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      <title>Diário de Aprendizagem by Luz Câmara Pestana</title>
      <link>https://padlet.com/luzcamara_pestana/k7cskzhbeyr9</link>
      <description>A bordo do MOOC da DGE &quot; Autonomia e Flexibilidade Curricular&quot;  com início a 22/01/2018 e conclusão a 30/01/2018</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-01-26 16:21:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Módulo 0  -  Tarefa A.3.2 - Carta de Apresentação</title>
         <author>luzcamara_pestana</author>
         <link>https://padlet.com/luzcamara_pestana/k7cskzhbeyr9/wish/225125155</link>
         <description><![CDATA[<div>Chamo - me Maria da Luz Pestana  e sou professora do quadro do Agrupamento de Escolas de Alapraia, grupo 210.<br>Leciono a disciplina de Português a turmas do sexto ano e de Português Língua Não Materna ( PLNM ) a alunos estrangeiros do 2º e 3º ciclos.<br>Sou representante  da  disciplina de Português, no 2º ciclo.<br>A minha experiência profissional abrange mais de 3 décadas de  Ensino em Portugal e já passei por diversas experiências pedagógicas ao longo dos anos. <br>O Agrupamento de Escolas onde leciono encontra - se, desde o início deste ano letivo  a participar no Projeto Piloto de Autonomia e Flexibilidade Curricular ( PAFC), projeto esse que no meu Agrupamento  integra todas as turmas de 1º e 5º anos e duas turmas de 7º ano. <br>A minha motivação para participar neste MOOC prende - se com o meu contexto escolar e a minha vontade de aprofundar os meus conhecimentos sobre este assunto, através da leitura, reflexão e partilha de boas práticas.<br>No que diz respeito à experiência relacionada  com a implementação de Projetos Inovadores promotores do Sucesso Escolar, tenho lecionado, nos últimos anos turmas Fénix enquanto professora da turma - mãe em colaboração, cooperação e articulação com as professoras dos grupos " Ninho", constituídos, na minha escola  por alunos de desenvolvimento do eixo I, de baixo rendimento escolar (BRE) tanto do quinto como do sexto ano. Os " Ninho", integram alunos que apresentam dificuldades na disciplina de Língua Portuguesa ( e Matemática) e  ritmos mais lentos de aprendizagem, necessitando de um apoio mais intensivo/específico/individualizado e outra qualidade de tempo para atingirem os conhecimentos esperados para o seu ano de escolaridade. A  permanência destes alunos no " Ninho" é constantemente reavaliada pelos docentes da disciplina intervencionada tendo em conta os princípios funcionais do Projeto: o da homogeneidade relativa; o do sucesso plural e o da flexibilidade da organização escolar - currículo e recursos. <br>As minhas expetativas em relação a esta formação são elevadas e espero ter oportunidade de partilhar ideias, práticas pedagógicas e adquirir ferramentas que me ajudem a operacionalizar e flexibilizar o currículo,  no âmbito do meu contexto educativo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-26 16:26:38 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 1  -  1.3. O perfil dos alunos e a organização da escola</title>
         <author>luzcamara_pestana</author>
         <link>https://padlet.com/luzcamara_pestana/k7cskzhbeyr9/wish/226725119</link>
         <description><![CDATA[<div>O Perfil dos alunos à saída da Escolaridade Obrigatória (12 anos) assenta em princípios estruturantes de autonomia e liberdade e </div><div>apresenta uma visão  humanista da  escola,  constituindo  uma matriz para a tomada de decisão sobre as opções de desenvolvimento curricular, consistentes com a visão de futuro definida como relevante para os jovens portugueses do nosso tempo. <br>Do meu ponto de vista, os desafios que se colocam à escola hoje, são inúmeros, complexos e nem sempre muito fáceis de operacionalizar, tendo em conta as competências pretendidas:<br><strong>1) Linguagens e Textos </strong>- Espera - se que a escola seja capaz de formar cidadãos competentes na utilização de<strong> </strong>linguagens e de textos, utilizadores de modo proficiente de diferentes linguagens simbólicas associadas às línguas (língua materna e línguas estrangeiras), à literatura, à música, às artes, às tecnologias, à matemática e à ciência; capazes de aplicar estas linguagens de modo adequado aos diferentes contextos de comunicação, em ambientes analógico e digital, dominando capacidades nucleares de compreensão e de expressão nas modalidades oral, escrita, visual e multimodal.<br><strong>2)</strong> <strong>Informação e Comunicação:  </strong>Jovens competentes nos domínios da informação e da comunicação, sendo, para tal, fundamental que saibam utilizar e dominar instrumentos diversificados para pesquisar, descrever, avaliar, validar e mobilizar informação de forma crítica e autónoma, verificando diferentes fontes documentais e a sua credibilidade; ágeis na transformação da informação em conhecimento, sabendo comunicar e colaborar de forma adequada e segura, utilizando diferentes tipos de ferramentas (analógicas e digitais), seguindo as regras de conduta próprias de cada ambiente.</div><div><strong>3) Raciocínio e Resolução de problemas: </strong>Jovens com competências associadas ao  raciocínio  e resolução de problemas, sendo que estas implicam que estejam capacitados para: (a) planear e conduzir pesquisas; (b) gerir projetos e tomar decisões para resolver problemas; (c) desenvolver processos conducentes à construção de produtos e de conhecimento, usando recursos diversificados.</div><div><strong>4)</strong> <strong>Pensamento crítico e pensamento criativo: </strong>Considera-se também a importância de estes jovens desenvolverem competências associadas ao pensamento crítico e ao pensamento criativo, o que implica que sejam capazes de: (a) pensar de modo abrangente e em profundidade, de forma lógica, observando, analisando informação, experiências ou ideias, argumentando com recurso a critérios implícitos ou explícitos, com vista à tomada de posição fundamentada; (b) convocar diferentes conhecimentos, utilizando diferentes metodologias e ferramentas para pensarem criticamente; (c) prever e avaliar o impacto das suas decisões; (d) desenvolver novas ideias e soluções, de forma criativa e inovadora, como resultado da interação com outros ou da reflexão pessoal, aplicando-as a diferentes contextos e áreas de aprendizagem.</div><div><strong>5)</strong> <strong>Relacionamento interpessoal: </strong>Considera-se que os jovens devem desenvolver ao longo da escolaridade obrigatória competências associadas ao relacionamento interpessoal, o que implica que sejam capazes de: (a) adequar comportamentos em contextos de cooperação, partilha, colaboração e competição; (b) trabalhar em equipa e usar diferentes meios para comunicar e trabalhar presencialmente e em rede; (c) ouvir, interagir, argumentar, negociar e aceitar diferentes pontos de vista, ganhando novas formas de estar, olhar e participar na sociedade.</div><div><strong>6)</strong> <strong>Desenvolvimento pessoal e autonomia: </strong>Considera-se que os jovens devem desenvolver competências associadas ao desenvolvimento pessoal e autonomia, o que implica que sejam capazes de: (a) identificar áreas de interesse e de necessidade de aquisição de novas competências; (b) consolidar e aprofundar as que já possuem, numa perspetiva de aprendizagem ao longo da vida; (c) estabelecer objetivos, traçar planos e projetos e serem autónomos na sua concretização.</div><div><strong>7) Bem-estar, saúde e ambiente: </strong>As competências associadas ao bem-estar e saúde devem ser desenvolvidas e implicar que todos os alunos sejam capazes de: (a) adotar comportamentos que promovem a saúde e o bem-estar, designadamente nos hábitos quotidianos, na alimentação, na prática de exercício físico, na sexualidade e nas suas relações com o ambiente e a sociedade; (b) manifestar consciência e responsabilidade ambiental e social, trabalhando colaborativamente para o bem comum, com vista à construção de um futuro sustentável.</div><div><strong>8)</strong> <strong>Sensibilidade estética e artística: </strong>Considera-se também fundamental que os jovens terminem a escolaridade obrigatória sendo competentes nas áreas da sensibilidade estética e artística, o que implica que sejam capazes de: (a) apreciar criticamente as realidades artísticas e tecnológicas, pelo contacto com os diferentes universos culturais; (b) entender a importância da integração das várias formas de arte nas comunidades e na cultura; (c) compreender os processos próprios à experimentação, à improvisação e à criação nas diferentes artes, tanto em relação ao património cultural material e imaterial, como à criação contemporânea.</div><div><strong>9)</strong> <strong>Saber científico, técnico e tecnológico: </strong>No final da escolaridade obrigatória, são fundamentais as competências associadas ao saber científico, técnico e tecnológico, ou seja, os alunos devem ser capazes de: a) compreender processos e fenómenos científicos que permitam a tomada de decisão e a participação em fóruns de cidadania; (b) manipular e manusear materiais e instrumentos diversificados para controlar, utilizar, transformar, imaginar e criar produtos e sistemas; (c) executar operações técnicas, segundo uma metodologia de trabalho adequada, para atingir um objetivo ou chegar a uma decisão ou conclusão fundamentada, adequando os meios materiais e técnicos à ideia ou intenção expressa; (d) adequar a ação de transformação e criação de produtos aos diferentes contextos naturais, tecnológicos e socioculturais, em atividades experimentais e aplicações práticas em projetos desenvolvidos em ambientes físicos e digitais.</div><div><strong>10)</strong> <strong>Consciência e domínio do corpo</strong>: É essencial consolidar as competências associadas à consciência e domínio do corpo, ou seja, os jovens estarem capacitados para: (a) ter consciência do seu próprio corpo na relação do mesmo com o espaço; (b) controlar e dominar o corpo segundo a natureza da atividade e os contextos em que ocorre; (c) ter consciência de si próprios a nível emocional, cognitivo, psicossocial, estético e moral. A mudança de paradigma tem <strong>implicações na prática docente</strong> e para isso quer a organização escolar quer a  prática letiva têm de mudar.  <br>O professor do século XXI precisa de :<br><strong>a)</strong> Abordar os conteúdos de cada área do saber associando-os a situações e problemas presentes no quotidiano da vida do aluno ou presentes no meio sociocultural e geográfico em que se insere, recorrendo a materiais e recursos diversificados; <br><strong>b)</strong> Organizar o ensino prevendo a experimentação de técnicas, instrumentos e formas de trabalho diversificados, promovendo intencionalmente, na sala de aula ou fora dela, atividades de observação, questionamento da realidade e integração de saberes; <br><strong>c) </strong>Organizar e desenvolver atividades cooperativas de aprendizagem, orientadas para a integração e troca de saberes, a tomada de consciência de si, dos outros e do meio e a realização de projetos intra ou extraescolares; <br><strong>d)</strong> Organizar o ensino prevendo a utilização crítica de fontes de informação diversas e das tecnologias da informação e comunicação; <br><strong>e)</strong> Promover de modo sistemático e intencional, na sala de aula e fora dela, atividades que permitam ao aluno fazer escolhas, confrontar pontos de vista, resolver problemas e tomar decisões com base em valores<br><strong>f)</strong> Criar na escola espaços e tempos para que os alunos intervenham livre e responsavelmente; <br><strong>g)</strong> Valorizar, na avaliação das aprendizagens do aluno, o trabalho de livre iniciativa, incentivando a intervenção positiva no meio escolar e na comunidade.</div><div> </div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-31 18:21:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Módulo 1  -  1.2. Desafios que se colocam à Educação</title>
         <author>luzcamara_pestana</author>
         <link>https://padlet.com/luzcamara_pestana/k7cskzhbeyr9/wish/226773420</link>
         <description><![CDATA[<div>Devido à evolução social e tecnológica da sociedade do século XXI, os sistemas educativos têm vindo a alterar-se, mudando os paradigmas (até aí centrados no conhecimento ) para outros, focados no desenvolvimento de <strong>competências mobilizadoras,</strong> não só de conhecimentos mas também de <strong>capacidades</strong> e de <strong>atitudes </strong>adequados aos exigentes desafio contemporâneos, que requerem cidadãos educados e socialmente integrados, habilitados para a ação, quer autónoma, quer em colaboração com os outros. </div><div>O século XXI surge alicerçado na informação, no conhecimento e no digital e por essa razão solicita  às escolas que promovam a <strong>inovação</strong>, a <strong>criação</strong>, a <strong>curiosidade</strong>, a <strong>persistência</strong>, a <strong>colaboração</strong> e a <strong>autonomia </strong>e, mais, a vontade (e a necessidade) de <strong>continuar a aprender ao longo da vida</strong>. <br>Daí a necessidade de os sistemas educativos <strong>enfatizarem e implementarem o desenvolvimento de competências de forma explícita e intencional</strong>, com <strong>mudanças deliberadas nos desenhos curriculares e nas propostas para novas práticas pedagógicas</strong>.<br> Observa-se uma alteração profunda do mundo do trabalho, os empregos são voláteis, torna-se premente preparar os jovens para serem projetistas, autónomos e líderes. <br>Os sistemas educativos do século XXI são chamados a dar resposta às necessidades de <strong>desenvolvimento de competências nos alunos</strong>, de forma explícita e intencional, através de <strong>mudanças no desenho curricular</strong> e nas <strong>práticas pedagógicas dos professores</strong>.</div><div>A escola terá de preparar os alunos para que, ao longo e no final da escolaridade obrigatória, sejam capazes de resolver problemas complexos (nomeadamente aqueles que ainda nem foram identificados), associando essa necessidade à competitividade num  mundo cada vez mais global. É preciso <strong>educar para um futuro que se desconhece</strong> e tal só será possível através de um <strong>processo de acompanhamento orgânico e reflexivo</strong> que analise dificuldades, avalie consequências e defina caminhos de progressão.<br>Foi a necessidade de responder aos desafios da sociedade do século XXI que levou a que Portugal, em linha com as medidas de Política Educativa Internacionais, definisse, em 2017, o  Perfil dos alunos à saída da Escolaridade Obrigatória de 12 anos.</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-31 19:37:46 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 1 - 1.3  O Perfil dos Alunos: princípios, valores e áreas de competências</title>
         <author>luzcamara_pestana</author>
         <link>https://padlet.com/luzcamara_pestana/k7cskzhbeyr9/wish/226809015</link>
         <description><![CDATA[<div>A necessidade de mudança a nível da educação é de <strong>âmbito internacional</strong>. Países como a Austrália, a Finlândia, a Nova Zelândia e o Canadá, entre muitos outros, estão a fazer um percurso nesta área, renovando os seus currículos, com o objetivo de responder aos desafios da sociedade do século XXI, nomeadamente na inclusão do desenvolvimento de competências transversais no currículo.</div><div>Em linha com as medidas de política educativa internacional, Portugal definiu, em 2017, o <a href="http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdf"><em>Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória</em></a>  de 12 anos, que apresenta uma visão assente nos princípios estruturantes da autonomia e da liberdade. <br>Em pleno século XXI, a escola tem de preparar para o imprevisto, o novo, a complexidade e, sobretudo, tem de desenvolver em cada indivíduo a atitude, a capacidade e o conhecimento que lhe permita aprender ao longo da vida. </div><div>Consideram-se as seguintes áreas de desenvolvimento e aquisição das áreas de competências:<br> a) Linguagens e textos;<br> b) Informação e comunicação;<br> c) Pensamento crítico e pensamento criativo;<br> d) Raciocínio e resolução de problemas;<br>e) Saber científico, técnico e tecnológico;<br>f) Relacionamento interpessoal;<br>g) Desenvolvimento pessoal e autonomia;</div><div>h) Bem-estar, saúde e ambiente;</div><div>i) Sensibilidade estética e artística;</div><div>j)Consciência e domínio do corpo.<br><br></div><div>Estas competências visam dotar os jovens portugueses, no final de 12 anos de escolaridade, das ferramentas cognitivas, emocionais e sociais que lhes permitam prosseguir estudos ou enfrentar o mercado de trabalho.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-31 20:51:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1.6. Atividade final de módulo: Questionário do Módulo 1 | 1.6. Atividade final de módulo: Questionário Módulo 1 | PAFC Courseware | Direção Geral da Educação</title>
         <author>luzcamara_pestana</author>
         <link>https://padlet.com/luzcamara_pestana/k7cskzhbeyr9/wish/226928199</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="http://edx.dge.mec.pt/courses/course-v1:DGE+PAFC+PAFC/courseware/c5feaffe254f40808c3cceff65b2f252/25ba5290bd084aeab474d905cabf587f/" />
         <pubDate>2018-02-01 08:24:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 1.2 – Os desafios que se colocam à educação (mural 3)</title>
         <author>luzcamara_pestana</author>
         <link>https://padlet.com/luzcamara_pestana/k7cskzhbeyr9/wish/227281674</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>À escola pede-se que prepare os jovens para que sejam capazes de construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo global".</strong> <br><br>No mundo atual, cada vez mais tecnológico, científico e multicultural, questões relacionadas com identidade, segurança, sustentabilidade, inovação e criatividade estão no cerne do debate atual e colocam à educação novos e exigentes desafios que têm de ser respondidos pela escola, enquanto ambiente propício à aprendizagem e ao desenvolvimento de competências.<br>Para responder a essa mudança de paradigma, foi elaborado um documento matriz e de referência para a organização de todo o sistema educativo, o <a href="http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdf"><em>Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória</em></a> (ME, 2017), que assenta numa base humanista e está estruturado em Princípios, Visão, Valores e Áreas de Competências.<br>A Visão de aluno, decorrente dos Princípios, explicita o que é pretendido para os jovens enquanto cidadãos,  à saída da escolaridade obrigatória.<br>Como pode a escola de hoje, alcançar essa visão e preparar jovens cidadãos autónomos, criticamente responsáveis e intervenientes?<br>Bem, quanto a mim esse desafio não é fácil e entendo - o como  um processo que vai demorar algum tempo a atingir a sua  plenitude e onde muita coisa  terá de se  ir ajustando nas escolas, não só ao nível das mentalidades como também ao nível da organização escolar, dos horários dos docentes, das práticas docentes, da formação docente, do número de alunos por turma, número de turmas por professor, da valorização da profissão docente, da renovação do corpo docente, etc...<br>Mas abstraindo - me de todos esses constrangimentos, como realizar atividades pedagógico - didáticas, em contexto escolar que respondam à questão  acima transcrita? <strong><br>Ideias de Projeto:  </strong>Os docentes das disciplinas ou o conselho de turma  em articulação e colaboração, podem apresentar  mensalmente/ trimestralmente, aos alunos, situações problemáticas e/ou dilemáticas (plasmadas do quotidiano, de situações ocorridas no país ou em diversos países do mundo)  que os mesmos têm de resolver/ equacionar de forma crítica e criativa,  mobilizando saberes, competências orientadas para a ação onde revelem capacidades cognitivas e psicomotoras, atitudes associadas a habilidades sociais e organizacionais e valores éticos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-01 20:52:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>luzcamara_pestana</author>
         <link>https://padlet.com/luzcamara_pestana/k7cskzhbeyr9/wish/227722062</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-03 08:06:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1.4. Implicações do Perfil do aluno nas práticas Pedagógicas</title>
         <author>luzcamara_pestana</author>
         <link>https://padlet.com/luzcamara_pestana/k7cskzhbeyr9/wish/227723163</link>
         <description><![CDATA[<div><br><figure class="attachment attachment--preview"><img src="http://edx.dge.mec.pt/asset-v1:DGE+PAFC+PAFC+type@asset+block/q_m.png" width="8" height="8"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure>  Abordar os conteúdos de cada área do saber associando-os a situações e problemas presentes no quotidiano da vida do aluno ou presentes no meio sociocultural e geográfico em que se insere, recorrendo a materiais e recursos diversificados;<figure class="attachment attachment--preview"><img src="http://edx.dge.mec.pt/asset-v1:DGE+PAFC+PAFC+type@asset+block/q_m.png" width="8" height="8"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure>  Organizar o ensino prevendo a experimentação de técnicas, instrumentos e formas de trabalho diversificados, promovendo intencionalmente, na sala de aula ou fora dela, atividades de observação, questionamento da realidade e integração de saberes;<figure class="attachment attachment--preview"><img src="http://edx.dge.mec.pt/asset-v1:DGE+PAFC+PAFC+type@asset+block/q_m.png" width="8" height="8"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure>  Organizar e desenvolver atividades cooperativas de aprendizagem, orientadas para a integração e troca de saberes, a tomada de consciência de si, dos outros e do meio e a realização de projetos intra ou extraescolares;<figure class="attachment attachment--preview"><img src="http://edx.dge.mec.pt/asset-v1:DGE+PAFC+PAFC+type@asset+block/q_m.png" width="8" height="8"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure>  Organizar o ensino prevendo a utilização crítica de fontes de informação diversas e das tecnologias da informação e comunicação;<figure class="attachment attachment--preview"><img src="http://edx.dge.mec.pt/asset-v1:DGE+PAFC+PAFC+type@asset+block/q_m.png" width="8" height="8"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure>  Promover de modo sistemático e intencional, na sala de aula e fora dela, atividades que permitam ao aluno fazer escolhas, confrontar pontos de vista, resolver problemas e tomar decisões com base em valores;<figure class="attachment attachment--preview"><img src="http://edx.dge.mec.pt/asset-v1:DGE+PAFC+PAFC+type@asset+block/q_m.png" width="8" height="8"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure>  Criar na escola espaços e tempos para que os alunos intervenham livre e responsavelmente;<figure class="attachment attachment--preview"><img src="http://edx.dge.mec.pt/asset-v1:DGE+PAFC+PAFC+type@asset+block/q_m.png" width="8" height="8"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure>  Valorizar, na avaliação das aprendizagens do aluno, o trabalho de livre iniciativa, incentivando a intervenção positiva no meio escolar e na comunidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-03 08:29:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luzcamara_pestana</author>
         <link>https://padlet.com/luzcamara_pestana/k7cskzhbeyr9/wish/227723356</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-03 08:32:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luzcamara_pestana</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-03 08:41:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luzcamara_pestana</author>
         <link>https://padlet.com/luzcamara_pestana/k7cskzhbeyr9/wish/227723827</link>
         <description><![CDATA[Módulo 0 - Tarefa A.3.2 - Carta de Apresentação

Luz Câmara Pestana
3d
Módulo 0  -  Tarefa A.3.2 - Carta de Apresentação
Chamo - me Maria da Luz Pestana  e sou professora do quadro do Agrupamento de Escolas de Alapraia, grupo 210.
Leciono a disciplina de Português a turmas do sexto ano e de Português Língua Não Materna ( PLNM ) a alunos estrangeiros do 2º e 3º ciclos.
Sou representante  da  disciplina de Português, no 2º ciclo.
A minha experiência profissional abrange mais de 3 décadas de  Ensino em Portugal e já passei por diversas experiências pedagógicas ao longo dos anos. 
O Agrupamento de Escolas onde leciono encontra - se, desde o início deste ano letivo  a participar no Projeto Piloto de Autonomia e Flexibilidade Curricular ( PAFC), projeto esse que no meu Agrupamento  integra todas as turmas de 1º e 5º anos e duas turmas de 7º ano. 
A minha motivação para participar neste MOOC prende - se com o meu contexto escolar e a minha vontade de aprofundar os meus conhecimentos sobre este assunto, através da leitura, reflexão e partilha de boas práticas.
No que diz respeito à experiência relacionada  com a implementação de Projetos Inovadores promotores do Sucesso Escolar, tenho lecionado, nos últimos anos turmas Fénix enquanto professora da turma - mãe em colaboração, cooperação e articulação com as professoras dos grupos " Ninho", constituídos, na minha escola  por alunos de desenvolvimento do eixo I, de baixo rendimento escolar (BRE) tanto do quinto como do sexto ano. Os " Ninho", integram alunos que apresentam dificuldades na disciplina de Língua Portuguesa ( e Matemática) e  ritmos mais lentos de aprendizagem, necessitando de um apoio mais intensivo/específico/individualizado e outra qualidade de tempo para atingirem os conhecimentos esperados para o seu ano de escolaridade. A  permanência destes alunos no " Ninho" é constantemente reavaliada pelos docentes da disciplina intervencionada tendo em conta os princípios funcionais do Projeto: o da homogeneidade relativa; o do sucesso plural e o da flexibilidade da organização escolar - currículo e recursos. 
As minhas expetativas em relação a esta formação são elevadas e espero ter oportunidade de partilhar ideias, práticas pedagógicas e adquirir ferramentas que me ajudem a operacionalizar e flexibilizar o currículo,  no âmbito do meu contexto educativo.
Módulo 1 - 1.2. Desafios que se colocam à Educação

Luz Câmara Pestana
2d
Módulo 1  -  1.2. Desafios que se colocam à Educação
Devido à evolução social e tecnológica da sociedade do século XXI, os sistemas educativos têm vindo a alterar-se, mudando os paradigmas (até aí centrados no conhecimento ) para outros, focados no desenvolvimento de competências mobilizadoras, não só de conhecimentos mas também de capacidades e de atitudes adequados aos exigentes desafio contemporâneos, que requerem cidadãos educados e socialmente integrados, habilitados para a ação, quer autónoma, quer em colaboração com os outros. 
O século XXI surge alicerçado na informação, no conhecimento e no digital e por essa razão solicita  às escolas que promovam a inovação, a criação, a curiosidade, a persistência, a colaboração e a autonomia e, mais, a vontade (e a necessidade) de continuar a aprender ao longo da vida. 
Daí a necessidade de os sistemas educativos enfatizarem e implementarem o desenvolvimento de competências de forma explícita e intencional, com mudanças deliberadas nos desenhos curriculares e nas propostas para novas práticas pedagógicas.
 Observa-se uma alteração profunda do mundo do trabalho, os empregos são voláteis, torna-se premente preparar os jovens para serem projetistas, autónomos e líderes. 
Os sistemas educativos do século XXI são chamados a dar resposta às necessidades de desenvolvimento de competências nos alunos, de forma explícita e intencional, através de mudanças no desenho curricular e nas práticas pedagógicas dos professores.
A escola terá de preparar os alunos para que, ao longo e no final da escolaridade obrigatória, sejam capazes de resolver problemas complexos (nomeadamente aqueles que ainda nem foram identificados), associando essa necessidade à competitividade num  mundo cada vez mais global. É preciso educar para um futuro que se desconhece e tal só será possível através de um processo de acompanhamento orgânico e reflexivo que analise dificuldades, avalie consequências e defina caminhos de progressão.
Foi a necessidade de responder aos desafios da sociedade do século XXI que levou a que Portugal, em linha com as medidas de Política Educativa Internacionais, definisse, em 2017, o  Perfil dos alunos à saída da Escolaridade Obrigatória de 12 anos.


 
Módulo 1 - 1.3 O Perfil dos Alunos: princípios, valores e áreas de competências

Luz Câmara Pestana
11h
Módulo 1 - 1.3  O Perfil dos Alunos: princípios, valores e áreas de competências
A necessidade de mudança a nível da educação é de âmbito internacional. Países como a Austrália, a Finlândia, a Nova Zelândia e o Canadá, entre muitos outros, estão a fazer um percurso nesta área, renovando os seus currículos, com o objetivo de responder aos desafios da sociedade do século XXI, nomeadamente na inclusão do desenvolvimento de competências transversais no currículo.
Em linha com as medidas de política educativa internacional, Portugal definiu, em 2017, o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória  de 12 anos, que apresenta uma visão assente nos princípios estruturantes da autonomia e da liberdade. 
Em pleno século XXI, a escola tem de preparar para o imprevisto, o novo, a complexidade e, sobretudo, tem de desenvolver em cada indivíduo a atitude, a capacidade e o conhecimento que lhe permita aprender ao longo da vida. 
Consideram-se as seguintes áreas de desenvolvimento e aquisição das áreas de competências:
 a) Linguagens e textos;
 b) Informação e comunicação;
 c) Pensamento crítico e pensamento criativo;
 d) Raciocínio e resolução de problemas;
e) Saber científico, técnico e tecnológico;
f) Relacionamento interpessoal;
g) Desenvolvimento pessoal e autonomia;
h) Bem-estar, saúde e ambiente;
i) Sensibilidade estética e artística;
j)Consciência e domínio do corpo.

Estas competências visam dotar os jovens portugueses, no final de 12 anos de escolaridade, das ferramentas cognitivas, emocionais e sociais que lhes permitam prosseguir estudos ou enfrentar o mercado de trabalho.

 
Módulo 1 - 1.3. O perfil dos alunos e a organização da escola

Luz Câmara Pestana
2d
Módulo 1  -  1.3. O perfil dos alunos e a organização da escola
O Perfil dos alunos à saída da Escolaridade Obrigatória (12 anos) assenta em princípios estruturantes de autonomia e liberdade e 
apresenta uma visão  humanista da  escola,  constituindo  uma matriz para a tomada de decisão sobre as opções de desenvolvimento curricular, consistentes com a visão de futuro definida como relevante para os jovens portugueses do nosso tempo. 
Do meu ponto de vista, os desafios que se colocam à escola hoje, são inúmeros, complexos e nem sempre muito fáceis de operacionalizar, tendo em conta as competências pretendidas:
1) Linguagens e Textos - Espera - se que a escola seja capaz de formar cidadãos competentes na utilização de linguagens e de textos, utilizadores de modo proficiente de diferentes linguagens simbólicas associadas às línguas (língua materna e línguas estrangeiras), à literatura, à música, às artes, às tecnologias, à matemática e à ciência; capazes de aplicar estas linguagens de modo adequado aos diferentes contextos de comunicação, em ambientes analógico e digital, dominando capacidades nucleares de compreensão e de expressão nas modalidades oral, escrita, visual e multimodal.
2) Informação e Comunicação:  Jovens competentes nos domínios da informação e da comunicação, sendo, para tal, fundamental que saibam utilizar e dominar instrumentos diversificados para pesquisar, descrever, avaliar, validar e mobilizar informação de forma crítica e autónoma, verificando diferentes fontes documentais e a sua credibilidade; ágeis na transformação da informação em conhecimento, sabendo comunicar e colaborar de forma adequada e segura, utilizando diferentes tipos de ferramentas (analógicas e digitais), seguindo as regras de conduta próprias de cada ambiente.
3) Raciocínio e Resolução de problemas: Jovens com competências associadas ao  raciocínio  e resolução de problemas, sendo que estas implicam que estejam capacitados para: (a) planear e conduzir pesquisas; (b) gerir projetos e tomar decisões para resolver problemas; (c) desenvolver processos conducentes à construção de produtos e de conhecimento, usando recursos diversificados.
4) Pensamento crítico e pensamento criativo: Considera-se também a importância de estes jovens desenvolverem competências associadas ao pensamento crítico e ao pensamento criativo, o que implica que sejam capazes de: (a) pensar de modo abrangente e em profundidade, de forma lógica, observando, analisando informação, experiências ou ideias, argumentando com recurso a critérios implícitos ou explícitos, com vista à tomada de posição fundamentada; (b) convocar diferentes conhecimentos, utilizando diferentes metodologias e ferramentas para pensarem criticamente; (c) prever e avaliar o impacto das suas decisões; (d) desenvolver novas ideias e soluções, de forma criativa e inovadora, como resultado da interação com outros ou da reflexão pessoal, aplicando-as a diferentes contextos e áreas de aprendizagem.
5) Relacionamento interpessoal: Considera-se que os jovens devem desenvolver ao longo da escolaridade obrigatória competências associadas ao relacionamento interpessoal, o que implica que sejam capazes de: (a) adequar comportamentos em contextos de cooperação, partilha, colaboração e competição; (b) trabalhar em equipa e usar diferentes meios para comunicar e trabalhar presencialmente e em rede; (c) ouvir, interagir, argumentar, negociar e aceitar diferentes pontos de vista, ganhando novas formas de estar, olhar e participar na sociedade.
6) Desenvolvimento pessoal e autonomia: Considera-se que os jovens devem desenvolver competências associadas ao desenvolvimento pessoal e autonomia, o que implica que sejam capazes de: (a) identificar áreas de interesse e de necessidade de aquisição de novas competências; (b) consolidar e aprofundar as que já possuem, numa perspetiva de aprendizagem ao longo da vida; (c) estabelecer objetivos, traçar planos e projetos e serem autónomos na sua concretização.
7) Bem-estar, saúde e ambiente: As competências associadas ao bem-estar e saúde devem ser desenvolvidas e implicar que todos os alunos sejam capazes de: (a) adotar comportamentos que promovem a saúde e o bem-estar, designadamente nos hábitos quotidianos, na alimentação, na prática de exercício físico, na sexualidade e nas suas relações com o ambiente e a sociedade; (b) manifestar consciência e responsabilidade ambiental e social, trabalhando colaborativamente para o bem comum, com vista à construção de um futuro sustentável.
8) Sensibilidade estética e artística: Considera-se também fundamental que os jovens terminem a escolaridade obrigatória sendo competentes nas áreas da sensibilidade estética e artística, o que implica que sejam capazes de: (a) apreciar criticamente as realidades artísticas e tecnológicas, pelo contacto com os diferentes universos culturais; (b) entender a importância da integração das várias formas de arte nas comunidades e na cultura; (c) compreender os processos próprios à experimentação, à improvisação e à criação nas diferentes artes, tanto em relação ao património cultural material e imaterial, como à criação contemporânea.
9) Saber científico, técnico e tecnológico: No final da escolaridade obrigatória, são fundamentais as competências associadas ao saber científico, técnico e tecnológico, ou seja, os alunos devem ser capazes de: a) compreender processos e fenómenos científicos que permitam a tomada de decisão e a participação em fóruns de cidadania; (b) manipular e manusear materiais e instrumentos diversificados para controlar, utilizar, transformar, imaginar e criar produtos e sistemas; (c) executar operações técnicas, segundo uma metodologia de trabalho adequada, para atingir um objetivo ou chegar a uma decisão ou conclusão fundamentada, adequando os meios materiais e técnicos à ideia ou intenção expressa; (d) adequar a ação de transformação e criação de produtos aos diferentes contextos naturais, tecnológicos e socioculturais, em atividades experimentais e aplicações práticas em projetos desenvolvidos em ambientes físicos e digitais.
10) Consciência e domínio do corpo: É essencial consolidar as competências associadas à consciência e domínio do corpo, ou seja, os jovens estarem capacitados para: (a) ter consciência do seu próprio corpo na relação do mesmo com o espaço; (b) controlar e dominar o corpo segundo a natureza da atividade e os contextos em que ocorre; (c) ter consciência de si próprios a nível emocional, cognitivo, psicossocial, estético e moral. A mudança de paradigma tem implicações na prática docente e para isso quer a organização escolar quer a  prática letiva têm de mudar.  
O professor do século XXI precisa de :
a) Abordar os conteúdos de cada área do saber associando-os a situações e problemas presentes no quotidiano da vida do aluno ou presentes no meio sociocultural e geográfico em que se insere, recorrendo a materiais e recursos diversificados; 
b) Organizar o ensino prevendo a experimentação de técnicas, instrumentos e formas de trabalho diversificados, promovendo intencionalmente, na sala de aula ou fora dela, atividades de observação, questionamento da realidade e integração de saberes; 
c) Organizar e desenvolver atividades cooperativas de aprendizagem, orientadas para a integração e troca de saberes, a tomada de consciência de si, dos outros e do meio e a realização de projetos intra ou extraescolares; 
d) Organizar o ensino prevendo a utilização crítica de fontes de informação diversas e das tecnologias da informação e comunicação; 
e) Promover de modo sistemático e intencional, na sala de aula e fora dela, atividades que permitam ao aluno fazer escolhas, confrontar pontos de vista, resolver problemas e tomar decisões com base em valores
f) Criar na escola espaços e tempos para que os alunos intervenham livre e responsavelmente; 
g) Valorizar, na avaliação das aprendizagens do aluno, o trabalho de livre iniciativa, incentivando a intervenção positiva no meio escolar e na comunidade.
 




 
1.6. Atividade final de módulo: Questionário do Módulo 1 | 1.6. Atividade final de módulo: Questionário Módulo 1 | PAFC Courseware | Direção Geral da Educação

Luz Câmara Pestana
2d
1.6. Atividade final de módulo: Questionário do Módulo 1 | 1.6. Atividade final de módulo: Questionário Módulo 1 | PAFC Courseware | Direção Geral da Educação
 
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Tarefa 1.2 – Os desafios que se colocam à educação (mural 3)

Luz Câmara Pestana
12m
Tarefa 1.2 – Os desafios que se colocam à educação (mural 3)
À escola pede-se que prepare os jovens para que sejam capazes de construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo global". 

No mundo atual, cada vez mais tecnológico, científico e multicultural, questões relacionadas com identidade, segurança, sustentabilidade, inovação e criatividade estão no cerne do debate atual e colocam à educação novos e exigentes desafios que têm de ser respondidos pela escola, enquanto ambiente propício à aprendizagem e ao desenvolvimento de competências.
Para responder a essa mudança de paradigma, foi elaborado um documento matriz e de referência para a organização de todo o sistema educativo, o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (ME, 2017), que assenta numa base humanista e está estruturado em Princípios, Visão, Valores e Áreas de Competências.
A Visão de aluno, decorrente dos Princípios, explicita o que é pretendido para os jovens enquanto cidadãos,  à saída da escolaridade obrigatória.
Como pode a escola de hoje, alcançar essa visão e preparar jovens cidadãos autónomos, criticamente responsáveis e intervenientes?
Bem, quanto a mim esse desafio não é fácil e entendo - o como  um processo que vai demorar algum tempo a atingir a sua  plenitude e onde muita coisa  terá de se  ir ajustando nas escolas, não só ao nível das mentalidades como também ao nível da organização escolar, dos horários dos docentes, das práticas docentes, da formação docente, do número de alunos por turma, número de turmas por professor, da valorização da profissão docente, da renovação do corpo docente, etc...
Mas abstraindo - me de todos esses constrangimentos, como realizar atividades pedagógico - didáticas, em contexto escolar que respondam à questão  acima transcrita? 
Ideias de Projeto:  Os docentes das disciplinas ou o conselho de turma  em articulação e colaboração, podem apresentar  mensalmente/ trimestralmente, aos alunos, situações problemáticas e/ou dilemáticas (plasmadas do quotidiano, de situações ocorridas no país ou em diversos países do mundo)  que os mesmos têm de resolver/ equacionar de forma crítica e criativa,  mobilizando saberes, competências orientadas para a ação onde revelem capacidades cognitivas e psicomotoras, atitudes associadas a habilidades sociais e organizacionais e valores éticos.
 
1.4. Implicações do Perfil do aluno nas práticas Pedagógicas

Luz Câmara Pestana
12m
1.4. Implicações do Perfil do aluno nas práticas Pedagógicas


  Abordar os conteúdos de cada área do saber associando-os a situações e problemas presentes no quotidiano da vida do aluno ou presentes no meio sociocultural e geográfico em que se insere, recorrendo a materiais e recursos diversificados;

  Organizar o ensino prevendo a experimentação de técnicas, instrumentos e formas de trabalho diversificados, promovendo intencionalmente, na sala de aula ou fora dela, atividades de observação, questionamento da realidade e integração de saberes;

  Organizar e desenvolver atividades cooperativas de aprendizagem, orientadas para a integração e troca de saberes, a tomada de consciência de si, dos outros e do meio e a realização de projetos intra ou extraescolares;

  Organizar o ensino prevendo a utilização crítica de fontes de informação diversas e das tecnologias da informação e comunicação;

  Promover de modo sistemático e intencional, na sala de aula e fora dela, atividades que permitam ao aluno fazer escolhas, confrontar pontos de vista, resolver problemas e tomar decisões com base em valores;

  Criar na escola espaços e tempos para que os alunos intervenham livre e responsavelmente;

  Valorizar, na avaliação das aprendizagens do aluno, o trabalho de livre iniciativa, incentivando a intervenção positiva no meio escolar e na comunidade.
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11m
Global_competency_for_an_inclusive_world.pdf
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         <pubDate>2018-02-03 08:43:34 UTC</pubDate>
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         <title>  Custom Maps - ZeeMapsMOOC- AFChttps://www.zeemaps.com/map?group=2778838</title>
         <author>luzcamara_pestana</author>
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         <pubDate>2018-02-03 09:22:19 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 2  2.6. Tarefa e 1.ª revisão por pares: Construção de um Mapa de Ideias</title>
         <author>luzcamara_pestana</author>
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         <description><![CDATA[<div>1ª Tarefa de revisão por pares <a href="https://padlet.com/luzcamara_pestana/k7cskzhbeyr9">&nbsp;Mapa de Ideias _mluz_Mooc_DGE.pptx://padlet.com/luzcamara_pestana/k7cskzhbeyr9</a><br>luzcamara.pestana@gmail.com</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-17 20:37:06 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 3 - 3.2 Desenvolvimento do planeamento curricular</title>
         <author>luzcamara_pestana</author>
         <link>https://padlet.com/luzcamara_pestana/k7cskzhbeyr9/wish/234404829</link>
         <description><![CDATA[<div>A promoção de um ensino de qualidade pressupõe a <strong>realização de aprendizagens efetivas e significativas</strong> por parte dos alunos, alicerçadas em sólidos conhecimentos, mobilizados em situações concretas, que potenciem o desenvolvimento de <strong>competências de nível elevado</strong>, essenciais para lidar com a complexidade do mundo atual.<br>Para cumprir o desafio de promover aprendizagens de qualidade indutoras do desenvolvimento de competências de nível mais elevado, as medidas de política educativa consignadas no <a href="https://dre.pt/application/conteudo/107636120">Despacho n.º 5908/2017, de 5 de julho</a>, assumem a <strong>centralidade das escolas, dos professores e dos alunos</strong>, como ponto de partida para a <strong>gestão do currículo de forma flexível e contextualizada</strong>.</div><div>Os princípios do Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular <strong>conferem  às escolas a possibilidade de participarem no desenvolvimento curricular</strong>, numa perspetiva de <strong>coautoria curricular. Isso Implica:</strong></div><ol><li><strong>Definir prioridades na apropriação contextualizada do currículo;</strong></li><li><strong> Assumir a diversidade para encontrar soluções que se adequem ao respetivo projeto educativo;</strong></li></ol><div><br></div><div><br></div><div>A autonomia das escolas  de acordo com esta perspetiva, baseia - se  na </div><div><strong>confiança depositada em cada escola</strong> para assumir a responsabilidade inerente à prestação de um <strong>serviço público de educação de qualidade</strong>, definindo as medidas mais adequadas à sua realidade, devidamente balizadas pelo quadro legal em vigor.</div><div>Este serviço público de educação de qualidade terá de garantir a apropriação, pelos alunos, de um <strong>conjunto sólido de conhecimentos, capacidades, atitudes e valores</strong>, de modo a que todos os estudantes, no final dos 12 anos de escolaridade, alcancem o perfil definido no documento “Perfil dos Alunos à saída da escolaridade obrigatória”.</div><div>                           <strong> Os professores como gestores do currículo<br></strong><br></div><div>O planeamento curricular assume um papel decisivo no âmbito do Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular, tendo em conta a necessidade de adequar e contextualizar o currículo de acordo com o projeto educativo da escola e as caraterísticas dos alunos.<br>A gestão contextualizada do currículo constitui-se: </div><ol><li> Na <strong>necessidade de respeitar as especificidades cognitivas e culturais dos alunos</strong>, de modo a garantir o modelo democrático de uma escola para todos.</li><li>Na  <strong>necessidade de valorizar os objetos do saber como objetos de gestão curricular </strong>nomeadamente no que se refere aos processos de apropriação dos conhecimentos, dos instrumentos para o desenvolver e das atitudes associadas a estes procedimentos.</li><li><strong>Na responsabilidade pedagógica dos professores </strong>pela <strong>definição de projetos curriculares e criação de condições educativas para que os seus alunos construam significados sobre aquilo que aprendem.</strong></li></ol><div>A abordagem que preconiza o papel dos professores enquanto gestores curriculares implica que estes valorizem a dimensão epistemológica desse papel. Esta perspetiva implica três vertentes, com níveis de abrangência progressivamente mais exigentes.<a href="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/199414148/abb566eed4123abfd28e3b161c722ea9/M03_esq_02.png">https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/199414148/abb566eed4123abfd28e3b161c722ea9/M03_esq_02.png</a></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-22 18:33:56 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 3 -  3.1 Opções Curriculares</title>
         <author>luzcamara_pestana</author>
         <link>https://padlet.com/luzcamara_pestana/k7cskzhbeyr9/wish/234406632</link>
         <description><![CDATA[<div>A operacionalização do <a href="http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdf"><em>Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória</em></a> nas escolas implica:</div><ul><li><strong>Intencionalidade e ação educativa que permita o desenvolvimento das áreas de competências consignadas no referido documento.</strong></li><li><strong>As Escolas, professores e alunos, são o&nbsp; ponto de partida para a gestão do currículo de forma flexível e contextualizada, numa perspetiva de coautoria curricular.</strong>(<a href="https://dre.pt/home/-/dre/107636120/details/2/maximized?serie=II&amp;parte_filter=31&amp;dreId=107636088">Despacho n.º5908/2017, de 5 de julho</a>) <br><br></li><li><strong>As&nbsp; opções curriculares conferidas às escolas são as seguintes: </strong><br><br>a) Combinação parcial ou total de disciplinas;<br>b) Alternância, ao longo do ano letivo, de períodos de funcionamento disciplinar com períodos de funcionamento multidisciplinar, em trabalho colaborativo;<br>c) Desenvolvimento de trabalho prático ou experimental com recurso a desdobramento de turmas ou outra organização;<br>d) Integração de projetos desenvolvidos na escola em blocos que se inscrevem no horário semanal, de forma rotativa ou outra adequada;<br>e) Redistribuição da carga horária das disciplinas das matrizes curriculares -base, promovendo tempos de trabalho de projeto interdisciplinar, com partilha de horário entre diferentes disciplinas;<br>f) Organização do funcionamento das disciplinas de um modo trimestral ou semestral, ou outra organização;<br>g) Criação de disciplinas, de espaços ou de tempos de trabalho para o desenvolvimento de componentes de currículo local, entre outras, com contributo interdisciplinar.</li></ul><div>Luz Câmara Pestana<br>1m<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-22 18:36:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luzcamara_pestana</author>
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         <pubDate>2018-02-22 19:01:54 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 3 - 3.3 Matrizes Curriculares</title>
         <author>luzcamara_pestana</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>No âmbito da Autonomia e Flexibilidade Curricular, as escolas podem gerir até 25 % da carga horária semanal inscrita nas matrizes curriculares-base, por ano de escolaridade. No caso dos Cursos de Educação e Formação de jovens (CEF) e dos cursos profissionais, mantem-se a mesma percentagem relativamente à carga horária do ciclo de formação.Não colocando em causa a existência das áreas disciplinares e disciplinas previstas nas matrizes curriculares-base, é possível criar, tendo em conta o contexto educativo de cada escola:  Domínios de Autonomia Curricular (DAC);  Novas disciplinas.As novas disciplinas, criadas pela escola no tempo de trabalho destinado à Oferta Complementar, apresentam identidade e documentos curriculares próprios.O planeamento curricular, ao nível de cada escola e de cada turma, concretiza os pressupostos do respetivo Projeto Educativo, constituindo, assim, uma apropriação contextualizada do currículo. Este planeamento curricular concretiza-se através dos seguintes documentos:  Projeto Educativo da Escola;  Plano Curricular de Turma;Outros instrumentos de planeamento curricular, designadamente Planos Curriculares de Ano de Escolaridade, a gerir pela equipa educativa responsável pelas aprendizagens a desenvolver pelos alunos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-25 10:03:29 UTC</pubDate>
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         <title>O Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular confere às escolas a possibilidade de participarem no desenvolvimento curricular, numa perspetiva de coautoria curricular. </title>
         <author>luzcamara_pestana</author>
         <link>https://padlet.com/luzcamara_pestana/k7cskzhbeyr9/wish/235069994</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-25 10:23:46 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tarefa 4.3 Relato de uma Prática de Diferenciação Pedagógica - Projeto Fénix ( Português, 2º ciclo)</title>
         <author>luzcamara_pestana</author>
         <link>https://padlet.com/luzcamara_pestana/k7cskzhbeyr9/wish/239062600</link>
         <description><![CDATA[<div>   <strong>Destinatários</strong> <br>Alunos do 2º ciclo do eixo I , de baixo rendimento escolar (BRE) tanto do quinto como do sexto ano que apresentam dificuldades nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática, com ritmos mais lentos de aprendizagem, necessitando de apoio e outra qualidade de tempo para atingirem os conhecimentos esperados para o seu ano de escolaridade.</div><div>     <strong>Objetivos do Projeto</strong></div><ol><li>Diminuir a taxa de retenção dos alunos;</li><li> Prevenir o abandono e o absentismo escolar;</li><li> Melhorar o sucesso escolar;</li><li> Investir nas aprendizagens ao longo da escolaridade obrigatória;</li><li> Promover o potencial máximo de cada aluno, considerando os diferentes ritmos de aprendizagem, criando grupos de menor dimensão (ninhos);</li><li> Desenvolver dinâmicas de ensino e de aprendizagem diversificadas e personalizadas. </li></ol><div>       <strong>Vantagens do Projeto</strong></div><ul><li>Possibilidade de agrupar alunos por níveis de proficiência;</li><li>Adoção de práticas de ensino personalizadas através da redução do número de alunos por turma;</li><li>Promoção de uma cultura de sucesso com reflexos na autoestima e na  motivação para a aprendizagem;</li><li> Redução dos níveis de indisciplina pelo maior envolvimento dos alunos;</li><li> Indução de práticas de trabalho colaborativo e cooperativo, privilegiando a</li></ul><div>reflexão conjunta, e a partilha de experiências, materiais, etc.</div><ul><li>Rentabilização dos recursos disponíveis às disciplinas a priorizar.</li></ul><div>  <strong> O Diagnóstico Inicial<br></strong>Após diagnóstico inicial realizado pela docente da turma Fénix, são </div><div>propostos para integrar os grupos “Ninho” em cada período  período, os alunos que precisam de apoio mais intensivo/específico/individualizado, sendo a sua</div><div>permanência no "Ninho" constantemente reavaliada pelos docentes da</div><div>disciplina intervencionada. Na sua maioria, os alunos dos grupos " Ninho", apresentam dificuldades em ler textos com entoação, articulação e velocidade de leitura adequadas, em detetar e distinguir num texto, informação relevante organizar a informação segundo a tipologia de textos, retirar conclusões, fazer inferências.</div><div>Ao nível da estrutura da língua, têm dificuldade em respeitar regras básicas</div><div>de ortografia, acentuação e pontuação e em usar adequadamente sinais</div><div>de pontuação.</div><div>Revelam graves dificuldades em cumprir instruções na produção escrita de</div><div>diferentes tipos de textos integrando os tópicos dados para a sua</div><div>elaboração e em apresentar informação clara organizando o seu texto de</div><div>forma lógica e coerente. O repertório vocabular é bastante reduzido e</div><div>rudimentar.<br><strong>Práticas de Diferenciação Pedagógica</strong></div><div>A organização do processo de ensino e de aprendizagem, nestas turmas,</div><div>implica necessariamente por parte das docentes, um exigente trabalho</div><div>cooperativo e colaborativo de planificação, adaptação constante dos materiais e das estratégias a implementar, articulação dos conteúdos, avaliação dos</div><div>resultados e sua reorientação, a par de um apoio personalizado aos alunos</div><div>do grupo “Ninho”, em contexto sala de aula.</div><div>O grupo disciplinar de português do 2º ciclo, as professoras das turmas mãe e dos grupos " Ninho" reunem semanalmente para planificar e avaliar as  estratégias de sucesso e de recuperação implementadas quer a nível de conteúdos quer dos procesos.<br>O grupo, seleciona periodicamente textos e materiais diversificados que se apresentam em diferentes formatos ( textos audio, vídeos, Power Points, manual digital, etc) que vão de encontro aos interesses dos alunos procurando diferenciar processos de apresentação e de exploração, tendo em conta os conhecimentos prévios dos alunos, o seu estilo de aprendizagem e os seus interesses. <br>Destaca - se ainda uma gestão flexível dos recursos humanos e físicos, gestão flexível do tempo (essencial num Projeto que aposta em ritmos de aprendizagem diferenciados), gestão flexível dos grupos-turma, gestão flexível do currículo, articulação entre diretores de turma Fénix e técnicos socioeducativos, enfoque na Leitura, adequação de critérios e de conteúdos, testes de avaliação diferenciados e rentabilização das aulas de apoio.</div><div> O grupo disciplinar e os professores do projeto analisam periodicamente os resultados obtidos pelos alunos dos grupos “Ninho”, debatendo  em conjunto a sua proposta de avaliação,  tendo em conta os princípios funcionais do Projeto: o da homogeneidade relativa,  o do sucesso plural e o da flexibilidade da organização escolar, currículo e recursos.<br><strong>Balanço Final</strong><br>Em relação às turmas abrangidas pelo Projeto os progressos</div><div>revelados pelos alunos no processo de ensino – aprendizagem revelam - se promissores apesar das suas dificuldades de aprendizagem alguma falta</div><div>de empenho e de maturidade bem como baixa capacidade de resiliência.<br>Apesar destes constrangimentos os alunos revelam um maior envolvimento nas atividades e tarefas propostas, realizam um trabalho mais cooperativo e colaborativo, têm uma relação mais próxima com o professor e com os seus pares, o que melhora a sua autoestima e autoconhecimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-07 10:16:35 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 4 | Grelha de planificação de projeto curricular transversal no âmbito de um DACTema do projeto: “Ser Cidadão em Cascais, passado, presente e futuro...”  </title>
         <author>luzcamara_pestana</author>
         <link>https://padlet.com/luzcamara_pestana/k7cskzhbeyr9/wish/245073028</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Ano de escolaridade / turma(s</strong>): alunos do 7º ciclo de escolaridade</div><div><strong>Disciplinas envolvidas:</strong> Conselho de Turma</div><div><strong><em>Professores responsáveis:</em></strong> Todos os envolvidos. O DT pode ser o Coordenador do Projeto</div><div><strong>Objetivos de aprendizagem</strong><em><br></em>  Promover a formação integral do aluno enquanto cidadão crítico, criativo, interveniente e civicamente responsável; Desenvolver estratégias de sensibilização e aumentar o conhecimento dos alunos para o que constitui a memória coletiva da comunidade onde se inserem; Reconhecer a importância do Património Histórico, Literário, Cultural  e Artístico de Cascais e a sua ligação entre as diversas áreas de estudo.Promover a integração e articulação da componente curricular das disciplinas envolvidas com projetos municipais de educação e com o projeto educativo da escola;Intensificar a utilização dos recursos culturais e artísticos do concelho (bibliotecas, serviços educativos dos museus, teatros, academias, etc.); Participar em atividades no âmbito de componentes curriculares de base local; Incentivar parcerias e formas de colaboração com associações, artistas e organizações locais capazes de contribuir para a formação integral dos  alunos; Motivar para a  responsabilização e a participação ativa dos alunos na gestão dos processos educativos; Reconhecer o património cultural como fonte de identidade;</div><div> </div><div><strong><em>Intervenientes<br></em></strong>Alunos, professores do conselho de turma, direção, comunidade educativa, técnicos dos diferentes equipamentos da autarquia, serviços educativos dos museus, teatros, academias, organizações e artistas locais, pais e Encarregados de Educação, etc.  <em> </em></div><div><em>Recursos necessários<br></em><strong>Humanos: </strong>Alunos, Pais e Encarregados de Educação, técnicos dos serviços educativos municipais e outros,  equipa de professores e técnicos socioeducativos de natureza multidisciplinar altamente <strong><em>motivada e treinada</em></strong> nesta nova abordagem mais focada na aprendizagem do que na avaliação que funcione de forma colaborativa e cooperativa e saiba gerir flexivelmente o currículo e os recursos materiais e humanos. <strong>Materiais:</strong> Equipamentos municipais, salas de aula, computadores, quadros interativos, materiais para utilização gráfica, aparelhagem de som, vídeo, expositores, biblioteca, CRE, recursos multimédia, sala dos alunos, etc.</div><div><strong><em>Conteúdos a trabalhar por disciplina<br></em></strong><strong>Cidadania: </strong>Direitos humanos; Educação ambiental/desenvolvimento sustentável; Educação rodoviária; Educação financeira; Educação do consumidor; Educação para o empreendedorismo; Educação para a igualdade de género; Educação intercultural; Educação para o desenvolvimento; Educação para a defesa e a segurança; Voluntariado; educação para os media; <strong>Português</strong> <strong>Conteúdos nos domínios da Oralidade, Leitura, Escrita, Educação Literária e Gramática, com especial incidência nos seguintes aspetos:</strong> Interação discursiva e regras de interação; Intencionalidade comunicativa; Manifestação de ideias e pontos de vista; Apresentação de propostas e soluções; Pesquisa de informação pertinente com recurso a suportes tecnológicos; Registo, organização e tratamento da informação; Registo de notas, tópicos, ideias‐chave;<br>Princípios do trabalho intelectual (identificação de fontes); Expressão de conhecimentos: resposta a questões e a instruções de trabalho; Leitura e Interpretação de textos diversos; Distinção entre tema e assunto; Distinção entre informação essencial e acessória; Deduções e inferências; Identificação de valores culturais e recursos expressivos; Elaboração de  sínteses e  resumo de ideias; Leitura expressiva: individual ou em grupo; Recitação; dramatização Produção escrita de um texto dramático e/ou guião cinematográfico sobre o tema; Planificação, textualização e revisão; <br><strong>História de Portugal</strong> <br>Conhecer e compreender os principais aspetos da cultura do século XIX e a sua influência em Cascais; Relacionar a industrialização com o reforço da capacidade de intervenção da ciência e da tecnologia no quotidiano das populações; Indicar as principais características do impressionismo; Indicar as principais características do romantismo; Apontar as principais características do realismo, relacionando este movimento estético com a afirmação das classes médias, com a crítica das condições de trabalho e de vida das classes populares; Referir os obstáculos à modernização portuguesa na primeira metade do século XIX; Conhecer e compreender a evolução demográfica e urbana no século XIX. Sublinhar o crescimento das cidades e da população urbana. Relacionar o crescimento das cidades e da população urbana com as transformações demográficas e económicas do século XIX; Referir processos de transformação do espaço urbano, sublinhando a crescente importância do urbanismo neste contexto, nomeadamente na transformação de Cascais de vila piscatória e estância balnear das elites e da corte; Conhecer e compreender o processo de afirmação da burguesia e crescimento das classes médias; Descrever as características fundamentais da burguesia (comercial e financeira, industrial e agrícola) no século XIX; Identificar os processos de fusão entre a burguesia emergente e parcelas significativas das elites tradicionais; Descrever o processo de ampliação, melhoria da qualificação e reforço da qualidade de vida/autonomia de profissionais liberais, funcionários públicos e funcionários do sector privado; Caracterizar os comportamentos das classes médias como sendo tendencialmente mais próximos dos da burguesia do que dos das classes populares; Descrever as condições-tipo de vida das classes sociais do séc.XIX; <strong>Educação Visual</strong> <br>1.Design Bidimensional  2.Fundamentos da Cor e História da Escrita. 3.Estudo da anatomia da letra. 4. Fisiologia da Visão e mecanismo da visão e da cor. 5. Características e Perceção da Cor. 6. Estudo das condições de legibilidade e expressividade de letras e texto.7 .Sistemas de representação da cor. 8. Interação, Psicologia e Simbologia da Cor 9.Desenho de Observação | Teórico-Prática (TP) 10.A linha como meio abstrato. 11.Desenho de Comunicação Visual 12.A mancha como marca gráfica abstrata. Forma bidimensional. Ilustração de textos. </div><div><strong><em>Fases de execução do projeto<br></em></strong><strong>Metodologia do trabalho de projeto: Diagnóstico</strong>: Identificação e formulação do problema : “ Ser cidadão em Cascais... passado, presente e futuro”. <strong>Pesquisa e recolha de informação</strong>: - Pesquisa e recolha de informação, aplicação de inquéritos, observação participante e não participante, elaboração de um diário de aprendizagem e de um diário gráfico, análise e síntese de conclusões. <strong>Apresentação, globalização e avaliação final do produto</strong>: Esta perspetiva irá permitir aos alunos e professores envolvidos praticar um trabalho colaborativo, humanizar e socializar os saberes indo de encontro à resolução de problemas e respondendo a questões pertinentes sobre a realidade da vida. </div><div><em>Ações / atividades a desenvolver Ações / Atividades</em> <em>(identificação e breve descritivo)</em> | <em>Objetivos transversais às diferentes disciplinas</em> <em>(por ação / atividade)</em><br> Visitas de estudo ao património histórico do Concelho de Cascais; Visitas de Estudo ao Património Natural do Concelho de Cascais; Visita de Estudos à Biblioteca e arquivo Histórico de Cascais ( Casa Sommer); Visita de estudo ao Clube naval de Cascais, Marina de Cascais, etc.<br>Entrevistas a diversas individualidades que se distingam na prática desportiva, cultural, artística, política, etc Inquéritos à população de cascais ( amostragem ) para identificação dos problemas mais prementes do concelho. Participação no Orçamento Participativo da CMC. Dinamização de ações na escola; Intercâmbios; Ações solidárias que revertam a favor de instituições de Solidariedade Social ou IPSS. Elaboração de trabalhos sobre Cascais: O Passado, o Presente e o Futuro; Elaboração de trabalhos sobre Cascais:<br> - As origens da vila piscatória; - Cascais, vila da corte; - Cascais, local de exílio - Cascais e os espiões; - Cascais e o Desporto; etc.Praticar competências sociais como a comunicação, trabalho de grupo, gestão de conflitos, tomada de decisões e avaliação de processos; aprender fazendo ao ligar a teoria à prática de forma integrada e ao praticar interdisciplinaridade; realizar aprendizagens e desenvolver capacidades de integração de novas experiências conducentes a mudanças concetuais alternativas; v  construir o saber de uma forma interativa, dinâmica, com autonomia e responsabilidade; adquirir atitudes investigativas como observar e refletir; criar hábitos de trabalho, aprender a planificar e a gerir o tempo e os imprevistos; aprender a ser mais solidários, a ter opiniões, a ser mais imaginativo, a criticar, a estar mais atento ao quadro que o rodeia; v  alargar o espaço escolar e criar novos horizontes; experimentar o processo colaborativo da resolução de problemas e de desenvolvimento de competências e saberes, partindo das situações e dos recursos existentes; Refletir na e sobre a ação. </div><div><em>Cronograma de atividades<br></em>Atividades (designação) | Data de execução | Dinamizadores | <em>Outputs<br></em>Visitas de estudo ao património histórico do Concelho de Cascais; Visitas de Estudo ao Património Natural do Concelho de Cascais; Visita de Estudos à Biblioteca e arquivo Histórico de Cascais (Casa Sommer) Entrevistas a diversas individualidades que se distingam na prática desportiva, cultural, artística, política, (entrevista ao Presidente da República) etc. Inquéritos à população de cascais (por amostragem) para identificação dos problemas mais prementes do concelho. Participação no Orçamento Participativo da CMC. Dinamização de ações na escola; Intercâmbios com outras escolas; Ações solidárias que revertam a favor de instituições de Solidariedade Social ou IPSS. Elaboração de trabalhos sobre Cascais: O Passado, o Presente e o Futuro:<br> - As origens da vila piscatória; - Cascais, vila da corte; - Cascais, local de exílio - Cascais e os espiões; - Cascais e o Desporto; Dramatização/ guião Filme Mercado da vila (recriação) |    1º Período             2º Período     3º Período |  Profs de Port/HGP/Cidadania/EVT/TIC   Técnicos dos Serviços educativos da CMC  Instituições do Concelho: Lares de 3ª idade, creches, academias de música, associações desportivas, clube futebol Estoril Praia, Bombeiros Voluntários, etc.  Parceiros Estratégicos Outros... |  Diários de aprendizagem;  Diários gráficos;  Diários em vídeo;  Exposição de trabalhos;  Sarau literário;  Recriações históricas;  Dramatizações  Pequeno filme/documentário;    </div><div><em>Produto final a apresentar no âmbito do projeto<br></em> - Produção de uma peça de teatro / guião cinematográfico escrito  realizado e interpretado  pelos alunos, com cenários e figurinos elaborados pelos mesmos , subordinada ao tema  “ Ser cidadão, em Cascais...passado, presente e futuro) ...” ou/ filme documentário sobre o mesmo tema ( guião escrito pelos alunos). - Recriação do mercado de Cascais, na escola com diversas atividades e aberto à comunidade; - Elaboração de um livro de contos sobre as gentes de Cascais, histórias do quotidiano; - Exposição de fotografia;  - Exposição de desenhos e de trabalhos dos alunos;</div><div><em>Estratégias de monitorização / avaliação das aprendizagens<br></em> - Observação direta;  - Produção Oral; - Produção Escrita; Portefólio; - Pesquisa documental; - Entrevistas; -Diário de aprendizagem; - Diário gráfico; - Exposições de trabalhos; - Documentário/ Filme vídeo; - Dramatizações, recriações históricas;</div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 15:49:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tarefa 5.2 - Reflexão sobre  critérios de avaliação </title>
         <author>luzcamara_pestana</author>
         <link>https://padlet.com/luzcamara_pestana/k7cskzhbeyr9/wish/251924583</link>
         <description><![CDATA[<div>A definição de critérios de avaliação tem evoluído muito ao longo dos tempos e historicamente passou por várias fases, conceitos, procedimentos, e abordagens. <br>Na <strong>tarefa 5.2 </strong>ao refletir na citação de Alonso, ( 2002) “avaliar implica compreender e determinar o valor e a qualidade dos processos formativos a partir da recolha, análise e interpretação de dados relevantes, com base em critérios explícitos e partilhados que funcionam como referencial para a emissão dos juízos de valor e para a tomada de decisões", compreende - se que do ponto de vista do autor a avaliação educativa é por natureza <em>qualitativa e interpretativa", </em>o que exige considerar simultaneamente “os <em>problemas éticos </em>e os <em>problemas técnicos </em>intrínsecos às decisões sobre o currículo, incluindo a avaliação.&nbsp;</div><div>Esta conceção assente em princípios éticos, epistemológicos e teóricos coloca o enfoque da avaliação numa perspetiva&nbsp; “qualitativa” ao&nbsp; reconhecer&nbsp; que que os testes de avaliação padronizados não oferecem toda informação necessária para compreender o que os professores ensinam e o que os alunos aprendem. Esta conceção qualitativa da avaliação requer uma mudança de orientação e de polaridade. Em vez da ênfase nos produtos passa a dar – se&nbsp; ênfase ao processo por se entender que no espaço educativo os processos são mais relevantes que os produtos.</div><div>Em Portugal, e de acordo com o <strong>Despacho normativo nº1- F /2016,</strong> foi o&nbsp; Decreto -Lei n.º 17/2016, de 4 de abril, que procedeu&nbsp; à terceira alteração ao Decreto -Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, redefinindo&nbsp; os princípios orientadores da avaliação das aprendizagens, afirmando a <strong><em>dimensão eminentemente formativa da avaliação,</em></strong> que se quer integrada e indutora de melhorias no ensino e na aprendizagem.</div><div>Assim, e em consonância com os pressupostos de que as dinâmicas de avaliação visam, em primeiro lugar, a melhoria das aprendizagens “ <em>a avaliação contínua deve ser o instrumento por excelência da avaliação interna complementarizando– se a informação interna, recolhida sistematicamente na escola com&nbsp; os dados nacionais gerados por instrumentos de avaliação externa adequados às finalidades de apoio à aprendizagem</em>” tendo como principal objetivo a melhoria da qualidade das aprendizagens e a promoção do sucesso educativo.</div><div>Embora este tipo de avaliação predominantemente formativa pretenda ultrapassar a avaliação quantitativa por entender que no espaço educativo os processos são mais relevantes que os produtos importa salientar que&nbsp; tradição científica sempre privilegiou o tratamento mensurado da realidade e que esta transição nem sempre poderá vir a ser fácil de realizar&nbsp; e na minha opinião ainda irá&nbsp; (co) existir durante algum tempo um “ décalage”, entre a teoria e a prática, tendo em conta que a maioria dos professores foram formados ao longo de muitos anos noutros modelos teóricos e ainda pode demorar algum tempo às escolas conseguir pôr em prática estas mudanças.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-15 19:22:04 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5.2 - Reflexão sobre critérios de avaliação ( mural 6)</title>
         <author>luzcamara_pestana</author>
         <link>https://padlet.com/luzcamara_pestana/k7cskzhbeyr9/wish/251926984</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-15 19:41:30 UTC</pubDate>
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         <title>5.3. Diversificar e adequar técnicas e instrumentos de avaliação</title>
         <author>luzcamara_pestana</author>
         <link>https://padlet.com/luzcamara_pestana/k7cskzhbeyr9/wish/251931218</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-15 20:14:57 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 5.4 – Avaliação em DAC</title>
         <author>luzcamara_pestana</author>
         <link>https://padlet.com/luzcamara_pestana/k7cskzhbeyr9/wish/251946947</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-15 22:54:03 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 6.6 - Planificação de uma atividade</title>
         <author>luzcamara_pestana</author>
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         <description><![CDATA[<div>Tema 2 _ Objetivos de desenvolvimento sustentável</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-15 23:24:49 UTC</pubDate>
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         <title>6.4. Cidadania e Desenvolvimento como componentedo Currículo dos ensinos básico e secundário</title>
         <author>luzcamara_pestana</author>
         <link>https://padlet.com/luzcamara_pestana/k7cskzhbeyr9/wish/251950288</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>O recente relatório da Comissão Europeia acerca da Educação para a Cidadania nas Escolas na Europa<a href="http://edx.dge.mec.pt/courses/course-v1:DGE+PAFC+PAFC/courseware/96c947013e0a4519b08c6f794a4b7e56/3e8bd59add054f1f908f9feca28c1af1/#_ftn1"><sup>1</sup></a> defende que esta componente “envolve não apenas o ensino e a aprendizagem de tópicos relevantes na sala de aula, mas também as experiências práticas adquiridas através de atividades na escola e na comunidade, que são desenhadas para preparar os alunos para o seu papel enquanto cidadãos” (Eurydice, 2017:9). <br> Procurando dar resposta ao desafio de promover os valores comuns de Cidadania focados na Liberdade, Tolerância e Não-Discriminação, através da Educação<a href="http://edx.dge.mec.pt/courses/course-v1:DGE+PAFC+PAFC/courseware/96c947013e0a4519b08c6f794a4b7e56/3e8bd59add054f1f908f9feca28c1af1/#_ftn2"><sup>2</sup></a>, a ENEC propõe que se integre a componente do currículo de Cidadania e Desenvolvimento em todas as ofertas educativas e formativas da escolaridade obrigatória, segundo três abordagens complementares:<br>Natureza transdisciplinar no 1.º ciclo do ensino básico, dado o carácter globalizante do ensino neste ciclo;<br><br>Disciplina autónoma nos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico que pode funcionar numa organização semestral, anual ou outra;<figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:717,&quot;url&quot;:&quot;http://edx.dge.mec.pt/asset-v1:DGE+PAFC+PAFC+type@asset+block/imagem_6_2.png&quot;,&quot;width&quot;:1274}" data-trix-content-type="image"><img src="http://edx.dge.mec.pt/asset-v1:DGE+PAFC+PAFC+type@asset+block/imagem_6_2.png" width="1274" height="717"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure>Componente transversal do currículo do ensino secundário (Cursos Científico-Humanísticos, Artísticos especializados e Profissionais) e dos Cursos de Educação e Formação, com contributo de todas as disciplinas e componentes de formação.</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-15 23:29:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luzcamara_pestana</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-15 23:31:38 UTC</pubDate>
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