<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Gato que brincas na rua by Isabella Medeiros</title>
      <link>https://padlet.com/isabellamedeiros31712/kble68lfrplp00f2</link>
      <description>Fernando Pessoa</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-09-29 09:52:27 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-10-06 11:00:41 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f408.png</url>
      </image>
      <item>
         <title></title>
         <author>isabellamedeiros31712</author>
         <link>https://padlet.com/isabellamedeiros31712/kble68lfrplp00f2/wish/2725835751</link>
         <description><![CDATA[<div>Gato que brincas na rua</div><div>Como se fosse na cama,</div><div>Invejo a sorte que é tua</div><div>Porque nem sorte se chama.<br><br></div><div>Bom servo das leis fatais</div><div>Que regem pedras e gentes,</div><div>Que tens instintos gerais</div><div>E sentes só o que sentes.<br><br></div><div>És feliz porque és assim,</div><div>Todo o nada que és é teu.</div><div>Eu vejo-me e estou sem mim,</div><div>Conheço-me e não sou eu.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-09-29 09:59:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isabellamedeiros31712/kble68lfrplp00f2/wish/2725835751</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tema</title>
         <author>isabellamedeiros31712</author>
         <link>https://padlet.com/isabellamedeiros31712/kble68lfrplp00f2/wish/2725839194</link>
         <description><![CDATA[<div>O poema fala sobre a felicidade simples do gato na rua e a complexidade da vida humana, questionando a busca por significado e identidade. Destaca a alegria na simplicidade e na autenticidade do momento presente.</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-09-29 10:03:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isabellamedeiros31712/kble68lfrplp00f2/wish/2725839194</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Número e Tipo de Estrofes</title>
         <author>isabellamedeiros31712</author>
         <link>https://padlet.com/isabellamedeiros31712/kble68lfrplp00f2/wish/2725839435</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste poema há:<br>- 3 quadras.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-09-29 10:03:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isabellamedeiros31712/kble68lfrplp00f2/wish/2725839435</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tipo de Rimas</title>
         <author>isabellamedeiros31712</author>
         <link>https://padlet.com/isabellamedeiros31712/kble68lfrplp00f2/wish/2725839623</link>
         <description><![CDATA[<div>- Rima Cruzada<br><br>Gato que brincas na rua (a)</div><div>Como se fosse na cama, (b)</div><div>Invejo a sorte que é tua (a)</div><div>Porque nem sorte se chama. (b)<br><br></div><div>Bom servo das leis fatais (c)</div><div>Que regem pedras e gentes, (d)</div><div>Que tens instintos gerais (c)</div><div>E sentes só o que sentes. (d)<br><br></div><div>És feliz porque és assim, (e)</div><div>Todo o nada que és é teu. (f)</div><div>Eu vejo-me e estou sem mim, (e)</div><div>Conheço-me e não sou eu. (f)</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-09-29 10:04:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isabellamedeiros31712/kble68lfrplp00f2/wish/2725839623</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>isabellamedeiros31712</author>
         <link>https://padlet.com/isabellamedeiros31712/kble68lfrplp00f2/wish/2725865052</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><strong>Gato que brincas na rua:</strong><br>O poema inicia com a descrição do gato a brincas na rua, personificação do animal. A imagem do gato a brincar cria uma cena cotidiana e evoca a liberdade e a despreocupação associadas aos felinos.</li><li><strong>Como se fosse na cama:</strong><br>Ao comparar a rua com a cama, o poeta sugere que o gato sente-se à vontade no ambiente. Isso enfatiza a naturalidade e familiaridade do gato com o mundo exterior. Ressalta a naturalidade e a familiaridade do gato com o ambiente exterior.&nbsp;</li><li><strong>Invejo a sorte que é tua:</strong><br>O eu lírico expressa inveja da aparente sorte ou simplicidade da vida do gato. Essa inveja pode ser interpretada como o desejo de uma vida mais descomplicada e livre de preocupações.</li><li><strong>Porque nem sorte se chama:</strong><br>Neste ponto, o poeta enfatiza que a boa situação do gato não é dita com um nome específico, ressaltando a simplicidade da vida felina em comparação com a complexidade humana.</li><li><strong>Bom servo das leis fatais:</strong><br>O poeta descreve o gato como alguém que segue instintivamente as leis naturais e universais que governam tanto objetos inanimados (como pedras) quanto seres humanos.</li><li><strong>Que regem pedras e gentes:</strong><br>O verso reforça a ideia de que o gato, como "bom servo", está em sintonia com as leis naturais que governam tanto elementos inertes quanto seres vivos, representados aqui por "pedras e gentes".</li><li><strong>Que tens instintos gerais:</strong><br>O poeta destaca a presença dos instintos inatos no gato, ressaltando sua conexão com os impulsos básicos da vida e da sobrevivência.</li><li><strong>E sentes só o que sentes:</strong><br>Aqui, há uma observação sobre a simplicidade e a autenticidade dos sentimentos do gato, que vive no presente, experimentando apenas o que está acontecendo no momento.</li><li><strong>És feliz porque és assim:</strong><br>O eu lírico reconhece a felicidade do gato, atribuindo-a à sua natureza simples e ao fato de viver de acordo com seus instintos, sem complexidades ou análises excessivas.</li><li><strong>Todo o nada que és é teu:</strong><br>O poeta sugere que a plenitude do gato está na sua simplicidade e autenticidade. Mesmo sendo aparentemente "nada", o gato é completo em sua própria existência.</li><li><strong>Eu vejo-me e estou sem mim:</strong><br>O eu lírico se percebe e reflete sobre sua própria existência, sentindo-se desconectado ou "sem si mesmo". Isso pode indicar uma busca de identidade ou uma reflexão sobre a complexidade da natureza humana.</li><li><strong>Conheço-me e não sou eu:</strong><br>O poeta continua a reflexão sobre a identidade e a autoconsciência, sugerindo uma desconexão entre o conhecimento que tem de si mesmo e sua verdadeira essência, levantando questões sobre a natureza da identidade e da consciência.</li></ol><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-09-29 10:31:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isabellamedeiros31712/kble68lfrplp00f2/wish/2725865052</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>isabellamedeiros31712</author>
         <link>https://padlet.com/isabellamedeiros31712/kble68lfrplp00f2/wish/2725875861</link>
         <description><![CDATA[<div>Isabella Medeiros<br>Noah Balancho</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-09-29 10:42:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/isabellamedeiros31712/kble68lfrplp00f2/wish/2725875861</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
