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      <title>My fierce grid by </title>
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      <description>Made with a bold sensibility</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-05-13 08:37:05 UTC</pubDate>
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         <title>Sondagem Vesical, Enteral e Dreno de Tórax</title>
         <author>cristiele_rodrigues1</author>
         <link>https://padlet.com/cristiele_rodrigues1/kcxllicswhsd/wish/359372384</link>
         <description><![CDATA[<h1><a href="http://www.youtube.com/watch?v=2PTYsbjmQs8"><strong> Sondagem vesical</strong></a></h1><div>A sondagem vesical é a introdução de um cateter estéril através da uretra até a bexiga, com o objetivo de drenar a urina.  Deve-se utilizar técnica asséptica no procedimento a fim de evitar uma infecção urinária no paciente.A sondagem vesical pode ser de alivio (há a retirada da sonda após o esvaziamento vesical) ou de demora (quando há necessidade de permanência da sonda).<br><strong><mark>Indicações</mark></strong></div><div>Devido aos riscos da técnica, o cateterismo só deve ser usado se for mesmo necessário, nos seguintes casos:</div><ul><li>Alívio da retenção urinária aguda ou crônica;</li><li>Controle da produção de urina pelo rim;</li><li>Insuficiência renal pós-renal, por obstrução infra-vesical;</li><li>Perda de sangue pela urina;</li><li>Recolha de urina estéril para exames;</li><li>Medição do volume residual;</li><li>Controle de incontinência urinária;</li><li>Dilatação ureteral;</li><li>Avaliação da dinâmica do aparelho urinário inferior;</li><li>Esvaziamento da bexiga antes, durante e após cirurgias e exames;</li></ul><div><br></div><div><a href="http://www.youtube.com/watch?v=03k9fahtIWc">Tipos de cateterismo vesical</a></div><div>Cateterismo vesical:</div><div><mark>1</mark>. <mark>Cateterismo vesical de demora</mark></div><div>O cateterismo vesical de demora é usado quando o cateter permanece por mais tempo para drenagem contínua e para isso é usado um cateter de Foley ou de Owen.</div><div> O cateter permanece para uma drenagem continua, permitindo a descompressão gradual da bexiga e é indicada para promover o esvaziamento da bexiga, monitorar o débito urinário, fazer o preparo cirúrgico, realização de irrigação vesical ou para diminuir o contacto da urina com lesões de pele próximas à região genital.<br><br></div><div><mark>2.</mark> <mark>Cateterismo vesical de alívio ou intermitente</mark></div><div>No cateterismo vesical de alívio, o cateter não permanece por muito tempo na pessoa e o mais utilizado é a sonda de Nelaton.</div><div>Geralmente, esta técnica é utilizada para drenar a urina presente na bexiga antes de procedimentos médicos ou para alívio imediato em pessoas com paralisia e retenção urinária, por exemplo. Também pode ser usada em pessoas com bexiga neurogênica, para a obtenção de amostra estéril de urina ou exame de urina residual após esvaziamento espontâneo da bexiga.<br><br></div><div><mark>CONTRA-INDICAÇÕES  </mark></div><ul><li>Estenose, obstrução ou fístula uretral; </li><li> Uretrite; </li><li>  Uretrorragia; </li><li>  Atendimento emergencial ao politraumatizado (não recomendado). </li></ul><div><br></div><div><strong><em><mark>COMPLICAÇÕES</mark></em></strong></div><ul><li> infecção em outro sítio do organismo;</li><li> a litíase urinária renal e vesical</li><li> uretrite;</li><li> periuroretrite e abscesso periuroretral;</li><li> divertículo uretral</li><li> fístula uretral;</li><li>prostatite</li><li>epidimite</li><li>necrose peniana e câncer de bexiga. </li></ul><div><br></div><div><br></div><div><strong> </strong><strong><em><mark>O QUE É SONDA ENTERAL?</mark></em></strong></div><div> A sonda nasoenteral é um tubo de silicone usado para alimentação quando o alimento não pode passar pelo trajeto normal. É instalado por via nasal ou oral (nariz ou boca) e chega até o estômago ou intestino, depende da indicação do paciente. <br><br><strong><mark>Indicações</mark></strong></div><ul><li>Administração de medicamentos</li><li>Alimentação enteral</li><li>Problemas gastrintestinais com a dieta alimentar normal</li><li>Presença de neoplasias (tumores) de boca</li><li>Presença de neoplasias (tumores) de garganta</li><li>Terapias para o câncer (neoplasias)</li><li>Cuidados na convalescença</li><li>Condições hipermetabólicas</li><li>Paralisia orofaríngea / esofagiana</li><li>Cirurgia maxilofacial ou cervical.</li></ul><div><br></div><div><mark>CONTRA-INDICAÇÕES </mark></div><ul><li> Traumatismos severos de trajeto;</li><li>  Varizes esofagianas</li><li>Neoplasias de trajeto e gástrico (procedimento médico).</li></ul><div> </div><div><mark>COMPLICAÇÕES </mark></div><ul><li> Aderência de mucosa • Obstrução da sonda se não lavadas corretamente (fechando a luz por partículas sólidas: medicamentos ou dietas).    <br><br><strong><mark>Catéter de Shilley e de Tenckhoff </mark></strong><br>    O modelo mais calibroso (12 Fr), conhecido como <mark>Schilley</mark>, permite alto fluxo, necessário em sessões de hemodiálise ou aférese, com a ressalva de que tem curta duração. .<br><strong><mark>Indicações</mark></strong><br>Esses cateteres estão indicados em pacientes que apresentam necessidade de acesso vascular por um curto período, aproximadamente 21 a 30 dias, ou em pacientes que necessitam de hemodiálise de urgência.<br><strong><mark>Catéter de Tenckhoff </mark></strong><br>Cateter de material apropriado e flexível que é colocado no abdome do paciente para realização da diálise peritoneal. Por este cateter, o líquido de diálise peritoneal será infundido e drenado.<br><strong><mark>COMPLICAÇÕES</mark></strong><br>como remoção acidental, trombose e infecção, <br><br></li></ul><div><strong><mark>DRENO TORÁCICO</mark></strong><strong><br></strong>DEFINIÇÃO <strong><br></strong>A DRENAGEM TORÁCICA É PARA SITUAÇÕES DE REMOÇÃO DE AR, LÍQUIDO OU SANGUE NO ESPAÇO PLEURAL. O LOCAL DE INSERÇÃO DO DRENO ESTÁ DIRETAMENTE RELACIONADA AO QUE SE PRETENDE DE DRENAR: LÍQUIDO OU AR.<br>É FEITA PRÓXIMA AO SEGUNDO ESPAÇO INTERCOSTAL, AO LONGO DA LINHA HEMICLAVICULAR.  <br><br></div><div><strong><mark>INDICAÇÕES </mark></strong></div><ul><li>pneumotórax,</li><li> hemotórax,</li><li> derrame parapneumônico complicado</li><li>, empiema, quilotórax e pós-operatório de toracotomias.</li></ul><div><br></div><div><strong><mark>COMPLICAÇÕES</mark></strong> </div><ul><li>Hemorragia;</li><li>Infecções;</li><li>Edema pulmonar de reexpansão;</li><li>Obstrução do dreno, que pode levar ao tamponamento cardíaco, pneumotórax hipertensivo ou empiema;</li><li>Lesões no fígado, baço, diafragma, aorta torácica ou coração também podem ocorrer quando o dreno é introduzido erroneamente;</li><li>Dispneia, hematoma ou <a href="https://www.infoescola.com/medicina/seroma/">seroma subcutâneo</a>, ansiedade e tosse ocorrem infrequentemente;. <br><br></li></ul><div><strong><mark>CUIDADOS NA FISIOTERAPIA</mark></strong> <br>Após a retirada do dreno de tórax:</div><div>Recomenda-se a retirada do dreno em inspiração profunda e manobra de Valsalva. No entanto, alguns especialistas admitem a retirada em expiração profunda.<br><br><br></div><div>REFERENCIAS</div><div>NASCIMENTO, Telma Araújo dias et al.  LAPAROSCOPIA DO IMPLANTE DO CATÉTER DE DIÁLISE PERITONEAL LABORATRIAL. <strong>Rev do colég de Cir Belo Horizonte</strong>; Minas Gerais ;  – V .XXVI – n 3, 157, apr 1999.<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-13 08:44:31 UTC</pubDate>
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