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      <title>2D2024 - Dúdú e o lápis cor da pele. by Adriano Bocardo</title>
      <link>https://padlet.com/adrianobocardo/Dudueolapisdecor</link>
      <description>Assista ao vídeo https://youtu.be/-VGpB_8b77U e registre suas considerações sobre um momento do filme em que você identifica, um momento de Preconceito, que é um julgamento ou atitude negativa em relação a uma pessoa, grupo ou ideia, que é formada antes de conhecer ou entender completamente a situação ou os indivíduos envolvidos. Esse julgamento é geralmente baseado em estereótipos ou informações inadequadas, resultando em discriminação e intolerância. 
Ou um momento de Pré-conceito, que, por sua vez, é um conceito ou opinião formada antecipadamente, sem reflexão ou conhecimento aprofundado. Ele se refere à ideia inicial que uma pessoa pode ter antes de obter informações suficientes sobre algo ou alguém. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-20 12:57:03 UTC</pubDate>
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         <title>nome de cada um</title>
         <author>adrianobocardo</author>
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         <description><![CDATA[<p>escreva algo aqui sobre a proposta do enunciado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 17:08:20 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Alice De Oliveira </title>
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         <description><![CDATA[<p>Bom o vídeo mostra como o racismo está implantado na nossa sociedade e também sobre a curiosidade do menino para achar alguém que tem a cor do lápis bege que no filme se fala "cor de pele" e também fala na injustiça que as pessoas negras sobrem como é mostrado na cena que um cara branco rouba um lugar e quem morre é um cara negro inocente depois do menino fugir ele encontra uma moça que explica que não existe só um tipo de cor de pele </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 17:32:01 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa-Vinicius Lopes </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Primeiro quando a tia sonia professora fala pra ele pinta da cor da pele dele "clarinho" sendo ele um negro, segundo o policial atirando em um negro inocente que estava apenas caminhando, também o pai de Sônia não querendo ter um neto negro por causa de julgamento das pessoas    </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 17:32:04 UTC</pubDate>
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         <title>Henrique</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No primeiro momento do vídeo já é perceptível o preconceito enraizado por parte da professora Sônia ao afirmar, "lápis cor da pele, aquele bem clarinho" e complementa posteriormente que isso é uma coisa comum e que todos falam aquilo.</p><p>Dudu tenta procurar alguém que possua a mesma cor que o lápis, mas percebe que existem diversas pessoas com cores de pele diferentes, que não se encaixam com o lápis.</p><p>Uma conclusão que podemos tirar dessa situação, é que o termo "lápis cor da pele" é completamente contestável, já que o certo seria "lápis tom de pele", um termo mais abrangente e aceitável.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 17:33:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Heitor Q.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Quando a professora fala " eu não inventei isso, todo mundo diz ", isso não deixa de ser racismo, e também demonstra o quanto o racismo está enraizado na nossa sociedade, já que não só a professora banalizou esse caso mas também o diretor da escola.</p><p><br/></p><p>Também podemos ressaltar que o racismo é algo hereditário. O pai da professora era racista e isso refletiu na própria filha.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 17:34:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Gabriela Zucchermaglio </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No curta metragem em um determinado momento onde estão a mãe do Dudu e a professora estão na diretoria da escola discutindo e em momentos da conversa a professora solta frases do tipo “agora tudo é racismo”, “essas pessoas estão com mania de ver racismo em tudo.A mãe, em contra proposta ressalta a importância de reconhecer e discutir as questões raciais. Ela explica como a negligência dos problemas raciais afeta crianças como Dudu, que enfrentam situações de discriminação diariamente. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 17:34:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ana vitoria Razanauskas de Souza </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No primeiro momento da pra se notar um ato de racismo a professora identificar um lápis de cor clara como uma cor da pele dando a entender que a única cor correta para a pele seria uma cor clara </p><p>Podemos ver também que ao momento que a professora diz que ela apenas reproduz algo que não foi ela que inventou da pra notar que o racismo vem de tempos antigos e não uma coisa atual </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 17:35:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lu </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianobocardo/Dudueolapisdecor/wish/3071747928</link>
         <description><![CDATA[<p>o preconceito parte a princípio da professora em não aceitar estar errada sobre a cor do lápis dizendo ser “cor de pele”, sobre o momento em que matam o pai do dudu justamente por ele ser negro, e o pai da sônia interferindo na vida amorosa dela por não aceitar ela se casar com um homem negro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 17:36:12 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriela Malheiro Leoni </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Um aluno negro não sabe qual cor pintar os rostos do desenho e a professora á manda pintar de cor da pele "aquele bem clarinho", sem entender o porque ele não tinha esse tom de pele a criança vai em busca de alguém que tenha a mesma cor de pele daquele lápis, até encontrar uma moça q explica para ele que existe uma diversidade de tons de pele</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 17:36:47 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Fernanda </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Nesse vídeo a um exemplo claro de preconceito sutil, mesmo que não intencional. Quando a professora sugere que o menino negro use um lápis "cor de pele" clarinho, ela está implicitamente reforçando a ideia de que a cor da pele clara é a norma, ignorando a diversidade de tons de pele presentes na sociedade e, especificamente, no próprio aluno.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 17:37:33 UTC</pubDate>
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         <title>Caio </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<pre><code>Um momento que foi chocante ao meu ver nesse curta metragem foi, quando um moço que aparentemente tem uma idade mais velha, assaltando um comércio. Esse moço era de uma cor clara, enquanto ele cometia o assalto, um jovem negro corria pela mesma rua. Já em seguida os policiais entram em disparos e vê os dois homens na rua, mas ele mira o tiro no jovem negro. Com essa cena podemos ver até aonde o racismo vai, o nível alto de preconceito por conta da sua cor de pele e a grande falta de insegurança de você andar na rua e qualquer tipo de pessoa e até mesmo pessoas com alto respeito, como o policial, pode apresentar o racismo/preconceito por conta de sua cor. </code></pre>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 17:38:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Guilherme                                                   Na primeira parte sobre oque a professora fez , aprendemos que não existe a cor da &quot;pele&quot; mais que cada um tem a sua cor e sua raça.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianobocardo/Dudueolapisdecor/wish/3071751143</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 17:39:52 UTC</pubDate>
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         <title>Victor Kato </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianobocardo/Dudueolapisdecor/wish/3071751314</link>
         <description><![CDATA[<p>A princípio,a professora falou para o Dudu pintar com o lápis "cor da pele", e em seguida falando como ele seria,descrevendo do-o como"clarinho".</p><p>Outra cena é quando a professora diz q não teria problema falar isso ,pq seria automático e ainda afirmando q é comum.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 17:40:08 UTC</pubDate>
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         <title>Alexandre</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Num primeiro momento, quando a professor disse para os alunos pintarem o desenho "com a cor da pele", dita por ela como "bem clarinha", que deixou o menino confuso; depois, quando a polícia atirou no homem negro, toatlmento por preconceito, enquanto o ladrão na verdade, era um homem branco.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 17:40:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Daniel</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianobocardo/Dudueolapisdecor/wish/3071752085</link>
         <description><![CDATA[<p>Quando Dudu teve dúvida em qual lápis usar ea professora mandou usar “cor de pele “.Quando a professora  diz tenho amigos negros.&nbsp;O pai da professora não aprovando sua filha ter um filho negro. O ex marido da professora é morto pelo simples fato de ser baleado pelas costas </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 17:41:44 UTC</pubDate>
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         <title>Rebeca</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Podemos ver o preconceito em vários momentos do vídeo, como quando a professora diz para o menino usar o lápis "cor de pele", um lápis "clarinho" ou quando aconteceu o momento de banalização do mal por parte da professora e quando o pai do Dudu foi baleado por simplesmente ser negro. O fato do menino não ter o conhecimento sobre as cores de pele mostra o quão precário era seu ensino.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 17:41:55 UTC</pubDate>
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         <title>Victor Hugo de Oliveira Corbacho</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No curta-metragem, há uma cena em que a mãe de Dudu e a professora se encontram na diretoria da escola para discutir as dificuldades enfrentadas por Dudu. A professora expressa ceticismo, dizendo que "agora tudo é racismo" e que as pessoas exageram nas questões raciais. Em contraste, a mãe de Dudu destaca a importância de reconhecer e discutir essas questões, explicando como a negligência em relação ao racismo impacta negativamente crianças como Dudu, que vivenciam discriminação diariamente. Essa troca ressalta a necessidade de um diálogo mais profundo sobre o racismo nas escolas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 17:46:42 UTC</pubDate>
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         <title>Victoria Alves </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O que mais me chamou atenção foi o fato da professora não aceitar estar errada sobre o comentário racista dela, insistindo que não era racismo e que aquilo era algo normal que sempre foi falado.</p><p>Também sobre o pai do dudu que foi confundido com um ladrão, só por ser negro, e ser morto por um policial </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 17:47:13 UTC</pubDate>
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         <title>Milena Campos </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianobocardo/Dudueolapisdecor/wish/3071755939</link>
         <description><![CDATA[<p>O que me chamou atenção no curta foi quando a professora diz ao menino que ele deveria pintar com "Cor de pele" se referindo a um tom de lápis claro, deixando assim ele sem entender o por quê que a cor clarinha seria a cor natural de uma pele comparando com a dele e vendo que não era igual. Outra cena que chama atenção e que facilmente aconteceria na vida é real, seria o fato do pai de Dudu ter falecido por ter sido confundido com um assaltante enquanto estava apenas correndo na rua.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 17:47:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Maria Eduarda Ribeiro </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianobocardo/Dudueolapisdecor/wish/3071756182</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Quando o Dudu estava em dúvida em saber qual cor usar parar pintar a pele do desenho a professora fala para ele pintar com o lápis "cor de pele". Nessa situação ela acaba sendo racista sem perceber, isso mostra o quão o racismo tá enraizado na sociedade e muitas pessoas cometem racismo sem perceber, pq muitas vezes para a pessoa isso acaba sendo normal, igual quando  a professora falou que tem até amigos negros,  falando isso para se justificar sobre ela ter falado para o Dudu pintar com o lápis "cor de pele" e ainda diz q a mãe vê racismo em tudo e que é exagero, obviamente sendo racista dinovo e novamente n percebendo.</strong></p><p><strong>Outro acontecimento, foi a forma q o pai do Dudu morreu, confundido com ladrão só por conta de ser negro, uma coisa q acontece bastante e é muito triste.</strong></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 17:47:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gabriel Felipe Ferreira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianobocardo/Dudueolapisdecor/wish/3071756630</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao todo pude identificar no final 5 situações que envolviam o preconceito, a primeira, quando a professora Sônia se utilizou do termo "lápis cor de pele" para generalizar a cor padrão da pele como sendo uma de coloração mais clara(no caso a cor seria o salmão-claro), a segunda quando o diretor da escola de Dudú banaliza toda a situação como se o racismo cometido pela professora não fosse um caso grave e importante a ser tratado, a terceira se identifica como a professora tenta se justificar de acordo com suas ações, fugindo assim da própria culpa, de uma forma que diminui situações como esta, ela diz como se o racismo não fosse algo sério, a quarta quando um homem negro correndo é morto após ser incriminado como um ladrão, a quinta quando nos mostra uma parte do passado de Sônia, onde ela é proibida pelo pai de gerar um filho com seu ex namorado pois havia a possibilidade da criança nascer negra, e o mesmo produz comentários absurdos sobre o caso.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 17:47:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Maryane Ferrari Uehara </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianobocardo/Dudueolapisdecor/wish/3071757211</link>
         <description><![CDATA[<p>Nessa curta metragem, o racismo acontece em vários momentos, mais me chamou atenção quando a professora fala para o aluno negro pintar o rosto do desenho daquele tom  " bem clarinho", e o garoto não entende e começa a procurar pessoas daquele tom de pele do lápis de cor, saindo a procura ele encontra uma moça que explica para ele o significado da diversidade de cores de tons de pele que existe. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 17:48:42 UTC</pubDate>
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         <title>Mariana Lima </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No curta, é possível perceber um caso de racismo que foi dito de forma natural pela professora de Dudu, na qual ela diz para ele usar o lápis "cor de pele" na hora de pintar um desenho, com isso vemos que como foi de forma natural, o racismo nos foi dito desde a infância de forma banalizada e normal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 17:50:30 UTC</pubDate>
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         <title>Isaias</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianobocardo/Dudueolapisdecor/wish/3071758432</link>
         <description><![CDATA[<p>Quando a professora falou que tem amigos e vizinhos negros, ela inconscientemente praticou o ato do racismo, ela queria se justificar, mas o jeito que ela disse isso foi racista. Isso prova que o racismo já está enraizado a muito tempo.</p><p>Em outra parte do curta, na cena do pai dela, ele não queria deixar ela se casar com o Gustavo, porque ele tinha medo do que as outras pessoas iriam falar dele e do casal. E além disso ele fala que não é uma pessoa preconceituosa mas ele acaba se contradizendo nessa cena.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 17:50:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ana Lívia Stella </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Bom, podemos observar o preconceito presente em uma das primeiras cenas do curta, onde a professora diz “lápis cor de pele”,sendo que sabemos que não existe só um tom de pele , e quando o pai da professora Sônia não permite que ela tenha um filho com seu namorado pelo simples fato dele ser negro ,e o PRÉconceito na cena onde o pai do ator principal é confundido com o ladrão apenas por ser negro, sendo que o ladrão era branco.Esse curta tem vários plost twists e é muito interessante.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 17:52:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vitória Cristina Alves </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Um momento de preconceito do filme, é quando o pai da professora no passado disse que se ela namorasse com o Gustavo (ex namorado) e tivesse filho e o filho nascesse negro iria ser confundido com um filho de uma empregada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 17:54:13 UTC</pubDate>
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         <title>Lucas Ferreira Fioravanti </title>
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         <description><![CDATA[<p>O racismo é claro na 1a cena após a afirmação da professora sobre o tal "lápis cor de pele", e é ainda mais enfatizado por ela acreditar ser algo "besta" na sala do diretor, nos mostrando que esse racismo se tornou algo da nossa rotina. </p><p>Também podemos perceber quando Eduardo foge com o lápis a procura dessa tal cor de pele comparando com todos, percebendo que é algo fictício.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 17:54:56 UTC</pubDate>
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         <title>Ana laura mesquita </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No vídeo tem varios momentos de preconceitos como quando a professora fala que é para ele  pintar com o lápis cor da pele ou quando o pai da professora fal pra ela não ter um filho com o Gustavo por ter chance  dele nascer negro </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 17:56:23 UTC</pubDate>
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         <title>Talita da Conceição Borges </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Podemos interpretar como racismo o momento em que o pai do Dudu recebe um tiro sendo que ele não havia cometido o roubo, ele só estava correndo, enquanto o verdadeiro bandido permaneceu livre e não recebeu a devida punição, ou seja, um inocente pagou pelo simples fato de estar correndo e ser negro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 18:44:51 UTC</pubDate>
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         <title>Isabella </title>
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         <description><![CDATA[<p>Bom, nesse filme dá para ver vários momentos de preconceito e que acabam sendo taxados como “bobos” e “mau interpretados”, na primeira cena de cara já da ver isso quando o Dudu não sabe com qual cor de lápis pintar seu desenho e ao falar pra professora, ela manda ele utilizar o lápis “cor-de-pele” como se aquela cor clarinha fosse a única cor de pele que existe, sendo que existem muitas outras diversidades de cores e cada uma diferente da outra e cada uma com seu tom único, assim como é citado no decorrer do vídeo e a Tia Sônia (professora) acha ser algo “bobo”. Outro caso é quanto o pai do Dudu é morto por um policial, por um crime que não cometeu apenas por ser negro e ele estava apenas caminhando ouvindo música enquanto o verdadeiro culpado ficou livre, sem nenhuma punição e saio totalmente ileso. E por último o pai da professora a impedindo de se casar com o Gustavo seu ex namorado/marido apenas por ele ser negro e ele não queria que ela tivesse um(a) filho(a) negro e que na cabeça dele seria confundido com o filho de uma empregada, ele tem várias falas racistas e preconceituosas e não percebe o quanto isso é errado e com isso dá para ver que o racismo está muito ligado pela criação que a pessoa teve. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 23:28:52 UTC</pubDate>
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         <title>Cauã Oliveira de Paula </title>
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         <description><![CDATA[<p>Eu acho que um dos momentos mais explícitos disso ocorre quando o pai da professora não quer que ela tenha um filho com seu namorado, com medo de ele ser negro. Isso tudo mostra como o racismo ainda é presente na sociedade, mesmo que as vezes de forma sutil, com as vezes a gente nem percebendo tais atos, diferente do curta em que é mais explícito. Mas no geral ele nos dá uma visão sobre o assunto e nos permite ver como isso ainda ocorre, sendo um fantasma do passado que ainda persiste no mundo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-10 00:58:25 UTC</pubDate>
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