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      <title>Meu padlet de Literatura Portuguesa by Inês Silva Romeiro</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-09 08:26:53 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-06-11 23:27:50 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Avaliações</title>
         <author>inessromeiro</author>
         <link>https://padlet.com/inessromeiro/jngn44mztrefbr0q/wish/3160671190</link>
         <description><![CDATA[<p>1ª avaliação: 8 de novembro </p><p>2ª avaliação: 19 de dezembro</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 08:35:30 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução do portefólio</title>
         <author>inessromeiro</author>
         <link>https://padlet.com/inessromeiro/jngn44mztrefbr0q/wish/3160683133</link>
         <description><![CDATA[<p>Este portefólio de Literatura Portuguesa tem como objetivo principal aprofundar o meu conhecimento e a apreciação da literatura, em que, exploro obras, autores e movimentos que marcaram a evolução das biografias literárias. Através da análise crítica de textos, reflexões pessoais e atividades práticas, procurando desenvolver competências interpretativas e analíticas, além de fomentar a criatividade e a expressão escrita.</p><p> Neste espaço, cada trabalho não só reflete o empenho e a dedicação ao estudo da literatura, mas também a valorização da cultura portuguesa, promovendo um diálogo entre o passado e o presente. Com este portefólio, espero contribuir para uma formação mais completa e despertar um interesse maior pela Literatura.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 08:44:02 UTC</pubDate>
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         <title>Minha Biografia</title>
         <author>inessromeiro</author>
         <link>https://padlet.com/inessromeiro/jngn44mztrefbr0q/wish/3160744498</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Inês Romeiro, tenho 17 anos, nasci no dia 01 de maio de 2008. Eu resido em 2 casas, meus pais são separados então ando de concelho em concelho, moro com meu pai em Angra do Heroísmo, Santa Luzia, antes morava também com a minha avó paterna porém veio a falecer recentemente então moro na casa dela com o meu pai sozinhos, nunca conheci meu avô paterno porque ele veio a falecer quando meu pai tinha 11 anos. No concelho da Praia da Vitória moro com a minha mãe, meu padrasto e meu irmão emprestado. Gosto de ouvir música, digamos que a música é a minha praia, quando preciso de me acalmar ou para me concentrar em algo, gosto de ouvir : The Weeknd, Melanie Martinez, Travis scott, Yeat, Playboi Carti etc.. Meus melhores amigos são o meu pai, a Íris, A Luana, A Joana, o Pedro e a Inês&lt;3.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 09:27:23 UTC</pubDate>
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         <title>índice</title>
         <author>inessromeiro</author>
         <link>https://padlet.com/inessromeiro/jngn44mztrefbr0q/wish/3160751854</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p>Minha Biografia</p></li><li><p> Introdução do portefólio</p></li><li><p>Relação interartes</p><p>3.1 Cantiga ''Ai dona fea, foste-vos queixa'' e a ''Duquesa feia''</p></li><li><p>Atividade na biblioteca escolar</p></li><li><p>Projeto individual de leitura de um conto</p></li><li><p>Atividades de escrita, pag 96 e 97</p></li><li><p>Atividade de escrita crónica da revista sábado</p></li><li><p> Avaliações</p></li><li><p>Lírica Carmoniana</p></li><li><p>Apresentação de um trabalho sobre a lírica Camoniana - Soneto - Correm turvas as águas deste rio (pág. 216)</p></li><li><p>Vida e obra de José Maria Barbosa du Bocage     Apenas vi do dia a luz brilhante    </p></li><li><p>1. Leitura e análise do soneto ''Camões, grande camões'' do Bocage pág. 401</p></li><li><p> 2. Leitura e análise do poema ''Camões'' de Miguel Torga</p></li><li><p>3. Relação Intertexto do soneto ''Camões, grande Camões'' de Bocage e o poema ''Camões'' de Miguel Torga</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-09 09:33:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Relação interartes</title>
         <author>inessromeiro</author>
         <link>https://padlet.com/inessromeiro/jngn44mztrefbr0q/wish/3236512412</link>
         <description><![CDATA[<p>Ai dona fea, foste-vos queixar</p><p><br/></p><p>Ai dona fea, fostes-vos queixar que vos nunca louv`en[o] meu cantar; mais ora quero fazer um cantar</p><p>em que vos loarei todavia;</p><p>e vedes como vos quero loar:</p><p>dona fea, velha e sandia!</p><p><br/></p><p>Dona fea, se Deus mi perdom,</p><p>pois havedes [a]tam gram coraçom</p><p>que vos eu loe, em esta razom</p><p>vos quero já loar todavia;</p><p>e vedes qual será a loaçom:</p><p>dona fea, velha e sandia!</p><p><br/></p><p>Dona fea, nunca vos eu loei</p><p>em meu trobar, pero muito trobei;</p><p>mais ora já um bom cantar farei</p><p>em que vos loarei todavia;</p><p>e direi-vos como vos loarei:</p><p>dona fea, velha e sandia</p><p><br/></p><p>2. Observa o quadro A Duquesa Feia</p><p>(também conhecida como Uma Velha Grotesca), de Quinten Massys (1513).</p><p><br/></p><p>2.1. Estabelece uma relação entre o retrato desta mulher e a dama louvada na cantiga de escárnio.</p><p><br/></p><p>----exercicíos do livro de português</p><p><br/></p><ol><li><p>A&nbsp;cantiga&nbsp;“Ai&nbsp;dona&nbsp;fea,&nbsp;fostes-vos&nbsp;queixar”&nbsp;pode&nbsp;classificar-se&nbsp;como&nbsp;uma&nbsp;cantiga&nbsp;de&nbsp;escárnio.&nbsp;</p><p><br/></p></li><li><p>Tendo&nbsp;em&nbsp;conta&nbsp;o&nbsp;Toma&nbsp;nota&nbsp;sobre&nbsp;as&nbsp;cantigas&nbsp;de&nbsp;escárnio&nbsp;e&nbsp;maldizer,&nbsp;justifica&nbsp;a&nbsp;afirmação&nbsp;acima&nbsp;apresentada.</p></li></ol><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-27 10:06:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>projeto individual de leitura de um conto</title>
         <author>inessromeiro</author>
         <link>https://padlet.com/inessromeiro/jngn44mztrefbr0q/wish/3240007560</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste trabalho introduzi uma pequena biografia sobre o autor, sobre a publicação do conto, o resumo, a conclusão e a minha opinião e recomendação</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-29 13:37:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade na biblioteca escolar (31 de outubro)</title>
         <author>inessromeiro</author>
         <link>https://padlet.com/inessromeiro/jngn44mztrefbr0q/wish/3246204713</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta disciplina foi feita uma atividade na biblioteca em que eu e minha colega (Íris Fialho) fizemos uma ficha com uma turma do 8º onde os ajudamos na disciplina de Português. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-04 10:06:07 UTC</pubDate>
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         <title>Atividades escritas</title>
         <author>inessromeiro</author>
         <link>https://padlet.com/inessromeiro/jngn44mztrefbr0q/wish/3291754257</link>
         <description><![CDATA[<p>Páginas 96 e 97</p><p><br></p><p>No texto A é contado de forma detalhada a cena em que Dona Inês de Castro se encontra onde reside e acaba por ser atada por 3 homens que foram mandados por D. Afonso pai de D. Pedro I. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-15 09:23:39 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade da revista Sábado: Crónica</title>
         <author>inessromeiro</author>
         <link>https://padlet.com/inessromeiro/jngn44mztrefbr0q/wish/3291754857</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-01-15 09:24:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lírica Carmoniana - Leitura Literária - (pág. 209)</title>
         <author>inessromeiro</author>
         <link>https://padlet.com/inessromeiro/jngn44mztrefbr0q/wish/3372885379</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><ol><li><p>Caracteriza&nbsp;o&nbsp;espaço&nbsp;descrito&nbsp;em&nbsp;cada&nbsp;um&nbsp;dos&nbsp;poemas.</p><p><br/></p><p>- Ambos os poemas descrevem a natureza. No Texto A, a natureza é considerada bela, mas se torna um reflexo de tristeza. No Texto B, a natureza é silenciosa e apresenta sofrimento. Em ambos os textos, o espaço deixa de ser neutro e passa a reflectir ou intensificar sobre as emoções tornando-se um local de dor e de saudade.</p><p>1.1.&nbsp;Relaciona- o&nbsp;com&nbsp;as&nbsp;situações&nbsp;apresentadas&nbsp;e&nbsp;com&nbsp;o&nbsp;estado&nbsp;psicológico&nbsp;do&nbsp;sujeito&nbsp;poético.&nbsp;</p><ul><li><p>No Texto A o sujeito poético sente melancolia e saudade, pois perdeu alguém que lhe causava alegria. O campo e as águas cristalinas, que antes o alegravam, agora apenas reforçam a dor. Ele projeta suas emoções no ambiente, transformando-o em um reflexo de sua tristeza.</p><p><br/></p></li><li><p>No Texto B o sujeito poético se sente triste e sem esperança. Ele tenta encontrar conforto na natureza, mas apenas recebe silêncio. O mar e o vento, em vez de lhe darem respostas ou consolo, apenas reforçam sua solidão naquele momento. </p></li></ul></li><li><p>Analisa&nbsp;cada&nbsp;um&nbsp;dos&nbsp;sonetos,&nbsp;considerando&nbsp;os&nbsp;seguintes&nbsp;tópicos:&nbsp;</p><p>a.&nbsp;tema;&nbsp;</p><p>b.&nbsp;estrutura&nbsp;interna;&nbsp;</p><p>c.&nbsp;elementos&nbsp;narrativos;&nbsp;</p><p>d.&nbsp;recursos&nbsp;expressivos&nbsp;e&nbsp;respectivo&nbsp;valor.&nbsp;</p><p><br/></p></li></ol><p>A. O tema do Texto A refere a tristeza causada pela perda de alguém e o quanto a natureza já não o cativa e que perdeu a graça. O poema mostra como o campo que era visto como belo e as águas cristalinas, passam a marcar a dor do sujeito poético. A mudança reflete o seu estado emocional que antes trazia-lhe alegria e agora tristeza.</p><p><br/></p><p>O tema do Texto B refere á dor da perda<strong> </strong>e a indiferença da natureza que causa no sujeito poético. O poema expressa a lamentação do pescador Aónio que chora pela sua amada Ninfa perdida. Ele a chama, mas recebe silêncio como resposta. A natureza permanece calma e indiferente à sua dor, intensificando seu sentimento de<strong> </strong>desolação. O poema retrata a ideia de que, diante da tristeza profunda, o mundo continua indiferente, sem oferecer consolo ao sofrimento.</p><p><br/></p><p>B. A estruta interna do texto A é composto por 4 estrofes, a terceira estrofe e a quarta estrofe contém apenas 3 versos sendo ambas um terceto e a primeira e segunda estrofe sendo quartetos.</p><p><br/></p><p>Na primeira estrofe existe uma apresentação da paisagem natural como um ambiente belo e harmonioso, com campos verdes, árvores e águas cristalinas.</p><p><br/></p><p>Na segunda estrofe é explicito o sofrimento do eu lírico, que revela que devido à sua dor, não pode mais sentir alegria ao observar a natureza.</p><p><br/></p><p>Na terceira estrofe existe uma intensificação da tristeza e da saudade, ao dizer que nunca mais irá sentir alegria pela natureza.</p><p><br/></p><p>Na quarta estrofe o eu lírico declara que sua dor será  semeada na paisagem e regada com suas lágrimas, tornando o ambiente repleto de saudades.</p><p><br/></p><p>No Texto B segue a mesma lógica que no Texto A tendo a mesma estrutura interna.</p><p><br/></p><p>Na primeira estrofe a natureza é descrita como silenciosa, serena e tranquila, é composta pelo céu, a terra, o vento calmo, as ondas, a areia e os peixes.</p><p><br/></p><p>Na segunda estrofe descreve como o pescador Aónio se sente, o quanto está destroçado e desesperado enquanto diz o nome da Ninfa.</p><p><br/></p><p>Na terceira estrofe o pescador fala com as ondas onde as pede que o levem antes que o amor o mate e que lhe tragam a sua Ninfa de volta. </p><p><br/></p><p>Na quarta estrofe Aónio não recebe resposta do mar, acabando por ficar um silêncio profundo na praia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 10:25:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Apresentação de um trabalho sobre a lírica Camoniana - Soneto - Correm turvas as águas deste rio (pág. 216)</title>
         <author>inessromeiro</author>
         <link>https://padlet.com/inessromeiro/jngn44mztrefbr0q/wish/3394172096</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-03 08:47:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Vida e obra de José Maria Barbosa du Bocage </title>
         <author>inessromeiro</author>
         <link>https://padlet.com/inessromeiro/jngn44mztrefbr0q/wish/3460955826</link>
         <description><![CDATA[<p>José Maria Barbosa du Bocage nascido a 15 de Setembro em 1765 nascido em Setúbal, destacou-se pelo seu talento na poesia sendo considerado um poeta neoclássico. estudou latim, francês e grego, assentou praça no exército e depois foi admitido na Escola da Marinha Real. Foi membro da Nova Arcádia, um grupo literário lisboeta, onde adotou Elmano Sadino como seu nome de autoria dos sonetos.</p><p>Bocage é conhecido tanto pelos seus sonetos como pela sua poesia, que frequentemente lhe trouxe problemas com a justiça devido ao desvio da décima enquanto era ouvidor, nunca chegou a defender-se das acusações que o visavam. Viveu uma vida turbulenta, marcada por dificuldades financeiras e amores intensos. Morreu em Lisboa aos 40 anos em 1805 por aneurisma.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-21 08:27:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Apenas vi do dia a luz brilhante</title>
         <author>inessromeiro</author>
         <link>https://padlet.com/inessromeiro/jngn44mztrefbr0q/wish/3472392002</link>
         <description><![CDATA[<p>O poema "Apenas vi do dia a luz brilhante" apresenta uma visão bastante melancólica da vida, marcada desde o nascimento pelo sofrimento e pelo destino cruel. Nos primeiros versos, o eu lírico mostra que seu primeiro instante já foi “marcado” pelos Destinos, sugerindo que sua trajetória sempre esteve ligada à dor. O envolvimento com a guerra mostram uma vida cheia de separações e distâncias emocionais.</p><p>O eu lírico mostra estar desiludido com o mundo e com as pessoas que vivem em busca de bens materiais, enquanto ele deseja apenas o descanso da morte. A solidão, a saudade da pátria e o sentimento de vazio são o tema principal do texto, que traz uma crítica aos valores profanos e um desejo profundo de paz, mesmo que essa paz só exista na sepultura.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-29 09:25:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1. Leitura e análise do soneto &#39;&#39;Camões, grande camões&#39;&#39; do Bocage pág. 401</title>
         <author>inessromeiro</author>
         <link>https://padlet.com/inessromeiro/jngn44mztrefbr0q/wish/3473842367</link>
         <description><![CDATA[<p>Bocage se assemelha a Camões em que os compara e os vê parecidos um com o outro e que ambos partilham a mesma causa que os levou a deixar o Tejo pela pobreza. Menciona em derrotar uma figura metafórica poderosa. Bocage projeta-se no mesmo cenário que Camões junto ao rio de Ganges para voltar a afirmar que os dois tem semelhanças, diz que está a viver na pobreza extrema e no sofrimento. Como Camões, ele também tem desejos porém não consegue os realizar dizendo que é díficil os tornar realidade.</p><p>Bocage lamenta assim também pelo sofrimento amoroso que sofre/sofreu se assemelhando novamente a Camões que também era ''saudoso'' e que também tinha sido vítima de escárnio por não ter sorte. Ele pede a morte a Deus e que tem certeza do que está a pedir, que terá só a paz quando estiver sepultado em que mostra que está cansado da vida que leva/levou. Camões é o modelo de Bocage, um ídolo para ele, que consegue imitá-lo no que toca às más sortes e ao sofrimento e dificuldades na vida. Mas admite que não o consegue ser tão artístico como ele sendo a única coisa que não o consegue copiar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 11:44:04 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>2. Leitura e análise do poema &#39;&#39;Camões&#39;&#39; de Miguel Torga</title>
         <author>inessromeiro</author>
         <link>https://padlet.com/inessromeiro/jngn44mztrefbr0q/wish/3473867709</link>
         <description><![CDATA[<p>Miguel Torga começa por dizer que está sem palavras e compara Camões com uma floresta, ou seja, cheia de criatividade, de obras e que fica comovido com tanto talento que ele tem. Questiona sobre quem que pode escrever depois do que ele escreveu e que não o valorizaram e que quando tenta escrever igual Camões, a criatividade não chega perto se sentindo inferior. Miguel o elogia tanto que diz que é pouco o chamar de génio não o caracteriza só, que o chamar de herói é pouco e que foi o único que teve ''coragem'' de ter feito obras e de ter continuado mesmo sem ter sido valorizado.</p><p><br/></p><p>Torga dedica este poema a Camões como algo religioso e que deve respeito a ele, como se fosse superior, algo dívino e que nunca mais irá ter alguém como Camões, que ninguém foi tão importante como ele.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 12:24:07 UTC</pubDate>
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         <title>3. Relação Intertexto do soneto &#39;&#39;Camões, grande Camões&#39;&#39; de Bocage e o poema &#39;&#39;Camões&#39;&#39; de Miguel Torga</title>
         <author>inessromeiro</author>
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         <description><![CDATA[<p>Tanto Bocage como Miguel Torga expressam uma profunda admiração por Camões.</p><p><br></p><p>Bocage compara-se a Camões e diz ter várias semelhanças entre os dois. Ambos partilharam o mesmo destino trágico: deixaram o Tejo e que sofreram com a pobreza. Bocage menciona uma figura metafórica e poderosa (um “gigante sacrílego”), representando os desafios que ambos enfrentaram.</p><p><br></p><p>Miguel Torga também demonstra uma enorme admiração por Camões, mas não se compara a Camões pois acha que ninguém o deveria nem chegaria aos pés dele de tanto poderoso.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-30 12:40:44 UTC</pubDate>
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