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      <title>Inclusive EU: Inclusão e Acessibilidade nas Escolas by Mayrla Oliveira</title>
      <link>https://padlet.com/mayrlaoliveirafsa/kchhtun3tj2t6eoj</link>
      <description>Padlet criado pelas estudantes: Laiana Costa, Laiane Araújo, Laís Lopes, Mayrla Oliveira, Naiana Carvalho e Valéria Carvalho para publicitação de posts sobre o tema Deficiência Física no âmbito escolar, isto na disciplina Educação Especial e Políticas Educacionais Inclusivas (EDU113). Docente: Maria José Oliveira Duboc.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-24 23:32:49 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-12-26 12:25:37 UTC</lastBuildDate>
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         <title>III. O PRINCÍPIO: Contexto histórico da inclusão no Brasil</title>
         <author>laianacostamor</author>
         <link>https://padlet.com/mayrlaoliveirafsa/kchhtun3tj2t6eoj/wish/1911456979</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao longo da história da humanidade nós trabalhamos com uma perspectiva de padrão de normalidade, então todos aqueles seres humanos que fugiam de uma padrão de beleza, de força, de capacidade de sobrevivência eram considerados excluídos desse padrão.</div><div><br></div><div>-Na idade média a religião tinha grande influência sobre o povo, o qual considerava que os deficientes, ou seja, as <strong>pessoas que fossem diferentes vieram ao mundo desta forma para pagar pelos seus pecados</strong>, acreditando-se então que em outras vidas cometeram algo que posteriormente teriam que pagar. Os seres humanos com deficiências, por motivos de preconceito eram, portanto, taxados como seres incapazes de conviver em sociedade.&nbsp;</div><div><em><mark><sub><br></sub></mark></em>&nbsp;-Na época do império, trata-se de uma sociedade rural e sem <strong>nenhum conhecimento escolar</strong>, no qual foi possível esconder totalmente a educação dos deficientes. <br><br> - A <strong>educação de crianças </strong>deficientes em nosso país, nasce de um <strong>conjunto de ideias liberais</strong>, no qual tiveram divulgações no fim do século XVIII e começo do XIX. Com o passar do tempo as escolas primárias foram obtendo impulso, passando então a ter mais força e valor para sociedade.<br><br>- Enquanto possível os deficientes eram <strong>escondidos e esquecidos</strong> por todos, até que passa a existir mais tarde a defesa da educação dos anormais, feita com pensamentos de evitar <strong>asilos, manicômios e penitenciárias</strong>, no qual tinham como objetivo preparar todos para o meio em que se vive e para o trabalho, partindo de uma seleção e separação de pessoas tais como: <strong>“excepcionais”, “retardados” e “atrasados” .</strong></div><div><br></div><div>-A partir dos anos 1960/1970, quando se começou a ter <strong>um pouco mais de conhecimento sobre a deficiência</strong>, entendeu-se que tinha relação com os fatores ambientais. Ou seja, o ambiente em que vivemos pode contribuir para que sejamos mais ou menos dependentes. <br><br>- É por volta do final da década de 1970 e início de 1980, depois de inúmeras tentativas e acontecimentos, os deficientes <strong>passam então a ser inseridos em classes regulares</strong>.&nbsp;</div><div><br><br></div><blockquote>Informações retiradas do Cadernos de Educação: Ensino e Sociedade, Bebedouro-SP, 1 (1): 18-29, 2014.&nbsp;</blockquote><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-24 23:58:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mayrlaoliveirafsa/kchhtun3tj2t6eoj/wish/1911456979</guid>
      </item>
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         <title>VII. INDICAÇÃO LITERÁRIA (INFANTIL): &quot;Rodas, para que te quero!&quot;</title>
         <author>valeriaalmeidac123</author>
         <link>https://padlet.com/mayrlaoliveirafsa/kchhtun3tj2t6eoj/wish/1911469418</link>
         <description><![CDATA[<div>"Tchela sabia que tudo, exatamente tudo, quanto era animal tinha seu jeitinho próprio de andar. Caramujo se arrastava e carregava a casa nas costas. Parecia prático ter sempre uma casa pra morar em qualquer lugar que fosse, poder passear pra onde quer que sonhasse e, pimba!, se chovesse, lá estava sua casinha. Por outro lado, era pesado e o bichinho se arrastava, arrastava, demorava... tartaruga também era bicho de vagarosidade. Ah, mas os flamingos! Tchela adorava aqueles bichos cor-de-rosa, que dançavam engraçado e em bando.<br>Mesmo as gentes tinham seu jeito próprio. Um andava curvado, outro espigado como quem engoliu um cabo de vassoura. Outro de patins, outro de carro, bicicleta. Até um com compridas pernas de pau, Tchela viu pela janela.<br>Agora ela teria rodas. Isso mesmo, rodas!, foi o que o médico dissera. Quatro, e não duas como a de sua bicicleta que tantos tombos lhe dera. Quatro rodas de uma confortável cadeira." (CARNEIRO, CÁLAMO. 2006. Pág. 6)&nbsp;<br><br>"A turma se animou com a aula. Começaram a falar de planetas distantes... logo alguém contava que já tinha visto disco voador, fazendo uns rirem e outros se assustarem. Cada um tinha uma história diferente de céu para contar.<br>Da mesma forma Tchela. Ouvindo aquilo percebeu que todo o Universo era feito de rodas, esferas, os círculos, e tudo girava, e ela fazia parte do Universo, também em rodas, pra sempre, em harmonia com tudo: ela era um astro também!" (CARNEIRO, CÁLAMO. 2006. Pág. 50/51)<br><br>Junto com a elaboração de políticas públicas para que a inclusão aconteça na prática, a escola tem o papel de promover diálogos inclusivos com os estudantes, especialmente para que eles não repercutam expressões ou frases preconceituosas e capacitistas. E para aqueles que são deficientes, é essencial que se tenha em mãos materiais de representatividade, reforçando que não há nada de errado com quem eles são.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1018338889/54c68cd039f87a9c73082a55980ddae8/Rodas_para_que_te_quero.pdf" />
         <pubDate>2021-11-25 00:13:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>IV. FACE À LEI: As garantias legais da educação inclusiva no Brasil </title>
         <author>lailopesz</author>
         <link>https://padlet.com/mayrlaoliveirafsa/kchhtun3tj2t6eoj/wish/1911485249</link>
         <description><![CDATA[<div><sup>&nbsp;Lei de Diretrizes e Bases (LDB).<br></sup>A educação escolar preferencialmente deve ser oferecida na rede regular de ensino, para todos os alunos deficientes:<br><br><strong>&nbsp;O Art. 58 refere-se assim:<br></strong>&nbsp;<strong>§1º.</strong> Haverá, quando necessário, serviços de apoio especializado, na escola regular, para atender às peculiaridades da clientela de educação especial. <br><strong>§2º.</strong> O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns de ensino regular.&nbsp; <br><br><strong>&nbsp;Artigo 59 que propõe: <br>Art.59. </strong>Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação: (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013) <br><strong>I.</strong> currículos, métodos, técnicas educativas e organização específica, para atender às suas necessidades; <strong>II.</strong> terminalidade específica para aqueles que não puderem atingir o nível exigido para a conclusão do ensino fundamental, em virtude de suas deficiências, e aceleração para concluir em menor tempo o programa escolar para os superdotados; <strong>III.</strong> professores com especialização adequada em nível médio ou superior, para atendimento especializado, bem como professores de ensino regular capacitados para a integração desses educandos nas classe comuns; <strong>IV</strong>. educação especial para o trabalho, visando a sua integração na vida em sociedade, inclusive condições adequadas para os que não revelarem capacidade de inserção no trabalho competitivo, mediante articulação com os órgãos oficiais afins, bem como para aqueles que apresentam uma habilidade superior nas áreas artísticas, intelectual ou psicomotora; <strong>V.</strong> acesso igualitário aos benefícios dos programas sociais suplementares disponíveis para o respectivo nível do ensino regular. (BRASIL, 1996). <br><br><strong>Ainda</strong>: Benefício da Prestação Continuada (BCP) foi instituído pela Constituição Federal de 1988 e regulamentado pela Lei nº 8.742 de 7 de dezembro de 1993, Lei Orgânica da Assistência Social. Conforme disposto no art.1º, §3º do anexo do decreto nº6.214, de 26 de setembro de 2007, para garantir a atenção aos beneficiários no BPC, faz-se necessário que os gestores da assistência social no âmbito Nacional, estadual, municipal e do distrito federal mantenham ação integrada com as demais políticas setoriais, principalmente nas áreas da saúde, educação, habitação e segurança alimentar.<br><br></div><blockquote><em>Informações retiradas do Cadernos de Educação: Ensino e Sociedade, Bebedouro-SP, 1 (1): 18-29, 2014.<br>Informações sobre o BCP retiradas do site oficial do Ministério da Educação.</em></blockquote><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-25 00:26:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>IX. O ESPORTE E A DEFICIÊNCIA FÍSICA: Pensando alguns atravessadores </title>
         <author>mayrlaoliveirafsa</author>
         <link>https://padlet.com/mayrlaoliveirafsa/kchhtun3tj2t6eoj/wish/1911533080</link>
         <description><![CDATA[<div>Para os praticantes, a prática esportiva mostra-se fundamental não só para buscarem a reabilitação, como também para reconquistarem a autoestima.<br><br>O esporte também é fundamental para pessoas com deficiência. As diversas modalidades esportivas adaptadas melhoram a condição cardiovascular, aprimoram a força, a agilidade, a coordenação motora, o equilíbrio e o repertório motor. Portanto, a escola deve buscar promover uma educação física inclusiva para as crianças, proporcionando oportunidade de sociabilização, auto estima, autoconfiança e independência para os deficientes.<br><br></div><blockquote>Vídeo retirado do canal do youtube: TV Câmara São Paulo</blockquote>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/V1HGefaul8M" />
         <pubDate>2021-11-25 01:01:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>XII. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Acessibilidade e inclusão na ESCOLA</title>
         <author>laianeara</author>
         <link>https://padlet.com/mayrlaoliveirafsa/kchhtun3tj2t6eoj/wish/1912323164</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br>Nós queremos <strong>MAIS!</strong><br><strong>MAIS</strong> rampas<br><strong>MAIS</strong> acessibilidade<br> <strong>MAIS </strong><em>compreensão&nbsp; <br>Que em nossas escolas haja </em><strong><em>MAIS</em></strong><em> formação<br>Lutemos pela verdadeira inclusão<br>Lutemos pela educação</em></div><div><em>Deficiente físico também é cidadão<br></em><br></div><blockquote><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; -Laiane Araújo</em></blockquote><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-25 10:14:29 UTC</pubDate>
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         <title>I. CONSIDERAÇÕES INICIAIS: O que o nosso grupo te diz</title>
         <author>lailopesz</author>
         <link>https://padlet.com/mayrlaoliveirafsa/kchhtun3tj2t6eoj/wish/1916554007</link>
         <description><![CDATA[<div>Intitulamos o padlet como <strong>“Inclusive EU: Inclusão e Acessibilidade nas Escolas”</strong> pois consideramos como critério primordial da inclusão o respeito aos aspectos subjetivos do sujeito, validando-os como território de resistência e proprietários de suas vozes. E, ainda, a Inclusão e Acessibilidade como direito que a docência pode reclamar nos ambientes educacionais como lócus agradáveis, de respeito e de desenvolvimento. Por isso, deixaremos este vídeo para que possamos acima de tudo ouvi-los enquanto professoras em formação e compreendermos que a inclusão começa antes de uma rampa posta na entrada de uma escola (aspectos arquitetônicos), embora isso seja um direito indispensável.<br><br><em>&nbsp;"Eles não são deficientes cívicos, ou seja, assim como todos nós eles também têm direitos e deveres, igual a todas as crianças têm direito de brincar, ser felizes, e interagirem com o meio (SILVA, VOLPINI, 2014, p.25)"<br></em><br></div><blockquote>Observação: O vídeo é uma ilustração baseada em um caso real, de uma criança em um determinado espaço escolar. Entretanto, traz potencialidades que podem ser adaptadas à prática docente para que possamos&nbsp; aquebrantar barreiras e superar alguns estigmas.&nbsp;</blockquote><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=Ztqaa-NWYQ8" />
         <pubDate>2021-11-28 19:30:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>XIII. TEXTO BASE</title>
         <author>lailopesz</author>
         <link>https://padlet.com/mayrlaoliveirafsa/kchhtun3tj2t6eoj/wish/1916565312</link>
         <description><![CDATA[<div>Deixamos, por fim, o nosso referencial teórico principal.&nbsp;<br>Abraços!<br><br></div><blockquote>Laiana;<br>Laiane;<br>Laís;<br>Mayrla;<br>Naiana;<br>Valéria.</blockquote><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-28 19:45:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>V. É SOBRE VALIDÁ-LOS: Aspectos atitudinais que dependem de suas concepções, professor(a)!</title>
         <author>lailopesz</author>
         <link>https://padlet.com/mayrlaoliveirafsa/kchhtun3tj2t6eoj/wish/1916603251</link>
         <description><![CDATA[<div><sup>Andrea Santana de Oliveira, estudante da UEFS de Licenciatura em Pedagogia egressa no sexto semestre. O relato trata-se de uma vivência em estágio.</sup><br><em>"Segundo Lopes, Mendes e Faria (2005), os deficientes físicos severos apresentam uma aparência física diferenciada. Muitos dos deficientes físicos severos não apresentam comprometimento intelectual. Portanto não devemos pensar que eles não podem aprender, agindo assim, estamos pensando errado, pois é apenas seu corpo que impossibilita de realizar trocas com o meio, e não sua mente (SILVA, VOLPINI, 2014, p.24)"<br></em><br></div><blockquote><em>Informações retiradas do </em>&nbsp;Cadernos de Educação: Ensino e Sociedade, Bebedouro-SP, 1 (1): 18-29, 2014.&nbsp;</blockquote>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1018338889/5d0580e06aac38d811262c93e2a636ed/WhatsApp_Image_2021_11_28_at_17_15_35.jpeg" />
         <pubDate>2021-11-28 20:36:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>VIII. VOCÊ ME VÊ COMO ME VEJO?: Observando para entendê-los</title>
         <author>lailopesz</author>
         <link>https://padlet.com/mayrlaoliveirafsa/kchhtun3tj2t6eoj/wish/1916673047</link>
         <description><![CDATA[<div><sup>Documentário sobre Deficiência Física pela MultiRio.</sup></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=RSM_5B-RTRA" />
         <pubDate>2021-11-28 22:32:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>II. DEFICIÊNCIA FÍSICA: Causas e Características</title>
         <author>lailopesz</author>
         <link>https://padlet.com/mayrlaoliveirafsa/kchhtun3tj2t6eoj/wish/1916675550</link>
         <description><![CDATA[<div><sup>Cartunista Ricardo Ferraz retrata ofensas a deficientes físicos.<br><br>_ </sup>A deficiência física (leve ou severa) se refere ao comprometimento do aparelho locomotor que compreende o sistema Osteoarticular, o Sistema Muscular e o Sistema Nervoso. As doenças ou lesões que afetam quaisquer desses sistemas, isoladamente ou em conjunto, podem produzir grande (sic) limitações físicas de grau e gravidades variáveis, segundo os segmentos corporais afetados e o tipo de lesão ocorrida. (BRASIL 2006, p. 28 apud SCHIRMER, 2007, p. 23). <br><br><strong>&nbsp;Baseando-se no decreto nº 3.298 de 1999 (BRASIL, 1999):<br></strong><sup>&nbsp;</sup><strong><sup>Art. 4°</sup></strong><sup>: </sup><strong><sup>I</sup></strong><sup> - deficiência física - alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física, apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, nanismo, membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções; (Redação dada pelo Decreto nº 5.296, de 2004). </sup><strong><sup><br></sup></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://conteudo.imguol.com.br/c/entretenimento/d4/2021/04/16/nao-somos-et-charge-de-ricardo-ferraz-1618589768173_v2_600x337.jpg" />
         <pubDate>2021-11-28 22:36:54 UTC</pubDate>
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         <title>VI. INFRAESTRUTURA ESCOLAR PARA ATENDER ALUNOS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA: Acessibilidades e Recursos Pedagógicos</title>
         <author>lailopesz</author>
         <link>https://padlet.com/mayrlaoliveirafsa/kchhtun3tj2t6eoj/wish/1916681054</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>"<sub>Segundo Schirmer et al., (2007) os prédios escolares não apresentam acessibilidade, no qual ainda nos deparamos com a dificuldade dos arquitetos e engenheiros entenderem que é um direito. E para fazer valer os direitos à acessibilidade na escola é necessário fazer o uso da legislação para que possamos de fato ver ambientes escolares se transformando em ambientes acessíveis e acolhedores. Quando o aluno ingressa no ciclo escolar, nota-se que a falta de acessibilidade é grande, pois a maioria 26 Cadernos de Educação: Ensino e Sociedade, Bebedouro-SP, 1 (1): 18-29, 2014. absoluta dos edifícios escolares são construídos sem considerar as necessidades dos alunos com deficiência física. Para que possa haver inclusão de qualidade, faz-se necessário um ambiente adequado. "</sub></blockquote><div><br>Além da escola oferecer acessibilidade espacial para permitir o conforto e independência, deve promover adaptações nos recursos pedagógicos para atender com melhor qualidade os alunos com deficiência física, que possuem dificuldades em executar atividades do cotidiano que precisa de ajuda de outra pessoa ou de algumas adaptações, seja com rampas, elevadores, banheiros adaptados, corrimãos, piso antiderrapante, mas também nos recursos pedagógicos como: tesoura adaptada em suporte fixo,&nbsp; aranha-mola(mola entre o dedo com o lápis no meio), engrossador de espuma(espuma grossa no lápis), dentre outros.</div><div>A Instituição ajuda assim, a encontrar meios facilitadores de ensino e aprendizagem e locomoção no ambiente escolar.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.unipacs.com.br/wp-content/uploads/2017/11/DEF5.jpg" />
         <pubDate>2021-11-28 22:46:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>X. INDICAÇÃO DE LEITURA CIENTÍFICA SOBRE JOGOS E A DEFICIÊNCIA: Pensando alguns atravessadores </title>
         <author>lailopesz</author>
         <link>https://padlet.com/mayrlaoliveirafsa/kchhtun3tj2t6eoj/wish/1916839741</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>&nbsp;"Em relação à importância do jogo para o desenvolvimento da criança deficiente, Ide (2000) afirma que o jogo possibilita ao deficiente aprender de acordo com seu ritmo e suas capacidades, além de propiciar a integração com o mundo por meio de relações e de vivências (p.3)"</blockquote>]]></description>
         <enclosure url="https://anped.org.br/sites/default/files/t154.pdf" />
         <pubDate>2021-11-29 01:33:44 UTC</pubDate>
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         <title>XI. INTERESSANTE: O que fazer?</title>
         <author>lailopesz</author>
         <link>https://padlet.com/mayrlaoliveirafsa/kchhtun3tj2t6eoj/wish/1916856353</link>
         <description><![CDATA[<div>Deixamos este vídeo que embora distante do espaço escolar e de seus debates, ainda assim traz contribuições para os momentos de "O que fazer?".&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=YeKZPGB3da8" />
         <pubDate>2021-11-29 01:44:29 UTC</pubDate>
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