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      <title>DISFONIAS by Luisa Nobre</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-29 12:25:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marialunobre</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Instruções para Contribuição no Padlet:</strong></p><ol><li><p><strong>Crie uma nova postagem para cada tópico sorteado</strong></p><ul><li><p>O título deve ser o <strong>nome do tópico</strong></p></li></ul></li><li><p><strong>Descreva o conteúdo</strong> na área de texto da postagem</p><ul><li><p>Use <strong>frases curtas</strong>, <strong>palavras-chave</strong> e <strong>tópicos</strong> que ajudem a organizar a ideia central.</p></li><li><p>Destaque informações relevantes como:</p><ul><li><p>Definições</p></li><li><p>Exemplos clínicos</p></li><li><p>Diagnósticos diferenciais</p></li><li><p>Condutas e exames</p></li></ul></li></ul></li><li><p><strong>Adicione um recurso visual</strong></p><ul><li><p>Pode ser uma imagem, fluxograma, esquema anatômico, vídeo ou gravação de áudio que ajude a ilustrar o conceito.</p></li></ul></li><li><p><strong>Referências</strong></p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-29 12:25:30 UTC</pubDate>
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         <title>Câncer de Laringe</title>
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         <description><![CDATA[<p><strong><em>Sinais de Alarme:</em></strong></p><p>O mais comum e persistente é a <strong>disfonia</strong> (rouquidão) que dura mais de 15 dias, principalmente em fumantes. A disfonia nem rouquidão nem sempre indica câncer, mas sua persistência requer investigação.</p><p><br></p><p>Outros sinais importantes incluem:</p><ul><li><p><strong>Disfagia</strong>: Dificuldade ou dor para engolir.</p></li><li><p><strong>Odinofagia</strong>: Dor ao engolir.</p></li><li><p><strong>Dispneia</strong>: Sensação de falta de ar.</p></li><li><p><strong>Otalgia reflexa</strong>: Dor no ouvido, sem uma causa otológica aparente.</p></li><li><p><strong>Emagrecimento inexplicado</strong>.</p></li><li><p><strong>Presença de massa ou nodulação cervical</strong>.</p></li></ul><p><br></p><p><strong><em>Subtipos:</em></strong></p><ul><li><p><strong>Glótico</strong>: Trata-se do tipo mais comum, originando-se nas cordas vocais. Geralmente apresenta um diagnóstico mais precoce devido ao surgimento rápido da rouquidão. Tem um prognóstico mais favorável.</p></li><li><p><strong>Supraglótico</strong>: Localizado acima das cordas vocais (epiglote, pregas ariepiglóticas). Os sintomas podem ser menos evidentes no início, de modo que o diagnóstico pode ser mais tardio.</p></li><li><p><strong>Infraglótico</strong>: Menos frequente, localizado abaixo das cordas vocais. É assintomático em fases iniciais, e o diagnóstico pode ser mais difícil.</p></li></ul><p><br></p><p>A maior parte dos tumores de laringe são do tipo <strong>carcinoma de células escamosas</strong>.</p><p><br></p><p><strong><em>Diagnóstico</em></strong></p><ol><li><p><strong>Anamnese e Exame Físico</strong>: A história clínica, com foco nos fatores de risco como tabagismo e consumo de álcool, e a avaliação dos sintomas são o ponto de partida.</p></li><li><p><strong>Laringoscopia</strong>: É o exame inicial para visualizar a laringe. Pode ser feita em consultório com um endoscópio flexível (fibronasolaringoscopia) ou rígido, permitindo a visualização das cordas vocais.</p></li><li><p><strong>Laringoscopia Direta com Biópsia</strong>: Permite uma visualização detalhada e a coleta de material para a biópsia, que é o exame definitivo para a confirmação do câncer.</p></li><li><p><strong>Exames de Imagem</strong>: Tomografia Computadorizada (TC) e Ressonância Magnética (RM) do pescoço e tórax são essenciais para avaliar a extensão do tumor, o comprometimento de estruturas vizinhas e a presença de metástases em linfonodos.</p></li></ol><p><br></p><p><strong><em>Tratamento</em></strong></p><ul><li><p><strong>Cirurgia</strong>: A <strong>laringectomia</strong> (total ou parcial) é a principal intervenção cirúrgica. A <strong>laringectomia parcial</strong> pode ser feita em casos iniciais, preservando a voz e a capacidade de deglutição. Já a <strong>laringectomia total</strong> é indicada para tumores mais avançados e resulta na perda da voz, sendo necessária a reabilitação com prótese traqueoesofágica ou outras técnicas.</p></li><li><p><strong>Radioterapia</strong>: Pode ser usada como tratamento único para tumores em estágios iniciais, preservando a laringe e a voz. Em casos avançados, pode ser combinada com a quimioterapia ou utilizada no pós-operatório para eliminar células tumorais residuais.</p></li><li><p><strong>Quimioterapia</strong>: Geralmente é associada à radioterapia para potencializar seus efeitos, especialmente em tumores localmente avançados. Pode ser usada para tratar metástases a distância.</p></li><li><p><strong>Terapia-alvo e Imunoterapia</strong>: Opções mais recentes que atuam diretamente em alvos moleculares específicos do tumor ou fortalecem o sistema imunológico para combater as células cancerígenas.</p></li></ul><p><br></p><p>Em geral, em estágios I e II (tumores pequenos sem metátase linfonodal) opta-se cirurgia conservadora ou radioterapia exclusiva. </p><p><br></p><p>Nos estágios III e IV (tumores extensos ou com linfonodos positivos) pode-se optar por laringectomia total, radioterapia +quimioterapia ou reabilitação vocal.</p><p><br></p><p>Caso seja constatado margens comprometidas, invasão extranodal ou tumores localmente avançados, está indicada a terapia adjuvante (radioterapia + quimioterapia).</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-30 10:34:39 UTC</pubDate>
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         <title>DEFINIÇÃO E EPIDEMIOLOGIA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>DEFINIÇÃO</strong>:</p></li></ul><ol><li><p><strong>DISFONIA</strong>: Termo clínico que designa qualquer alteração da qualidade vocal que compromete a clareza, força, pitch, ressonância ou esforço da voz, prejudicando a comunicação.</p></li><li><p><strong>ROUQUIDÃO</strong>: Termo leigo para a percepção de voz áspera, instável ou soprosa. É a manifestação <strong>auditiva e subjetiva</strong> da disfonia.</p></li></ol><p><br></p><ul><li><p><strong>CLASSIFICAÇÃO</strong>: </p></li></ul><ol><li><p><strong>AGUDA</strong>: &lt; 4 semanas</p></li><li><p><strong>CRÔNICA</strong>: &gt; ou = 4 semanas</p></li></ol><p><br></p><ul><li><p><strong>PREVALÊNCIA FERAL E POPULAÇÕES DE RISCO:</strong></p></li></ul><p>-&gt; Estudos populacionais mostram que <strong>20 a 30% das pessoas</strong> terão disfonia em algum momento da vida .</p><p>-&gt; <strong>Profissionais da voz </strong>(professores, cantores, atores, advogados, teleatendentes): Prevalência até 60% ao longo da vida</p><p>-&gt; <strong>Mulheres</strong>: Risco maior, provavelmente por diferenças anatômicas e hormonais nas pregas vocais .</p><p>-&gt; 👴🏻 <strong>Idosos</strong>: Prevalência aumenta com a idade, chegando a 30% em &gt; 65 anos devido à presbifonia (envelhecimento vocal) .</p><p>-&gt; 👶🏻 <strong>Crianças</strong>: Até 23% em idade escolar, geralmente por abuso vocal e nódulos vocais </p><p><br></p><ul><li><p><strong>FATORES DE RISCO ADICIONAIS</strong></p></li></ul><p>-&gt; Tabagismo 🚬</p><p>-&gt; Etilismo 🍻</p><p>-&gt; Refluxo 🤢</p><p>-&gt; Exposição a irritantes ambientais 💨</p><p>-&gt; Uso intenso da voz sem técnica 🗣️</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-30 10:45:56 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO AMANDA BARROS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marialunobre/kb0kx05na1ffofzu/wish/3611163221</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-30 11:00:39 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 6: Lesões Benignas da Laringe - Papilomatose Laríngea + Edema de Reinke</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marialunobre/kb0kx05na1ffofzu/wish/3611166076</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p>Papilomatose laríngea</p><ul><li><p>Lesão característica: Lesões exofíticas localizadas na prega vocal</p></li></ul><ul><li><p>Associação com HPV: 6 e 11</p></li><li><p>Epidemiologia: juvenil + adulto</p></li><li><p>Quadro clínico: Disfonia, tosse, pigarro, estridor e dispneia</p></li><li><p>Diagnóstico: Laringoscopia</p></li><li><p>Recorrente e de difícil controle</p></li><li><p>Tratamento: microcirurgia + acompanhamento</p></li></ul></li><li><p>Edema de Reinke</p><ul><li><p>Definição: acúmulo de fluído na camada superficial da lâmina própria (espaço de Reinke).</p></li><li><p>Também chamado de Cordite Polipoide ou laringite polipoide.</p></li><li><p>Fisiopatologia: acúmulo de líquido viscoso no espaço de Reinke como resultado de irritação crônica e inflamação secundária ao tabagismo, tornando as cordas vocais gelatinosas e edemaciadas. Irritação Crônica -&gt; Aumento da permeabilidade capilar -&gt; Aumento do fluido tecidual -&gt; Edema</p></li><li><p>Epidemiologia: predominância em mulheres entre 50-60 anos</p></li><li><p>Fatores de Risco: tabagismos, DRGE, abuso vocal, exposição a irritantes (álcool e cafeína) e alterações hormonais ou estruturais da laringe feminina.</p></li><li><p>Sinais e Sintomas: disfonia progressiva (insidiosa) com desenvolvimento de voz grave, rouca e de baixa intensidade, podendo causar masculinização vocal nas mulheres, além de fadiga vocal, sensação de corpo estranho, tosse seca, desconforto laríngeo e sintomas respiratórios leves.</p></li><li><p>Diagnóstico: Anamnese + Exame Físico + Videolaringoestroboscopia (visualização das pregas vocais com aspecto translúcido, flácido, com edema volumoso e bilateral e alterações na mucosa). EXCLUIR MALIGNIDADE.</p></li><li><p>Classificação de Vincentiis</p></li><li><p>Tratamento: cessar tabagismo, fonoaudiologia especializada (reeducação do uso da voz) e abordagem cirúrgica (moderados ou graves) - cold steel, microdebridamento, laserterapia e injeções intralesionais.</p></li></ul></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-30 11:02:47 UTC</pubDate>
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         <title>Anatomia e Fisiologia da laringe e trato vocal</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marialunobre/kb0kx05na1ffofzu/wish/3611172917</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p><strong><em>Anatomia:</em></strong></p><p><br></p><ul><li><p>É dividida entre: </p><ul><li><p><strong>supraglótica</strong>: quando acometido é mais frequente ter sintomas de globus (Globus é um sintoma que causa a sensação persistente ou intermitente de um nó), teríamos disfagia anteriormente à disfonia.</p></li><li><p><strong>glótica</strong> (região da prega vocal): região que, quando acometida, pode apresentar disfonia, tosse ou pigarro. </p></li><li><p><strong>infraglótica (subglótica)</strong>: região mais estreita que, quando acometida por edema, tem menor maleabilidade, podendo causar estridor.</p></li></ul></li></ul><ul><li><p>Laringe</p><ul><li><p>Limitada superiormente pela faringe, inferiormente pela traqueia e lateralmente pelo esôfago</p></li></ul></li><li><p>Osso hióide</p></li><li><p>Cartilagem tireoide</p></li><li><p>Cartilagem cricoide</p></li><li><p>Pregas vocais:</p><ul><li><p>Vestibular (prega vocal falsa): localizada superiormente à prega vocal verdadeira; ajuda na proteção</p></li><li><p>Verdadeira: responsável pela fonação</p></li></ul></li><li><p>Epiglote</p></li><li><p>Região interaritenoide</p><ul><li><p>Importante em quadros de DRGE</p></li></ul></li><li><p>Valécula</p><ul><li><p>Importante para a IOT</p></li><li><p>Entre a epiglote e a base da língua</p></li></ul></li><li><p>Membrana tireoidea</p></li><li><p>Membrana cricotireoidea</p><ul><li><p>Importante para cricotireoidostomia</p></li></ul></li><li><p>Seios piriformes</p><ul><li><p>Comunicação que vai para o esôfago</p></li></ul></li></ul><p><br></p><p><strong><em>Fisiologia:</em></strong></p><ul><li><p>A laringe possui 3 funções:</p><ul><li><p>Proteção: impede que a água e o alimento entre na via aérea através da elevação da laringe e fechamento da laringe pela epiglote.</p></li><li><p>Respiração: Altera a resistência durante a inspiração e expiração. Existe uma pressão glótica que facilita a troca gasosa (Pacientes com paralisia e traqueostomia perdem essa função).</p></li><li><p>Fonação: Produção da voz. Pregas vocais se aproximam durante a emissão vocal e se afastam durante a expiração.</p><p><br></p></li></ul></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-30 11:08:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Lesões benignas da laringe e caso clínico 10</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marialunobre/kb0kx05na1ffofzu/wish/3611180364</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-30 11:14:07 UTC</pubDate>
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         <title>Outras condições - Candidíase laringea e paralisia de pregas vocais </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marialunobre/kb0kx05na1ffofzu/wish/3611183327</link>
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         <pubDate>2025-09-30 11:16:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Grupo Nódulos e Pólipos: Adrian, Arthur, Luis Barbosa, Nicoly, Rui</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marialunobre/kb0kx05na1ffofzu/wish/3611202404</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nódulos e Pólipos Vocais</strong></p><ul><li><p><strong>Definição:</strong> lesões benignas comuns causadas por trauma vocal.</p></li><li><p><strong>Importância:</strong> diagnóstico e tratamento dependem de conhecimento anatômico, histopatológico e clínico.</p></li></ul><p><strong>Anatomia</strong></p><ul><li><p>Pregas vocais: mucosa + músculo vocal → essenciais para vibração e voz.</p></li><li><p>Localização das lesões: região anterior e média das pregas.</p></li><li><p>Diferenças:</p><ul><li><p><strong>Nódulos</strong> → bilaterais, simétricos, trauma crônico, fibrose.</p></li><li><p><strong>Pólipos</strong> → unilaterais, edema, alterações vasculares, às vezes hemorragia.</p></li></ul></li></ul><p><strong>Diagnóstico</strong></p><ul><li><p>Métodos: anamnese, laringoscopia, estroboscopia.</p></li><li><p>Histopatologia:</p><ul><li><p>Nódulos → hiperplasia epitelial + fibrose.</p></li><li><p>Pólipos → edema + alterações vasculares.</p></li></ul></li></ul><p><strong>Tratamento</strong></p><ul><li><p><strong>Nódulos</strong> → fonoaudiologia (primeira linha, alta taxa de reversão).</p></li><li><p><strong>Pólipos</strong> → reabilitação vocal; cirurgia se refratário (devido à vascularização).</p></li></ul><p><strong>Acompanhamento e Prognóstico</strong></p><ul><li><p>Monitoramento: exames clínicos + endoscópicos.</p></li><li><p>Prognóstico:</p><ul><li><p>Nódulos → geralmente bom com terapia vocal.</p></li><li><p>Pólipos → exigem vigilância maior, podem persistir mesmo após tratamento.</p></li></ul></li></ul><p><strong>Conclusão</strong></p><ul><li><p>São entidades distintas, com diferenças anatômicas e histopatológicas.</p></li><li><p>Diagnóstico preciso + abordagem individualizada → melhor prognóstico vocal.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-30 11:31:53 UTC</pubDate>
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         <title>Lesões benignas + caso clínico 10</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marialunobre/kb0kx05na1ffofzu/wish/3611214099</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-30 11:40:47 UTC</pubDate>
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