></p><p>Existe alguma relação entre o aminoácido <strong>glicina</strong> e a doença<strong> Esclerose lateral amiotrófica</strong>? </p><p><br/></p><p> A Glicina tem o poder de regular a transmissão de glutamato no receptor de NMDA (N-metil-d-aspartato), que tem uma ação excitatória, através da atuação no sítio da stricnina insensível no receptor. O glutamato é um aminoácido simples, e age como o principal neurotransmissor excitatório no Sistema Nervoso Central. Ele desempenha um papel importante na transmissão rápida (resposta rápida ao estímulo) para a cognição, memória, movimento e sensação. O glutamato é mais comumente encontrado no cérebro. A sua função excitatória, quando em excesso, causa despolarização da célula nervosa e ativação de enzimas digestivas, com subsequente edema da célula e, no fi nal, morte desta. O excesso de glutamato leva também à ativação de enzimas conhecidas como quinases ativadoras da mitogênese (MAPKS – Mitogen Activated Protein Kinase), que provocam a fosforilação dos neurofi lamentos do motoneurônio. Estes neurofilamentos fosforilados tendem a ser transportados mais lentamente e, assim, eles fi cam acumulados no motoneurônio e contribuem para a sua degeneração. A excitotoxicidade é considerada um importante mecanismo na causa da ELA, hipotetizando-se um defeito ou na recaptação do glutamato pela célula da glia ou pelo aumento da liberação dos terminais nervosos. Sob tais condições, a transmissão excitatória aumentada teria uma relação importante nos neurônios pré-sinápticos, levando a um comprometimento irreversível.</p><p><br/></p><p>Fontes: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.tuasaude.com/alimentos-ricos-em-glicina/">https://www.tuasaude.com/alimentos-ricos-em-glicina/</a>        <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infoescola.com/bioquimica/glicina/#google_vignette">https://www.infoescola.com/bioquimica/glicina/#google_vignette</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.abrela.org.br/">https://www.abrela.org.br/</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-31 15:17:29 UTC</pubDate>
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         <title>2. Alanina</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Feito por <strong>Maria Eduarda dos Santos Fiuza</strong></p><p><br/></p><p>A alanina é um aminoácido proteico não-essencial produzida naturalmente pelo organismo humano. É importante para síntese de glicose no fígado e nos músculos, e para inibir neurotransmissores do SNC (sistema nervoso central).</p><p>Sua fórmula química é CH<sub>3</sub>CH(NH<sub>2</sub>)COOH e apresenta o nome oficial</p><p>2-aminopropanóico.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Funções da alanina:</strong></p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Funciona com suplemento dietético por ser responsável pela produção de piruvato e glicose pois induz o anabolismo, e tem uma resposta positiva em crianças subnutridas com doenças metabólicas herdadas, quando utilizada juntamente a um hormônio de crescimento. A fenilcetonúria (PKU) é uma das doenças com respostas positivas a suplementação com alanina.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Regula o índice de glicose na corrente sanguínea, prevenido diabetes.</p><ul><li><p>Auxiliar do&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infoescola.com/bioquimica/metabolismo/">metabolismo</a>&nbsp;energético e da glicose: fornece energia para o SNC, o fígado e os músculos através da conversão da glicose em energia, diminuindo fadiga muscular.</p></li></ul><p>&nbsp;</p><ul><li><p>Atua como um neurotransmissor inibitório, com considerada atividade tranquilizante, o que pode auxiliar nos quadros de&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infoescola.com/neurologia/epilepsia/">epilepsia</a>, por reduzir a excitabilidade neuronal.</p></li></ul><p>&nbsp;</p><ul><li><p>Auxiliar na produção de células do&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infoescola.com/biologia/sistema-imunologico/">sistema imunológico</a>, como os&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infoescola.com/citologia/linfocitos/">linfócitos</a>&nbsp;e imunoglobulinas.</p></li></ul><p>&nbsp;</p><p><strong>Alanina X Beta-alanina</strong></p><p>A diferença entre essas moléculas está na estrutura molecular. Assim, ambas são&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infoescola.com/bioquimica/aminoacidos/">aminoácidos</a>, mas com estrutura e implicações metabólicas diferentes:</p><p>A alanina é transformada em uma&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infoescola.com/quimica/molecula/">molécula</a>&nbsp;fonte de energia aos músculos. Já a beta-alanina, é utilizada para a síntese de carnosina, com função de tampão ao regular a acidez do&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infoescola.com/anatomia-humana/tecido-muscular/">tecido muscular</a>.</p><p><br/></p><p><strong>Índices de alanina no organismo:</strong></p><p>A deficiência na produção de alanina, apesar de rara pode ocorrer causando doenças hepáticas, diabetes, fadiga, fraqueza e atrofia muscular.</p><p>Os índices de alanina podem estar abaixo de esperado em casos de desnutrição e falta de vitamina B6. &nbsp;&nbsp;</p><p>É mais comum observar a aumento dessa substancia o que serve de indicador para doenças hepáticas como hepatite, inflamações, tumores e consumo exacerbado de bebidas alcoólicas.</p><p><br/></p><p><strong>Medicamentos utilizados:</strong></p><p>Utilizado em suplementos esportivos com whey e creatinas para melhor resposta muscular, e para nutrição parenteral intravenosa.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Alimentos ricos em Alanina:</strong></p><p>Aspargo, mandioca, batata inglesa, cenoura, berinjela, beterraba;</p><p>Aveia, cacau, centeio, cevada;</p><p>Coco, abacate;</p><p>Avelã, nozes, castanha-de-caju, castanha-do-pará, amêndoas, amendoim;</p><p>Milho, feijão, ervilha.</p><p>A alanina existe nos alimentos mas a sua ingestão  não é essencial porque o organismo consegue produzir esse aminoácido por conta própria. </p><p>&nbsp;</p><p>NÃO ENCONTREI RELAÇÃO DIRETA COM A ELA, ENTRETANTO TAMBÉM NÃO HÁ PESQUISAS DE CONTRAINDICAÇÃO EM CASO DE SUPLEMENTAÇÃO.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>links referenciais:</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/2536/000321501.pdf?sequence=1">https://lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/2536/000321501.pdf?sequence=1</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infoescola.com/bioquimica/alanina/">https://www.infoescola.com/bioquimica/alanina/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.tuasaude.com/alimentos-ricos-em-alanina/">https://www.tuasaude.com/alimentos-ricos-em-alanina/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.mundoboaforma.com.br/tudo-sobre-alanina-aminotransferase-alta-ou-baixa-demais/">Tudo sobre alanina aminotransferase alta ou baixa demais - MundoBoaForma</a></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-01 13:05:28 UTC</pubDate>
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         <title>3. Prolina</title>
         <author>nailaravennaferreira</author>
         <link>https://padlet.com/julianesantos020305/kdll2riia946i39q/wish/2939703066</link>
         <description><![CDATA[<p>Feito por <strong>Naila Ravenna Ferreira dos Santos</strong></p><p><br/></p><p>A PROLINA é um dos 20 aminoácidos comuns encontrados em proteínas nos organismos vivos. É classificada como um aminoácido não essencial, o que significa que o corpo humano pode sintetizá-la internamente, embora também seja adquirida através da dieta. A prolina é especialmente importante para a estrutura e a função de muitas proteínas no corpo,&nbsp;participa da formação do colágeno, uma proteína que é importante para manter a elasticidade e firmeza da pele, além de ser essencial para a formação dos tendões, músculos e cartilagens.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>FUNÇÕES:</strong></p><ul><li><p> <strong><em>Componente estrutural de proteínas: </em></strong>A prolina é um dos aminoácidos que compõem as proteínas. Ela contribui para a estrutura tridimensional das proteínas, ajudando a determinar sua forma e função. A presença de prolina em locais específicos de proteínas pode influenciar suas propriedades estruturais e funcionais.</p></li><li><p> <strong><em>Colágeno</em></strong><em>:</em> A prolina é um componente essencial do colágeno, a proteína mais abundante no corpo humano. O colágeno é encontrado na pele, ossos, cartilagens, tendões, ligamentos e vasos sanguíneos, fornecendo força e estrutura a esses tecidos. A presença de prolina é crucial para a estabilidade e a resistência do colágeno, garantindo a integridade dos tecidos conjuntivos.</p></li><li><p> <strong><em>Cicatrização de feridas</em></strong><em>:</em> A prolina desempenha um papel importante na cicatrização de feridas. Ela está envolvida na síntese de colágeno, que é essencial para o reparo dos tecidos danificados. Aumentar a disponibilidade de prolina pode ajudar a acelerar o processo de cicatrização de feridas, promovendo a formação de tecido novo.</p></li><li><p> <strong><em>Antioxidante</em></strong>: A prolina possui propriedades antioxidantes, o que significa que pode ajudar a proteger as células contra danos causados pelos radicais livres. Os radicais livres são moléculas instáveis que podem danificar as células e contribuir para o envelhecimento e o desenvolvimento de doenças. A capacidade da prolina de neutralizar os radicais livres ajuda a preservar a saúde celular e a prevenir o estresse oxidativo.</p></li><li><p><strong><em>Metabolismo energético</em></strong><em>:</em> A prolina participa do metabolismo energético, ajudando na conversão de glicose em energia. Ela está envolvida em vias metabólicas importantes, como o ciclo da ureia e o ciclo do ácido cítrico, que são responsáveis pela produção de energia nas células</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>DOENÇAS ASSOCIADAS:</strong></p><p><br/></p><p>Apesar de sua importância, não há muitas doenças diretamente associadas à prolina em si, no entanto, existem algumas condições em que o metabolismo da prolina pode estar comprometido, levando a distúrbios específicos.</p><p><br/></p><ul><li><p><strong><em>Hiperprolinemia</em></strong><em>:</em> É um distúrbio metabólico caracterizado pelo acúmulo de prolina no sangue devido a uma deficiência nas enzimas responsáveis pela degradação da prolina. Os sintomas podem variar, mas podem incluir atraso no desenvolvimento, convulsões, problemas de coordenação motora e deficiência intelectual.</p></li><li><p><strong><em>Síndrome de Déficit de Enzimas Prolina Desidrogenase (PDH)</em></strong><em>:</em> É uma condição rara causada por mutações no gene PDHA2, que codifica uma das enzimas envolvidas na degradação da prolina. Isso leva ao acúmulo de prolina no sangue e nos tecidos. Os sintomas podem incluir atraso no desenvolvimento, hipotonia muscular, convulsões e problemas de fala.</p></li><li><p><strong><em>Deficiência de Prolina Oxidase (POX)</em></strong><em>: </em>É outra condição rara causada por mutações no gene que codifica a enzima prolina oxidase, responsável pela conversão da prolina em ácido pirrolinacarboxílico. Isso resulta em acúmulo de prolina no sangue e nos tecidos, levando a sintomas como atraso no desenvolvimento, problemas de fala, convulsões e fraqueza muscular.</p></li></ul><p>&nbsp;</p><p><strong>ALIMENTAÇÃO:</strong></p><p><br/></p><p>A prolina é um aminoácido encontrado em muitos alimentos proteicos, especialmente em fontes de proteína animal. Aqui estão alguns alimentos que são naturalmente ricos em prolina:</p><p><strong>Carnes</strong>, <strong>peixes e frutos do mar</strong>, <strong>laticínios</strong>, <strong>ovos</strong>, <strong>produtos à base de soja</strong>, <strong>leguminosas</strong>, <strong>frutos secos e sementes</strong>, <strong>grãos integrais.</strong></p><p><br/></p><p><strong>RELAÇÃO COM A ELA:</strong></p><p>A prolina é um aminoácido essencial para o funcionamento do organismo, desempenhando diversos papéis na estrutura de proteínas, metabolismo energético e outros processos biológicos. Ela não é conhecida por desempenhar um papel significativo na patogênese ou progressão da ELA.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.drogariaspacheco.com.br/prolina-300mg---60-caps-935229357/p#:~:text=A%20Prolina%20%C3%A9%20precursora%20de,card%C3%ADaco%2C%20dos%20tend%C3%B5es%20e%20ligamentos">REFERÊNCIAS:</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.drogariaspacheco.com.br/prolina-300mg---60-caps-935229357/p#:~:text=A%20Prolina%20%C3%A9%20precursora%20de,card%C3%ADaco%2C%20dos%20tend%C3%B5es%20e%20ligamentos">https://www.drogariaspacheco.com.br/prolina-300mg---60-caps-935229357/p#:~:text=A%20Prolina%20%C3%A9%20precursora%20de,card%C3%ADaco%2C%20dos%20tend%C3%B5es%20e%20ligamentos</a>.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.tuasaude.com/alimentos-ricos-em-prolina/">https://www.tuasaude.com/alimentos-ricos-em-prolina/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 01:38:33 UTC</pubDate>
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         <title>Valina</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Feito por <em>Michelle Vieira Rabelo</em></p><p><br/></p><p>A valina é um aminoácido essencial que desempenha um papel crucial no corpo humano. Ela é importante para a síntese de proteínas, regulação do sistema nervoso central e também serve como fonte de energia para os músculos durante o exercício. Alimentos ricos em valina incluem carnes, laticínios, ovos, soja e alguns tipos de frutas e vegetais.</p><p><br/></p><p>Quanto aos benefícios, a valina contribui para o crescimento e reparo muscular, ajuda a regular o equilíbrio de nitrogênio no corpo e pode ser útil na recuperação muscular pós-exercício.</p><p><br/></p><p>Em relação aos efeitos colaterais, não há muitos conhecidos ao consumir valina a partir de fontes alimentares naturais. No entanto, como acontece com qualquer suplemento ou mudança na dieta, é importante consultar um profissional de saúde antes de tomar suplementos de valina.</p><p><br/></p><p>Quem deve usar valina:</p><p>- Atletas e pessoas fisicamente ativas que desejam melhorar a recuperação muscular.</p><p>- Pessoas que buscam aumentar a ingestão de aminoácidos essenciais em sua dieta.</p><p><br/></p><p>Quem não deve usar valina:</p><p>- Pessoas com condições médicas específicas devem sempre consultar um médico antes de adicionar suplementos de valina à sua dieta.</p><p>A deficiência de valina pode estar associada a distúrbios neurológicos, embora seja relativamente rara devido à presença desse aminoácido em muitos alimentos protéicos comuns. No entanto, em casos extremos de desnutrição ou dietas muito restritas em proteínas, a deficiência de valina pode contribuir para problemas neurológicos e musculares.</p><p>Além disso, a valina está relacionada ao metabolismo de outros aminoácidos e pode desempenhar um papel em distúrbios metabólicos hereditários, embora essas condições sejam incomuns e geralmente se manifestem na infância.</p><p>Como sempre, é importante consultar um profissional de saúde para avaliar qualquer preocupação específica relacionada à valina e à sua saúde em geral</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 17:28:37 UTC</pubDate>
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         <title>4. Isoleucina</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Feito por <strong>Antônio Victor Lopes Aragão.</strong></p><p><br/></p><p>Funções da Isoleucina:</p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Produção dos tecidos musculares: </strong>A Isoleucina é um aminoácido que é necessário para a formação dos tecidos musculares e consequentemente ajuda no ganho de massa muscular, ajuda na cicatrização corporal e no fortalecimento do sistema imunológico.</p></li><li><p><strong>BCAA:</strong> A isoleucina é um dos 3 aminoácidos essenciais de cadeia ramificada e o nosso corpo não consegue produzir tal aminoácido. Assim, a isoleucina é obtida através da ingestão de alimentos de origem animal e vegetal que são ricamente proteicos.</p></li><li><p><strong>Síntese Proteica</strong>: A isoleucina é um dos componentes essenciais na síntese de proteínas. Ela atua como um bloco de construção para a formação de proteínas musculares, ajudando no reparo e no crescimento muscular.</p></li><li><p><strong>Energia</strong>: A isoleucina pode ser convertida em glicose no fígado através do processo de gliconeogênese. Isso significa que a isoleucina pode servir como fonte de energia quando os níveis de glicose estão baixos, como durante exercícios intensos ou em períodos de jejum.</p></li><li><p><strong>Produção de Hemoglobina: </strong>a isoleucina é essencial para a produção e formação de hemoglobina,&nbsp;uma proteína que faz parte&nbsp;dos glóbulos vermelhos do sangue e que tem como&nbsp;função transportar oxigênio para os tecidos do corpo,&nbsp;a isoleucina ajuda a evitar a anemia.</p></li><li><p><strong>Função Cognitiva:</strong> pode ser influenciada pela isoleucina, de acordo com pesquisas recentes. Há indícios de que esse aminoácido desempenha um papel na saúde do cérebro, possivelmente contribuindo para a produção e regulação de neurotransmissores, essenciais para a comunicação entre os neurônios.</p></li></ul><p><br/></p><p>Essas são algumas das funções essenciais da isoleucina no corpo humano. Nesse caso, esse aminoácido participa de vários processos do desenvolvimento do homem, desempenhando papel inestendível para a saúde humana.</p><p><br/></p><p>As <strong>doenças relacionadas à falta de isoleucina </strong>é somente uma: <strong>Anemia. </strong>Porém, existem algumas condições de saúde sem homeostase com a deficiência de tal aminoácido, como: </p><p><br/></p><ol><li><p><strong>Anemia</strong>: A isoleucina é necessária para a produção de hemoglobina, uma proteína encontrada nos glóbulos vermelhos que transporta oxigênio por todo o corpo. Portanto, a deficiência de isoleucina pode reduzir a produção de hemoglobina e causar anemia.</p></li><li><p><strong>Fadiga e fraqueza muscular:</strong> Os aminoácidos de cadeia ramificada, incluindo a isoleucina, desempenham um papel importante na recuperação muscular e na prevenção da fadiga durante o exercício. A deficiência de isoleucina pode aumentar a fadiga e a fraqueza muscular.</p></li><li><p><strong>Problemas de crescimento em crianças: </strong>A isoleucina é essencial para o crescimento e desenvolvimento adequados, especialmente em crianças. A deficiência de isoleucina pode afetar o crescimento normal e o desenvolvimento físico e cognitivo.</p></li><li><p><strong>Distúrbios neurológicos:</strong> Algumas pesquisas sugerem que a deficiência de isoleucina pode estar associada a distúrbios neurológicos, como convulsões e dificuldades de aprendizagem. Isto pode estar relacionado ao papel da isoleucina na neurotransmissão e na função cognitiva.</p></li><li><p><strong>Desregulação do açúcar no sangue:</strong> Os aminoácidos de cadeia ramificada, incluindo a isoleucina, desempenham um papel na regulação dos níveis de açúcar no sangue. A deficiência de isoleucina pode causar problemas no controle do açúcar no sangue e aumentar o risco de desenvolver diabetes tipo 2.</p></li></ol><p><br/></p><p><strong>Alimentos ricos em Isoleucina:</strong></p><p>&nbsp;&nbsp; - Filé de frango grelhado</p><p>&nbsp;&nbsp; - Bife magro de carne bovina</p><p>&nbsp;&nbsp; - Salmão selvagem</p><p>&nbsp;&nbsp; - Camarão</p><p>&nbsp;&nbsp; - Ovos cozidos</p><p>&nbsp;&nbsp; - Omelete de claras de ovos</p><p>&nbsp;&nbsp; - Queijo cottage</p><p>&nbsp;&nbsp; - Iogurte grego sem gordura</p><p>&nbsp;&nbsp; - Feijão preto cozido</p><p>&nbsp;&nbsp; - Lentilhas</p><p>&nbsp;&nbsp; - Amêndoas</p><p>&nbsp;&nbsp; - Sementes de girassol</p><p><br/></p><p>NÃO ACHEI NENHUMA RELAÇÃO COM A ELA! </p><p><br/></p><p>Referencias:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.tuasaude.com/alimentos-ricos-em-isoleucina/">https://www.tuasaude.com/alimentos-ricos-em-isoleucina/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://nutrologiariodejaneiro.com.br/isoleucina.html">https://nutrologiariodejaneiro.com.br/isoleucina.html</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Isoleucine">https://en.wikipedia.org/wiki/Isoleucine</a></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2409136588/ec70f06e97de41d5157f2d57d3cf1689/formula_estrutural_essencial_aminoacido_isoleucina_400_871044.jpg" />
         <pubDate>2024-04-02 17:53:50 UTC</pubDate>
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         <title>5. Leucina</title>
         <author>katarinarodriguesmarques</author>
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         <description><![CDATA[<p><em>Feito por </em><strong><em>Katarina Rodrigues Marques </em></strong></p><p><br/></p><p>A<em> Leucina</em> é um aminoácido essencial para síntese de proteínas e que, junto com a valina e a isoleucina, faz parte da cadeia ramificada (BCAA).</p><p><br/></p><p>Em pessoas saudáveis, é possível encontrar nove aminoácidos essenciais e a Leucina é um deles. Esse aminoácido exerce significativa funcionalidade no tecido muscular, além de outras funções metabólicas.</p><p><br/></p><p><strong>Funções da Leucina:</strong></p><p>Possui várias funcionalidades como, por exemplo, a manutenção da massa muscular, baixa dos níveis de açúcar no sangue (pois está diretamente ligada a síntese de hormônios como a insulina), aumento das defesas do organismo, auxílio na cicatrização de óssea, etc. Um exemplo de sua importância é que no pré e no pós operatório de qualquer cirurgia é recomendado a ingestão de leucina, para melhorar a recuperação e cicatrização.</p><p><br/></p><p>A leucina também é conhecida por ajudar no ganho de massa muscular, uma vez que é um aminoácido que fornece energia para os músculos e aumenta a produção do GH, estimulando assim a produção de tecido muscular. A suplementação de leucina para idosos, por exemplo, ajuda na melhora da mobilidade física, diminuindo a atrofia muscular (sarcopenia). É bastante suplementada também por atletas e que estão em busca de hipertrofia muscular. </p><p> </p><p><strong>Onde encontrar:</strong></p><p>Uma vez que é um aminoácido que não é produzido pelo próprio corpo, a Leucina pode ser consumida através de alimentos como amendoim, peixes, frango, carne vermelha, ovos, arroz, trigo, milho, lentilha, leite e derivados, castanha de caju, avelã, pepino, tomate, beringela, repolho, quiabo, espinafre, feijão, ervilha, pepino, tomate, berinjela, repolho, quiabo e espinafre, entre outros.</p><p><br/></p><p><strong>Doenças associadas</strong></p><p>A ingestão excessiva de leucina pode causar <em>hipoglicemia </em>e <em>deficiência de vitamina B3,</em> Pelagra, que é uma doença que pode provocar alterações na pele, diarreia, dor de cabeça e perda de memória, além de causar problemas hepáticos ou renais, porque o fígado e os rins são os responsáveis pelo metabolismo dos aminoácidos.</p><p><br/></p><p><strong>Relação com a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA): </strong></p><p><br/></p><p>Não foram encontrados muitos dados que correlacionem a ELA com a ingestão de Leucina, mas através de algumas pesquisas foi encontrado um artigo, publicado em 2022 pela UNIFESP (o qual o link foi anexado nas fontes), que buscava <em>"Analisar como a constituição da dieta interfere na composição corporal dos pacientes com Esclerose Lateral Amiotrófica/Doença do Neurônio Motor".</em> Tal estudo relatou que <em>"Os aminoácidos de cadeia ramificada, consumidos através de fontes alimentares, relacionaram-se à melhora dos aspectos de funcionalidade."</em></p><p><br/></p><p>Não foram encontradas mais correlações.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Fontes:</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://repositorio.unifesp.br/items/8864458a-dbd7-4d51-abd8-f602393182c6">An<em>álise do consumo de nutrientes específicos e sua influência no estado nutricional na Esclerose Lateral Amiotrófica/Doença do Neurônio Motor (</em></a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://unifesp.br"><em>unifesp.br</em></a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://repositorio.unifesp.br/items/8864458a-dbd7-4d51-abd8-f602393182c6"><em>)</em></a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/dist%C3%BArbios-neurol%C3%B3gicos/dist%C3%BArbios-do-sistema-nervoso-perif%C3%A9rico-e-da-unidade-motora/esclerose-lateral-amiotr%C3%B3fica-ela-e-outras-doen%C3%A7as-do-neur%C3%B4nio-motor-dnms">Esclerose lateral amiotrófica (ELA) e outras doenças do neurônio motor (DNMs) - Distúrbios neurológicos - Manuais MSD edição para profissionais (</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://msdmanuals.com">msdmanuals.com</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/dist%C3%BArbios-neurol%C3%B3gicos/dist%C3%BArbios-do-sistema-nervoso-perif%C3%A9rico-e-da-unidade-motora/esclerose-lateral-amiotr%C3%B3fica-ela-e-outras-doen%C3%A7as-do-neur%C3%B4nio-motor-dnms">)</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.tuasaude.com/alimentos-ricos-em-leucina/#google_vignette">Leucina: o que é, para que serve e alimentos ricos - Tua Saúde (</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://tuasaude.com">tuasaude.com</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.tuasaude.com/alimentos-ricos-em-leucina/#google_vignette">)</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 18:09:46 UTC</pubDate>
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         <title>Arginina </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A Arginina é um aminoácido essencial, o que significa que o corpo humano normalmente pode produzi-la em quantidades adequadas, mas em certas condições pode precisar de uma ingestão adicional através da dieta. É um aminoácido que desempenha diversos papéis no organismo. Em situações de estresse, exercícios de alta intensidade ou doença, a produção pode ser limitada, necessitando que ocorra o seu consumo por meio da dieta e/ou suplementação.</p><p><br/></p><p>É também uma grande aliada de atletas e praticantes de atividades físicas. Com a dilatação dos vasos sanguíneos, ela facilita o funcionamento dos músculos e aumenta a resistência durante esforços intensos, combatendo a sensação de fadiga.</p><p><br/></p><p>•<strong>Funções:</strong></p><p>Ela desempenha várias funções importantes no corpo, a cicatrização de feridas, o suporte ao sistema imunológico e a regulação do fluxo sanguíneo. </p><p><br/></p><p>A arginina participa de diversas funções no organismo, como nos processos de transporte e excreção de nitrogênio, síntese de óxido nítrico, síntese de ureia, síntese de proteínas, entre outros. Por isso, a arginina auxilia, por exemplo, no metabolismo energético muscular esquelético, na melhora da sensibilidade à insulina, na resistência ao estresse oxidativo, no relaxamento e dilatação dos vasos sanguíneos, na manutenção da imunidade e da função hormonal, na cicatrização e recuperação dos tecidos danificados, entre outros.</p><p><br/></p><p>•<strong>Importância</strong>:</p><p> Além disso, a arginina é um precursor do óxido nítrico, uma molécula importante para a dilatação dos vasos sanguíneos, o que pode ter benefícios para a saúde cardiovascular. </p><p>• Fontes alimentares ricas em arginina incluem carnes, aves, peixes, laticínios, nozes e sementes.</p><p><br/></p><p><strong>• Em excesso</strong>:  a Arginina pode causar doenças ósseas e de pele. Na superdosagem, podem ocorrer náuseas e diarréia aquosa. Doses muito altas de Arginina podem agravar distúrbios mentais em esquizofrênicos. A suplementação de Arginina não é recomendada para jovens, cujo desenvolvimento ósseo ainda está incompleto.</p><p><br/></p><p><strong>Relação com a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)</strong> </p><p><br/></p><p>Alguns estudos sugeriram uma possível ligação entre a arginina e a esclerose lateral amiotrófica (ELA), porém a relação ainda não está completamente esclarecida. Alguns pesquisadores sugerem que níveis elevados de arginina no sangue podem estar associados a um risco reduzido de desenvolvimento da ELA, enquanto outros estudos não encontraram uma correlação significativa.</p><p>Alguns estudos sugerem também que pode haver uma conexão entre o metabolismo da arginina e a progressão da doença. </p><p>Devido ao seu potencial papel na regulação do metabolismo do óxido nítrico, que está implicado na fisiopatologia da ELA, alguns estudos sugeriram que a suplementação de arginina poderia ter efeitos benéficos na ELA, mas a evidência ainda é limitada.</p><p><br/></p><p><strong>Fontes</strong>:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.engov.com.br/blog/ativos/os-principais-beneficios-da-arginina-no-organismo">https://www.engov.com.br/blog/ativos/os-principais-beneficios-da-arginina-no-organismo</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.benegrip.com.br/saude/saude/o-que-e-arginina#:~:text=A%20arginina%20%C3%A9%20uma%20grande,combatendo%20a%20sensa%C3%A7%C3%A3o%20de%20fadiga">https://www.benegrip.com.br/saude/saude/o-que-e-arginina#:~:text=A%20arginina%20é%20uma%20grande,combatendo%20a%20sensação%20de%20fadiga</a>.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infinitypharma.com.br/wp-content/uploads/2023/06/L-Arginina.pdf">https://www.infinitypharma.com.br/wp-content/uploads/2023/06/L-Arginina.pdf</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bodyaction.com.br/linha-completa/aminoacidos/arginina">https://www.bodyaction.com.br/linha-completa/aminoacidos/arginina</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2406303646/2a36e30b5c64d2f21faa45341e17356e/746B34B8_1F94_4D4D_8FF0_CBF4211FAC45.jpeg" />
         <pubDate>2024-04-02 22:52:16 UTC</pubDate>
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         <title>6. Glutamina</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Feito por <strong><em>Maria Eduarda Pinheiro Cruz</em></strong></p><p><br/></p><p><mark>A glutamina é o aminoácido livre (molécula que forma proteína) mais abundante no plasma e no tecido muscular. É classificada como um aminoácido não essencial, uma vez que pode ser sintetizada pelo organismo a partir de outros aminoácidos.</mark></p><p><br/></p><p><strong><em>1.Funções:</em></strong></p><ul><li><p>É a principal transportadora da amônia produzida em nosso organismo. Ela é formada na reação entre o aminoácido glutamato e a amônia produzida nas reações químicas.</p></li><li><p>Está relacionada com as reações de produção de energia, ela atua como combustível para o sistema imune.</p></li><li><p>Atua na melhora da função intestinal, trabalhando como combustível para os enterócitos (células do intestino). </p></li><li><p>É um importante transportador de nitrogênio entre tecidos do nosso corpo.</p></li><li><p>Atua na síntese de glicogênio e é indispensável para a síntese de glutationa, potente antioxidante.</p></li></ul><p><strong><em>2.Curiosidade:</em></strong></p><p>A suplementação com glutamina auxilia na boa saúde intestinal, com uma ação reparadora na mucosa, pois este aminoácido serve como principal fonte energética para as células da mucosa e certas células imunes, timócitos, linfócitos e macrófagos. Sem fontes energéticas suficientes, pode ocorrer prejuízo na função imunológica e atrofia das células intestinais. Nestes casos, a glutamina representa importante papel para o restabelecimento do equilíbrio intestinal.</p><p><strong><em>3. Possíveis efeitos colaterais:  </em></strong>A ingestão de glutamina em excesso desenvolve uma insuficiência renal e cria uma resistência à insulina – é o que acontece com a diabetes tipo 2.</p><p><strong><em>4.Aplicações Positivas em doenças:</em></strong></p><blockquote><p><strong><sub>Objetivo: Descrever informações sobre a suplementação de glutamina (GLN) para tratamento de doenças relacionadas à disbiose intestinal. Métodos: Revisão de literatura a partir de levantamento bibliográfico dos últimos 05 anos nas bases de dados eletrônicas PubMed e Medline. Os artigos foram selecionados a partir das seguintes descritores: Disbiose, Trato gastrointestinal e Glutamina. Dos 83 documentos encontrados, 17 periódicos foram mantidos por agregarem informações relevantes ao tema proposto. Resultados e discussão: Foi possível verificar que a suplementação de GLN, como parte de tratamentos alternativos em casos de doenças associadas à disbiose intestinal, surte efeitos positivos, destacando-se o alívio dos sintomas, estímulo do desenvolvimento do sistema imunológico e melhora da integridade da parede intestinal. Conclusão: A suplementação de GLN aliada à Terapia Nutricional (TN) ainda é amplamente discutida e novas investigações são necessárias, a fim de esclarecer mais sua eficácia.</sub></strong></p></blockquote><p><br/></p><p>Referências Bibliográficas:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.25194/rebrasf.v5i1.830">https://doi.org/10.25194/rebrasf.v5i1.830</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.minhavida.com.br/materias/materia-11436">Glutamina: para que serve, benefícios e como tomar - Minha Vida</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://sanarmed.com/glutamina-o-que-e-como-funciona-quando-e-como-indicar-o-uso-posnut/">Glutamina: o que é, como funciona, quando e como indicar o uso - Sanarmed</a></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 23:15:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Serina </title>
         <author>jhonkelwis</author>
         <link>https://padlet.com/julianesantos020305/kdll2riia946i39q/wish/2940962124</link>
         <description><![CDATA[<p>Feito por Jhonanthan Kelwis de Jesus Santos</p><p><br/></p><p>A serina, ou l-serina, é um aminoácido não essencial que desempenha diversas funções importantes para a sobrevivência humana. Para que seja produzida pelo corpo em quantidades adequadas, é necessário um aporte ideal de vitaminas do complexo B. Outrossim, a serina é encontrada também na porção ativa de uma importante classe de enzimas chamada de "protease de serina", que incluem a tripsina e a quimotripsina. Estas enzimas catalisam a hidrólise das ligações peptídicas em polipeptídeos e proteínas, uma das principais funções do processo digestivo.</p><p><br/></p><p><mark>FUNÇÕES :</mark></p><p><br/></p><p>Saúde cerebral: A serina é bastante conhecida por seu apoio à saúde do cérebro, onde age de múltiplas formas. Para a saúde neural, por exemplo, ela é particularmente especial por agir como neuroprotetora e na fabricação de substâncias essenciais. A serina é muito importante para formação de compostos importantes no organismo. Um deles é uma substância chamada fosfatidilserina, um tipo de lipídio necessário para a formação dos neurônios presentes no cérebro, onde também possui ação neuromoduladora, que favorece a memória.</p><p><br/></p><p>Alivio do estresse: O triptofano é uma substância produzida atrás da serina que e  imprescindível para a produção de serotonina, um neurotransmissor que beneficia o corpo com seus efeitos relaxantes e calmantes, além de aliviar o estresse e seus problemas decorrentes, como ansiedade, oscilações de humor e sintomas de depressão.</p><p><br/></p><p>Imunidade: A serina participa da produção de diversos compostos que favorecem a defesa imunológica. Dentre eles, estão imunoglobulinas e anticorpos</p><p>Cisteína e glicina são outros compostos gerados com participação da serina. Estes dois aminoácidos são precursores da glutationa, um dos antioxidantes mais importantes do corpo humano, que além de combater radicais livres, promove benefícios como recuperação celular, eliminação de toxinas e transporte de aminoácidos.</p><p><br/></p><p><mark>Alimentos riscos em serina: </mark></p><ul><li><p>Amendoim</p></li><li><p>Amêndoas</p></li><li><p>Nozes</p></li><li><p>Batata doce</p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.novidadesaudavel.com.br/busca?ft=semente%20de%20abobora"><strong>Semente de abóbora</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://blog.novidadesaudavel.com.br/spirulina-conheca-os-beneficios-e-vantagens-de-consumi-la-diariamente/"><strong>Spirulina</strong></a></p></li><li><p>Leguminosas</p></li><li><p>Ovos caipiras</p></li><li><p>Laticínios</p></li><li><p>Carnes de animais criados soltos</p></li></ul><p><br/></p><p><mark>DOENÇAS ASSOCIADAS:</mark></p><p><br/></p><p>Aparentemente não existe doenças associadas à serina diretamente, entretanto trouxe um exemplo do que pode ocorrer quando uma criança nasce com a deficiência de serina: Como a serina e o metabolismo do folato são muito importantes no desenvolvimento e bom funcionamento do sistema nervoso central, as crianças com uma deficiência de serina podem manifestar sintomas neurológicos ainda antes do nascimento, como microcefalia congenica primeiros meses de vida, pode ocorrer atraso no desenvolvimento psicomotor, seguido de crises convulsivas refractárias, cataratas, tetraparésia espástica e nistagmo em alguns doentes.  </p><p><br/></p><p><mark>RELAÇÃO COM A (ELA):</mark></p><p><br/></p><p>A serina é um aminoácido que desempenha várias funções no organismo, incluindo a regulação do sistema nervoso. Algumas pesquisas sugerem que níveis elevados de serina podem estar associados à esclerose lateral amiotrófica (ELA). No entanto, o papel exato da serina na ELA ainda não está completamente compreendido e mais pesquisas são necessárias para esclarecer essa relação.</p><p><br/></p><p><mark>REFERÊNCIA:</mark></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://blog.novidadesaudavel.com.br/o-que-e-a-serina-e-para-que-serve/">https://blog.novidadesaudavel.com.br/o-que-e-a-serina-e-para-que-serve/</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://metabolicas.sjdhospitalbarcelona.org/sites/default/files/Triptico_DefSerina_PT.pdf">https://metabolicas.sjdhospitalbarcelona.org/sites/default/files/Triptico_DefSerina_PT.pdf</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-02 23:43:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Lisina </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A lisina é um aminoácido ácido essencial, com uma carga geral positiva em nível de pH fisiológico, o que a torna um dos três aminoácidos básicos (em relação à sua carga). Este aminoácido polar é encontrado na superfície de enzimas e proteínas, e por vezes aparece nas porções ativas. É essencial para o crescimento normal de crianças a para a manutenção do equilíbrio do nitrogênio no adulto. </p><p>A lisina representa cerca de 8% dos aminoácidos das proteínas do nosso organismo. Nome IUPAC: ácido 2,6-diaminohexanoico.</p><p>Este aminoácido de importantes funções para o corpo pode ser encontrado em diversos alimentos. Usada também para prevenir ou tratar infecções de herpes (genitais e feridas orais), ela trata sintomas da paralisia de Bell e potencializa o uso do cálcio no organismo</p><p><br/></p><p><strong>Alimentos ricos em lisina:</strong></p><p>A lisina é um aminoácido presente em diversos alimentos do dia a dia do brasileiro, como:</p><ul><li><p>leite e derivados;&nbsp;</p></li><li><p>carnes e ovos;</p></li><li><p>soja, feijão e lentilha;</p></li><li><p>queijos e iogurte;</p></li><li><p>mamão, manga, damasco, maçã, figo.</p></li></ul><p>Além da alimentação, o aminoácido também pode ser suplementado na dieta, a lisina natura ou L-Lisina, geralmente encontrada em forma de comprimidos ou cápsulas. Lembrando sempre que somente seu médico pode indicar a melhor forma de tratamento, pois cada caso deve ser avaliado individualmente.É válido reforçar que em episódios do herpes, alimentos como: chocolate, nozes e sementes devem ser evitados pois agravam o quadro da doença, haja vista que são alimentos ricos em arginina.</p><p><br/></p><p><strong>A falta e o excesso de lisina no corpo</strong></p><p><br/></p><ul><li><p>A falta de lisina no organismo pode provocar queda da imunidade, fraqueza óssea, piora nos casos de herpes, prejuízo na produção de colágeno e no desenvolvimento de massa muscular.</p></li><li><p>É possível sentir tontura, náusea, falta de apetite, cansaço.</p><p><br/></p></li><li><p>Já o excesso pode levar à formação de cálculos na vesícula biliar e provocar a deficiência de outro aminoácido essencial, a arginina</p><p><br/></p><p><br/></p></li></ul><p><strong>RELAÇÃO COM A ELA: </strong></p><p>A Lisina é um aminoácido essencial para o bom funcionamento do organismo, e desempenha diversos papéis na estrutura de proteínas. Ela não é conhecida por desempenhar um papel significativo na patogênese da ELA</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-03 01:25:22 UTC</pubDate>
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         <title>Fenilalanina </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>FÓRMULA MOLECULAR: C9H11NO2</p><p><br/></p><p>A Fenilalanina é um aminoácidos essencial, que o nosso corpo não produz, por isso, é necessário  obtê-los através da alimentação.  </p><p> </p><p>FUNÇÃO </p><p>É síntese de produção proteínas e a formação de neurotransmissores, como dopamina e epinefrina. </p><p>A fenilalanina é utilizada para que nosso corpo consiga fazer a produção de um outro aminoácidos que é a Tirosina que é fundamental para a produção de neurotransmissores como adrenalina, noradrenalina e dopamina.</p><p>E eles atuam preparando o organismo para um grande esforço físico, promovendo uma maior taxa de fornecimento de oxigênio para as células e provoca a sensação de prazer e aumento da motivação.</p><p> </p><p>DOENÇAS ASSOCIADAS</p><p>A mais conhecida é fenilcetonúria(PKU) uma doença genética em que ocorre uma deficiência ou ausência enzima responsável pela conversão da fenilalanina em tirosina no corpo. Como resultado, os níveis de fenilalanina aumentam no sangue e podem causar danos cerebrais irreversível se nao forem controlados desde o nascimento.</p><p><br/></p><p>BENEFÍCIOS</p><p><br/></p><p>1- SINTESE DE PROTEÍNA </p><p>2- PRODUÇÃO DE NEUROTRANSMISSORES</p><p>3-MELHORA O HUMOR</p><p>4- SUSPENSÃO DO APITITE </p><p>5-FUNÇÃO IMUNOLÓGICA </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-04 23:46:59 UTC</pubDate>
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         <title>Ácido Glutâmico</title>
         <author>katarinarodriguesmarques</author>
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         <description><![CDATA[<p><em>Feito por </em><strong><em>Caroline Silva</em></strong></p><p><br/></p><p>Representado pela fórmula C4H9NO4, o ácido glutâmico ou glutamato possui 1 ácido carboxílico como Radical na sua estrutura. É um aminoácido não essencial, ou seja, nosso corpo consegue sintetizar e produzir por si próprio, mesmo que seja encontrado também em alimentos.</p><p><br/></p><p>É um dos 20-22 aminoácidos proteinogênicos, que são aminoácidos precursores de proteínas, sendo um aminoácido ácido, pois as cadeias laterais são moléculas polares que apresentam carga negativa por apresentarem grupos carboxila. O Ácido Glutâmico é também o principal neurotransmissor excitatório do sistema nervoso central. </p><p><br/></p><p><strong>Funções:</strong></p><p>O ácido glutâmico é essencial na transmissão de impulsos nervosos, sendo caracterizado como um neurotransmissor, e possui um papel chave na potenciação de longa duração. É importante para memória e aprendizagem, extremamente necessário para funções metabólicas no processo de síntese de proteínas, servindo como nutriente atuante na formação de massa muscular e desintoxicação do organismo e regulação dos níveis de amônia no corpo.</p><p>Quando ingerido é rapidamente absorvido pelo Intestino Delgado onde metade é metabolizado e produzido o gás carbônico.</p><p><br/></p><p>O ácido é precursor de glutamina, prolina, arginina e participa na formação de metabólitos como o ácido pirúvico e oxalacetato. </p><p><br/></p><p><strong>Onde encontrá-lo? </strong></p><p>As principais fontes de ácido glutâmico são os alimentos de origem animal, como ovo, leite, queijo e carne, mas também pode ser encontrado em alguns vegetais, como aspargo, agrião e alface, por exemplo. </p><p><br/></p><p>O ácido glutâmico é o responsável pelo sabor umami, que corresponde ao sabor agradável dos alimentos. As variações de seus sais são utilizados pela indústria farmacêutica, podendo ser usados como aditivo alimentar e até mesmo na indústria da beleza como intervenção na pele. </p><p><br/></p><p><strong>Doenças associadas:</strong></p><p><br/></p><p>Sendo o glutamato um neurotransmissor excitatório do sistema nervoso central, muito atuante no desenvolvimento neural, seu metabolismo cerebral é controlado por meio de receptores presentes nos neurônios pré e pós-sinápticos e também em células da glia, principalmente. Tais receptores possuem a função de controlar o tempo que este aminoácido permanece na fenda sináptica. Falhas nesse mecanismo levam ao fenômeno chamado de <em>excitotoxicidade</em> com consequente<em> neurodegeneração</em> de neurônios específicos, culminando em doenças como :</p><p>[  ] Alzheimer</p><p>[  ] Esclerose Lateral Amiotrófica</p><p>[  ]  Parkinson</p><p>[  ]  Doença de Huntington e etc.</p><p><br/></p><p><strong>O Ácido glutâmico e ELA( Esclerose Lateral Amiotrófica):</strong></p><p><br/></p><p>Analisando a presença abundante de glutamato no SNC, percebe-se que problemas na transmissão <em>glutamatérgica</em> se relacionem com numerosas doenças neurológicas </p><p>e transtornos psiquiátricos. Em elevadas concentrações extracelulares, o glutamato atua como uma neurotoxina potente capaz de induzir dano excitotóxico grave em neurônios alvo, um mecanismo implicado em várias doenças neurodegenerativa.</p><p><br/></p><p><em>A Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é</em> uma doença neurodegenerativa fatal que afeta neurônios motores superiores e inferiores e tem como fisiopatologia mais aceita a excitotoxicidade mediada por glutamato. Embora os sintomas primários estejam associados à disfunção motora, metade dos pacientes desenvolvem comprometimento cognitivo e/ou comportamental durante o curso da doença e alguns apresentam demência frontotemporal. </p><p><br/></p><p>Um dos principais fatores responsáveis pela ocorrência da ELA é a excitotoxicidade mediada pelo glutamato que é encontrado em altos níveis extracelulares no cérebro de pacientes com essa doença. Este aminoácido é o principal neurotransmissor excitatório presente no sistema nervoso central. Como o seu acúmulo extracelular é considerado tóxico, suas concentrações ideais são mantidas pelas células da glia e por neurônios, onde transportadores mantém os níveis extracelulares de glutamato abaixo do limiar da excitotoxicidade. Esta excitotoxicidade mediada pelo glutamato, consiste no dano neuronal resultante da ativação excessiva dos receptores glutamatérgicos devido ao aumento dos níveis de glutamato na fenda sináptica. </p><p><br/></p><p>As evidências que implicam na excitotoxicidade mediada pelo glutamato à ELA baseiam-se na presença de elevados níveis extracelulares desse neurotransmissor em um percentual alto de pacientes com ELA, tanto esporádica, quanto familiar, na redução da expressão do transportador de glutamato em áreas afetadas do SNC e na observação de que a melhora da excitotoxicidade é, até o momento, a única estratégia clinicamente adotada para retardar a progressão da doença na ELA.</p><p><br/></p><p><strong>Fontes</strong>:</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.revneuropsiq.com.br/rbnp/article/view/34">https://www.revneuropsiq.com.br/rbnp/article/view/34</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://procuradaela.org.br/glutamato/">https://procuradaela.org.br/glutamato/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://nutrologiariodejaneiro.com.br/glutamico.html">https://nutrologiariodejaneiro.com.br/glutamico.html</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-08 20:32:28 UTC</pubDate>
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         <title>Metionina</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A metionina é um aminoácido essencial que desempenha funções importantes, como promover o ganho de massa muscular, fortalecer o sistema imunológico e ajudar na cicatrização de feridas.</p><p>Por ser um aminoácido que o organismo não consegue produzir, a metionina deve ser obtida através de ingestão de alimentos ricos em proteínas, como ovos, castanha-do-pará, peixes, carne&nbsp;bovina&nbsp;e&nbsp;leite. </p><p><br/></p><p>FUNÇÕES:</p><p>Produção de Glutationa: A metionina contém enxofre, o que é necessário para a produção do antioxidante natural glutationa. A glutationa é abundante no corpo e desempenha um papel vital na proteção contra danos oxidativos e no fortalecimento do sistema imunológico.</p><p>Formação de Outros Aminoácidos: A metionina é essencial para a produção de outros aminoácidos que também contêm enxofre, como a cisteína e a taurina. Esses aminoácidos ajudam a eliminar toxinas, promover a saúde cardiovascular e criar tecidos saudáveis.</p><p>Função Hepática: A metionina auxilia o fígado no processamento de gorduras e regula a disponibilidade de glutationa no fígado. Isso é crucial para neutralizar toxinas e manter a saúde hepática1.</p><p>Energia e Tecidos: A metionina é necessária para a produção de creatina, que fornece energia aos músculos, e também para a formação de colágeno, essencial para&nbsp;pele&nbsp;e&nbsp;unhas.</p><p><br/></p><p>RELAÇÂO COM A ELA:</p><p>No contexto da <strong>esclerose lateral amiotrófica (ELA)</strong>, a metionina não é diretamente associada à doença em si, mas pode ter implicações indiretas.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-08 23:04:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Histidina </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Feito por <strong>David Nery Oliveira </strong></p><p><br></p><p>A histidina é um aminoácido fundamental para o crescimento e desenvolvimento, para a produção de células sanguíneas e para a manutenção das células do sistema nervoso.</p><p>Além disso, a histidina também possui ação anti-inflamatória, antioxidante e anti-secretora, ajudando a manter a saúde gástrica, evitar doenças cardíacas e prevenir o envelhecimento precoce.</p><p><br></p><p>Por ser um aminoácido essencial, a histidina deve ser obtida através da ingestão de alimentos ricos em proteínas, como carne bovina, frango, soja e nozes. Além disso, a histidina também pode ser encontrada, na forma de L-histidina, em suplementos alimentares. </p><p><br></p><p>A fórmula química básica da histidina é C6H9N3O2.</p><p><br></p><p><strong>FUNÇÃO:</strong></p><p><br></p><p>As principais funções no organismo da histidina são:</p><p><br></p><p><strong>1. Manter a saúde gástrica</strong></p><p><br></p><p>A histidina ajuda a manter a saúde gástrica, pois o metabolismo desse aminoácido gera a histamina, que é um composto químico que desempenha um papel fundamental na secreção e regulação do ácido gástrico do estômago.</p><p><br></p><p><strong>2. Evitar a anemia</strong></p><p><br></p><p>Por ser importante para a produção da hemoglobina, que é um componente dos glóbulos vermelhos do sangue que tem a função transportar oxigênio para os tecidos, a histidina evita a anemia.</p><p><br></p><p><strong>3. Prevenir o envelhecimento precoce</strong></p><p><br></p><p>O metabolismo da histidina produz o ácido urocânico, que é um componente que impede a entrada dos raios ultravioletas na pele, evitando manchas, rugas, flacidez e o envelhecimento precoce.</p><p><br></p><p><strong>4. Manter a saúde do cérebro</strong></p><p><br></p><p>A histidina mantém a saúde do cérebro, porque é fundamental para a manutenção da bainha de mielina, que é a estrutura responsável pela proteção e comunicação dos neurônios.</p><p><br></p><p><strong>5. Evitar as doenças cardíacas</strong></p><p><br></p><p>Por ser um potente antioxidante que protege as células de gordura contra a oxidação, a histidina ajuda a regular os níveis de colesterol e triglicerídeos no sangue, evitando doenças cardíacas, como infarto, derrame e aterosclerose.</p><p><br></p><p>Além disso, a histamina, que é um componente produzido a partir da histidina, tem ação vasodilatadora, melhorando a circulação de sangue e ajudando a prevenir a pressão alta.</p><p><br></p><p><strong>6. Combater infecções</strong></p><p><br></p><p>A histidina dá origem à histamina, uma substância que aumenta a dilatação dos vasos sanguíneos, favorecendo a chegada das células do sistema imunológico no local onde existem lesões, combatendo as infecções.</p><p><br></p><p><strong>ALIMENTOS RICOS EM HISTIDINA:</strong></p><p><br></p><p>ovos;</p><p>carnes;</p><p>laticínios;</p><p>leguminosas;</p><p>nozes;</p><p>sementes.</p><p><br></p><p><strong>SUPLEMENTOS DE HISTIDINA:</strong></p><p><br></p><p>Além de uma alimentação balanceada, a histidina pode ser encontrada em suplementos de aminoácidos essenciais. </p><p><br></p><p>O uso do suplemento de histidina, na forma de L-histidina, pode ser indicado pelo médico, ou nutricionista, para ajudar no tratamento do dermatite atópica, acidez gástrica ou artrite reumatoide.</p><p><br></p><p><strong>POSSÍVEIS EFEITOS COLATERAIS:</strong></p><p><br></p><p>A ingestão de até 4,5g do suplemento de L-histidina por dia parece não causar efeitos colaterais. Já doses acima de 4,5 g por dia desse suplemento podem causar redução no paladar e olfato, dor de cabeça, sono, náusea, dor nos olhos, fraqueza, alteração na visão e memória, e depressão.</p><p><br></p><p><strong>QUEM NÃO PODE USAR:</strong></p><p><br></p><p>O suplemento de L-histidina não é indicado para pessoas com histidinemia, uma alteração metabólica na qual a falta da enzima histidase no organismo causa níveis elevados de histidina no sangue e na urina, podendo causar alterações neurológicas e atrasos na fala.</p><p><br></p><p><strong>RELAÇÃO COM A ELA:</strong></p><p><br></p><p>A relação entre o aminoácido histidina e a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) ainda não está totalmente esclarecida. Alguns estudos sugerem que o metabolismo da histidina pode estar envolvido na patogênese da ELA, mas a conexão exata não foi completamente estabelecida. A pesquisa sobre essa relação ainda está em andamento.</p><p><br></p><p><strong>Referência:</strong></p><p><br></p><p>https://www.tuasaude.com/alimentos-ricos-em-histidina/</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 01:04:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cisteína </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julianesantos020305/kdll2riia946i39q/wish/2949079077</link>
         <description><![CDATA[<p>A cisteína é um tipo de aminoácido, ou seja, é uma molécula que ajuda na construção de tecidos, músculos, hormônios e enzimas dentro do nosso corpo. Dentre os aminoácidos, a cisteína é classificada como condicionalmente essencial. Isso significa que ela é produzida pelo nosso organismo, mas essa produção pode ser insuficiente em condições de alta demanda, como, por exemplo, atividade física intensa ou algumas doenças. Nesses casos, pode ser necessária a ingestão de cisteína via alimentos ou suplementos.&nbsp;</p><p>FUNÇÕES DA CISTEÍNA NO ORGANISMO</p><p>A cisteína é um dos principais componentes do antioxidante glutationa, da queratina e dos músculos em geral. Além disso, ela também tem funções antioxidantes e detoxificantes.</p><p><br/></p><p>Produção de glutationa</p><p>A glutationa é uma molécula formada por três aminoácidos — cisteína, glicina e ácido glutâmico — e é o antioxidante mais abundante em nosso organismo. Sua principal função é combater o excesso de radicais livres, protegendo o organismo de doenças como Parkinson, Alzheimer, degeneração muscular e acidente vascular cerebral (AVC). Assim, a falta de glutationa no organismo é considerada um dos principais fatores que causam envelhecimento celular e redução da expectativa de vida.</p><p><br/></p><p>Além de combater os radicais livres, a glutationa atua em diversos processos, como na eliminação de toxinas, no transporte de aminoácidos, na síntese de proteínas e na proteção do organismo contra radiações solares. Além disso, atua na proteção das células contra substâncias cancerígenas e participa do combate aos sinais de envelhecimento. </p><p><br/></p><p>Detoxificação</p><p>Assim como a glutationa, a própria cisteína participa da eliminação do acetaldeído, uma substância tóxica derivada do álcool que pode se acumular no fígado. Este mecanismo potente de desintoxicação é facilmente anulado pela ingestão de quantidades relativamente grandes de bebidas alcoólicas. Além disso, a cisteína auxilia na neutralização de toxinas e poluentes, incluindo metais pesados, que se acumulam no fígado, rins e partes gordurosas do corpo.</p><p><br/></p><p>Produção de queratina</p><p>A cisteína é o principal aminoácido componente da queratina, uma proteína produzida pelo nosso organismo. Trata-se de uma proteína estrutural que tem como características a resistência, a elasticidade e a impermeabilidade à água. Assim, a queratina auxilia na proteção da pele, unhas e cabelo contra a quebra e a perda de hidratação, mantendo sua vitalidade. </p><p><br/></p><p>Por essa importante atuação na formação de queratina, a cisteína pode ser encontrada na formulação de nutricosméticos desenvolvidos para a saúde da pele, cabelo e unhas.</p><p><br/></p><p>Produção de músculos</p><p>Nossas fibras musculares são compostas por proteínas, que por sua vez são formadas por combinações de aminoácidos essenciais, condicionalmente essenciais e não essenciais. Quando em falta no organismo, qualquer um desses aminoácidos pode levar a uma redução na produção das proteínas que formam as fibras musculares.  Como o desgaste da massa muscular é um processo constante, essa menor reposição de proteínas leva a uma diminuição no volume dos músculos, afetando também a força. Isso pode se refletir em maior dificuldade até para executar tarefas cotidianas, como subir uma escada ou se levantar do sofá.</p><p><br/></p><p>Sulfeto: A cisteína pode formar ligações covalentes chamadas pontes de sulfeto, essenciais para a estabilidade e estrutura de muitas proteínas.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Referência:</strong> </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.essentialnutrition.com.br/conteudos/cisteina-o-que-e-e-como-suplementar/#:~:text=A%20ciste%C3%ADna%20%C3%A9%20um%20tipo,%C3%A9%20classificada%20como%20condicionalmente%20essencial">https://www.essentialnutrition.com.br/conteudos/cisteina-o-que-e-e-como-suplementar/#:~:text=A%20ciste%C3%ADna%20%C3%A9%20um%20tipo,%C3%A9%20classificada%20como%20condicionalmente%20essencial</a>.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-10 02:59:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Treonina</title>
         <author>julianesantos020305</author>
         <link>https://padlet.com/julianesantos020305/kdll2riia946i39q/wish/2949368323</link>
         <description><![CDATA[<p>Feito por <strong>Juliane da Silva</strong></p><p><br/></p><p>A treonina é um aminoácido essencial, o que significa que o corpo humano não consegue sintetizá-lo por conta própria e, portanto, deve ser adquirido através da dieta. Ela desempenha várias funções importantes no organismo:</p><ol><li><p><strong>Síntese de proteínas</strong>: Assim como outros aminoácidos, a treonina é um dos blocos de construção das proteínas no corpo humano. Ela está envolvida na formação de estruturas proteicas que são essenciais para funções celulares e teciduais.</p></li><li><p><strong>Síntese de colágeno</strong>: A treonina é necessária para a produção de colágeno, uma proteína que proporciona estrutura e elasticidade à pele, tendões, cartilagens e outros tecidos conjuntivos.</p></li><li><p><strong>Síntese de glicina e serina</strong>: A treonina é um precursor da glicina e da serina, dois outros aminoácidos importantes para a saúde e o funcionamento do organismo.</p></li></ol><p>A ausência de treonina na dieta pode levar a problemas de saúde, incluindo deficiências no crescimento e desenvolvimento, problemas no funcionamento do sistema imunológico, e comprometimento da função muscular.</p><p>Alimentos ricos em treonina incluem:</p><ul><li><p>Carne (como frango, carne bovina e porco)</p></li><li><p>Peixe (como salmão, atum e truta)</p></li><li><p>Ovos</p></li><li><p>Produtos lácteos (como leite, queijo e iogurte)</p></li><li><p>Soja e produtos à base de soja</p></li><li><p>Nozes e sementes (como amêndoas, castanhas e sementes de girassol)</p></li></ul><p>É importante obter treonina suficiente na dieta para garantir a saúde e o funcionamento adequado do organismo.              </p><p><br/></p><p>Relação com a Ela: Não foi possível encontrar nenhuma informação que relaciona-se as duas coisas. </p><p> </p><p>Fonte:                                                                                             </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.natulha.com.br/treonina-o-que-e-e-quais-seus-beneficios">https://www.natulha.com.br/treonina-o-que-e-e-quais-seus-beneficios</a>                                                                            <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://nutrologiariodejaneiro.com.br/treonina.html">https://nutrologiariodejaneiro.com.br/treonina.html</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-10 10:03:30 UTC</pubDate>
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         <title>TIROSINA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong><em>Ingrid Ribeiro</em></strong></p><p><br/></p><p><strong>Definição:</strong></p><p>A tirosina é um aminoácido não essencial, ou seja, um aminoácido que é produzido naturalmente pelo organismo, mas também pode ser ingerido através de alimentos e suplementos. Para essa produção, nosso corpo precisa ter à disposição ácido fólico, cobre e vitamina C, além de outro aminoácido, a fenilalanina.</p><p>Quando a tirosina chega ao cérebro ela atua como substrato para síntese de alguns neurotransmissores como a dopamina, noradrenalina e adrenalina e, por isso, é considerado importante para o bom funcionamento do sistema nervoso central, ainda, ela é usada nos tratamentos de distúrbio do sono.</p><p><br/></p><p><strong>Benefícios:</strong></p><p>Por estar ligada à produção de neurotransmissores e hormônios, a tirosina pode, quando em concentração adequada, impulsionar uma série de benefícios, confira alguns:</p><p>Melhorar a concentração e a flexibilidade cognitiva, que é a capacidade de executar atividades divergentes ao mesmo tempo;</p><p>Afetar o humor, a motivação, a qualidade de sono, o nível de aprendizado e a memória;</p><p>Ajudar no controle motor e na recuperação muscular;</p><p>Estimular a disposição física e retardar o cansaço.</p><p><br/></p><p><strong>Funções:</strong></p><p>A tirosina desempenha funções importantes em diversas partes do corpo. Ela é constituinte da maioria das proteínas, ajudando na construção de fibras musculares e na estrutura de diversos órgãos. </p><p>Além disso, ela é importante na síntese de neurotransmissores como a dopamina, a noradrenalina e a epinefrina, que são associadas a efeitos antidepressivos , e de hormônios como a melanina, que dá cor à pele, olhos e ao cabelo.</p><p><br/></p><p><strong>Alimentação:</strong></p><p>O leite e seus derivados compõem as principais fontes de tirosina na alimentação. Além desses, a tirosina também pode ser encontrada em outros alimentos que são fonte de proteína como:</p><p>Ovos;</p><p>Peixes;</p><p>Carne bovina;</p><p>Oleaginosas, como castanha;</p><p>Abacate;</p><p>Leguminosas, como ervilhas e feijão;</p><p>Cereais, como centeio e cevada.</p><p><br/></p><p>Por participar de diversos processos no organismo, a tirosina não é, a princípio, contraindicada para nenhum público. Porém, a sua ingestão via suplementos é recomendada para pessoas que não ingerem o suficiente via alimentação ou que apresentam demanda aumentada do nutriente.</p><p>Quando ingeridos por meio de suplementação, os aminoácidos como a tirosina levam entre 15 e 30 minutos para serem absorvidos pelo sistema digestivo. Já quando ingeridos através de carnes, por exemplo, são necessárias cerca de quatro horas, pois o organismo precisa antes quebrar as proteínas para então conseguir absorver os aminoácidos.</p><p><br/></p><p><strong>Doenças relacionadas:</strong></p><p>A <em>tirosinemia</em> é um distúrbio do metabolismo de aminoácidos que é causada pela falta da enzima necessária para metabolizar a tirosina. A forma mais comum do distúrbio afeta principalmente o fígado e os rins. A tirosinemia ocorre quando os pais transmitem aos filhos um gene defeituoso que causa esse distúrbio.</p><p>A tirosinemia é causada pela falta da enzima necessária para metabolizar o aminoácido tirosina.</p><p><br/></p><p>Os sintomas incluem:</p><p>Deficiência intelectual;</p><p>Doença hepática;</p><p>Renal;</p><p>Fluidos corporais que têm odor de repolho cozido;</p><p><br/></p><p>O diagnóstico se baseia em um exame de sangue.</p><p>Uma dieta especial e, às vezes, medicamentos podem ajudar algumas crianças<em>.</em></p><p><br/></p><p>Há dois tipos principais de tirosinemia e uma terceira forma incomum:</p><p>Tipo I</p><p>Tipo II</p><p>Tipo III (rara)</p><p><br/></p><p>outras doenças relacionadas também:</p><p><br/></p><p><strong>Alcaptonúria</strong></p><p>Essa doença autossômica recessiva rara é causada por deficiência de ácido homogentísico oxidase; produtos da oxidação do ácido homogentísico se acumulam e escurecem a pele, e cristais se precipitam nas articulações.</p><p>Geralmente é diagnosticado nos adultos, deixa a pele com uma pigmentação escura (ocronose) e causa artrite. A urina escurece quando exposta ao ar, devido à presença de produtos de oxidação do ácido homogentísico.</p><p><br/></p><p>O diagnóstico da alcaptonúria é fornecido pelos elevados níveis urinários do ácido homogentísico (&gt; 4 a 8 g/24 horas).</p><p><br/></p><p>Não existe tratamento eficiente para alcaptonúria, mas o ácido ascórbico na dose de 1 g por via oral uma vez ao dia, aumentando a excreção urinária do ácido homogentísico, pode diminuir a deposição do pigmento.</p><p><br/></p><p> Alem do <strong>Albinismo</strong> <strong>oculocutâneo</strong></p><p>A deficiência de tirosinase causa ausência de pigmentação da pele e retina, levando a um alto risco de câncer de pele e perda da visão. O nistagmo está presente com frequência e a fotofobia é comum.</p><p><br/></p><p><strong><em>Não encontrei relação direta entre a Tirosina e a ELA até o momento.</em></strong></p><p><br/></p><p>fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.essentialnutrition.com.br/conteudos/tirosina/#:~:text=A%20tirosina%20%C3%A9%20um%20amino%C3%A1cido,de%20outro%20amino%C3%A1cido%2C%20a%20fenilalanina">https://www.essentialnutrition.com.br/conteudos/tirosina/#:~:text=A%20tirosina%20é%20um%20aminoácido,de%20outro%20aminoácido%2C%20a%20fenilalanina</a>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-10 12:01:45 UTC</pubDate>
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         <title>Triptofano</title>
         <author>fabianscruzv</author>
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         <description><![CDATA[<p>Por Fabian Cruz</p><p><br/></p><p>O <strong>Triptofano</strong> é um aminoácido essencial para a formação e manutenção dos músculos e para a produção de serotonina e melatonina, compostos que atuam no sistema nervoso, ajudando a regular o humor, o sono, a memória e o apetite, sendo usado no tratamento e na prevenção de depressão, ansiedade, insônia e no processo de emagrecimento.</p><p><br/></p><p><strong>Funções desse aminoácido no organismo:</strong></p><p>• Combater a depressão;</p><p>• Formar e manter os músculos;</p><p>• Controlar a ansiedade;</p><p>• Promover o bem estar;</p><p>• Melhorar a memória;</p><p>• Diminuir o estresse;</p><p>• Regular o sono;</p><p>• Ajudar no emagrecimento</p><p><br/></p><p>Por ser um aminoácido <strong>essencial</strong>, ou seja, que o organismo não consegue produzir, o triptofano deve ser obtido a partir da ingestão de alimentos como bananas, leite, chocolate amargo, nozes, ovos e amêndoas, por exemplo.</p><p><br/></p><p><strong>O que ocorre se ele estiver em níveis elevados ou baixos:</strong></p><p>Baixos níveis de triptofano podem acarretar psicopatologias como a depressão, agressão, ansiedade, anorexia e bulimia.</p><p>Níveis elevados de TRP resultam na inibição da gliconeogênese, aumentam a glicemia e a liberação da glicose para o cérebro, reduzindo o apetite.</p><p><br/></p><p><strong>Relação com a doença ELA e com outras doenças</strong></p><p>Os pesquisadores mostraram que os produtos da oxidação do resíduo triptofano 32, em particular o dímero covalente ligado por ditriptofano, causam o desenovelamento, oligomerização e agregação não-amiloide da hSOD1. (uma enzima que em humanos é codificada pelo gene SOD1)</p><p>A agregação proteica é a marca registrada de doenças neurodegenerativas.</p><p>Importantes metabólitos neuroativos resultantes do metabolismo do TRP (como a serotonina, melatonina, 3-hidroxiquinurenina, ácido quinolínico e quinurênico, dentre outros) têm sido associados a doenças neurodegenerativas como o Alzheimer, a doença de Huntington, o transtorno bipolar e a esquizofrenia.</p><p><br/></p><p><strong>Fontes:</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://repositorio.uniceub.br/jspui/bitstream/235/7287/1/Diogo%20Rabelo%20de%20Paula%20Zanello.pdf">https://repositorio.uniceub.br/jspui/bitstream/235/7287/1/Diogo%20Rabelo%20de%20Paula%20Zanello.pdf</a></p><p> </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://redoxoma.iq.usp.br/noticias.php/oxidacao-do-residuo-triptopfano-32-da-hsod1-provoca-agregacao-nao-amiloide-da-enzima">https://redoxoma.iq.usp.br/noticias.php/oxidacao-do-residuo-triptopfano-32-da-hsod1-provoca-agregacao-nao-amiloide-da-enzima</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.oasisbr.ibict.br/vufind/Record/FURG-">https://www.oasisbr.ibict.br/vufind/Record/FURG-</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.oasisbr.ibict.br/vufind/Record/FURG-6_80dd18ef588fbacdcd4c8ccc0918e69d#:~:text=Importantes%20metab%C3%B3litos%20neuroativos%20resultantes%20do,e%20a%20esquizofrenia%20(SCZ)">6_80dd18ef588fbacdcd4c8ccc0918e69d#:~:text=Importantes%20metab%C3%B3litos%20neuroativos%20resultantes%20do,e%20a%20esquizofrenia%20(SCZ)</a>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-17 10:32:56 UTC</pubDate>
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