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      <title>E.M.P.A.T.H.Y.® by Ezequiel França dos Santos</title>
      <link>https://padlet.com/ezequiel1988/jrfdvmiqxlyadd84</link>
      <description>E.M.P.A.T.H.Y.® - um sistema com sete elementos para nos auxiliar a compreender e melhorar nossa comunicação empática.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-10 13:58:38 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2021-08-10 14:55:17 UTC</lastBuildDate>
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         <title>E (eye): contato visual</title>
         <author>ezequiel1988</author>
         <link>https://padlet.com/ezequiel1988/jrfdvmiqxlyadd84/wish/1674155919</link>
         <description><![CDATA[<div>O contato visual mexe com várias áreas cerebrais em um sistema que integra cognição, emoção e ação, e envolve estímulos que despertam atenção, concentração e memória. Além disso, abrange uma série de processos conscientes e inconscientes para interpretar a emoção do outro.<br><br>Da mesma forma que a nossa bagagem cultural, as normas sociais e a formação cognitiva vão influenciar na maneira que reagimos quando nos encaram, seja com medo, simpatia, desinteresse, paixão, repulsa, nojo, entre tantos outros sentimentos. São fatores que abrangem a forma como codificamos, armazenamos e recuperamos informações ao longo de vivências sociais.<br><br>Uma das maneiras que pode ser aplicado na relação aluno-professor é na criação de um laço de respeito mutuo e acolhimento, ao invés da tradicional imposição do respeito pelo medo.<br><br><br></div><pre>https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2019/04/11/olhar-nos-olhos-prepara-cerebro-para-se-conectar-entenda-o-mecanismo.htm?cmpid=copiaecola</pre>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 14:12:14 UTC</pubDate>
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         <title>M:  músculos da expressão facial.</title>
         <author>ezequiel1988</author>
         <link>https://padlet.com/ezequiel1988/jrfdvmiqxlyadd84/wish/1674158908</link>
         <description><![CDATA[<div>A observação de expressões faciais já data de 1872 em publicações de Charles Darwin. Em 2011, Paul Ekman elaborou um sistema de análise de expressões faciais em que se observavam emoções como desprezo, aversão, raiva, tristeza, medo, surpresa e alegria. Em 2013, (SILVA et al) apresentaram um sistema de análise de expressões faciais para observar alunos durante uma situação de aprendizado, momento em que um aluno pode estar confuso, frustrado, pensando ou ter concluído algo; esses casos foram denominados de situações do aprendiz.&nbsp;<br><br>Para formulação da hipótese de que o aluno pode ser observado como alguém que se encontra em uma dessas quatro situações e que o professor pode se utilizar dessa observação para se relacionar com o aluno, eles se referenciaram em autores que defendem os três itens seguintes, presentes ao longo de toda pesquisa:&nbsp;<br><br>1) ensinar é, obrigatoriamente, entrar em relação com o outro;&nbsp;<br><br>2) as expressões faciais fornecem evidências de alguma reação fisiológica vivenciada por um indivíduo;&nbsp;<br><br>3) o não verbal interfere na relação professor-aluno&nbsp;<br><br><br></div><pre>[1] SILVA, Leandro Chagas, PASSOS, Marinez Meneghello, ARRUDA, Sergio de Mello,  EXPRESSÕES FACIAIS EM SITUAÇÃO DE APRENDIZADO, disponivel em:
https://educere.bruc.com.br/CD2013/pdf/8045_4998.pdf</pre>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 14:14:29 UTC</pubDate>
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         <title>P: postura.</title>
         <author>ezequiel1988</author>
         <link>https://padlet.com/ezequiel1988/jrfdvmiqxlyadd84/wish/1674180937</link>
         <description><![CDATA[<div>No cotidiano profissional, o professor se utiliza da comunicação como ferramenta indispensável no desempenho de suas atividades. Dentre estas, a função de educador, bem como elo de ligação entre promover os diversos conhecimentos humanos e a habilidade de comunicar-se. [1]<br><br></div><blockquote>Dentre as várias maneiras com que o homem pode exprimir seus pensamentos, sentimentos e anseios, o gesto ocupa lugar de destaque pela sua eloquência, simplicidade e rapidez. [...] Para a linguagem gesticulada, pode-se valer de todo o corpo (atitude e postura) ou de uma das partes (mímica das mãos, da face, dos olhos, dos lábios, etc.). (MARONE, 1999, p. 15).<br><br></blockquote><div>&nbsp; &nbsp;<br>Com isso, tem-se em mente que a expressão corporal é uma projeção de pensamento exprimidos em ações por meio da seleção e adequação de gestos e movimentos e da inter-relação de determinadas situações em que o meio oferece. Segundo Reis (1969, p. 174): “não adianta, mesmo que não queira, o corpo fala e, às vezes, grita. Ele trai o que a palavra insiste muitas vezes em esconder, ele tira os véus e desnuda quem realmente somos”.</div><div><br><br></div><pre>[1] <strong>JESUS Rhenan&nbsp; Ferraz de, SILVEIRA Jacqueline Zacarias, Linguagem corporal: uma provável aliada na educação profissional,</strong> disponível em: https://www.efdeportes.com/efd193/linguagem-corporal-na-educacao-profissional.htm</pre>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 14:30:05 UTC</pubDate>
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         <title>A. Afeto</title>
         <author>ezequiel1988</author>
         <link>https://padlet.com/ezequiel1988/jrfdvmiqxlyadd84/wish/1674188210</link>
         <description><![CDATA[<div>Quanto mais significativamente positivas forem as relações que estabelecemos com nossos pares, mais nos envolvemos e nos comprometemos com as situações que se apresentarem. Da mesma forma parece ocorrer em sala de aula quando a afetividade está presente.<br><br>A afetividade está constantemente presente na vivência da criança, independente de sua origem, gênero ou classe social.<br><br>Apesar da afetividade na aprendizagem ser bastante explorada no meio acadêmico − desde o final do século XIX vem havendo uma grande transformação, no sentido de quebrar a pedagogia tradicionalista, reconhecendo uma pedagogia modificada (Educação Nova, instituída por educadores como Jean Piaget, Paulo Freire, Emília Ferrero, entre outros) −, a escola parece não receber os resultados das diversas pesquisas realizadas neste meio, pois ainda insiste em manter, na maioria das vezes, métodos tradicionalistas e antiquados de ensino, muitas vezes imobilizando o aluno por horas numa cadeira com atividades mecanizadas e descontextualizadas, impostas por um professor que age como detentor do saber, o que acaba por desestimular a fluidez das emoções e do raciocínio. Logo, é fundamental que o educador tenha acesso a informações sobre a contribuição da afetividade no processo de ensino-aprendizagem, da relação direta do afeto com a socialização da criança.<br><br>Para tanto, o professor precisa ter um olhar sensível, afetuoso e voltado à realidade de seu aluno, fazê-lo motivado e disposto a fazer parte deste movimento de ensinar e de aprender. Deixá-lo entusiasmado e entusiasmar-se com este processo... Pois, normalmente, pessoas envolvidas afetivamente, entusiasmadas, se dedicam com comprometimento, responsabilidade e querem e fazem a diferença em sala de aula, proporcionando que o verdadeiro apreender e aprender aconteça de forma consistente.&nbsp;<br><br></div><pre>Mello, T., &amp; Rubio, J. D. A. S. (2013). <strong>A importância da afetividade na relação professor/aluno no processo de ensino/aprendizagem na educação infantil</strong>. <em>Revista Eletrônica Saberes da Educação</em>, <em>4</em>(1), 1-11.

KIECKHOEFEL, J. C. (2011). <strong>As relações afetivas entre professor e aluno</strong>. In <em>X Congresso Nacional de Educação. Pontifícia Universidade Católica do Ceará, Curitiba</em>.</pre><div><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 14:35:30 UTC</pubDate>
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         <title>T: tom de voz.</title>
         <author>ezequiel1988</author>
         <link>https://padlet.com/ezequiel1988/jrfdvmiqxlyadd84/wish/1674194102</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A maneira como a voz de um educador é articulada pode ser capaz de interferir na qualidade da mensagem a ser transmitida e no alcance dos seus reais objetivos, em alunos com ou sem deficiência visual. Pode-se, por exemplo, transmitir a impressão de ameaça, de falta de educação, de indiferença e de diversas outras emoções, de mensagens que acabam, sem que o educador perceba, interferindo no processo de ensino-aprendizagem em sala de aula, sobretudo no caso de alunos que necessitam de educação especial.<br><br>Por mais indisciplinada que seja a turma, o professor não deve alterar o tom de voz, pois isso faz com que os alunos fiquem ainda mais agitados. O ideal é que os professores projetem a voz de forma equilibrada, sem gritar e nem falar muito baixo.<br><br></div><div>Em momentos de embates e conflitos com os estudantes, prefira uma tonalidade amena e tranquila. Essa estratégia ajuda a acalmar os ânimos e a passar as mensagens corretas.<br><br>Para otimizar a comunicação entre professores e alunos, os docentes precisam falar a língua do aluno. Em outras palavras, é preciso adequar o discurso à realidade das crianças e adolescentes. Para tanto, é crucial que os professores conheçam o vocabulário dos alunos, além de considerarem a faixa etária e a série deles.</div><div><br><br></div><pre><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ZABJjJLvm0A&amp;ab_channel=DescomplicapraEscolas">https://www.youtube.com/watch?v=ZABJjJLvm0A&amp;ab_channel=DescomplicapraEscolas</a>

Prado, C. C., &amp; Feitosa, T. F. (2020). A interferência da modulação da voz do docente na aprendizagem de universitários cegos. <em>Revista Educação Especial</em>, <em>33</em>, 1-15.</pre>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 14:40:13 UTC</pubDate>
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         <title>H (hear): ouvir a pessoa como um todo</title>
         <author>ezequiel1988</author>
         <link>https://padlet.com/ezequiel1988/jrfdvmiqxlyadd84/wish/1674207043</link>
         <description><![CDATA[<div>Passamos grande parte do tempo estudando em profundidade uma área do conhecimento para discorrer sobre ela com clareza e precisão. Pouco aprendemos sobre ouvir os alunos e, no entanto, essa é uma parte fundamental da nossa atividade por pelo menos três razões:<br><br></div><ul><li>Escutar permite entender o que o outro pensa.</li><li>A escuta atenta é um dos poucos instrumentos disponíveis para avaliar se o que estamos propondo faz sentido para a turma.</li><li>Ao abrir espaço para que os alunos se coloquem, compartilhamos com eles a responsabilidade pela aula.</li></ul><div><br>Freire (1996) destaca que existe uma enorme diferença entre a educação que perpetua a domesticação e a educação que liberta. Quando se realiza a domesticação não se tem espaço para as descobertas, nem para soluções de novos problemas. Através da educação questionadora as amarras da repetição de conceitos dá espaço à descoberta e proporciona a visão holística que leva a criatividade.<br><br>Ouvir é uma ação passiva, consequência do nosso sistema auditivo, que capta involuntariamente os sons à nossa volta numa reação a estímulos externos que acontece mais rapidamente do que qualquer outro sentido. Sendo assim, a pessoa ouve apenas, mas pode ou não interpretar a comunicação. No entanto, é necessário que ocorra uma boa comunicação entre docente e aluno, para que não ocorram falhas/ruídos de mensagem, chegando-se a uma compreensão que possa gerar questionamentos, analises e conquistar o verdadeiro entendimento em todos os assuntos.<br><br></div><pre><br>DOMINGUES, Vanessa Gomes, <strong>PRÁTICA DOCENTE ORIENTADA POR TRÊS VERBOS: OLHAR, ESCUTAR, CRIAR</strong>. Disponível em: https://monografias.brasilescola.uol.com.br/educacao/pratica-docente-orientada-por-tres-verbos-olhar-escutar-criar.htm</pre>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 14:49:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Y (your response): sua resposta</title>
         <author>ezequiel1988</author>
         <link>https://padlet.com/ezequiel1988/jrfdvmiqxlyadd84/wish/1674215026</link>
         <description><![CDATA[<div>A importância de ser empático na aula com os alunos e manter um ambiente agradável e ameno obtém melhores resultados sobre os alunos do que a férrea disciplina e a distância com o estudante. Muitos professores que atuam nas escolas não se dão conta da importante dimensão que tem o seu papel na vida dos alunos.&nbsp;<br><br>&nbsp;Assim, quanto mais o professor compreender a dimensão do diálogo como postura necessária em suas aulas, maiores avanços estará conquistando em relação aos alunos, pois desse modo, sentir-se-ão mais curiosos e mobilizados para transformarem a realidade. Quando o professor atua nessa perspectiva, ele não é visto como um mero transmissor de conhecimentos, mas como um mediador, alguém capaz de articular as experiências dos alunos com o mundo, levando-os a refletir sobre seu entorno, assumindo um papel mais humanizador em sua prática docente.&nbsp;<br><br></div><pre>Lopes, R. D. C. S. (2017). <strong>A relação professor aluno e o processo ensino aprendizagem.</strong> <em>Dia a dia e educação</em>, <em>9</em>, 1534-8.</pre>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-10 14:55:11 UTC</pubDate>
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