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      <title>PARA QUE SERVEM AS ESCOLAS? by Emilia Andrea Cardozo Licha</title>
      <link>https://padlet.com/emilia_licha/jx4caxbxo01wja</link>
      <description>Trabalho do grupo 6</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-06-24 15:06:20 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2021-06-30 16:13:23 UTC</lastBuildDate>
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         <title>2. Os críticos de escolas nos anos de 1970 e 1980</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/emilia_licha/jx4caxbxo01wja/wish/1626663273</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1970 haviam muitos debates sobre a importância da escola e qual papel que ela estava exercendo na sociedade e nos jovens, e esse questionamento surgia principalmente por grande parte da esquerda, que via com negatividade esse papel do ensino nessa época, que tinha como principal visão a de preparar os jovens para os trabalhos que seriam exercidos á época na sociedade capitalista, e essa visão era amplamente aceita pela academia. A desigualdade social era evidente entre os trabalhadores e jovens que conseguiam ter acesso a esse tipo de educação, e nos anos seguintes, de 1980 e 1990 essa desigualdade se estendeu para outros grupos. Mas essas reflexões e debates não estavam á passos de reais mudanças, mas sim de um inicio de formalização das criticas sobre o ensino e qual era o caminho que deveria ser tomado de uma educação não patriarcal, não capitalista e não racista.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-27 00:15:21 UTC</pubDate>
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         <title>10. Conclusão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/emilia_licha/jx4caxbxo01wja/wish/1626669738</link>
         <description><![CDATA[<div>A pergunta enfatizada ao logo do artigo é : " Pra que servem as escolas? ". A escola está ligada a muito mais que um local estrutural, e sim a um&nbsp; ambiente onde conhecimentos diversos seriam trazidos pelos alunos e os docentes e ali seriam compartilhados. De forma em que os alunos também contribuíam com seus conhecimentos já adquiridos ao decorrer das aulas.<br>A instituição escola sempre teve um papel fundamental na sociedade desde que surgiu, como um lugar onde as pessoas receberiam sua base de conhecimentos e sua formação como cidadão, e ao decorrer do tempo as metodologias vão mudando mais a ideia da instituição é a mesma: Formar e preparar os cidadãos.&nbsp;<br>Para um conhecimento poderoso é necessário que a escola tenha ampla conexão com diversos saberes e dar confiança aos professores. É preciso também se debater o conservadorismo nas instituições educacionais.<br> o capítulo realiza 3 argumentações principais,  o questionamento, do poder publico ,  emancipação da escola para oferecer aos seus alunos o conhecimento poderoso, e a  diferença entre o conhecimento e saber escolar e o conhecimento e saber não escolar.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-27 00:35:14 UTC</pubDate>
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         <title>1. Introdução</title>
         <author>vitoriacastro3</author>
         <link>https://padlet.com/emilia_licha/jx4caxbxo01wja/wish/1627102518</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;--&gt; <strong>Qual o papel das escolas?</strong><br>De forma geral, servem para passar <strong>o conhecimento adquirido até os dias atuais pela sociedade</strong>, para que a nova geração não tenha que começar do zero e possa utilizar o conhecimento prévio em suas vidas.<br>--&gt; Discussões entre educadores e sociólogos sobre esse tema traz desde a <strong>década de 1970 vários aspectos inclusive negativos. </strong><br>--&gt; <strong>John White</strong>, o filósofo da educação, deu uma resposta crítica, mas explicitamente positiva a essa pergunta. <br>* Neste texto, discutiremos <strong>essas ideias divergentes e aspectos diferentes do papel da escola.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-27 15:57:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>3. A virada pós-estruturalista nas ciências sociais</title>
         <author>vitoriacastro3</author>
         <link>https://padlet.com/emilia_licha/jx4caxbxo01wja/wish/1627102842</link>
         <description><![CDATA[<div>No final da década 1980 e começo da década 1990 foram influenciadas por ideias&nbsp; pós-modernistas , pós-estruturalistas , queda do sistema comunista na Europa Oriental, o marxismo e outras narrativas que previam o fim do capitalismo e a escolaridade, perderam a confiabilidade. Que fizeram com que a escolaridade fosse problematizada&nbsp; e recebesse críticas baseando-se no trabalho do filósofo francês Michel Foucault. Em seu livro Vigiar e punir, Foucault (1995). Este filósofo incluiu a escola em uma categoria de instituições que tinham o dever de controlar e vigiar, assim como prisões e asilos.&nbsp;</div><div>A diferença entre os filósofos anteriores era que os marxistas não acreditavam&nbsp; na ideia de progresso e qualquer ideia de um agente específico de mudança, como a classe trabalhadora.&nbsp; No entanto, para Foucault, não&nbsp; havia possibilidade para a escolaridade além da vigilância, e os cientistas sociais e pesquisadores educacionais tinham o papel de críticos. Assim, essas críticas foram ouvidas por responsáveis por decisões políticas. Eles tinham muito pouco a dizer e conhecimento sobre as&nbsp; escolas, exceto para outros cientistas sociais.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-27 15:58:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>4. Respostas governamentais</title>
         <author>vitoriacastro3</author>
         <link>https://padlet.com/emilia_licha/jx4caxbxo01wja/wish/1627103334</link>
         <description><![CDATA[<div><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Inicialmente a resposta dos governantes foi implantar idéias neoliberais, fazendo com que a economia ficasse sob responsabilidade do mercado e o governo com a educação. A partir daí, o governo começou um grande investimento no aprimoramento e reforma das escolas. Através dessa mudança a educação ficou voltada em para inserção dos alunos ao mercado de trabalho, fazendo com que setores públicos e privados tivessem grande influência na educação. Com isso, a qualidade do ensino, aprendizagem do aluno e o trabalho do professor foram deixando de ser prioridade, focando apenas em atender as necessidades do mercado. Contudo, toda essa mudança fez com que a educação se tornasse indiretamente um comércio, onde os principais objetivos são ter grande demanda de alunos, alcançar metas e entregar resultados independente se o aluno está desenvolvendo ou não.<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-27 15:58:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>5. Novos objetivos para velhas coisas?</title>
         <author>vitoriacastro3</author>
         <link>https://padlet.com/emilia_licha/jx4caxbxo01wja/wish/1627104026</link>
         <description><![CDATA[<div>Para que servem as escolas? Essa pergunta aparentemente simples divide as posições de pensadores da educação, tendo assim a escola como local de vigilância para Foucault, como ferramenta de empregabilidade para o <em>New Labour</em> e local para desenvolver a felicidade e o bem estar para John White. O autor gosta da definição de White, entretanto esses objetivos aplicam-se igualmente a muitas instituições e simplifica questões e comportamentos expressos pela sociedade nos diferentes períodos históricos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-27 16:00:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>7. Que conhecimento?</title>
         <author>vitoriacastro3</author>
         <link>https://padlet.com/emilia_licha/jx4caxbxo01wja/wish/1627104559</link>
         <description><![CDATA[<div>Em relação a palavra conhecimento, uma distinção de duas ideias é feita: “conhecimento dos poderosos” e “conhecimento poderoso”. O “conhecimento dos poderosos” é definido por quem detém o conhecimento. Historicamente e mesmo hoje em dia, quando pensamos na distribuição do acesso à universidade, aqueles com maior poder na sociedade são os que têm acesso a certos tipos de conhecimento; chamados de “conhecimento dos poderosos”. Já o “conhecimento poderoso” está atrelado ao conteúdo, de fato ao currículo. Esse conceito não se refere a quem tem mais acesso ao conhecimento ou quem o legitima, mas refere-se ao que o conhecimento pode fazer, como, por exemplo, fornecer explicações confiáveis ou novas formas de se pensar a respeito do mundo. O conhecimento poderoso nas sociedades é cada vez mais o conhecimento especializado, assim, as escolas acabam precisando de professores com esse conhecimento. Além disso, se o objetivo das escolas é “transmitir conhecimento poderoso”, as relações professor-aluno acabam tendo características específicas em virtude desse objetivo. Por exemplo:</div><ul><li>Serão diferentes das relações entre colegas e, portanto, hierárquicas.</li><li>&nbsp;Diferentemente do que sugerem algumas políticas governamentais recentes, elas não serão baseadas em escolhas do aluno, pois, em muitos casos, o mesmo não terá o conhecimento prévio necessário para fazer tais escolhas.</li></ul><div>Isso não significa que as escolas não devam levar muito em conta o conhecimento que os alunos trazem, ou que a autoridade pedagógica não precise ser desafiada. Significa que alguns tipos de relação de autoridade são intrínsecos à pedagogia e às escolas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-27 16:01:22 UTC</pubDate>
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         <title>6. As lutas pelos propósitos das escolas </title>
         <author>vitoriacastro3</author>
         <link>https://padlet.com/emilia_licha/jx4caxbxo01wja/wish/1627105003</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse tema foi dividido em duas questões, a primeira: emancipação e dominação<br><br></div><div>Sobre a emancipação e dominação, o autor discute como a elite e a classe dominante manipula o ensino para seu próprio propósito. No entanto, até esse sistema opressor gera pensadores como Nelson Mandela, emancipador dessa dominação.<br><br></div><div>A segunda questão ele nos traz duas perguntas: “quem recebe a escolaridade?” e “o que o indivíduo recebe?”. O autor cita que a segunda questão já foi respondida, e as escolas focam então principalmente na primeira. Os esforços para “dar acesso” foram substituídos por “participação abrangente” inserindo o indivíduo nas atividades e dando suporte necessário para sua permanência.&nbsp;<br><br></div><div>Sobre as políticas governamentais atuais, é mencionado a “educação como resultado”. Nessa abordagem, à política educacional, o ensino e o aprendizado são dominados pela definição, avaliação e aquisição de metas e a preparação dos alunos para provas e exames. Há ainda uma mínima ideia de educação como simples transmissão do conhecimento em diferentes áreas específicas. Essa ideia é duramente criticada principalmente por sociólogos educacionais. Porém, o que os críticos não observam, é que o conceito de transmissão não é um modelo mecânico, passivo e unidirecional, tendo uma visão bastante conservadora da educação e dos propósitos das escolas e não um processo ativo do aprendiz para a busca da aquisição do conhecimento transmitido. Portanto, respondendo à pergunta “Para que servem as escolas?”, elas servem para capacitar jovens a adquirir o conhecimento , que para a maioria deles, não pode ser adquirido em casa ou em sua comunidade. Então, outra questão se levanta, “Que conhecimento?”</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-27 16:02:22 UTC</pubDate>
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         <title>8. Diferenciação do conhecimento e conhecimento escolar</title>
         <author>vitoriacastro3</author>
         <link>https://padlet.com/emilia_licha/jx4caxbxo01wja/wish/1627105367</link>
         <description><![CDATA[<div>--&gt; <strong>Conhecimentos <br>escolar X não escolar:</strong><br>As bases que impõe essas diferenças são fatores sociais e pedagógicos:</div><div><strong>(a)</strong> as diferenças entre formas de conhecimento especializado e as relações entre elas;</div><div><strong>(b)</strong>&nbsp; conhecimento especializado X conhecimento cotidiano;&nbsp;</div><div><strong>(c)</strong> relação entre conhecimento especializado e o cotidiano;</div><div><strong>(d)</strong> como o conhecimento especializado é tratado em termos pedagógicos.&nbsp;</div><div><strong>--&gt;</strong> Trata de como se caracteriza a estrutura desde a organização, seleção e sequência para diferentes conjuntos de alunos. <br><strong>--&gt; </strong>Tipos de conhecimento:<br>- <strong>Dependente do Contexto</strong> (Prático ou Procedimental)<br>- <strong>Teórico</strong> (conhecimento poderoso adquirido na escola).<br>O contexto cultural e socioeconomico deve ser levado em consideração. Para alunos de lares desfavorecidos, a participação ativa na escola pode ser a única oportunidade de adquirirem conhecimento poderoso e serem capazes de caminhar, ao menos intelectualmente, para além de suas circunstâncias locais e particulares.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-27 16:03:07 UTC</pubDate>
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         <title>9. Conceituando o conhecimento escolar</title>
         <author>vitoriacastro3</author>
         <link>https://padlet.com/emilia_licha/jx4caxbxo01wja/wish/1627105612</link>
         <description><![CDATA[<div>O conceito de conhecimento escolar mais aceito foi proposto por Basil Bernstein. Onde o conhecimento deveria ser&nbsp; separado por áreas, delimitando <strong>fronteiras</strong> bem definidas e separando bem os <strong>domínios</strong>. Isto facilitaria o aprendizado. Os domínios são então divididos segundo:&nbsp; <em>classificação</em> e <em>enquadramento</em>.&nbsp; &nbsp;<br>Este modelo pressupõem a incorporação das relações de poder, naturais à pedagogia.&nbsp;<br>O conhecimento ainda se expressa em duas estruturas, as verticais (ciências naturais) e as horizontais (ciências humanas).&nbsp;<br>Fronteiras fortes entre domínios de conhecimento e entre formalismos do conhecimento exerceriam um papel crítico no suporte às identidades dos alunos fazendo com que progridam. Contudo é importante ficar claro que as fronteiras referem-se às relações entre conteúdos, não a eles conteúdos. As disciplinas que conhecemos não são a única forma que as fronteiras fortes podem ter e estas fronteiras devem ser quebradas (após seu domínio) para o avanço do conhecimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-27 16:03:37 UTC</pubDate>
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