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      <title>My fierce padlet by Maria Almeida</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-01-21 17:15:15 UTC</pubDate>
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         <title>Comentário sobre a atividade de Geologia com o professor Rui Dias</title>
         <author>mkostyk345</author>
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         <description><![CDATA[<div>Gostei bastante desta atividade, foi dinâmica e uma forma diferente de introduzir a cartografia e os seus conteúdos mais específicos. O professor é uma pessoa muito acessível e comunicativa, usa palavras fáceis de perceber o que tornou tudo mais interessante.<br>Foi uma experiência diferente por ser ao ar livre mas penso que teria sido melhor se o tempo tivesse bom. Também acho que foi perdido algum tempo a explicar algum conteúdo muito específico e depois não sobrou tempo para tudo o resto. Começou por falar imenso sobre as primeiras rochas e à medida que se avançou foi diminuindo a explicaçã dos detalhes de cada rocha.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-21 17:21:36 UTC</pubDate>
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         <title>Calcário de lioz (pintura de fingimento)</title>
         <author>mkostyk345</author>
         <link>https://padlet.com/mariaalmeidageologia/k620fx8bmr0eygcv/wish/2451981234</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-01-21 17:55:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mkostyk345</author>
         <link>https://padlet.com/mariaalmeidageologia/k620fx8bmr0eygcv/wish/2452000839</link>
         <description><![CDATA[<div>Resumo do artigo científico “A geodiversidade urbana como valor educativo”<br>A geodiversidade é a diversidade natural da geologia, formas de relevo e solos que compõem a Terra, incluindo suas associações, relacionamentos, propriedades e sistemas. Aliado à biodiversidade, é fundamental integrar os aspetos bióticos e abióticos que compõem a natureza. A geodiversidade tem diversos valores, destacando-se o valor educativo. É difundido em ambientes urbanizados devido ao contexto físico e geológico dos assentamentos, e das rochas e materiais de construção que os compõem. Os elementos da geodiversidade visíveis nas cidades e as marcas culturais produzidas pelas comunidades humanas que com elas interagem constituem um recurso educativo inestimável, imediatamente acessível em todos os contextos urbanos aos mais variados níveis.<br>Do ponto de vista do público (mais simples e tradicional), os mundos geológico e biológico são distintos e totalmente separados. No entanto, a natureza e geobiologia estão integradas, integrando aspetos abióticos (principalmente geológicos) e bióticos (biológicos). Como entidades biológicas, os seres humanos têm uma tendência inerente de valorizar os aspetos biológicos da natureza. Do ponto de vista da cronologia, a escala temporal dos fenómenos biológicos a que habitualmente estamos expostos está mais de acordo com o ritmo da nossa vida quotidiana. Ao fim e ao cabo, difundiu-se a ideia de que a natureza é "viva", o que leva a uma tendência subconsciente de se concentrar mais nos seus aspetos biológicos. Além disso, no ensino, nos mais diversos níveis, esse método continua sendo o método passivo mais comum devido à inércia.<br>No entanto, os aspetos geológicos e biológicos da natureza estão intimamente relacionados. Diferentes, mas inseparáveis. Sem o contexto geológico, sem os componentes físicos de um ecossistema, não pode haver vida ou biodiversidade; os combustíveis fósseis são de origem biológica e resultam de processos geológicos nos quais os organismos secretam elementos esqueléticos biomineralizados que possuem a mesma composição química e propriedades físicas dos minerais não biológicos. Dito isto, é fácil ver que a fronteira entre coisas não vivas e vivas na natureza é difuso. Não basta pensar que a natureza é uma só e que faz sentido integrar a natureza, sobretudo em contexto educativo. É necessário encorajar essa visão holística do mundo natural com objetivos, conteúdo e atitudes, promovendo-a removendo as barreiras conceituais feitas pelo homem.<br>A geodiversidade urbana tem um grande potencial educativo pois: permite usar a geodiversidade existente em torno da escola;&nbsp; permite aplicar os conhecimentos adquiridos na sala de aula a novos contextos e a novos problemas (a nível de objetivos e competências); permite a sua investigação; pode ainda ser usada como catalisador do desenvolvimento de atitudes e valores inerentes ao trabalho individual e cooperativo; pode contribuir para o desenvolvimento de comportamentos e valores de cidadania; pode servir de base para a construção de páginas internet de divulgação ou a criação de códigos QR informativos, etc.<br>O ambiente urbano é moldado pelo contexto físico, geológico e geográfico, em que é implantado. Por via da topografia local, condicionada pela Geologia subjacente, Lisboa é uma cidade com colinas. É também uma urbe posicionada próxima da foz do rio Tejo, estando o Terreiro do Paço localizado paredes meias com a Ribeira das Naus, localização dos antigos estaleiros navais das Descobertas. Este contexto particular resulta da sua evolução geológica regional desde o Miocénico à atualidade. Este mesmo contexto geológico determina que, na Margem Sul, bem visível do Terreiro do Paço, exista uma forma de relevo assimétrica particular, uma costeira. A costeira, ao contrário das colinas, é definida por uma vertente estrutural e outra erosiva.<br>De todos os eventos geológicos que afetaram Lisboa ao longo dos muitos séculos da sua existência, aquele que deixou marcas mais profundas foi o Terramoto de 1755. Uma das consequências mais evidentes foi a destruição da Baixa, que na altura era a boa parte da cidade e, sobretudo, a parte mais moderna e vibrante, e a sua subsequente reconstrução segundo a lógica urbanística da segunda metade do séc. XVIII. Esta circunstância está bem patente no traçado regular e ortogonal das ruas da Baixa Pombalina, com hierarquia de vias definida, ligando duas amplas praças (Terreiro do Paço e Rossio), em contraste com a estrutura concêntrica, sem praças, emanando do castelo, do casco medieval da cidade, condicionada pela sua história mais antiga e pelo relevo local. Por outro lado, subsistem na Baixa ruínas desse fatal sucesso, ainda que parcialmente reconstruídas ao gosto neogótico e romântico.<br>Uma das mais evidentes manifestações da geodiversidade em meio urbano são as rochas usadas na construção da cidade. No Terreiro do Paço, como em toda a Lisboa monumental, marca presença relevante uma rocha ornamental emblemática da capital portuguesa: o lioz. O lioz é um calcário que foi formado há cerca de 97 Ma (Cretácico do Mesozoico). É uma rocha de aparato muito utilizada na construção da cidade da Lisboa e é de extrema relevância económica e cultural. Estes calcários podem apresentar diversas cores. O desejo de imitar o lioz levou ao uso da técnica da pintura de fingimento em azulejos. Esta rocha é usada pela sua durabilidade e é muito apreciada pelo seu aspeto estético.<br>Uma calçada urbana típica de Lisboa é a calçada da arte. A famosa calçada portuguesa, nascida em Lisboa em meados do século XX, tem aplicações para além do mundo português e da influência cultural portuguesa. XIX, primeiro - de forma localizada - na cadeia do Castelo de S. Jorge, depois amplamente no Rossio, aplicando o motivo do Mar Largo, que ainda marca o pavimento da Praça D. Pedro IV. Nas calçadas portuguesas artísticas de Lisboa, os padrões são cuidadosamente trabalhados em (principalmente) pedras brancas e pretas, sendo as litologias mais comuns o calcário branco do Vidraço, o calcário preto do Alqueidão da Serra e o agora raramente visto basalto lisboeta.<br>Sendo o calcário liós uma rocha empregue no Terreiro do Paço, os fósseis presentes nele (os de rudistas, mas não só) são abundantes. Lembrando que os rudistas são um grupo de bivalves que surgiu no Jurássico Superior, desenvolveram-se no Cretácico e extinguiu no Mesozóico. Viviam em ambientes marinhos de plataforma carbonatada, de águas quentes, tropicais, pouco profundos, onde se verificava a formação quimiogénica de vasa (lama) carbonatada. Os rudistas, ocorrendo em grande número (basta ver a quantidade dos seus fósseis no liós) originavam estruturas biogénicas, bioedificadas, recifes, ainda que com estrutura diferente da dos atuais recifes de corais. Estas bioedificações de rudistas desenvolviam-se na zona de confluência entre os ambientes de laguna marinha, pouco profundos.<br>Nos ambientes de plataforma carbonatada cretácicos viviam outros organismos que deixaram vestígios fossilizados, não sob a forma de fósseis de elementos esqueléticos (de somatofósseis), mas sim como evidências de atividade orgânica (de icnofósseis).<br>&nbsp;Na construção do Terreiro do Paço não foram usadas apenas rochas nacionais. Uma muito característica reconhecível pelo seu conteúdo fóssil é o calcário ordovício de Öland (Suécia).<br><br><br>Concluindo, a geodiversidade urbana e as atividades com ela&nbsp; relacionadas, que a mobilizem, são pertinentes para vários conteúdos programáticos, dos&nbsp; conceptuais aos atitudinais, passando pelos procedimentais, quer no ensino da Geologia,&nbsp; quer de tópicos concretos da Biologia, no Ensino Básico e Secundário nacional.<br><br>Maria Almeida&nbsp;<br>Maria Inês Calixto<br>Marta Pires<br>Sofia Bárbara </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-21 18:39:59 UTC</pubDate>
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         <title>Comentário sobre a visita de estudo dia 18/01</title>
         <author>mkostyk345</author>
         <link>https://padlet.com/mariaalmeidageologia/k620fx8bmr0eygcv/wish/2452008468</link>
         <description><![CDATA[<div>Foi uma visita bastante cansativa, mas valeu bem a pena. Algo que não poderemos repetir. Nunca estivemos parados ou entediados.<br>No percurso estivemos sempre a andar o que não deu tempo para nos desconcentrarmos daquele lugar.<br>Adorei o museu geológico,&nbsp; não sabia da sua existência e de certeza que vou lá voltar. Apreciei mais os fósseis de dinossauros e ter a noção do tamanho que eles realmente tinham.&nbsp;<br>Gostei também de experienciar o Terreiro do Paço de uma forma mais... geológica. &nbsp; incrível com já lá estive tantas vezes e nunca dei importância aos detalhes. Os fósseis no chão se não me fosse mostrado pelo professor nunca teria reparado de certeza.&nbsp;<br>Foi uma visita e tanto. A organização da mesma foi boa também. Mas a geração do tempo foi um pouco fraca.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-21 18:57:38 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo trabalho</title>
         <author>mkostyk345</author>
         <link>https://padlet.com/mariaalmeidageologia/k620fx8bmr0eygcv/wish/2503622999</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-03-04 19:54:30 UTC</pubDate>
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         <title>INFOGRAFIA </title>
         <author>mkostyk345</author>
         <link>https://padlet.com/mariaalmeidageologia/k620fx8bmr0eygcv/wish/2503623433</link>
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         <pubDate>2023-03-04 19:55:58 UTC</pubDate>
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         <title>Comentário sobre a atividade &quot;microplásticos&quot;</title>
         <author>mkostyk345</author>
         <link>https://padlet.com/mariaalmeidageologia/k620fx8bmr0eygcv/wish/2614113351</link>
         <description><![CDATA[<div>Em anexo está um documento word com algumas fotos tiradas durante a atividade.<br>Esta atividade foi provavelmente a que mais me consciencializou para um problema presente ao qual eu estava completamente alheia e que nos afeta a todos. Eu não fazia ideia que tudo o que vestimos e consequentemente respiramos seria tão perigoso. Foi uma atividade que é necessária tanto para nós como para todos os alunos, deveria haver mais divulgação sobre este perigo.<br>Gostei imenso da parte em que fizemos uma pequena investigação dos produtos e tentávamos identificar a qual artigo pertencia as etiquetas.<br>Tivemos também acesso a diversas informações, no meu caso, desconhecidas.<br>Os microplásticos podem ter origem secundária, ou seja, não fabricados diretamos, isto acontece porque estes microplásticos provêm de processos de degradação que transformam pedaços de plásticos maiores em menores.<br>Os microplásticos também têm afetado o ambiente marinho provocando mortes e doenças aos seres que habitam este meio. Seja no ambiente de água doce, seja no ambiente de salgada, os microplásticos acabam por prejudicar o bioma, principalmente a cadeia alimentar, já que causa a morte de muitas espécies.<br>Aprendemos que os microplásticos também estão presentes, principalmente, em cosméticos que tenham como objetivo esfoliar (remover de células mortas e impurezas), como cremes para rosto e corpo o que torna tudo mais perigoso, agora já não é só um problema marinho mas também terrestre e humano afetando todos os nossos sistemas e principalmente a nossa pele.&nbsp;<br>Existe diversos tipos de microplásticos alguns mais perigosos que outros podendo afetar-nos o sistema respiratório diretamente,&nbsp;<br>ou o sistema cardiovascular e os outros indiretamente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-04 20:30:29 UTC</pubDate>
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         <title>Comentário sobre a saída de campo</title>
         <author>mkostyk345</author>
         <link>https://padlet.com/mariaalmeidageologia/k620fx8bmr0eygcv/wish/2614126923</link>
         <description><![CDATA[<div>Em anexo está o documento word com diversas imagens da saída de campo.<br>Nunca tinha feito uma saída de campo, muito menos geológica.<br>Ver Azambuja de outra perspetiva é definitivamente interessante e curioso.<br>Em diversas fotos podemos ver o interior da igreja que foi o que captou mais a minha atenção.<br>O uso da técnica pintura de fingimento normalmente usada para imitar o lioz foi usada para imitar o mármore utilizando madeira, podemos ver também nas fotos a diferença da escolha do calcário de lioz do chão e do púlpito: no chão encontramos um calcário mais "abatido",&nbsp; mais comum e mais barato&nbsp; enquanto no púlpito encontramos um calcário vermelho, trabalhado e como é óbvio muito mais caro destancando a importância do púlpito.<br>O teto também está trabalhado com os dois tipos de calcário, existem umas partes brancas e outras vermelhas.<br>Visitamos também a falha de Azambuja que o professor ajudou a orientar com o apoio de mapas e bússolas. Observámos também fósseis no calcário usado à porta da igreja e no Pelourinho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-04 21:06:38 UTC</pubDate>
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         <title>Atividades experimentais para o poster científico </title>
         <author>mkostyk345</author>
         <link>https://padlet.com/mariaalmeidageologia/k620fx8bmr0eygcv/wish/2614134712</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante algumas aulas preparámos a nossa atividade que serviu de base para o trabalho no poster científico.&nbsp;<br>Começámos por experimentar uma atividade que teve bons resultados porém decidimos usar a outra, nas primeiras 3 páginas está a atividade que fizemos primeiro, foi bastante simples e conseguimos fazê-la numa aula. Consistia em colocar-mos água num balão erlenmeyer e misturar corante, escolhemos a cor azul.<br>Com ajuda do professor colocámos o balão com a água a ferver e tapamos&nbsp; com uma rolha.<br>Num aquário de vidro previamente enchido com água inserimos o balão de erlenmayer com água a fever.<br>Quando o balão estava subemerso dentro do aquário retirámos a rolha e pudemos observar o líquido tingido de azul ascender para a superfície.&nbsp;<br>Podemos concluir que conseguimos reproduzir o movimento das correntes de convecção.&nbsp;<br>Este movimento aconteceu porque a água quente dentro do balão estando a uma temperatura superior torna-se menos densa e mais leve, sendo assim sobe para a superfície.<br>Na segunda experiência (a que utilizamos para o poster científico) usamos cera de velas que derretemos para usar como uma camada representando a astenosfera, em cima uma camada de gravilha (fundo do oceano) e por cima água à temperatura ambiente. Derretemos a cera no fundo com a ajuda de uma lamparina e observámos a mesma situação da primeira experiência: o fluído quente a ascender.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-04 21:30:15 UTC</pubDate>
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         <title>poster científico</title>
         <author>mkostyk345</author>
         <link>https://padlet.com/mariaalmeidageologia/k620fx8bmr0eygcv/wish/2614139083</link>
         <description><![CDATA[<div>o padlet desconfigurou o poster todo. já tentei imensas vezes repor mas fica horrível na mesma. Mas já mandei para o teams, acho que o que eu mandei estava atualizado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-04 21:44:05 UTC</pubDate>
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         <title>atividade radiação solar</title>
         <author>mkostyk345</author>
         <link>https://padlet.com/mariaalmeidageologia/k620fx8bmr0eygcv/wish/2614142796</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-04 21:55:55 UTC</pubDate>
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         <title>Foto com o prof Ed</title>
         <author>mkostyk345</author>
         <link>https://padlet.com/mariaalmeidageologia/k620fx8bmr0eygcv/wish/2614150323</link>
         <description><![CDATA[<div>Vou ter saudades suas agora que não vou ter nenhum professor para me azucrinar o juízo e que trate tão bem os alunos.&nbsp;<br>Obrigada por ter feito parte do meu percurso mesmo que fosse pouco tempo, é um professor e tanto.😊</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-04 22:20:40 UTC</pubDate>
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