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      <title>Diário de Aprendizagem by Cristina Ribeiro</title>
      <link>https://padlet.com/crys_imr/k86lk968ffn5</link>
      <description>Professora de Biologia e Geologia no Agrupamento de Escolas de Cuba</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-01-22 18:32:52 UTC</pubDate>
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         <title>Carta de Apresentação</title>
         <author>crys_imr</author>
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         <description><![CDATA[<div>O meu nome é Cristina Ribeiro sou de Évora e leciono no grupo 520 (Biologia e Geologia), na Escola Básica Fialho de Almeida, em Cuba, distrito de Beja. Realizei o meu curso na Universidade e Évora o qual conclui no ano de 1999, pelo que este é o meu 19º ano de serviço, encontrando-me no QND da Escola Básica Fialho de Almeida há 13 anos. <br><br></div><div>Durante o meu percurso profissional estive durante 4 anos como coordenadora pedagógica no Centro de Ciência Viva de Estremoz o que se revelou uma experiência bastante interessante. <br><br></div><div>A Escola onde leciono foi pioneira no Projeto Manuais Escolares Eletrónicos (ManEEle) no qual participei ativamente, enquanto professora, durante os três anos que durou o projeto e acompanhou os alunos de duas turmas entre o 7º e o 9º ano.<br><br></div><div>Este ano somos uma das escolas piloto na aplicação do Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular e sinto-me bastante motivada na integração deste projeto uma vez que acredito na mudança de paradigma da Escola em Portugal para que o ensino, cada vez mais, vá de encontro aos verdeiros interesses dos nossos alunos.<br><br></div><div>Desta forma, decidi inscrever-me neste curso para que possa informar-me, partilhar e aprender novas práticas pedagógicas que possam vir a melhorar o sucesso nos meus alunos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-22 18:36:53 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1.3 – O Perfil dos Alunos e a organização da escola &quot;Como pode/deve a escola organizar-se para garantir que todos os alunos atinjam o Perfil?&quot;</title>
         <author>crys_imr</author>
         <link>https://padlet.com/crys_imr/k86lk968ffn5/wish/227454643</link>
         <description><![CDATA[<div>Em primeiro lugar a “Escola” deve partir do pressuposto que todos os alunos são diferentes, cada aluno tem as suas próprias aptidões, interesses, dificuldades… que advém de vivências e expectativas diferentes e próprias de cada um.</div><div> </div><div>Desta forma há que procurar, no processo de ensino/aprendizagem, ir de encontro às necessidades de cada aluno. Considero então que o trabalho de projecto é a forma mais expedita de alcançar este objectivo, projectos multidisciplinares, com enfoque na resolução de problemas, diversificando os ambientes de aprendizagem.</div><div> </div><div>O perfil do aluno pressupõe a aquisição de competências transversais através da transdisciplinaridade e de uma grande articulação entre disciplinas e não a existência de disciplinas isoladas.</div><div> </div><div>Assim, em primeiro lugar, julgo que será urgente uma adaptação dos currículos, reduzindo os seus conteúdos actualmente bastante extensos, de forma a permitir um currículo transversal capaz de responder aos desafios da actual sociedade. Essa redução facilitará a operacionalização do perfil do aluno através do desenvolvimento de projectos multidisciplinares, que requerem trabalho colaborativo por parte dos diferentes professores. O que leva à necessidade de mais horas, por parte dos professores, para se reunirem na preparação e orientação destes projectos.</div><div> </div><div>Depois, para ser efectivo o acompanhamento dos alunos na aquisição e consolidação de competências, ao longo do desenvolvimento do trabalho de projectos é necessário a redução do número de alunos por turma. </div><div> </div><div>E, como é óbvio é necessária a análise e reflexão sobre o Perfil nas reuniões de Departamento, Conselho de Diretores de Turma e Conselhos de Turma – aqui com uma análise de interdisciplinaridade para com vista ao desenvolvimento de futuros projetos. Considero ainda que deveremos apresentar e analisar o Perfil do aluno nas diferentes turmas, envolvendo os alunos no seu percurso escolar e explicando a importância do desenvolvimento das diferentes competências.</div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-02 12:53:09 UTC</pubDate>
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         <title>1.2- Os desafios que se colocam à educação</title>
         <author>crys_imr</author>
         <link>https://padlet.com/crys_imr/k86lk968ffn5/wish/227870422</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>"À escola pede-se que prepare os jovens para que sejam capazes de construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo global"</strong></div><div> </div><div> </div><div>Após reflexão do tema com uma colega, consideramos urgente que a Escola se adapte à nova sociedade em que vivemos e para isso urge repensar o ensino compartimentado em disciplinas de conteúdos e aprendizagens estanques, em que o aluno não é envolvido nem responsabilizado em todo o processo.</div><div> </div><div>Deste modo consideramos que o recurso a novas metodologias centradas no aluno, tendo por base o perfil do aluno, as aprendizagens essenciais e a possibilidade de flexibilidade terão de marcar o impulso para um trabalho colaborativo entre os docentes, onde a resposta a problemas e o trabalho de projeto serão o núcleo das atividades a desenvolver com os alunos. </div><div> </div><div>Temos que pensar que na sociedade do século XXI é importante, mais do que memorizar conhecimento para o teste é essencial compreender e aplicar noutras disciplinas e no mundo envolvente o conhecimento apreendido. Para tal é também necessária a mudança de mentalidade de nós, professores. Nós (professores) deixamos de ser unicamente detentores de sabedoria e conhecimentos para passarmos a ser os orientadores e guias dos alunos no seu processo de aprendizagem, promovendo uma aprendizagem transdisciplinar que permita aos alunos se aperceberem da interdisciplinaridade do conhecimento para uma melhor compreensão da realidade do mundo que nos envolve. Consideramos, no entanto, que para que esta interdisciplinaridade seja real é imprescindível a alteração, com redução, dos currículos e programas das disciplinas.</div><div> </div><div> </div><div>Atentamos então que para se superarem os desafios que a globalização e o facto de vivermos num mundo em constante mutação, é necessária, não só a alteração e adequação de práticas pedagógicas, mas sobretudo à mudança de mentalidade e responsabilização de todos os intervenientes no processo educativo. É necessário a aplicação de novas práticas centradas nos alunos e na sua capacidade de desenvolver competências de forma autónoma e crítica ao longos dos doze anos de escolaridade obrigatória, que o dotem de capacidades para enfrentar e ultrapassar os desafios da sua vida. Assim o aluno deverá assumir um papel central na sua aprendizagem sendo responsabilizado pelas tarefas que lhe forem atribuídas. Neste processo é essencial o papel dos pais e encarregados de educação para que reconheçam o trabalho dos professores e suscitem nos seus educandos o gosto pela escola. Para alcançar todo este equilíbrio é necessário que todo o processo de ensino/aprendizagem se centre num modelo social e não num modelo industrial totalmente desajustado à sociedade atual.</div><div> </div><div>É claro que, tal como já falámos, para que tudo “funcione” é necessário, em primeiro lugar a mudança de mentalidade dos próprios professores e o desenvolvimento, da sua parte, de um trabalho colaborativo para a efetiva qualidade de todo o processo de ensino/aprendizagem.</div><div> </div><div>Também não podemos esquecer a mudança de “visual” das nossas salas de aula, para um ambiente mais flexível e propício à partilha, à investigação, à criatividade, à colaboração… por exemplo formando grupos e áreas de aprendizagem dentro de cada sala de aula. A utilização das tecnologias do século XXI, enquanto meios motivadores e facilitadores de estratégias de ensino adequadas e de uma aprendizagem relevante.</div><div> </div><div>Esta reflexão foi realizada em conjunto com a colega Jacinta Galó.</div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-04 16:42:38 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.2 - Tricider: O Perfil dos Alunos e o desenvolvimento de competências</title>
         <author>crys_imr</author>
         <link>https://padlet.com/crys_imr/k86lk968ffn5/wish/232938516</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>"De que forma o Perfil dos Alunos poderá contribuir para o desenvolvimento das competências evidenciadas no filme e no cartaz?"<br><br></strong>A minha ideia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-19 14:45:59 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.2 - Tricider: O Perfil dos Alunos e o desenvolvimento de competências</title>
         <author>crys_imr</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-19 14:53:23 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.2 - Tricider: O Perfil dos Alunos e o desenvolvimento de competências</title>
         <author>crys_imr</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-19 14:54:09 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2.6 - Construção de um Mapa de Ideias</title>
         <author>crys_imr</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="http://popplet.com/app/#/4543951">http://popplet.com/app/#/4543951</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-19 14:56:16 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3.2. Tricider: Relevância da aprendizagem significativa</title>
         <author>crys_imr</author>
         <link>https://padlet.com/crys_imr/k86lk968ffn5/wish/235616691</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>"É importante que os alunos realizem aprendizagens significativas."<br></strong>Para a aquisição de novas aprendizagens é importante partirmos do pressuposto que o aluno é construtor da sua aprendizagem, e para que os alunos realizem aprendizagens significativas, é necessário que estes se sintam envolvidos e motivados na construção do seu conhecimento. Isto é possível através da realização de práticas colaborativas. Os alunos devem ser questionados sobre o processo de ensino/aprendizagem. Cada aluno é único e tem vivências próprias que vão condicionar o seu processo de aprendizagem, ele aprende à medida dos seus interesses e capacidades. O professor é cada vez mais o orientador e facilitador de todo o processo de aprendizagem do aluno.</div><div>É também urgente romper com a sala de aula tradicional e criar espaços alternativos de aprendizagem é necessário associar a educação à inovação, criatividade e modernização na sala de aula. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-26 20:25:14 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3.2. Tricider: Relevância da aprendizagem significativa</title>
         <author>crys_imr</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-26 20:26:34 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 3.2. Tricider: Relevância da aprendizagem significativa</title>
         <author>crys_imr</author>
         <link>https://padlet.com/crys_imr/k86lk968ffn5/wish/235617694</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-26 20:27:11 UTC</pubDate>
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         <title> Tarefa 3.4 - Criação de novas disciplinas</title>
         <author>crys_imr</author>
         <link>https://padlet.com/crys_imr/k86lk968ffn5/wish/235657889</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Nome: </strong>Ciências Lab<strong><br></strong><br></div><div><strong>Área(s) disciplinar(es) envolvida(s): </strong>Ciências Naturais, Fisico-química, Matemática, Português e Inglês<strong><br></strong><br></div><div><strong>Ano(s) de escolaridade: </strong>7º<strong><br></strong><br></div><div><strong>Motivação para a criação da nova disciplina:</strong></div><div>Desenvolver atividades laboratoriais e práticas que englobam o manuseamento do material laboratorial.&nbsp;</div><div>Desenvolvimento prático de metodologias de trabalho laboratorial necessárias às disciplinas de Ciências Naturais e Físico-Química.</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Principais estratégias para a sua implementação:</strong></div><div>Aprender a elaborar de protocolos, realizar relatórios e diagramas de V de Gowin. As atividades serão tratadas em articulação com as disciplinas de Físico-química, Ciências Naturais e Matemática que têm conteúdos que se complementam.&nbsp; As disciplinas de Português e Inglês serão envolvidas na elaboração de textos de apresentação, bem como na preparação de artigos e posters científicos.</div><div>&nbsp;</div><div>Formando grupos de 3 ou 4 elementos em que cada grupo idealiza e desenvolve uma atividade prática relacionada com o tema em estudo dentro do programa curricular das disciplinas de Ciências Naturais e de Físico-química. A disciplina de Português e Inglês estariam sempre envolvidas. As restantes disciplinas irão participar consoante a necessidade do projeto. Cada grupo elabora o relatório/artigo/poster científico, prepara uma apresentação e faz a explicação da atividade aos restantes elementos da turma.</div><div><strong><br>Critérios de avaliação:<br></strong><br></div><div>Avaliação de conhecimentos, através de observação direta, avaliação de relatórios/ diagrama de V de Gowin/ poster científico/ artigo científico por parte dos professores envolvidos e dos restantes alunos da turma, da pertinência do tema e da apresentação do mesmo.&nbsp;</div><div>Avaliação formativa feita regularmente pelos professores envolvidos.&nbsp;</div><div>Avaliação final (sumativa) do resultado do projeto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-26 22:17:03 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4.6. - Planificação de um DAC</title>
         <author>crys_imr</author>
         <link>https://padlet.com/crys_imr/k86lk968ffn5/wish/245260887</link>
         <description><![CDATA[<div>Grelha_planificacao_projeto_DAC_MOOC_AFC_cris_rib</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 21:50:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 4.3. Relato de uma prática de diferenciação pedagógica</title>
         <author>crys_imr</author>
         <link>https://padlet.com/crys_imr/k86lk968ffn5/wish/247617295</link>
         <description><![CDATA[<div>Na escola onde leciono existe já há alguns anos a Turma+, nas disciplinas de Português e Matemática, um exemplo da criação de Grupos de Homogeneidade Relativa. Nas aulas de 90 minutos existem três docentes, dois que lecionam as duas turmas existentes e um terceiro que leciona a Turma +, na qual vão alternando ao longo do ano diferentes grupos de homogeneidade relativa.&nbsp;</div><div>Durante a aplicação desta estratégia pedagógica, as turmas funcionavam como grupos homogéneos que permitiam aos docentes a preparação de atividades adequadas aos alunos, tendo presente as suas capacidades e interesses. Esta situação permite aos docentes organizarem o espaço em função dos alunos e de dar oportunidade a todos uma vez que o grupo é homogéneo.</div><div>&nbsp;</div><div>É uma prática que tem revelado sucesso:</div><div>- As turmas de origem ficam mais pequenas permitindo aprendizagens mais eficazes;</div><div>- Os grupos têm uma homogeneidade relativa o que permite aprendizagens mais eficazes;</div><div>- São promovidas dinâmicas de trabalho colaborativo entre os docentes;</div><div>&nbsp;</div><div>Considero uma prática de sucesso na diferenciação pedagógica, que respeita os ritmos de aprendizagens de cada aluno tornando-o o ator central do ensino aprendizagem.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-31 18:15:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 4.4.  Análise crítica de um modelo pedagógico</title>
         <author>crys_imr</author>
         <link>https://padlet.com/crys_imr/k86lk968ffn5/wish/247618157</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Considera que o modelo apresentado pode responder aos desafios lançados às escolas pelo Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular?<br></strong>Após o visionamento do vídeo e a análise dos documentos propostos, parece-me viável considerar que o modelo pedagógico em uso no <em>Institut Les Vinyes</em> responde aos desafios apresentados no Despacho n.º 5908/2017, de 5 de julho.</div><div>&nbsp;</div><div>Este modelo permite que as escolas criem tempos e espaços diferenciados de trabalho e aprendizagem: trabalho disciplinar; trabalho em projetos de âmbito local. Este tipo de trabalho desenvolve-se em grandes grupos e/ou pequenos grupos de alunos o que permite um trabalho diferenciado em termos de metodologias e práticas pedagógicas que deverão ter sempre o aluno como o principal interveniente e o trabalho em grupo como referência.<br><br></div><div>É um modelo que flexibiliza o currículo ao integrar projetos de âmbito e tranversais potenciadores do desenvolvimento de competências interdisciplinares e transversais às diversas áreas dos planos de estudo dos alunos e concordantes com os seus interesses. Promove aprendizagens cooperativas entre os alunos sem, contudo, descurar tempos e espaços para o trabalho individual e autónomo. &nbsp;<br><br></div><div>Os alunos mobilizam conhecimentos para <em>produzirem</em> e <em>criarem, </em>a partir de situações e problemáticas do seu dia-a-dia e meio-envolvente, permitindo-lhes aprender de forma significativa.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>O currículo orienta-nos no sentido de reconhecer as aprendizagens/conhecimentos essenciais e este é o ponto de partida para a planificação do projeto interdisciplinar promotor de competências individuais e coletivas do grupo turma.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Em projeto, os alunos partilham, trabalham colaborativamente uns com os outros, desenvolvem o sentido de responsabilidade e de respeito mútuo, a capacidade de observação, de reflexão, de pesquisa, de análise crítica de informação, de comunicação e de síntese. Além de construtores das suas aprendizagens, os alunos são também participantes ativos do seu processo de avaliação.&nbsp;<br><br></div><div>Este modelo promove, consequentemente, o trabalho cooperativo entre os docentes, quer ao nível de pares pedagógicos, quer ao nível de equipas educativas, e flexibiliza a gestão e organização dos espaços e horários dos alunos e dos docentes.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-31 18:28:13 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5.2 – Reflexão sobre critérios de avaliação</title>
         <author>crys_imr</author>
         <link>https://padlet.com/crys_imr/k86lk968ffn5/wish/254391918</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Explicite três questões/dúvidas/reflexões que a leitura do documento lhe tenha suscitado. Detalhe e fundamente os seus juízos.<br></strong>Considero que as estratégias para a avaliação das aprendizagens globais devem ser integradas em processos de aprendizagem e os instrumentos de avaliação devem estar em harmonia com as estratégias e com as aprendizagens. Podemos recorrer a grelhas de observação, questionários, portefólios, diários de aprendizagem, entre muitos outros adequados ao grupo de alunos com quem estamos a trabalhar. Estes instrumentos devem ser utilizados ao longo das tarefas, permitindo a sua monitorização. Este deve ser um processo dinâmico e reajustado para que seja possível identificar o maior número de aprendizagens e a sua articulação.<br><br></div><div>Em segundo lugar “(…) a avaliação [constitui] uma componente intrínseca do processo curricular, que permite regular e monitorizar a adequação e a pertinência das decisões adotadas sobre as diferentes dimensões curriculares e organizativas, que possibilitam a criação de ambientes de aprendizagem de qualidade. (...)" (Alonso, 2002)<br><br></div><div>Apesar da avaliação constituir uma componente intrínseca do processo curricular que&nbsp;</div><div>deve permitir a regulação, a monitorização e o acompanhamento de todo o desenvolvimento do processo qualitativo de ensino-aprendizagem do aluno ao longo do tempo, não valorizando apenas, a avaliação final como um fim em si mesmo; não deixa de ser pertinente que, ao interligarmos esta evidência com os critérios de avaliação que são tidos como referenciais obrigatórios e comuns ao ensino para a avaliação dos alunos, na prática e em contexto de trabalho, os mesmos, em vez de convergirem, divergem, porque as envolventes de atuação, as realidades com que os professores se deparam são completamente distintas e diferenciadas o que, muitas das vezes, a sua aplicabilidade prática mostra-se, extremamente, difícil de concretizar – gerando alguma confusão ao nível da equidade, da justiça e da coerência em todo o processo de avaliação.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Em terceiro lugar concordo com os autores (Neves e Ferreira, 2015, pp. 118-121), quando referem:&nbsp;</div><div><em>“As rotinas escolares empurram muitas vezes para o início do ano a (necessária) reflexão sobre os mencionados critérios de avaliação. (…) a definição dos critérios de avaliação se deveria fazer a partir do feedback recolhido durante o ano letivo e para que tal aconteça com oportunidade o melhor é que a reflexão se verifique logo a seguir à experiência vivida de aplicação dos critérios (…).</em></div><div>Na realidade, considero que a melhor altura para se fazer uma reflexão sobre os critérios de avaliação será o final do ano letivo, enquanto os docentes têm bastante presente não só as dificuldades, mas também os sucessos com que se depararam e que poderão conduzir à eventual reformulação dos mesmos.</div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-23 13:48:20 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5.3 – Relação entre o que se pretende avaliar e as tarefas de avaliação</title>
         <author>crys_imr</author>
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         <pubDate>2018-04-23 14:17:55 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5.4. – Avaliação em Domínio de Autonomia Curricular </title>
         <author>crys_imr</author>
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         <pubDate>2018-04-23 20:01:50 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 6.3 – Reflexão sobre a implementação da Cidadania e Desenvolvimento na escola </title>
         <author>crys_imr</author>
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         <pubDate>2018-04-23 21:07:03 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 6.6 – Planificação de uma atividade</title>
         <author>crys_imr</author>
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         <pubDate>2018-04-23 22:18:18 UTC</pubDate>
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