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      <title>DIA DA MULHER by Barbara de Almeida Mayer</title>
      <link>https://padlet.com/barbara921/jwynuj6ktphf3fkw</link>
      <description>8 de março é um dia de rememorar as lutas de todas as mulheres para  a conquista e a manutenção de diversos direitos e, por meio disso, valorizar essa parcela da população, reconhecendo a sua potência criadora, seja da vida, seja da arte. Pensando nisso, que tal conhecermos algumas das principais poetisas da Língua Portuguesa e valorizarmos suas obras? Confira, nesse mural, a curadoria feita pelos alunos do 6º e 7º ano do CJC #8demarço #leiamulheres</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-03-01 12:49:00 UTC</pubDate>
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         <title>HILDA HILST (1930-2004)</title>
         <author>barbara921</author>
         <link>https://padlet.com/barbara921/jwynuj6ktphf3fkw/wish/2906237805</link>
         <description><![CDATA[<p>Hilda Hilst nasceu em 21 de abril de 1930, em Jaú, no estado de São Paulo. Em 1952, formou-se em direito, mas exerceu a profissão apenas por um ano e decidiu se dedicar exclusivamente à literatura. Mais tarde, casou-se como o escultor Dante Casarini, e foram morar na Casa do Sol, lugar que se tornou um ponto de encontro de artistas.</p><p>A escritora, que faleceu em 04 de fevereiro de 2004, em Campinas, teve uma vida dedicada, principalmente, à poesia, mas, também, escreveu narrativas e peças de teatro. Suas obras são caracterizadas pelo monólogo interior, erotismo e questionamentos existenciais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-05 13:08:57 UTC</pubDate>
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         <title>POEMA ESCOLHIDO</title>
         <author>barbara921</author>
         <link>https://padlet.com/barbara921/jwynuj6ktphf3fkw/wish/2906248514</link>
         <description><![CDATA[<p>A minha Casa é guardiã do meu corpo</p><p>E protetora de todas minhas ardências.</p><p>E transmuta em palavra</p><p>Paixão e veemência</p><p>E minha boca se faz fonte de prata</p><p><br></p><p>Ainda que eu grite à Casa que só existo</p><p>Para sorver a água da tua boca.</p><p>A minha Casa, Dionísio, te lamenta</p><p>E manda que eu te pergunte assim de frente:</p><p>A uma mulher que canta ensolarada</p><p>E que é sonora, múltipla, argonauta</p><p>Por que recusas amor e permanência?</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-05 13:17:15 UTC</pubDate>
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         <title>CECILIA MEIRELES (1901-1964)</title>
         <author>heitorgma3</author>
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         <description><![CDATA[<p>Cecília Meireles nascida em 7 de novembro de 1901 em Rio Comprido no Rio de janeiro.Cecília Meireles (1901-1964) foi uma poetisa, professora, jornalista e pintora brasileira. Foi a primeira voz feminina de grande expressão na literatura brasileira, com mais de 50 obras publicadas. Com 18 anos estreou na literatura com o livro "Espectros".</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-05 13:39:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>CORA CORALINA (1889-1985)</title>
         <author>limajoaovitor783</author>
         <link>https://padlet.com/barbara921/jwynuj6ktphf3fkw/wish/2906284089</link>
         <description><![CDATA[<p>Cora coralina nasceu em  20 de agosto de 1889 em Goiás, falecendo no dia 10 de abril de 1985, no mesmo lugar em que nasceu. Filha de Francisco Paula Lins Guimarães Peixoto e Jacintha Luiza do Couto Brandão Peixoto, a autora teve muitos filhos, mais precisamente 7, os quais são: Vicência Brêtas Tahan, Paraguaçu Bretas, Eneas Bretas, Ísis Bretas, Jacyntha Bretas e Cantídio Bretas. Ela é uma poeta e contista brasileira de prestígio e se tornou um dos marcos da nossa literatura. Iniciou sua carreira literária aos 14 anos com o conto Tragédia na Roça, publicado no Anuário Histórico e Geográfico do Estado de Goiás. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-05 13:42:22 UTC</pubDate>
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         <title>POEMA ESCOLHIDO</title>
         <author>heitorgma3</author>
         <link>https://padlet.com/barbara921/jwynuj6ktphf3fkw/wish/2906284099</link>
         <description><![CDATA[<p>No mistério do sem-fim</p><p>equilibra-se um planeta.</p><p><br></p><p>E, no planeta, um jardim,</p><p>e, no jardim, um canteiro;</p><p>no canteiro uma violeta,</p><p>e, sobre ela, o dia inteiro,</p><p><br></p><p>entre o planeta e o sem-fim,</p><p>a asa de uma borboleta.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-05 13:42:23 UTC</pubDate>
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         <title>Florbela d’Alma da Conceição Espanca (1894 - 1930)</title>
         <author>fragosoramosmariagabriela</author>
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         <description><![CDATA[<p>  Florbela Espanca, foi uma poeta e um dos mais importantes nomes da Literatura Portuguesa. </p><p>Florbela abordou temas como amor, erotização, angústia e sofrimento, trazendo a figura feminina para suas obras. Nascida em Vila Viçosa, na região centro-sul de Portugal, Florbela perdeu a mãe muito cedo. Filha ilegítima de João Maria Espanca, foi registrada como se tivesse pai desconhecido e com o nome de Flor Bela Lobo, Florbela frequentava uma escola em Viçosa e, nessa época, já começou a escrever seus primeiros textos.Florbela escreveu seu primeiro poema entre 1903 e 1904: “A vida e a morte”. O primeiro conto escrito por ela foi “Mamã!”, em 1907, sobre sua mãe biológica, que morreria um ano depois. Em 1916, a jovem Florbela fez uma coletânea com 85 poemas e três contos, textos que integraram o projeto “Trocando olhares”. A poeta não teve sucesso nas tentativas de tornar sua obra conhecida, mas o que foi escrito serviu de base para trabalhos futuros. As primeiras vendas de Florbela aconteceram em 1919,sua primeira obra oficial foi composta por sonetos. Apesar de não levantar bandeiras sociais como o Feminismo, Florbela é considerada uma mulher à frente de seu tempo, vencendo barreiras da sociedade portuguesa da época. Foi uma das primeiras a frequentar o curso secundário Liceu Masculino André de Gouveia, em Évora, Florbela foi a primeira mulher a entrar no curso de Direito da Universidade de Lisboa. A escritora foi intensa, e isso é perceptível em trabalhos como “A vida e a morte”. Apesar de ter sido escrito quando Florbela ainda era criança, com apenas 9 anos de idade, o texto já traz sua essência. Ela morreu no dia do seu aniversário de 36 anos, em 8 de dezembro de 1930, na cidade de Matosinhos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-05 13:42:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>ANINHA E AS PEDRAS</title>
         <author>limajoaovitor783</author>
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         <description><![CDATA[<p>Aninha e Suas Pedras<br><br>Não te deixes destruir...<br>Ajuntando novas pedras<br>e construindo novos poemas.<br>Recria tua vida, sempre, sempre.<br>Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.<br>Faz de tua vida mesquinha<br>um poema.<br>E viverás no coração dos jovens<br>e na memória das gerações que hão de vir.<br>Esta fonte é para uso de todos os sedentos.<br>Toma a tua parte.<br>Vem a estas páginas<br>e não entraves seu uso<br>aos que têm sede.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-05 13:44:55 UTC</pubDate>
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         <title>A vida e a morte</title>
         <author>barbara921</author>
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         <description><![CDATA[<p>O que é a vida e a morte</p><p>Aquela infernal inimiga</p><p>A vida é o sorriso</p><p>E a morte da vida a guarida<br></p><p>A morte tem os desgostos</p><p>A vida tem os felizes</p><p>A cova tem a tristeza</p><p>E a vida tem as raízes</p><p><br></p><p>A vida e a morte são</p><p>O sorriso lisonjeiro</p><p>E o amor tem o navio</p><p>E o navio o marinheiro</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-05 13:53:44 UTC</pubDate>
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         <title>CONCEIÇÃO EVARISTO</title>
         <author>ygorjacinto2013</author>
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         <description><![CDATA[<p>Maria da Conceição Evaristo de Brito é uma linguista e escritora afro-brasileira. Agora aposentada, teve uma prolífica carreira como pesquisadora-docente universitária. É uma das mais influentes literatas do movimento pós-modernista no Brasil, escrevendo nos gêneros da poesia, romance, conto e ensaio.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-07 12:09:59 UTC</pubDate>
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         <title>FOGO QUE ARDE EM MIM</title>
         <author>ygorjacinto2013</author>
         <link>https://padlet.com/barbara921/jwynuj6ktphf3fkw/wish/2909741163</link>
         <description><![CDATA[<p>Sim, eu trago o fogo,</p><p>o outro,</p><p>não aquele que te apraz.</p><p>Ele queima sim,</p><p>é chama voraz</p><p>que derrete o bivo de teu pincel</p><p>incendiando até ás cinzas</p><p>O desejo-desenho que fazes de mim.</p><p><br></p><p>Sim, eu trago o fogo,</p><p>o outro,</p><p>aquele que me faz,</p><p>e que molda a dura pena</p><p>de minha escrita.</p><p>é este o fogo,</p><p>o meu, o que me arde</p><p>e cunha a minha face</p><p>na letra desenho</p><p>do auto-retrato meu.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-07 12:11:26 UTC</pubDate>
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         <title>AUTA DE SOUZA (1876 - 1901)</title>
         <author>barbara921</author>
         <link>https://padlet.com/barbara921/jwynuj6ktphf3fkw/wish/2909757521</link>
         <description><![CDATA[<p>Nasceu em Macaíba, em 12 de setembro de 1876, na rua do Comércio. A cidade era o principal centro político do Rio Grande do Norte naquela época. Órfã de pai e mãe já com pouca idade, cresceu em internato. Tuberculosa desde os quatorze anos, terminou seus estudos antes de retirar-se para o sertão, buscando melhores ares. Em 7 de fevereiro de 1901, sobrevém a morte, em Natal.</p><p>Por volta de 1882, informa Ana Laudelina Ferreira Gomes, professora do Departamento de Ciências Sociais da UFRN, que “<em>Auta foi matriculada no Colégio São Vicente de Paulo, no Recife. Colégio católico orientado pela congregação francesa vicentina, que recebia tanto filhas de famílias ilustres da sociedade pernambucana, como meninas órfãs. Não há registros sobre a condição em que Auta de Souza teria estudado lá. A educação que a menina recebeu nesse Colégio tem sido constantemente aludida por comentadores seus como um aspecto especialmente enaltecedor em sua formação intelectual. </em>”.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-07 12:26:15 UTC</pubDate>
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         <title>A EUGÊNIA</title>
         <author>barbara921</author>
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         <description><![CDATA[<p>Imagem santa que entrevejo em sonho,<br>Sempre, sempre a cantar,<br>Criatura inocente, anjo risonho,<br>&nbsp; Que me ensinaste a amar!</p><p>Meu doce amor! Calhandra maviosa<br>Que canta dentro em mim;<br>Minha esperança tímida e formosa,<br>Meu sonho de marfim!</p><p>Amaranto do Céu, flor encantada,<br>Mimoso colibri;<br>Minha açucena pálida e magoada,<br>Meu níveo bogari;</p><p>Gota de orvalho a tremular n’um lírio<br>Que mal começa a abrir;<br>Ó tu que apagas meu cruel martírio<br>E que me fazes rir;</p><p>Madressilva entreaberta, lira de ouro,<br>Celeste beija-flor;<br>Minha camélia, meu sorriso louro,<br>Amor de meu amor;</p><p>Guarda estes versos que só dizem mágoa<br>E tristezas sem fim…<br>Deixa-os no seio como a gota d’água<br>No cálix de um jasmim…</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-07 12:27:31 UTC</pubDate>
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         <title>GILKA MACHADO (1893-1980)</title>
         <author>marinarochasantos153</author>
         <link>https://padlet.com/barbara921/jwynuj6ktphf3fkw/wish/2909764088</link>
         <description><![CDATA[<p>Gilka Machado foi uma romancista e poeta brasileira do século XX. Embora sua obra seja ampla, é considerada uma escritora do movimento simbolista na literatura brasileira.</p><p><br></p><p>Gilka da Costa de Melo Machado nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em 12 de março de 1893. Faleceu na mesma cidade em que nasceu, aos 87 anos, no dia 11 de dezembro de 1980.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-07 12:31:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>SER MULHER...</title>
         <author>marinarochasantos153</author>
         <link>https://padlet.com/barbara921/jwynuj6ktphf3fkw/wish/2909764793</link>
         <description><![CDATA[<p>Ser mulher…</p><p><br></p><p>Ser mulher, vir à luz trazendo a alma talhada</p><p>para os gozos da vida, a liberdade e o amor;</p><p>tentar da glória a etérea e altívola escalada,</p><p>na eterna aspiração de um sonho superior…</p><p>Ser mulher, desejar outra alma pura e alada</p><p>para poder, com ela, o infinito transpor;</p><p>sentir a vida triste, insípida, isolada,</p><p>buscar um companheiro e encontrar um Senhor…</p><p>Ser mulher, calcular todo o infinito curto</p><p>para a larga expansão do desejado surto,</p><p>no ascenso espiritual aos perfeitos ideais…</p><p>Ser mulher, e oh! Atroz, tantálica tristeza!</p><p>ficar na vida qual uma águia inerte, presa</p><p>nos pesados grilhões dos preceitos sociais!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-07 12:32:34 UTC</pubDate>
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