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      <title>A Norma Culta e a Sociolinguística by Clítia Daniel</title>
      <link>https://padlet.com/clitiac/normacultasociolinguistica</link>
      <description>O presente mural tem como objetivo discutir o conceito de norma culta e a relação entre língua e sociedade, segundo concepção de Marcos Bagno, em sua obra Norma Oculta (2003). Busca-se também comentar a abordagem do tema quanto ao ensino da língua na escola.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-05-25 20:09:19 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Norma&quot; segundo a gramática</title>
         <author>clitiac</author>
         <link>https://padlet.com/clitiac/normacultasociolinguistica/wish/173902935</link>
         <description><![CDATA[<div>A gramática tradicional, desde a antiguidade clássica, atribui ao conceito "norma" o sentido normativo, prescritivo de uma língua homogênea e ideal. Essa concepção é adotada por veículos jornalísticos, manuais de redação, dicionários, entre outras plataformas que reivindicam para si a transmissão do "falar correto". Portanto, utilizam de juízo de valor e de critérios subjetivos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-05-25 20:48:41 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Norma&quot; segundo a linguística</title>
         <author>clitiac</author>
         <link>https://padlet.com/clitiac/normacultasociolinguistica/wish/173904317</link>
         <description><![CDATA[<div>A Linguística, por sua vez, adota uma concepção científica do termo: o uso real e frequente da língua através de constatação objetiva do uso pelos falantes. Trata-se de uma visão dinâmica de língua, que a concebe não como mero instrumento, mas como elemento formador da própria identidade humana.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-05-25 20:59:55 UTC</pubDate>
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         <title>Consequências de uma visão tradicional</title>
         <author>clitiac</author>
         <link>https://padlet.com/clitiac/normacultasociolinguistica/wish/173904895</link>
         <description><![CDATA[<div>A ideia de língua homogênea, pautada no falar das camadas sociais privilegiadas (que, entretanto, não é homogêneo), resulta na exclusão dos outros falares, considerados "errados". Considerando que nem mesmo os falantes prestigiados alcançam o ideal de língua em suas performances, a norma torna-se mistificada, de difícil domínio, uma verdadeira "norma oculta", segundo o autor Bagno (2003).</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-05-25 21:04:29 UTC</pubDate>
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         <title>Preconceito: língua e poder</title>
         <author>clitiac</author>
         <link>https://padlet.com/clitiac/normacultasociolinguistica/wish/173905251</link>
         <description><![CDATA[<div>A análise que se emprega contra os "erros" linguísticos cometidos por falantes das camadas baixas é mais rigorosa que as análises realizadas a respeito dos falares prestigiados. Tal constatação evidencia que o preconceito não é puramente linguístico. Não se focaliza a língua tão somente, mas o indivíduo que a fala, sua identidade, seus costumes, sua situação social.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-05-25 21:07:25 UTC</pubDate>
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         <title>Norma Culta: concepções</title>
         <author>clitiac</author>
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         <description><![CDATA[<div>O termo norma, já ambíguo em si, normalmente vem acompanhado de um qualificador: "culta". Segundo a ciência, trata-se de termo técnico que designa o uso linguístico das camadas sociais prestigiadas, observado de modo objetivo e com bases empíricas. Para o senso comum, por outro lado, trata-se do falar de pessoas "cultas", aquelas com maior escolarização e vida urbana.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-05-25 21:13:33 UTC</pubDate>
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         <title>Culto x inculto x popular</title>
         <author>clitiac</author>
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         <description><![CDATA[<div>De acordo com a visão baseada no senso comum, o falar culto de camadas privilegiadas tem como antônimo o falar "inculto", próprio das camadas com menos escolarização, rurais e/ou periféricas. Pode-se empregar ainda o termo "popular", carregado de tom pejorativo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-05-25 21:17:47 UTC</pubDate>
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         <title>Nova terminologia, por Bagno (2003)</title>
         <author>clitiac</author>
         <link>https://padlet.com/clitiac/normacultasociolinguistica/wish/173906686</link>
         <description><![CDATA[<div>O primeiro capítulo de Norma Oculta (2003) discute a respeito dos três fenômenos linguísticos fundamentais para se entender a complexidade sociolinguística do Brasil: norma culta na concepção normativa, norma culta na concepção de uso e frequência e norma popular. O autor Marco Bagno então propõe nova terminologia, respectivamente: padrão (ideal, modelo inatingível), prestígio (própria de camadas prestigiadas) e estigma (própria das camadas menos prestigiadas).</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-05-25 21:20:51 UTC</pubDate>
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         <title>Sociedade e língua</title>
         <author>clitiac</author>
         <link>https://padlet.com/clitiac/normacultasociolinguistica/wish/173907281</link>
         <description><![CDATA[<div>Dentre os três fenômenos linguísticos (re)nomeados por Bagno - padrão, prestígio e estigma - há zonas intermediárias de usos pelos falantes, que variam de acordo com sua escolaridade e sua situação na cidade ou no campo. Tal complexidade de análise em níveis está mais próxima de uma observação científica da realidade sociolinguística do Brasil, se comparada a uma análise apenas pautada nos conceitos de "certo x errado", "culto x inculto".</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-05-25 21:26:44 UTC</pubDate>
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         <title>Por fim...</title>
         <author>clitiac</author>
         <link>https://padlet.com/clitiac/normacultasociolinguistica/wish/173907831</link>
         <description><![CDATA[<div>Concordo com a abordagem do autor sobre análise sociolinguística no país e considero relevante sua proposta terminológica. Além disso, concordo com o autor de que os cientistas da língua e os educadores devem se esforçar para combater preconceitos que vão contra um ensino de língua que reconhece variedades linguísticas, assim como combater visões catastróficas da língua, que a visualizam como objeto suscetível a destruição diante do que a classe prestigiada considera "erros crassos", apenas os advindos de falantes estigmatizados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-05-25 21:32:25 UTC</pubDate>
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