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      <title>Memorial de Literatura Portuguesa I by Paulo Azeredo</title>
      <link>https://padlet.com/paulloazeredo/memorialdeportuguesa</link>
      <description>Melhores (e dos piores) momentos da disciplina expostos de forma divertida e verdadeira; fragmentos de lembranças do último trimestre do ano de 2021. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-12-07 20:33:51 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-06-30 23:59:54 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Trovadorismo na atualidade </title>
         <author>paulloazeredo</author>
         <link>https://padlet.com/paulloazeredo/memorialdeportuguesa/wish/1936979977</link>
         <description><![CDATA[<div>Em alguns sites, existe uma metodologia de ensino no nível básico da educação acerca do Trovadorismo e de suas cantigas. Colocarei o link do site aqui para quem se interessar.&nbsp;<br>Reitero que a metodologia utilizada não se aprofunda nas especificidades do tema, pois o objetivo é passar o conhecimento básico da matéria, visando ao aprendizado do aluno acerca das diferenças entre as cantigas e na ideia geral que cada uma traz.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://querobolsa.com.br/revista/como-os-artistas-de-hoje-ajudam-a-entender-o-trovadorismo" />
         <pubDate>2021-12-08 23:35:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aplicação prática em sala de aula sobre o conteúdo trovadoresco </title>
         <author>paulloazeredo</author>
         <link>https://padlet.com/paulloazeredo/memorialdeportuguesa/wish/1936983836</link>
         <description><![CDATA[<div>Soltei esse link aqui pois futuramente poderei precisar dessas questões no meu percurso dentro de sala de aula 😁.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://tracostrovadorescosatuais.blogspot.com/" />
         <pubDate>2021-12-08 23:39:37 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre o Trovadorismo </title>
         <author>paulloazeredo</author>
         <link>https://padlet.com/paulloazeredo/memorialdeportuguesa/wish/1936992374</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante as aulas acerca desse tema, confesso que não sentia muita conexão. Talvez isso tenha ocorrido devido ao fato das composições serem bem complicadas de se ler, requerendo uma demanda maior de tempo e atenção - tal demanda que eu não tinha como oferecer dentro de um trimestre.&nbsp;<br>Entretanto, eu consegui relacionar bastante o conteúdo aprendido com a contemporaneidade, algo que eu considero fundamental no ensino de literaturas nas escolas, visto que é justamente essa relação supérflua entre o passado e o presente que prende o aluno na aula e, como aconteceu comigo, o faz lembrar da matéria.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 23:48:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Meu caderno/diário em Lit - Port. I</title>
         <author>paulloazeredo</author>
         <link>https://padlet.com/paulloazeredo/memorialdeportuguesa/wish/1937099196</link>
         <description><![CDATA[<div>Sinalizei alguns pontos numa aula não datada (opsss… culpa minha, foi mal prof.) sobre os quais eu gostaria de comentar.&nbsp;</div><ul><li>“A diferença entre a cantiga de amor e de amigo é basicamente a voz do eu-lírico, se ele é um homem ou uma mulher”;</li><li>“O ‘amor cortês’ colocava o homem numa posição subalterna para conquistar a sua dama, não havendo preocupação com a originalidade do texto, mas sim no seguimento dos moldes da mensagem”.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 01:13:54 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>As soldadeiras</title>
         <author>paulloazeredo</author>
         <link>https://padlet.com/paulloazeredo/memorialdeportuguesa/wish/1937140968</link>
         <description><![CDATA[<div>De toda a matéria, a parte em que falamos sobre as soldadeiras foi a que mais me interessou. Embora nós não tenhamos nenhum registro oficial de alguma composição por elas feita, essas mulheres exerciam papeis fundamentais para a realização da cultura trovadoresca, através dos instrumentos e outras atividades que auxiliavam o funcionamento dos espetáculos.&nbsp;<br><br></div><ul><li><mark>Tá, mas de onde saiu esse nome?</mark></li></ul><div>Bem, o termo “soldadeira” é equivalente ao termo “jornaleiro”, isto é, aquele que era pago por diária.&nbsp;<br><br></div><ul><li><mark>Elas eram prostitutas????</mark></li></ul><div>Não!! Houve sim uma primeira associação à prostituição, mas é possível que muitas soldadeiras não ofereciam trabalhos sexuais.<br><br><mark>As soldadeiras também representavam, ainda que minimamente, uma espécie de liberdade feminina, visto que essas mulheres recebiam dinheiro por conta de seus trabalhos. Eram vitimas das cantigas de escárnio e maldizer, nas quais eram acidamente criticadas pelos seus costumes de viver.</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 01:35:50 UTC</pubDate>
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         <title>Cantigas de amor e cantigas de amigo</title>
         <author>paulloazeredo</author>
         <link>https://padlet.com/paulloazeredo/memorialdeportuguesa/wish/1937158655</link>
         <description><![CDATA[<div><br>“A <mark>cantiga de amor</mark> surge a partir dos moldes supramencionados do código cortês, que serve de regulador para a escrita da ‘correta’ forma de se trovar - e consequentemente de amar. Por não se firmarem nas bases da relação do real, isto é, da opressão feminina na sociedade feudal, tais cantigas possuem um fator de alta idealização das relações amorosas, nas quais a figura de poder é a mulher. <strong>Embora ganhe essa elevação de posição social na poesia, a ‘senhor’ é altamente abstrata</strong>, não possuindo características que a identifiquem ou tendo momentos de acessibilidade ao leitor-ouvinte através do texto. <br>A figura feminina louvada pelo trovador ganha contornos generalizados, tendo como descrição adjetivos vagos a respeito de seu bom-senso, sua beleza e sua influência na vida do poeta, o que transforma uma parte considerável das cantigas às quais temos acesso em uma poesia destinada à mesma mulher - ou melhor, ao mesmo arquétipo feminino. […] <strong>A dama, na cantiga de amor, não é um sujeito ativo no cortejo, mas sim um objeto que tem como sujeito o jovem trovador</strong>. O que se engendra, então, <strong>é uma disputa da dama pelos trovadores</strong>, uma competição de caráter educativo para o desejo masculino. […].<br><strong>Já as </strong><strong><mark>cantigas de amigo</mark></strong><strong> seguem de forma considerável a estrutura das cantigas de amor, tendo como diferença principal o eu-lírico feminino. Apesar de serem composições a partir do ponto de vista da mulher, elas eram compostas pelos homens trovadores</strong>. Em tais cantigas, florescia-se uma visão dupla do ser feminino na Idade Média: <strong>a sua posição carnal e convidativa-destrutiva ao homem</strong>, centrada no mito de Eva, e sua virgindade e pureza natural, centrada na personagem bíblica Maria. O feminino se expressa nessa poesia por meio de uma personagem diferente da dama da cantiga de amor, visto que as mulheres que compõem o eu-lírico são mais jovens e de classes sociais mais baixas, muitas vezes lavadeiras ou pastoras, o que permite uma considerável influência da paisagem bucólica na geração de símbolos no que concerne os ideais de masculinidade e feminilidade, como veremos adiante. […] A mulher nessa poesia descreve seus encontros e desencontros amorosos com o seu ‘amigo’ - seu provável caso amoroso -, em que o remetente tende a ser sua mãe, uma amiga ou o próprio amigo por quem nutre a paixão. Um forte componente do feminino nessas cantigas é a eroticidade que envolve seu ser, sendo construídas sobretudo pelo jogo de paisagens e símbolos colocados na narrativa, posicionando os elementos naturais como a chave principal para o desencadeamento desse entendimento erótico.”</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 01:43:51 UTC</pubDate>
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         <title>Cantigas de escárnio e de maldizer</title>
         <author>paulloazeredo</author>
         <link>https://padlet.com/paulloazeredo/memorialdeportuguesa/wish/1937158983</link>
         <description><![CDATA[<div>”As cantigas caracterizadas como de escárnio e maldizer <strong>possuem uma premissa simples, que é satirizar negativamente algo ou alguém</strong>. Tem como alvos principais grupos sociais que não estavam de acordo com as regras normativas da época, os trovadores usavam do considerado grotesco e obsceno da época para produzir a comicidade do poema. <strong>Um dos alvos principais dessas cantigas são mulheres</strong>, […] <strong>mas especialmente das mulheres que rompiam a divisão interior e exterior postulado na Idade Média</strong> <mark>[soldadeiras]</mark>. O interior, que pertence e deve ser habitado pela mulher, se refere às tarefas atribuídas ao lar e à alma, resguardando-se para locais de menor exposição e visibilidade; enquanto o exterior se refere ao espaço externo, o que traria um maior apreço a vaidade e estética. Tendo a misoginia enquanto norma instalada na sociedade e retomando o mito de Eva, <strong>os trovadores satirizavam a figura feminina desviante do primeiro caminho, ou seja, aquela que não se resguardava totalmente ao interior, de forma a orientar e reger o que deveria ser o padrão social</strong>. Portanto, embora demonstrem uma aparente irreverência às convenções sociais por conta de sua obscenidade explícita, as cantigas de escárnio e maldizer as reforçam. <mark>Os alvos principais desses trovadores são a sexualidade desviante da mulher e/ou sua feiura e idade avançada, o que consequentemente recai sob a figura da soldadeira</mark>. [...] Uma vez que a associação foi feita, as soldadeiras passaram a ser um objeto de ataque das sátiras, que questionavam seus valores e sua moral. A soldadeira representava, então, um grupo de mulheres perigosas, pois se utilizavam de seus corpos no ato artístico para seu sustento, provocando a figura masculina.”</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 01:44:04 UTC</pubDate>
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         <title>Teatro vicentino e a sua representação feminina</title>
         <author>paulloazeredo</author>
         <link>https://padlet.com/paulloazeredo/memorialdeportuguesa/wish/1937296449</link>
         <description><![CDATA[<div>“Gil Vicente aparece, principalmente em “Auto da Índia”, com uma proposta peculiar no que tange a representação feminina na época. Uma das temáticas centrais de seus escritos era o desmantelamento moral da família após a partida do “marido”, o qual deixava a sua “esposa” livre para fazer escolhas que a esculpiam num molde que não devia de forma alguma ser seguido. <br>No início do século XVI, partes do antropocentrismo, como o culto ao prazer, permeava a cultura portuguesa, o que alimentava o ludismo do teatro vicentino, visto que a comicidade do teatro tornava cômico as relações amorosas condenáveis na época. […] nesse sentido, a sátira vicentina emerge de uma série de jogos, nos quais os homens são os peões, e a ama, a jogadora, a qual visa, de toda e qualquer forma, à satisfação de seus desejos.<br>Na farsa “Auto da Índia”, a trama se desenvolve a partir da ida do “marido” às expedições marítimas — salienta-se que nesse contexto histórico acreditava-se no mito do descobrimento, o qual prometia descobertas inestimáveis escondidas no mar afora — , deixando a sua esposa, isto é, <strong>Constança em casa com a sua criada. Nesse cenário, a esposa se envolve numa relação extraconjungal com dois homens ao mesmo tempo, cujos encontros são mediados pela sua criada, a qual também é a sua alcoviteira</strong>. Dessa forma, Gil Vicente põe em cena a mulher quinhentista sob um importante processo de transformação, <mark>a qual se balança entre duas feminilidades: a mulher recatada e submissa da era medieval, e a mulher renascentista que explora, na medida do possível, o seu corpo e os seus desejos.<br></mark>A mulher vicentina, pois, se revela uma impetuosa jogadora, que coordena e manipula as suas relações e o comportamento de seus amantes, como diz Brito, ‘apesar do homem julgar-se um conquistador, é a mulher quem conhece melhor as regras do jogo e é ela quem vai distribuir as cartas‘. Fica evidente assim a intenção das relações mantidas: a moça não só como serviçal, mas também acolviteira; Lemos e castelhano como substitutos simultâneos.“</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 03:06:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Sobre o processo de escrita do artigo</title>
         <author>paulloazeredo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu fiz um vídeo, mas ele ficou um pouco grande e não deu para postar aqui na versão gratuita. Então eu fiz um compartilhamento pelo google drive, é só clicar no link.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 03:09:46 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre o porquê de eu ter tido mais afinidade com o teatro de Gil Vicente </title>
         <author>paulloazeredo</author>
         <link>https://padlet.com/paulloazeredo/memorialdeportuguesa/wish/1937315896</link>
         <description><![CDATA[<div>Outro vídeo meu que não consegui postar por causa do tamanho. Nesse eu conto mais sobre uma questão pessoal com o conteúdo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 03:19:42 UTC</pubDate>
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         <title>Lírica camoniana</title>
         <author>paulloazeredo</author>
         <link>https://padlet.com/paulloazeredo/memorialdeportuguesa/wish/1938754212</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar de eu não ter muitas lembranças consistentes de quando estudamos Camões, eu me lembro bem do teor sentimental e existencialista de seus sonetos, os quais trabalham com o amor melancólico e, muitas das vezes, frustrante. Deixarei citado aqui, no entanto, alguns poemas dos quais gostei bastante.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 17:15:39 UTC</pubDate>
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         <title>Camões, Criatura, Wilde e afins</title>
         <author>paulloazeredo</author>
         <link>https://padlet.com/paulloazeredo/memorialdeportuguesa/wish/1938821183</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse poema me lembrou bastante da Criatura do livro Frankenstein, pois tanto o poema quanto a história do personagem falam sobre alguém que foi frustrado pela vida quando estava tentando amar, quando estava dando o melhor de si. O desamor causado por essa frustração é uma das tragédias mais bonitas, é o que, no período da prosa gótica, Oscar Wilde chamaria de “requinte”.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 17:47:52 UTC</pubDate>
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         <title>O primeiro é sempre inesquecível </title>
         <author>paulloazeredo</author>
         <link>https://padlet.com/paulloazeredo/memorialdeportuguesa/wish/1938855171</link>
         <description><![CDATA[<div>Primeiro poema de Camões lido em aula.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 18:05:08 UTC</pubDate>
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         <title>Finalizando o memorial, parte 1</title>
         <author>paulloazeredo</author>
         <link>https://padlet.com/paulloazeredo/memorialdeportuguesa/wish/1938888168</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 18:21:55 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Finalizando o memorial, parte 2</title>
         <author>paulloazeredo</author>
         <link>https://padlet.com/paulloazeredo/memorialdeportuguesa/wish/1938894126</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-12-09 18:24:45 UTC</pubDate>
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