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      <title>Racismo Estrutural no Brasil - Ciencia e Sociedade by SOPHIA SEHN FALLER</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-04-11 00:30:51 UTC</pubDate>
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         <title>Definição do Termo</title>
         <author>ssfaller</author>
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         <description><![CDATA[<p>Sustenta a distinção de raças, a inferioridade moral e intelectual, não adquirida mas sim, inata e biológica. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 00:15:14 UTC</pubDate>
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         <title>Porque Estrutural? </title>
         <author>ssfaller</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Todo o racismo é estrutural porque o racismo não é um ato, o racismo é processo em que as condições de organização da sociedade reproduzem a subalternidade de determinados grupos que são identificados racialmente</strong></p><p><em>- Silvio Almeida</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 00:29:26 UTC</pubDate>
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         <title>Como a escravidão influnciou a formação do Brasil</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Foram 300 anos de escravidão no Brasil, a abolição aqui aconteceu de forma tardia, já que dos países Americanos, o Brasil foi o último a realizar formalmente a escravidão negra em 1888. Portanto o racismo está sob a estrutura e formação do Brasil ao longo dos anos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 00:29:42 UTC</pubDate>
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         <title>O que os dados apontam:</title>
         <author>ssfaller</author>
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         <description><![CDATA[<p>Dados de 2018 apontam que os cargos gerenciais possuem 68,6% de ocupação por brancos e 29,9% por pretos ou pardos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 00:34:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Na Educação</title>
         <author>ssfaller</author>
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         <description><![CDATA[<p>Dados de 2018 apontam que os estudantes pretos ou pardos são a maioria nas instituições de ensino superior da rede pública, com 50,3% do total. Enquanto que nas universidades particulares, este número ainda não tenha ultrapassado os 50% (46,6%).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 00:37:11 UTC</pubDate>
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         <title>Dados Gerais </title>
         <author>ssfaller</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 00:43:18 UTC</pubDate>
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         <title>Ocupação</title>
         <author>ssfaller</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Fonte: IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 2018. Nota: Pessoas de 14 ou mais anos de idade.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 00:45:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>  Na antiguidade, as dinâmicas sociais eram frequentemente caracterizadas por relações de poder e subjugação, onde os vencedores das guerras se tornavam os dominantes e os vencidos, os cativos. Essas relações eram uma constante em muitas culturas e povos, transcendentemente das diferenças raciais. Mesmo entre grupos étnicos ou racialmente similares, conflitos e guerras eram comuns, resultando na submissão dos derrotados aos vencedores.</p><p>  Nesse contexto, o racismo não se manifestava da mesma forma como entendemos hoje, mas sim através de um tipo de xenofobia, onde a hostilidade era direcionada não apenas contra grupos étnicos diferentes, mas também contra qualquer "outro" que representasse uma ameaça percebida aos interesses do grupo dominante.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 12:47:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>  O racismo moderno, como conhecemos hoje, tem suas raízes profundas no cientificismo do século XIX, um período em que a ciência estava emergindo como uma autoridade intelectual dominante. Assim, utilizaram conhecimentos para formular doutrinas raciais que justificassem a dominação e a exploração de certos grupos étnicos e raciais.</p><p>  Um dos métodos empregados por esses cientistas era a craniometria, que consistia em medir o tamanho do crânio de indivíduos de diferentes "raças". A suposição era de que crânios maiores, presumivelmente capazes de conter mais massa cerebral, indicavam superioridade racial. Outro método envolvia a análise dos traços faciais, como o formato do nariz, lábios, orelhas e a cor dos olhos, para determinar o grau de "pureza racial" alcançado por determinado grupo ao longo da evolução.</p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 12:54:38 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>  As doutrinas raciais que surgiram no século XIX não apenas forneceram uma justificativa pseudo-científica para a exploração e dominação imperialista, mas também serviram como ideologia para regimes opressivos e genocidas ao longo do século XX. No contexto europeu, o imperialismo se baseava na ideia de que as nações europeias, vistas como "civilizadas" e "superiores", tinham o direito de colonizar e governar povos considerados "primitivos" ou "inferiores". As doutrinas raciais forneceram uma base ideológica para essa empreitada, perpetuando a visão de que os colonizadores europeus estavam trazendo progresso e civilização para territórios considerados "selvagens".</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 12:56:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>  Essas teorias racistas foram influenciadas pela teoria darwinista da seleção natural e evolução das espécies. Muitos desses cientistas acreditavam que as mesmas leis que regiam a evolução biológica dos seres vivos também se aplicavam à sociedade humana, sugerindo uma hierarquia das raças com base na suposta superioridade biológica. Segundo essa visão distorcida, as raças consideradas mais "evoluídas" ou "superiores" deveriam inevitavelmente dominar sobre as consideradas "inferiores".</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 12:58:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>  O regime nazista liderado por Adolf Hitler promoveu políticas de extermínio em massa, direcionadas principalmente aos judeus, e conduziu experimentos desumanos em prisioneiros de campos de concentração. </p><p>  Na África do Sul, o apartheid, que começou em 1948 e terminou em 1994, foi baseado na ideologia da superioridade racial branca, herdada dos colonizadores holandeses, mantendo os negros em um estado de subjugação.</p><p>  Nos Estados Unidos, especialmente no sul, após a Guerra Civil, políticas de segregação racial, como as leis de Jim Crow, foram implementadas para manter a supremacia branca, com grupos como a Ku Klux Klan perpetrando violência contra os negros.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-25 13:00:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carolinaborgessevero2000</author>
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         <description><![CDATA[<p>O termo interseccionalidade, introduzido pela professora e jurista Kimberlé Crenshaw em 1989, é um conceito sociológico fundamental para compreender as complexas interações entre diferentes marcadores sociais na vida das minorias. Através da interseccionalidade, é possível enxergar que nossa sociedade é constituída por diversos sistemas de opressão – incluindo, mas não se limitando a, raça ou etnia, classe social, gênero, orientação sexual, capacidade física e localização geográfica. Esses sistemas não operam isoladamente; em vez disso, relacionam-se, sobrepõem-se e demonstram que o racismo, o sexismo e as estruturas patriarcais são inseparáveis, colaborando para discriminar e excluir indivíduos ou grupos de maneiras multifacetadas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 00:26:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carolinaborgessevero2000</author>
         <link>https://padlet.com/ssfaller/k1d41e5ublwvty5l/wish/3004021293</link>
         <description><![CDATA[<p>A interseccionalidade revela como as experiências de racismo são distintas quando combinadas com outros fatores, como gênero e classe. Mulheres negras, por exemplo, enfrentam não apenas o racismo, mas também o sexismo, resultando em formas únicas de discriminação que não são experimentadas da mesma maneira por homens negros ou mulheres brancas. Essa perspectiva amplia a compreensão do racismo, demonstrando que ele não é uma experiência monolítica, mas sim multifacetada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 00:26:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>carolinaborgessevero2000</author>
         <link>https://padlet.com/ssfaller/k1d41e5ublwvty5l/wish/3004023203</link>
         <description><![CDATA[<p>Compreender a interseccionalidade é essencial para desenvolver políticas públicas e estratégias de intervenção que sejam verdadeiramente inclusivas e eficazes. Sem essa compreensão, as soluções podem falhar em abordar todas as dimensões das experiências das minorias, perpetuando assim as desigualdades.</p><p>A interseccionalidade desafia-nos a considerar as complexas realidades das vidas das minorias e a reconhecer que a luta pela igualdade deve ser multidimensional. Ao entender como diferentes sistemas de opressão se entrelaçam, podemos trabalhar para desmantelar essas estruturas de maneira mais abrangente e eficaz, promovendo uma sociedade mais justa e equitativa para todos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 00:27:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Como promover a inclusão?</title>
         <author>ssfaller</author>
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         <description><![CDATA[<p>A efetiva inclusão racial consista em admitir, acolher, capacitar e reter esses profissionais nos diferentes postos do mercado de trabalho.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 00:44:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Contexto</title>
         <author>ssfaller</author>
         <link>https://padlet.com/ssfaller/k1d41e5ublwvty5l/wish/3004052760</link>
         <description><![CDATA[<p>Para chegar ao mercado de trabalho, o primeiro desafio enfrentado pela população negra é o acesso a profissionalização. Este fenômeno, por exemplo, mostra claramente o quanto não basta ter uma política como a das cotas sem a criação de oportunidades para os negros em diferentes ramos da sociedade. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 00:45:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Como a educação pode promover a equidade e a inclusão?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ssfaller/k1d41e5ublwvty5l/wish/3018326640</link>
         <description><![CDATA[<p>É preciso que essa educação seja capaz de formar estudantes e futuros cidadãos que combatam o racismo cotidiano que enfrentarão e vivenciarão ao longo de suas vidas. Por isso, acredita que é fundamental que haja políticas públicas de ação afirmativa para o ingresso de pessoas afrodescendentes nas universidades. É fundamental que todo aquele que exerça uma educação antirracista se forme, levando em conta os estudos de intelectuais negros.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-04 22:57:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>marialuizathesims41</author>
         <link>https://padlet.com/ssfaller/k1d41e5ublwvty5l/wish/3018338301</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>O racismo estrutural brasileiro estabelece a banalização da letalidade do jovem negro e morador de favelas e periferias. </p><p>A violência historicamente vem interrompendo a vida desses jovens&nbsp;ano&nbsp;após&nbsp;ano.</p><p>Conforme dados do Datasus, de 2002 ate 2021, 720.927 pessoas negras foram assassinadas no Brasil. 99 pessoas negras por dia.</p><p>Negros representam 71% de todas as vítimas de assassinato no Brasil no período. Somente em 2021, 36.922 pessoas negras&nbsp;foram&nbsp;mortas.</p><p>Segundo dados do 17º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, dentre as crianças de até 11 anos vítimas de homicídio, 67,1% eram negras. Entre os adolescentes de 12 a 17 vítimas de homicídio, 85,1% eram negros. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-04 23:22:30 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>marialuizathesims41</author>
         <link>https://padlet.com/ssfaller/k1d41e5ublwvty5l/wish/3018371190</link>
         <description><![CDATA[<p>A violência letal tem cor e endereço certos no Brasil e acomete de modo extremamente desproporcional jovens negros pobres e periféricos.</p><p>As polícias brasileiras, em especial as militares, tem como produto de sua ação marcado profundamente pela desigualdade racial. 83,1% das vítimas das mortes decorrentes de intervenção policial no país em 2022 eram negras.</p><p>O racismo estrutural no Brasil, reproduzido pelas instituições, exige uma transformação estrutural para ser superado. Diante da violência, é urgente fortalecer o acesso à justiça, espaços democráticos e participação social. Interromper crimes contra a vida é crucial para construir uma sociedade democrática&nbsp;e&nbsp;equitativa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-05 00:06:52 UTC</pubDate>
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         <title>Contexto</title>
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         <description><![CDATA[<p>Existe grande diferença entre a média de estudantes brancos, com uma série de privilégios no acesso à educação, quando comparada à maioria dos estudantes afrodescendentes, que enfrentam uma série de dificuldades no acesso à educação.</p><p>Além disso, a formação de professores também é impactada pelo racismo estrutural. Embora docentes negros e indígenas atuem na educação, existe um predomínio de professores brancos em escolas mais privilegiadas, ou em postos mais bem remunerados no colégio. Na universidade, essa diferença pode ser ainda mais evidenciada. O racismo estrutural não está só na educação enquanto discurso, está na própria hierarquização de professores e estudantes com acesso desigual ao ensino, tanto no ensino básico, médio quanto no superior.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-05 01:29:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>As desigualdades também se manifestam nas condições de vida e moradia. Em São Paulo e Rio de Janeiro, as pessoas pretas ou pardas tinham mais que o dobro da chance de residir em aglomerados subnormais, com piores condições de moradia, como encostas e margens de rios ou morros com riscos elevados de deslizamentos e com isso menos acesso a bens e serviços em comparação às brancas. Indicadores de saneamento básico em 2018 mostram que a população preta ou parda vivia em maior proporção em domicílios sem coleta de lixo, sem abastecimento de água por rede geral e sem esgotamento sanitário adequado, resultando em uma qualidade de vida inferior e impactando negativamente a saúde e o bem-estar dos moradores.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-05 13:59:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-06-05 14:02:43 UTC</pubDate>
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         <title>Policiamento e Abordagens</title>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Perfis Raciais</strong>: Jovens negros são frequentemente alvos de abordagens policiais baseadas em perfis raciais, resultando em um número desproporcional de detenções e violência policial.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Uso da Força</strong>: Casos de violência policial e letalidade são mais prevalentes em áreas de maior concentração da população negra e pobre. Dados mostram que a maior parte dos mortos em operações policiais são negros.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-05 15:36:02 UTC</pubDate>
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         <title>Processo Judicial</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Defesa Legal</strong>: Pessoas negras frequentemente têm menos acesso a uma defesa legal de qualidade, muitas vezes dependendo de defensores públicos sobrecarregados e com recursos limitados.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-05 15:38:28 UTC</pubDate>
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