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      <title>EFA - TAS by São Barbosa</title>
      <link>https://padlet.com/saorblima/efacl9</link>
      <description>Padlet do Curso EFA de Técnico Auxiliar de Saúde da CheckList</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-03 09:54:36 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre mim.</title>
         <author>saorblima</author>
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         <description><![CDATA[<div>Purificação Barbosa.<br>saorblima@gmail.com<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-03 10:34:32 UTC</pubDate>
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         <title>STC7 - Fundamentos</title>
         <author>saorblima</author>
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         <description><![CDATA[<div>1 - O Elemento<br>2 - Processos e Métodos Científicos<br>3 - Ciências e Controvérsias Públicas<br>4 - Leis e Modelos Científicos</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-03 12:02:39 UTC</pubDate>
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         <title>Diversidade Humana</title>
         <author>saorblima</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-03 12:17:09 UTC</pubDate>
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         <title>Objetivos</title>
         <author>saorblima</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Reconhecer os elementos fundamentais ou unidades estruturais e organizativas que baseiam a análise e o raciocínio científicos.</li><li>Recorrer a processos e métodos científicos para actuar em diferentes domínios da vida social.</li><li>Intervir racional e criticamente em questões públicas com base&nbsp; em conhecimentos científicos e tecnológicos.</li><li>Interpretar leis e modelos científicos , num contexto de coexistência de estabilidade e mudança.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-03 12:35:01 UTC</pubDate>
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         <title>Átomos e Moléculas. </title>
         <author>saorblima</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Átomo</mark></strong><br>Porção mais pequena de matéria que caracteriza um elemento químico, composta por um núcleo (constituído por protões e neutrões) em torno do qual se situa a nuvem eletrónica.<br><strong>Moléculas</strong><mark><br></mark>Forma-se uma molécula quando dois ou mais átomos se aproximam até que as respetivas nuvens de eletrões estejam suficientemente próximas para que haja interação entre os eletrões e os núcleos.<mark><br></mark><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 15:13:49 UTC</pubDate>
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         <title>Ciência e Controvérsias Públicas</title>
         <author>saorblima</author>
         <link>https://padlet.com/saorblima/efacl9/wish/2099862958</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Refugiados<br></strong><br>São pessoas que estão fora do seu país de origem devido a fundados temores de perseguição relacionados com questões de raça, religião, nacionalidade, pertença e a um determinado grupo social ou opinião política, como também devido à grave generalizada violação de direitos humanos por conflitos armados.&nbsp;<br><br>Na minha opinião todas as pessoas em qualquer situação, tem o direito a procurar estabilidade, segurança, melhoria de vida fora do seu país, quer seja em situação de conflito ou não.&nbsp;<br>Hoje em dia a notícia em destaque nos noticiários é sobre os refugiados da Ucrânia devido à guerra da Rússia.&nbsp;<br>Fogem de uma guerra, ou seja, de uma&nbsp;<br>situação, que de todo não queriam, nem desejavam viver.&nbsp;<br>Seria um flagelo e desumano se os países não os acolhessem, para além disso é um direito que lhes assiste.&nbsp;<br>Mas neste momento, todos os outros refugiados dos diversos cantos do mundo estão a ser esquecidos infelizmente, existe demasiado foco numa situação e deixando de parte todas as outras.&nbsp;<br>Para além destes refugiados provocados pelo conflito entre a Rússia e a Ucrânia, que já são mais de dois milhões, existem tantos outros pelo mundo, que&nbsp; nem temos conhecimento, como no Iémen ou alguns países africanos que não tem as mesmas oportunidades que estão a ter os refugiados da Ucrânia.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-17 11:33:20 UTC</pubDate>
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         <title>Poluição</title>
         <author>saorblima</author>
         <link>https://padlet.com/saorblima/efacl9/wish/2142263015</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Plástico nos Oceanos<br></strong><br><strong>Poluição</strong> é a degradação do meio ambiente que ocorre por meio de alterações químicas ou físicas, devido, por exemplo, ao lançamento de substâncias. Esse processo de degradação pode desencadear prejuízos a todos os seres vivos, à saúde humana, ao bem-estar e também à economia.<br>A poluição é descrita como a introdução de substâncias ou de energia no meio ambiente, causando efeito negativo em seu equilíbrio.<strong><em> </em></strong><br>O plástico está a a invadir os oceanos e os danos ecológicos são incalculáveis. Diante desta situação, surgem várias perguntas: Como o plástico chega ao mar? De onde vêm os resíduos? O que podemos fazer para evitar isso? A seguir, indicamos os principais culpados<em>.</em>A maior parte destes resíduos abandonados termina nos mares, onde as ondas e o vento os descompõem até convertê-los em fragmentos diminutos conhecidos como microplasticos. Estas partículas de menos de 5 mm ficam presas dentro dos giros oceânicos, formando grandes manchas de lixo flutuante como o do Pacífico Norte, a maior do mundo, com 1,6 milhão de km<sup>2</sup> e 80.000 toneladas de peso.Se estes polímeros são descartados a milhares de quilômetros dos oceanos, como é possível que terminem flutuando neles?Os rios,especialmente os maiores e mais poluídos, são determinantes na chegada de plásticos ao mar, pois arrastam, conforme se estima, entre 1,1 e 2,4 milhões de toneladas anuais.<br> As águas residuais, o vento, a chuva e as inundações também levam o plástico terrestre até os oceanos, especialmente aqueles de umsó uso, sacos plásticos palhinhas, cotonetes de algodão ou embalagens que, ao serem mais leves, voam para a costa ou entram na rede fluvial até chegarem ao mar.<br>A cada ano, oito milhões de toneladas de plástico vão parar nas águas<strong> </strong>dos oceanos, levando 100 mil animais marinhos à morte, conforme dados da Organização das Nações Unidas (ONU). Além disso, a instituição afirma que, caso o ritmo de consumo continue o mesmo, em 2050 pode haver mais<strong> </strong>plástico do que peixes nos oceanos.<br>Os oceanos estão passando por uma crise sem precedentes devido à mudança climática, sobrepesca, poluição (aqui é onde entra o plástico) e destruição dos habitats marinhos. São problemas originados pela ação do ser humano, no entanto a boa notícia é que a solução também está em suas mãos.<br>A forma definitiva de proteger os oceanos é evidente, mas muito complexa de ser realizada: reduzir o uso e consumo de plástico especialmente do plástico de uso único mencionado anteriormente, o qual é responsável por 49% da poluição marinha, de acordo com os dados (2018) do Parlamento Europeu. Além disso, há pequenos gestos cotidianos que podem contribuir significativamente para reduzir a presença do lixo plástico nos mares. Por exemplo:<br>Substituir os sacos plásticas por outras reutilizáveis de tecido ou fibra.</div><div>Reduzir o consumo de copos, pratos, talheres ou garrafas de plástico.</div><div>Comprar comida a granel e evitar os produtos que tenham embalagens de plástico.</div><div>Substituir os recipientes de plástico pelos de metal ou vidro.</div><div>Evitar o uso de cosméticos que tenham em sua composição microesferas de plástico.</div><div>Mesmo não conseguindo saber, com exatidão, a dimensão do problema, há que ter consciência de que o que chega às praias e linha de costa é apenas uma pequena parte do problema. "A maioria dos plásticos no oceano encontra-se fragmentada e dispersa pelo fundo e coluna de água, viajando por todo o oceano global através das correntes, não conhecendo fronteiras. Foi encontrado plástico desde as zonas mais prístinas do gelo Ártico à Fossa das Marianas, o ponto mais fundo da superfície do planeta, abaixo dos 11 km de profundidade.<br>"Mesmo não sabendo ainda tudo o que seria necessário para conseguirmos avaliar de forma plena os impactos na nossa saúde e no ambiente, o facto é que estamos a introduzir no ambiente quantidades enormes de materiais que não é suposto lá estarem, muitos deles contendo substâncias perigosas e que podem entrar na cadeia alimentar." Por isso, "deveríamos evitar ao máximo o uso destes materiais e procurar minimizar a sua entrada no ambiente.<br>Estima-se que cerca de 80% deste plástico tenha origem em terra e na negligência humana e na deficiente gestão de resíduos. Vento, chuva e rios serão os principais vetores de entrada de plástico no oceano a partir de terra." Outra possibilidade, acrescenta, são artes de pesca abandonadas ou perdidas. Porque, refere, "as artes de pesca à deriva podem continuar a pescar em controlo (pesca fantasma) e acabar por enredar animais de maiores dimensões como cetáceos, tubarões e tartarugas-marinhas. "Estas são sempre imagens impressionantes que mexem com a opinião pública, ainda que não existam estudos que quantifiquem o impacto com exatidão." E, como consequência, gera estes diferentes tipos de partículas de plástico e seus componentes químicos, que entram na cadeia alimentar por bioacumulação. Sem esquecer o caso das "aves marinhas, que ingerem plástico por o confundirem com alimento e o passam às crias quando chegam a terra, muitas vezes de forma fatal para estas".</div><div>No caso dos humanos o impacto é ligeiramente diferente. Por um lado, já se provou que pode acontecer estarmos a alimentarmo-nos de animais que têm no seu interior microplásticos. É o caso de alguns peixes, por exemplo. No entanto, Nuno Barros refere que "apesar dos vários estudos desenvolvidos demonstrarem a presença de microplásticos em espécies aquáticas, existem ainda muitas questões em aberto, lacunas no conhecimento e incertezas em relação aos seus impactos diretos na saúde humana".<br>O principal problema deriva do seu processo de fragmentação oceânica. Como refere o especialista da ANP WWF, os microplásticos não só libertam para o meio marinho todo o tipo de componentes químicos que estiveram envolvidos na sua produção, como agregam e acumulam contaminantes já existentes na água, como pesticidas e agroquímicos.<strong><em><br></em></strong>O plástico é um material com valor, que potenciou inúmeros avanços. É preciso voltar a dar-lhe valor e não o considerar como garantido. <br><strong>Soluções à vista?</strong><br>A pouco e pouco, os mercados, nomeadamente a União Europeia, têm levado a cabo todo um conjunto de iniciativas no sentido de desincentivar a utilização do plástico, nomeadamente o de utilização única. Mas isso é suficiente? O que poderemos fazer para, pelo menos, tentar atenuar o problema? Nuno Barros refere que já existem iniciativas de economia circular que apostam, por exemplo, na recolha e upcycling (processo criativo de dar um novo uso a materiais) de matérias de pesca descartadas ou em fim de vida para fabrico de artesanato, roupa e calçado. Mas o especialista alerta para o facto de isso, por si só, não ser suficiente. "Apenas estancando a hemorragia se terá um impacto significativo a médio prazo." Ou seja, "é preciso abandonar o paradigma do descartável, travar a poluição marinha nas suas fontes em terra e abraçar a reutilização e redução, com toda a economia que este novo paradigma trará a nível de tecnologia e emprego".<br>Visão que vai ao encontro da opinião de Susana Fonseca, que defende que "para fechar a torneira teremos de promover mudanças estruturais, com legislação e incentivos e/ou penalizações". A ambientalista vai mais longe e afirma que é necessário dar "um passo muito significativo para reduzir a descartabilidade - isto porque substituir plástico por outros materiais, mas manter a descartabilidade é essencialmente mais do mesmo e acabará por criar novos problemas - e aumentar a durabilidade dos produtos para que possam ser usados durante mais tempo, possam ser reparados, possam ter novas vidas em segunda mão e que possam ser reciclados no final da sua vida".</div><div>E em relação ao que já está no mar? Sobre isso Susana Fonseca defende que "é importante procurar recolher, mas o fundamental é mesmo travar a entrada das tais 4,8 a 12,7 milhões de toneladas de plástico". Nos últimos anos têm surgido projetos-piloto com o intuito de conseguir recuperar os plásticos nos oceanos ou dar-lhes um novo uso. Embora a ZERO reconheça que os mesmos são "muito interessantes", defende que "o mais importante é fechar a torneira que alimenta diariamente esse fluir tóxico para os nossos oceanos de materiais que não deveriam lá estar". Nuno Barros é da mesma opinião, mas o especialista vai mais longe: é urgente um esforço concertado entre governos, empresas e cidadãos no sentido de mudar o paradigma de desperdício que atualmente se vive. É por isso que a associação defende que as empresas devem responsabilizar-se pelo erro de design que é o lixo plástico descartável, implementando novamente uma lógica de redução e reutilização. "O plástico é um material com valor, que potenciou inúmeros avanços, por exemplo, médicos e tecnológicos. É preciso voltar a dar-lhe valor e não o considerar algo garantido e gratuito a que todos temos direito, inclusive o de o negligenciar e descartar", refere Nuno Barros.<br>Mas esta mudança passa essencialmente por uma mudança de cultura, de fazer negócio. E que só será conseguida com uma "ajudinha" política. "Cabe aos governos legislarem nesse sentido, apertarem a malha aos produtores e apostarem forte na economia circular. E cabe aos cidadãos responsabilizarem os dois últimos atores, e não descurarem o papel que podem ter no seu dia a dia como consumidores, por facilitismo ou inércia", constata o ambientalista da ANP WWF.<br>Entre os vários projetos existentes, há um especialmente interessante. Segundo João Bordado, investigador e professor no Instituto Superior Técnico, uma possível solução para os plásticos já existentes nos oceanos e que está já a ser testada em laboratório, passa por analisar as correntes e determinar os pontos de acumulação. Onde estes se congregam e formam "ilhas". E pôr nesses pontos um navio equipado com uma instalação que faça a despolimerização catalítica do plástico e o converta em combustível. Ou seja, com a infraestrutura capaz de transformar um resíduo - o plástico - em combustível, através de um processo de liquefação. O resultado final seria depois encaminhado para uma refinaria para se transformar em combustível. Um processo com duas vantagens - retirava os plásticos dos oceanos e conseguia uma nova fonte de energia - com a adicionante de, rapidamente, se obter o ROI (Retorno sobre Investimento) do mesmo - tudo aponta para uma recuperação do investimento em quatro a cinco anos.<br><br>Portugal produz plástico acima da Média Europeia.</div><div><br></div><div><strong><em><br></em></strong><br></div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-13 11:38:08 UTC</pubDate>
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