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      <title>Psicológia 12°C  by Norberto Dias</title>
      <link>https://padlet.com/norberto_1999/joc8n0crsl0a</link>
      <description>As relações precoces. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-03-12 08:39:00 UTC</pubDate>
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         <title>Aula do dia 12/3/18 </title>
         <author>norberto_1999</author>
         <link>https://padlet.com/norberto_1999/joc8n0crsl0a/wish/240735212</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma forma mais criativa para aprender. <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 08:52:51 UTC</pubDate>
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         <title>Relações precoces e prematuridade </title>
         <author>norberto_1999</author>
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         <description><![CDATA[<div>-- O bebé humano nasce inacabado e totalmente dependente dos cuidados dos adultos para sobreviver - prematuridade ou imaturidade biológica;<br>-- O bebé humano nasce predisposto a estabelecer uma relação afetiva com os seus cuidadores.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 08:59:52 UTC</pubDate>
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         <title>Vinculação </title>
         <author>norberto_1999</author>
         <link>https://padlet.com/norberto_1999/joc8n0crsl0a/wish/240737661</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; *Consiste na troca recíproca e nos comportamentos que permitem a construção de uma ligação afetiva entre o bebé e os seus criadores.<br>-- Decorre da relação precoce e é uma necessidade básica e inata do ser humano;<br>-- É o laço afetivo recíproco que se estabelece entre o bebé e outra pessoa (figura de vinculação) onde procura sustento, apoio e proteção;&nbsp;<br>-- Tem um papel crucial no desenvolvimento físico, psicológico e social do bebé;&nbsp;<br>-- Expressa-se através de comportamentos de vinculação.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:00:26 UTC</pubDate>
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         <title>Características da relação de vinculação </title>
         <author>norberto_1999</author>
         <link>https://padlet.com/norberto_1999/joc8n0crsl0a/wish/240737824</link>
         <description><![CDATA[<div>-- A procura de proximidade;<br>-- A noção de base de segurança;<br>-- O comportamento de refúgio;<br>-- A angústia e o protesto face à separação involuntária. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:00:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>norberto_1999</author>
         <link>https://padlet.com/norberto_1999/joc8n0crsl0a/wish/240738948</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:04:52 UTC</pubDate>
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         <title>Spitz</title>
         <author>norberto_1999</author>
         <link>https://padlet.com/norberto_1999/joc8n0crsl0a/wish/240740006</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>• Depressão infantil</mark></strong> (A partir dos 6 meses de vida) -- Consequência da privação<strong> afetiva</strong> <strong><em>parcial</em></strong>: Atonia afetiva; inércia motora; pobreza interactiva; desorganização psicossomática.<br><strong><mark>• Síndrome do hospitalismo </mark></strong>(Durante os primeiros 18 meses de vida). -- Consequência da privação <strong>afetiva total ou duradoura</strong>: Atraso global do desenvolvimento; sentimentos de abandono; desamparo e medo (Efeitos Devastadores).<br><strong>Fases:<br>1º Mês de Separação:<br></strong>A criança abandonada chora e procura proximidade e conforto junto das outras pessoas.<br><strong>2º Mês de Separação:</strong><br>O choro dá lugar ao lamento e aos gemidos; a criança perde peso; o desenvolvimento psicomotor é interrompido.<br><strong>3º Mês de Separação:<br></strong>A criança evita o contacto humano e a actividade motora; Sofre de marasmo e insónias.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:08:30 UTC</pubDate>
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         <title>Bowlby</title>
         <author>norberto_1999</author>
         <link>https://padlet.com/norberto_1999/joc8n0crsl0a/wish/240740813</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>▪Ansiedade da depressão </mark></strong><br><strong>1ºProtesto: </strong>Choro e Chamamento;<br><strong>2ºDesespero:</strong> Dor e luto derivados da perda/afastamento da figura de vinculação;<br><strong>3ºDesvinculação:</strong> Evitamento da relação com outras pessoas; É uma necessidade de defesa.<br>Esta teoria contribuiu para uma alteração profunda nos centros de acolhimentos de crianças.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:11:11 UTC</pubDate>
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         <title>Ainsworth</title>
         <author>norberto_1999</author>
         <link>https://padlet.com/norberto_1999/joc8n0crsl0a/wish/240741564</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>&gt; Vinculação segura, insegura e evitante. </mark></strong><br><strong>1- Vinculação Segura:</strong><br>  A criança brinca e é amistosa com o estranho na presença da figura de vinculação. Protesta com a saída da figura de vinculação. No momento da reunião, procura conforto na figura de vinculação e é rapidamente consolada.<br><strong>2- Vinculação insegura: </strong><strong><mark><br></mark></strong><strong>  </strong>A criança revela ansiedade durante todo o teste. Fica inconsolável no momento da separação. Mostra comportamentos de aproximação/ hostilidade no momento da reunião. <br><strong>3- Vinculação evitante. </strong><strong><mark><br></mark></strong>  O comportamento da criança não se altera com a partida nem com a chegada da figura de vinculação. Reprime os sentimentos e a necessidade de vinculação. <br>-- Conclui-se que a criança usa a figura de vinculação como base para explorar o ambiente. Se a vinculação for segura, a criança conquistará, progressivamente, mais autonomia. <strong><mark><br></mark></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:13:39 UTC</pubDate>
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         <title>Harlow</title>
         <author>norberto_1999</author>
         <link>https://padlet.com/norberto_1999/joc8n0crsl0a/wish/240742064</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>- Síndrome do isolamento <br></mark></strong><strong>(</strong>Conjunto de perturbações geradas pela privação social).<br>-- As crias isoladas nos primeiros tempos de vida revelam comportamentos socioafetivos perturbado quando colocadas em contacto com indivíduos da mesma espécie.&nbsp;<br>-- As consequências desta patologia são progressivamente gravosas para privações totais durante os 3, 6 e 12 meses de vida.<br>-- A experiência demonstrou a necessidade inata do conforto de contacto, a cria - tal como o bebé humano - vincula-se a quem lhe dá conforto e segurança e não a quem a alimenta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:15:13 UTC</pubDate>
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         <title>Harlow e as experiências com primatas </title>
         <author>norberto_1999</author>
         <link>https://padlet.com/norberto_1999/joc8n0crsl0a/wish/252022233</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<strong><mark>&nbsp;1° experiência: </mark></strong><br>A cria passou mais horas com a mãe de pano e só recorria à mãe de arame para se alimentar. O que mostra que prefere sentir se confortável e seguro. A necessidade de contacto e conforto supera a necessidade de alimentação.<br>&nbsp; <strong><mark>2° experiência:</mark></strong><br> Perante uma situação de alerta e medo a cria recorre à mãe de pano e não à mãe que o alimenta, porque esta lhe transmite segurança ajuda-a a combater o medo.<br><strong><mark>&nbsp; 3° experiência:</mark></strong>&nbsp;<br>Numa sala estranha com brinquedos e sem as suas mães a cria sente-se sem confiança e não explora o ambiente. Quando a mãe de arame aparece continua sem confiança e procura o objeto de pano. Quando a sua mãe de pano aparece esta ganha confiança e explorou o ambiente.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-16 07:34:55 UTC</pubDate>
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