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      <title>Mitologias, folclores e filosofia by ANDRE SCHMIDT</title>
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      <description>Difundindo inspirações</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-06 20:14:00 UTC</pubDate>
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         <title>Felipe, Jamille e Lucas- Mitologia Árabe, Conto:  &quot;Aladim e a lâmpada maravilhosa&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Aladim e a lâmpada mágica: </strong>Aladim é um jovem chinês que se recusa a seguir a profissão de seu pai, que é alfaiate. Mesmo depois da morte do pai, quando tinha quinze anos, ele não muda, é travesso e prefere brincar do que trabalhar. Por este motivo, é também descrito como mau e desobediente. Aladim mantém-se despreocupado com uma definição para sua vida até ter um encontro com um mágico, que o procurava. O mago, possuidor de muitos poderes e capaz de realizar muitos feitos, procura Aladim como um auxiliar eficaz para realizar&nbsp; uma meta, obter uma "lâmpada maravilhosa", uma lâmpada, que continha um "gênio" que a habitava e que era capaz de realizar todo e qualquer desejo que o pedir. A lâmpada com o gênio era para o mago um recurso mágico que lhe daria mais poderes e que lhe permitiria realizar seus desejos; mas ela estava guardada no interior de um jardim encantado, em uma espécie de caverna, que tinha muitas riquezas. O mago implora que Aladim que entre na caverna misteriosa para retirar de lá a lâmpada e, em troca, lhe oferece uma fortuna. Aladim entra na caverna e pega a lâmpada, porém Aladim se recusa a dar a lâmpada ao mago, então o mago o impede de sair da caverna, e Aladim acaba preso na caverna com a lâmpada. O gênio que habitava a lâmpada se manifesta após um gesto acidental de esfregá-la, e concede a Aladim a realização de 3 pedidos. Aladim casa-se com Badrulbudur Filha do sultão, anos depois o sultão morre e Badrulbudur era sua única filha, então Aladim substitui o sultão e&nbsp; governa seu reino. Aladim era generoso com os mais pobres e sua fama se espalhou por todas as partes, logo o mago ficou sabendo sobre a história do rapaz e logo concluiu que o gênio o ajudava. Então, fingiu ser um mercador que trocava lâmpadas velhas por novas, sem saber dos poderes da lâmpada a princesa a trocou por uma nova, no mesmo instante todas as joias e riquezas sumiram e Aladim e a princesa se tornaram prisioneiros do mago, Aladim notou que o feiticeiro levava a lâmpada sempre presa em sua cintura e aproveitou um descuido para pegá-la de volta, assim eles foram libertos e recuperaram toda a riqueza perdida, além de se tornarem grandes amigos do gênio.</div><div><br></div><div><strong>Relação com a vida cotidiana: </strong>O conto do Aladim mostra que nós temos que seguir a nossa própria história e o nosso destino e não viver a vida de outra pessoa, ou vida que a nossa família quer para nós. E que mesmo assim teremos provações e dificuldades, porém a recompensa de sermos nós mesmos traz o verdadeiro tesouro e assim podemos ser os donos de nossa própria vida.&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-16 22:41:44 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriel Alexandre dos Santos - Mitologia Fenícia - Mito: o Leviatã.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Origem do Mito e o Leviatã de Hobbes: </strong>O Leviatã é uma criatura com diversas interpretações de animais aquáticos em proporções enormes e forma horrenda como exemplo crocodilo, dragão, serpente e polvo, parecido com o Kraken, na mitologia fenícia este era o monstro representante do caos em sua mais, nem tão, bela forma e na bíblia este é dito como o representante do quinto pecado e um dos sete príncipes infernais, cada um representando um pecado, o Leviatã era um ser poderoso que causava medo e terror nos mares com um poder contrário ao de Deus como dito na bíblia.</div><div>E é logo sobre esse enorme poder que Thomas Hobbes, filósofo absolutista, comparava essa besta sagrada ao rei, Hobbes, no livro “Leviatã”, fala sobre o Estado-Leviatã em que o rei era como essa besta aquática e que para dominar e manter seu poder ele causava medo e terror á todos do reino para que jamais nenhum “mero mortal”, comparado ao rei cujo é comparado a tal mito sagrado, tivesse a ousadia de confrontar o soberano já que sua presença e poder eram como a de um Deus cujo faria com que até a grama mais rasa se escondesse dentro da terra e que jamais fossem contra tal figura que seria então divina, e também para controlar o caos do qual a sociedade vivenciou e viveria sem a existência de tal figura da nobreza.</div><div><br><strong>Fundamento Filosófico:&nbsp;</strong>A partir do gancho de Hobbes, criado quando ele cita a necessidade do rei de ser temido e a figura do Leviatã ser como o rei, uma criatura que causa medo e pavor, eu estruturo o meu fundamento filosófico: o medo. Este é um sentimento negativo, mas muito importante. O Leviatã pode representar o caos e o medo trazido pelo desconhecido do mar, que era muito utilizado pelos fenícios. O medo impede o ser humano de realizar práticas e ações que poderiam lhe prejudicar, mas talvez não confrontar esses pavores internos só piore a situação. Os fenícios poderiam muito bem não se arriscar pelas aventuras no mar por receio de encontrarem-se com tal criatura horrenda, mas ao invés disso encararam o medo, sem hesitar, e atualmente são um dos povos da antiguidade mais enaltecidos por suas grandes habilidades em viagens marítimas. Encarar um medo, do qual você tenha certeza que não irá lhe prejudicar, pode te ajudar a evoluir. Evitar combatê-lo talvez só o aumente, e quando você precisar enfrentá-lo você estará muito fraco perante o mesmo. Enfrentar medos nos torna mais fortes, pois nos prepara para a vida e para os desafios que podem vir em sequência, afinal, não dá para saber o que vem pela frente e nada é impossível. Combater o medo é necessário para não sermos controlados ou aprisionados a algo que nos impeça de fazer algo importante, como uma fobia ou mesmo a desaprovação de um grupo de pessoas. Então lute e encare, caia de cabeça na batalha pelo o que você acredita, pois o medo é ruim mas não poder ser você mesmo e tornar-se calado é pior.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-17 16:37:02 UTC</pubDate>
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         <title>Eloisa Mânica da Silva e Maria  Luíza Barbosa Piske</title>
         <author>eloisa_m_silva</author>
         <link>https://padlet.com/andreschmidt5/Bookmarks/wish/1430381327</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Mitologia Maori</strong><br><strong>-Maui</strong><br><strong>&nbsp;Conto</strong>: Maui, é um dos semideuses mais importantes para a cultura e mitologia Maori. E depois de enormes feitos e aventuras para a humanidade como erguer ilhas que estavam submersas e roubar o fogo da deusa do fogo, Maui decidi ir para sua aventura mais mirabolante, que infelizmente não tem um final bom. A aventura começa quando alguém lhe conta que se ele conseguir entrar pela 🤬 no corpo de Hine, a deusa da noite e da morte, e sair pela boca da mulher, ele teria a sua tão deseja imortalidade. Mas tudo acaba dando errado. O jeito em que seu plano desandou varia de conto para conto, mas segundo o mais falado e principal dizem que a deusa acordou e o esmagou com os dentes que recobriam o seu órgão genital. Logo Maui morre e mitologia Maori perde mais um semideus. <br><br><strong>Relação com a vida cotidiana:&nbsp;</strong>A história de Maui nos mostra que algumas das suas principais virtudes foram a coragem e a inteligência. Ele nos faz refletir muito pois foi extremamente corajoso por roubar o fogo da Deusa Mahuika, o fato dele se sentir incomodado por conta de só ela saber controlá-lo nos mostra muito sobre o seu interior, então decidiu fazer isso para os humanos, também por erguer milhares de ilhas até então submersas mudando a natureza, ele não tinha medo de nada e fazia de tudo para ajudar seu povo independe do que estivesse enfrentando. A história de Maui nos ensina principalmente a ser corajosos e enfrentar o vier pela frente, sempre pensando pelo bem maior.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-18 18:29:31 UTC</pubDate>
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         <title>Kauan, Henrique e Bernardo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A fome<br><br>existia um senhor muito rico, que desafiava os deuses e seus poderes, e não se importava com as consequências&nbsp; ,o seu nome era Erisícton. Certo dia, o senhor mandou seus criados destruírem uma árvore divina de um bosque, que era abençoada pela deusa Ceres, esta árvore era muito venerada pelos dríades.<br>Quando esse povo viu a árvore que adoravam ser destruída, eles pediram a Ceres que punisse aquele que mandou aqueles homens. A deusa ouviu os dríades e decidiu lhe mandar um monstro, o nome dessa besta era fome, após a possessão da fome em Erisícton, nada o saciava, eles gastou toda sua fortuna e teve de vender sua filha para gastar em comida, e mesmo assim nada era o suficiente, e isso durou até que ele estava com tanta fome que morreu após devorar seu próprio corpo.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;Este conto pode ser relacionado com o respeito, Erisícton não respeitava os deuses e nem mesmo para as punições que recebia, até que ele acabou sofrendo por todo resto de sua vida, a punição da fome é retratada como uma besta, o que reflete muito no mundo real, afinal a fome é algo que amedronta e tortura a muitas pessoas do mundo inteiro.<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-19 02:18:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Letícia Antunes, Raphael Henrique e Thiago-Mitologia Chinesa </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/andreschmidt5/Bookmarks/wish/1434448551</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O fio vermelho<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Tempos atrás, um imperador soube que, em uma das províncias do reino, vivia uma bruxa poderosa. Ela continha a habilidade de ver o fio vermelho do destino, Akai Ito, um fio que estava ligado você a sua alma gêmea. Ele ordenou que a trouxessem a Bruxa a sua presença.<br>Quando estiveram frente a frente, o imperador ordenou que ela encontrasse a outra extremidade do fio invisível que ele levava atado ao dedo mindinho e o levasse ao encontro daquela que seria sua esposa. A bruxa aceitou o pedido e começou a seguir o fio.<br>A incessante busca os levou a um mercado, onde uma pobre camponesa, que trazia um bebê nos braços, oferecia seus produtos. A bruxa chegou até a camponesa, colocou-se de frente para ela e a convidou a se levantar.<br>A bruxa chamou o imperador e lhe disse: “Aqui termina o seu fio”. Ao ouvir o que lhe dizia, o imperador ficou bastante irritado. Acreditava ser um desprezo da bruxa. Ele empurrou a camponesa que, ainda, carregava o bebezinho em seus braços e esta caiu, fazendo com que o bebê ficasse com uma ferida na testa. Ordenou aos guardas que detivessem a bruxa e cortassem sua cabeça.<br>Tempos depois, chegou à época em que o imperador se casaria e sua corte recomendou que o melhor fosse ele se casar com a filha de um general muito poderoso. Ele acabou aceitando o casamento.<br>No dia do casório veria, pela primeira vez, o rosto de sua esposa. Ela entrou no templo com um lindo vestido e um véu que a cobria completamente. Quando ele levantou o véu, viu que o bonito rosto da moça tinha uma cicatriz muito peculiar na testa.<br>Dessa forma, o fio vermelho do destino se revelava para o casal.<br><br></div><div>O que tem semelhança com o mundo atual?<br><br></div><div>Que aqueles que estão juntos pelo fio vermelho estão usando a força de uma mesma vida, de um só corpo. Estão destinados ao encontro perpétuo, se ajudando e aprendendo cada vez mais mesmo com obstáculos em volta, sem olhar a hora de dizer “oi” ou a de dizer “tchau”. Sempre lembrando um do outro mesmo longe, não á distância, circunstâncias ou terras que possam separa-los, juntos sempre serão fortes e cada vez mais ligados. Isso quer dizer que tudo nesta vida não acontece por acaso, ele tem um significado, mesmo que seja mínimo... Mas existe. &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-19 17:55:01 UTC</pubDate>
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         <title>Cosmologia budista</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>ALUNO:Matheus ribeiro,Ana Júlia e Maria Eduarda<br>O monge na árvore<br>Um monge tinha o costume de meditar sobre uma árvore.<br>A fim de zombar do monge, um viajante dirigiu-lhe a palavra:<br>Viajante: É perigoso para um senhor de idade ficar em cima de uma árvore, não?<br>Monge: Quem corre perigo de verdade é você, que não está buscando o caminho da iluminação.<br>Percebendo que o monge não era qualquer um, o viajante resolveu perguntar num tom mais sério.<br>Viajante: Qual a essência do Budismo, em poucas palavras?<br>Monge: Faça o bem e deixe de fazer o mal.<br>Viajante: Ora, só isso? Uma criança de três anos consegue entender…<br>Monge: Sim, uma criança de três anos entende. Porém, um ancião de 80 anos não consegue fazer.<br>Após o diálogo, o viajante tornou-se um discípulo do monge.<br>O que isso muda na nossa vida cotidiana?&nbsp;<br>O ato de fazer o bem nos inspira a sermos pessoas melhores, não fazendo o mal e ajudando o próximo. Nunca deseje o mal para o próximo, pois o que você planta, se colhe.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-19 20:46:11 UTC</pubDate>
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         <title>A Ilha da Serpente!</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Guilherme Aguiar, Kaue Faustino Sanchez e Leonardo Adriano Lessa<br>&nbsp; Esse conto relata a ida de um navio para um país onde se achavam minas de cobre do faraó, nesse navio foram cento e vinte marinheiro do alto escalão, apenas marinho bom.</div><div>Durante a viagem ocorreu um naufrágio onde sobreviveu apenas um protagonista menosprezado pela embarcação . O protagonista ficou agarrado numa prancha por 3 dias em alto mar, até alcançar uma ilha.<br>&nbsp;Nesta ilha habitava uma serpente de cores douradas e repleta de lápis-lazúli, a serpente recebeu o protagonista e o levou até uma caverna, sem ao menos atacar. Esta serpente era a soberana da ilha, que se caracterizava por possuir grandes riquezas. A serpente comunicou o náufrago, e que em menos de quatro meses passará pela ilha um barco para levar de volta a casa. &nbsp;<br><br>Conclusão<br>&nbsp;Que mesmo a serpente ter a fama de periculosa, que é um animal agressivo que traz o mal, ela o ajudou a voltar pra casa, cuidou do protagonista até o navio chegar.<br><br></div><div>&nbsp;Isso é uma prova que mesmo ouvimos diversos boatos que uma pessoa não é boa, ou até mesmo ouvir que certa coisa não vai dar certo por boatos que não deu certos com outras pessoas, devemos seguir em frente e continuar. Mesmo até sendo o ‘’protagonista’’ da história, o menosprezado, seguir em frente e tomar sua conclusão, não ser influenciados por boatos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 10:23:49 UTC</pubDate>
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         <title>Mitologia Eslava мавка</title>
         <author>arthur_sa1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Arthur Sá, Gabriel Ziliotto, Mateus Santiago.<br>&nbsp;	Mávka(<strong>мавка</strong>), um espirito feminino que habita florestas e cursos d'água. Elas possuem uma aparência dupla. Vistas de frente, representam uma moça linda, com cabelo longo e enfeitado com flores. Elas geralmente usam tecidos leves e transparentes, porém podem aparecer totalmente nuas. Já a visão de suas costas é totalmente horrível, pois não possuem pele nem músculos, e suas vísceras e outros órgãos internos estão expostos, cobertos apenas pelos seus longos fios de cabelo.<br>	Mavki (plural de Mavka) não tem corpo nem alma, por isso também não fazem sombras e não interagem com objetos. Faziam os viajantes perderem o seu caminho e leva-los a lugares perigosos do pântano.<br>	Alguns dizem que se um jovem gostasse de uma dessas criaturas, ela o atraía e o levava para dentro das florestas, onde realizam várias danças até que ele morra por exaustão. Elas também podem simplismente atacá-los e matá-los arrancando suas cabeças. Porém, caso uma pessoa lhe desse como presente um pente para os cabelos, ela poderia ajudar na solução de problemas ou atender pedidos.<br>	Essa lenda tem relação com várias tentações que nos rondam no nosso dia a dia, como a tentação de buscar o caminho mais agradável e prazeroso,&nbsp; é necessário resistir à tentação de se achar que as vitórias chegarão sem lutas e dificuldades.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 18:47:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mitologia Japonesa</title>
         <author>leticia_wessler</author>
         <link>https://padlet.com/andreschmidt5/Bookmarks/wish/1439799999</link>
         <description><![CDATA[<div>Alunas: Letícia Wessler e Ana Laura<br><br><strong>- A tecelã de nuvens -</strong><br><br>Há muito tempo atrás no Japão, um jovem chamado Sei, estava arando suas terras para o plantio com muita tristeza, pois a mãe, que era tecelã, havia falecido recentemente. Ela sempre o ajudara nesta tarefa, porém agora estava sem amparo e sem afago.<br>Eis que em um momento, uma cobra apareceu-lhe rastejando no chão. Sei percebeu que curiosamente a cobra rastejava firmemente em direção a uma moita de crisântemos, onde havia uma aranha pendurada a um fio de seda. O animal o fez lembrar da mãe por ser pequena e indefesa e imediatamente levou a cobra para longe da pequena. A aranha então olhou melhor para o menino e percebera a sua bondade.<br>Passado alguns dias, uma moça bateu à sua porta. Ela curvou-se e perguntou se o rapaz precisaria de alguém para tecer. Sei ficou surpreso pois ele realmente precisava, porém nunca havia contado para ninguém desde a morte de sua mãe.<br>Então a perguntou:<br>– Como sabes que preciso de alguém?<br>Timidamente a jovem respondeu:<br>– Eu sei. Ficarei feliz se puder te ajudar.<br>Muito grato, Sei levou a jovem ao quarto de tecelagem de sua mãe.<br>Enquanto a jovem trabalhava tecendo, ele deu continuidade ao seu trabalho no campo.<br> À noite, ao voltar para casa,&nbsp; Sei foi conferir o trabalho da jovem, já com a ideia de que ninguém se compararia a sua mãe:<br>– Já conseguiu fazer algo?<br>A moça abriu a porta e, para a surpresa de Sei, em cada braço ela segurava uma dúzia de tecidos que juntos, produziriam o suficiente para um Kimono.<br>– Impossível, como poderias fazer tanto?<br>A moça apenas respondeu:<br>– Prometa que nunca mais fará essa pergunta e nem entrará no quarto enquanto eu estiver trabalhando.<br>-Eu prometo - Jurou Sei.<br>Dia após dia, descobria que a jovem era capaz de produzir peças cada vez mais bonitas e delicadas.<br>Até que um dia, não foi capaz de cumprir sua promessa, e implorou a menina:<br>– Por favor, diga-me como consegues fazer tantas belas peças.<br>Ela apenas o lembrou da sua promessa e seguiu seu trabalho.<br>Após algum tempo, a curiosidade o venceu. E pensando que apenas uma espiadinha não o faria quebrar sua promessa, olhou por uma pequena fresta na janela.<br>O que ele viu, o deixou paralisado:<br>Diante do tear não havia uma jovem, mas sim uma enorme aranha de oito pernas.<br>Sei logo lembrou da pequena aranha que ajudou anteriormente, e sem saber como expressar sua gratidão pensou que a aranha poderia precisar de mais algodão.<br>No dia seguinte, o rapaz partiu para uma aldeia distante com um unico objetivo: comprar algodão.<br>Após um longo caminho de volta, o menino, cansado de todo o peso em suas costas, sentou-se em uma pedra para descansar. E de exaustão, cochilou.<br>A cobra que ele havia expulsado estava passando por perto e lembrou-se do seu infortúnio. Então não perdeu a chance e entrou no pacote.<br>Ao chegar em casa, ele entregou o pacote à jovem, que se curvou em agradecimento e voltou para a sua tecelagem.<br>Ao voltar ao quarto, a mulher transformou-se em aranha e começou rapidamente a consumir o algodão para transforma-los em fios de prata.<br>Ao chegar perto do fim, a aranha se deparou com a cobra que a atacou, e em reflexo, fugiu por uma fresta da janela. Mas a cobra conseguiu alcançá-la.<br>Quando estava prestes a engoli-la, um raio de sol atingiu um punhado de algodão que saia da boca da aranha e a puxou para o céu.<br>Para mostrar sua gratidão, a aranha usou todo o algodão que havia engolido, não mais para tecer roupas, mas para tecer nuvens no céu.<br><br><strong>Relação com a vida cotidiana:<br></strong>Podemos trazer essa lenda para o atual momento da Pandemia, onde muitos de nós já perdemos pessoas importantes ou até mesmo desconhecidos. Momento onde todos sentem a dor de vê-los partir sem poder dar um último adeus. A cobra pode simbolizar o CORONAVÍRUS que chegou em um país distante e rapidamente passou aos demais, deixando muitos em estado de desolamento. Com isso tudo vimos muitos se ajudando, é o que simboliza a moça, a ajuda chegando sem menos esperar das mais variadas maneiras. Trabalhadores se tornam incansáveis, e quando parecem faltar surgem novos e mais e mais. E quando tudo parece melhorar a cobra retorna tentando piorar.<br>Podemos comparar a aranha com a ciência se redescobrindo, provando que pode fazer algo mais rápido do que estava acostumada para salvar as vidas humanas. As nuvens tecidas no céu não são somente as pessoas que agem de forma consciente tentando ajudar os profissionais que estão se dedicando a todos que acabam se contaminando, mas também significa a esperança de um mundo melhor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 19:58:30 UTC</pubDate>
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         <title>Mistérios de Elêusis/Perséfone:</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ana Velasques e Letícia Máximo<br><br>Perséfone encantava a todos por sua alegria e beleza. Era filha de Zeus, o deus dos deuses, e de Deméter, a deusa da agricultura. Um dia, ela veio à Terra dar uma voltinha. Hades, o senhor dos mortos, a viu. Apaixonou-se na hora. Então, sem mais nem menos, o chão se abriu e engoliu a garota. Antes de desaparecer, ela soltou um grito desesperado. A mãe ouviu. Deméter procurou a filha durante nove dias e nove noites. Não a encontrou. Inconformada, consultou Hélio, o sol, que tudo vê. Ele sentiu muita pena da mãe. Falou-lhe do rapto. Ela se indignou. Disse que não voltaria ao Olimpo sem a filha. A deusa da agricultura deixou de cumprir os deveres. Não alimentava a Terra. Faltou comida. Os homens passaram fome. Hermes, mensageiro de Zeus, prometeu trazer Perséfone de volta. Com uma condição: que ela não tivesse provado alimento dos mortos. A moça voltou. Mas ficou pouco tempo. Ela havia comido três sementes de romã. Hades a levou de volta. Zeus, então, arranjou uma saída. Todos os anos, Perséfone 🤬 com a mãe durante nove meses. A Terra festeja com a primavera, o verão e o outono. Nos outros três em que acompanha com o marido,a Terra se cobre de gelo. Os grãos não crescem. É o inverno.<br><br>&nbsp;Relação com a vida cotidiana:&nbsp;<br><br>Perséfone permanece com o marido durante três meses. A Terra se cobre de gelo,os grãos não crescem,é o inverno. Nos outros noves em que 🤬 com a mãe, a terra festeja com a primavera, o verão e o outono. Isso explicaria as nossas estações do ano, e o porquê delas não produzirem no inverno e o porquê o verão ser uma época fértil, segundo a mitologia grega.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 20:16:28 UTC</pubDate>
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         <title>O dilúvio</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Vitor hugo Lopes/João Arthur dos Santos Lorenzoni&nbsp;<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Um mito que foi muito temido e, talvez por isso, compilado diversas vezes, em diferentes épocas na história, foi o mito do dilúvio. Nesse relato contava-se que, em uma época muito remota, os deuses, insatisfeitos com os homens, resolveram destruir a humanidade, fazendo cair uma chuva torrencial, que fez subir as águas dos rios.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;No entanto, Enki, o deus das águas, revelou o plano dos deuses a um escolhido, Ziusudra (chamado de Utnapishtim pelos acádios), aconselhando-o a construir uma embarcação gigantesca.<br>"Depois que, durante sete dias e sete noites, O dilúvio se estendeu sobre a terra e o grande barco foi sacudido pelos vendavais sobre as águas&nbsp; o deus sol apareceu, espalhando luz sobre o céu e a terra."<br><br>Conclusão<br>O dilúvio foi uma terrível inundação que teria coberto todo o mundo, ou ao menos terras ancestrais de determinados povos. Isso é parecido com os tsunamis ou inchentes que acontecem hoje em dia so que em proporção bem menor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 20:32:12 UTC</pubDate>
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         <title>O Slender Man</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Tema: Lendas Urbanas Modernas<br>Alunos: Helena, Heitor e Morgana<br><br>O Slender Man foi criado por Eric Knudsen que, usando o nome de Victor Surge, fez no Photoshop a imagem do Homem Esguio para participar de um concurso no fórum Something Awful, em 2009. O grupo de discussão tinha como propósito debater temas paranormais, e convidou os seus membros a criarem uma imagem e história que fosse muito assustadora. O autor ainda publicou uma legenda que serviria como base para a criação das diversas histórias que foram disseminadas posteriormente sobre a macabra figura, que Victor nomeou na época de "The Slender Man".</div><div>O Slender Man é descrito como um ser antropomórfico que se assemelha a um homem muito alto, magro, sem rosto e que usa um terno preto. Alguns relatos também sugerem que ele consegue esticar os seus membros como se fossem tentáculos, ou assumir diferentes formas físicas. Assim, a criatura poderia se camuflar nas florestas assumindo o formato de árvores ou galhos. Aliás, vale ressaltar que a maioria das histórias sobre ele são narradas em florestas ou em cidades pequenas próximas de bosques.</div><div>Teoricamente, o Slender Man segue uma "rotina" antes de atacar as suas vítimas. A primeira etapa é a observação, onde a criatura permanece durante algum tempo apenas perseguindo os seus alvos. Alguns dos sintomas básicos que a pessoa desenvolve quando está sendo perseguida pelo Slender são amnésia, crises violentas de tosse (com sangue) e constante paranoia. A criatura apenas pode ser vista por quem está sendo atacado. Isso faz com que as vítimas sejam diagnosticadas como esquizofrênicas ou tratadas como se estivessem apenas tendo algum tipo de alucinação.</div><div>Um dos seus maiores prazeres dele é torturar psicologicamente as suas vítimas (principalmente as crianças). Essas podem chegar ao extremo de cometer suicídio ou outros atos bárbaros em nome do Slenderman.</div><div><br></div><div><strong>Reflexão Final:</strong></div><div><br></div><div>A história teve um grande impulso internacional e fez com que as algumas pessoas justificassem os seus assassinatos como vítimas do Slender Man, o que diante da história, é um absurdo. Muitas vezes as pessoas usam de algo que nem existe para se&nbsp; justificar e isso pode trazer consequências imensuráveis. Além disso, não só esse conto, como os outros, cada vez que você pensa em tal conto de terror ele vai ficando mais “famoso” e fazendo com que uma pessoa crie a sua própria versão da história, podendo gerar uma certa “esquizofrenia”, ficar pensando repetidas vezes. O terror psicológico é real e extremamente perigoso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-21 16:09:49 UTC</pubDate>
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         <title>História dos Filhos de Lir - Larissa Soares Alvares</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/andreschmidt5/Bookmarks/wish/1444438275</link>
         <description><![CDATA[<div><em>° &nbsp; Há muito tempo atrás havia um rei chamado de Lir, ele morava em um castelo com sua esposa Eva e quatro filhos, Fionnula, Aodh, Conn, e Fiachra. Quando sua esposa tragicamente faleceu, seus filhos ficaram muito tristes mas o rei decidiu casar novamente, agora com Aoife enviada do rei supremo Dearg.</em></div><div><br><em>° &nbsp; No começo Aoife era linda e amava as crianças, infelizmente&nbsp; logo começou a ficar com ciúmes delas. Ela sabia que o rei as amava muito mas ela queria o amor do rei todo para si. Então planejou se livrar das crianças algum dia usando sua mágica.<br><br>&nbsp; °&nbsp; &nbsp; Num dia de verão ela levou as crianças ao lago Derravaragh, e enquanto eles brincavam na água ela balançou sua varinha mágica e as transformou em quatro belos cisnes. Eles se perguntaram o que havia acontecido e Aoife explicou: “ Coloquei um feitiço em vocês, agora vocês seram cisnes por 900 anos. Passarão 300 anos neste lago, 300 no Mar de Moyle, e mais 300 nas águas de Inish Glora. Até que St. Patrick venha a Irlanda e traga a fé cristã, até ouvir o sino cristão vocês não no serão libertados.”&nbsp;<br></em><br></div><div><em>&nbsp;° &nbsp; Após a noite chegar e as crianças não retornarem o rei ficou preocupado e foi procurá-las no lago mas o que encontrou foram cisnes, um dos cisnes o chamou era Fionnula e o contou tudo que Aoife havia feito. Lir voltou ao castelo e implorou que Aoife os transformasse de volta mas ela recusou e com isso o rei furioso a baniu do reino. O rei passava o tempo todo a beira do lago conversando com seus filhos. Quando Lir eventualmente morreu de velhice as crianças ficaram muito tristes, mas após 300 anos elas se mudaram para o mar Moyle de acordo com o feitiço.&nbsp;<br><br>&nbsp; °&nbsp; Quando chegou a hora de se mudar para Inish Glora os cisnes já estavam cansados e velhos, morar na ilha era mais fácil era quente e havia comida. Até que ouviram o som dos sinos que tanto esperavam, eles voaram até a praia ansiosos, ao lado da igreja havia o monge Caomhog que ficou surpreso ao ver quatro cisnes virarem crianças a sua frente, Fionnula abraçou seus irmãos, felizes por finalmente serem humanos mas agora estavam com 900 anos e envelheceram rapidamente.<br></em><br></div><div><em>&nbsp;°&nbsp; Caomhog ouviu a triste história deles e os batizou em seguida morreram de velhice. Ele os enterrou e naquela noite sonhou com as quatro crianças voando pelas nuvens, ele sabia que agora os filhos estariam juntos de seu pais felizes em paz.<br><br></em><strong><em>Reflexão Final:<br></em></strong><em>&nbsp;° Acredto que todos nós pelo menos uma vez já sentimos ciúmes de alguém,&nbsp; eu mesmo semanas atrás estava com ciúmes da relação do meu “crush” com seus amigos. É um sentimento forte porém inofensivo, o importante é não deixar ele tomar conta, para que algo grave não aconteça como na própria história. &nbsp;<br></em><br></div><div><em>&nbsp; &nbsp;° Não existe “cura” para o ciúme, é um sentimento dependente de você e suas ações. E por mais que você queira o amor de alguém todo para si, é impossível forçar alguém a amar e ficar apenas exclusivamente com você, o amor de verdade leva tempo, e com todo esse tempo eventualmente o ciúme irá desaparecer então meu conselho é só esperar.<br><br>nya</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-21 20:11:11 UTC</pubDate>
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         <title>Mitologia Grega                 Pedro Cyrino  </title>
         <author>pedro_c_dias</author>
         <link>https://padlet.com/andreschmidt5/Bookmarks/wish/1444977536</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<strong>Caixa de Pandora&nbsp; &nbsp;</strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Um titã Prometeu, defender a humanidade, e ser conhecido por sua inteligência foi o responsável por roubar o fogo de Zeus e entregá-lo aos mortais. Mas, o fogo era exclusivo dos deuses e de Zeus (supremo mandatário dos deuses que habitavam o monte Olimpo). Zeus havia proibido que o fogo fosse entregue à humanidade e, assim, quis se vingar. Com o auxílio de todos os deuses, Zeus encarregou Hefesto (deus do fogo e dos metais), e Atena (deusa da justiça e da sabedoria) a fim de criar Pandora. Essa seria a primeira mulher a viver com os homens na Terra. Pandora recebeu qualidades como graça, beleza, inteligência, paciência, meiguice, habilidade na dança e nos trabalhos manuais. Antes de ser enviada à Terra, Zeus entregou-lhe uma caixa com a recomendação de que a mesma não deveria ser aberta. Essa caixa continha todas as desgraças do mundo: a guerra, a discórdia, o ódio, a inveja, as doenças do corpo e da alma, como também a esperança. Pandora não conseguiu resistir a curiosidade e, abrindo a caixa, libertou todos os males. Arrependida, tornou a fechá-la, mantendo presa a esperança. Ou seja, nunca pegue algo que você não possa ter e que não sabe a responsabilidade pelo peso que se tem e o mito da caixa de pandora foi difundido por meio da obra "Os Trabalhos e os Dias", de Hesíodo e ela por ter sido transmitida por via oral não há precisão sobre esse mito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-22 00:18:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Indiana </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/andreschmidt5/Bookmarks/wish/1445190617</link>
         <description><![CDATA[<div>Alunos : Felix D. / Guilherme Silva<br><br>Um dia, reuniram-se para uma conversa, à beira de um lago tranquilo cercado por belas árvores e coloridas flores, quatro lendários irmãos. Eram eles o Fogo, a Terra, a Água e o Ar. Como eram raras as oportunidades de estarem todos juntos, comentavam como haviam se tornado presos a seus ofícios, com pouco tempo livre para encontros familiares. Mas a Água lembrou aos irmãos que estavam cumprindo a lei divina, e este era um trabalho que deveria lhes trazer o maior dos prazeres. Assim, aproveitaram o momento para confraternizar e contar, uns aos outros, o que haviam construído – e destruído – durante o tempo em que não se viam. Estavam todos muito contentes por servirem à criação e poderem dar sua contribuição à vida, trabalhando em belas e úteis formas. Então se lembraram de como o homem estava sendo ingrato. Construído ele próprio pelo esforço destes irmãos, não dava o devido valor à vida. Os irmãos chegaram a pensar em castigar o homem severamente, deixando de ajudá-lo. Mas, por fim, preferiram pensar em coisas boas e alegres.</div><div><br></div><div>Antes de se despedir, decidiram deixar uma recordação ao planeta deste encontro. Queriam criar algo que trouxesse em sua essência a contribuição de cada um dos elementos, combinados com harmonia e beleza. Sentados à beira do lago, vendo suas próprias imagens refletidas, cada um deu sua sugestão e muitas ideias foram trocadas. Até que um deles sugeriu que usassem o próprio lago como origem. Que tal um ser vivo que surgisse da água e se crescesse em direção ao céu? Uma vegetal, talvez? Decidiram-se, então, por uma planta que tivesse suas raízes rente à terra, crescesse pela água e chegasse à plenitude do ar. Ofereceram, cada um, o seu próprio dom. A Terra disse: “darei o melhor de mim para alimentar suas raízes”. A Água foi a próxima: “Fornecerei a linfa que corre em meus seios, para trazer-lhe força para o crescimento de sua haste”. “E eu lhe cercarei com minhas melhores brisas, dando-lhe minha energia e atraindo sua flor”, disse o Ar. Então o Fogo, para finalizar o projeto, escolheu o que de melhor tinha a oferecer: “ofereço o meu calor, através do sol, trazendo-lhe a beleza das cores e o impulso do desabrochar”. Juntos, puseram-se a trabalhar, detalhe a detalhe, na sua criação conjunta. Quando finalizaram sua obra, puderam se despedir em alegria, deixando sobre o lago a beleza da flor que se abria para o sol nascente. Assim, em vez de punir o ser humano, os quatro irmãos deixaram-lhe uma lembrança da <em>pureza </em>da criação e da perfeição que o homem pode um dia alcançar. Assim que os quatro elementos se separaram, a Lótus reinou no lago com sua beleza imaculada. Essa é a lenda sobre a origem desta incrível flor – pura e bela, por mais difíceis que as condições sejam e mesmo nas mais difíceis e obscuras circunstâncias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-22 01:38:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mitologia Persa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/andreschmidt5/Bookmarks/wish/1445405317</link>
         <description><![CDATA[<div>Bianca Steffens e Giovana Poleza&nbsp; &nbsp;<br><br>&nbsp;A religião persa antiga, conhecida como masdeísmo, caracterizou-se principalmente pela dualidade entre o bem versus o mal, forças representadas pelos dois principais deuses: Ahura-Mazda (ou Ormuz-Mazda) e Arimã (ou Angro Mainyush). Os princípios do masdeísmo foram compilados no Zend-Avesta (ou mesmo Avesta).<br><br></div><div>A dualidade do masdeísmo colocava Ahura-Mazda como o deus do bem e da luz, sendo seu ritual de adoração conhecido como Ritual do Fogo, em que os sacerdotes entoavam hinos e mantinham acesas as chamas como representação da permanência da força de Ahura-Mazda. Esses rituais não necessitavam de templos para serem realizados.<br><br></div><div>Por outro lado, Arimã era visto como a divindade do mal e das trevas que deveria ser combatida. Os dois deuses viviam sempre em combate<br><br></div><div><br>O masdeísmo pregava ainda a existência da vida após a morte, indicando a existência de um paraíso para os justos e em um purgatório e inferno para os pecadores. Os ensinamentos do masdeísmo foram compilados pelo profeta Zoroastro (ou Zaratustra) que viveu por volta de 628 a.C. e 551 a.C.. O nome do profeta levou a religião a também ser conhecida como zoroastrismo.<br><br></div><div><br></div><div>Zoroastro teria constituído o masdeísmo a partir da fusão de seus ensinamentos com as crenças populares das diversas localidades do Império Persa. O Imperador persa seria a representação do deus do bem na Terra, de quem recebera o poder, comandando as pessoas na luta contra o mal. No caso do mais conhecido imperador persa, Dario I, Ahura-Mazda teria dado a ele a sabedoria, o entendimento, o raciocínio, a capacidade de comandante militar e a de distinguir os bons dos maus.<br><br></div><div>CONCLUSÃO<br><br>No final de tudo o bem não&nbsp; vence o mal, ele só o faz bem.<br><br></div><div>&nbsp;Sempre haverá briga entre os dois, mesmo que pareça o contrário, o prazer da vida está em sempre fazendo o bem, não importa a quem, nós todos cometemos erros e se arrependemos então, faça o “Bem” <br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-22 03:00:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>TRABALHO SOBRE MITOLOGIAS E FILOSOFIAS IGOR MOREIRA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/andreschmidt5/Bookmarks/wish/1447074351</link>
         <description><![CDATA[<div>JEFF THE KILLER LENDA URBANA/CREEPYPASTA<br>A HISTÓRIA COMEÇA COM UM JOVEM ASSASSINO QUE TEVE SEU ROSTO DESFIGURADO.EM VEZ DE CHORAR PELA DESTRUIÇÃO DO SEU ROSTO JOVIAL,O ASSASSINO  🤬 IMENSAMENTE FELIZ.PORÉM,ELE&nbsp; PENSA QUE SÓ DELE APRECIAR SEU&nbsp; HORROROSO ROSTO E QUE AS OUTRAS PESSOAS DEVEM MORRER&nbsp;<br><br></div><div>BOM APESAR DE JEFF SER UMA LENDA URBANA E TAMBÉM UMA CREEPYPASTA OU COMO PODEMOS CHAMAR LENDAS DA INTERNET A PESSOAS AFIRMANDO QUE JEFF EXISTIU DE VERDADE AFIRMAM QUE JÁ VIRAM UM GAROTO COM A PELE TODA BRANCA E DE BOCA CORTADA EXISTE ATÉ UM RITUAL PARA INVOCAR ELE E ISSO DARIA UMA REFLEXÃO MUITO TENSA PARA NÓS QUE NO CASO SERIA RITUAL QUALQUER COISA RELACIONADA A RITUAL TEM A VER COM O CAPETA OU SEJA ISSO DEIXARIA UM CERTO MEDO NA HUMANIDADE</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-22 13:16:56 UTC</pubDate>
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         <title>Indígena Brasileira- Boitatá </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/andreschmidt5/Bookmarks/wish/1899235377</link>
         <description><![CDATA[<div>A lenda do Boitatá descreve esse personagem folclórico como uma grande serpente de fogo. Ele protege os animais e as matas das pessoas que lhe fazem mal e principalmente, que realizam queimadas nas florestas. A lenda do Boitatá é de <strong>origem indígena</strong>, e a palavra <em>Boitatá</em>, na língua Tupi-Guarani, significa cobra (<em>boi</em>) de fogo (<em>tata</em>). Apesar de ser oriunda da língua indígena, a lenda do Boitatá encontra-se num texto do século XVI do Padre Jesuíta José de Anchieta. Numa das versões da lenda, uma grande cobra vivia adormecida num imenso tronco e ao despertar faminta, resolveu comer os olhos dos animais.<br>Cada vez mais ela foi emitindo uma grande e intensa luz, tornando-se uma cobra de fogo. Ao proteger a floresta, ela assusta as pessoas que vão às matas durante à noite.<br><br></div><div>No norte e nordeste do Brasil, a imensa cobra de fogo vive nos rios e sai no momento em que há invasores nas florestas para queimá-los. Segundo alguns nordestinos, o boitatá, conhecido como "<strong>Alma dos Compadres e das Comadres</strong>", representa as almas penadas malignas que passam queimando tudo.<br><br></div><div>Já no sul do país, a versão que prevaleceu advém da história bíblica do Dilúvio. Nela, muitos animais morreram e as cobras que sobreviveram tiveram como castigo o fogo.<br>Nessa versão, o fogo aparece na barriga de cada uma as quais se tornam iluminadas e, ao mesmo tempo, transparentes.<br><br></div><div>Há ainda uma versão em que o Boitatá não é uma grande cobra, e sim um touro feroz que solta fogo pela boca.<br>O <strong>primeiro registro</strong> que se tem do boitatá é de <strong>31 de maio de 1560</strong>, em um relato escrito pelo padre <a href="https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/historia/o-que-eram-os-jesuitas.htm">jesuíta</a> <strong>José de Anchieta</strong>. Na sua menção, José de Anchieta falou de um fantasma que os índios chamavam <em>baetatá</em>, definindo-o como um “facho cintilante” que os matava, assim como era do feitio dos <a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiab/curupira.htm">curupiras</a>.<br><br></div><div>Na tradução dada por José de Anchieta, <em>baetatá</em> significa “coisa de fogo”, palavra essa formada da junção de duas palavras do tupi: <em>mbai</em>, que significa “coisa”, e <em>tatá</em>, que significa “fogo”. <br><br>A descrição do boitatá e sua lenda servem como <strong>explicação para o </strong><a href="https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/fogofatuo.htm"><strong>fogo-fátuo</strong></a>, uma pequena chama que surge espontaneamente da <a href="https://brasilescola.uol.com.br/biologia/decomposicao.htm">decomposição</a> de matéria orgânica. É um impressionante fenômeno que costuma ocorrer em cemitérios ou pântanos. De tempos em tempos, surgem misteriosas chamas azuladas, que aparecem por alguns segundos na superfície e logo depois somem sem deixar vestígios.<br><br></div><div><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-18 11:04:24 UTC</pubDate>
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