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      <title>Padlet sobre Lisboa  by Laudinha Fernandes</title>
      <link>https://padlet.com/claudiafuskinha/jor39vdfatggysik</link>
      <description>Criado sem nenhum tipo de arrependimento</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-07 20:09:52 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-06-08 10:06:26 UTC</lastBuildDate>
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         <title>“O Parque das Nações em Lisboa funciona como um segundo polo central da cidade”</title>
         <author>claudiafuskinha</author>
         <link>https://padlet.com/claudiafuskinha/jor39vdfatggysik/wish/2214056724</link>
         <description><![CDATA[<div>Apresente algumas características que promovem esta afirmação, referindo, entre outros aspetos, as funções urbanas que ali predominam e a sua importância.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 20:17:19 UTC</pubDate>
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         <title>Gare do Oriente </title>
         <author>claudiafuskinha</author>
         <link>https://padlet.com/claudiafuskinha/jor39vdfatggysik/wish/2214057826</link>
         <description><![CDATA[<div>A importância deste tipo de infrastestruturas de transporte para a mobilidade da população e para o crescimento das diferentes atividades económicas e desenvolvimento da cidade de Lisboa &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 20:18:57 UTC</pubDate>
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         <title>INE</title>
         <author>claudiafuskinha</author>
         <link>https://padlet.com/claudiafuskinha/jor39vdfatggysik/wish/2214059038</link>
         <description><![CDATA[<div>Referir a importância da estatística na sociedade atual e das funções desempenhadas pelo INE<br>E demonstrar qual o papel da estatística em vários aspetos da sociedade, que a tornam conhecida como um campo de estudos de múltiplas áreas&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 20:20:36 UTC</pubDate>
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         <title>Baixa Pombalina</title>
         <author>claudiafuskinha</author>
         <link>https://padlet.com/claudiafuskinha/jor39vdfatggysik/wish/2214065597</link>
         <description><![CDATA[<div>Património histórico e cultural&nbsp;<br>Importância do turismo&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 20:29:42 UTC</pubDate>
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         <title>Miradouro do Parque Eduardo VII</title>
         <author>claudiafuskinha</author>
         <link>https://padlet.com/claudiafuskinha/jor39vdfatggysik/wish/2214066363</link>
         <description><![CDATA[<div>Importância dos parques verdes para a sustentabilidade ambiental da cidade de Lisboa&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 20:30:33 UTC</pubDate>
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         <title>Alguns aspetos sobre a cidade de Lisboa </title>
         <author>claudiafuskinha</author>
         <link>https://padlet.com/claudiafuskinha/jor39vdfatggysik/wish/2214067839</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>A cidade de Lisboa recebe os seus visitantes de forma hospitaleira, simpática e acolhedora. Lisboa é uma cidade que encanta quem a visita.</div><div>Com mais de 20 séculos de história, a capital portuguesa está situada junto ao rio Tejo. Com o sol quase sempre presente, a sua beleza única e singularidade arquitetónica são aclamadas além fronteiras. Rica em monumentos, bairros típicos (Baixa Pombalina, Belém, Bairro Alto, Chiado, Bica, Alfama e Mouraria), zona ribeirinha, casas de Fado, parques, jardins e miradouros, Lisboa oferece várias possibilidades para descobrir, visitar e desfrutar do vasto património natural, histórico e cultural da cidade. Monumentos como o Castelo Medieval de São Jorge, Catedral Medieval Sé, Torre de Belém, Mosteiro dos Jerónimos, Panteão Nacional, Praça Terreiro do Paço e a Baixa são algumas das atrações turísticas de Lisboa que fascinam milhares de visitantes de todo o mundo.<br>A gastronomia de Lisboa é muito influenciada pela sua proximidade do mar. Assim as especialidades tipicamente lisboetas são as pataniscas de bacalhau, peixinhos da horta, a sardinha assada no pão (principalmente na festa dos Santos Populares que ocorre durante o mês de junho). O famoso Bife à Café também é considerado um "ex-líbris" alimentar da capital. O doce mais famoso de Lisboa é o tradicional Pastel de Nata, confecionado numa antiga fábrica na Freguesia de Belém, mais conhecido como Pastel de Belém.<br>Lisboa é um destino inesquecível para todos os estudantes que querem ter uma experiência única de vivência universitária, hospitalidade, gastronomia, tradição, história, modernidade, cultura e lazer.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 20:32:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Autoras deste padlet </title>
         <author>claudiafuskinha</author>
         <link>https://padlet.com/claudiafuskinha/jor39vdfatggysik/wish/2214068855</link>
         <description><![CDATA[<div>Claudia Fernandes n°3 12°ALH<br>Carolina Pinho n°2 12°ALH</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 20:34:10 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Funções urbanas e importância </title>
         <author>claudiafuskinha</author>
         <link>https://padlet.com/claudiafuskinha/jor39vdfatggysik/wish/2214072097</link>
         <description><![CDATA[<div>Este parque, construído com o intuito de revalorizar a cidade com o seu rio,teve por alicerce uma 1ª fase da urbanização que correspondeu ao planeamento e realização da EXPO ‘98, abrangendo a conceção do espaço público e do edificado, incluindo os seus apoios urbanos (áreas residenciais, equipamentos, serviços, infraestruturas urbanas, estacionamentos e zonas verdes).<br><br>Assim, a EXPO ‘98 constituiu não só o início da requalificação urbanística e ambiental desta zona, mas também de modernização e internacionalização da cidade de Lisboa, no domínio da reconversão e requalificação, das acessibilidades e transportes, dos equipamentos, dos serviços e infraestruturas, do tecido urbano e dos eventos que projetam a sua identidade.<br><br></div><div>Teve por alicerce uma 1ª fase da urbanização que correspondeu ao planeamento e realização da EXPO ‘98, abrangendo a conceção do espaço público e do edificado, incluindo os seus apoios urbanos (áreas residenciais, equipamentos, serviços, infraestruturas urbanas, estacionamentos e zonas verdes).<br><br></div><div>Assim, a EXPO ‘98 constituiu não só o início da requalificação urbanística e ambiental desta zona, mas também de modernização e internacionalização da cidade de Lisboa, no domínio da reconversão e requalificação, das acessibilidades e transportes, dos equipamentos, dos serviços e infraestruturas, do tecido urbano e dos eventos que projetam a sua identidade.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>A SEGUNDA FASE DE URBANIZAÇÃO</div><div>O projeto inicial do Parque das Nações deu oportunidade à criação de uma cidade nova, onde a arquitetura nas suas mais variadas expressões tem o seu máximo expoente.&nbsp;<br>Enquanto empreendimento de grandes dimensões, assumiu-se como uma oportunidade única de aplicar novos conceitos com especial incidência na relação do meio urbano com a sustentabilidade ambiental.<br><br></div><div>A estratégia adotada foi a de criar um espaço capaz de integrar as mais diversas funções urbanas de forma a obter uma vivência equilibrada e sustentável, tirando máximo partido da abertura do território ao rio.<br><br></div><div>As acessibilidades foram uma questão importante que envolveu a criação de novas estruturas viárias, a construção da Ponte Vasco da Gama, a extensão da rede de metro e a construção de uma estação intermodal – a Gare do Oriente.<br><br></div><div>Outro dos objetivos que presidiu à conceção e planeamento do território era o de conseguir infraestruturar o espaço ao nível dos serviços de apoio técnico, minimizando tanto quanto possível os impactos ambientais, pelo que se criou um conjunto de infraestruturas – como a recolha do lixo ou a central de aquecimento e de arrefecimento do ar – que são comuns a todos os edifícios, obtendo-se com esta partilha ganhos assinaláveis em termos ambientais.<br><br></div><div>Foram também equacionados os serviços de apoio como comércio e restauração, escolas, espaços de lazer, desportivos, um hospital privado e outros serviços complementares, embora algumas importantes infraestruturas públicas só recentemente foram planeadas ou edificadas.<br><br></div><div>A nível empresarial criou-se uma oferta de espaço urbano de extrema qualidade inserido na cidade e contando com os seus serviços e apoios para além de integrar as mais recentes tecnologias nas suas infraestruturas. A maximização da notoriedade da imagem corporativa foi uma das preocupações, pelo que os edifícios foram construídos sobre plataformas, resolvendo em simultâneo a questão do estacionamento.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 20:38:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Gare do Oriente </title>
         <author>claudiafuskinha</author>
         <link>https://padlet.com/claudiafuskinha/jor39vdfatggysik/wish/2214078725</link>
         <description><![CDATA[<div>O projeto para a Gare, ou Estação, do Oriente de Lisboa enquadra-se num conjunto de gigantescas intervenções planificadas para Lisboa na ocasião da Expo'98 que procuravam transformar uma zona industrial relativamente degradada. A intenção fundamental era a criação de uma nova estação central para a capital que fosse também um interface multifuncional. Para além de responder à necessidade imediata de obter um fácil aceso dos visitantes à exposição, deveria constituir no futuro um dos pontos fundamentais da rede de transportes coletivos da área metropolitana&nbsp; (reunindo caminho de ferro, metro e autocarros). O programa apresentava como aspeto fundamental a relação com o tecido urbano e a paisagem ribeirinha, devendo eliminar o carácter de barreira física, entre a cidade e o rio, que a linha de caminho de ferro constituía na altura.<br>O concurso para o projeto deste equipamento, lançado em 1994 pelo Estado, teve como vencedor a equipa formada por Santiago Calatrava, arquiteto valenciano nascido em Enimamet em 1951 (licenciado em arquitetura pela universidade de Valencia e em engenharia pelo politécnico de Zurique) e por Andrés Caride.<br>O complexo estrutura-se linearmente entre duas vias perpendiculares ao rio, ao longo de um percurso pedonal que liga os vários setores do programa. Este percurso estabelece-se em diferentes níveis que comunicam com as zonas do <em>interface</em>, atravessa um núcleo comercial, e remata numa ponte que servia de entrada para a área da exposição internacional.<br><br>A rede ferroviária portuguesa possui inúmeras potencialidades, especialmente, no que diz respeito ao turismo, devido ao facto de muitas das nossas linhas, tanto principais, como secundárias, terem dentro dos seus percursos paisagens fantásticas, mas também por algumas estações espectaculares, como por exemplo as de Porto S. Bento e a estação do Rossio, consideradas como duas das estações mais belas do mundo, outros exemplos de belas estações portuguesas são a estação de Aveiro.<br><br>Infelizmente, Portugal, tem desaproveitado algumas das potencialidades turísticas da sua rede ferroviária, exemplo disso são as linhas de via estreita do Douro (Linha do Tâmega, do Corgo, do Tua e do Sabor), que na sua maioria passam por paisagens magnificas e que na altura em que ainda funcionavam atraiam turistas, dando uma certa importância económica e turística às regiões por onde passavam (ver vídeos anexos).&nbsp; Além de oportunidades turísticas, o setor ferroviário em Portugal, ainda apresenta outras potencialidades, como o transporte de passageiros e de mercadorias em grandes massas.</div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 20:48:30 UTC</pubDate>
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         <title>Instituto nacional de estatística </title>
         <author>claudiafuskinha</author>
         <link>https://padlet.com/claudiafuskinha/jor39vdfatggysik/wish/2214097533</link>
         <description><![CDATA[<div><br>o Instituto Nacional de Estatística, IP (INE, IP), órgão central de produção e difusão de estatísticas oficiais que assegura a supervisão e coordenação técnico-científica do SEN; o Banco de Portugal no âmbito das suas atribuições de recolha e elaboração de estatísticas monetárias, financeiras, cambiais e da balança de pagamentos; os Serviços Regionais de Estatística das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira que funcionam, em relação às estatísticas oficiais de âmbito nacional, como delegações do INE, IP e em relação às estatísticas de âmbito regional como autoridades estatísticas; e as entidades produtoras de estatísticas oficiais por delegação do INE, IP.&nbsp;</div><div><br>Com exceção do CSE, as entidades acima referidas, na qualidade de responsáveis pela produção de estatísticas oficiais, são consideradas autoridades estatísticas, podendo exigir o fornecimento, com caráter obrigatório e gratuito, a todos os serviços ou organismos, pessoas singulares e coletivas, de quaisquer elementos necessários à produção de estatísticas oficiais e estabelecer a recolha de dados que, ainda que não relevantes para a atividade específica das entidades obrigadas ao seu fornecimento, se revistam de importância estatística.</div><div><br>As estatísticas oficiais são produzidas com independência técnica e consideradas um bem público, devendo respeitar os padrões nacionais e internacionais de qualidade estatística, bem como satisfazer as necessidades dos utilizadores de forma eficiente e sem sobrecargas excessivas para os fornecedores de informação às autoridades estatísticas, nomeadamente através da crescente utilização dos dados administrativos.</div><div><br>Os dados estatísticos individuais recolhidos pelas autoridades estatísticas são de natureza confidencial e constituem segredo profissional para todos os funcionários ou outras pessoas que, a qualquer título, deles tomem conhecimento no exercício ou em razão das suas funções relacionadas com a atividade estatística oficial. A violação do segredo estatístico constitui contraordenação muito grave, implicando responsabilidade criminal.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 21:17:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Importância do património da Baixa Pombalina </title>
         <author>claudiafuskinha</author>
         <link>https://padlet.com/claudiafuskinha/jor39vdfatggysik/wish/2214101964</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Classificada como Conjunto de Interesse Público (CIP), a Lisboa Pombalina tem, em larga medida, quase intactos o seu traçado ortogonal pombalino, a volumetria do edificado e a sua tipologia.</div><div>Apesar do seu inegável e incontestado valor patrimonial para a cidade de Lisboa e para o país, apesar da relevância internacional como tradução arquitectónica dos princípios do Iluminismo, a história e as várias equipas camarárias e tutelas administrativas não têm sido amigas da Baixa Lisboeta, facto comprovado pela classificação de Interesse Público, quando a merecida seria a de Monumento Nacional, o que teria tornado mais difícil a série de malfeitorias urbanísticas dos últimos anos que todos conhecemos. Por outro lado, a Lisboa Pombalina CIP está dividida em duas secções, uma sob um Plano de Pormenor e Salvaguarda (área I) e outra não, ou seja, uma dispensa a submissão a pareceres vinculativos da DGPC, outra não.</div><div>Para confundir ainda mais o povo, a candidatura UNESCO da Baixa Pombalina (assim designada no dossier de 2004) coincide geograficamente com uma candidatura paralela designada pomposamente, e só os deuses saberão porquê, Lisboa Histórica, Cidade Global, também esta condenada ao fracasso, por maioria de razão.<br><br></div><div><mark>Curiosidade</mark>:</div><div>Furaram-se prédios para instalar parques de estacionamento, e com estes cortou-se e desviou-se o fluxo de águas que põem agora em causa os alicerces do século XVIII, deram-se licenças a estabelecimentos de restauração que transformaram locais simbólicos e emblemáticos em verdadeiros bazares de feira, abriram-se vãos nos pisos térreos, acrescentaram-se espúrios nas coberturas, permite-se, com a maior das facilidades, que voem para o lixo portas ferradas, molduras de janelas, fachadas de azulejo, escadas interiores, estuques e tudo que cheire a velho. Mais, as alterações dos edifícios têm contribuído para os riscos que correm e o desaparecimento da evidência histórica de técnicas e soluções construtivas únicas.</div><div>A Baixa e o seu património não são sinónimos de produtos ultracongelados, retirados do seu contexto, armazenados para que, a seu tempo, venham a ser recolocados noutro espaço e noutra circunstância. Que haja quem peça para fazer o que lhe dá na real gana, não é o problema. O problema reside no facto de projectistas, autores, promotores saberem que, em matéria de património, o que dizem as normas é uma coisa, mas a prática é previsivelmente bem diferente. O que se prepara para aquele quarteirão marcante da Baixa e da vida da cidade é uma violação grosseira das boas práticas na defesa do património.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 21:25:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Miradouro do Parque Eduardo VII</title>
         <author>claudiafuskinha</author>
         <link>https://padlet.com/claudiafuskinha/jor39vdfatggysik/wish/2214107267</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde 1882 que se começou a falar da construção de um grande parque no topo da Avenida da Liberdade, em substituição do Antigo Passeio Público. Inicialmente denominado Parque da Liberdade, vem a adquirir o nome de Parque Eduardo VII em 1903, por ocasião da visita do Rei de Inglaterra a Lisboa.<br><br></div><div>Em 1887, a pensar no arranjo paisagístico do Parque e no seu enquadramento na estrutura da cidade, Ressano Garcia, engenheiro operacional do município, abriu um concurso internacional entre arquitectos, sendo o 1º prémio atribuido a Henry Lusseau, que apresentou um projecto de cariz romântico e ao gosto pitoresco, constituido por alamedas, lagos e um belveder traçados ao sabor da morfologia do terreno.<br><br></div><div>O Parque foi, então, cenário de feiras, de exposições e de divertimentos: em 1848 foi terreiro da Feira Franca, por ocasião do aniversário da descoberta da Índia, e em 1910 foi palco da Feira de Agosto.<br><br></div><div>Em 1915, após intermináveis discussões e várias polémicas, começaram finalmente os trabalhos de ajardinamento do Parque. Em 1927, Forrestier foi chamado a concretizar o prolongamento da Avenida e da construção de um grande parque com jardins e campos de jogos, que se estendiam para Norte.<br><br></div><div>Somente a partir de 1942, Keil do Amaral projecta o Parque Eduardo VII tal como o conhecemos hoje, com cerca de 26 ha. O Parque desenvolve-se num plano desnivelado, recuperando a ideia de miradouro a Norte, que oferece uma panorâmica sem obstáculos com o rio: ao centro a Av. da Liberdade e a Baixa Pombalina, à esquerda o Castelo de S. Jorge e à direita as Ruínas do Convento do Carmo, tendo sempre o Tejo como pano de fundo. No topo Norte, o Parque encontra-se balizado por dois conjuntos de duas colunas monumentais, enquanto que as suas entradas a sul definem-se como longos planos horizontais, colocados de cada lado da Avenida, segundo o eixo definido pela placa da praça.<br><br></div><div>O Parque Eduardo VII caracteriza-se pela existência duma enorme alameda central relvada, prenchida por uma composição geométrica em sebes de buxo, flanqueada por um passeio em calçada portuguesa com uma largura de 100m, dividindo o Parque em duas zonas frondosas, de verde mais arborizado e denso, a ocidente e a oriente, onde estão instalados vários equipamentos:<br>- na zona ocidental encontra-se o Lago Grande e a <a href="http://www.e-cultura.sapo.pt/patrimonio_item/11817">Estufa Fria</a>, um Parque Infantil, Campos de Ténis e Instalações Desportivas;<br>- na zona oriental desenvolve-se uma sequência de zonas de estadia, um Anfiteatro de pequenas dimensões, um restaurante e um lago e o Pavilhão Carlos Lopes (antigo Pavilhão dos Desportos).<br><br></div><div>Para além destes equipamentos, o Parque é, ainda, embelezado por um conjunto variado de estatuária: o busto de Eduardo VII de Inglaterra; estátua com Cavalo Marinho dentro do lago, de Euclides Vaz; estátua com Veado, de Stella Albuquerque; "À Arte", "À Ciência", de Raúl Xavier; figura feminina, de Vasco Pereira da Conceição; "Mãe e Filho", de António Duarte; "Evocação ao 25 de Abril de 1974", de João Cutileiro; e duas estátuas no Parque Infantil, criadas por M. de Brito em 1963.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 21:35:24 UTC</pubDate>
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         <title>CIUL</title>
         <author>claudiafuskinha</author>
         <link>https://padlet.com/claudiafuskinha/jor39vdfatggysik/wish/2214108385</link>
         <description><![CDATA[<div>Principais marcos da evolução urbana de Lisboa e&nbsp;<br>Ações concretas para aumentar a qualidade de vida e bem estar nas grandes aglomerações urbanas</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 21:37:26 UTC</pubDate>
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         <title>Marcos importantes da evolução urbana de Lisboa </title>
         <author>claudiafuskinha</author>
         <link>https://padlet.com/claudiafuskinha/jor39vdfatggysik/wish/2214111378</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>Lisboa</strong> é a capital de Portugal, cuja história circula à volta da sua posição geográfica estratégica no estuário do maior rio da Península Ibérica, o Tejo; do seu porto natural ser o melhor para o reabastecimento dos barcos que fazem o comércio entre o Mar do Norte e o Mediterrâneo; além da sua proximidade no extremo Sul e Ocidente da Europa, com os novos continentes da África Subsahariana e da América.</div><div>Arco da Rua Augusta, no Terreiro do Paço, também conhecido por Praça do Comércio, a <em>Praça Maior</em> de Lisboa que se abre para o Tejo</div><ul><li>Pré-história</li><li>Origens: Os estrímnios e a Ofiússa; tartéssicos, fenícios e celtas</li><li>Olissipo: Lisboa romana</li><li>As Invasões e os Germanos</li><li>Alusbuna: Lisboa muçulmana</li><li>Cruzadas: Portugal conquista Lisboa</li><li>Revolução</li><li>Lisboa, a Senhora dos Mares</li><li>Domínio Filipino</li><li>O ouro do Brasil</li><li>Século das Luzes</li><li>Guerra Civil: Liberais e Conservadores</li><li>Lisboa entre a Europa e a África</li><li>A Revolução de 1910</li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 21:43:11 UTC</pubDate>
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         <title>Projetos financiados </title>
         <author>claudiafuskinha</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://informacoeseservicos.lisboa.pt/informacao-administrativa/projetos-cofinanciados">https://informacoeseservicos.lisboa.pt/informacao-administrativa/projetos-cofinanciados</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-07 21:44:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carolinaaa0</author>
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         <description><![CDATA[<div>maravilhosa e cheira bem</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 10:03:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carolinaaa0</author>
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         <description><![CDATA[<div>claudia é horrorosa e cheira mal</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 10:03:51 UTC</pubDate>
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