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      <title>Comente suas leituras aqui!  by Mariane Pereira Rocha</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-15 19:07:57 UTC</pubDate>
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         <title>Rosângela - Polo Passo Fundo</title>
         <author>rosemachado2010</author>
         <link>https://padlet.com/marianerocha/kcmpz6vjbb9rxvsz/wish/3701100079</link>
         <description><![CDATA[<p>No conto “O não desaparecimento de Maria Sombrinha”, Mia Couto apresenta a história de uma jovem que, vivendo em extrema pobreza, começa a diminuir de tamanho até desaparecer. Sua filha nasce frágil e, ainda bebê, repete o ciclo ao engravidar precocemente. Por meio do real misturado ao fantástico, o autor revela como a miséria reduz e apaga vidas de forma simbólica e dolorosa.</p><p>Já no&nbsp;conto “Os pretos não sabem comer lagosta”&nbsp;José Agualusa mostra, com ironia, como o racismo se manifesta em situações cotidianas, disfarçado de comentário “inocente”. A fala preconceituosa em um restaurante revela estereótipos ainda naturalizados na sociedade. Agualusa usa o humor para expor essas violências sutis e provocar reflexão.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-27 13:08:51 UTC</pubDate>
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         <title>Mariza Conte  - Polo Vila Flores</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>&nbsp;</p><p>Nos dois contos de Agualusa, o autor fala sobre identidade, preconceito e sobre o jeito como as pessoas se relacionam umas com as outras. No conto “Não há mais lugar de origem”, ele mostra que, hoje, muitas pessoas não têm um único lugar para chamar de origem, pois carregam histórias, memórias e influências diferentes. Isso faz com que suas identidades sejam variadas e sempre em mudança.</p><p>Já no conto “Os pretos não sabem comer lagosta”, Agualusa critica o racismo do dia a dia. Ele mostra como pequenos comentários e atitudes revelam preconceitos fortes, que machucam e excluem. A leitura dos dois textos nos faz pensar sobre como tratamos o outro e sobre como construímos quem somos.</p><p>&nbsp;No conto “A gorda indiana”, Mia Couto mostra como uma mulher diferente chama a atenção de todos. As pessoas olham para ela apenas pela aparência e fazem julgamentos rápidos. A personagem é vista como algo estranho, mas o texto revela que ela tem sentimentos e história. Assim, percebemos que ela é muito mais do que o corpo que os outros enxergam. O conto nos faz refletir sobre como é errado julgar alguém apenas pelo que vemos por fora.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-28 01:15:53 UTC</pubDate>
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         <title>Maridileusa Henke Polo Sarandi </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marianerocha/kcmpz6vjbb9rxvsz/wish/3701700376</link>
         <description><![CDATA[<p>Os contos de José Eduardo Agualusa, presentes em <em>Contos para Viajar</em>, revelam um olhar sensível sobre a cultura angolana e sobre as relações humanas, misturando realidade e imaginação de forma poética. Já os contos de Mia Couto, reunidos em <em>Contos do Nascer da Terra</em>, apresentam forte ligação com a tradição oral moçambicana e com a espiritualidade africana. A leitura conjunta dessas obras permite perceber diálogos entre Angola e Moçambique, fortalecendo a compreensão da literatura africana de língua portuguesa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-28 01:45:36 UTC</pubDate>
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         <title>Janete Rodrigues - Polo Sarandi</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O poema&nbsp; “A última chuva do prisioneiro” de&nbsp; Mia Couto aborda a busca por identidade e liberdade de um prisioneiro. A chuva atua como uma metáfora de purificação, levando-o de volta à sua infância e à figura da mãe, que representa a saudade e a origem. O desejo pela "última chuva" simboliza a aspiração final por um renascimento ou a conexão com o que é essencial antes do fim. É um lamento íntimo sobre a separação entre o indivíduo e suas raízes em um contexto de opressão. Já no &nbsp; poema&nbsp; de&nbsp; José Agualusa, “ Não há mais lugar de origem” expressa a ideia da identidade em trânsito na contemporaneidade, onde&nbsp; a mistura cultural torna o conceito de um "lugar de origem".&nbsp; O eu lírico reconhece-se como um ser de múltiplas fronteiras, um cidadão do mundo cujas raízes estão dispersas e em constante redefinição, celebrando essa mobilidade e a ausência de um porto final.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-29 00:55:58 UTC</pubDate>
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         <title>Marlene da Silva Santos - Polo São Francisco de Paula</title>
         <author>marlenesantospl039</author>
         <link>https://padlet.com/marianerocha/kcmpz6vjbb9rxvsz/wish/3702805433</link>
         <description><![CDATA[<p>Nos contos de Agualusa (Não há mais lugar de origem e Os pretos não sabem comer lagosta), surgem temas de identidade, deslocamento e fronteiras culturais, seja no sonho do comboio interminável ou no choque entre diáspora e realidade angolana.</p><p>Nos contos de Mia Couto (A menina, as aves e o sangue e A filha da solidão), a guerra e o isolamento aparecem transfigurados em imagens poéticas, revelando dor e resistência.</p><p>Em ambos os autores, a literatura africana de língua portuguesa mostra que não existe uma única identidade, mas múltiplas formas de ser e narrar, entre crítica social e lirismo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-29 01:01:37 UTC</pubDate>
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         <title>Simone - Polo Passo Fundo</title>
         <author>simonebrack6</author>
         <link>https://padlet.com/marianerocha/kcmpz6vjbb9rxvsz/wish/3703010309</link>
         <description><![CDATA[<p>No conto: " A última chuva do prisioneiro " de Mia Couto são abordados temas como busca de identidade,  relacionamentos familiares e justiça, o moço,  prestes a ser condenado a força enfoca lembranças da mãe e de como ela gostava que andasse na chuva quando criança afirmando ser esse seu único desejo. Já nos contos de José Eduardo Agualuna são abordados o preconceito e a busca pela identidade pessoal no cotidiano e como com pequenas atitudes e comentários do dia a dia interferem e retratam essas questões. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-29 10:29:52 UTC</pubDate>
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         <title>Cassio Ferraz Moreira - Polo de Pelotas Sobradinho</title>
         <author>cassiofm7</author>
         <link>https://padlet.com/marianerocha/kcmpz6vjbb9rxvsz/wish/3703289326</link>
         <description><![CDATA[<p>Os contos “NÃO HÁ MAIS LUGAR DE ORIGEM” e “OS PRETOS NÃO SABEM COMER LAGOSTA” de AGUALUSA, trazem um olhar sobre a cultura africana. O primeiro achei mais difícil decifrar, percebi que era sobre um sonho que refletia aspectos raciais, mas o segundo percebi que é sobre mudança. Jimmy um africano que volta a sua terra, percebe ela diferente do que era, com diversas pessoas, que possuem suas próprias perspectivas sobre as coisas e sobre ele. Assim, aquele lugar deixou de ser seu lar, porque mudou tanto.</p><p>O texto que escolhi de COUTO, foi “O ÚLTIMO VOO DO TUCANO”, eu achei o texto estranho, porém bastante interessante. Ele conta sobre uma mulher grávida e seu marido, que decidem imitar a gestação dos tucanos, eles barram a casa, a mulher fica trancada e o marido do lado de fora, ele traz os nutrientes necessários que sua amada precisa para gestação. Por fim, ela da a luz a um tucano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-29 21:29:25 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Letícia Carnin-Polo Nonai</title>
         <author>letycarnin</author>
         <link>https://padlet.com/marianerocha/kcmpz6vjbb9rxvsz/wish/3703304586</link>
         <description><![CDATA[<p>Nos contos de Agualusa, <em>“A Noiva de Kelab”</em> e <em>“A Princesa Alemã”</em>, percebi como o autor trabalha a fronteira entre realidade e imaginação para refletir sobre identidades, memórias e construções culturais. Sua escrita suave, mas crítica, abre espaço para entendermos como personagens e histórias se constroem a partir do cruzamento entre o real e o fantástico. Já no conto que escolhi de Mia Couto, <em>“O Embondeiro que Sonhava Pássaros”</em>, encontrei uma linguagem metafórica ainda mais acentuada, em que elementos da natureza ganham vida e significados profundos. A leitura me chamou atenção pela forma como Mia Couto transforma o cotidiano em poesia, aproximando o humano do mítico. Comparando os autores, notei que ambos valorizam o imaginário africano, mas cada um com um estilo próprio: Agualusa mais narrativo e reflexivo; Mia Couto mais lírico e simbólico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-29 22:33:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marianerocha/kcmpz6vjbb9rxvsz/wish/3704221153</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Diéle Pereira – Polo de Sobradinho/RS</strong></p><p>Ao ler os dois contos do Agualusa e o conto do Mia Couto que escolhi, fiquei com a sensação de que ambos escrevem como quem abre frestas no cotidiano para mostrar algo que a gente quase nunca enxerga. Nos textos do Agualusa, me chamou atenção como pequenas situações revelam memórias, desejos e até dores que ficam escondidas nas pessoas. Já o Mia Couto me tocou pela linguagem inventiva, quase poética, que parece fazer o mundo respirar de outro jeito. Senti que, juntos, os três contos me lembraram da força que a literatura tem de transformar o olhar primeiro o do leitor, depois o do mundo.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-01 02:17:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Não há mais lugar de origem  - Polo Picada Café - Gabriela Wolff</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marianerocha/kcmpz6vjbb9rxvsz/wish/3705086614</link>
         <description><![CDATA[<p>Vou escrever aqui sobre esse conto porque fiquei com a pulga atrás da orelha. Não sei se entendi muito bem, inclusive deixo comentário aberto aqui para que possa ser gerada uma discussão, mas depis de entender um pouco o contexto de Angola e também do autor, o que pude entender foi que em função de guerras, migrações forçadas e não existe mais um lugar de origem. Uma terra natal, um sentimento de pertencimento a um local somente. Me senti um pouco desorientada ao ler o conto e acho que talvez seja isso que autor queira mesmo, dar esse sentido de desorientação, tal como seus personagens. Não sabem de onde vieram exatamente e para onde estão indo. Fiquei intrigada. Vou partir para as outras leituras agora, mas se alguém tiver algo a comentar sobre conto, sinta-se à vontade. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-01 13:50:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Suelen Cristianetti - Polo Vila Flores</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Sobre os textos de Agualusa, podemos ver um tom satírico e bem humorado, que descrevem características físicas, do espaço e palavras que remetem à cultura africana. Carregam memória e identidade cultural.</p><p>O texto que escolhi de Mia Couto é "O voo do tucano", recomendo a leitura, pois é um conto mágico. Possui uma ligação íntima entre o humano e o animal, linguagem metafórica e reflexiva e simbolismo do tucano. É um conto simples, mas de profundo impacto, pois apresenta espiritualidade e nostalgia. Ele brinca com a morte, destino, o voo e a liberdade, através da metáfora. O conto é, sem dúvidas, muito bonito e pode ser trabalhado em sala de aula.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-01 14:36:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Natalia Hoffmann - Polo Passo Fundo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Os contos de &nbsp;Agualusa, dialogam com temas de identidade, deslocamento e tensões sociais na Angola. Em “Não há mais lugar de origem”, a ideia de não ter “origem” expõe a fragmentação cultural e emocional causada por guerras, migrações e rupturas históricas, revelando personagens que procuram pertencimento num país em constante transformação. Já em “Os pretos não sabem comer lagosta”, utiliza-se a ironia para denunciar o racismo velado e a herança colonial presente nas relações cotidianas, mostrando como preconceitos persistem mesmo depois da independência. Ambos os textos combinam humor, crítica e sensibilidade, revelando a habilidade do autor em tratar questões profundas com leveza narrativa e olhar humanizador. Temos uma narrativa de simplicidade aparente, que ao mesmo tempo provoca reflexão.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-02 00:14:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marianerocha/kcmpz6vjbb9rxvsz/wish/3705960636</link>
         <description><![CDATA[<p>Nos contos de Agualusa ¨Os pretos não sabem comer lagosta¨, o autor fala com ironia das críticas racistas e mostra que o preconceito nasce na ignorância de algumas pessoas, muitas se acham melhores que as outras e muitas vezes essas que são despreparadas. Mostra o preconceito do dia a dia com comentários preconceituosos que desestruturam uma pessoa. Já no conto ¨Não há mais lugar de origem¨ o autor fala da dificuldade de sabermos a que lugar pertencemos, porque a todo momento estamos mudando nossos caminhos, nossas vivências, carregamos tudo que aprendemos, de lugares, de pessoas do nosso convívio, tudo dentro de nós mesmos, não pertencemos a um único lugar, pertencemos ao mundo. Já no conto ¨Lágrimas para irmãos Sismeses¨Mia Conto, apresenta dois irmãos sismeses que vivem ligados pelo corpo, mas cada um tem seu próprio jeito, opiniões e desejos. Têm o mesmo corpo, mas cada um é um, discordam e têm vontades diferentes. E essa diferença entre eles vai crescendo, até que um dos irmãos deseja se libertar e o outro tem medo de se separar, têm muita dependência, precisa do outro para viver. E as lágrimas são a representação do sofrimento dos dois, porque ninguém sofre sozinho, mesmo em lados diferentes, a dor é inevitável para ambos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-02 01:34:08 UTC</pubDate>
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         <title>Gladis Brusch, Polo São Francisco de Paula.</title>
         <author>bruschgladis</author>
         <link>https://padlet.com/marianerocha/kcmpz6vjbb9rxvsz/wish/3706565790</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Nos contos de Agualusa percebi como ele mistura realidade e imaginação para falar da vida cotidiana e das memórias. Os personagens parecem comuns, mas carregam sempre algo inesperado, que nos faz refletir sobre identidade e pertencimento. Já no conto de Mia Couto, senti uma linguagem poética e cheia de imagens da natureza, que trazem uma visão muito própria da cultura moçambicana. A leitura dos três textos me fez pensar sobre como a literatura pode aproximar mundos diferentes e mostrar que, apesar das distâncias, os sentimentos humanos são universais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-02 09:07:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marianerocha/kcmpz6vjbb9rxvsz/wish/3707701958</link>
         <description><![CDATA[<p>Nos contos de Agualusa, percebe-se uma preocupação constante com a identidade, a memória e a reinvenção do sujeito. Seus personagens frequentemente transitam entre realidades, misturando fantasia e crítica social, o que cria um espaço de reflexão sobre como cada indivíduo se constrói a partir de suas histórias e das histórias que inventa. Essa mesma relação entre realidade e imaginação aparece em “A gorda indiana”, de Mia Couto, onde o autor mescla humor, lirismo e ironia para revelar preconceitos, fragilidades e contradições humanas. Enquanto Agualusa explora personagens que se reinventam para sobreviver, Mia Couto apresenta uma protagonista marcada pelo olhar alheio, mostrando como a identidade também pode ser moldada — e ferida — pelo julgamento social. Assim, os três contos dialogam entre si ao expor o conflito entre o que somos e o que os outros enxergam, usando a literatura como forma de questionar estereótipos e revelar a riqueza do imaginário africano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-03 01:12:11 UTC</pubDate>
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         <title>Sandra Franceschini, Polo Sarandi</title>
         <author>sandrafranceschinipf062</author>
         <link>https://padlet.com/marianerocha/kcmpz6vjbb9rxvsz/wish/3707715463</link>
         <description><![CDATA[<p>Os contos de Agualusa e do conto escolhido de Mia Couto revela como ambos os autores exploram a realidade africana a partir de uma linguagem poética e simbólica. Em Agualusa, percebem-se temas ligados à memória, à identidade e às marcas deixadas pela história, sempre trabalhados com delicadeza e humor sutil. Já Mia Couto constrói narrativas que misturam fantasia e cotidiano, criando um universo onde a tradição se entrelaça com o imaginário. Nos dois autores, a força das personagens e o cuidado com a palavra fazem reflexões sobre pertencimento, cultura e humanidade. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-03 01:19:17 UTC</pubDate>
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         <title>Mia couto</title>
         <author>fabianarathke</author>
         <link>https://padlet.com/marianerocha/kcmpz6vjbb9rxvsz/wish/3709197305</link>
         <description><![CDATA[<p>Na leitura do conto de <strong>Mia Couto</strong> que escolhi, observei a forte presença da linguagem poética e metafórica, característica marcante do autor. Sua escrita mistura real e fantástico, criando imagens que ampliam o sentido da narrativa e revelam aspectos culturais e emocionais das personagens. O conto mostra como elementos do cotidiano se transformam em símbolos, permitindo reflexões profundas sobre temas como pertencimento, transformação e tradição.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-03 21:20:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Polo Vila Flores/ Conto escolhido de Mia Couto: &quot;A menina sem Palavra&quot;</title>
         <author>joseanelopesvicente</author>
         <link>https://padlet.com/marianerocha/kcmpz6vjbb9rxvsz/wish/3709203972</link>
         <description><![CDATA[<p>É uma história sobre como o silêncio pode ser uma língua, e como o laço afetivo, e até a contação de histórias, podem curar e revelar o que as palavras simples não conseguem dizer. O conto fala sobre uma menina que nao fala, e seu pai muito aflito, porém muito amoroso, tenta de tudo para ajudá-la a falar, principalmente depois que ela pronuncia a palavra "Mar". Vendo que talvez o MAR possa estimulá-la a falar, ele a leva para o mar onde ela fica paralisada como se o mundo que ela achava tão grande, fosse na realidade tão pequeno. O pai tem a idéia de contar uma história inventada sobre a lua e o mar, com o objetivo de ajudar a filha a destravar a fala, mas sua história trava e ele fica sem idéias para terminar. Nesse momento a menina avança mais a fundo no mar e estranhamente termina de contar a história do pai, destravando assim a fala e mostrando que a imaginação e o amor entre eles eram a chave para seu mundo e desenvolvimento com as palavras.</p><p>Recomendo a leitura!!</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-03 21:28:35 UTC</pubDate>
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         <title>Maikele - Polo Passo Fundo</title>
         <author>maikeleaguiarpf008</author>
         <link>https://padlet.com/marianerocha/kcmpz6vjbb9rxvsz/wish/3709331703</link>
         <description><![CDATA[<p>Mia Couto e José Eduardo Agualusa são dois autores que abordam em suas obras, questões sociais vinculadas à experiência africana, mas o fazem a partir de perspectivas distintas. Em “A última chuva do prisioneiro”, Mia Couto explora a busca por identidade e justiça por meio de uma narrativa marcada pela memória afetiva e pelas relações familiares, revelando como a subjetividade pode se constituir como forma de resistência diante da violência.  E José Eduardo Agualusa, coloca em evidência o preconceito no cotidiano, problematizando a exclusão, a desigualdade e os conflitos sociais que atravessam a vida coletiva. Enquanto Couto privilegia uma dimensão lírica, simbólica e introspectiva para narrar a opressão, Agualusa adota uma abordagem mais direta e realista, expondo as fissuras sociais que estruturam o viver urbano. Contudo, ambos os autores convergem ao tratar das marcas do sofrimento e da injustiça, mas divergem nos caminhos estéticos e temáticos utilizados para refletir sobre a condição humana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-04 00:22:19 UTC</pubDate>
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         <title>Renata Dias- Polo São Francisco de Paula</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>"A última chuva do prisioneiro" é um conto  muito interessante.  Mia Couto nos leva a meditar sobre o comportamento humano diante da certeza da morte. Para alguns é um momento difícil devido ao apego as coisas terrenas. No caso do personagem seria um reencontro com a mãe, uma libertação da prisão. </p><p>Os contos de Agualusa, "Não há mais lugar de origem" e "Os pretos não sabem comer lagosta" falam de imaginação e realidade, falam de identidade, de preconceito e de racismo disfarçado. De maneira geral gostei dos três contos. As vezes penso que meu povo é forte mas não conhece a força que tem. Amo minha raça e minha cor, as histórias  do povo preto me enche de coragem e temor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-04 01:12:33 UTC</pubDate>
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         <title>Rafaela Machado dos Santos, Polo Passo Fundo</title>
         <author>rafaeladossantos1212</author>
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         <description><![CDATA[<p>No conto O baralho erótico, Mia Couto revela, por meio de uma escrita poética e cortante, a violência silenciosa que marca a vida de Nadinha. A personagem, quase apagada de si mesma, busca refúgio nas imagens que coleciona, enquanto o marido a reduz ao silêncio e ao sofrimento. O autor mistura ironia, dureza e fantasia para mostrar como o machismo e a desumanização consomem vidas aos poucos. Quando Nadinha aparece estampada nas cartas eróticas, a narrativa expõe simbolicamente a inversão dos papéis: aquilo que era invisível se torna impossível de ignorar. O conto provoca reflexão sobre abuso, identidade e a forma dolorosa como muitos vínculos afetivos se transformam em lugares de opressão.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-04 16:44:41 UTC</pubDate>
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         <title>LILIANA FERREIRA- POLO SOBRADINHO</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Utilizando uma linguagem poética e envolvente o autor  José Eduardo Agualusa explora temas como a busca por raízes. As histórias misturam realidade e fantasia, nos dando a sensação que estamos indo para diferentes cenários e culturas, como Angola, Brasil e Alemanha, abordando, no decorrer, questões universais de forma sensível e profunda. Trabalhando a realidade e a imaginação de forma bem humorada.</p><p>Já A obra de Mia Couto, tem vários contos que exploram a riqueza cultural, social e espiritual de Moçambique. ​Utilizando elementos do realismo mágico para abordar temas como a vida, a morte, a identidade, as tradições e os conflitos humanos. Cada conto apresenta personagens marcantes e situações que misturam o cotidiano com o imaginário.</p><p>Utiliza a linguagem de forma criativa, com  expressões que refletem a oralidade e a cultura moçambicana. A obra nos faz  refletir sobre a condição humana, os laços familiares, as memórias e os sonhos, sempre com um olhar sensível e profundo sobre a vida e a natureza.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-12-19 13:30:55 UTC</pubDate>
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         <title>As leituras dos contos de Agualusa e de Mia Couto apresentam uma escrita marcada pela valorização da cultura africana e pela reflexão sobre identidade, memória e história. Agualusa trabalha temas que mostram conflitos entre o passado e o presente. Já no conto de Mia Couto, chama atenção o uso poético da linguagem e a forma como o autor mistura realidade e imaginação. As leituras nos levam a refletir sobre a importância da oralidade e da cultura local na construção das narrativas.</title>
         <author>delezialuz1</author>
         <link>https://padlet.com/marianerocha/kcmpz6vjbb9rxvsz/wish/3733465415</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-12-28 06:22:56 UTC</pubDate>
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