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      <title>linha do tempo by SOFIA DE FREITAS REIS E MARTINS</title>
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      <description>Feito por Sofia Martins e Ana Carolina </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-24 13:36:24 UTC</pubDate>
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         <title>Colonização da América Portuguesa</title>
         <author>anacancado1</author>
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         <description><![CDATA[<div>O encontro:<br>Cabral chegou ao atual Porto Seguro, na Bahia, em 1500 e os povos tupis expandiam-se pelo litoral. <br>Os tupiniquins estranharam as enormes embarcações, as roupas, as botas, os chapéus, as armas de fogo e a língua dos homens de pele branca e face rosada. Os portugueses também estranharam os tupiniquins  e desse encontro foi registrada a carta de Pero Vaz de Caminha ao rei de Portugal.<br>Os portugueses não se entusiasmaram por essa parte da América pois não encontram ouro nem prata, e conseguiam muito lucro com o comercio de especiarias com a África e as Índias.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-24 13:39:29 UTC</pubDate>
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         <title>Expedições, feitorias e pau-brasil</title>
         <author>anacancado1</author>
         <link>https://padlet.com/sofiamartins8/jqh6s16c3vz0agi2/wish/858038181</link>
         <description><![CDATA[<div>Os portugueses acharam uma árvore típica da Mata Atlântica: o pau-brasil, que tinha valor comercial na Europa pois, tingia tecidos e construía móveis e casas. Seu tronco tem cor de brasa; daí o nome pau-brasil.<br>O rei de Portugal autorizou a  construção de feitorias para armazenar e comercializar o pau-brasil .<br>Os indígenas eram  os que cortavam e transportavam os troncos até as feitorias e lá, realizava-se a troca: os indígenas davam aos portugueses as toras da madeira  e recebiam em troca colares, facas, machados, espelhos ( objetos úteis a eles). Esse tipo de troca é chamado de escambo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-24 13:48:02 UTC</pubDate>
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         <title>A disputa pela Nova Terra</title>
         <author>anacancado1</author>
         <link>https://padlet.com/sofiamartins8/jqh6s16c3vz0agi2/wish/858044474</link>
         <description><![CDATA[<div>Os franceses também passaram a frequentar o litoral brasileiro e, por meio de aliança com os tupinambás, inimigo do tupiniquins, levavam daqui grandes carregamentos de pau-brasil.<br>A monarquia portuguesa reagiu diante da ameaça francesa enviando ao litoral brasileiro duas expedições policiadoras comandadas por Cristóvão Jacques. Concluiu que era impossível policiar um litoral tão extenso como o de sua colônia na América. Por medo de perder a terra para os franceses o rei Dom João III (1521-1557)decidiu colonizar o território conquistado e em 1530 enviou para cá uma expedição colonizadora.<br>A expedição colonizadora de Martin Afonso de Sousa combateu os franceses; explorou o litoral brasileiro; e, em uma área habitada por indígenas guaianases e carijós, fundou São Vicente (1532), a primeira vila do Brasil. Ali mandou erguer uma capela e o primeiro engenho, destinado à produção de açúcar. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-24 13:56:55 UTC</pubDate>
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         <title>O Governo-Geral</title>
         <author>anacancado1</author>
         <link>https://padlet.com/sofiamartins8/jqh6s16c3vz0agi2/wish/858061368</link>
         <description><![CDATA[<div>O fracasso da maioria das capitanias fez com que o rei de Portugal criasse em 1548, o Governo-Geral. Os governadores eram, homens que tinham prestado serviços ao Império Português na África ou no Oriente, ou eram parentes de pessoas influentes.<br>Formavam-se assim no interior do Império Português redes de poder baseadas no favor, no parentesco e em interesses particulares.<br>Em 1549, chegou à Bahia o primeiro governador-geral, Tomé de Sousa, acompanhado de 3 auxiliares: o capitão-mor, que cuidava da defesa, o ouvidor-mor, encarregado da justiça, e o provedor-mor, responsável pelas finanças. Vieram outros funcionários como, carpinteiros, soldados, jesuítas, religiosos chefiados pelo padre jesuíta Manoel da Nóbrega.<br>Assim que chegaram, os portugueses guerrearam contra os indígenas e após vencê-los apossaram de suas terras e fundaram a primeira capital do Brasil: São Salvador.<br>As primeiras casas da cidade eram muito simples e ficavam na parte baixa da cidade junto com os armazéns, hoje chamada de Comércio. A casa do governador e a casa da Câmara ficavam na parte alta, onde estão hoje a Praça Municipal, a Igreja de Nossa Senhora da Ajuda e o Terreiro de Jesus. <br>Duarte da Costa (1553-1558), o segundo governador veio acompanhado de vários colonos e de jesuítas. Entre eles estavam  o padre José de Anchieta , que fundou no planalto de Piratininga, em 1554, o Colégio de São Paulo, origem da vila e, depois, cidade de São Paulo.<br>Dom Álvaro da Costa liderava uma guerra contra os tupinambás no litoral baiano. Conhecida como <strong>Guerra de Itapuã, </strong> essa luta foi vencida pelos portugueses, que tomaram as terras dos indígenas e ergueram engenhos.<br>O governador Duarte da Costa deu pouca atenção às capitanias ao Sul, e os franceses se aproveitaram disso para invadir a  Baía de Guanabara, onde fundaram França Antártica (1555). Com a ajuda dos tupinambás, inimigos dos portugueses conseguiram permanecer por doze anos.<br><strong>Mem de Sá </strong>(1558-1572) o terceiro governador, também guerreou contra grupos indígenas que resistiam aos portugueses. Por meio dessas guerras, conseguiu terra e escravos para os engenhos. <br>Mem de Sá combateu os franceses que haviam fundado  uma colônia comercial na Baía de Guanabara. Estácio de Sá durante essa guerra mandou erguer um forte que deu origem à cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro ( 1565 ). Dois anos depois os franceses foram expulsos dali.<br>Em 1621, com o objetivo de melhorar a defesa e o controle do território, a monarquia portuguesa dividiu o território colonial em duas áreas administrativas: Estado do Maranhão com capital em São Luís (que, em 1751,passaria a se chamar Estado do Grão-Pará e Maranhão, com capital em Belém), e Estado do Brasil, com capital em Salvador.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-24 14:17:58 UTC</pubDate>
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         <title>As Câmaras Municipais</title>
         <author>anacancado1</author>
         <link>https://padlet.com/sofiamartins8/jqh6s16c3vz0agi2/wish/858098943</link>
         <description><![CDATA[<div>O rei de Portugal criou as Câmaras Municipais, órgãos encarregados de administrar as vilas e cidades brasileiras. Os vereadores das câmaras eram eleitos entre os "homens bons" isto é, pessoas com riqueza e prestígio social, a exemplo dos grandes proprietários de terra e dos grandes comerciantes. Para ser vereador não bastava riqueza ou prestígio; era preciso ter "pureza de sangue": não eram aceitos descentes de negros nem de judeus. <br>Reunidos nas Câmaras, os ´´homens bons´´ decidiam:<br>* a realização de obras públicas (calçadas, estradas e pontes);<br>*alguns impostos a exemplo dos que eram pagos pelo vendedores ambulantes;<br>*a conservação limpeza e arborização das ruas;<br>*os salários pagos a trabalhadores livres;<br>*o abastecimento de gêneros da terra como farinha de mandioca.<br>Os vereadores dessas câmaras representavam os interesses do rei de Portugal e tinham de cumprir suas ordens, enquanto habitantes da Colônia, tinham interesses próprios que divergiam dos do rei. Eram comuns, as divergências em torno do preço do açúcar:  os senhores do engenho pediam um preço maior do que aquele que os comerciantes portugueses queriam pagar. Quando isso acontecia, os vereadores das câmaras escreviam para o governador pedindo que ele os ajudasse junto ao rei. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-24 14:59:28 UTC</pubDate>
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         <title>A economia colonial</title>
         <author>anacancado1</author>
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         <description><![CDATA[<div>O rei de Portugal escolheu o açúcar de cana devido a: <br>*o solo, o clima do litoral nordestino e a existência de floresta para obtenção de madeira (lenha) favoreciam o cultivo e o beneficiamento da cana;<br>*Os portugueses já tinham produzido açúcar nas Ilhas da Madeira e Cabo Verde;<br>*O açúcar alcançava bons preços na Europa, gerando recursos para a monarquia portuguesa. Inicialmente os capitais investidos nos primeiro engenhos foram emprestados por holandeses, italianos e portugueses e depois os senhores de engenho já produziam açúcar com capitais próprios.<br>Quanto à mão de obra, a monarquia portuguesa autorizou o governo-geral a promover "<strong>guerras justas</strong>" contra os indígenas a fim de escravizá-los. Os três primeiros governadores-gerais fizeram guerras aos indígenas, destruíram aldeias e obtiveram terras e escravos para os engenhos. Em 1572, no engenho  Sergipe do Conde, mais de 90% dos trabalhadores eram indígenas.<br>No séculos XVI para o XVII, no Nordeste os senhores de engenho começaram a comprar africanos para substituir os indígenas no trabalho pois:<br>*houve falta de indígenas nas áreas açucareiras por fuga ou morte devido a doenças e maus-tratos;<br>*interesses envolvendo o tráfico de africanos pelo Atlântico;<br>*Experiência dos africanos na produção de açúcar nas plantações portuguesas das ilhas de Cabo Verde e Madeira.<br>O açúcar era produzido em engenhos nos tempos coloniais e, engenho era o nome que se dava ao equipamento usado na fabricação do açúcar. Depois, passou a significar um conjunto que incluía as matas, o canavial, a casa de engenho ( onde se produzia o açúcar ), a roça ( onde se plantavam os alimentos), a casa-grande ( habitação do senhor de engenho ), a senzala ( moradia dos escravos ), a capela ( onde se realizavam batizados, missas, etc) e a moradia dos trabalhadores livres. <br>A economia colonial era diversificada e tinha dinâmica própria.<br>No Brasil colonial, além do açúcar, eram produzidos também: fumo, algodão, cacau, castanha-do-pará, guaraná, couro, mandioca, feijão, milho, frutas e legumes.<br>A pecuária teve, importante papel nos engenhos coloniais, onde fazia girar a moenda, transportava a cana e servia como alimento. No século XVII, já havia uma pecuária diversificada que incluía: bovinos, ovinos, equinos, muares e aves.<br>Nas chácaras próximas aos engenhos, vilas e cidades eram cultivados: mandioca, feijão, milho, legumes, limão, laranja e banana. <br>Essa produção abastecia os produtores e suas famílias, a população dos engenhos, as vilas, e as cidades coloniais ou seja, produziam para o mercado interno </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-24 15:11:16 UTC</pubDate>
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         <title>A sociedade colonial </title>
         <author>anacancado1</author>
         <link>https://padlet.com/sofiamartins8/jqh6s16c3vz0agi2/wish/858147749</link>
         <description><![CDATA[<div>Além dos senhores de engenho, havia na sociedade colonial os comerciantes, lavradores de cana, roceiros, vaqueiros, trabalhadores assalariados e escravizados. Havia também técnicos e artesãos livres, escravos, brancos, mestiços ou negros.<br>*Senhores de engenho ou nobreza da terra: donos das terras do maquinário e dos escravizados.<br>*Comerciantes: comercializavam escravos, produtos que iam para a Europa e Índias (tecidos, ferramentas) e produtos locais (animais e alimentos);<br>*Trabalhadores assalariados<br>Feitor-mor: administrava o engenho;<br>Mestre de açúcar: controlava o trabalho de beneficiamento do açúcar;<br>Purgardor: trabalhava na purificação do açúcar;<br>Caldeireiro: trabalhava nas caldeias;<br>Oficial de açúcar: auxiliava o mestre de açúcar;<br>Feitor do campo: Vigiava e castigava os escravos.<br>Havia também nos grande engenhos os artesãos (carpinteiros, pedreiros, ferreiros) que recebiam por dia ou por tarefa. O feitor-mor e os especialistas na produção do açúcar (mestres de açúcar, purgadores e caldeireiros) recebiam os salários mais altos. Os salários desses profissionais era anual. O mestre de açúcar - responsável pela qualidade do produto - era o mais bem pago do engenho. <br>Do trabalho dos escravizados dependia o funcionamento da economia colonial: a lavoura, a pecuária, a coleta, a pesca, o transporte de mercadorias etc.<br>*80% dos escravizados trabalhavam carpindo plantando, colhendo e pescando eram chamados escravos de campo;<br>*10% os que trabalhavam na fabricação do açúcar;<br>*10% os domésticos (cozinheira, faxineira, arrumadeira etc) e os artesãos ( oleiro, carpinteiro, ferreiro, etc).<br>Os escravizados reagiam à imposição de seus senhores, tomavam iniciativas i buscavam viver do seu jeito. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-24 15:53:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anacancado1</author>
         <link>https://padlet.com/sofiamartins8/jqh6s16c3vz0agi2/wish/863323397</link>
         <description><![CDATA[<div>link do vídeo que escolhemos acima!<br>Trabalho feito por: Sofia Martins e Ana Carolina </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 19:25:03 UTC</pubDate>
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