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      <title>Atividade 5 by Jeane Rotta</title>
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      <description>Após escolher um texto de uma revista de divulgação científica, as sugestões estão no outro mural, escreva aqui qual delas você acessou e qual o nome da reportagem que escolheu para ler e conte um pouquinho sobre ela. Vou iniciar com um exemplo.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-14 21:33:24 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-08-21 22:53:31 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Jeane Rotta  </title>
         <author>jeanerotta</author>
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         <description><![CDATA[<div>Escolhi o texto&nbsp;</div><h1>"UM CHEIRINHO NO AR…" da Revista Ciência Hoje. O texto aborda sobre como analisar compostos liberados por plantas em locais distantes de laboratórios de pesquisa, como fazendas e florestas, sem destruí-las ou transportá-las.</h1>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 22:15:05 UTC</pubDate>
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         <title>Anna Ellen</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O texto que eu escolhi foi "EMPRESA LEVANTA US$ 15 MILHÕES PARA RESSUSCITAR ESPÉCIE DE MAMUTE" da revista Superinteressante. O texto trata de uma equipe que está trabalhando para trazer de volta um animal extinto a anos, que é o Mamute. Eles pretendem trabalhar juntando o DNA do Elefante Asiático (quase extinto também) e o DNA encontrado na carcaça de mamute, que foi preservada e, trazer o animal de volta. O interesse, além de ser pela evolução de ciência, também é para manter um equilíbrio nas mudanças climáticas, já que eles, por causa de seu peso, trariam de volta a vegetação original das tundras, evitando o degelo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 15:55:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Wallisson Nunes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1744118764</link>
         <description><![CDATA[<pre>   O texto escolhido foi "Colisão de satélite  o problema de detritos espaciais." pela revista SCIENTIFIC AMERICAN BRASIL.
<br></pre><div><br></div><pre>    Nessa publicação relata-se que em março deste ano 2020 o satélite militar chinês Yunhai 1-02.
     Após 5 meses de incertezas, astrônomos parecem ter finalmente encontrado a resposta para o que realmente aconteceu ele deve ter colidido com o que restou de um foguete russo.
     Ainda o texto nos alerta que aproximadamente 130 milhões pedaços de lixo espacial orbitam a Terra atulamente. Os rejeitos viajam a cerca de 27.000 km/h, sendo rápidos o suficiente para causar danos em equipamentos importantes e acidentes fatais para astronautas dentro de espaçonaves.</pre><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 22:46:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sarana Nunes</title>
         <author>sarananunes</author>
         <link>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1746659089</link>
         <description><![CDATA[<div>Texto: SUPERPODERES ELÉTRICOS NO MUNDO REAL</div><div>Revista: Ciência Hoje<br><br>O texto explica os "superpoderes elétricos" de animais aquáticos a fim de discutir como derrotaríamos um ser (como um supervilão) que fosse capaz de eletrocutar alguém à uma certa distância em terra firme. &nbsp;<br>Após explicar como a eletricidade é conduzida (de forma breve) em diferentes meios, o texto chega a conclusão de que um ser dotado deste superpoder teria de ser imensamente grande, com no mínimo, alguns km de comprimento. Mas apesar de soar assustador e poderoso, poderia ser facilmente derrotado por uma pistola de pregos, já que, a exemplo de animais que tem tal habilidade, como o peixe de água doce Poraquê, seu corpo seria revestido de uma camada de proteção contra sua própria eletricidade. Uma vez rompida, mesmo que em um único ponto, a eletricidade que o ser estaria disparando atingiria seus próprios órgãos internos, o matando em poucos segundos. Talvez superpoderes elétricos não valham muito a pena.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-16 17:44:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bruno Marques </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1749327871</link>
         <description><![CDATA[<div>A publicação trás os resultados de uma descoberta realizada por um grupo de cientistas da Universidade de Bath e a Universidade de Cambridge, na Inglaterra. A partir da análise genética de fósseis, os cientistas chegaram a conclusão de que as mais de 4 mil espécies de cobras que existem hoje são fruto da diversificação de ancestrais que sobreviveram ao asteroide que extinguiu os dinossauros há 66 milhões de anos atrás no fim do período Cretáceo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-17 17:50:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sâmella Victória </title>
         <author>samellavictoria</author>
         <link>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1752409745</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto escolhido da revista Super Interessante, com o título: Ubirajara: a polêmica do dinossauro brasileiro preso num museu alemão.<br>O texto consiste em uma "briga" entre paleontólogos alemães e brasileiros, sobre o direto de um fóssil que foi encontrado no estado do Ceará, que foi levado para a Europa de forma irregular, e por esse motivo os cientistas brasileiros querem esse fóssil de volta, para estudos e repatriação. Esse fóssil é de um dinossauro que viveu a mais de 110 milhões de anos, na região nordeste do Brasil, pois há mais exemplares dessa espécie que se assemelha com uma galinha que é revestido por penas aqui no Brasil. Com a ajuda das redes sociais, mais visibilidade essa briga foi ganhando, pois esse fóssil é muito importante para estudos brasileiros, pois é o primeiro dinossauro plumado não-aviário  encontrado no hemisfério sul. Toda essa situação levou ao questionamento de outros fósseis que foram levados do Brasil de forma ilegal por outros países, fazendo com que os cientistas daqui percam materiais de grande enriquecimento para a história do país. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-19 21:34:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sílvia Ferreira </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1754849686</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Texto:&nbsp;</em></div><h1><em>O formato do corpo de animais está mudando para lidar com mudanças climáticas, diz estudo.&nbsp;</em></h1><div><em>Revista: Super interessante </em><br>O texto explica como que alguns animais estão tendo que lidar de diferentes maneiras devido ao aquecimento global. Alguns mudam para áreas mais frias, outros mudam o momento de eventos importantes da vida como por exemplo a reprodução e outros vêm evoluindo para mudar o tamanho do corpo para esfriar mais rapidamente.&nbsp;<br>O bico das aves por exemplo, desempenham uma função de dispersão de calor para o bico, ou seja, o fluxo sanguíneo pode ser desviado para o bico quando a ave está com calor.&nbsp;<br>Pesquisas indicam que em climas mais frios os animais de sangue quente tendiam a ter os apêndices menores enquanto os de climas quentes tinham apêndices maiores.&nbsp;<br>Essas mudanças vem ocorrendo principalmente em aves, mas específico em papagaios australianos. Estudos mostram que o tamanho do bico de cacatuas-de-gangue e periquitos-de-dorso-vermelho aumentou entre 4% e 10% desde 1871.&nbsp;<br>Essas mudanças são importantes para melhorar nossa capacidade de prever os impactos das mudanças climáticas, isso nos permitirá identificar quais espécies são mais vulneráveis ​​e requerem prioridade de conservação.&nbsp;<br>Mas, é importante que ressaltar que nem todos os animais serão capazes de evoluir com o tempo, sendo que a melhor maneira então para proteger essas espécies é reduzir drasticamente as emissões de gases de efeito estufa e evitar o máximo possível o aquecimento global.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-20 17:40:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Karen Afonso </title>
         <author>karencafonso</author>
         <link>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1754854287</link>
         <description><![CDATA[<h1>REVISTA GALILEU: Humanos causaram extinção de 469 espécies de aves nos últimos 50 mil anos</h1><div><br></div><div>O texto aborda a extinção de diversas espécies causadas pelo ser humano ao longo dos anos, principalmente por causa da caça.&nbsp;<br>A extinção em massa se iniciou após a chegada do homo sapiens, e a maioria das espécies extintas eram de aves de grande porte e que não voavam, por isso as evidencias apontam para a caça.&nbsp;<br>Vale ressaltar que de acordo com as pesquisas, ainda hoje muitas espécies estão sendo extintas, no entanto o problema atual não é a caça, mas a perda de habitats naturais desses animais.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://revistagalileu.globo.com/Um-So-Planeta/noticia/2021/09/humanos-causaram-extincao-de-469-especies-de-aves-nos-ultimos-50-mil-anos.html" />
         <pubDate>2021-09-20 17:42:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Karen Evelyn </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1755979195</link>
         <description><![CDATA[<div>Revista: Galileu<br>O texto refere-se sobre as mudanças climáticas motivada por ação humana, isso poderá gerar imapactos sobre a forma em como os gases vulcânicos interagem com a atmosfera.&nbsp;<br>Quando ocorre o aquecimento da atmosfera em razão das mudanças climáticas, as plumas de cinza e gases expedidos por grandes erupções encontram-se cada vez mais maiores, e os aerossóis de sulfato vulcânico são rapidamente levados para latitudes superiores. O encontro desses fenômenos geram neblinas formadas por aerossóis que impede a luz solar de atingir a superficíe da Terra, resultando em um resfriamento temporário do planeta. As mudanças climáticas estimulam a altura até onde a pluma sobe e a rapidez com que os aerossóis se espalham pelo planeta, aumentando os efeitos de resfriamento em 15%.<br>Os pesquisadores visam continuar investigando não apenas a meio por trás do aumento da pluma vulcânica e do ciclo de vida dos aerossóis, mas também a conduta em como o derretimento de gelerias e precipitação extrema, tal como, consiguirão transformar os futuros efeitos climáticos de erupções.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-21 03:28:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Andressa Soares</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1757203238</link>
         <description><![CDATA[<div>Título: Quando a Antártida era verde: conheça o passado do continente gelado<br>Revista: Super Interessante<br>O texto aborda uma das primeiras expedições ao polo Sul que por fim foi muito trágico, em 1912  cinco homens saíram para essa exploração no centro do continente com temperaturas muito baixas, não resistiram e todos morreram, logo  foram resgatados por uma equipe que escontrou na mochila de um desses homens chamado Robert Falcon Scott um fóssil que provava a existência da pangeia, esse fóssil era uma impressão detalhada de um caule de folhas uma planta do gênero Glossopteres,Há fósseis de Glossopteris na América do Sul, na África, na Índia e na Austrália –&nbsp; evidência forte de que esses pedaços de terra já estiveram ligados no passado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-21 13:46:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Jonathan Monteiro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1758165613</link>
         <description><![CDATA[<div>Revista: Super Interessante<br><br>A reportagem aborda a possibilidade de uma erupção na ilha La Palma (costeira noroeste da África) ocasionar um tsunami que atingisse o nordeste do Brasil. No último domingo (dia 19), o vulcão Cumbre Vieja entrou em erupção, forçando uma evacuação de aproximadamente 5 mil moradores da região, felizmente não houve nenhuma morte. A última erupção do vulcão ocorreu em 1971 e durou 3 semanas. O vulcão Cumbre Vieja já estava dando sinais de uma erupção no futuro, pois foram registrados 22 mil tremores&nbsp; semanas atrás que, em média, marcavam 3,8 na escala Richter.&nbsp;<br>No outro lado do Atlântico houve uma preocupação coletiva: se a dinâmica do vulcanismo desencadeado na ilha La Palma pode gerar tsunamis e, ainda pior, tal tsunami atingir a costa brasileira. Segundo o professor de Geologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), as chances de isso ocorrer são mínimas. Ademais, ele disse que para que isso ocorra é necessário o lançamento de  500 Km cúbicos de materiais piroclástico no oceano, que não é o caso desta erupção de proporção pequena.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-21 18:54:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Karine Pereira </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1758438916</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto escolhido foi "Cientistas descobrem como queimadas afetam formação de nuvens na Amazônia"<br><br>Os autores do texto relatam que pequenas partículas sólidas ou líquidas liberadas na atmosfera pelas chamas, também conhecidas como aerossóis dificultam o congelamento de gotas nas nuvens da atmosfera quando ela está umidificada, mas também favorece quando a atmosfera está mais seca.<br>Com as investigações o propósito do estudo era observarem&nbsp; a temperatura de congelamento&nbsp; de gotas em nuvens convectivas, um tipo que se forma verticalmente e pode se desenvolver até altitudes acima de 10 quilômetros, procurando entender quais são os fatores mais relevantes para esse fenômeno.<br>Os resultados obtidos mostraram que o congelamento, que nesse caso não acontece a 0 °C, como no nosso dia a dia, mas a partir de cerca de -10 °C, depende de três principais elementos que agem de forma associada: a umidificação da atmosfera, a radiação solar e as partículas de aerossol.&nbsp;<br>&nbsp;<br>Na época da estação chuvosa no sul da Amazônia (dezembro a abril, aproximadamente), a atmosfera é extremamente limpa e a origem das partículas que compõem esses aerossóis é natural – elas podem ser provenientes da condensação de gases emitidos pela própria floresta ou pelo efeito abrasivo do vento sobre o solo e a vegetação e costumam conter pólen, microrganismos e sal marinho..<br>Entre agosto e outubro, os grandes incêndios na região amazônica emitem uma quantidade gigantesca de fumaça que se espalha por toda a área e também é transportada pelo vento para outras localidades.&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Meio-Ambiente/noticia/2021/09/cientistas-descobrem-como-queimadas-afetam-formacao-de-nuvens-na-amazonia.html" />
         <pubDate>2021-09-21 21:35:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Raul Matheus</title>
         <author>raulmatheus</author>
         <link>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1760605976</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto escolhido: <br>"De veículos a faxina: saiba como você está exposto à poluição em casa"<br>Revista: GALILEU<br>&nbsp;<br>O texto&nbsp; relata um pouco sobre como estamos expostos as grandes mudanças envolvendo a qualidade do ar, especialmente da transição dessa poluição para dentro de casa. <br><br>Os veículos são peças chaves quando citamos exemplos de fontes de poluentes atmosféricos. Com a constante emissão, as interações entre os gases resultam em impactos na camadas de proteção atmosférica. Como dito no texto, ao afetar o ozônio aumentando a concentração presente no ar, faz com que diminua a proteção contra a radiação ultravioleta, e pode atuar como poluente respiratório.&nbsp; <br><br>Entrando pela portas, janelas, frestas, e tendo essa interação com os componentes das casas, seja por substâncias químicas como produtos de limpeza, forma-se novos poluentes na atmosfera. Alguns destes compostos são emitidos diretamente e outros podem reagir posteriormente. Por consequência, a qualidade do ar&nbsp; interna fica comprometida, caso o ambiente seja fraco em ventilação e das atividades exercidas ali. E segue: &nbsp; "No entanto, embora a ventilação dilua as emissões de fontes internas, também permite a entrada de mais ozônio em ambientes fechados, o que pode iniciar reações químicas. É claramente um quadro complexo" - como é dito na revista.<br><br>Salienta-se que estamos expostos à poluição do ar em ambientes internos e externos e às misturas de diferentes poluentes atmosféricos em cada um. Em casas idênticas numa mesma rua, é bem provável que a exposição seja diferente já que as atividades e ações são/podem ser distintas. O texto&nbsp; finaliza da seguinte maneira: " Tudo isso significa que a melhoria da <a href="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2020/04/qualidade-do-ar-melhorou-40-em-cidades-que-adotaram-isolamento-social.html"><strong>qualidade do ar</strong></a> externo não reduzirá necessariamente nossa exposição geral à poluição. Um próximo passo importante é obter uma melhor compreensão de nossa exposição total à poluição do ar, especialmente em ambientes fechados, e seus efeitos em nossa saúde."&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Meio-Ambiente/noticia/2021/09/de-veiculos-faxina-saiba-como-voce-esta-exposto-poluicao-em-casa.html" />
         <pubDate>2021-09-22 16:37:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Maria Clara</title>
         <author>mariaclaradasilvabrito</author>
         <link>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1760705988</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto aborda resultados de uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Cambridge, onde foi descoberto que apenas de 2 a 3% do da superfície da Terra está intacta, no sentido ecológico.<br><br></div><div>Para chegarem a esse resultado, os cientistas, compararam imagens aéreas de regiões que são consideradas áreas-chaves quando se trata de biodiversidade. Analisaram a presença de diferentes tipos de espécies da fauna e se o número de algumas espécies de animais declinou ao ponto de prejudicar o ecossistema. A data base pra essa comparação foi 1500 d.C.<br><br></div><div>A pesquisa também revelou que até 20% das superfícies degradadas poderiam ser restauradas apenas com a reintrodução de algumas espécies no habitat remanescente.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://revistagalileu.globo.com/Um-So-Planeta/noticia/2021/04/apenas-3-das-areas-terrestres-do-planeta-estao-intactas-aponta-estudo.html" />
         <pubDate>2021-09-22 17:15:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lauanda Stephany</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1760829562</link>
         <description><![CDATA[<div>Revista escolhida: SCIAM<br><br>Os autores trazem como ponto de partida aquilo que já é sabido a respeito do nosso Sistema Solar, que o sol, como nossa estrela principal, demorou anos para atingir a sua atual forma. <br>Passando por processos pouco conhecidos até o momento, conhecê-los nos possibilitaria, entender melhor a formação de nosso e de outros sistemas estelares. Tal estudo foi capaz de detectar alterações em uma estrela ainda jovem, o que pode auxiliar no entendimento da acreção<strong>, </strong>processo pelo qual o sol passou para atingir sua maturidade.&nbsp;<br>Por&nbsp; meio desta investigação, a equipe conseguiu confirmar, de forma precisa, os modelos de acreção já existentes com o objetivo de&nbsp; prever a formação de pontos quentes. Com esta pesquisa foi possível constatar que o ponto quente da estrela observada não é totalmente uniforme, além disso, possui uma área ainda mais quente em uma área específica, descrevem também, este ponto como "pegadas na superfície" criadas pelo campo magnético.&nbsp;<br>Por fim, para a pesquisadora, o estudo sobre estrelas jovens com propriedades semelhantes às do Sol é necessário para que possamos conseguir compreender a formação do Sistema Solar e dos diversos outros que componham o universo.&nbsp;<br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://sciam.com.br/estudo-sobre-estrela-jovem-oferece-pistas-sobre-a-formacao-do-sistema-solar/" />
         <pubDate>2021-09-22 18:03:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1760829562</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Terapia voltada a bebês reduz chance de diagnóstico de autismo, sugere estudo.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1760830900</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo fala de um estudo cujo objetivo é tentar identificar possíveis características de Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) em bebês antes da idade escolar, afim de iniciar o tratamento o quanto antes para que não ocorra o desenvolvimento do transtorno na infância. Como resultado foi possível perceber que o tratamento pareceu reduzir a gravidade de sintomas de TEA, causando alguns benefícios, como por exemplo o melhoramento da interação social dessas crianças. Ainda assim é preciso mais estudos para saber se esse processo só atrasa o diagnóstico ou se realmente evita o desenvolvimento do transtorno.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1362550506/cd4806762b3bffe7b726ddb26a5ce90d/Nova_terapia_dirigida_a_bebes_pode_reduzir_probabilidade_de_diagnostico_de_autismo.jpg" />
         <pubDate>2021-09-22 18:04:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1760830900</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Leonardo Carlos</title>
         <author>leomartins028</author>
         <link>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1760857828</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto que eu escolhi foi ''5 dicas para ensinar ciências a crianças e cultivar sua curiosidade'' da revista ''GALILEU''.<br>O texto aconselha que ao invés dos professores fazerem com que os alunos memorizem definições ou fatos sobre um tópico de ciências, como por exemplo a luz, o professor eficaz da primeira série faria com que os alunos investigassem sob a luz do sol e sob a luz de uma lanterna onde os alunos realizariam coletas para com a luz os ajuda a ver e experimentarem diversos tipos de materiais para entender como e por que as sombras são feitas. Esta é uma mudança que se resulta da implementação dos padrões de ciência da próxima geração que tem como objetivo definir uma visão uniforme para o ensino de ciências do ensino fundamental e médio em todo os Estados Unidos. Esses padrões deixam de enfatizar o vocabulário científico e fatos registrados em livros didáticos e passam a utilizar fenômenos do mundo real para explorar e explicar o mundo natural.&nbsp;<br>Além disso o texto sugere 5 atributos de um professor de ciências do ensino fundamental eficaz que se alinham com os novos padrões.<br>1. Alimente a curiosidade dos alunos: Relata que os professores de ciências devem usar eventos cotidianos relevantes como base para o ensino de ciências que estimule o interesse e a curiosidade.<br>2. Incentive o pensamento científico: Relata que os professores devem envolver ativamente os alunos em questionar e descobrir fenômenos científicos ao seu redor e como eles acontecem.<br>3. Desenvolva a alfabetização científica: Relata que os professores que planejam aulas de acordo com os padrões atuais têm como objetivo desenvolver jovens cidadãos cientificamente alfabetizados que possam identificar, avaliar e compreender os argumentos científicos subjacentes a questões locais e globais.&nbsp;<br>4. Integre a ciências com outras disciplinas: Relata que os professores podem ensinar ciências com uma abordagem interdisciplinar, ou seja, usar matemática, tecnologia, artes da linguagem e estudos sociais para dar sentido aos fenômenos da ciência, podendo levar a experiências de aprendizagem ricas e rigorosas.<br>5. Use avaliações em sala de aula para apoiar a aprendizagem do aluno: Relata que os professores podem realizar avaliações abertas e baseadas em fenômenos que dão aos alunos a chance de mostrar sua compreensão, como por exemplo, estimular o aluno a usar a modelagem para mostrar sua compreensão por meio deste método de aprendizagem, visando e incentivando os/as alunos/as a explicarem como um processo acontece ao invés de relembrar informações.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2021/09/5-dicas-para-ensinar-ciencias-criancas-e-cultivar-sua-curiosidade.html" />
         <pubDate>2021-09-22 18:15:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1760857828</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Matheus Lima</title>
         <author>desenholima00</author>
         <link>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1760947548</link>
         <description><![CDATA[<div>Escolhi este artigo onde a autora traz um estudo sobre mudanças corporais de alguns animais por conta de mudanças climáticas, falando da relação dessas novas adaptações com o aquecimento global. O estudo compara diferenças que foram vistas em 1870, pelo zoólogo Joel Allen. Os estudos mostravam que animais de climas quentes possuíam membros maiores que os animais de clima frio. Isso se deve à uma maior dissipação de calor dos animais de clima quente. Membros maiores, uma maior dissipação de calor. Novos estudos apontam que espécies estão passando por este "crescimento" dos membros como uma forma de dissipar mais calor. As aves são as que mais passam por esta adaptação. Este crescimento dos membros não é escolha dos animais, mas consequência do aquecimento global. Tais mudanças podem fazer com que espécies sumam no futuro, devido a casos onde certas adaptações são vitais para algumas espécies e no futuro podem prejudicar o desenvolvimento da éspecie.  </div>]]></description>
         <enclosure url="https://super.abril.com.br/ciencia/o-formato-do-corpo-de-animais-esta-mudando-para-lidar-com-mudancas-climaticas-diz-estudo/" />
         <pubDate>2021-09-22 18:54:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1760947548</guid>
      </item>
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         <title>Ravel Paixão</title>
         <author>ravelpaixao</author>
         <link>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1761000286</link>
         <description><![CDATA[<div>Gâmbia é único país com chance de cumprir meta do Acordo de Paris - Revista Galileu<br><br>O texto aborda sobre o compromisso global para a redução da escalada do aquecimento do planeta Terra. Em novembro de 2021, representantes dos países-membros da Organização das Nações Unidas (ONU) se reunirão por 12 dias para estabelecer novas metas e estratégias capazes de frear o avanço de um inimigo comum: a emergência climática. Sediada em Glasgow, na Escócia, a 26ª Conferência das Partes sobre a Mudança Climática (COP26) será marcada pelo terceiro (e tão aguardado) encontro entre os 195 países signatários do Acordo de Paris. O evento, que seria realizado em novembro do ano passado, foi adiado por conta da pandemia de covid-19 e tem gerado ansiedade e preocupação entre a comunidade científica, ativistas do clima e governantes de todo o mundo, isso porque já se passaram cinco anos desde a assinatura do acordo climático e, como determina o documento, está na hora de fazer um balanço do que foi feito nesses primeiros anos em prol da redução de emissão de gases do efeito estufa(GEE), além de elaborar novas estratégias para mitigar o aquecimento global. Um novo relatório do Climate Action Tracker (CAT), divulgado na última quarta-feira (15), avaliou as ações climáticas de 37 países e conclui que apenas a Gâmbia tem postura compatível com a meta do tratado de manter o aumento médio das temperaturas planeta abaixo de 1,5°C em relação aos níveis pré-industriais.<br>E a questão é grave, considerando que três quartos dos países avaliados rompem a proposta de manter aumento abaixo de 1,5°C. “São particularmente preocupantes a Austrália, o Brasil, a Indonésia, o México, a Nova Zelândia, a Rússia, Singapura, a Suíça e o Vietnã: eles não conseguiram elevar a meta, apresentando as mesmas ou até metas menos ambiciosas para 2030 do que as apresentadas em 2015.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 19:20:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1761000286</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Lucas Lacerda </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1761093176</link>
         <description><![CDATA[<div>É de conhecimento geral que na contemporaneidade mundial, a grande maioria da população tem acesso a roupas e ao ver esse texto me veio a dúvida de como as pessoas usavam roupa ou se tinham a mesma há tanto tempo atrás. Diante disso, durante a leitura, fiquei surpreso que a fabricação das vestimentas eram feitas a partir de ossos de animais, em sua maioria aquáticos, como baleias, golfinhos e botos.&nbsp;<br><br>E foram em virtude dos animais, que foi possível calcular há quanto tempo aconteceu, foram há incríveis 120 mil anos. É inacreditável que há tanto tempo já se fabricavam roupas. É importante salientar que as roupas eram feitas a partir do couro de animais e este foi um feito importante, uma vez que desse modo, nossos ancestrais poderiam se mudar para locais mais frios, abriu um espaço muito amplo para se locomover pelo mundo.<br><br>É importante ressaltar que devido a grande quantidade de tempo, não há muitos vestígios da vestimenta usada naquela época, contudo, foi possível observar a partir de piolhos de tecido que os materiais utilizados já datam de 170 mil anos.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Arqueologia/noticia/2021/09/ossos-no-marrocos-indicam-que-humanos-fabricam-roupas-ha-120-mil-anos.html" />
         <pubDate>2021-09-22 20:14:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1761093176</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Geovanna Cruz </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1761202088</link>
         <description><![CDATA[<h1>“<em>Sian Proctor é a primeira mulher negra a pilotar uma nave espacial”</em></h1><div><br><br>A matéria fala sobre Sian ser a quarta mulher negra a ir para o espaço e ser a primeira a pilotar uma nave!<br>Ela foi enviada a bordo da missão Inspiration 4 da SpaceX, que é a primeira a levar uma tripulação composta apenas por civis para a órbita da Terra.<br>Sian Proctor possui doutorado em educação científica, é professora, artista e comunicadora científica! E além disso tudo é a mulher negra mais velha a ir para o espaço, com 51 anos de idade! Sendo inspiração para várias mulheres de muitas formas!<br>Também é citado as outras três mulheres negras a irem para o espaço!<br>Sian também tem um projeto chamado Space2inspire onde espera inspirar a criação do que ela chama de espaço <strong>JEDI </strong>um lugar: justo, equitativo, diverso e inclusivo.</div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2021/09/sian-proctor-e-primeira-mulher-negra-pilotar-uma-nave-espacial.html" />
         <pubDate>2021-09-22 21:33:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1761202088</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ellen Santos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1761205614</link>
         <description><![CDATA[<div>O texto escolhido retrata a atual situação mundial em que estamos imersos. Segundo estimativa da OMS (Organização Mundial da Saúde), a poluição do ar é responsável por mais de 7 milhões de mortes prematuras por ano.<br>Os principais poluentes atmosféricos incluem as partículas transportadas pelo ar (PM), ozônio (O₃), dióxido de nitrogênio (NO₂), dióxido de enxofre (SO₂) e monóxido de carbono (CO). Dessa forma, a exposição excessiva a esses poluentes afeta diretamente o desenvolvimento dos pulmões, provoca infecções respiratórias, e para pessoas asmáticas agrava o estado da doença.<br>Para a OMS, o crescimento das cidades e do desenvolvimento econômico baseado na utilização de combustíveis fósseis, são os principais causadores desse índice alarmante.<br>Logo, faz-se de extrema urgência que os países adotem as novas Diretrizes Globais de Qualidade do Ar (AQGs) da OMS.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://revistagalileu.globo.com/Um-So-Planeta/noticia/2021/09/poluicao-do-ar-mata-7-milhoes-de-pessoas-por-ano-estima-oms.html" />
         <pubDate>2021-09-22 21:35:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1761205614</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Etacyjara Araújo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1761247259</link>
         <description><![CDATA[<div>Revista Galileu: Poluição do ar mata 7 milhões de pessoas por ano, OMS.<br><br>O artigo traz importantes estimativas da organização mundial da saúde OMS acerca da qualidade do ar do mundo.&nbsp;<br>Por meio de estudos científicos foi possível idêntificar as graves consequências ocasionadas pela liberação de gases tóxicos na atmosfera, consequências que afetam o meio ambiente e a qualidade de vida das pessoas, uma vez que a constante exposição ao ar carregado de poluentes pode ser associado ao fumo, podendo ocasionar problemas pulmonares e até ceifar a vida das pessoas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 22:09:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1761247259</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Francisco Haroldo</title>
         <author>fharoldobn1</author>
         <link>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1761250557</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>Marte recebe mais três sondas espaciais <br><br>Publicado dia 09/02/2021<br></strong><br>O Planeta Vermelho recebe, a partir desta terça-feira (9), mais três sondas espaciais terrestres. A primeira a chegar é a Hope (Esperança), dos Emirados Árabes Unidos. Seguem-se, amanhã (10), a chinesa Tianwen-1 (Astronomia 1) e, no dia 18, a norte-americana Perserverance (Perseverança). As três sondas, duas das quais levam <em>rovers</em> (veículos exploratórios), têm missões muito diferentes, mas com um objetivo comum: conhecer melhor o planeta.<br><br></div><div>As sondas foram lançadas há cerca de sete meses, período em que a distância entre a Terra e Marte era a menor nos próximos dois anos e, agora, o mês de fevereiro é finalmente o momento de colocá-las no local para onde foram programadas.<br><br></div><div>Cada sonda teve de percorrer uma longa etapa, cerca de 400 milhões de quilômetros entre os dois planetas, sem que as equipes saibam o desfecho de suas criações. Uma das fases mais críticas da missão é a de travar as sondas para que não cheguem demasiado depressa ao planeta, o que pode significar a automática destruição no solo vermelho.<br><br></div><div>Segundo o especialista português Miguel Gonçalves, essa espécie de corrida é a incessante procura por vida em Marte. “Esta corrida a Marte explica-se pelos mistérios do passado, do presente e muito provavelmente do futuro, que Marte continua a disputar na comunidade científica.. Nos leva sempre àquela questão em que os autores de ficção científica estão muito habituados, que é a astrobiologia, ou seja, a eventual vida em Marte”.<br><br></div><div>As sondas - muitas já estão lá e outras não conseguiram sobreviver, desde os anos 60 - procuram desvendar o que se passou geologicamente no planeta e se ainda há presença de vida no subsolo. “Porque perceber a evolução de um planeta é também perceber a evolução do nosso próprio planeta”, diz Gonçalves.<br><br></div><div>O sucesso das missões não pode ser garantido. Mais da metade das viagens de sondas a Marte falharam. Na verdade, apenas os Estados Unidos conseguiram aterrissar aparelhos, já por oito vezes desde 1976, e alguns com delicados ou pesadíssimos instrumentos, como é o caso dos veículos exploratórios Sojourner -1997, Spirit and Opportunity - 2004 e Curiosity - 2012.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 22:12:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1761250557</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Adriana Rosa </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1766523261</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;O texto fala sobre as melhores fotografias do universo que foram selecionadas pela organização britânica. É interessante saber que não é apenas uma foto, cada imagem tem uma história e um nome muito criativo. O universo é cheio de surpresas e quando tiramos um tempo para adimirar toda essa imensidão, conseguimos reconhecer como o lugar em que vivemos é lindo!&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;A foto a cima mostra uma nebulosa da Califórnia. Ela tem cerca de 100 anos-luz&nbsp; (a distância que a Lua pode viajar um ano) de comprimento e está a 1 mil anos-luz distante da Terra. Essa foto levou sete dias para ser tirada, mas o principal motivo para que Terry Hancock tenha ganhado o concurso é que é possível visualizar alguns gases ocultos, algo raro na astrofotografia.&nbsp;<br>   A leitura é leve e é possível aprender mais sobre a astronomia. A revista Super Interessante separou algumas imagens ganhadoras e explica como cada uma foi tirada. As imagens são lindas, vale a pena olhar cada uma!!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-24 20:14:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nathália Alves de Aguiar</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1808012155</link>
         <description><![CDATA[<div>A matéria fala sobre um estudo financiado pela Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço (NASA) e Departamento de Energia dos EUA (DOE), intitulado&nbsp;<strong>"Ciclo hidrológico aprimorado aumenta a absorção de calor do oceano e modera mudanças climáticas transitórias."<br><br></strong>O estudo trata de mudança de salinidade como resultado das mudanças no ciclo da água levam a um menor aquecimento de superfície.&nbsp;<br><br>Os resultados obtidos no estudo dizem que&nbsp;<strong>&nbsp;</strong>a intensificação do ciclo hidrológico global leva a uma absorção maior de calor do oceano para o oceano profundo e modera o ritmo do aquecimento global, isso reflete na salinidade do oceano. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://greensavers.sapo.pt/ciclo-intensificado-da-agua-desacelera-o-aquecimento-global-indica-novo-estudo/" />
         <pubDate>2021-10-11 15:25:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jeanerotta/jvqls0cn7b601urp/wish/1808012155</guid>
      </item>
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