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      <title>Apresentação de slides by Thais Dos Santos Reis</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-04-19 13:07:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>thaissantosreis</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Há anos raiou no céu fluminense uma nova estrela. Desde o momento de sua ascensão ninguém lhe disputou o cetro; foi proclamada a rainha dos salões. Tornou-se a deusa dos bailes; a musa dos poetas e o ídolo dos noivos em disponibilidade. Era rica e formosa. Duas opulências, que se realçam como a flor em vaso de alabastro; dois esplendores que se refletem, como o raio de sol no prisma do diamante.</p><p><br/></p><p>Quem não se recorda da Aurélia Camargo, que atravessou o firmamento da Corte como brilhante meteoro, e apagou-se de repente no meio do deslumbramento que produzira o seu fulgor? Tinha ela dezoito anos quando apareceu a primeira vez na sociedade. Não a conheciam; e logo buscaram todos com avidez informações acerca da grande novidade do dia. Dizia-se muita coisa que não repetirei agora, pois a seu tempo saberemos a verdade, sem os comentos malévolos de que usam vestila os noveleiros. Aurélia era órfã; e tinha em sua companhia uma velha parenta, viúva, D. Firmina Mascarenhas, que sempre a acompanhava na sociedade. [...]"</p><p><br/></p><p>Descreva como o narrador descreve a figura feminina neste trecho. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-19 13:08:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>thaissantosreis</author>
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         <description><![CDATA[<p>"A graciosa ará, sua companheira e amiga, brinca junto dela As vezes sobe aos ramos da árvore e de lá chama a virgem pelo nome; outras remexe o uru te palha matizada, onde traz a selvagem seus perfumes, os alvos fios do crautá , as agulhas da juçara com que tece a renda, e as tintas de que matiza o algodão.</p><p>&nbsp;</p><p>Rumor suspeito quebra a doce harmonia da sesta. Ergue a virgem os olhos, que o sol não deslumbra; sua vista perturba-se.</p><p>&nbsp;</p><p>Diante dela e todo a contemplá-la, está um guerreiro estranho, se é guerreiro e não algum mau espírito da floresta. Tem nas faces o branco das areias que bordam o mar; nos olhos o azul triste das águas profundas. Ignotas armas e tecidos ignotos cobrem-lhe o corpo.</p><p>&nbsp;</p><p>Foi rápido, como o olhar, o gesto de Iracema. A flecha embebida no arco partiu Gotas de sangue borbulham na face do desconhecido.</p><p>&nbsp;</p><p>De primeiro ímpeto, a mão lesta caiu sobre a cruz da espada, mas logo sorriu. O moço guerreiro aprendeu na religião de sua mãe, onde a mulher é símbolo de ternura e amor. Sofreu mais d'alma que da ferida.</p><p>&nbsp;</p><p>O sentimento que ele pos nos olhos e no rosto, não o sei eu. Porém a virgem lançou de si o arco e a uiraçaba, e correu para o guerreiro, sentida da mágoa que causara."</p><p><br/></p><p>Leia o trecho do Romance "Iracema" e descreva suas impressões de como José de Alencar descreve a mulher. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-19 13:13:29 UTC</pubDate>
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         <title>Thaís</title>
         <author>thaissantosreis</author>
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         <description><![CDATA[<p>oi</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-24 16:55:38 UTC</pubDate>
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         <title>Thaís </title>
         <author>thaissantosreis</author>
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         <description><![CDATA[<p>e ai</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-24 16:56:42 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Clara Vasconcelos </title>
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         <description><![CDATA[<p> O narrador descreve a figura feminina como "A deusa dos bailes, a musa dos poetas, e o idolo dos noivos em disponibilidade. Era rica e formosa."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-24 20:54:33 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Clara Vasconcelos </title>
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         <description><![CDATA[<p> Jorge Alencar retrata a mulher de forma poética e simbólica. Ele descreve como figuras fortes, ligadas à natureza e à cultura do seu povo. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-24 21:02:03 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole Lima da Silva </title>
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         <description><![CDATA[<p>O narrador a descreveu como: "a musa dos poetas e o ídolo dos noivos em disponibilidade. Era rica e formosa".</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-26 14:11:42 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole Lima da Silva </title>
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         <description><![CDATA[<p>Ele descreve a sua beleza comparada a natureza e as suas origens. Bonita como os seus sentimentos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-26 14:15:18 UTC</pubDate>
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         <title>Evelyn Rocha Guimarães </title>
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         <description><![CDATA[<p>O narrador descreve ela como a "  A deusa dos bailes; a musa dos poetas e o ídolo dos noivos em disponibilidade , era rica e formosa [...]</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-05 00:44:48 UTC</pubDate>
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         <title>Evelyn Rocha Guimarães </title>
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         <description><![CDATA[<p>Em "Iracema", José de Alencar descreve a mulher de uma maneira poética e idealizada, refletindo os padrões românticos da época. Iracema é retratada como uma figura etérea, ligada à natureza e à pureza. Sua beleza é frequentemente comparada a elementos naturais, como a lua, as estrelas e as flores. Alencar destaca sua delicadeza, nobreza e virtude, criando uma imagem de feminilidade idealizada e quase mítica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-05 00:46:49 UTC</pubDate>
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         <title>Vagner Augusto Silva Junior </title>
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         <description><![CDATA[<p>O narrador refere-se a figura feminina no texto como " a deusa dos bailes, rainha dos salões, musa dos poetas, e o ídolo dos noivos".</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-05 01:07:44 UTC</pubDate>
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         <title>Vagner Augusto Silva Junior </title>
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         <description><![CDATA[<p>José Alencar neste trecho descreve a mulher de uma forma muito poética como se estivesse perdidamente apaixonado por ela de uma forma nenhuma vez vista, comparando a beleza dela com elementos naturais de forma delicada e graciosa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-05 01:14:32 UTC</pubDate>
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