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      <title>T1 - Vínculos pós-pandemia em contextos de formalidade e informalidade by Ana Carolina de Aguiar Rodrigues</title>
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      <description>Sinalize &quot;Durante&quot; caso o comentário se refira ao período da pandemia, e &quot;após&quot;, caso se refira ao momento atual. O mesmo para &quot;formais&quot; e &quot;informais&quot;</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-28 01:43:46 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Como a pandemia impactou a cultura das empresas</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 12:33:27 UTC</pubDate>
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         <title>Sentimentos no trabalho</title>
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         <description><![CDATA[<div>[Durante e após] Sinto que o que fica depois da restrição da circulação das pessoas é um sentimento de "caridade coletiva": todos (quase que sem exceção) se simpatizam com a volta do trabalho, ainda que um tanto modificada (usando máscara e respeitando o distanciamento social). Parece que a necessidade de socialização, inerente aos humanos e aos seres sociais no geral, é um elemento que impacta muito as pessoas, tanto no nível individual quanto no coletivo. Pode ser que haja empresas que voltaram a esse trabalho do "novo normal" como se nada tivesse acontecido, mas nesse caso não vejo simpatia e sensibilidade por parte da alta administração, considerando que os trabalhadores, por conviverem em aproximadamente 1 ano, 1 ano e meio no modelo online, podem sofrer dificuldades com a volta do trabalho presencial, como a dificuldade de locomoção e até mesmo uma dificuldade em conviver no mesmo espaço com outras pessoas que não as que moram com você</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 12:40:15 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>(Falei sobre antes, durante e após) A interseccionalidade de raça e classe, devido ao contexto da realidade brasileira, leva a que esses fatores se somem. Assim, vê-se que pessoas menos abastadas e que estão inseridas em grupos raciais marginalizados no país são duplamente mais suscetíveis a ingressar na informalidade. Isso já era uma realidade no momento pré-pandemia. Com a crise econômica resultante do cenário de saúde pública, a lacuna e as desigualdades aumentaram. No momento atual, houve uma breve recuperação devido ao retorno das atividades. Ainda assim, as condições econômicas do país continuam extremamente desfavoráveis e atingem especialmente grupos já desfavorecidos, os quais tendem a ingressar (se já não estão) na informalidade do mundo do trabalho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 12:54:58 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Em relação aos trabalhadores informais&nbsp;são afetados economicamente de maneira negativa. Pois durante a pandemia com as restrições venderam menos ou nada. Consequentemente tinham mais problemas para se sustentar  e os auxílios oferecidos pelo governo no período não supriam o básico necessários, aos que conseguiram, porque a parcela dos que tinha direito ao benefício era muito baixa e de difícil acesso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 12:56:48 UTC</pubDate>
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         <title>¿¿Mudou muito para os informais??</title>
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         <description><![CDATA[<div>Formais: mudança do estilo do trabalho de home office para presencial ou híbrido (no caso de trabalhos que não exigem a presença física, como os de colarinho branco) juntamente com a obediência aos protocolos sanitários. Dependendo do engajamento social da empresa, imagino que possa haver eventos destinados à saúde mental, como as palestras promovidas pela USP nesse momento.<br>Informais: o trabalho continua sem uma devida segurança financeira e de saúde. Parece uma espécie de *trabalho precarização [versão máscara]*, em que a única coisa que mudou é a obrigatoriedade das máscaras</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 12:58:18 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Quando as pessoas encontram alguma oportunidade, muitas vezes patrões não querem pagar os benefícios que um trabalho CLT exige e isso só aumenta a informalidade no mercado. Ex: trabalhadoras domésticas</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 12:59:18 UTC</pubDate>
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         <title>Condições de trabalho </title>
         <author>viihgimenez1</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Durante:</strong> percebe-se que durante a pandemia, houve uma elevação da taxa de desemprego no Brasil. Essa condição de desemprego tende ao aumento de trabalhos informais. <strong>Informais: </strong>Percebe-se isso à medida que, por motivos de necessidade e faltas de oportunidades nos trabalhos formais, muitos acabaram migrando para aplicativos de entrega, vendas informais e prestação de outros serviços informais, como a UBER. <strong>Formais:</strong> muitos trabalhadores acabaram migrando para o home office e tiveram de enfrentar um cenário diferente de trabalho com algumas questões adversas, como falta de recursos e espaços para trabalhar.<br><br><strong>Após:</strong> após a pandemia, o desemprego ainda se manteve alto e algumas condições de informalidade ou de trabalhos à distância permaneceram, seja por necessidade ou faltas de oportunidades, para os trabalhadores<strong> informais</strong>, ou porque as empresas visavam reduzir os custos mantendo os trabalhadores em home office, ou também para queles que foram obrigados a voltarem para o presencial (mesmo preferindo à distância), para os <strong>formais</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 13:01:00 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>A questão de informalidade e desemprego é um processo de mão dupla, que depende muito de um corpo de empregadores - que no Brasil possuem de fato diversas dificuldades de crescimento e prosperidade - e corpo de empregados - que são em parte favorecidos pela legislação brasileira mas que encontram dificuldades sócio-econômicas. Nisso, a informalidade passa a ser caminho para enfrentar questões econômicas, que ao mesmo tempo afetam empreendedores/empregados. Ou seja, e a falta de incentivo aos empresários contribui para informalidade, fora questões sociais que impactam significativamente a busca de empregos - educação (escolar e familiar) é essencial, e pode/deve ser a saída principal para problemas estruturais tais como o desemprego em geral. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 13:03:31 UTC</pubDate>
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         <title>É possível falar em algum tipo de comprometimento no caso de uma trabalhadora informal que vende alguma coisa no semáforo pra sobreviever, segurando o filho no colo?</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 13:22:20 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Como que nós, como gestores de empresas, podemos aplicar os conceitos discutidos sobre trabalhos formais e informais? </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 13:26:41 UTC</pubDate>
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         <title>Violência contra trabalhadores informais</title>
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         <description><![CDATA[<div>Os trabalhadores informais sofrem preconceitos e violências físicas. Na cidade de São Paulo isto fica evidente em espaços públicos de comércio e até mesmo no metrô. Muitos desses trabalhadores encontram como a única fonte de renda vender produtos em grandes locais de movimentações, mas devido à leis e regras específicas&nbsp; de cada local, os seguranças e a polícia partem para cima desses trabalhadores com força desproporcional ao tentar apreender mercadorias. Geralmente trabalhadores informais investem tudo o que têm (dinheiro) coloca em risco a sua própria subsistência em risco o que leva a muitas vezes a resistir a determinadas agressões e o que eleva o seu grau de marginalização pela sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 13:27:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anacarolinaar</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quem mais morreu no Brasil: trabalhadores formais ou informais?</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-28 13:28:37 UTC</pubDate>
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