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      <title>Meu padlet harmonioso by Ludmila Audrie Nunes Moia</title>
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      <pubDate>2023-08-07 17:38:56 UTC</pubDate>
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         <title>Diario de Bordo DO I.F. Dialogos Acerca dos Direitos Humanos</title>
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         <pubDate>2023-08-07 17:43:47 UTC</pubDate>
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         <title>Definição Sobre o Racismo Implicito </title>
         <author>00001087378382sp</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; O preconceito implícito funciona em um nível subconsciente e se manifesta nas atitudes e comportamentos de indivíduos que, inconscientemente, se comportam de maneira diferente ao interagir com pessoas de origens raciais diferentes.<br>&nbsp; Os psicólogos sociais Mahzarin Banaji e Tony Greenwald cunharam o termo <em>viés implícito</em> nos anos 90. Em 1995, eles publicaram sua teoria da cognição social implícita, que afirmava que o comportamento social e os preconceitos dos indivíduos estão amplamente relacionados a julgamentos inconscientes ou implícitos.<br>&nbsp; Os pesquisadores argumentaram que clicar mais rapidamente significava que o sujeito tinha uma associação inconsciente maior. Em outras palavras, clicar rapidamente em “feliz” ao ver um determinado rosto significava que o indivíduo tinha uma íntima associação inconsciente entre o traço positivo e a raça.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-07 18:17:26 UTC</pubDate>
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         <title>Exemplos de ´´0 que é o racismo Explicito´´</title>
         <author>00001087378382sp</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; O preconceito explícito refere-se a uma crença consciente de que determinados grupos são superiores a outros. Esta crença, por seu turno, está na base de comportamentos discriminatórios propositados (um exemplo de discriminação explícita é o de recusar servir pessoas devido à sua orientação sexual).<br>&nbsp; &nbsp;Preconceito implícito e racismo são conceitos relacionados, mas eles não têm o mesmo significado. Preconceito implícito é um conjunto de associações inconscientemente mantidas sobre um determinado grupo. O racismo é preconceito contra indivíduos de um grupo racial específico e pode ser explícito ou implícito.<br>&nbsp; &nbsp;Preconceito implícito pode levar a um comportamento racista, como quando um professor disciplina as crianças negras mais duramente do que as crianças brancas, mas muitos indivíduos nutrem preconceitos implícitos sem nunca mostrarem racismo evidente. Ao nos conscientizarmos de nossos próprios preconceitos implícitos e resistir ativamente a eles, podemos evitar a perpetuação de estereótipos e preconceitos racistas nocivos.<br>&nbsp;  O Machismo (crença na maior capacidade dos homens em detrimento das mulheres),capacitismo(crença de que pessoas com deficiência não são capazes ou são inaptas), racismo (crença de que pessoas de determinada raça são superiores em detrimento das demais), entre outros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-14 18:01:08 UTC</pubDate>
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         <title>Racismo Estrutural</title>
         <author>00001087378382sp</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; Essa estrutura social que possibilitou a manutenção do racismo ao longo da história, inclusive do Brasil, pode ser contada a partir das próprias leis do país - algumas delas são da época em que os negros eram escravizados, é claro, mas outras vieram depois da abolição.<br>&nbsp; &nbsp; Um exemplo disso é a própria Lei Áurea, de 1888. Além de o Brasil ser o último país das Américas a aderir à libertação das pessoas escravizadas, a população negra que vivia aqui se viu livre, porém sem opções de emprego ou educação.<br>&nbsp; &nbsp; Isso se deve à legislação anterior: em 1824, a Constituição dizia que a escola era um direito de todos os cidadãos, o que não incluía os povos escravizados. Já em 1850, a Lei de Terras permitiu ao Estado a venda de espaços agrários a custos altos. Como as pessoas negras poderiam, em condições de precariedade total, cultivar o próprio alimento?<br>&nbsp; &nbsp; Para piorar a situação, a lei previu, mais tarde, subsídios do governo à vinda de colonos europeus para viverem e trabalharem no Brasil. O objetivo era "branquear" a população brasileira.<br>&nbsp; &nbsp;Se, antes da abolição, a legislação parecia não ter relação direta com o racismo, em 1890, com as primeiras leis penais da República, isso ficou evidente. Sem terras, educação ou trabalho, os negros que eram encontrados na rua ou que praticassem a capoeira podiam ser presos. Era a chamada Lei dos Vadios e Capoeiras.<br>&nbsp; &nbsp;A primeira vez em que a legislação contribuiu, de fato, para a democracia racial no Brasil ocorreu apenas em 1989, quase um século depois, quando a Lei Caó tornou o racismo um crime inafiançável e imprescritível.</div><blockquote><strong>No mês da consciência negra, Portal CUT ouve especialistas para explicar o que é racismo estrutural, muitas vezes confundido com racismo institucional, e como ele perpetua as desigualdades e relações de poder<br>&nbsp; &nbsp; </strong>A explosão de manifestações antirracistas desencadeadas pelas mortes de George Floyd, 27 anos, homem negro-americano, assassinado por um policial branco, e João Pedro, de 14 anos, que levou um tiro dentro da própria casa durante uma operação policial no Rio de Janeiro, em maio deste ano, colocaram em evidência as discussões sobre o racismo estrutural.<br>&nbsp; &nbsp;Os dois casos de violência praticada por agentes do Estado contra pessoas negras são exemplos de racismo estrutural, denunciado há décadas pelo movimento negro e intelectuais negros, mas invisibilizadas pela mídia comercial.<br>&nbsp; &nbsp;Mas, afinal o que é racismo estrutural, que por muitas vezes é confundido com racismo institucional? Ainda existe? Como ele funciona? Como atinge a vida das pessoas?Em um <a href="https://www.youtube.com/watch?v=ZADKtsNnx74">bate papo</a> com a <strong>filósofa Djamila Ribeiro</strong> sobre o tema, o&nbsp; professor de direito Silvio Almeida afirmou que <br>&nbsp; &nbsp;<strong>“não existe racismo que não seja estrutural”.<br>Todo o racismo é estrutural porque o racismo não é um ato, o racismo é processo em que as condições de organização da sociedade reproduzem a subalternidade de determinados grupos que são identificados racialmente</strong><em>- Silvio Almeida</em></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-21 17:32:05 UTC</pubDate>
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         <title>Desigualdade Racial Salarial</title>
         <author>00001087378382sp</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; O fato não pode ser negado. <strong>Existe uma diferença salarial entre homens e mulheres.</strong> Os homens, na maioria dos casos, recebem mais.<br>Algumas possibilidades que explicam esta diferença ou disparidade são:</div><ul><li><a href="https://www.brasilparalelo.com.br/artigos/entenda-o-significado-de-machismo-antes-e-depois-do-advento-do-feminismo-no-seculo-xx?utm_medium=%2Fartigos%2Fdiferenca-salarial-entre-homens-e-mulheres">Machismo</a> e sexismo;</li><li>Os empregadores discriminam as mulheres, por serem mulheres;</li><li>Meninos e meninas são criados de forma diferente e isto tem impacto na profissão;</li><li>Homens e mulheres possuem habilidades diferentes, o que repercute no trabalho;</li><li>A diferença dos sexos conduz a escolhas de diferentes profissões e carreiras, que não remuneram igualmente.</li></ul><div>&nbsp; Há algumas décadas, e especialmente nos dias de hoje, uma das conclusões mais aceitas para explicar a diferença salarial entre homens e mulheres é: <strong>a disparidade na remuneração e nas promoções é causada pela discriminação. Os empregadores são machistas.<br>&nbsp; &nbsp;</strong>Portanto, para reduzir esta desigualdade, o governo, ajudado pelo movimento feminista, precisa promover conscientização e leis relativas às mulheres para acabar com o preconceito.</div><div>&nbsp; Uma vez feito isso, a discriminação será reduzida e homens e mulheres receberão salários iguais.</div><div>&nbsp; O raciocínio acima é comum na mídia tradicional, nas universidades, na esfera política e nos tribunais.<br>&nbsp; <strong>Desigualdade salarial no Brasil em 2023</strong></div><div>Segundo as últimas pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a desigualdade salarial entre homens e mulheres no Brasil, os homens recebem salários 22% maiores que as mulheres. No entanto, grande parte das diferenças salariais não ocorrem com homens e mulheres que possuem a mesma profissão.<br>&nbsp; &nbsp;A legislação brasileira possui diversos mecanismos que buscam combater a desigualdade salarial no mesmo emprego.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>&nbsp; A Constituição Federal veda a diferenciação de salários, de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de sexo, idade, cor ou estado civil em seu artigo 7º, aponta o <a href="https://www.tst.jus.br/-/desigualdade-salarial-entre-homens-e-mulheres-evidencia-discrimina%C3%A7%C3%A3o-de-g%C3%AAnero-no-mercado-de-trabalho?utm_medium=%2Fartigos%2Fdiferenca-salarial-entre-homens-e-mulheres#:~:text=Disparidades,Cont%C3%ADnua%20(Pnad)%20de%202019.">site</a> do Tribunal Superior do Trabalho.</div><div>&nbsp; Práticas discriminatórias que limitem o acesso ou a manutenção da relação de trabalho por motivo de sexo são vedadas, ainda, pela Lei&nbsp; 9.029/1995.</div><div>&nbsp; O que causa a desigualdade salarial entre homens e mulheres?</div><div>Thomas Sowell, autor do livro <em>Fatos e Falácias da Economia,</em> reuniu os principais dados que serão apresentados neste artigo.</div><div>&nbsp; Ele é um economista com mais de quarenta livros publicados. Recebeu a <em>National Humanities Medal</em> e o <em>Bradley Foundation Prize</em>. É membro sênior da <em>Hoover Institution</em> na Universidade de Stanford.</div><div>&nbsp; Sowell discordou com a afirmação de que a desigualdade salarial entre homens e mulheres decorre do <a href="https://www.brasilparalelo.com.br/artigos/entenda-o-significado-de-machismo-antes-e-depois-do-advento-do-feminismo-no-seculo-xx?utm_medium=%2Fartigos%2Fdiferenca-salarial-entre-homens-e-mulheres">machismo</a> ou algum outro tipo de discriminação. <strong>De acordo com seus estudos, o machismo não é a causa da diferença salarial entre homens e mulheres. </strong>Ele apresentou seus argumentos, como serão resumidos na sequência.</div><div>&nbsp; <strong>No vídeo abaixo, o próprio autor resume alguns de seus principais argumentos</strong><br> <br><strong>https://youtu.be/UpBvWiQwLZU<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; </strong><strong><mark>&nbsp;História da diferença salarial dos sexos</mark></strong></div><div>&nbsp; &nbsp;A cultura não pode ser desconsiderada nestes estudos. A diferença entre homens e mulheres, seus interesses, preferências e dedicação precisam ser considerados.</div><blockquote>&nbsp;<strong><mark>Força</mark></strong></blockquote><div>&nbsp; &nbsp;<strong>A primeira consideração diz respeito à diferença natural na força física entre homens e mulheres.</strong> Durante longas épocas da história mundial, a maior parte do trabalho era distribuída na agricultura, mineração, navegação e metalurgia. Estas eram as principais profissões e exigiam muita força.</div><div>&nbsp; Naturalmente, foram ocupadas por homens. &nbsp;</div><div>&nbsp;As áreas de construção, extração e manutenção ainda são as que contam com o maior número de homens. Nelas, apenas 4% são mulheres.</div><div>&nbsp; &nbsp;De acordo com o <em>U.S. Census Bureau,</em> 74% das mulheres foram classificadas como “trabalhadores de escritório e assemelhados”. Menos de 5% como “operadores de equipamento de transporte” são do sexo feminino.</div><div>&nbsp; <strong>É mais comum encontrar um homem atrás do volante de um caminhão de 18 rodas e uma mulher em uma mesa de escritório e não o contrário.</strong></div><ul><li>Menos de 3% das mulheres está em construções e madeireiras;</li><li>Menos de 2% em serviços de obras, como pedreiros;</li><li>Menos de 1% em mecânicas e técnicas de veículos pesados.</li></ul><div>&nbsp; Para entender a diferença salarial entre homens e mulheres, é preciso comparar o mesmo trabalho, o mesmo tempo de serviço e de experiência. Sem isso, o risco de obter respostas erradas é enorme.</div><div>&nbsp; <strong>Mineradores ganham quase o dobro de uma auxiliar de escritório. Neste exemplo, a simples comparação de salários de mineradores e secretárias não prova o sexismo. </strong>Além disso, há bônus por serviços pesados ou insalubres. Nessas áreas, 54% da força de trabalho é masculina.</div><div>&nbsp; Os homens ocupam cargos em profissões mais perigosas e que remuneram mais, portanto <strong>seu salário não pode ser comparado ao salário de mulheres em profissões menos exigentes.</strong> O preço é que 92% das mortes relacionadas ao trabalho são de homens.</div><div>&nbsp; Atualmente, a força da máquina compensa a necessidade de ter músculos humanos fortes no trabalho. É por isso que nas últimas décadas tem sido possível que mais mulheres ingressem em algumas profissões em que antes não podiam.</div><div>&nbsp; <strong>A força mecânica tornou a diferença entre os sexos menos significativa. </strong>A experiência e a habilidade se tornaram mais importantes. Assim, reduziu-se a diferença salarial antes das leis de igualdade para as mesmas funções.</div><blockquote><mark>&nbsp;</mark><strong><mark>Cultura</mark></strong></blockquote><div><strong>Um forte exemplo é o da </strong><a href="https://go.brasilparalelo.com.br/campaign/eua-blog-venda-sala-de-transmissao?utm_source=blog_organic&amp;utm_medium=%2Fartigos%2Fdiferenca-salarial-entre-homens-e-mulheres&amp;utm_campaign=eua&amp;utm_content=diferenca-salarial-homem-mulher"><strong>China</strong></a><strong>.</strong> Houve momentos em que meninas recém-nascidas em famílias extremamente pobres eram mortas. Os meninos tinham uma possibilidade maior de crescer e começar a produzir para ter comida e para se sustentar.</div><div>&nbsp; Para estas famílias, as meninas eram uma ameaça à sobrevivência, já que havia pouco ou nenhum alimento excedente e as meninas não conseguiriam, com seu trabalho, suprir o que era gasto com elas.</div><div>&nbsp; De modo geral ao redor do mundo, houve épocas e lugares em que as mulheres sofriam restrições para trabalhar fora, o que limitava os ganhos.</div><div>&nbsp; &nbsp;<strong>As restrições culturais tentavam evitar o problema da atração entre os sexos.</strong></div><div>&nbsp; <strong>&nbsp;Em um tempo em que a castidade era pré-requisito para o casamento, os pais preservavam suas filhas do risco de estarem em um ambiente com homens.</strong> A liberdade das filhas era reprimida para que elas não tivessem que lidar sozinhas com o filho em caso de gravidez indesejada.<br>&nbsp; &nbsp;Com a industrialização e o comércio, as oportunidades assimétricas para moças e rapazes fora de casa significavam rendimentos diferentes.</div><div>&nbsp; Mas os empregadores queriam esta grande mão de obra feminina.</div><div>&nbsp; <strong>Na Nova Inglaterra, proprietários de refinarias tentavam convencer os pais a permitir que suas filhas trabalhassem. </strong>Para isso, falavam sobre a mão de obra exclusivamente feminina e garantiam a presença de supervisoras mulheres mais velhas.</div><div>&nbsp; O mais comum era que elas se concentrassem nas tarefas agrícolas, ou que ficassem em casa, tecendo ou fermentando cerveja, por exemplo.</div><div>&nbsp; Por outro lado, em trabalhos que atraíam predominantemente homens, as mulheres poderiam causar distrações e queda na produtividade. A mesma animosidade já ocorreu com a presença de trabalhadores irlandeses e italianos.</div><div>&nbsp; <strong>Diversas profissões estavam distantes das mulheres porque a maioria já operante era de homens, não por discriminação.</strong></div><div>&nbsp; <strong>Se houvesse um grande contingente de mulheres procurando trabalho, o empregador poderia contratar uma ou outra.</strong> Porém, a mais fácil era ter mão de obra exclusiva.<br><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-28 17:43:56 UTC</pubDate>
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         <title>Declaração artigo 22 e 27</title>
         <author>00001087378382sp</author>
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         <description><![CDATA[<div>  Todas pessoas são membro de uma sociedade de um lugar região tem o direito a segurança de que essas pessoa vai crescer,vai ter uma boa condição de se alimentar,tem tanta gente por ai que esta passando nessecedade passando fome, estudos tem criança que nem estuda porque tem que ajudar os pais em casa,direito de sair de casa e consegui uma boa vaga de emprego no mercado de trabalho,pessoas que vão procurar emprego e só acham vagas de emprega domestica.<br>    Direito transporte econômico,ou direito de trabalhar e ganharem um bom salario pra sustentar as suas familhas.  <br>   Economicos é quando voce trabalha tanto pra ganhar tão pouco que nem dá ajuda a sustentar tipo(um dono de uma empresa ganha na suas costas)<br>   Direitos crescer,formar uma familia e ter um bom emprego no mercado de trabalho,e ter um estabelecimento seu de comprar e vender aquilo que voce faz.<br>  <br>   <br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-11 18:15:05 UTC</pubDate>
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         <title>Territorialidades</title>
         <author>00001087378382sp</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;É um conceito que se refere às formas como os seres humanos se apropriam do espaço e o utilizam para diferentes fins,processo de relações sociais, tanto econômicas, como políticas e culturais de um indivíduo ou de um grupo social.Territorialidade pode estar presente em qualquer lugar da cidade, desde praças e parques até mesmo em ruas e edifícios. Por exemplo, um determinado grupo de pessoas pode se sentir mais à vontade em frequentar um café de uma determinada rua,simplesmente porque ali existe uma identidade cultural que lhe é familiar.<br>&nbsp; &nbsp;Isso ocorre porque essas questões estão intimamente ligadas à identidade e à sobrevivência dos povos indígenas.</div><div>&nbsp; &nbsp;A vida cultural é o conjunto de costumes, tradições, crenças e valores de um povo. Ela é essencial para a manutenção da identidade cultural dos povos indígenas, pois é o que os diferencia dos demais povos.<br>&nbsp; &nbsp;A formação de territorialidade, por sua vez, é o processo pelo qual um povo estabelece um território como seu. Esse território é importante para a sobrevivência dos povos indígenas, pois lhes fornece recursos naturais, como alimentos, água e moradia.</div><div>&nbsp; &nbsp;Quando a vida cultural e a formação de territorialidade dos povos indígenas são ameaçadas, eles podem sentir-se forçados a resistir. Essa resistência pode assumir diversas formas, como protestos, manifestações e até mesmo conflitos armados.</div><div>&nbsp; &nbsp;A Terra Indígena Tenondé Porã, localizada no estado de São Paulo, é um exemplo de como a vida cultural e a formação de territorialidade podem ser motivo de conflito.<br>&nbsp; <mark>Toda a pessoa tem o direito de tomar parte livremente na vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar no progresso científico e nos benefícios que deste resultam</mark>.Todos têm <mark>direito à proteção dos interesses morais e materiais ligados a qualquer produção científica, literária ou artística da sua autoria”</mark>. Estes são os dizeres da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DH), que completa 70 anos no próximo dia 10 de dezembro.<br>&nbsp; &nbsp;Todo ser humano tem <mark>direito à vida,</mark> à <mark>liberdade</mark> e à <mark>segurança pessoal</mark>. Ninguém será mantido em <mark>escravidão </mark>ou <mark>servidão</mark>; a escravidão e o tráfico de <mark>escravos serão proibidos em todas as suas</mark> formas. <mark>Ninguém </mark>será <mark>submetido</mark> à <mark>tortura</mark>, nem a tratamento ou <mark>castigo</mark> <mark>cruel</mark>, desumano ou degradante.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-18 17:28:22 UTC</pubDate>
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         <title>    Preconceito no Ballet e o Racismo</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Um estilo de dança que sofre muito com o preconceito é o ballet. Há muitos que ainda falam que“ballet“coisa de menina”, por ser uma prática suave e delicada.O preconceito é um reflexo do binarismo de gênero presente dentro da dança, que tem papéis de homens e mulheres bem delimitados.<br>&nbsp; Danças como o balé clássico carregam o estigma de serem predominantemente femininas e, por isso, a presença de homens pode ser vista com certo estranhamento e até preconceito. Apesar do protagonismo masculino nas origens do balé (ver box), devido também ao caráter patriarcal das sociedades, os bailarinos viraram alvo de preconceito. Com referências machistas e sexistas, a criação de estereótipos sobre a masculinidade, a partir de um padrão, imposto pela sociedade, do homem “durão”, qualquer atividade que exija sensibilidade ou delicadeza passou a ser vista como destinada às mulheres e inviável aos homens. Por conta da elegância, delicadeza e postura exigida pela dança, a presença do homem ainda gera estereótipos que associam a prática à orientação sexual.<br>&nbsp;<strong><mark>A questão racial</mark></strong><strong><br></strong>&nbsp; Refletir sobre o corpo da bailarina é atentar que a sua representação é guiada pelo estereótipo que, em sua essência, apresenta um discurso que expõe uma forma de corpo, uma cor do corpo e, acima de tudo,uma concepção de beleza. A ausência de corpos negros, principalmente o de mulheres negras, no cenário do balé clássico é tema sobre o qual fui constantemente indagada por colegas e familiares.Não tinha uma resposta ao certo, mas entendia que isso não deveria ser encarado com normalidade.<br>&nbsp; &nbsp;Já que as aulas refletem como espelho a sociedade racista e machista na qual vivemos, este trabalho tem como proposta analisar artefatos culturais ligados ao balé, como os balés de repertório, que são histórias dançadas, constituídas de um repertório de sequências de movimento e gestos estruturados e de personagens que, ao dançar, contam histórias, contos de fadas e lendas no palco. Entende-se que a somatória da quantidade de bailarinas negras presentes, atualmente, nas companhias de balé e não retratadas nos balés de repertório expõe um cenário excludente, elitista e racista.Este trabalho reflete sobre a presença/ausência de bailarinas clássicas negras em cena, com base na interseccionalidade de raça, gênero e classe 11 social. É necessário saber como o racismo atinge as bailarinas negras e, mais fundamental ainda, dar nomes às grandes protagonistas que dedicaram sua vida ao balé clássico, cuja presença marcou e ainda marca essa história.A busca por referências negras na Dança, especificamente no Balé Clássico, é uma maneira de dar visibilidade e protagonismo a essas artistas,como também entender que o balé pode ultrapassar os limites do estereótipo,valendo como um processo de espelho, de me sentir representado por alguém que tenha semelhança comigo, além de contribuir com a autoestima e de apresentar novas expectativas para futuras bailarinas, promovendo a construção de novos paradigmas<br>&nbsp; <strong>A questão racial</strong>, mesmo quando não se apresenta de forma explícita, permeia a situação como um todo, afinal quantos <strong>bailarinos negros</strong> profissionais estão nos corpos de dança dos principais balés do mundo? “Eu tinha sete anos em 1972, já fazia balé desde os cinco num clube desportivo da prefeitura. Fui fazer o teste do Theatro Municipal e não passei. Eles alegaram que a questão era o fato de meus joelhos não se encostarem. Depois fiquei sabendo de inúmeras bailarinas com problemas de formação nas pernas – até com uma perna mais curta que a outra. Então pensei: ‘será que fui rejeitada por ser negra?’”, relata Jucélia Olivia Araújo, apreciadora de Balé Clássico até os dias de hoje. Como ela, muitas crianças negra acabaram desistindo da atividade por terem sido vítimas de <strong>discriminação</strong>.<br>&nbsp; Na história de Michaela De Prince, nascida em Serra Leoa, mas adotada nos EUA, o <strong>balé</strong> surge quase como uma redenção. Aos oito anos, já praticante de balé, estava escalada para interpretar Marie em “O Quebra Nozes”, porém soube que alguém estaria dançando sua parte, uma vez que “as pessoas não estão prontas para uma <strong>bailarina negra</strong>”. Ela quase desistiu de seu sonho e só o manteve porque pôde assistir a atuação de outra bailarina negra: Heidi Cruz.<br>&nbsp; &nbsp;No Brasil, apesar dessa modalidade ter tido sua primeira exibição ainda no século XIX – com o espetáculo de Balé Clássico apresentado no Real Teatro de São João, no Rio de Janeiro, em 1813 -, sua prática tornou-se mais expressiva a partir de 1913 e depois com Ana Pavlova e seu corpo de baile entre 1918 e 1919. No entanto, somente em 1927 foi fundada a escola de dança do Teatro Municipal por Maria Olenda.<br>&nbsp; &nbsp;A primeira bailarina negra no país foi Mercedes Batista, homenageada pela Escola de Samba Vila Isabel em 2009, então com 85 anos. Uma mulher de fibra e de coragem, que se tornou um marco na dança brasileira ao passar pelo exigente concurso de ingresso no corpo de baile do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Descobriu sua paixão pela dança após os 18 anos. Em sua biografia relata que não foi avisada da data da prova para mulheres, por isso mesmo fez a prova com os homens: “Como eu tinha facilidade para saltar a prova não foi difícil para mim”. Assim, em 18 de março de 1948, iniciou sua luta pela imposição do negro como bailarino profissional, tendo como aliado o também bailarino negro Raul Soares.<br>&nbsp; A história de Mercedes Baptista é contada no livro “A Criação da Identidade Negra na Dança”, de Paulo Melgaço. Essa é a motivação, funciona como sub texto de toda atuação. O preconceito, a discriminação e o racismo não vão desaparecer de uma hora para outra e, a cada vitória, em cada setor novo desbravado, o afrodescendente estará em combate por sua cidadania, direitos e dignidade. Apesar de atuarem sobre o indivíduo, atingem o grupo social. Por isso, a resposta, em forma de esperança e grande luta, está na persistência de cada indivíduo na busca de seus próprios sonhos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-23 16:55:55 UTC</pubDate>
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         <title>Meta 11.4 Fortalecer esforços para proteger e salvaguardar o patrimônio cultural e natural do mundo.</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; <mark>Patrimônio cultural</mark><br>&nbsp; Os material: imóveis como os das cidades históricas, sítios arqueológicos e paisagísticos e bens individuais; ou móveis, como coleções arqueológicas, acervos museológicos, documentais, bibliográficos, arquivísticos, videográficos, fotográficos e cinematográficos.Todos esses são fazem parte da </div>]]></description>
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