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      <title>ANALISANDO CHARGES DE DIFERENTES OLHARES by </title>
      <link>https://padlet.com/danielaalvesabreu/jpab9vgfhq7j4mkn</link>
      <description>Proposta de intervenção pedagógica - Escola Estadual Padre Frederico Vienken SVD-  22 DE MAIO DE 2021</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-21 20:19:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>PERCEPÇÕES DOS ALUNOS -CHARGE 01</title>
         <author>danielaalvesabreu</author>
         <link>https://padlet.com/danielaalvesabreu/jpab9vgfhq7j4mkn/wish/1549168161</link>
         <description><![CDATA[<div>DEIXEM SUAS PERCEPÇÕES NOS COMENTÁRIOS!!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-21 20:34:56 UTC</pubDate>
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         <title>PERCEPÇÕES DOS ALUNOS -CHARGE 02</title>
         <author>danielaalvesabreu</author>
         <link>https://padlet.com/danielaalvesabreu/jpab9vgfhq7j4mkn/wish/1549173023</link>
         <description><![CDATA[<div>DEIXEM SUAS PERCEPÇÕES NOS COMENTÁRIOS!!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-21 20:37:23 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>PERCEPÇÕES DOS ALUNOS -CHARGE 03</title>
         <author>danielaalvesabreu</author>
         <link>https://padlet.com/danielaalvesabreu/jpab9vgfhq7j4mkn/wish/1549173915</link>
         <description><![CDATA[<div>DEIXEM SUAS PERCEPÇÕES NOS COMENTÁRIOS!!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-21 20:37:52 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>PROPOSTA</title>
         <author>danielaalvesabreu</author>
         <link>https://padlet.com/danielaalvesabreu/jpab9vgfhq7j4mkn/wish/1549175487</link>
         <description><![CDATA[<div>As professoras de Geografia, Lilian e Daniela, juntamente com os professores de Sociologia, Everton e Artes, Alexandre,elaboraram uma apresentação de charges e tiras humorísticas, como recurso didático-pedagógico possível de ser utilizado como ferramenta no ensino remoto, no decorrer do processo de ensino-aprendizagem como suporte de incitamento a interpretação.</div><div><br></div><div>Metodologia: Apresentação dos desenhos aos discentes que a partir de suas interpretações pessoais deverão construir uma análise sobre os temas que em seguida serão abordados e investigados junto aos docentes.</div><div><br></div><div>Objetivo: Delinear a investigação proposta pelos desenhos apresentados no campo de estudos sociológicos, geográficos e artísticos de maneira a remeter a interpretação dos conteúdos pertencentes à essas disciplinas</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-21 20:38:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>ANÁLISE PROFESSORA DANIELA- CHARGE 01</title>
         <author>danielaalvesabreu</author>
         <link>https://padlet.com/danielaalvesabreu/jpab9vgfhq7j4mkn/wish/1549218952</link>
         <description><![CDATA[<div>Atualmente, com a globalização, “que descreve o processo de intensificação da integração econômica e política internacional, marcado pelo avanço nos sistemas de <a href="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/transportes.htm">transporte</a> e de comunicação” cada vez mais presente, estamos muitoligados a tecnologia, de maneira que antes seria imaginável. Os alunos são cercados por todos os tipos de aparelhos tecnológicos, que possibilitam o acesso instantâneo as informações e acabamos naturalizando essa elevada dependência a todos esses aparatos tecnológicos.</div><div>&nbsp;Toda essa naturalização, nos deixa alienados diante da real situação, visto que somos induzidos a viver em um “conto de fadas” criado pelas mídias, que anunciam aparelhos tecnológicos como produtos essenciais e inovam a cada dia mais suas ferramentas, fazendo o consumidor sentir a necessidade de ter aquele bem de consumo.<br><br></div><div>&nbsp;Por trás dessas grandes marcas existe uma exploração de mão de obra e de recursos naturais de países mais pobres, o que traz a possibilidade de um preço mais acessível, mas que nem sempre é acessível a toda população, reforçando a desigualdade social.<br><br></div><div>&nbsp;A charge representada acima, tem o intuito de representar a desigualdade social, através de um trocadilho de palavras feito entre uma marca muito famosa e reconhecida no mercado como um determinado “status” e por outro lado associou essa palavra a fome, mostrando um personagem que possivelmente está em situação de miséria.<br><br></div><div>&nbsp;A marca traz consigo uma série de pressuposições a respeito de quem a consome. As pessoas que a adquirem, estão em busca não só de ter um aparelho celular, mas do status que isso a proporcionará, pois a marca traz um alto valor agregado em seus produtos quando comparado aos concorrentes.<br><br></div><div>&nbsp;Estamos inseridos em uma sociedade de consumo, não devemos nos sentir culpados e culpar as pessoas por seus hábitos de consumo, mas a charge nos convida a refletir sobre como a desigualdade social é presente em nosso dia a dia e passa despercebida por muitas vezes, onde enquanto alguns estão preocupados em ter os produtos da “moda”, outras pessoas não tem o que comer, revelando muita questões sociais que precisam ser discutidas, por isso é importante criar uma consciência de consumo ´para que sejam consumidos produtos que sejam de real necessidade em nosso dia a dia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-21 21:00:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ANÁLISE PROFESSORA LILIAN - CHARGE 02</title>
         <author>liliancandido</author>
         <link>https://padlet.com/danielaalvesabreu/jpab9vgfhq7j4mkn/wish/1549928490</link>
         <description><![CDATA[<div>Diversas demarcações de terras indígenas no Brasil tem sofrido <strong>ameaças</strong> e <strong>invasões</strong> por parte da prática da extração mineral. Atualmente está tramitando no congresso nacional um projeto de lei 191/20, que libera a exploração de minérios em terras indígenas.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Esse projeto define condições de lavra de recursos minerais, como ouro e minério de ferro, e de hidrocarbonetos (a função orgânica que abrange os compostos formados somente por hidrogênio e carbono), como petróleo e gás natural; e para o aproveitamento hídrico de rios para geração de energia elétrica nas reservas indígenas.</div><div>&nbsp;</div><div>A questão da terra para os povos indígenas acumula conflitos históricos e muitas vezes violentos. Em 2019, o governo federal fez vários anúncios sobre <strong>demarcação de terras indígenas</strong>, com risco de <strong>redução de territórios</strong>. Uma interpretação jurídica não prevista na Constituição, o chamado <strong>“marco temporal</strong>” tem gerado um impasse entre a Funai e o Ministério da Justiça na análise dos processos de demarcação de terras. Por este marco temporal, as populações que não estavam em suas terras ou não lutaram judicialmente por elas na data de promulgação da Constituição não têm mais direito algum sobre esses territórios.</div><div>&nbsp;</div><div>A <strong>terra</strong> que sustenta a <strong>vida</strong> dos povos indígenas são de interesse do <strong>agronegócio</strong>, da <strong>especulação imobiliária</strong> e da <strong>mineração</strong> que tem encontrado apoio em uma gestão que está desmantelando a FUNAI, que acabou com o sistema de apoio à saúde indígena, que acabou com a ICMBIO que fazia fiscalização das unidades de conservação e de terras indígenas. Que disse aos veículos de comunicação que não vai demarcar 1 cm de terras indígenas, que os índios são vagabundos e vivem dentro desses territórios atrapalhando o progresso e o desenvolvimento do país.</div><div>&nbsp;</div><div>A colonização no Brasil impediu que nós pudéssemos ter um avanço do nosso próprio modo de viver, nos foi imposto um sistema que constrói parafernalhas tecnológicas, rios podres, ar doente, seres da natureza constrangidos e o povo indígena não quis contribuir com isso, então eles foram acusados de ser preguiçosos, burros e atrasados. A literatura que é vinculado nas escolas ainda trazem muitas vezes os indígenas como povos primitivos, que não evoluíram, o que é uma inverdade. É como se para evoluir tivessem que poluir, envenenar, criar mocinhos, bandidos, grades, hospitais e outras instituições nascidos do mundo dito “civilizado”, enquanto que o modo de viver do indígena é de total respeito a natureza e à Criação.</div><div>&nbsp;</div><div>A respeito do marco temporal, a Constituição de 88 reconhece os direitos originários dos povos indígenas. Ela <strong>já diz</strong> que reconhece os direitos originários, é porque as terras indígenas <strong>são</strong> dos povos indígenas, independe de qual tempo esteja, se era antes ou depois da Constituição de 88.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 10:38:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ANÁLISE PROFESSORA LILIAN - CHARGE 03</title>
         <author>liliancandido</author>
         <link>https://padlet.com/danielaalvesabreu/jpab9vgfhq7j4mkn/wish/1549931676</link>
         <description><![CDATA[<div>O desenho apresenta uma imagem que faz parte de uma cidade de médio a grande porte, o que é possível perceber pelo amontoado de pequenas casas, a partir de uma cor uniforme das moradias que traz uma impressão de homogeneidade.&nbsp;<br><br></div><div>Essas residências estão localizadas à beira de um córrego em um terreno que apresenta partes em processo de voçorocamento, que é quando o solo  cascalhento, sem proteção e estabilidade e suscetível de ser carregado pelas águas pluviais e fluviais&nbsp;<br><br></div><div>As moradias estão construídas muito próximas ao curso d`água o que representa falta de estrutura e preparação para construção dessas habitações.&nbsp;<br><br></div><div>A forma como é escoado o esgoto das casas, também representa a ausência do saneamento básico, que é um direito assegurado pela constituição e é definido como o conjunto dos serviços, infraestrutura e Instalação operacional de abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza e drenagem urbana, manejos de resíduos sólidos e de águas pluviais, e, no entanto são subsídio ausentes no desenho. Os últimos dados do ranking do saneamento básico no país lançado pelo instituto Trata Brasil aponta que cerca de 30% da população brasileira não tem acesso a coleta de esgoto e 44% não têm acesso ao tratamento do esgoto<br><br></div><div>O humor satírico dessa charge aparece no diálogo das crianças a respeito do aspecto de rachadura no solo como se fosse um gráfico indicativo do risco que apresenta tanto a paisagem em que estão inseridas quanto do seu futuro.<br><br></div><div>O relatório de 2019 da OCDE, Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico demonstra que o gasto anual do Brasil por aluno do ensino Fundamental e Médio é de US$ 3.866, enquanto que o investimento médio dos países da OCDE é de US$9.300 anuais por aluno<a href="https://querobolsa.com.br/revista/jose-pacheco-e-pedro-demo-por-uma-escola-focada-no-aluno"> </a> do ensino básico.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 10:43:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atividade da Ananda Cosenza</title>
         <author>halexalvaro</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 12:58:14 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade Interdisciplinar</title>
         <author>halexalvaro</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 13:03:46 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo sobre Charge elaborado pelo professor Alexandre</title>
         <author>halexalvaro</author>
         <link>https://padlet.com/danielaalvesabreu/jpab9vgfhq7j4mkn/wish/1550048212</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/h3jnbCEJsWs" />
         <pubDate>2021-05-22 13:17:20 UTC</pubDate>
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         <title>ANÁLISE PROFESSOR EVERTON -CHARGE 01</title>
         <author>evertonpinto</author>
         <link>https://padlet.com/danielaalvesabreu/jpab9vgfhq7j4mkn/wish/1555455251</link>
         <description><![CDATA[<div>Na imagem podemos ver um ambiente que aparentemente faz parte de uma cidade de uma grande cidade, uma vez que é possível perceber no plano de fundo um amontoado de pequenas casas formando uma espécie de multidão, de massa, a partir de uma cor uniforme que representa todas essas habitações. Essa residências estão localizadas à beira de um rio em um terreno que parece estar se rompendo ou desmoronando, há também lixo espalhado por esse rio. Esses elementos apresentam um indicativo de que se trata de um local impróprio (por causa da falta de preparações estruturais) para moradia.<br><br></div><div>Nesses ambientes, além dos riscos estruturais, as pessoas estão expostas a diversos outros. E em quase todos estes aponto um grande problema que&nbsp; é a ausência do “Estado”. Escrevo Estado aqui com “E” maiúsculo para diferenciar a instituição que independe de quem o governa, esse Estado é capaz de direcionar a existência de políticas públicas impessoais que surgem para salvar vidas e futuros.<br><br></div><div>No estado liberal e no estado democrático de direito em que vivemos, o Estado é responsável por diferentes instâncias, sobretudo, o direito do ser humano à vida digna. Isso quer dizer acesso à saúde, educação, segurança, pleno emprego, alimentação saudável e a um futuro em que garanta que todas as pessoas nascidas dentro de seu território tenham liberdade de ser quem são.<br><br></div><div>Quando apontamos para uma ineficiência de ação do Estado em relação às periferias, estamos sinalizando que este se esqueceu, sobretudo, das crianças que vivem uma vida vulnerável em tudo aquilo que poderiam ser um dia.&nbsp;<br><br></div><div>É comum que a sociedade civil se organize em setores para tentar dar conta de demandas que o Estado não consegue sanar. Mas não podemos garantir que todas as demandas de uma periferia possa ser atendida por pessoas que se organizam, pois, muitas vezes os adultos são tão vulneráveis quanto, e quando não estão ocupados com grandes jornadas de trabalho com uma remuneração que garante quiçá o básico, tem menos a oferecer em termos de futuro que do que tem para si próprio.<br><br></div><div>É engraçado vermos duas crianças falando como adultos, sobre um gráfico indicativo do risco de seu futuro. O aspecto da rachadura pode ser um indicativo de que aquele lugar apresenta um risco tão grande para aquelas pessoas quanto um gráfico com informações sobre a região poderia apresentar. Porém apesar de um risco visível e vidente, não é um dado racional, efeito de uma era informacional em que pessoas comuns se apossam de jargões técnicos, quando antes usavam-se ditados locais ou regionais.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-24 22:02:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>ANÁLISE PROFESSOR EVERTON -CHARGE 02</title>
         <author>evertonpinto</author>
         <link>https://padlet.com/danielaalvesabreu/jpab9vgfhq7j4mkn/wish/1555460091</link>
         <description><![CDATA[<div>A charge apresenta uma estrada à beira de um pasto bovino cercado. À beira da estrada há riscado de tinta branca um espaço quadrado marcado com os dizeres: reservado aos índios. Dentro deste espaço um indígena abaixado de cócoras estende a mão como quem 🤬 esmolas. Na estrada um carro vermelho esportivo com dois passageiros em alta velocidade atira uma moeda em direção a mão do índio pedinte.<br><br></div><div>Há a temática da proteção dos indígenas e seus territórios no Brasil. É evidente em nosso país a violência que os povos indígenas vem sofrendo desde que o povo europeu pisou na Bahia em 1500. Mas agora, mais do que nunca, nos noticiários o desmatamento das áreas de proteção ambiental e o desrespeito às áreas demarcadas para os povos indígenas por parte de grileiros que exploram ilegalmente a terra em busca de recursos minerais devastando toda a fauna e flora nativa, forçando a criação de pastos e consequentemente expulsando os índios de sua terra.<br><br></div><div>Há muito o que se discutir sobre as culturas indígenas, mas o que interessa aqui é que a expulsão dos nativos de seu território é muito danoso para nós enquanto país que detém uma das maiores reservas naturais do mundo. Envolve muita violência e retira não apenas no sentido figurado a razão de viver dos índios, mas os matam a base de balas, de forma física e cultura.<br><br></div><div>O povo Guarani Kaiowá na região centro-oeste são os que mais tem sofrido essa violência e estão morando em beiras de estradas, e sendo massacrados.<br><br></div><div>Ao olharmos para essa imagem é possível sentir a tristeza.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-24 22:05:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ANÁLISE PROFESSOR EVERTON -CHARGE 03</title>
         <author>evertonpinto</author>
         <link>https://padlet.com/danielaalvesabreu/jpab9vgfhq7j4mkn/wish/1555461384</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta charge vemos um paralelo dividido por um risco vertical no centro da imagem mostra a oposição entre duas posições de extrema desigualdade social.<br><br></div><div>Do lado esquerdo denominado “Iphone”, temos uma mulher loira com o cabelo liso, vestindo jaqueta azul, camisa branca, meia e tênis coloridos. Pendurada em seu braço a moça carrega uma bolsa estampada que emite um som representado por uma nota musical, o que é acompanhado de sua fala: Meu IPHONE está tocando...<br><br></div><div>Do lado direito temos uma pessoa nua de corpo esquelético, de cores acinzentadas, pés no chão, com um balão apontando para onde deveria ficar sua barriga, a mesma nota musical ecoa, no entanto, de forma trêmula e maior que o outro lado, o sujeito diz: Meu IPHOME está tocando...<br><br></div><div>O tema aqui é a desigualdade social que é acentuada em um sistema capitalista. Enquanto alguns tem muito, outros mal tem o que comer. A desigualdade social é um problema que acomete todo o mundo, mas em especial o Brasil, que é de onde podemos refletir.<br><br></div><div>A desigualdade brasileira cresce cada vez mais o que faz com que a charge represente uma realidade cada vez maior. Essa desigualdade empurra o nosso povo para a perpetuação de um país atrasado, que não cuida do seu povo e os coloca em conflito cotidianamente. Temos inúmeros problemas sociais e em cada um dos indicadores veremos brasis distantes para um mesmo povo. Enquanto há um Brasil que tem emprego e renda estável e seu maior problema são comprar coisas fúteis, gerenciar dívidas (sim, mesmo a parte do povo que tem melhores situações econômicas, somos um povo muito endividado); há outro brasil que não tem acesso a nada disso.<br><br></div><div>O que há em comum é a falta de educação, mas se uma criança não come, ela não estuda; se ela não tem casa, não estuda; se não tem dinheiro para ter ou manter materiais escolares, não estudam; se não tem um lar estável, que é por vezes violento, não estudam; se tem que escolher entre comer ou estudar, preferem comer. E assim, perpetuamos a nossa desigualdade social.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-24 22:06:47 UTC</pubDate>
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