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      <title>Cinema e Holocausto - O que aprendemos com a Lista de Schindler? by Letícia Sanches</title>
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      <description>Em memória daqueles que perderam a vida pela ideologia nazista.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-19 15:39:08 UTC</pubDate>
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         <title>Precisamos entender o passado para não errar no futuro</title>
         <author>rikashiweyini</author>
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         <description><![CDATA[<div>O filme traz consigo uma grande questão a ser levantada : a importância de capítulos tão sombrios de nossa história enquanto humanidade serem lembrados e abordados através de meios artísticos como livros filmes séries ou peças.<br>Uma reação natural do ser humano ao se deparar com eventuais tragédias é buscar formas de deletar memórias que remetem a elas, o que seria um caminho comum a ser tomado levando o terno tragédia do âmbito pessoal para o âmbito da história da humanidade. Porém, para Jürgen Habernas, filósofo alemão do século XX, é de extrema necessidade encararmos os demônios da humanidade para assim não repeti-los.<br>Por essa razão que não só o filme em questão como a arte em geral são de suma importância no que se refere ao olhar para o passado e tirar lições, e para isso o filme se aproveita de recursos visuais e auditivos&nbsp; para causar mais impacto e criar um vínculo do telespectador com as vítimas do Holocausto. Jogadas de câmera, paleta de cores, enquadramento da cena, roteiros&nbsp; e atuações detalhadamente pensados cumprem um papel fundamental nesse objetivo, levando a pessoa que assiste a se sentir dentro daquela época, visualizando melhor fatos que sempre foram lidos ou ouvidos, assim facilitando sua percepção e formação de ideias a respeito de tal evento histórico.<br>(Por Pedro Henrique)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-19 16:08:39 UTC</pubDate>
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         <title>O antissemitismo do filme e o da vida real </title>
         <author>rikashiweyini</author>
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         <description><![CDATA[<div>Durante a obra cinematográfica de mais de 3 horas de duração, diversas cenas fortes chocam (ou pelo menos deveriam). A forma que pessoas judias eram vistas pelos nazistas era até pior que animais, os chamavam de porcos, ratos, pixavam seus estabelecimentos, destruiam suas propriedades. Com o avanço da guerra e do anti-semitismo, os atos de violência foram se intensificando rumo ao genocídio. O que começou com proibições para frequentar locais e o uso constante da estrela de davi, evoluiu para a criação de guetos e vilas só para judeus e os soldados nazistas, como retrata o filme. Nele, podemos ter uma dimensão do ódio cru que era destinado do aos semitas, como na cena onde uma engenheira judia alertou sobre um problema na fundação de uma estrutura e foi morta, mesmo estando certa. Outra cena e que realmente acontecia era o hábito que o comandante dos campos de trabalho forçado de Kraków-Płaszów, Amon Göth, tinha de, diariamente, atirar da sacada de sua casa nos judeus escravizados que estivessem “devagar” ou parados. Chegou até mesmo a matar seu cozinheiro porque a sopa estava quente demais.<br>No filme, o vemos espancar sua empregada, Helen Hirsch. Anos depois, outra empregada de Amon, Helen Jonas-Rosenzweig disse: "Como uma das sobreviventes, posso te dizer que todos somos traumatizados. Eu nunca, nunca, achei que qualquer ser humano seria capaz de fazer tanto horror, de cometer tantas atrocidades. Quando nós o víamos a distância, todos se escondiam, em latrinas ou qualquer lugar. Eu não consigo dizer o quanto as pessoas o odiavam".</div><div>Era como se qualquer coisa minuscula fosse motivo para matar um judeu, seja uma deficiência, uma doença, um tropeço. A humanidade foi arrancada deles de tal forma que seus pertences eram confiscados, revirados em busca de algo de valor e descartados, como se não valessem nada. Eva Schloss, sobrevivente de Auschwitz, relatou em uma entrevista para o Globo News que em meio aos pertences existiam muitas roupas, joias, e fotografias, que eram queimados. Mais uma evidência dessa desumanização foram algumas prisões que o próprio Oskar Schindler foi submetido, como por beijar garotas judias, mostrado na obra.</div><div>Além disso, não comiam direito e nem possuiam um bom abastecimento de água, tinham muitas doenças que causaram vitimas. O Genocidio do povo judeu foi um marco sombrio de nossa história que nunca devemos esquecer, pois só assim vamos entender a importancia de respeitar as minorias, seja devido a escolhas religiosas, classe, etnia, orientação sexual ou gênero. Como dizem os Diretos Humanos, todos merecem o direito à vida e à liberdade.<br>(Por Letícia Sanches)</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-19 19:38:56 UTC</pubDate>
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         <title>A Lista de Schindler- Resumo do filme</title>
         <author>lizbatista2003</author>
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         <description><![CDATA[<div>O filme de 1993 dirigido por Steven Spielberg narra a história do empresário Oskar Schindler e a iniciativa que salvou mais de mil judeus dos campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial. No filme, Schindler é retratado como um oportunista, membro do partido nazista, que pretende lucrar em cima da mão de obra barata dos judeus, com isso, ele compra uma fábrica de utensílios esmaltados que pertencia a um judeu, e inicia as produções para o exército alemão usando a mão de obra dos judeus do gueto de Cracóvia. Após a "liquidação" final do gueto, e a deportação dos judeus considerados "aptos para trabalhar" para o campo de Plaszow, Schindler se viu sem funcionários e diante de um massacre terrível presenciado por ele pelo alto de um morro. Defendendo os seus interesses empresariais, Schindler inicia um novo plano para restaurar sua fábrica e recuperar seus operários. Entretanto, o filme mostra de forma sutil a mudança de interesses de Schindler, que passa de um oportunista para um benfeitor na visão dos judeus. O tenente responsável pelo campo de Plaszow, onde estão os trabalhadores de Schindler, recebe ordens para desfazer o campo e mandar os judeus restantes para o campo de concentração de Auschwitz. Diante disso, Schindler convence o tenente a transferir seus trabalhadores para uma fábrica de artigos de artilharia em Zwittow, sua cidade natal, pagando uma alta taxa por cada trabalhador. Assim, Schindler e seu administrador (que também era um judeu do campo) iniciam a Lista de Schindler, com nomes dos seus trabalhadores e outros judeus que seriam mandados para Auschwitz. Então, 1200 judeus foram enviados à fábrica de Schindler, que em 8 meses não fabricou nenhum cartucho de artilharia funcional. Schindler empobreceu por comprar produtos de outras fábricas para se passar pelos seus e por subornar oficiais para a proteção de Deus trabalhadores, e faliu próximo a rendição do exército alemão. Schindler fugiu, pois era do partido nazista e seria preso, e seus trabalhadores foram libertos pelo exército vermelho. Oskar Schindler recebe, antes de partir , um anel de ouro tirado do dente de um dos seus operários como forma de gratidão, onde há escrito uma citação do Talmud, "aquele que salva uma vida salva o mundo inteiro". O filme se encerra com os reais "judeus de Schindler" prestando homenagem no túmulo de Oskar Schindler em Jerusalém.&nbsp;<br>(Por Alícia Batista)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-19 22:57:54 UTC</pubDate>
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         <title>Baseado em mortes reais </title>
         <author>lizbatista2003</author>
         <link>https://padlet.com/rikashiweyini/k4zqnczz26l7v1cs/wish/1686823294</link>
         <description><![CDATA[<div>A obra cinematográfica de Spielberg retrata eventos importantes da história no contexto da Segunda Guerra Mundial, tendo total foco no holocausto, o genocídio de judeus promovido pelo partido nazista. No início do filme podemos ver o processo de retirada de diversos direitos e o início da segregação de milhares de judeus nos guetos, segregação que teve início em outubro de 1939 na Polônia. Os guetos eram uma medida provisória criada pelos nazistas como uma forma de controle da população de judeus até a liderança nazista elaborar um plano de remoção. Vemos também a retratação dos campos de concentração, onde judeus eram mantidos prisioneiros e escravizados. Em uma cena, Schindler explica que a mão de obra dos judeus era mais barata, entretanto o valor era pago para a SS, retratando o trabalho escravo dos judeus, que acontecia dentro e fora dos campos. O filme mostra, também, as deportações de judeus dos guetos para os campos de concentração, e a liquidação do gueto de Cracóvia, em 13 e 14 de março de 1943, onde 8 mil judeus foram transportadas para o campo de trabalho de Plaszow, 2 mil foram mortos, e os que sobraram foram enviados para Auschwitz, o maior campo de extermínio. Podemos ver diversas cenas tristes, porém realistas, da perseguição sofrida pelos judeus, a remoção da sua liberdade e, até, seu frio extermínio. Schindler foi um membro do partido nazista que conseguiu salvar mais de mil judeus de irem para os campos de Auschwitz, atravéz de subornos e falsificações. Após sua morte, Schindler foi sepultado em Jerusalém, no Monte Sião, e recebeu o título Justos entre as nações, uma honra concedida por Israel aos não judeus que se dispuseram a salvar vidas durante o holocausto.<br>(Por Alícia Batista)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-19 23:05:25 UTC</pubDate>
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         <title>Os sobreviventes do Holocausto</title>
         <author>camillelaura10</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao fim da guerra, diversos judeus sobreviventes tentaram evitar relembrar esse momento tão sombrio em suas vidas. No entanto, ao longo dos anos, vários decidiram relatar suas respectivas experiências, pois não queriam que, com a morte da geração de sobreviventes, a história do campo morresse junto com eles. Nos diversos depoimentos dados, fica claro o inimaginável trauma gerado pelo holocausto para esses sobreviventes, que se apresenta de diferentes formas para cada um. David Weitman, o único brasileiro nato judeu a sobreviver a Auschwitz, relata a dor em perder sua família, sendo uma das primeiras frases que o senhor escutou ao chegar no local “Está vendo aquela fumaça lá? Tua família está saindo de lá — seus avós, teus tios, tua mãe”. Ainda, ele conta sobre a desumanização sofrida por ele ao ser obrigado a trabalhar no campo aos 14 anos após ser poupado do extermínio na câmara de gás. Pela declaração, é notória a desumanização com os jovens no campo no período, onde viviam em condições precárias de higiene e alimentação. Primo Levi, na obra “Os afogados e os sobreviventes” buscou conscientizar não somente sobre o genocídio dos judeus, mas também analisou os casos de nazistas que coagiam vítimas para trabalhar com eles, o que feria tanto o corpo quanto a própria humanidade dos judeus pois os forçavam a contribuir com a morte de outros judeus inocentes. O autor de “Além do crime e castigo” Jean Améry criticava em sua obra a falta do sentimento de culpa por parte dos alemães após o ocorrido, e, como não conseguia seguir com sua vida por isso, acabou cometendo suicídio em 1978. Eva Lavi, a sobrevivente mais nova da lista de Schindler, demonstra como se sente culpada por ter sobrevivido, tendo consciência de que seus parentes e amigos e diversos outros judeus não tiveram a mesma sorte. A vida de cada vítima dessa crueldade sem precedentes merece ser lembrada e honrada, por isso o dia 27 de janeiro é marcado como o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto.<br>(Por Camille Silva)</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 02:50:49 UTC</pubDate>
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