<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Ad1 TEE by Isabela Campos</title>
      <link>https://padlet.com/13elinha/k6ezvv8d09gs6e52</link>
      <description>Mural com referências das aulas da plataforma. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-28 20:59:13 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2021-07-04 06:14:01 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f469-1f4bb.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>Inteligência </title>
         <author>13elinha</author>
         <link>https://padlet.com/13elinha/k6ezvv8d09gs6e52/wish/1362044970</link>
         <description><![CDATA[<div>Deﬁnição inteligência a partir de quatro renomados teóricos:&nbsp;</div><div>Capacidade do organismo para se adaptar convenientemente a situações novas (STERN, 1914).</div><div>Conjunto de processos de pensamento que constituem a adaptação mental (BINET, 1916).</div><div>Propriedade de combinar de outro modo as normas de condutas, para poder atuar melhor em situações novas (Walls, 1917).</div><div>Capacidade agrupada ou global para agir intencionalmente, para pensar racionalmente, para lidar de modo eﬁcaz com o meio ambiente (WECHSLER, 1958).</div><div>A inteligência parece quase sempre estar relacionada à nossa esperteza ou à forma rápida com que damos soluções às diﬁculdades apresentadas no dia-a-dia ou, ainda, à nossa habilidade para avaliar as situações novas e nos adaptarmos a elas. Também podemos relacionar a inteligência à nossa capacidade de aprender com erros e acertos do passado.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-28 21:14:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/13elinha/k6ezvv8d09gs6e52/wish/1362044970</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Desenvolvimento</title>
         <author>13elinha</author>
         <link>https://padlet.com/13elinha/k6ezvv8d09gs6e52/wish/1362048045</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Podemos entender desenvolvimento como o conjunto de processos de transformações que ocorrem ao longo da vida de um indivíduo. O ciclo de vida de um indivíduo é normalmente dividido em quatro grandes tópicos: infância, adolescência, idade adulta e velhice.</div><div><br></div><div>A infância e a adolescência não tiveram sempre, ao longo da história, a mesma importância que atualmente. Crianças e adolescentes são “inventos” socioculturais relativamente recentes. Até o ﬁnal do século XIX não havia uma consideração especial aos seres humanos menores.</div><div>Nos séculos XVII e XVIII, com movimentos culturais e religiosos como o Iluminismo e o Protestantismo, é que se deu o descobrimento da infância como um período diferente da idade adulta e que merecia atenção, tratamento e cuidados também diferenciados.</div><div>A adolescência é principalmente um produto do século passado.</div><div><br><br></div><div>Períodos da vida: Periodização</div><div>A vida humana tem sido dividida. Etapas universais e associadas a características comuns a todas as pessoas. A infância, tida como uma época em que ocorrem experiências com efeito determinante sobre o desenvolvimento posterior; a adolescência, como um período de mudanças drásticas e turbulentas; a idade adulta, como um período de ausência de mudanças importantes e um momento de estabilidade. A velhice, o último dos períodos, é marcada pela diminuição da produtividade e deterioração dos processos psicológicos.</div><div>A ênfase, quando é dada aos processos de origem biológica, na busca de universalidade, não leva em conta os aspectos da história cultural e individual dos sujeitos.</div><div>Atualmente, discute-se a questão da periodização do desenvolvimento nas teorias psicológicas e se propõe uma reﬂexão sobre esse processo, os fatores que o constituem, a necessidade de se deﬁnirem etapas de desenvolvimento e a universalização ou não dessas etapas.</div><div>Quando nos referimos ao desenvolvimento como um conjunto de transformações, esses processos estão relacionados a três fatores descritos por Palacios (1995):</div><div>1. Etapa da vida em que a pessoa se encontra;</div><div>2. Circunstâncias culturais, históricas e sociais nas quais sua existência transcorre;</div><div>3. Experiências particulares privadas a cada um e não-generalizáveis a outras pessoas.</div><div>Para o autor, enquanto o primeiro fator introduz uma certa homogeneidade entre todos os seres humanos que se encontram em uma mesma etapa (os adultos, por exemplo), o segundo introduz a homogeneidade a todos que vivem em uma mesma cultura, no mesmo momento histórico e dentro do mesmo grupo social e o terceiro fator introduz fatores idiossincráticos que fazem com que o desenvolvimento psicológico, apesar de ser semelhante entre as pessoas, seja um fenômeno que não ocorre da mesma maneira entre dois indivíduos diferentes.</div><div>As transformações mais relevantes para a constituição do desenvolvimento tipicamente humano não estão na biologia do indivíduo, mas na psicologia do sujeito.</div><div>O desenvolvimento “absolutamente singular” em que existe sempre uma combinação de fatores psicológicos, históricos e sociais impossível de ser repetida exatamente da mesma forma.</div><div>Hoje sabe-se que o cérebro muda durante a vida e que essa mudança é benéﬁca.</div><div>Entende-se que o psiquismo humano tem uma plasticidade que permite, na maioria das vezes, em situações mais propícias, superar ou minimizar histórias de condições difíceis e/ou adversas.</div><div>Entende-se por plasticidade cerebral a capacidade de o sistema nervoso alterar o funcionamento motor e perceptivo baseado nas mudanças do ambiente, através da conexão e (re)conexão das sinapses nervosas, organizando e (re)organizando as informações dos estímulos motores e sensitivos.</div><div>O conhecimento está centrado no sentido de que há momentos muito adequados para a realização de determinadas aquisições.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-28 21:16:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/13elinha/k6ezvv8d09gs6e52/wish/1362048045</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Funções psicológicas superiores </title>
         <author>13elinha</author>
         <link>https://padlet.com/13elinha/k6ezvv8d09gs6e52/wish/1362050175</link>
         <description><![CDATA[<div>As <strong>Funções Psicológicas Superiores</strong> (FPS), como memória, consciência, percepção, atenção, fala, pensamento, vontade, formação de conceitos e emoção, se intercambiam nesta rede de nexos ou relações e formam, assim, um sistema psicológico, em que as <strong>funções</strong> se relacionam entre si.<br><br>O campo de estudo relativo à deﬁciência foi particularmente iluminado pela teoria de Vygotsky.</div><div>Vygotsky dedicou-se ao estudo das chamadas funções psicológicas superiores, que consistem no modo de funcionamento psicológico tipicamente humano, como a capacidade para planejar, a memória voluntária, a imaginação. Esses processos são considerados como soﬁsticados e superiores porque eles estão relacionados às ações conscientes, a mecanismos intencionais, a processos voluntários que concedem ao indivíduo a possibilidade de agir com independência em relação ao momento que está vivendo. Estes processos não são inatos; eles têm origem nas relações entre os indivíduos e se desenvolvem ao longo do processo de internalização de formas culturais de comportamento.</div><div>As funções psicológicas superiores se desenvolvem, portanto, através da mediação. Os elementos básicos responsáveis por este processo são o instrumento e o signo.</div><div>A relação do homem com o mundo não é uma relação direta, mas uma relação mediada, sendo os sistemas simbólicos os elementos intermediários entre eles.</div><div>A ideia de plasticidade não signiﬁca falta de estrutura, mas implica&nbsp; uma estrutura básica, com que cada membro da espécie nasce e a partir da qual se estabelecerão os modos de funcionamento do sistema nervoso central.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-28 21:18:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/13elinha/k6ezvv8d09gs6e52/wish/1362050175</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A importância do meio/socialização</title>
         <author>13elinha</author>
         <link>https://padlet.com/13elinha/k6ezvv8d09gs6e52/wish/1362052475</link>
         <description><![CDATA[<div>Vygotsky&nbsp; aponta que o futuro dessas crianças depende muito da possibilidade de interação que elas venham a ter com o meio social.</div><div>Outro ponto central na teoria de Vygotsky diz respeito à característica de mediação presente em toda atividade humana.</div><div>Os mediadores são ferramentas auxiliares da atividade humana.&nbsp;</div><div>Para Vygotsky há dois tipos de elementos mediadores: os instrumentos e os signos. Embora sejam análogos, eles têm características bastante diferentes.</div><div><strong>Instrumento </strong>-&gt;É o elemento que está entre o trabalhador e o objeto de seu trabalho, capaz de ampliar as possibilidades de transformação da Natureza. Ele é um objeto social e mediador da relação entre o indivíduo e o mundo.</div><div>Enquanto os instrumentos têm a função de regular as ações sobre os objetos, o signo regula as ações sobre o psiquismo das pessoas.</div><div><strong>Signos</strong> -&gt;Os signos podem ser definidos como elementos que representam ou expressam outros objetos, eventos ou situações. É uma marca externa que auxilia o homem em tarefas que exigem memória ou atenção.</div><div>A criança estabelece relações sociais através de símbolos, que são sistemas culturais, mas, no caso do deﬁciente, o que tem importância não está no tipo de instrumento ou signo que deve ser desenvolvido ou ensinado, e sim o signiﬁcado deles.</div><div>A linguagem, para Vygotsky, organiza os signos em estruturas complexas e tem um papel fundamental na formação das características psicológicas humanas.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-28 21:20:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/13elinha/k6ezvv8d09gs6e52/wish/1362052475</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tempo/Maturação</title>
         <author>13elinha</author>
         <link>https://padlet.com/13elinha/k6ezvv8d09gs6e52/wish/1362059214</link>
         <description><![CDATA[<div>Maturação<br>O conceito de MATURAÇÃO foi se transformando ao longo do tempo. Anteriormente, ele era entendido como predominantemente ou exclusivamente relacionado ao aspecto biológico (neurológico). Mais recentemente as abordagens sobre maturação incluem, também, aspectos psicológicos e neuropsicológicos.</div><div>Atualmente, ao se compreender a maturação, considera-se também a presença, com relativa importância, da aprendizagem no desenvolvimento, bem como a idade cronológica, como um referencial obrigatório.</div><div>O processo de maturação é muito complexo. Há bem poucos casos de maturação pura, em que a prática ou experiência não representam alguma diferença.</div><div>Ao se conceber a maturação como uma disposição para que o desenvolvimento ocorra em uma determinada seqüência, adota-se uma posição mais ﬂexível quanto à importância do ambiente neste processo, restringindo-se ao âmbito maturativo biológico os momentos iniciais das condutas FILOGENÉTICAS e algumas mudanças especíﬁcas no desenvolvimento.<br><br>Tempo</div><div>Aos quatro anos de idade, nossa inteligência já alcançou 50% e aos oito anos atingirá 80%. Na medida em que a idade aumenta, diminui o potencial para a mudança da inteligência. Portanto, nos primeiros anos de vida, um meio favorável terá inﬂuência máxima no desenvolvimento intelectual e, à medida que esse tempo passa, o ambiente terá cada vez menos efeito.</div><div>Quando as condições do meio são melhoradas em uma idade posterior, elas não conseguem compensar completamente o ambiente de privação em que viveram durante os primeiros anos de vida.</div><div>Há momentos especíﬁcos para se adquirir e incorporar aspectos fundamentais para a aprendizagem.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-28 21:26:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/13elinha/k6ezvv8d09gs6e52/wish/1362059214</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mediação (Afeto/Estímulo)</title>
         <author>13elinha</author>
         <link>https://padlet.com/13elinha/k6ezvv8d09gs6e52/wish/1362061059</link>
         <description><![CDATA[<div>O meio é um aspecto importante que inﬂui na inteligência. O lugar onde a criança cresce, o tipo de estímulo que ela recebe e a forma como as pessoas interagem com ela podem ser determinantes para a inteligência.</div><div>Os aspectos especíﬁcos do meio afetam a inteligência. A nutrição, a variedade de estímulos e a experiência anterior que constituem os três fatores mais importantes para o desenvolvimento intelectual.</div><div>É inquestionável o papel da nutrição para o processo de crescimento e desenvolvimento. Deﬁciências nutricionais podem inclusive causar atrasos mentais, principalmente, quando ocorrem durante os nove meses de gestação e nos dois ou três primeiros anos de vida.</div><div>No que se refere à inteligência, outro aspecto importante é a exposição da criança a estímulos, a uma variedade deles, principalmente, na primeira infância, pois neste momento da vida os estímulos sensoriais recebidos e os encontros com o meio favorecem o desenvolvimento cognitivo.</div><div>Para J. MacVicker Hunt, a chave do desenvolvimento cognitivo reside no ajustamento entre a capacidade intelectual atual da criança e uma variedade de estímulos dosada.</div><div>JEROME BRUNER, defendia que, para que o desenvolvimento cognitivo se processasse, era necessário que os bebês fossem expostos a uma ampla variedade de estímulos e a um meio em mudança constante.</div><div>BENJAMIN S. BLOOM, afirmava que um meio enriquecido durante as primeiras fases da vida era a chave para o pleno desenvolvimento da inteligência.</div><div>O conhecimento obtido por meio da experiência da criança dá a ela uma sólida base para seus raciocínios futuros. Aqueles que aprendem a resolver um problema têm a possibilidade de transferir esse conhecimento para outros problemas que poderão encontrar mais tarde.</div><div>Juntamente com o componente genético, as possibilidades do fator meio, principalmente considerando o período em que a criança é estimulada, podem intervir no amadurecimento ou no atraso do desenvolvimento, determinando, muitas vezes, a forma como o equipamento genético irá se expressar.<br><br>Vygotsky entende que, se por um lado um defeito signiﬁca uma limitação e/ou um problema no desenvolvimento, por outro estimula uma intensiﬁcação em direção ao crescimento do indivíduo, principalmente porque cria uma diﬁculdade. A Defectologia deveria estudar os processos comutativos, no desenvolvimento e no comportamento, que substituem ou permitem transpor as deﬁciências, as reações físicas e psicológicas do deﬁciente.</div><div>A diminuição de uma faculdade pode ser total ou parcialmente comutada (substituída, permutada) pelo fortalecimento do desenvolvimento de outra.</div><div>Vygotsky se apóia em Lipps (1907), que defende que, se um evento mental é interrompido ou impedido, ocorre um aumento da energia psicológica no ponto de interrupção ou de obstrução. Assim, a obstrução assumiria o papel de represa, chegando a um ponto em que, ao transbordar (superando o atraso), poderia dar origem a um outro caminho que permitisse atingir os mesmos objetivos por rotas isotrópicas.</div><div>Outro apoio teórico de Vygotsky está em Adler (1928), que aﬁrma que uma deﬁciência física é, para o indivíduo, uma constante estimulação para o desenvolvimento mental. Aﬁrma ainda que os conﬂitos surgem a partir do contato da deﬁciência com o meio exterior e aí podem criar os estímulos para a sua superação.</div><div>O desenvolvimento, afetado por um defeito, representaria um processo criativo, gerado pela incapacidade, que daria origem a novos processos, substituindo, equalizando e criando diferentes rotas de desenvolvimento.</div><div>Cada criança, em cada etapa de seu desenvolvimento, é um ser único qualitativamente, ou seja, uma estrutura orgânica e psicológica especíﬁca. Portanto, uma criança com um defeito apresenta um desenvolvimento qualitativamente diferente e único.</div><div>Existem limites para a especiﬁcidade do desenvolvimento da criança deﬁciente, pois o meio social no qual esse processo ocorre pode diﬁcultar a criação de novas rotas.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-28 21:27:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/13elinha/k6ezvv8d09gs6e52/wish/1362061059</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
