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      <title>PLANTAS TÓXICAS by Marília Fernandes</title>
      <link>https://padlet.com/maribio132/kd7qu74xsfz3z2cm</link>
      <description>Ana Paula, Jaylson Carmo, Marília Soares, Pedro Clésio, Rafael Azevedo, Sarah Lima, Sávio Lair e Victor Dias.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-15 19:14:43 UTC</pubDate>
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         <title>Quem são?</title>
         <author>maribio132</author>
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         <description><![CDATA[<p>Plantas tóxicas <mark>são aquelas que possuem compostos químicos capazes de provocar efeitos prejudiciais à saúde de humanos ou outros animais quando ingeridas ou tocadas</mark>. Esses compostos podem impactar diversos sistemas do organismo, resultando em sintomas que vão de leves a severos, incluindo intoxicações, doenças e, em casos extremos, até a morte.&nbsp;</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-15 19:24:59 UTC</pubDate>
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         <title>Zamioculcas zamiifolia</title>
         <author>maribio132</author>
         <link>https://padlet.com/maribio132/kd7qu74xsfz3z2cm/wish/3170906179</link>
         <description><![CDATA[<p>A zamioculca é uma planta ornamental muito utilizada para decoração, porém pouco se sabe sobre sua toxicidade,<mark> a planta possui em suas folhas algumas substâncias químicas, sendo uma delas o oxalato de cálcio e a saponinas</mark>, que <mark>podem causar irritação na mucosa, pele e quando ingerida levar a problemas gastrointestinais.</mark></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-15 20:01:58 UTC</pubDate>
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         <title>Dracaena trifasciata - Espada-de-São-Jorge</title>
         <author>maribio132</author>
         <link>https://padlet.com/maribio132/kd7qu74xsfz3z2cm/wish/3170907293</link>
         <description><![CDATA[<p>A Dracaena trifasciata, conhecida como espada-de-São-Jorge, é uma planta ornamental amplamente utilizada em lares brasileiros devido à sua adaptabilidade. Apesar de sua popularidade, é reconhecida por sua toxicidade, pois <mark>produz substâncias como saponinas, alcaloides e oxalato de cálcio</mark>, que protegem a planta e sustentam suas funções vitais. Essas substâncias podem ser perigosas, especialmente para <mark>animais domésticos</mark>, como cães, <mark>podendo causar problemas gastrointestinais, lesões hepáticas e renais e, em casos graves, levar à morte.</mark> Intoxicações também podem ocorrer em seres humanos se as folhas forem ingeridas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-15 20:03:12 UTC</pubDate>
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         <title>Ricinus communis - Mamona</title>
         <author>maribio132</author>
         <link>https://padlet.com/maribio132/kd7qu74xsfz3z2cm/wish/3170908900</link>
         <description><![CDATA[<p>A mamona ou carrapateira é um arbusto da família Euphorbiaceae. É oriunda da Etiópia e atualmente cultivada em toda a zona tropical e subtropical do mundo. Seus frutos são cápsulas espinhosas que abrigam sementes semelhantes a carrapatos, lisas, pretas e com manchas brancas. <mark>É nessas sementes que está a toxicidade da mamona. Tal toxicidade se dá pela presença da ricina (uma toxoalbumina), que é uma glicoproteína muito tóxica.</mark> É especificamente no endosperma das sementes que ocorre a síntese dessa substância e onde ela se concentra. <mark>Seu potencial tóxico provém da propriedade de inativação de ribossomos, ou seja, afeta diretamente a síntese de proteínas nas células.</mark> Em compensação a sua absorção endocítica ser lenta, cada molécula de ricina pode inativar mais de 1500 ribossomos, além de gerar várias espécies reativas que provocam estresse oxidativo.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-15 20:04:44 UTC</pubDate>
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         <title>Plumeria rubra -Jasmin-Manga</title>
         <author>maribio132</author>
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         <description><![CDATA[<p>Plumeria rubra é uma planta nativa do México, conhecida pelo seu <mark>látex leitoso e grudento</mark>. Foi utilizada como purgativo e até contra lepra, além de possuir propriedades hipoglicêmicas. Também é reportado o uso de partes desta planta, incluindo o latex e os frutos, para induzir abortos. Para testar os seus <mark>efeitos embriotóxicos</mark>, um estudo utilizou diferentes extratos de casca do caule de jasmim em ratas fertilizadas, revelando uma redução no número de gravidez em relação ao grupo controle. Alguns sintomas provocados pela administração do extrato também foram notificados, como a <mark>perda de peso e diarreia.</mark>&nbsp;</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-15 20:09:22 UTC</pubDate>
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         <title>Intoxicação por mamona</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/maribio132/kd7qu74xsfz3z2cm/wish/3233545458</link>
         <description><![CDATA[<p>Se tratando da intoxicação pela semente de mamona, há variação de suscetibilidade entre os diferentes grupos animais. Os equinos são os animais com maior suscetibilidade. Ovinos, bovinos e suínos têm suscetibilidade intermediária. Já os mais resistentes são as galinhas. Cachorros e gatos também podem sofrer essa intoxicação. </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-25 19:18:09 UTC</pubDate>
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         <title>VIDEO INFORMATIVO: VOCÊ SABE ONDE ENCONTRÁ-LAS?</title>
         <author>maribio132</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-01 22:35:06 UTC</pubDate>
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         <title>Absorção e efeitos clínicos</title>
         <author>maribio132</author>
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         <description><![CDATA[<p>Sobre a absorção, a ricina é pouco absorvida no trato gastrointestinal, mas quando absorvida <mark>pode gerar um grande número de efeitos clínicos. Alguns deles são: irritação gastrointestinal, gerando vômitos e diarreias (aquosa e sanguinolenta); aumento das enzimas hepáticas e falência renal; distúrbios cardíacos, podendo levar a hipotensão, hemorragia e necrose do miocárdio; desidratação; melena; letargia; e convulsões.</mark> Assim a morte decorrente por essa intoxicação pode se dar por mais de uma via.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-03 19:42:41 UTC</pubDate>
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         <title>O perigo está em casa</title>
         <author>maribio132</author>
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         <description><![CDATA[<p>Um dos principais problemas atrelados a intoxicação por Dracaena é a desinformação da população a respeito da toxicidade da planta.&nbsp;</p><p>A planta foi introduzida no brasil no período da colonização, com a vinda dos escravos africanos e estima-se que seja originária da região onde hoje se encontra a Nigéria, apesar de sua toxicidade, a planta era muito utilizada para banhos de expurgação espiritual e corporal e é colocada em jardins, até os dias atuais, como um meio de proteger o ambiente das mal vibrações.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-03 19:54:23 UTC</pubDate>
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         <title>Origem e produção de substâncias tóxicas</title>
         <author>maribio132</author>
         <link>https://padlet.com/maribio132/kd7qu74xsfz3z2cm/wish/3245246261</link>
         <description><![CDATA[<p>É uma planta de origem africana, especificamente da Tanzânia, que foi introduzida no Brasil durante o período de colonização, trazida pelos escravos africanos e é utilizada até os dias atuais de maneira ornamental para decorar jardins e diversos ambientes, a planta é comumente utilizada em ambientes internos pois se adapta bem a locais sombreados e de pouca incidência solar.</p><p>A produção de suas substâncias tóxicas é nas folhas, servindo para nutrição e proteção da planta, pois afasta predadores.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-03 20:01:51 UTC</pubDate>
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         <title>Manihot esculenta Crantz - Macaxeira</title>
         <author>maribio132</author>
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         <description><![CDATA[<p>Originada da américa do sul, a Manihot esculenta Crantz <mark>produz suas substâncias tóxicas, como a linamarina e a lotaustralina, principalmente nas folhas, especialmente nas células do parênquima foliar.</mark> A síntese ocorre no retículo endoplasmático dessas células, <mark>após a síntese nas folhas, esses glicosídeos cianogênicos são transportados para outras partes da planta, como as raízes.</mark> Esse transporte ocorre através do sistema vascular da planta, especificamente pelo floema onde são transportadas para as demais estruturas da planta.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-03 20:10:54 UTC</pubDate>
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         <title>Efeitos clínicos</title>
         <author>maribio132</author>
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         <description><![CDATA[<p><mark>Quando a planta é ingerida a toxina, especificamente o cianeto de hidrogênio, se liga de forma irreversível ao íon ferro do complexo IV na cadeia de transporte de elétrons mitocondrial, que é crucial para a produção de ATP nas células, culminando em asfixia celular</mark>, a respiração celular é comprometida, ocorre uma queda rápida na produção de energia, ocasionando uma intoxicação que pode se tornar fatal, em ruminantes os riscos são ainda maiores devido a presença de enzimas microbianas localizadas no rúmen que aceleram o processo de intoxicação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-03 20:11:31 UTC</pubDate>
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         <title>Plumeria rubra</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/maribio132/kd7qu74xsfz3z2cm/wish/3248136507</link>
         <description><![CDATA[<p>FERNANDES, Octavio Lisboa Guterres. Estudo fitoquímico, avaliação da atividade antioxidante e atividade biológica da espécie Jasmim (Plumeria rubra L.). 2017.</p><p><br></p><p>GUNAWARDANA, V. K. et al. Embryotoxic effect of Plumeria rubra. 1997.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-05 12:42:01 UTC</pubDate>
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         <title>Dracaena trifasciata</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/maribio132/kd7qu74xsfz3z2cm/wish/3248150872</link>
         <description><![CDATA[<p>COÊLHO, Matheus et al. Uso de extrato de espada-de-são-jorge (Sansevieria trifasciata Prain) para o controle de imaturos de Aedes aegypti. <strong>Revista Sociedade Científica</strong>, v. 7, n. 1, p. 2833-2843, 2024.</p><p><br></p><p>DE ALCANTARA AGUIAR, Lidiane et al. Estudo anatômico e histoquímico das partes vegetativas de Sansevieria trifasciata Prain. <strong>Journal of Environmental Analysis and Progress</strong>, v. 7, n. 4, p. 235-243, 2022.</p><p><br></p><p>SANTOS, Flávio Alves Araujo dos. Intoxicação de canídeo doméstico por ingestão de espada de São Jorge: revisão de literatura.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-05 12:54:09 UTC</pubDate>
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         <title>Ricinus communis</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/maribio132/kd7qu74xsfz3z2cm/wish/3248155403</link>
         <description><![CDATA[<p>DA SILVA FONSECA, Nayanna Brunna; SOTO-BLANCO, Benito. Toxicidade da ricina presente nas sementes de mamona. <strong>Semina: Ciências Agrárias</strong>, v. 35, n. 3, p. 1415-1424, 2014.</p><p><br></p><p>DE ASSIS JUNIOR, Eudmar Marcolino et al. Toxicity of castor bean (Ricinus communis) pollen to honeybees. <strong>Agriculture, ecosystems &amp; environment</strong>, v. 141, n. 1-2, p. 221-223, 2011.</p><p><br></p><p>WORBS, Sylvia et al. Ricinus communis intoxications in human and veterinary medicine—a summary of real cases. <strong>Toxins</strong>, v. 3, n. 10, p. 1332-1372, 2011.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-05 12:57:59 UTC</pubDate>
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         <title>Zamioculcas zamiifolia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>DE VASCONCELOS, HELOISA MONIQUE BARROS; RAMOS, ARETUZA BEZERRA BRITO. CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE PLANTAS ORNAMENTAIS TÓXICAS ATRAVÉS DE REDES SOCIAIS. <strong>INTERNATIONAL JOURNAL EDUCATION AND TEACHING (PDVL) ISSN 2595-2498</strong>, v. 6, n. 3, p. 65-80, 2023.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-05 12:58:39 UTC</pubDate>
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         <title>Manihot esculenta</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/maribio132/kd7qu74xsfz3z2cm/wish/3248160894</link>
         <description><![CDATA[<p>MINDÉDÉ, Assih et al. Toxicological study of Manihot esculenta Crantz (Euphorbiaceae) leaf extracts. <strong>Br. J. Med. Health Res</strong>, v. 8, n. 04, p. 1-11, 2021.</p><p><br></p><p>OLIVEIRA, Francisco Nelsieudes Sombra. Considerações sobre os princípios tóxicos da mandioca. 1986.</p><p><br></p><p>ZEKARIAS, Temesgen; BASA, Bakalo; HERAGO, Tamirat. Medicinal, nutritional and anti-nutritional properties of cassava (Manihot esculenta): A review. <strong>Academic Journal of Nutrition</strong>, v. 8, n. 3, p. 34-46, 2019.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-05 13:03:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Burns, A. E., et al. (2010). Physiological mechanisms in cyanide detoxification in cassava and cassava-consuming populations. Journal of Ethnobiology and Ethnomedicine, 6(1), 1-8.</p><p><br></p><p>Cardoso, A. P., et al. (2005). Processing of cassava roots to remove cyanogens. Journal of Food Composition and Analysis, 18(5), 451-460.</p><p><br></p><p>DE OLIVEIRA, Simone Santos et al. Estudo Etnobotânico de Plantas Tóxicas na Comunidade de Salobra Grande, Porto Estrela-Mato Grosso. <strong>Ensaios e Ciência C Biológicas Agrárias e da Saúde</strong>, v. 22, n. 1, p. 12-16, 2018.</p><p><br></p><p>HABER, G. G. (1994). Poisonous plants of Brazil. Toxicon, 32(2), 143-156.</p><p><br></p><p>PEDRINHO, Denise Renata; MATIAS, Rosemary; VIEIRA, Silvia Cristina Heredia. Boletim Técnico: Plantas Ornamentais Tóxicas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-05 13:06:32 UTC</pubDate>
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         <title>Corrida armamentista!</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Quando observamos as nossas matas e florestas, notamos que a sua grande maioria é incrivelmente verde, no entanto, ao que se deve esse grande volume de plantas, visto que há uma vasta gama de herbívoros para as consumirem? Esses organismos são acometidos por doenças? Predadores os caçam todos antes que eles possam se alimentar? Ou será que<strong> as plantas desenvolveram sua própria defesa contra animais e microrganismos que se alimentam de matéria vegetal</strong>? De todas as opções, a última é a correta!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 18:32:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mas como esse fenômeno funciona?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><mark>As plantas possuem várias estratégias para proteger suas folhas, caule e raízes</mark>, que podem ser a partir da variação da sua quantidade de celulose para dificultar a digestão por parte dos seus predadores ou até mesmo a produção de aminoácidos que interferem na produção de proteínas das células animais.&nbsp;</p><p><mark>Os herbívoros, por sua vez, se adaptam e “contra-atacam”</mark>, utilizando estratégias que variam desde evitar a planta em questão ou quando passam a produzir enzimas digestivas que contornam e inutilizam essas moléculas prejudiciais das plantas! <strong><mark>Dessa forma, as plantas e os herbívoros estabelecem uma corrida armamentista entre si!</mark></strong></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 21:20:03 UTC</pubDate>
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         <title>Arsenal das plantas 🛡️⚔️</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Como dito antes, as plantas possuem diferentes estratégias para se defenderem da herbivoria, mas as que mais se destacam são:</p><ul><li><p>Proteção mecânica da superfície da folha;</p></li><li><p>Gosto impalatável do órgão vegetal;</p></li><li><p><strong>Toxicidade do órgão vegetal.</strong></p></li></ul><p>Para fim didáticos, focaremos nos aspectos relacionados à toxidade dos órgãos vegetais!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 21:32:28 UTC</pubDate>
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         <title>Toxicidade 💀💀💀</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Quando mencionamos plantas tóxicas, normalmente pensamos somente em plantas que fazem mal aos seres humanos ou aos nossos animais domésticos, no entanto, uma planta inofensiva para nós pode ser extremamente letal para um peixe, lagarto, pássaro, outro mamífero e, principalmente, insetos. Dessa forma, é possível dizer que a grande maioria das plantas possuem uma certa toxicidade, mas que afeta um grupo específico de organismos. As defesas tóxicas podem ser definidas em: </p><ul><li><p><strong><mark>Defesas quantitativas:</mark> </strong>Utilizam <mark>taninos e cristais</mark>, são mais <mark>comum em plantas lenhosas e basais</mark>, precisando ser ingerido em grandes quantidades para que atuem como defesa química;</p></li><li><p><strong><mark>Defesas qualitativas:</mark></strong> Compostos secundários mais presentes em <mark>plantas herbáceas</mark>, promovendo uma maior toxicidade e sabor amargo para a planta, além de só precisar ser <mark>ingerida em pequenas quantidades</mark> para atuar como defesa química. Essas, por sua vez, podem ser definidas em<mark> </mark><strong><mark>nitrogenadas e não-nitrogenadas.</mark></strong></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 22:02:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Metabólitos secundários</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/maribio132/kd7qu74xsfz3z2cm/wish/3250891384</link>
         <description><![CDATA[<p>Compostos tóxicos produzidos também para a<strong> <mark>defesa da planta contra herbivoria</mark></strong>, conhecidos como <strong>metabólitos secundários ou compostos secundários.</strong> Eles são produzidos seletivamente e costumam ficar <strong>armazenados em tecidos mais vulneráveis do corpo vegetal</strong>, como nas gemas em desenvolvimento ou em folhas jovens. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-12-07 22:17:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Defesas qualitativas NITROGENADAS:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/maribio132/kd7qu74xsfz3z2cm/wish/3250905003</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Aminoácidos não protéicos: </strong></p></li></ul><p><mark>São as mais simples toxinas baseadas em compostos nitrogenados, atuando como um antimetabólito de um tipo específico de aminoácido.</mark> A toxina mais difundida entre as sementes de leguminosas é a <mark>canavanina, que é análoga ao aminoácido arginina, sendo muito tóxica para pequenos roedores</mark>, o que demonstra sua proteção nas sementes contra mamíferos herbívoros, por exemplo. Quando ingerido, <mark>este composto é incorporado à síntese proteica do herbívoro e pode causar a sua morte</mark>, visto que não possui as suas propriedades enzimáticas normais.</p><ul><li><p><strong>Alcalóides: </strong></p></li></ul><p><mark>São a classe de toxinas mais comuns presentes nas plantas, atuando diretamente no sistema nervoso central</mark>, inclusive, do ser humano. Devido suas características, a indústria costuma explorar bem as suas propriedades em diferentes áreas. Alguns exemplos como são a <mark>nicotina (tabaco), cafeína (café e chá), estricina (árvores tropicais) e morfina.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 23:18:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Defesas qualitativas NÃO-NITROGENADAS:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/maribio132/kd7qu74xsfz3z2cm/wish/3250915636</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Terpenóides:</strong> </p></li></ul><p>Fazem parte de uma classe de compostos com várias propriedades. Alguns deles<mark> são universais e estão presentes em todas as plantas</mark>, como o hormônio do crescimento. Outros possuem características voláteis e aromáticas, sendo usados pelas plantas para atrair animais polinizadores. <mark>Terpenos tem como principal propriedade a função de defesa e, geralmente, foram desenvolvidos como respostas evolutivas para um grupo específico de herbívoros</mark>, variando de acordo com a planta. Um exemplo é o <mark>monoterpeno piretróide</mark>, presente em espécies do gênero chrysanthemum, atuando como uma potente toxina contra insetos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-08 00:08:36 UTC</pubDate>
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         <title>Aspectos ecológicos e evolutivos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/maribio132/kd7qu74xsfz3z2cm/wish/3250916307</link>
         <description><![CDATA[<p>BOSQUEIRO, Anne Ligia Dokkedal. Metabólitos secundários em plantas. <strong>Ciência &amp; Educação</strong>, v. 2, p. 91-96, 1996. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-08 00:10:00 UTC</pubDate>
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