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      <title>Usinas Hidrelétricas e Comunidades Indígenas by CARLOS IVAN FALCAO FEHLBERG</title>
      <link>https://padlet.com/carlosfehlberg/usinas_indigenas</link>
      <description>Trabalho realizado com as 1ª séries do Ensino Médio da EEEFM Ana Lopes Balestrero (Cariacica/ES), sob orientação do Prof. Me. Carlos Ivan Falcão Fehlberg, sobre o impacto das usinas hidrelétricas do Brasil em comunidades indígenas.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-23 14:50:07 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-10-13 00:26:41 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Usina Hidrelétrica Santo Antônio</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carlosfehlberg/usinas_indigenas/wish/3133790266</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Usina</strong>: Santo Antônio </p><p><br/></p><p><strong>Localização</strong>: Rio Madeira </p><p><br/></p><p><strong>Produção</strong>: 3.568,3 MW de potência instalada e 2.424 MW de potência assegurada</p><p><br/></p><p><strong>Etnia atingida</strong>: Mura</p><p><br/></p><p><strong>Histórico</strong>: A construção da UHE Santo Antônio teve início em setembro de 2008 e, iniciou sua operação comercial em março de 2012. Em 03 de janeiro de 2017, a <strong>usina</strong> foi concluída, entrando em operação plena com a capacidade para fornecer energia elétrica suficiente para abastecer cerca de 45 milhões de habitantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-23 16:56:13 UTC</pubDate>
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         <title>Usina Hidrelétrica de Balbina</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carlosfehlberg/usinas_indigenas/wish/3133822126</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Usina</strong>: Balbina</p><p><br></p><p><strong>Localização</strong>: Localizado  Município de Presidente Figueiredo, (AM)</p><p><br></p><p><strong>Produção</strong>: aproximadamente 275 megawatts</p><p><br></p><p><strong>Etnia atingida</strong>: O povo indígena Waimiri-Atroari habitava “parte da área do reservatório da hidrelétrica de Balbina”,</p><p><br></p><p><strong>Histórico</strong>: começou a ser construída na década de 1970 e foi inaugurada em fevereiro de 1989, a relação com o povo atingido foi marcada por tensões. Muitas comunidades não foram adequadamente consultadas e enfrentaram dificuldades para reconstruir suas vidas em novos locais. Grupos locais, ambientalistas e organizações indígenas criticaram a inundação de áreas vastas, que afetou comunidades ribeirinhas e a biodiversidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-23 17:13:35 UTC</pubDate>
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         <title>Usina Hidrelétrica Teles Pires</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carlosfehlberg/usinas_indigenas/wish/3133864425</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Usina</strong>: Teles Pires</p><p><br></p><p><strong>Localização</strong>: Está localizada na fronteira dos estados do Pará e Mato Grosso, nos municípios de Jacareacanga (PA) e Paranaíta (MT)</p><p><br></p><p><strong>Produção: </strong>1.820 megawatts.</p><p><br></p><p><strong>Etnia atingida</strong>: Atualmente, os povos Kayabi, Apiaká e Mundukuru vivem nas margens do rio Teles Pires.</p><p><br></p><p><strong>Histórico</strong>: A Usina Hidrelétrica Teles Pires é uma usina hidrelétrica localizada no Rio Teles Pires, afluente do rio Tapajós, na fronteira dos estados do Pará e Mato Grosso, a 945 quilômetros de Cuiabá. Tem capacidade instalada de 1820 MW, sendo a maior usina do Complexo Teles Pires.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-23 17:37:23 UTC</pubDate>
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         <title>Usina Hidrelétrica Serra do Facão</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Usina</strong>: Serra do Facão</p><p><br/></p><p><strong>Localização</strong>: Rio São Marcos (Goiás)</p><p><br/></p><p><strong>Produção</strong>: produz 178,8 MW</p><p><br/></p><p><strong>Etnia atingida</strong>: Atikum</p><p><br/></p><p><strong>Histórico</strong>: As obras foram iniciadas em fevereiro de 2007 e a usina inaugurada em outubro de 2010. Camponeses do município de Catalão (GO) atingidos pela Usina Hidrelétrica Serra do Facão começaram a implantar experiências de produção de alimentos saudáveis em suas propriedades utilizando o programa Produção Agroecológica Integrada e Sustentável. Entrou em operação comercial, no dia 13 de julho, a Usina Hidrelétrica Serra do Facão, no rio São Marcos, entre os municípios de Catalão e Davinópolis, na divisa dos estados de Goiás e Minas Gerais. Equipada com duas turbinas geradoras Francis, com capacidade unitária de 108 MW, a hidrelétrica tem potência total instalada de 210 MW, suficiente para atender uma cidade com 1,2 milhão de habitantes. O empreendimento exigiu investimentos da ordem de R$ 1,063 bilhão e está sob a responsabilidade da Sociedade de Propósito Específico (SPE) Serra do Facão Energia S.A. (Sefac). A SPE foi constituída com a finalidade de construção e operação da hidrelétrica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-23 17:38:50 UTC</pubDate>
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         <title>Usina Hidrelétrica Luiz Gonzaga (antiga Itaparica)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carlosfehlberg/usinas_indigenas/wish/3133998552</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Usina:</strong> Itaparica</p><p><br/></p><p><strong>Localização</strong>: localiza-se no estado de Pernambuco, 25 km a jusante da cidade de Petrolândia/PE.  A Usina Luiz Gonzaga está instalada no São Francisco, principal rio da região nordestina. </p><p><br/></p><p><strong>Produção: </strong>Na Usina estão instaladas 6 unidades com potência unitária de 246.600 kW, totalizando 1.479.600 kW. </p><p><br/></p><p><strong>Etnia atingida: </strong>A construção da usina teve um impacto significativo nas comunidades locais, incluindo povos indígenas como os Tupinambá e Pataxó, além de comunidades ribeirinhas e quilombolas.</p><p><br/></p><p><strong>Histórico: </strong>a usina passou a se chamar Luiz Gonzaga em homenagem ao "rei do baião nordestino" de mesmo nome. A construção da Usina Hidrelétrica de Itaparica, que faz parte do Complexo Hidrelétrico de São Francisco, ocorreu na década de 1980, com a operação iniciada em 1988. A usina foi projetada para gerar energia e, ao mesmo tempo, controlar as cheias do Rio São Francisco.</p><p><br/></p><p><strong>Curiosidade: </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/_sqKHUwils0">Ator Wagner Moura em Rodelas/BA</a></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-23 18:58:49 UTC</pubDate>
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         <title>Usina Hidrelétrica de Itapebi</title>
         <author>micaeloliveirasantos027</author>
         <link>https://padlet.com/carlosfehlberg/usinas_indigenas/wish/3140945112</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Usina: </strong>Itapebi</p><p><br/></p><p><strong>Localização</strong>: no Rio Jequitinhonha, na divisa com Minas Gerais. A Itapebi Geração de Energia, empresa na qual o Grupo Neoenergia detém 100% de participação, é responsável pela implantação e operação da Usina Hidrelétrica (UHE) de Itapebi, localizada no baixo curso do Rio Jequitinhonha, da divisa dos Estados da Bahia e Minas Gerais, nos municípios de Itapebi/BA, Itarantim/BA, Itagimirim/BA e Salto da Divisa/MG</p><p><br/></p><p><strong>Produção: </strong>capacidade instalada de 462 MW e dispõe de três unidades geradoras de 154 MW e energia assegurada de 209,10 MW médios (1,88 milhão de MWh/ano de energia)</p><p><br/></p><p><strong>Etnia atingida:</strong> povos indígenas Tupinambá de Belmonte e Encanto da Patioba</p><p><br/></p><p><strong>Histórico: </strong>Plantações perdidas, casas inundadas, bens levados por enchentes, rio seco sem possibilidade de pesca. Esses são alguns impactos causados pela Usina Hidrelétrica de Itapebi.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 18:05:28 UTC</pubDate>
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         <title>Usina Hidrelétrica de Belo Monte</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carlosfehlberg/usinas_indigenas/wish/3140951904</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Usina</strong>: Belo Monte.</p><p><br></p><p><strong>Localização</strong>: Rio Xingu, no norte do estado do Pará.</p><p><br></p><p><strong>Produção</strong>: 29.125 GWh de energia, equivalente a 9,4% de toda a energia utilizada no país.</p><p><br></p><p><strong>Etnia atingida</strong>: Jurana, Kayapó, Xikrin, Arara</p><p><br></p><p><strong>Histórico</strong>: a usina Belo monte foi construída em 2011. A Justiça Federal em Altamira, no Pará, reconheceu que a usina de Belo Monte provocou interferências significativas “nos traços culturais, modo de vida e uso das terras pelos povos indígenas, causando relevante instabilidade nas relações intra e interétnicas”.  O projeto sempre foi alvo de forte oposição por parte de grupos organizados, como indígenas, ribeirinhos e ambientalistas. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 18:09:52 UTC</pubDate>
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         <title>Usina Hidrelétrica Tabajara</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carlosfehlberg/usinas_indigenas/wish/3141153937</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Usina</strong>: Tabajara </p><p><br/></p><p><strong>Localização</strong>: Tabajara, Machadinho D'Oeste, Rondônia</p><p><br/></p><p><strong>Produção</strong>: potência instalada de 4.000 MW</p><p><br/></p><p><strong>Etnia atingida</strong>: Arara, Gavião e Jahui</p><p><br/></p><p><strong>Histórico</strong>: Machadinho d’Oeste situa-se na região norte de Rondônia, próximo à fronteira de Mato Grosso. É atravessado de norte a sul pelo rio Ji-Paraná, também conhecido como rio Machado, afluente do rio Madeira. O rio Machado é ocupado e apropriado por comunidades ribeirinhas e indígenas que o usam para diversos fins. Na década de 1980, as Centrais Elétricas do Norte do Brasil (Eletronorte) divulgaram proposta de construção de duas usinas hidrelétricas neste rio: as UHEs Ji-Paraná e Tabajara. De acordo com estudos de Renata Nóbrega (2009), o anúncio do projeto promoveu intensa mobilização popular envolvendo povos indígenas Tenharim, Arara e Gavião, populações ribeirinhas, igrejas católicas e luteranas e setores da população urbana dos municípios que seriam atingidos pelas barragens.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 20:54:14 UTC</pubDate>
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         <title>Usina Hidrelétrica de Itaipu</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carlosfehlberg/usinas_indigenas/wish/3141157159</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Usina</strong>: Itaipu</p><p><br></p><p><strong>Localização</strong>: Ela está localizada no rio Paraná, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai.</p><p><br></p><p><strong>Produção</strong>: Conforme dados oficiais disponíveis no site oficial da Itaipu Binacional, a Usina de Itaipu possui como características principais a presença de 20 unidades geradoras, que têm 14 gigawatts (GW) de potência instalada</p><p><br></p><p><strong>Etnia atingida</strong>: foram localizadas e cadastradas pela Fundação Nacional do Índio (Funai) 19 famílias indígenas, totalizando 71 pessoas da etnia Ava Guarani, que ocupavam uma área de aproximadamente 30 hectares.</p><p><br></p><p><strong>Histórico</strong>: Historicamente, a Usina de Itaipu foi fruto de uma parceria estratégica entre Brasil e Paraguai, que teve sua discussão iniciada em meados da segunda metade do século XX. Inicialmente, foram estabelecidos os primeiros acordos políticos e os trabalhos de campo iniciais até que, em 1973, foi assinado entre Brasil e Paraguai o Tratado de Itaipu, que estabeleceu as diretrizes da construção e da operação da usina, além da divisão das cotas de geração de eletricidade entre os países. A construção propriamente dita da Usina de Itaipu começou em 1975 e durou até meados de 1982. A inauguração oficial da usina ocorreu em 1984. A obra empregou centenas de trabalhadores e, ainda, utilizou grande quantidade de materiais construtivos, como ferro, aço e cimento. Em conjunto com a obra foram estabelecidos diferentes acordos entre Brasil e Paraguai sobre a utilização da energia elétrica gerada pela usina, além da mitigação dos impactos ambientais locais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 20:58:13 UTC</pubDate>
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         <title>Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carlosfehlberg/usinas_indigenas/wish/3141158151</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Usina</strong>: Ilha Solteira</p><p><br/></p><p><strong>Localização</strong>: Rio Paraná</p><p><br/></p><p><strong>Produção</strong>: aproximadamente 3.444 megawatts</p><p><br/></p><p><strong>Etnia atingida</strong>: A Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira afetou o povo indígena Tuxá, que vivia na área que foi alagada pela usina. A obra resultou em deslocamentos forçados e mudanças significativas no modo de vida dessa comunidade.</p><p><br/></p><p><strong>Histórico: </strong>Iniciado pelo governador Adhemar de Barros em 1965, a usina foi concluída em 1978. Foi financiada com empréstimo obitido junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) pelo presidente Médici. Possui um parque zoológico com 65 diferentes espécies em uma área de 18 hectares, onde os animais são mantidos em ambientes semelhantes a seus habitats naturais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 20:59:39 UTC</pubDate>
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         <title>Usina Hidrelétrica de Tucuruí</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carlosfehlberg/usinas_indigenas/wish/3141158671</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Usina: </strong>Tucuruí</p><p><br/></p><p><strong>Localização:</strong> no Rio Tocantins, no município de Tucuruí (a cerca de 300 km ao sul de Belém), no estado do Pará</p><p><br/></p><p><strong>Produção:</strong> com uma capacidade geradora instalada de 8 370 MW. </p><p><br/></p><p><strong>Etnia atingida: </strong>Asurini, Gavião, Suruí, Parakanã, Xikrin, Guajará e Krikati</p><p><br/></p><p><strong>Histórico: </strong>A Usina Hidrelétrica de Tucuruí é uma das maiores usinas hidrelétricas do Brasil e do mundo, localizada no rio Tocantins, no estado do Pará. Inaugurada em 1984, a usina tem um papel crucial no fornecimento de energia elétrica para a Região Norte do Brasil, além de contribuir significativamente para o Sistema Interligado Nacional (SIN).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 21:00:18 UTC</pubDate>
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         <title>Usina Hidrelétrica de Jirau</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carlosfehlberg/usinas_indigenas/wish/3143146001</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Usina</strong>: Jirau</p><p><br/></p><p><strong>Localização</strong>: rio Madeira (RO)</p><p><br/></p><p><strong>Produção</strong>: capacidade instalada 3.750 MW de potência e 2.200 MW de potência assegurada. </p><p><br/></p><p><strong>Etnia atingida</strong>: inclui várias etnias como os Tuparitã e os Arara.</p><p><br/></p><p><strong>Histórico:</strong> Usina Hidrelétrica de Jirau, localizada no rio Madeira em Rondônia, Brasil, foi planejada no início dos anos 2000 como parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A construção começou em 2008 e, após um processo de licenciamento ambiental controverso, a usina entrou em operação em 2013.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-27 20:55:57 UTC</pubDate>
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         <title>Usina Hidrelétrica de Jaguara</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carlosfehlberg/usinas_indigenas/wish/3143146896</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Usina</strong>: Jaguara </p><p><br/></p><p><strong>Localização</strong>: Divisa dos estados de Minas Gerais e São Paulo, entre os municípios de Sacramento em Minas Gerais e Rifaina, no estado de São Paulo </p><p><br/></p><p><strong>Produção</strong>: 424 megawatts </p><p><br/></p><p><strong>Etnia atingida</strong>: Kaingang, que vive nas proximidades. O projeto afetou suas terras e modos de vida, gerando preocupações sobre o deslocamento e a preservação de suas culturas.</p><p><br/></p><p><strong>Histórico</strong>: A construção da usina começou na década de 1960, em um contexto de crescimento da demanda por energia no país. A obra exigiu grandes investimentos e envolveu desafios ambientais e sociais, incluindo a desapropriação de áreas e a relocação de comunidades.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-27 20:57:25 UTC</pubDate>
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         <title>Usina Hidrelétrica Jatobá</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carlosfehlberg/usinas_indigenas/wish/3143147577</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Usina: </strong>Jatobá</p><p><br/></p><p><strong>Localização</strong>: Rio Tapajós , no Pará</p><p><br/></p><p><strong>Produção</strong>: 2.338 MW através de 40 turbinas bulbo de 59,7 MW cada. Produzirá 11.264 GW/ano.</p><p><br/></p><p><strong>Etnia atingida</strong>: o povo Munduruku</p><p><br/></p><p><strong>Histórico</strong>: A licitação estava prevista para ocorrer em 2011 e a primeira unidade de geração entrar em funcionamento em 2017, mas ainda estão em estudos de viabilidade ambiental. A saga de povos indígenas contra as grandes hidrelétricas na Amazônia não é nova. Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará, demorou décadas para sair do papel por pressão dos movimentos solidários aos índios, aos ribeirinhos e ao meio ambiente. No caso das usinas do Tapajós, há dois novos agravantes. O primeiro é que, depois da Constituição de 1988 (um marco entre a ditadura e a democracia, que reconhece aos povos tradicionais o direito sobre o território que ocupam), nunca uma barragem no Brasil deixou uma aldeia debaixo d’água. E isso deverá acontecer se algumas das usinas previstas para o Tapajós se tornarem uma realidade. “As 43 hidrelétricas inundariam 1 milhão de hectares, e 22 dessas tocariam em terra indígena”, afirma o engenheiro Pedro Bara, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).</p><p>O segundo fato inédito é que, desta vez, o governo terá de enfrentar uma&nbsp;etnia com organização social sofisticada e forte histórico de resistência. Ao contrário dos povos afetados por Belo Monte, mais frágeis politicamente – eles acabaram falados pela prática de fazer “listinhas de pedidos” em troca de ceder ao&nbsp;empreendimento –, os mundurucus são mais difíceis de dobrar. Ao menos até agora.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-27 20:58:48 UTC</pubDate>
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