<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Conflitos de terra no Brasil  by MARIA EDUARDA RICARDO</title>
      <link>https://padlet.com/mariaricardo12/jnkotlpsu1zvd7cb</link>
      <description>Atividade de história 9° Ano B</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-23 01:40:11 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2021-03-23 02:08:32 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>País registrou 1.833 conflitos no campo em 2019, mostra relatório</title>
         <author>mariaricardo12</author>
         <link>https://padlet.com/mariaricardo12/jnkotlpsu1zvd7cb/wish/1340873229</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><em><br>Os dados são da Comissão Pastoral da Terra<br></em><br></div><div>"Levantamento da Comissão Pastoral da Terra (CPT), divulgado hoje (17), revela que o Brasil registrou, em 2019, 1.833 conflitos no campo, o número mais elevado dos últimos cinco anos e 23% superior ao de 2018. O dado reúne ocorrências relacionadas a disputas por terra, disputas por água e conflitos trabalhistas. <br><br></div><div>Segundo o relatório, no ano passado, houve recorde em disputas por terra, desde que os casos passaram a ser reportados pela entidade, em 1985. Em 2019, foram contabilizadas 1.254 ocorrências. A média foi de cinco casos por dia. De acordo com a organização, as disputas por terra impactaram a vida de 859.023 pessoas.<br><br></div><div>Além das propriedades de terra, a falta de acesso à água potável ou a iminência da falta estiveram no cerne dos conflitos, fazendo-se presentes em 489 deles. O índice foi 77% superior ao de 2018 (276). A CPT observa que as lutas em torno da água afetaram 279.172 pessoas, pertencentes a 69.793 famílias.<br>O total de tentativas de assassinato passou de 28 para 30, de 2018 para 2019. A diferença é de 7%, menor do que a variação de ameaças de morte, que subiram 22%, com o aumento de 165 para 201 casos. <br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-23 02:02:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariaricardo12/jnkotlpsu1zvd7cb/wish/1340873229</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Interesses do setor privado </title>
         <author>mariaricardo12</author>
         <link>https://padlet.com/mariaricardo12/jnkotlpsu1zvd7cb/wish/1340878729</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>O documento da CPT estabelece ligação de interesses empresariais com os conflitos por água, informando que o setor de mineração está envolvido em 189 casos (39%). Hidrelétricas, por sua vez, têm conexão com 54 (11%), enquanto empresários e governos participaram, respectivamente, de 117 (36%) e 33 (7%) conflitos. Foram registradas 40 denúncias por parte da população, dado que inclui agressões, contaminação por mercúrio, ameaças de morte, danos, humilhação, intimidação e omissão. <br><br></div><div>"A gente, observando os conflitos por terra, vê que se concentram em regiões do agronegócio, das mineradoras, das madeireiras, das obras de infraestrutura, como barragens. Os estados mais conflitivos foram o Maranhão, o Pará, que sempre é o primeiro [na lista] e a Bahia, sobretudo o oeste do estado", destaca Ruben Siqueira, da coordenação nacional da CPT. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-23 02:05:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariaricardo12/jnkotlpsu1zvd7cb/wish/1340878729</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mobilização </title>
         <author>mariaricardo12</author>
         <link>https://padlet.com/mariaricardo12/jnkotlpsu1zvd7cb/wish/1340882283</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>, Siqueira ressalta que a alta de ocorrências acabou sendo acompanhada por uma acentuada mobilização social. De acordo com a comissão, foram contabilizada, em 2019, 1.301 manifestações que envolveram o engajamento de cerca de 240 mil pessoas. Ao todo, portanto, foram realizados 3,5 protestos por dia, em média, que representam um crescimento de 142% em relação a 2018, ano de 538 atos. Trata-se do maior volume já registrado pela organização. <br><br></div><div>Com 516 manifestações (40%), o Nordeste do país liderou a lista. Na sequência, estão Sudeste (251) e Sul (223). Quanto à adesão, o Nordeste foi a região que mais se destacou, com 106.451 manifestantes, seguida pelo Sul, em que 52.950 lutaram pelas causas. <br><br></div><div>"Cresceu o número de manifestações públicas, de rua, numerosas, ocupações de prédios públicos, acampamentos na frente do Incra [Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária]. O brasileiro tem uma história de repressão que está no seu DNA, eu diria", afirma Siqueira. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-23 02:06:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariaricardo12/jnkotlpsu1zvd7cb/wish/1340882283</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Amazônia</title>
         <author>mariaricardo12</author>
         <link>https://padlet.com/mariaricardo12/jnkotlpsu1zvd7cb/wish/1340883837</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>O relatório aponta que, dos assassinatos registrados no ano passado, 27 (84%) ocorreram na região amazônica, aspecto também comentado por Siqueira. A região concentra ainda 22 (73%) casos de tentativas de assassinato, 158 (79%) das ameaças de morte e 71% das famílias expostas a conflitos. É também lá que se encontra mais da metade (57%) das 5.877 famílias despejadas de seus lares e 84% das famílias que tiveram suas casas ou terras invadidas. <br><br></div><div>A violência na Amazônia Legal é percebida no aumento de 36% no total de famílias abrangidas por conflitos e de 29% de famílias ameaçadas por pistoleiros. Nota-se, ainda, crescimento de 82% no número de despejos e 55% de invasões a terras ou casas. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-23 02:07:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariaricardo12/jnkotlpsu1zvd7cb/wish/1340883837</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Indígenas </title>
         <author>mariaricardo12</author>
         <link>https://padlet.com/mariaricardo12/jnkotlpsu1zvd7cb/wish/1340886474</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br></div><div>Da edição deste ano do relatório Conflitos no Campo Brasil 2019 consta um texto da líder indígena Sônia Guajajara. No texto, Sônia declara que há "uma intensa e grave ofensiva contra os direitos dos povos indígenas no Brasil". <br><br></div><div>Para a CPT, há respaldo na crítica da coordenadora da Apib, considerando-se que, de cada três famílias em conflito por terra, uma era indígena e que se atingiu, em 2019, o maior número de execuções de lideranças indígenas dos últimos 11 anos, um total de sete. A comissão acrescenta que as disputas do ano passado resultaram na agressão de 11 pessoas de origem indígena. O grupo populacional também foi alvo de 39 ameaças de morte, 16 intimidações e nove tentativas de assassinato. <br><br></div><div>Um fato lembrado pela comissão é a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2019-01/ministerio-da-agricultura-fica-responsavel-por-demarcar-terra-indigena">medida provisória</a> que transferiu da Fundação Nacional do Índio (Funai) para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) a responsabilidade pelo processo de demarcação de terras indígenas. Com o dispositivo, o governo federal também fez com que a regularização de terras quilombolas deixasse de ser uma atribuição do Incra. A medida provisória foi editada no dia 1º de janeiro de 2019, em edição extra do Diário Oficial da União. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-23 02:08:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariaricardo12/jnkotlpsu1zvd7cb/wish/1340886474</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
