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      <title>Arquitetura e Organização de Computadores  by Diego Constancio pereira</title>
      <link>https://padlet.com/diegoconstancioribeiro/k8xp09mlmp7581t8</link>
      <description>Unopar</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-07 23:09:34 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-03-01 22:13:02 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Processadores</title>
         <author>diegoconstancioribeiro</author>
         <link>https://padlet.com/diegoconstancioribeiro/k8xp09mlmp7581t8/wish/2067945478</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A unidade central de processamento ou CPU</strong>, também conhecida como processador, é a parte de um sistema computacional, que realiza as instruções de um programa de computador, para executar a aritmética básica, lógica, e a entrada e saída de dados .O <strong>processador</strong> é um dos principais componentes do computador — seu papel está vinculado à plena e ágil utilização dos dados. Na verdade, trata-se de um mecanismo complexo, em que um detalhe pode fazer toda a diferença. Sim, estamos falando do desempenho, que varia de acordo com os diferentes tipos de <strong>processadores</strong>.<br><br>-As três partes mais importantes da CPU ou UCP São: A Unidades Aritmética e Lógica (ULA), Unidade de Controle (UC) e Registradores.<br><br>- A<strong> ULA </strong>executa as operações aritméticas do computador (soma, subtração, divisão e multiplicação , entre outras )e as operações lógicas ( and, or , xor , not , entre outras ).<strong><br><br>- </strong>A<strong> UC </strong>apresenta uma alta complexidade em relação á CPU , pois controla todas as ações da ULA e instruções direcionadas para o processamento.<strong><br><br>- </strong>Os <strong>registradores</strong> considera a memória de maior relevância do computador, situada no core (núcleo) do computador, é a memória mais veloz.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-27 05:51:40 UTC</pubDate>
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         <title>Inovações em processadores </title>
         <author>diegoconstancioribeiro</author>
         <link>https://padlet.com/diegoconstancioribeiro/k8xp09mlmp7581t8/wish/2067948981</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Processador analógico de luz<br></strong><br></div><div>Várias demonstrações já comprovaram que <a href="https://www.inovacaotecnologica.com.br/pesquisar.php?keyword=%22processador%20anal%C3%B3gico%22">processadores analógicos</a> podem ter muitas vantagens em relação aos computadores digitais.<br><br></div><div>Processadores analógicos fotônicos, então - processadores analógicos baseados em luz, em vez de eletricidade - oferecem oportunidades únicas para lidar com tarefas computacionais complexas com desempenho sem precedentes em termos de dissipação de energia e velocidade, superando as limitações atuais das arquiteturas de computação digitais, baseadas em fluxos de elétrons.<br><br></div><div>Uma equipe de engenheiros da Universidade George Washington, nos EUA, acaba de apresentar um novo processador analógico nanofotônico - não mais uma demonstração em grandes mesas de laser, mas na forma de um chip com componentes em nanoescala.<br><br></div><div>O processador é otimizado para resolver algumas das tarefas mais intensivas em computação, usadas nos mais diversos campos da engenharia e da ciência: A busca de soluções para equações diferenciais parciais.<br><br></div><div><strong>Materiais artificiais<br></strong><br></div><div>O processador analógico foi construído como <a href="https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/meta.php?meta=metamateriais"><strong>metamateriais</strong></a>, neste caso uma classe desses materiais artificiais com permissividade dielétrica muito baixa, o que faz com que eles interajam com a radiação eletromagnética, incluindo a luz, de maneira que nenhum material natural consegue - essa classe é conhecida como materiais épsilon-quase-zero, onde a letra grega épsilon representa a permissividade.<br><br></div><div>"Aqui, exploramos, por meio de simulação numérica, uma plataforma nanofotônica baseada em materiais épsilon-quase-zero capazes de resolver no domínio analógico equações diferenciais parciais (EDP). O alongamento do comprimento de onda em mídia de índice zero permite interações altamente não locais dentro da placa com base na condução do deslocamento elétrico, que pode ser monitorado para extrair a solução de uma ampla classe de problemas de EDP," escreveu a equipe.<br><br></div><div>Esses metamateriais estão na base de quase todas as tentativas para <a href="https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=metamaterial-permite-trocar-eletricidade-luz-chips&amp;id=010160190201">trocar a eletricidade pela luz nos chips</a>, com demonstrações interessantes, desde <a href="https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=equacoes-resolvidas-na-hora-usando-luz-sem-computador&amp;id=010160190403">resolver equações instantaneamente</a> até <a href="https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=materia-digital-recriando-natureza-usando-bits-vez-atomos&amp;id=010160141209">criar matéria digital</a>.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=processador-analogico-usa-luz-computacao-alto-desempenho&amp;id=010150210906#.Yhsey3PMLIU" />
         <pubDate>2022-02-27 05:59:03 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo de Plataforma Confiável (TPM)</title>
         <author>diegoconstancioribeiro</author>
         <link>https://padlet.com/diegoconstancioribeiro/k8xp09mlmp7581t8/wish/2067957191</link>
         <description><![CDATA[<div>TPM é Trusted Platform Module, ou Módulo de Plataforma Confiável. Trata-se de um processador de criptografia integrado a placas-mãe cuja principal função é oferecer maior segurança durante a inicialização do sistema operacional e assegurar a integridade de sistemas. Um dos seus papeis mais importantes está na inicialização da máquina, em que o chip recebe <strong>hashes</strong> (algoritmos de mapeamento de dados) gerados no processo e automaticamente os armazena de forma criptografada e isolada dos demais componentes.<br>A criptografia só pode ser quebrada pelo próprio chip, que a cada inicialização produz uma Storage Root Key (SRK) que incrementa a segurança do sistema. Nem mesmo o Windows 11 tem acesso ao conteúdo desse componente, assim, o TPM protege as informações do PC mesmo se o processador ou o firmware forem invadidos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-27 06:19:29 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo de plataforma confiável (TPM)</title>
         <author>diegoconstancioribeiro</author>
         <link>https://padlet.com/diegoconstancioribeiro/k8xp09mlmp7581t8/wish/2067957248</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A tecnologia <a href="https://docs.microsoft.com/pt-br/windows/security/information-protection/tpm/trusted-platform-module-top-node">TPM (Trusted Platform Module)</a> foi projetada para fornecer funções relacionadas à segurança baseadas em hardware. Um chip TPM é um processador de criptografia seguro projetado para executar operações criptográficas. O chip inclui vários mecanismos de segurança física para torná-lo resistente a violações, e um software mal-intencionado não pode violar as funções de segurança do TPM. Algumas das principais vantagens do uso da tecnologia TPM são a possibilidade de:</div><ul><li><br>Gerar, armazenar e limitar o uso de chaves de criptografia.</li><li><br>Use a tecnologia TPM para autenticação de dispositivo de plataforma usando a chave RSA exclusiva do TPM, que está gravada nela.</li><li><br>Ajudar a garantir a integridade da plataforma, executando e armazenando medidas de segurança.</li></ul><div><br>As funções mais comuns do TPM são para medições de integridade do sistema e uso e criação de chaves. Durante o processo de inicialização de um sistema, o código de inicialização que é carregado (incluindo firmware e componentes do sistema operacional) pode ser medido e gravado no TPM. As medidas de integridade podem ser usadas como prova de como um sistema foi iniciado e como garantia de que uma chave baseada no TPM só foi usada com o software correto para inicializar o sistema.</div><div><br>As chaves baseadas no TPM podem ser configuradas de várias maneiras. Uma opção é tornar uma chave baseada no TPM indisponível fora do TPM. Isso é bom para reduzir ataques de phishing porque impede que a chave seja copiada e usada sem o TPM. As chaves baseadas no TPM também podem ser configuradas para exigir um valor de autorização de uso. Se ocorrerem muitas tentativas de autorização incorretas, o TPM ativará sua lógica de ataque de dicionário e evitará novas tentativas de valor de autorização.</div><div><br>Versões diferentes do TPM estão definidas nas especificações pelo TCG (Trusted Computing Group). Para obter mais informações, consulte o <a href="http://www.trustedcomputinggroup.org/work-groups/trusted-platform-module/">site do TCG</a>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-27 06:19:36 UTC</pubDate>
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         <title>Arquitetura e Organização de Computadores </title>
         <author>diegoconstancioribeiro</author>
         <link>https://padlet.com/diegoconstancioribeiro/k8xp09mlmp7581t8/wish/2067960137</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma falha que vem sendo chamada de “Meltdown reverso” foi encontrada em processadores da <a href="https://canaltech.com.br/empresa/intel/">Intel</a>, representando mais um pesadelo de segurança para a marca. No novo problema, batizado de Injeção de Valores de Carregamento (LVI, na sigla em inglês), indivíduos mal-intencionados poderiam interceptar dados da memória dos componentes, levando ao furto de possíveis informações confidenciais ou à manipulação remota de redes de computadores.<br><br></div><div>Descoberta por um esforço conjunto entre a Bitdefender e um time de pesquisadores de diferentes universidades dos Estados Unidos, Áustria e Bélgica, o problema permanece em estado teórico, o que significa que ainda não foi utilizado de forma maliciosa. Isso, entretanto, não exime a necessidade de um patch de correção, que já está disponível para download no <a href="https://blogs.intel.com/technology/2020/03/ipas-security-advisories-for-march-2020/">site oficial da Intel</a>. Ele pode, entretanto, ter impactos negativos sobre o desempenho dos processadores, enquanto os especialistas afirmam se tratar de um problema ainda mais grave, envolvendo o design dos chips e exigindo alterações no desenho do próprio silício.<br><br></div><div>O que faz com que a LVI seja chamado de Meltdown reverso é seu funcionamento, que se parece bastante com o da falha descoberta originalmente em 2018. Em ambos os casos, os problemas aparecem no que é chamado de espaço transiente de memória, onde funciona um sistema preditivo do processador. Basicamente, o chip acompanha a utilização do usuário e realiza operações antes mesmo de ele as ordenar, tentando prever o que será feito de forma a melhorar a performance e deixar “tudo pronto” para a ordem.<br><br></div><div><a href="https://canalte.ch/materia-ctnews"><em>Quer ficar por dentro das melhores notícias de tecnologia do dia?&nbsp;</em><strong><em>Acesse e se inscreva no nosso novo canal no youtube, o Canaltech News.</em></strong><em>&nbsp;Todos os dias um resumo das principais notícias do mundo tech para você!</em></a></div><div>Enquanto o Meltdown furtava informações nesse estado de acordo com o que estava disponível lá, a LVI permite que códigos sejam injetados de forma que o processador execute funções determinadas ou aloque dados específicos. Em testes, o time de especialistas foi capaz de extrair uma chave de criptografia a partir de um dos enclaves do processador, enquanto uma segunda linha de pesquisa especula sobre a utilização de um ataque remoto, que também levaria a esse fim por meio, por exemplo, do acesso a um site malicioso usando códigos JavaScript.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-27 06:27:47 UTC</pubDate>
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         <title>Memória Ram (Random Access Memory - Memória de Acesso Aleatório)</title>
         <author>diegoconstancioribeiro</author>
         <link>https://padlet.com/diegoconstancioribeiro/k8xp09mlmp7581t8/wish/2067965510</link>
         <description><![CDATA[<div>É um hardware de armazenamento randômico e volátil de <strong>memória</strong>. Isto significa que esta peça armazena dados de programas em execução enquanto o computador está ligado. Um exemplo da utilidade da <strong>memória RAM</strong> é um documento de texto. A capacidade dessa memória é medida pelo fluxo de bits suportados nas operações, representada pela quantidade de megabites ou gigabites exibida nas configurações do dispositivo. Gradualmente, os programas se tornaram mais pesados e, com isso, passaram a exigir espaços maiores no sistema.<br><br></div><div>Mas, afinal, como a memória RAM processa as informações? Composta por milhões de transistores e capacitores, ela se assemelha a um micro-processador. Quando os capacitores, que armazenam elétrons, estão carregados, o sistema consegue ler o código binário de zeros e uns. Cada leitura representa um bit de informação. Dessa forma, a quantidade de megabites ou gigabites se relaciona diretamente com a capacidade de processamento de dados.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-27 06:43:24 UTC</pubDate>
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         <title>Processador para inteligência artificial funciona com energia solar</title>
         <author>diegoconstancioribeiro</author>
         <link>https://padlet.com/diegoconstancioribeiro/k8xp09mlmp7581t8/wish/2067968037</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>Inteligência artificial portátil<br></strong><br></div><div>Engenheiros suíços criaram um hardware para <a href="https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/meta.php?meta=inteligencia-artificial">inteligência artificial</a> que pode ser alimentado por células solares ou mesmo por uma bateria tipo botão.<br><br></div><div>É um feito impressionante porque uma das grandes desvantagens das tecnologias baseadas em inteligência artificial é que elas requerem muita energia, na maioria dos casos ligadas permanentemente à nuvem, na base da qual estão centrais de dados que consomem tanta eletricidade quanto cidades inteiras.<br><br></div><div>O chip funciona por meio de uma arquitetura de processamento inteiramente nova, projetada para minimizar a quantidade de energia necessária.<br><br></div><div>Ele consiste em um chip ASIC com processador RISC-V e dois aceleradores de aprendizado de máquina fortemente acoplados: Um para detecção facial ou de voz, por exemplo, e outro para classificação. É justamente nesses dois aceleradores que está o segredo para que o sistema gaste pouca energia.<br><br></div><div><strong>Aceleradores<br></strong><br></div><div>O primeiro acelerador é um mecanismo de árvore de decisão binária, capaz de realizar tarefas simples, mas incapaz de fazer operações de reconhecimento. É a parte que mais trabalha, mas com um consumo mínimo de energia.<br><br></div><div>"Quando nosso sistema é usado em aplicativos de reconhecimento facial, por exemplo, o primeiro acelerador responderá a perguntas preliminares como: Há pessoas nas imagens? E, se houver, seus rostos estão visíveis?" detalha o professor Stéphane Emery, do Centro Suíço para Eletrônica e Microtecnologia (CSEM). "Se nosso sistema for usado em reconhecimento de voz, o primeiro acelerador determinará se há ruído e se esse ruído corresponde a vozes humanas. Mas ele não consegue distinguir vozes ou palavras específicas - é aí que entra o segundo acelerador."<br><br></div><div>O segundo acelerador é um mecanismo de <a href="https://www.inovacaotecnologica.com.br/pesquisar.php?keyword=rede%20neural%20convolucional">rede neural convolucional</a> (CNN) que pode realizar essas tarefas mais complicadas, como reconhecer rostos individuais e detectar palavras específicas. Este segundo acelerador consome mais energia do que o primeiro, mas é muito menos usado.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=processador-inteligencia-artificial-funciona-energia-solar&amp;id=010150210827#.Yhse6XPMLIU" />
         <pubDate>2022-02-27 06:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Fontes </title>
         <author>diegoconstancioribeiro</author>
         <link>https://padlet.com/diegoconstancioribeiro/k8xp09mlmp7581t8/wish/2067973030</link>
         <description><![CDATA[<div>Como o próprio nome sugere, a fonte de alimentação é o componente de onde surge a energia necessária para que as demais peças do computador funcionem. Até aí nenhum segredo. É possível ainda que você tenha uma noção de que a fonte de alimentação desenvolve o importante papel de transformação da energia.</div><div>Contudo, você sabe para que serve o PFC, a eficiência, os conectores e tantos outros detalhes de uma fonte? Se você respondeu não para essa pergunta, então recomendamos que leia nosso artigo especial. O Tecmundo elaborou um resumo recheado com as principais informações sobre o assunto. Sendo assim, partamos do aspecto principal: a potência.</div><div><strong><br>Potência<br></strong><br></div><div>A especificação mais importante de uma fonte é a potência. Normalmente indicada no nome do produto, ela relata a quantidade de “poder” que é fornecida. A potência é medida em Watts (W) e serve para você ter noção de quantos componentes podem ser alimentados. Assim, fica evidente que uma fonte que forneça 600 W, por exemplo, pode alimentar um computador que necessite no máximo desse valor. Efetuar o cálculo de potência não é muito difícil. Confira na fórmula abaixo como você pode realizar a conta:</div><div><em>[(Corrente na linha de 12 V) x 12 ] + 40 W = Potência da fonte</em></div><div>Basta verificar a quantidade de corrente que ela dispõe na linha de 12 V (por exemplo: pode ser que ela forneça 40 A) e multiplicar esse valor por 12. O resultado se dará em Watts. Por fim, é preciso somar com 40 W — potência presente nas demais linhas.</div><div>É provável que você busque informações sobre a potência das fontes apenas quando for adquirir um novo PC (ou uma fonte). Para calcular o valor que uma máquina utiliza pode ser interessante usar uma calculadora de energia — <a href="http://extreme.outervision.com/psucalculatorlite.jsp">clique aqui</a> para acessar a mais utilizada.</div><div><strong><br>Linhas de 12 V<br></strong><br></div><div>Os componentes de hardware são fabricados a partir de um padrão. E, de acordo com a instrução internacional, as placas devem trabalhar com uma das seguintes tensões: 12 V, 5 V ou 3,3 V. As fontes, por outro lado, desempenham o papel de interagir com todos os itens, por isso devem fornecer todos os valores de voltagem citados acima.</div><div>As fontes atuais já são adaptadas aos componentes de hardware mais modernos. Desse modo, quase toda a potência está nas “linhas” de 12 V. Contudo, para garantir que o produto que você vai adquirir tem alta eficiência e garante correntes altas na linha de 12 V, pode ser válido buscar um modelo compatível com o padrão ATX12V v2.3.&nbsp; A versão 2.3 é a mais recente e assegura que a fonte tem eficiência mínima de 70% nas linhas de 12 V. Isso quer dizer que o produto consome pouca energia para entregar a corrente prometida aos componentes que usam essas linhas. O mais novo padrão ainda garante que a fonte trabalha com CPUs de baixo consumo. E para concluir, fontes certificadas com a versão 2.3 podem prover mais de 20 A por cada linha de 12 V.</div><div>Por fim, o último detalhe a ser observado quanto às linhas de tensão é se há apenas uma ou duas linhas de 12 V. Para computadores mais recentes, com componentes robustos (como placas de vídeo de última geração), o recomendado é buscar fontes com duas linhas, visto que assim é garantido que não vai ocorrer superaquecimento e que haverá energia de sobra.</div><div><br><br><strong>PFC<br></strong><br></div><div>Muito se fala que ao comprar uma fonte é importante escolher um modelo com PFC ativo. E isso é verdade, porém, talvez você se pergunte o que é exatamente o PFC. O termo, que significa Fator de Correção de Energia, é utilizado para designar o circuito (algumas peças) que a fonte possui para reduzir o consumo de energia reativa extraída da rede elétrica.</div><div>A tarefa de uma fonte de alimentação é transformar a corrente alternada (proveniente da rede elétrica) em corrente contínua (para que os componentes possam funcionar). Acontece que cada vez que um novo ciclo de corrente alternada chega até a fonte, origina-se a potência reativa. Ao trabalhar com a energia reativa, a fonte acaba gastando mais energia e reduzindo sua eficiência. Assim, o PFC serve para contornar o problema. Algumas peças adicionadas à fonte conseguem reduzir o problema da energia reativa quase a zero. Existem, no entanto, fontes com PFC ativo e PFC passivo (além das fontes simples, que não trazem o PFC e consequentemente não reduzem o consumo de energia).</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-27 07:05:10 UTC</pubDate>
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