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      <title>Meu PORTFOLIO no Internato II PED - Turma 2018.1 (19/08/2024 a 13/10/2024) by Internato em Pediatria</title>
      <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30</link>
      <description>Meus registros acadêmicos diários</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-08-10 13:04:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Primeira semana</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3086197194</link>
         <description><![CDATA[<p>Iniciei o rodízio pela UPL, serviço cheio de surpresas e casos interessantes. Já no primeiro dia, pude acompanhar dois casos intrigantes. Hipoglicemia a esclarecer em lactante de 30 dias e tratamento de CMV em outro paciente. No caso da CMV, o paciente já estava finalizando o tratamento e recebendo alta, portanto, sem pendências para ele. Mas os relatos foram reveladores, de o quanto o paciente apresentou uma melhora importante ao longo do tratamento. Já a paciente que mantém a hipoglicemia, eu quem estou acompanhado. Pré-termo, hoje com 35 dias de vida, mantém picos isolados de hipoglicemia, ainda em investigação. Do ponto de vista acadêmico, a paciente ainda cursou com broqueolite viral, o que levou a discussão e aprendizado para toda a equipe. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-23 16:41:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Para que foto melhor para começar o Portfolio de Ped? Uma criança inocente, cheia de sonhos, que não sabia tudo o que teria que enfrentar pela frente. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-23 17:00:22 UTC</pubDate>
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         <title>E vamos de Ped (UTI Ped)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Ansiosa para o início desse rodízio, por ser o último antes de me tornar médica e por iniciar em UTI, algo que eu adoro. A semana foi de ambientação. Apesar de já conhecer a rotina de UTI, a especificidade da pediatria é gigante. Ainda estou perdida em meios a tantos termos novos, dietas e diluições. Mas, tenho sido bem acolhida e buscado me inteirar da rotina. Estou cuidando de alguns pacientes, contudo, o que mais me mobilizou foi um menino de 9 anos com SSJ. Já havia acompanhado um caso com a mesma síndrome, contudo em adulto. O sofrimento daquela criança mobilizou a toda equipe e vários especialistas e ao final da semana pude ver a evolução positiva do quadro e a esperança!! Uma das discussões mais interessantes sobre esse caso foi sobre iatrogenia, como nós como médicos podemos causar danos aos outros. Enfim, por hoje é isso. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-23 17:10:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>viniciusalmeida4_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Iniciei o estágio no dia 12/08/2024. Não nego que pediatria nunca foi meu maior amor durante a faculdade, mas fui com o coração aberto mesmo assim. </p><p><br/></p><p>Inicialmente achei os casos muito complexos, porém é algo esperado para uma unidade de referência em distúrbios metabólicos. Fiquei responsável por dois pacientes, uma menina com 2 anos e 8 meses e um menino com 10 meses (não falarei os nomes por motivos óbvios).</p><p><br/></p><p>Não entendi várias coisas ao ler o prontuário, tais como: tipos de fórmulas e siglas atinentes à pediatria. </p><p><br/></p><p>Contudo, na visita as questões foram sendo esclarecidas e a professora foi extremamente solícita e paciente ao explicar as dúvidas que surgiram durante a discussão. </p><p><br/></p><p>A recepção pelos residentes também não poderia ser melhor, todos tiraram dúvidas, deram orientações e foram bastante tranquilos com os novos internos. </p><p><br/></p><p>Durante a semana a tônica foi a mesma, evoluir os pacientes de forma completa, verificar os exames e resolver as pendências para a programação de alta. </p><p><br/></p><p>Durante esse processo comecei a entender melhor as enfermidades dos pacientes e criar um vínculo com as mães deles. Como disse anteriormente, pediatria não é a matéria que mais me destaco, mas consegui dar conta dos deveres de forma tranquila. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-23 18:16:36 UTC</pubDate>
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         <title>Vinicius Assis Almeida</title>
         <author>viniciusalmeida4_1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-08-23 18:34:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>viniciusalmeida4_1</author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3086302734</link>
         <description><![CDATA[<p>Iniciei o estágio no dia 12/08/2024. Não nego que pediatria nunca foi meu maior amor durante a faculdade, mas fui com o coração aberto mesmo assim.</p><p>Inicialmente achei os casos muito complexos, porém é algo esperado para uma unidade de referência em distúrbios metabólicos. Fiquei responsável por dois pacientes, uma menina com 2 anos e 8 meses e um menino com 10 meses (não falarei os nomes por motivos óbvios).</p><p>Não entendi várias coisas ao ler o prontuário, tais como: tipos de fórmulas e siglas atinentes à pediatria.</p><p>Contudo, na visita as questões foram sendo esclarecidas e a professora foi extremamente solícita e paciente ao explicar as dúvidas que surgiram durante a discussão.</p><p>A recepção pelos residentes também não poderia ser melhor, todos tiraram dúvidas, deram orientações e foram bastante tranquilos com os novos internos.</p><p>Durante a semana a tônica foi a mesma, evoluir os pacientes de forma completa, verificar os exames e resolver as pendências para a programação de alta.</p><p>Durante esse processo comecei a entender melhor as enfermidades dos pacientes e criar um vínculo com as mães deles. Como disse anteriormente, pediatria não é a matéria que mais me destaco, mas consegui dar conta dos deveres de forma tranquila.</p><p>Na sexta houve uma visita multiprofissional bastante interessante sobre a situação da minha paciente (a menina de 2 anos e 8 meses). Nesta visita todos os profissionais (terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicologia, nutrição, assistência social, enfermagem e medicina) se juntaram para discutir o caso e buscar soluções.</p><p>Isso se deu, pois, a paciente foi internada por desnutrição grave e no momento está se alimentando quase que exclusivamente por sonda nasoenteral. Contudo a mãe já informou que quer a alta.</p><p>Ocorre que a situação social da família é muito precária. Não possuem água encanada, saneamento básico, salário digno ou mesmo suporte social. Assim, a equipe se viu em uma situação difícil, já que dar alta a uma paciente com SNE e sem nenhum suporte social pode ocasionar infecções graves. Outro agravante é que a genitora da paciente parece não entender a gravidade do quadro e não busca auxiliar de forma ativa na recuperação da criança. Nesse ponto, chegou-se a questionar se a própria genitora não possui sequelas neurológicas (que afetem o status cognitivo) por conta de ciclos de desnutrição.</p><p>Como se não fosse o suficiente, o pai da paciente é alcoólatra e está morando só com a enteada de 17 anos (o que preocupa sobremaneira a mãe da paciente). Enfim, a discussão demorou quase 2 horas e, apesar de várias análises esclarecedoras, não se chegou a uma solução, mostrando que o quadro social, por vezes, é muito mais complicado de manejar do que a patologia em si.</p><p>Outra discussão interessante é sobre a paciente que está no leito vizinho que já está em cuidados paliativos. As preceptoras da unidade sugeriram coloca-la em um leito isolado, com o intuito de dar mais privacidade, além de não impressionar as outras pacientes caso o óbito ocorra. Contudo, a mãe se recusa a aceitar a transferência por ter criado amizade com outra mãe no quarto.</p><p>Essa situação está gerando tensão no quarto, já que as outras mães não se sentem confortáveis em ver a outra paciente falecer, sobretudo ao lado dos seus filhos que estão internados e pedem que ela seja transferida. A equipe está tentando o convencimento, porém o quadro é complicado.</p><p>Por fim, as preceptoras ficaram de planejar algumas aulas com pontos básicos para o entendimento dos temas da unidade durante a próxima semana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-23 18:35:27 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Primeira semana</title>
         <author>viniciusalmeida4_1</author>
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         <pubDate>2024-08-23 18:37:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>viniciusalmeida4_1</author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3086306733</link>
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         <pubDate>2024-08-23 18:40:02 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação</title>
         <author>pauloaufba</author>
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         <pubDate>2024-08-25 16:24:32 UTC</pubDate>
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         <title>Final da primeira semana</title>
         <author>pauloaufba</author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3087360221</link>
         <description><![CDATA[<p>Esse final de semana, fiquei responsável pela enfermaria. Notei que por mais que a gente acompanhe as discussões ao longo dos dias, quando você assume outros pacientes, o seu entendimento sobre as patologias e condutas acabam se consolidando ainda mais. Nesse final de semana, fiquei com lactente de 1M e 21D com diagnóstico de fibrose cística e ileostomia, com uma genitora extremamente vulnerável, do qual não há um entendimento pleno acerca das condições clínicas da sua prole, o que, muitas vezes dificulta e nos deixa extremamente preocupados quanto a alta. No entanto, é notório que o processo de educação em saúde é fundamental para o processo de aprendizado dos cuidadores. Enfim, aguardaremos ansiosamente para a evolução dessa criança. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-25 16:30:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3087426321</link>
         <description><![CDATA[<p>Como nos apresentar na pediatria, sem nos remeter à nossa própria infância???</p><p>SIM!! Esse sou eu de baby Parmalat! Quem nunca teve um urso ou uma foto Parmalat na década de 90?? hahahahha É o que eu posso revelar da minha idade...</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-25 18:52:10 UTC</pubDate>
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         <title>Expectativas foram criadas?!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3087436058</link>
         <description><![CDATA[<p>Desde antes do internato começar, a pediatria ocupara um lugar de estranhamento no desenvolver do conhecimento. Não sei ao certo o que pode ter gerado essa sensação. Seja pela falta de conteúdos mais abrangentes e concisos na faculdade, seja que a maior parte dos assuntos da pediatria, mesmo que, de todos os assuntos vistos na graduação de medicina, ela ocupe um lugar pequeno, o que mais vimos até esse momento do 6º ano é a perspectiva da Puericultura, que particularmente torna-se um processo um pouco menos atrativo.</p><p>Começar o internato de Pediatria do 6º ano me trazia essa lembrança e rotina ja experimentada anteriormente  e, ao mesmo tempo, vem o questionamento: Quando irei aprender atendimento úteis para emergências pediátricas? Será esse o rodízio que finalmente superarei minhas expectativas??? Acho que vamos ver adiante o desfecho dessa nova trilha de conhecimento.... Até lá!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-25 19:16:58 UTC</pubDate>
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         <title>A PRIMEIRA SEMANA - Parte I: UDAP</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3087444679</link>
         <description><![CDATA[<p>A PRIMEIRA SEMANA NO RODIZIO DE PEDIATRIA II (6º ANO)</p><p><br/></p><p>O local em que exerceria minhas atividades de interno no rodízio da pediatria II foi a UDAP que é a Unidade Assistencial de Pediatria da UFBA/EBSERH. Atualmente localizado no térreo do Centro Pediátrico Professor Hosannah de Oliveira, também conhecido como CPPHO o território da pediatria da UFBA.</p><p>Veteranos e ex alunos da FAMEB sempre falavam sobre a UDAP ser o local mais puxado para a rotina de internato da pediatria (claro que também tem o HGRS), tanto pela fama de alguns preceptores, quanto pela rotina de enfermaria e perfil de pacientes (casos mais complexos). E exatamente por isso, pude optar por iniciar essa jornada neste local... como não amar um desafio e quele aperto de mente que faz a gente se desafiar a aprender cada vez mais?? </p><p>Logo na chegada pude explorar o local conhecendo os leitos, sala de prescrição, posto da enfermagem... e finalmente conhecer os residentes. </p><p>Na divisão dos pacientes internados, como a unidade possui naquele momento 10 crianças, cada interno (total de 5), ficou com duas crianças para acompanhar.</p><p>Das 02 crianças que pude acompanhar, uma delas fui avisado pela equipe que era a paciente com maior tempo de internamento e com maior lista de problemas, desta forma, para mim não existira outra alternativa a não ser solicitar para acompanhar ela.... que se iniciem os desafios!</p><p><br/></p><p>Continua... </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-25 19:37:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A PRIMEIRA SEMANA- Parte II: Conhecendo meus mini pacientes &lt;3</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3087451749</link>
         <description><![CDATA[<p>MEU PRIMEIRO DESAFIO</p><p><br/></p><p>Minha paciente que escolhi para acompanhar tinha um itinerário de internamento bastante prolongado com quase 2 meses entre UTI e UDAP e compreender sua história até o momento em que a conheço foi um tanto dificultoso... mas desafiador poisa ja sabia que iria me demandar mais conhecimento e consequentemente iria aprender coisas novas.</p><p>Então resumindo a história a paciente 01 trata-se de uma menina de 11 anos com diagnóstico prévio de LES (acometmento de pele) e AIJ há 04 anos em acompanhamento no HMG em uso de Metotrexato e Hidroxicloroquina. Foi admitida com quadro de desconforto respiratório associado a anasarca e lesão em MMII direito, que refere ser causada por manipulação de foliculite, evoluindo após, com piora dos sinais flogísticos e saída de secreção purulenta. Devido ao quadro foi encaminhada para UTI PED por pneumonia complicada. de provável disseminação hematogênica, associada a úlcera infectada em MID. Na UTI fez uso de drogas vasoativas  e de ventilação mecânica, seguiu  depois com uso de cânula nasal. Necessitou de TSR em PRISMA por 15 dias devido a IRA, vinha hipertensa e congesta, após ajustes de diálise diariamente e uso de anti hipertensivos, evoluindo com bom controle pressórico. Apresentou anemia e plaquetopenia importantes, com necessidade de transfusões de hemácias e de plaquetas, além de sinais de ICC e derrame pericárdico leve a moderado, vem em melhora de função ventricular. Durante o internamento em UTI, evoluiu com DEP. Novamente na enfermaria, paciente chega com presença de escara em região sacral onde fora realizada desbridamento cirúrgico e segue em acompanhamento com a comissão de feridas. De modo geral, vem evoluindo com substancial melhora do quadro clinico geral, tanto do padrão respiratório, quanto hemodinâmico e infeccioso. Realizado biópsia de rins em internamento com Nefrite lúpica classe III ou IV, nao podendo descartar classe V associada.  Optado pela nefrologia pela administração de imunomodulador com Micofenolato, em dose de indução com 1000mg/dia por 06 meses. Segue estável com provável alta hospitalar após aquisição de fórmulas nutricionais.</p><p><br/></p><p>Diante deste caso, pude aprender durante as passagens de visita sobre a apresentação do LES em criança, um pouco do manejo de crianças com instabilidade hemodinâmica em unidade fechada, além de proporcionar controle nutricional rigoroso na vigência de DEP (desnutrição energético proteica). Sem esquecer sobre alternativas terapêuticas de uso dos imunomoduladores a depender do seu perfil de toxicidade, seja ela nefrotóxica ou hepatotóxica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-25 19:56:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A PRIMEIRA SEMANA - Parte III: Sessão científica na enfermaria</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3087456520</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a semana fui avisado sobre a sessão clínica que ocorreria com uma aula a ser apresentada pelo Preceptor Dr Reinan que é reumatologista pediátrico sobre o tem Síndrome de Ativação Macrofágica (SAM), um assunto muito importante e que minha paciente com LES apresentou em seu contexto de internamento na UTI.</p><p><br/></p><p>A SAM é uma sindrome que está dentro da linfo-histiocitose hemofagocítica (LHH), que é uma condição clínica associada à desregulação da atividade inflamatória do sistema imunológico, caracterizada pela secreção exacerbada de citocinas. A LHH pode ser classificada como primária ou secundária. A LHH primária (LHHp) tem sua apresentação já na infância e ocorre em indivíduos geneticamente predispostos, numa incidência de 1:50.000 nascidos vivos. É caracterizada pela presença de uma mutação autossômica recessiva, como a da deficiência de perforina.</p><p>Já a forma secundária ou adquirida, ocorre em resposta a estímulos inflamatórios como infecções, neoplasias ou doenças reumáticas autoimunes e autoinflamatórias. Dentre os agentes infecciosos, sugere-se que a SAM possa ser desencadeada especialmente pelo vírus <em>Epstein Barr</em> (VEB), varicela, parvovírus B19, <em>Salmonella</em>, <em>Pneumocystis carinii</em> e fungos. A forma secundária da LHH relacionada às doenças reumáticas ficou conhecida como síndrome de ativação macrofágica (SAM). Trata-se de uma complicação rara, que afeta em especial crianças portadoras de artrite idiopática juvenil forma sistêmica (AIJs) e lúpus eritematoso sistêmico juvenil (LESJ), mas que pode ocorrer também em outras doenças reumáticas crônicas, como doença de Kawasaki, dermatomiosite juvenil (DMJ) e doenças autoinflamatórias (DAI)<sup>.</sup></p><p>Apesar de pouco frequente, a SAM é considerada uma complicação extremamente grave das doenças reumáticas da infância, pois está associada à disfunção de múltiplos órgãos e choque, sendo sua mortalidade estimada em 2% a 7% dos casos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-25 20:07:49 UTC</pubDate>
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         <title>A PRIMEIRA SEMANA - Parte IV FINAL: Ambulatório Nefrologia pediátrica</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Nessa semana iniciei o ambulatório de Nefropediatria sob orientação da Prof. Dra Roberta, que brilhantemente pode me explicar sobre uma síndrome de uma das pacinetes que atendi e que desconhecia até o momento. Trata-se da Sd de Batter.</p><p><br></p><p>A síndrome de Bartter é uma doença renal hereditária que afeta o transporte de eletrólitos no néfron, especificamente na alça de Henle. Isso resulta em uma perda excessiva de sódio, potássio e cloro pela urina, levando a um estado de hipocalemia, alcalose metabólica e hipocalciúria.</p><p>São 4 as principais alterações patológicas causadas por essa síndrome, são elas:</p><ol><li><p><strong>Defeito no transporte iônico</strong>: A síndrome de Bartter é causada por mutações nos genes que codificam para proteínas envolvidas no transporte de íons na alça de Henle, como o co-transportador Na-K-2Cl, canais de potássio (ROMK) e canais de cloro (ClC-Kb). Esses defeitos impedem a reabsorção adequada de sódio, potássio e cloro.</p></li><li><p><strong>Perda de eletrólitos</strong>: A falha na reabsorção desses íons na alça de Henle leva a uma perda aumentada de sódio e cloro na urina, o que, por sua vez, provoca uma reabsorção compensatória de sódio no túbulo distal e coletor. Isso ocorre à custa da secreção de potássio e hidrogênio, resultando em hipocalemia e alcalose metabólica.</p></li><li><p><strong>Ativação do sistema renina-angiotensina-aldosterona (RAA)</strong>: A perda de sódio estimula a liberação de renina, levando à ativação do sistema RAA. A aldosterona aumenta a reabsorção de sódio e secreção de potássio, exacerbando ainda mais a hipocalemia.</p></li><li><p><strong>Hipocalciúria</strong>: Diferente da síndrome de Gitelman, a síndrome de Bartter geralmente apresenta hipocalciúria devido ao aumento da reabsorção de cálcio no túbulo distal.</p></li></ol><p>Clinicamente, os pacientes podem apresentar desidratação, fraqueza muscular, câimbras e atraso no crescimento. É uma condição crônica que requer monitoramento e tratamento contínuo.</p><p>Aprendi com essa paciente o manejo da hipertensão em crianças,  com anti hipertensivos, dieta hipossódica, reposição de solução de bicarbonato via oral e anti-inflamatórios.</p><p><br></p><p>Como explicado pela professora Dra Roberta, esta síndrome causa uma fisiopatologia como se a paciente estivesse constantemente tomando furosemida. Melhor definição para memorização dos efeitos da síndrome e como maneja-la.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-25 20:25:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3089024276</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-08-26 19:22:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Resumo da primeira semana na UPL</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-26 21:15:37 UTC</pubDate>
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         <title>Notícias difíceis</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3089206548</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje realizamos o pré teste sobre notícias difícies. Gente, como esse tema é importante. Quando eu rodei na UTI do HGE todos os dias na passagem do boletim era difícil para mim, mesmo só acompanhando a passagem é muito difícil lidar com o sofrimento. Infelizmente durante a faculdade não temos muitas aulas sobre o tema, só me lembro de uma unica aula em Etica durante os 8 semestres de curso. E agora que já vamos nos formar então, esse tema se torna ainda mais relevante!!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-26 23:05:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>viniciusalmeida4_1</author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3089270808</link>
         <description><![CDATA[<p>OBS: eu mandei repetido os primeiros porque não estava entendendo se tinha ou não mandado. </p><p><br/></p><p>Durante o final de semana o PE foi tranquilo, contudo apareceu um caso de um menino que a regulação negou, mas mesmo assim a médica mandou junto com a técnica em uma ambulância. </p><p>Quando chegou ao Hupes tava saturando 80% e o O2 já estava no fim, aí acabaram aceitando mesmo sem vaga. Segundo a plantonista a irresponsabilidade foi imensa e a médica que fez isso deveria ser processada. </p><p><br/></p><p>Outra questão delicada foi relacionada à ética profissional. A Técnica de enfermagem contraindicou um acesso na frente da paciente e da mãe (que já estava fragilizada), em clara discordância da preceptora que estava indicando. O acesso era para fazer medicação (ganciclovir). No fim, a preceptora relatou tudo à enfermeira e o pessoal da CIP fez um acesso central no dia seguinte.</p><p><br/></p><p>Hoje a visita foi tranquila, a tarde sem intercorrências e teve uma aula bastante interessante com dra ângela sobre DEP e protocolo de tratamento, sobretudo quando internar e qual a dieta fazer para evitar a síndrome da realimentação.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-08-27 00:14:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Segunda Semana - Parte I: ADMISSÃO DO FINAL DE SEMANA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3090975898</link>
         <description><![CDATA[<p>Mais uma semana começou e com ela mais novidades durante esses 7 dias de estágio na Pediatria!!! No final de semana admiti um paciente de 6 anos que veio para unidade em situação de emergência! e hoje, na terça-feira dia 27/08/24 pudemos discutir com propriedade pois nada mais prazeroso do que desfrutar da preceptoria de Dra Luiza e Dr Cristiano (melhor dia para adquirir conhecimento!!!!)</p><p><br/></p><p>Voltando para o caso, trata-se de um menino de 6 anos com diagnóstico de síndrome nefrótica cortico-dependente e cortico -sensível desde 2020 acompanhado no HUPES pela nefropediatria. Desde seu diagnóstico, genitora relata 3 crises, sendo a última em FEV de 2024. Na sua última consulta ambulatorial em junho de 2024 o paciente foi orientado a seguir com desmame da prednisona. Na sexta (16/08) o paciente cursou com síndrome gripal (febre, tosse, dispneia) onde fora para UPA e recebeu alta no mesmo dia com ceftriaxona. Após a alta o mesmo passou a cursar com edema, inicialmente em MMII e a mãe relata progressão para abdome, decidindo então na quinta (12/08) fazer uma USG abdominal particular onde fora percebido presença de ascite e orientada a voltar para emergência. Nesse contexto, paciente apresentou-se anasarcado, com edema escrotal, anuria e desconforto respiratório, optado pela equipe médica da emergência manter a ceftriaxona em subdose (500mg 1x/dia), furosemida e encaminhar paciente em ambulância básica de Coité-Ba acompanhada de uma técnica de enfermagem e meio cilindro de O2 com o paciente saturando 87%, sem aviso para a UDAP ou regulação estadual. Deste modo, chega na UDAP de madrugada no sábado (24/08) em situação precária de transporte com risco de morte e com instabilidade clinica. Nos exames admissionais fora evidenciado albumina de 0,9. Feito medidas para sd nefrótica com expansão de albumina e administração de furosemida além de antibioticoterapia com ceftriaxona (pensando em prevenção de PBE) e Oxacilina (pensando em pneumonia por estafilococos).</p><p><br/></p><p>Na passagem de caso hoje, podemos analisar os erros da prática médica na unidade de origem e como poderia ser manejado o paciente... Em resumo o que pude aprender na discussão hoje foi:</p><p>-&gt; Trata-se de uma síndrome nefrótica e paciente já possuía diagnóstico</p><p>-&gt; Paciente em imunossupressão por uso prolongado de corticoide apresentando sd gripal merece cuidados mais intensos nao tento sido liberado para casa</p><p>-&gt; Visto que houve sinais gritantes de descompensação clínica da doença de base, a alternativa terapêutica na emergência seria instituir a dose de corticoide que o paciente fazia antes de abrir a descompensação</p><p>-&gt; Não de faz furosemida em paciente anasarcado/sd. nefrótica se não for expandir com albumina pelo risco de lesão pré renal.</p><p>-&gt; Em sd nefrótica pode haver aumento de colesterol e o mesmo ser expelido em urina</p><p>-&gt; A diferença de Sd nefrótica x Sd nefrítica: A sd nefrítica cursa com presença de PA elevada, hematúria (micro ou macroscópica). Sd nefrótica costuma acometer a faixa de 1 a 8 anos.</p><p>-&gt; Após a estabilização clínica com diurese em frequencia de normalidade e diminuição do edema, fora optado pela suspensão da furosemida e albumina, prescrito HCTZ e avaliado prescrever ciclosporina para desmamar o corticoide.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-27 21:19:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Das fofuras de aquecer o coração, agora não tão distante das &quot;fofurices&quot; ...  Com vocês: a bisnaguinha de pão mais linda!!!!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3090979115</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-08-27 21:22:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Segunda semana</title>
         <author>pauloaufba</author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3092808039</link>
         <description><![CDATA[<p>A semana chegou a metade, mas continuamos com os mesmo pacientes da semana passada, internados na enfermaria. A minha paciente é uma lactante de 40 dias que mantém episódios isolados de hipoglicemia desde nascimento. Atualmente, com valores limítrofes, maiores que 60. Contudo, o ideal para a sua idade é &gt;70. No decorrer da investigação, com exames hormonais normais, a paciente acabou positivando para COVID, e, portanto, sendo isolada. Isso gerou muita angústia para a genitora, pois alguns exames precisaram ser postergados para evitar a transmissão do vírus. No momento, a paciente já está no seu último dia de isolamento e será realizada a amostra crítica amanhã. A dificuldade do exame é que ele não é realizado no HUPES e precisa ser encaminhado para APAE, sendo que um deles, precisará ser custeado, que é o peptídeo C. Enfim, no mais, os outros pacientes seguem em acompanhamento e sigo ansioso para que a minha paciente receba alta nas melhores condições possíveis. Afinal, está internada desde o nascimento, há 40 dias. </p><p>Fico feliz por vê-la melhorando a cada dia e também por ter aprendido sobre o quadro de hipoglicemia A/E e bronquiolite viral. </p><p>Na terça-feira, apresentei na enfermaria para os colegas e para professora Priscila Lyra sobre o tema, sendo uma discussão bastante rica e esclarecedora. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-28 21:11:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cardio ped</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3094750111</link>
         <description><![CDATA[<p>Sempre achei Cardiopatias congênitas um tema super difícil, eu estudo, estudo e não entendo. Mas, achei esse vídeo que achei super legal explicando bem o básico e isso facilitou o meu conhecimento, então, venho aqui compartilhar!!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-30 01:07:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Despedida&quot; das residentes &lt;3 </title>
         <author>pauloaufba</author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3096058233</link>
         <description><![CDATA[<p>A UPL tem me supreendido muito positivamente. Não apenas pelos casos, mas também pelo acolhimento, especialmente, das queridas residentes, May e Nath. Hoje realizamos a despedida das meninas, juntamente com a equipe da metabólica. May e Nath foram incríveis nessas semanas, tentando nos ensinar cálculos de TIG e venóclise, especialmente, porque a minha paciente tem episódios de hipoglicemia. Por falar nela, tentamos realizar a amostra crítica essa semana, mas a paciente não apresentou episódios de hipoglicemia, enquanto a TIG estava desligada. Assim, após 6h, o exame foi interrompido. Sendo assim, iniciamos o desmame da TIG para 3 (estava 6&gt; 5,7&gt; 4,5), com objetivo de dar alta na próxima semana. A paciente evolui bem, sem sintomas respiratórios da bronquiolite e em melhora da hipoglicemia, apesar de apresentar níveis abaixo de 70. Um dos pontos que mais me toca nesse caso é saber que o binômio não pôde ir para casa ainda, mas estamos confiantes que com essa evolução, daremos alta o mais breve possível. </p><p>Além de tudo isso, estão tendo alguns casos de COVID na enfermaria, portanto, a enfermaria está isolada por 8 dias. Vale ressaltar que tomamos todas as precauções, como o reforço da lavagem das mãos, isolamento de pacientes que positivam ou cursam com sintomas respiratórios e uso de máscara. Seguimos então, com cuidado e zelo pela equipe e pelos pacientes. </p><p>Aproveito e desejo o maior sucesso possível para May e Nath, exemplos de residentes e profissionias. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-30 22:11:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3096090411</link>
         <description><![CDATA[<p>Iniciei meu rodízio de pediatria no dia 19/08/2024 no Hospital Ana Nery, onde estou tendo a oportunidade de acompanhar dois casos que estão sendo particularmente marcantes para mim.</p><p>O primeiro caso é o da pequena Maria Cecília, de 1 ano e 5 meses, diagnosticada com tetralogia de Fallot. Ela havia passado por uma correção cirúrgica em janeiro de 2024, mas evoluiu com reestenose da via de saída do ventrículo direito e aumento significativo do gradiente VD-TP. Maria Cecília realizou um CATE diagnóstico, durante o qual apresentou instabilidade hemodinâmica, necessitando ser transferida para a UTI. Três dias depois, foi submetida a um CATE terapêutico como medida "salvadora", pois estava refratária às medidas adotadas na UTI, cursando com piora progressiva do quadro clínico e apresentando episódios de convulsão. O resultado foi que o novo procedimento proporcionou uma melhora significativa do seu quadro. Foi transferida para a enfermaria, quando passei a acompanhá-la e pude testemunhar seus primeiros passos com apoio da fisioterapia após a recuperação, a alimentação via oral e a interação alegre com sua mãe e com a equipe. Ver essa evolução foi extremamente gratificante e tem despertado um sentimento singular pelos pequenos corações.</p><p>O segundo caso que me encantou foi o de Daniel Rammon, um menino de 7 anos com uma cardiopatia congênita complexa e fisiologia de ventrículo único, que foi submetido à cirurgia de Fontan em agosto de 2024. No momento, aguarda RNI na faixa para alta e segue andando, brincando, assistindo desenhos animados e com todos os sonhos de uma criança feliz. Isso é impressionante!</p><p>Além desses acompanhamentos, um dos momentos mais desafiadores e recompensadores do rodízio ocorreu durante um plantão de enfermaria, onde fui solicitado a sugerir o diagnóstico de um paciente admitido, baseado na ausculta de um sopro cardíaco. Após a ausculta, fiz a suspeita de comunicação interventricular (CIV), que foi confirmada como o diagnóstico correto. Essa experiência fortaleceu minha confiança nas habilidades clínicas que venho desenvolvendo.</p><p>No ambulatório de hepatopediatria, atendi um paciente que havia passado por um longo período de internação na Unidade de Pequenos Lactentes (UPL) e estava em acompanhamento ambulatorial. Foi uma oportunidade valiosa de observar o cuidado integral proporcionado pelo SUS, desde a assistência hospitalar até o acompanhamento ambulatorial, o que me fez apreciar ainda mais o sistema de saúde do nosso país.</p><p>Essas experiências não só enriqueceram meu conhecimento técnico, mas também me proporcionaram uma profunda satisfação pessoal, reafirmando minha vocação para servir, como médico, a quem mais precisa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-30 23:41:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>viniciusalmeida4_1</author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3097115293</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje finalizei a segunda semana do rodizio. Estar fazendo um rodízio intensivo tem trazido coisas curiosas. Como observar muito mais de perto os pacientes. Na virada do mês foi a mudança dos residentes e foi evidente a tristeza dos pacientes, e, sobretudo, dos acompanhantes ao se despedir dos residentes. </p><p>Nesse ponto cabe a reflexão sobre a importância do vínculo do paciente/acompanhante e o médico e a importância dele no tratamento dos pacientes e de como isso se quebra com a mudança do médico assistente (claro que na residência é um necessidade pedagógica, mas ainda assim, há uma quebra de vínculo). </p><p>Meus pacientes tiveram evolução, mas seguem internados e as genitoras dão mostrar claras de desgaste e vontade de ir para casa. A paciente com diagnóstico de DEP começou a se alimentar sem sonda, porém vem perdendo peso significativamente o que dificulta a alta. Amanhã será rediscutido o caso dela em visita. </p><p>Já em relação ao meu outro paciente, ele conseguiu evoluir para dieta via oral, contudo para alta precisa fazer dilatação da traqueia para colocação de uma cânula metálica. A mãe informa que sequer consegue dormir com medo da cânula atual entupir (o que já ocorreu algumas vezes). Contudo, esse procedimento é realizado pela Cirurgia pediátrica ou pela Otorrino e nenhuma das duas decide fazer ( e sequer evoluem no sistema). Assim, vemos outro problema do serviço, cada especialidade, quando pode, tenta jogar a responsabilidade para a outra e nenhuma resolve! Os custos de internamento, o abatimento psicológico e o risco de infecções não parece sensibilizar nenhuma das equipes. Enfim, seguimos com a internação dele até ser realizado o procedimento. </p><p>No mais, amanhã novos residentes começas e essa semana foram marcadas algumas aulas para complementar o aprendizado. entrou uma preceptora nova, Dra Marina, excelente profissional, sempre explica com toda calma do mundo, nos incentiva a estudar mais e ainda se preocupa em montar aula para aprendermos mais, um excelente ganho para a pediatria, precisamos de mais professoras assim, que gostam de fato de ensinar. Até mais!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-01 15:42:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Apresentação</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-09-02 00:40:54 UTC</pubDate>
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         <title>A terceira semana - Doença de Kwasaki</title>
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         <description><![CDATA[<p>A terceira semana começou e não tive tempo de atualizar em tempo real os acontecimentos das 12 horas diárias na UDAP. O auge da semana foi a aula sobre doença da kawasaki ministrada pelo preceptor da reumatopediatria Dr Reinan. em resumo:</p><p><br/></p><p>A Doença de Kawasaki (DK) é uma vasculite sistêmica de causa desconhecida, que afeta predominantemente crianças menores de 5 anos. Caracteriza-se por inflamação dos vasos sanguíneos de médio calibre, com predileção pelas artérias coronárias. A doença é uma das principais causas de doença cardíaca adquirida em crianças.</p><p>Os critérios clínicos para diagnóstico consistem em Febre persistente igual ou superior a 5 dias + um dos 4 achados abaixo:</p><ul><li><p><strong>Exantema polimorfo</strong> (erupção cutânea).</p></li><li><p><strong>Conjuntivite bilateral não purulenta</strong>.</p></li><li><p><strong>Alterações em lábios e cavidade oral</strong> (lábios fissurados, língua em framboesa).</p></li><li><p><strong>Linfadenopatia cervical</strong> &gt; 1,5cm</p></li><li><p><strong>Alterações nas extremidades</strong> (edema, eritema e descamação periungueal).</p></li></ul><p>Complicações:</p><p>A complicação mais grave da Doença de Kawasaki é o desenvolvimento de aneurismas das artérias coronárias, que podem levar a infarto do miocárdio, arritmias e morte súbita.</p><p>Diagnóstico:</p><p>O diagnóstico é clínico, baseado nos critérios diagnósticos (presença de febre e pelo menos quatro dos cinco principais sinais clínicos). Exames laboratoriais podem mostrar aumento de marcadores inflamatórios, e o ecocardiograma é essencial para avaliar o envolvimento cardíaco.</p><p>Tratamento:</p><p>O tratamento inclui imunoglobulina intravenosa (IVIG) em altas doses e ácido acetilsalicílico (AAS) para reduzir a inflamação e o risco de formação de aneurismas coronarianos. Em alguns casos, corticosteroides ou terapias adicionais podem ser necessários.</p><p>A identificação e tratamento precoces são fundamentais para prevenir complicações cardíacas a longo prazo.</p><p>4o</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-03 00:25:19 UTC</pubDate>
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         <title>Aula sobre venóclise</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Hoje, antes de começar a visita, a Dra Lara decidiu reunir os internos e R1 da pediatria para ministrar uma pequena aula sobre venóclise na pediatria. Nela aprendemos um pouco sobre o fundamento da fórmula de Holiday Segar e como calcular a taxa hídrica. De certo modo, podemos ter como base uma receita padrão que é empregada no dia a dia de acordo com o calculo do Peso calórico como na figura acima.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-03 00:34:32 UTC</pubDate>
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         <title>UDAPIANOS</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Essa foto mostra um pouco da alegria que foi rodar esses tempos na UDAP acompanhado pelos MELHORES RESIDENTES DA PEDIATRIA que poderia conhecer.... Simplesmente acolhedores, conselheiros e dispostos a ensinar. Além disso, o que falar da Profa Luisa?? Cheguei com medo da fama mas acabei me tornando fã dessa preceptora singular e espetacular em conhecimento, carisma e preocupação com a formação de nós internos... Várias pérolas surgem de cada visita, uma mistura de aprendizado para formação médica e para vida (incluindo fofocas) ahhahaha.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-03 00:43:00 UTC</pubDate>
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         <title>E por hoje.... deixo esse tchauzinho do paciente mais lindo que poderia encontrar na vida!!! &lt;3</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-09-03 00:56:07 UTC</pubDate>
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         <title>Abstinência e diarreia e náuseas e vômitos? É isso mesmo?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>É isso mesmo!!! Na pediatria usamos a escala WAT-1 para avaliar a relação entre alguns sintomas que inicialmente podemos pensar ser uma simples GECA como febre, náuseas e vômitos, e abstinência. Tive a oportunidade de avaliar uma paciente em uso de sedativos e ver se os sintomas que a mesma apresentava poderiam ser decorrentes de uma síndrome de abstinência!! Não conhecia essa escala, achei muito interessante. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-03 01:28:52 UTC</pubDate>
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         <title>Petéquias ... </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Hoje admiti uma paciente de 9 anos do interior da Bahia com queixa de petéquias pelo corpo há 8 dias. Trata-se de uma paciente obesa, com antecedente de DAC precoce, sem pais e morando sob os cuidados das irmãs. Refere ferimento corto-contuso em sola do pé esquerdo tendo procurado unidade de saúde onde não foi necessário sutura e nem vacinação. Evolui dois dias após o acontecimento com dor de moderada intensidade no local e percebe petéquias em todo o MIE, deste modo, a cuidadora informa ter procurado a USF do município onde fora solicitado hemograma, tendo sido identificado uma plaquetopenia de 32 mil e orientada a procurar UPA. 2 dias após a orientação da USF, cuidadora leva paciente para a UPA onde fora internada e solicitado um novo hemograma evidenciando plaqueta de 30 mil e solicitado regulação para hospital de vitória da conquista (VCA). Em VCA, fora levantado a suspeita de trombocitopenia idiopática e iniciado ciclo de pulsoterapia com Prednisona 20mg de 12/12h, realizado 3 ciclos sendo o ultimo no dia 30/08. Nesse mesmo contexto tentou-se realizar mielograma mas sem êxito. Além disso, após feito os 3 ciclos de pulsoterapia, identificou-se que não houve resposta positiva em relação ao aumento das plaquetas, agora chegando a 17 mil, optando pela transferência para UDAP para infusão de imunoglobulina.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-04 00:37:21 UTC</pubDate>
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         <title>A despedida da minha dose de fofura diária! &lt;3</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-09-04 00:40:47 UTC</pubDate>
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         <title>Grandes vitórias</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Hoje foi um dia especial na UTIP. Uma paciente de 15 anos, diagnosticada com aplasia medular, em situação gravíssima, finalmente conseguiu transferencia para sua cidade natal, Sao Paulo, para continuar o tratamento e realizar transplante de medula. Desde que cheguei na unidade a paciente já estava lá e toda a equipe estava bastante mobilizada com o seu caso. Foram muitos entraves, muita burocracia, jogo de empurra empurra, mas, apesar do envolvimento de todos, posso dizer que a atitude da diarista Kelly foi essencial. Sabe aquela pessoa que luta com unhas e dentes pelos seus pacientes? Essa é Kelly, não tem tempo ruim, não tem dificuldade...Hoje a transferencia de Emilly emocionou a todos, aqueceu meu coração a possibilidade de estar ali e compartilhar desse momento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-05 00:30:31 UTC</pubDate>
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         <title>Mais uma semaninha</title>
         <author>pauloaufba</author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3106872927</link>
         <description><![CDATA[<p>Bom, essa semana foi bem atípica. A enfermaria ficou 8 dias de isolamento devido a síndrome gripal, então, contiuamos com o mesmo pacientes que já estavem internados. A paciente que eu estava acompanhando foi investigada para doenças endocrinológicas, mas todos os resultados deram negativos, além disso, ela parou de apresentar episódios de hipoglicemia após suspensão da TIG. No internato, eu tendo sempre a avaliar não apenas o conhecimento técnico que vou adquirindo, mas também a forma que me relaciono com a equipe e pacientes, e, confesso que tem sido um dos maiores aprendizados para mim. Com a equipe, minha relação é muito boa, mas o que mais me chamou a atenção foi o comentário da genitora da paciente que acomponho. Um dia antes da alta ela perguntou se eu estaria na enfermaria no dia porque eu fui o único que ela conseguiu se abrir e criar uma conexão para que ela entendesse a importância da sua filha está há mais de um mês internada. Quando ouvi isso, confesso que me tocou em um lugar muito profundo, porque durante o internato temos muitas experiências de pacientes que criamos um vínculo, mas quando você ouve de uma mãe que o que deixava ela mais calma era saber que eu estava ali, significa pra mim, que não tem preço o meu exercício pela profissão. É genuíno  e lindo! Eu desejo que aquela família tenha o melhor futuro possível.</p><p>Agora, mundando um pouco de assunto, vamos falar do ambulatório que acompanho que é o da nefrologia. É um ambulatório muito rico do qual aprendemos sobre síndrome nefrótica, drogas nefroprotetoras e indicações de exames para os pacientes em acompanhamento. Essa semana peguei um caso de Lesão Mínima e foi muito importante para mim, porque em alguma situação da qual eu atenda um paciente com no mesmo caso, já sei o manejo com corticoide e diurético e como acompanhá-lo enquanto aguarda vaga com especialista. No mais, foi uma semana bem rica. Tivemos aula de colestase e discussões muito ricas. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-06 22:49:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>viniciusalmeida4_1</author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3107411742</link>
         <description><![CDATA[<p>Terceira semana de Unidade Metabólica. Os pacientes basicamente são os mesmos. São crianças mais crônicias com distúrbios alimentares sérios e com desnutrição em algum grau. </p><p>Essa semana tivemos uma excelente aula de Dra Marina sobre venóclise e como lidaremos com algumas situações enquanto recém- formados. Foi a parte mais produtiva da semana. </p><p>Os problemas crônicos do HUPES também estiveram presentes nessa semana: exames de imagem que estão indisponíveis, profissionais que não querem fazer procedimentos e encaminham para outras equipes e prolongamento de internações de forma desnecessária por falta de vontade de algumas equipes de resolver algumas coisas. </p><p>Está cada vez mais claro que MUITAS vezes os problemas sociais são os mais difíceis de se resolver e afetam de forma muito importante os pacientes. As formulas são caras, indisponíveis, tem que judicializar para conseguir. Os remédios também são caros. Ou seja, impossível uma família manter um paciente que necessita deles sem ajuda do governo. </p><p>Outro ponto que me chamou atenção essa semana foi a quantidade de dignósticos de doenças genéticas tem nessa enfermaria. Ou seja, por vezes a desnutrição é por conta de um erro inato do metabolismo.</p><p>Essa semana veio o anatomopatológico de uma paciente com suspeita de alergia a proteína do leite e/ou doença inflamatória intestinal. Não contribuiu com muita coisa, o caso é complexo e a criança terá que ficar com neoqueite exclusivo via sonda (os casos do HUPES são muito complexos, em regra).</p><p>Um outro paciente fez aniversario de um ano na enfermaria, as médicas fizeram uma festa para ele, foi muito bom. A criança tem um ano e mais de metade da vida foi dentro de um hospital.</p><p>Nesse ponto a gente vê como o sofrimento da família é grande também. A mãe teve que abandonar trabalho e tudo mais para "morar" com ele no hospital e o pai vai visitá-los todos os dias. Enfim, a parte sofrida da pediatria é muito mais sofrida do que a dos adultos em geral, cada vez mais vejo isso no estágio.</p><p>Em resumo, o estágio até agora, apesar de bem intensivo (já que estou compensando carga horária), está sendo proveitoso em vários pontos. Contudo, segue a lógica do HUPES: muitas coisas complexas que nenhum recém-formado vai conseguir ou precisar utilizar, mas faz parte da vida. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-07 15:51:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3108305417</link>
         <description><![CDATA[<p>Nos últimos dias do estágio em pediatria, tive a oportunidade de acompanhar a evolução de três casos interessantes, dois deles já tinham sido citados, e aqui trago o desfecho. Maria Cecília, de 1 ano e 5 meses, que havia sido submetida a cirurgia para correção de tetralogia de Fallot, finalmente recebeu alta. Após a realização de dois CATEs – um diagnóstico e outro terapêutico –, ela se recuperou bem, alcançando marcos importantes como a retomada da alimentação oral e os primeiros passos com apoio da fisioterapia.</p><p>O outro é o caso de de Daniel Rammon, de 7 anos, portador de uma cardiopatia congênita complexa. Após a cirurgia de Fontan, realizada em agosto de 2024, ele evoluiu de forma satisfatória, aguardando apenas a estabilização do RNI para receber alta. Durante o acompanhamento, era evidente seu bom estado geral, mantendo-se ativo e engajado em sua recuperação.</p><p>No ambulatório de hepatopediatria, acompanhei uma paciente de 4 anos com diagnóstico de atresia de vias biliares. Embora seu prognóstico inicial fosse reservado, inclusive tendo sido submetida à cirurgia de Kasai, com indicação de transplante, a criança apresentou uma melhora clínica significativa. Na última consulta, ela estava brincando e conversando, o que representou uma reviravolta positiva no seu quadro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-08 20:33:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Última semana</title>
         <author>pauloaufba</author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3110435820</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 19:31:35 UTC</pubDate>
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         <title>Aprendendo de maneira leve</title>
         <author>pauloaufba</author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3110462035</link>
         <description><![CDATA[<p>Bom, essa é a minha última semana na UPL, e, vivi diversas experiências aqui. Apesar de termos ficado um bom tempo em isolamento, sem receber pacientes, tivemos aulas e discussões muito ricas. No entanto, desde o final de semana, preenchemos todas as vagas da Unidade. E eu fiquei com uma das admissões, um caso de hipoatividade a esclarecer. Trata-se de um lactante de 1 mês e 15 dias, RNT e AIG, sem história de intercorrências no pré-natal e no nascimento. Genitora também sem comorbidades, mas com idade de 41 anos. Lactante nasceu com hipoatividade, sem necessidade de reanimação neonatal. Paciente com sucção débil, sendo necessário uso de sonda orogástrica, sendo encaminhada a Unidade para avaliação de indicação de gastrostomia, contudo genitores não são favoráveis a procedimento. Ao exame físico, a lactante apresenta-se com hipoatividade moderada, com pouca expressão facil, com maior evidênica a esquerda. Todos os reflexos estão preservados e sem alterações. Tendo em vista a história, foi feita a suspeita de sequência de moebius da qual há paralisia do VI e VII par craniano. Nesse sentido, solicitamos a avaliação da genética para elucidação diagnóstica, mas até o momento não houve resposta da especialidade. Vale ressaltar que apesar da hipoatividade, a paciente ganha peso e não tem aparência síndrômica ou de alguma patologia. No mais, seguimos ansiosos com a investigação do quadro. Além da genética, foi solicitada avaliação da fonoaudiologia, fisioterapia e CIPE. Apenas a CIPE avaliou a paciente e ficaram de retornar para conversar sobre a gastrostomia. No mais, seguimos com a enfermaria cheia e bastante rica para o nosso aprendizado. Sobre o ambulatório, acompanhar Dra Claudia e Dra Roberto na nefropediatria, é fantástico. Os casos são sempre ricos. Hoje atendi dois casos interessantes. Um foi glomerulonefrite pós estreptoccócica, assintomático, sem hematúria, edema e hipertensão, com complemento normal. O outro paciente foi uma síndrome rara que desenvolveu acidose tubular, em uso de Bicabornato de Sódio e Enalapril, também assintomático, sem alterações no exame de imagem. Discutir tais casos foi enriquecedor para o meu conhecimento. Considero assim, muito proveitoso o rodízio com experiências e conhecimentos fantásticos. Para ilustrar, essa foto demonstra o acolhimento o o clima da enfermaria diariamente. Gratidão aos residentes, meu colegas internos, a preceptoria e toda a equipe da UPL.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 19:49:56 UTC</pubDate>
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         <title>Dilemas éticos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3114712363</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao longo da graduação médica estudamos e ouvimos sobre situações nas quais o médico está envolvido em questões éticas. Pude presenciar uma questão como essa no atendimento de uma adolescente de 14 anos portadora de CIA com indicação de cirurgia. Contudo, a paciente é Testemunha de Jeová e não aceita transfusão sanguínea. Como proceder em tal situação? A mãe foi orientada sobre a necessidade do procedimento cirúrgico dos benefícios da conduta e malefícios da não realização do mesmo e ficou bastante mobilizada com a notícia. Orientamos que não seria possível realizar uma cirurgia desse porte sem a necessidade de sangue e solicitamos alguns exames. A mãe ficou de avaliar e pensar mais a respeito para melhor definição na proxima consulta. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-11 16:26:31 UTC</pubDate>
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         <title>Mais um ciclo concluído!! Huhuhuhu</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3118772850</link>
         <description><![CDATA[<p>E hoje chegou ao fim mais um ciclo, agora mais perto do que nunca do fim. Muitos conhecimentos adquiridos e acima de tudo a empatia e a alegria pelas pequenas conquistas. Hoje pude acompanhar um paciente com síndrome nefrótica e pude aplicar os conhecimentos clínicos e avaliar os exames e discutir as condutas. Eu realmente amo a clínica médica e fechar a UTI com um caso em que pude juntar as peças do quebra cabeça foi realmente muito legal!! E agora, que venha a Udap 👀</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-13 14:44:49 UTC</pubDate>
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         <title>Unidade Metabólica</title>
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         <description><![CDATA[<p>Nas últimas quatro semanas, rodei na Unidade Metabólica. Foi uma experiência completamente nova, pois, até então, não havia tido contato com pacientes pediátricos internados em enfermaria, uma vez que no quinto ano só tivemos atividades em maternidade, puericultura e ambulatórios especializados.</p><p>Ao todo, acompanhei diretamente quatro pacientes. Dois deles já estavam internados quando cheguei e permanecem até hoje. O primeiro paciente foi internado há mais de 110 dias por desnutrição grave e, durante o internamento, foi identificada uma insuficiência pancreática exócrina e alteração na função absortiva intestinal, mas ainda não se chegou a um diagnóstico definitivo. A segunda paciente também foi internada por desnutrição, e, há duas semanas, o exame genético revelou que essa desnutrição é secundária a uma síndrome rara. Essa paciente foi submetida a gastrostomia e deve ter alta nos próximos dias. O terceiro foi um paciente com fibrose cística, internado por desnutrição e pneumonia, que teve boa resposta à antibioticoterapia e recebeu alta após alguns dias. A última foi uma paciente com doença de Crohn, submetida a colectomia parcial e ileostomia há quatro anos, e internada para realizar colonoscopia com o objetivo de avaliar a possibilidade de reconstrução do trânsito intestinal. Embora essa paciente estivesse assintomática do ponto de vista da doença inflamatória intestinal, apresentava questões psiquiátricas complexas decorrentes do uso da ileostomia. Isso evidenciou como doenças orgânicas podem gerar um impacto profundo na saúde mental dos pacientes, principalmente em crianças e adolescentes, e a importância de um suporte psicológico nessas situações.</p><p>Além desses quatro pacientes, aprendi também com os pacientes dos meus colegas, discutindo diferentes abordagens diagnósticas e terapêuticas nas visitas.</p><p>De forma geral, o acompanhamento desses casos foi bastante enriquecedor. A complexidade das condições dos pacientes evidenciou a importância do cuidado multidisciplinar. Na Metabólica, a integração entre a equipe médica, nutricionistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, assistentes sociais, etc. ocorre de forma exemplar. Além disso, em termos práticos, aprendi muito sobre a abordagem clínica de pacientes com desnutrição — uma condição que, infelizmente, não é incomum — e sobre o manejo de doenças metabólicas e gastrointestinais. Lidar com pacientes com doenças crônicas, como aqueles com fibrose cística e doença de Crohn, me trouxe uma lição sobre a importância do cuidado contínuo e humanizado.</p><p>Nas próximos quatro semanas, irei rodar na UDAP, e espero que a experiência seja tão boa ou melhor.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-13 21:18:54 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Foto do Pregomin (fórmula com proteínas extensamente hidrolisadas) que todo interno que roda na metabólica tem que experimentar!! O gosto é ótimo (só que não rs, coitados dos pacientes com APLV).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-13 21:26:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<p>Professora Marina, residentes do mês de agosto, nutricionistas e os internos! </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-13 21:28:28 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>Que tipo de foto utilizar para iniciar o portfólio de Pediatria? </p><p>Bom, acredito que essa tenha sido uma escolha adequada, haha! </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-15 21:46:45 UTC</pubDate>
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         <title>Expectativas, experiências e aprendizados...</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-09-15 23:22:53 UTC</pubDate>
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         <title>Semana 1 da Udap e reflexões sobre indicação de terapia intensiva </title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-09-20 18:04:32 UTC</pubDate>
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         <title>Semana difícil - desabafo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Essa foi uma semana muito difícil. É extremamente desafiador desenvolver atividades no ambulatório de genética. Durante toda a graduação não tivemos sequer uma aula sobre conceitos básicos de genética, dessa forma, ir para um ambulatório tão específico é meio frustrante e pouco motivador. São doenças raríssimas que dificilmente veremos na nossa vida cotidiana se não formos especialistas, fora as discussões que na maioria das vezes são longas e complexas após um dia inteiro no hospital. Talvez um ambulatório das grandes áreas fosse mais geral e mais proveitoso.   </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-27 01:13:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3146179269</link>
         <description><![CDATA[<p>Mais uma semana se iniciando com muitos desafios. Estamos acompanhando uma paciente com um diagnóstico super difícil, a paciente tem uma plaquetopenia e trombose de veia porta. Está sendo investigada SAAF mas até o momento 2 dos 3 anticorpos investigados já estão negativos. A definição do diagnóstico tem trazido ansiedade para toda esquive e envolvimento de vários profissionais e especialidades. Hoje assumi o caso de uma paciente admitida com quadro de broncoespasmo em primeiro episódio e ganhei um lindo mimo. É muito bom receber o carinho dos pacientes !!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-30 13:06:18 UTC</pubDate>
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         <title>Expectativas para o rodízio</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O rodízio em Pediatria II iniciou na Cardiopediatria do Hospital Ana Nery. Um residente de Cardiologia do HUPES havia falado maravilhas de Dra. Isabel e de suas habilidades propedêuticas. Era uma época em que eu estava particularmente interessado em estudar sopros cardíacos, cardiomiopatias e valvopatias, então achei que ir para o HAN encaixaria bem, além de já saber que era um bom hospital. </p><p><br/></p><p>Depois, estaria preparado para ir para Unidade de Pequenos Lactentes e me encaminhar para o final do curso de medicina em uma enfermaria em que eu poderia me sentir um pouco mais confortável.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-02 21:51:57 UTC</pubDate>
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         <title>Semana 1</title>
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         <description><![CDATA[<p>A primeira semana foi bem difícil. Cardiopatias congênitas são um mundo a parte. A verdade é que eu e meus colegas, a princípio, não estávamos entendendo absolutamente nada a respeito daqueles corações completamente embaralhados de todas as maneiras possíveis, cheios de shunts, atresias, comunicações, transposições... Além do nível de discussão de fisiologia cardíaca e hidrodinâmica que excede completamente o da cardiologia de adultos.</p><p><br/></p><p>O paciente que ficou sob minha responsabilidade inicialmente era um caso simples: um canal arterial persistente. Conheci o que é um sopro sistodiastólico em maquinaria. Apesar de simples, ainda não compreendia bem as repercussões hemodinâmicas envolvidas e a síndrome de insuficiência cardíaca por hiperfluxo pulmonar, até o Dr. Idelânio me fazer entender na semana seguinte.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 21:54:26 UTC</pubDate>
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         <title>Semana 2</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na segunda semana as coisas estavam começando a ficar mais claras. Estava acompanhando o primeiro paciente, com persistência do canal arterial, e o segundo tinha uma recoarctação de aorta com laringomalácia pós-Ventilação Mecânica.</p><p><br/></p><p>Os desenhos de Dr. Idelânio estavam fazendo efeito - foram fundamentais. Comecei a entender melhor a hidrodinâmica cardiovascular, os shunts, gradientes e repercussões clínicas: de ICC e de cianose. E, para o meu azar, Dra. Isabel, que eu queria tanto acompanhar, estava entrando de férias (depois ela ressurgiu brilhando propedeuticamente).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 21:58:17 UTC</pubDate>
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         <title>Semana 3</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na terceira semana houve troca da equipe de residentes. Com isso, nós ganhamos mais responsabilidades, pois éramos os que tinham mais propriedade a respeito dos casos. Isso foi bem legal.</p><p><br/></p><p>Passei a acompanhar um caso super complexo de um paciente com síndrome pós-pericardiotomia, utilizando drenos torácicos bilaterais, após 3 cirurgias.</p><p><br/></p><p>A essa altura, já estava me sentindo mais confortável com os assuntos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 22:00:40 UTC</pubDate>
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         <title>Semana 4</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A última semana do HAN foi bem interessante. Dra. Isabel retornou e já impressionou ao identificar um exame físico incompatível com o ecocardiograma anterior e a programação cirúrgica. O paciente deveria ter uma hiperfonese de segunda bulha devido ao hiperfluxo pulmonar por uma CIV, porém nada havia.</p><p><br/></p><p>Foi repetido o ecocardiograma e lá estava, uma CIV praticamente fechada, agora sem indicação de cirurgia. </p><p><br/></p><p>Depois, foi clima de despedida. Fizemos boas amizades com os preceptores ao longo do rodízio e levamos boas memórias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-02 22:04:00 UTC</pubDate>
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         <title>Dia de atualizar o cartão, de vacina rs </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Para que coisa melhor do que atualizar o cartão de vacina no rodízio de pediatria? Rs </p><p>Hoje para terminar a semana com chave de ouro com atualizar meu cartão no Crie. O Crie é o centro de referência de imunobiológicos especiais, um projeto muito importante principalmente para pacientes com imunodeficiências. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-04 17:10:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3155496101</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-06 15:45:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3155503649</link>
         <description><![CDATA[<p>Atualmente, estou rodando na UDAP. </p><p>A vivência nessa enfermaria tem sido marcante. O volume e rotatividade de pacientes e a diversidade de condições que encontrei na UDAP tornaram essa uma experiência única e completamente diferente da que tive na Unidade Metabólica.</p><p>Entre os casos que acompanhei, destaco o de uma paciente de 9 anos, internada há mais de um mês, com plaquetopenia importante. Inicialmente, suspeitou-se de PTI. Mesmo após pulsoterapia com metilprednisolona e imunoglobulina, os níveis de plaquetas dela continuaram extremamente baixos, chegando ao mínimo de 2000 plaquetas. Durante a internação, descobriu-se uma trombose de veia porta, o que levantou a possibilidade de SAAF, porém, para a nossa surpresa, a pesquisa dos anticorpos antifosfolípides e do FAN foi negativa. No momento, estamos considerando a hipótese de síndrome de Evans, pois, além da plaquetopenia, ela apresenta Coombs direto positivo, indicando autoimunidade (embora ela não tenha anemia). Esse caso me mostrou como a investigação diagnóstica pode ser complexa e repleta de reviravoltas, nem sempre se encaixando perfeitamente no que vemos nos livros.</p><p>Outro caso significativo foi o de um paciente de 10 anos com suspeita de transtorno somatoforme, algo que eu nunca havia visto na prática. Após intensa investigação para seus sintomas de dor em hemitórax direito, dorso e membro superior direito, chegou-se ao diagnóstico de síndrome somatoforme, o que foi corroborado pela equipe de psiquiatria. Esse quadro exigiu uma abordagem muito cuidadosa e trouxe à tona a importância de considerar os aspectos psicossociais, pois possivelmente tanto o paciente quanto sua mãe obtinham ganhos secundários com esse transtorno.</p><p><br/></p><p>Em resumo, a experiência na UDAP tem sido uma oportunidade incrível de aprendizado, marcada pela complexidade dos casos e pela diversidade de diagnósticos. Cada paciente me ensinou lições valiosas sobre a prática médica, desde a complexidade das investigações diagnósticas até a necessidade de compreender os fatores psicossociais que influenciam o quadro clínico. Esta vivência tem me preparado ainda mais para os desafios que virão na minha carreira médica. Ansioso pelo que viverei na minha última semana de internato.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-06 15:53:00 UTC</pubDate>
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         <title>O fim de mais um ciclo para o começo de um novo ciclo!!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3155560268</link>
         <description><![CDATA[<p>Enfim, está chegando ao fim o rodízio de pediatria, não só o rodízio como o fim do curso!! Nesse final há um misto de sentimentos: ansiedade, cansaço, alegria... A vivência na pediatria, embora não seja a área que eu queira seguir, foi muito importante na finalização da formação médica. Contudo, percebo que não me sinto preparada para atendimento de crianças. Nossa formação em pediatria na faculdade foi focada principalmente em puericultura. Tivemos uma formação muito boa nesse sentido, mas, ao rodar agora no internato percebi que não sabemos manejar pacientes internados, não sabemos calcular doses ou os tratamentos recomendados. A Pediatria parece outro mundo, são escores diferentes, cálculos diferentes, exige um olhar pormenorizado. Enfim, pude aprender muito e acompanhar casos os mais diversos possíveis, nesse mês na UDAP até agora acompanhei 7 casos: asma, sindrome nefrotica, nefritica, bicitopenia, ITU, cardiopatia, DM1, e ainda temos uma semana com muito mais aprendizado!!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-06 16:58:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Publiquei o meu vídeo no lugar errado</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3155564786</link>
         <description><![CDATA[<p>Segue link para o vídeo publicado por engano na página do colega João Pedro:</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/internato2ped/meu-portfolio-no-internato-ii-ped-turma-2018-1-19-08-2024-a--jz2me964muylwb30/wish/PR3NWxb3PNrgQb0O">https://padlet.com/internato2ped/meu-portfolio-no-internato-ii-ped-turma-2018-1-19-08-2024-a--jz2me964muylwb30/wish/PR3NWxb3PNrgQb0O</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-06 17:04:23 UTC</pubDate>
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         <title>Semana 5</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3155665940</link>
         <description><![CDATA[<p>Chegado o fim do período no HAN, estava esperando um período um pouco mais tranquilo na Unidade de Pequenos Lactentes. Já conhecia Dra. Priscilla e ela havia ficado intrigada, em 2023, com a história do meu casamento no meio do internato. Então, poderia esperar boas conversas, além do aprendizado com os pequenos lactentes.</p><p><br/></p><p>A primeira semana foi bem mais tranquila que aquela no HAN. Casos um pouco mais simples - mas não muito - e minha paciente era particularmente linda e tranquila de entender: uma hipotonia generalizada, com disfagia e estridor, devido à possível síndrome de Prader-Willi.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-06 19:19:19 UTC</pubDate>
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         <title>Semana 6</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/internato2ped/jz2me964muylwb30/wish/3155669941</link>
         <description><![CDATA[<p>A semana seis foi bem divertida na UPL. Instituímos uma espécie de hábito de levarmos bolos e lanchinhos. Continuei com minha paciente e foi na nasofibrolaringoscopia foi visto que o estridor era devido a uma aparente laringomalácia. Além disso, a especialidade corroborou com a indicação de gastrostomia, que estava prevista devido à sucção débil com fadiga expressiva.</p><p><br/></p><p>Nessa semana apresentei para os internos, residentes e Dra. Priscila um tema: febre sem sinais localizatórios. Era minha vez de apresentar e ela caiu no pior momento possível da semana: quarta-feira. Havia passado final de semana viajando devido ao aniversário de um parente, na segunda estava de plantão de enfermaria e na terça eu tinha ambulatório de Hepatologia Pediátrica e pela noite tinha aula de metodologia e estatística em um curso que eu estou fazendo. Para minha sorte, após eu atender meu paciente no ambulatório não haviam mais salas disponíveis e faltavam apenas 3 pacientes. Dra. Cibele se compadeceu de mim e permitiu que eu fosse para casa concluir a apresentação par ao dia seguinte, antes da minha aula noturna.</p><p><br/></p><p>Nesta semana, para coroar, fui surpreendido na sexta-feira: Dra. Priscilla acordou mais cedo para preparar um bolo para os internos e residentes (parece que ela havia prometido à Hércules há algum tempo). Foi bem feliz.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-06 19:25:36 UTC</pubDate>
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         <title>Semana 7</title>
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         <description><![CDATA[<p>Nesta última semana, admito, estava mais preocupado com a formatura do que com qualquer outra coisa. Mas não com festas ou solenidades. Estava preocupado com os desafios que viriam, as situações inapropriadas para um recém-formado que o sistema de saúde promove atualmente e que são inescapáveis. </p><p><br/></p><p>O ponto alto da semana foi ter ir no CREMEB para realizar minha pré-inscrição. Além disso, na sexta-feira o plantão de enfermaria foi tão tranquilo que acabei sendo liberado e, no caminho para casa, me bati com Dr. Barberino. Conversamos um pouco e saí andando com ele pelo caminho de onde eu havia vindo. Fomos ao ambulatório da Cardiologia e lá atendemos um paciente de forma completamente fortuita. </p><p><br/></p><p>Me perguntei diversas vezes se valia a pena essa loucura, mas eu sabia que me lembraria disso no futuro. E é o futuro que me espera na semana que vem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-06 19:30:45 UTC</pubDate>
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         <title>Estágio UPL</title>
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         <description><![CDATA[<p>Durante meu estágio na Unidade de Pequenos Lactentes (UPL), tive a oportunidade de acompanhar uma variedade de casos clínicos complexos, como síndromes genéticas, colestase, plaquetopenia secundária à síndrome HELLP materna, e hiperglicemia transitória. Cada paciente trouxe desafios únicos e lições importantes para minha formação.</p><p>Dois casos que me marcaram foram o de Ayam e o de Yuri. Ayam chegou à UPL com um quadro de colestase e foi submetido a uma biópsia hepática e colangiografia hepática intraoperatória, da qual participei. O resultado foi negativo para atresia de vias biliares, descartando a necessidade de intervenções maiores. Já Yuri era um lactente com uma síndrome genética ainda a ser esclarecida, que apresentava disfagia grave e dificuldades com ganho de peso. Inicialmente, foi indicada a realização de uma gastrostomia, mas, surpreendentemente, ele apresentou uma melhora no ganho de peso e na deglutição antes da cirurgia, levando à revisão e cancelamento do procedimento.</p><p>Este estágio tem sido uma experiência enriquecedora, especialmente por ser meu último rodízio do internato. Sou muito grato aos professores e preceptores da UPL, cujas orientações e apoio foram fundamentais para o aprendizado e o desenvolvimento das habilidades necessárias para o cuidado integral desses pequenos pacientes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-06 20:04:37 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-06 20:11:47 UTC</pubDate>
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         <title>Experiência, casos, estudos</title>
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         <description><![CDATA[<p>No rodízio de pediatria, optei pelo estágio no hospital Roberto Santos, em que passo pelas seguintes áreas:&nbsp;</p><p>Nefrologia pediátrica:&nbsp;</p><p>A primeira experiência do rodízio, onde fiquei responsável por alguns pacientes com síndrome nefrótica, síndrome de Prune-Belly,&nbsp; doença renal crônica. E uma dessas pacientes, a que apresentava várias malformações genéticas, com história de vida com múltiplas internações, mais de 11 cirurgias, com 11 anos de idade, além de não ser criada pela mãe. Ela me marcou muito, pois consegui estabelecer uma relação forte entre médico e paciente, com confiança mesmo em períodos difíceis pela doença, já que iria realizar diálise e passar por procedimentos, que se estenderam por um tempo maior que o esperado.&nbsp;</p><p>Consegui ampliar meus conhecimentos na área, haja vista pela discussão com os preceptores e contato com os pacientes. Nessa primeira experiência, ainda pude fortalecer laços com uma residente que foi muito acessível e construímos uma verdadeira relação de amizade, onde conseguimos discutir, realizar prescrições dos casos entre outras coisas.&nbsp;</p><p>Emergência pediátrica:</p><p>Nesse setor convivemos intensamente com alunos de outra faculdade de medicina, fato interessante para treinar as relações e comunicação entre pessoas completamente desconhecidas, em pró da organização setorial para consequente benefício do paciente.</p><p>Ficamos inteirados de casos comuns na emergência médica como: asma, cetoacidose diabética, pneumonia comunitária, faringoamigdalite, síndrome torácica aguda, sequestro esplênico,&nbsp; crises convulsivas, ingestão de corpo estranho (baterias, moedas e pregos); além de pacientes neurocirúrgicos. Além disso, participei de simulações de parada cardiorrespiratória pediátrica, em que pude colocar em prática e revisar as dinâmicas na temática.</p><p>De fato, um dos rodízios mais interessantes do internato, pela diversidade dos casos, e contato mais próximo de alunos de outras faculdades que somam a nossa caminhada.</p><p>Enfermaria pediátrica 4C:</p><p>Apesar de estar de fato na 4c nas duas últimas semanas, tínhamos previamente plantões de enfermaria no setor. Desde então, tem sido uma experiência bem rica do ponto de vista de aprendizado, haja vista a diversidade de casos, discussões de casos, dinâmicas em grupo para aperfeiçoar condutas, prescrições, raciocínio clínico em pediatria, além do “bom senso” como diria o Dr. Dilton.&nbsp;</p><p>Acompanhei casos bem interessantes como Coreia de Sydenham, anemia falciforme, ingestão de corpo estranho, broncodisplasia, infecção do trato urinário, distúrbios de deglutição. &nbsp;</p><p>Como material de estudo utilizei materiais direcionados da SBP, UPTODATE, e do tratado de pediatria.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-06 20:54:36 UTC</pubDate>
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         <title>Final de ciclo...</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-13 16:47:30 UTC</pubDate>
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         <title>Fim de ped e de med</title>
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         <description><![CDATA[<p>Enfim chegou ao fim esse ciclo!! Nessa última semana pude acompanhar um novo caso de NET e lidar com questões importantes principalmente na pediatria, como o comportamento dos pais. A genitora da minha paciente dessa semana era extremamente premissa, permitindo que a filha de 3 anos fizesse o que quisesse, chegando até mesmo a agredir profissionais. Nesse momento temos que adotar uma postura assertiva, com imposição de limite e respeito. Outro fato interessante nessa semana foi uma discussão do ambulatório de genética sobre a super prescrição de exames, muitas vezes desnecessários que oneram o sistema público de saúde. Finalizamos o rodízio com uma ótima confraternização com a equipe! </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-13 18:01:14 UTC</pubDate>
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         <title>Finalizando.. </title>
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         <pubDate>2024-10-13 18:52:36 UTC</pubDate>
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