<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>HISTÓRIA DA SAÚDE EM GOIÁS: Disputas de Poder by Luana Clara</title>
      <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt</link>
      <description>Atividade avaliativa da disciplina de Núcleo Livre de História da Saúde em Goiás ofertada pelo Curso de História e ministrada Pelo Prof° Éder Mendes de Paula pela Universidade Federal de Jataí - UFJ - AUTORAS: Luana Clara e Nathalia Alves do Curso de História, Gabriela Temponi do Curso de Ciências Biológicas e Gabriela Couto Pedagogia.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-05 19:05:58 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-13 01:40:28 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f9d0.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>HISTÓRIA DA SAÚDE EM GOIÁS:  Disputas de Poder.</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1275164754</link>
         <description><![CDATA[<div>Os recortes temporais feitos sobre a História da Saúde em Goiás entre antes e pós abolição, não são para apontar rupturas, e sim evidenciar algumas continuidades nos discursos e ações voltadas para a saúde pública. O início da ocupação em Goiás, por volta de 1725 com a descoberta do ouro em Rio Vermelho fez surgir em torno das minas os arraiais sem planejamento, com a exploração do trabalho escravo de africanos e indígenas. Assim como em outras regiões do Brasil, as condições sanitárias foram causadoras de muitas <strong>enfermidades</strong>. Neste período, grande parte das doenças tinham causas sociais. O trabalho pesado e a alimentação deficiente, e a desinformação e descaso para com as populações dos "sertões" do Brasil por parte dos governantes forçava a população a viver em condições precárias de saúde, e muitos foram os casos de surtos epidêmicos de varíola e sarampo que dizimavam as populações, bem como as variadas condições insalubres. Somente com a chegada da família Real em 1808, é que foram impostas algumas normas sanitárias limitando-se aos portos, pensadas para proteger a família real e sua corte.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-05 19:06:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1275164754</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ANTES DA ABOLIÇÃO: À partir de 1725</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1275204742</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-05 19:14:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1275204742</guid>
      </item>
      <item>
         <title>PÓS ABOLIÇÃO: de 1888 até 1930</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1275205825</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-05 19:14:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1275205825</guid>
      </item>
      <item>
         <title>SAÚDE, CARIDADE e RELAÇÕES DE PODER </title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1275263973</link>
         <description><![CDATA[<div>A saúde em Goiás estava intimamente ligada à ideia de assistência e <strong>caridade</strong>. Os hospitais então, cumpriam a tarefa de realizar assistências aos enfermos, e não buscar a cura para a enfermidade, mais se aproximando de <strong>hospitais medievais. </strong>Entretanto, percebemos que esses espaços de <strong>controle dos corpos</strong> também tinha o objetivo de <strong>segregar</strong> pessoas <strong>pobres</strong>, doentes e desvalidos material ou social, atendendo às exigências das <strong>elites</strong>, que não queriam ver nas ruas, pessoas que não se encaixavam no modelo civilizatório almejado, e por isso, buscava-se<strong> higienizar</strong> principalmente grandes centros urbanos, em nome de, e por amor à deus. Nesse sentido, os hospitais do período trabalhavam também com a caridade, ato extremamente importante para a sociedade da época. Desta forma, os hospitais se configuraram também como um meio das pessoas ticas exteriorizarem sua fé e <strong>religiosidade -</strong> desde que fosse católica - e sua <strong>riqueza e/ou poder</strong>.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-05 19:28:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1275263973</guid>
      </item>
      <item>
         <title>HOSPITAIS EM GOIÁS: Hospital São Pedro de Alcântara</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1275378755</link>
         <description><![CDATA[<div>Fundado em 1825, sob a proteção de d. Pedro I e pela vontade de um grupo local influente, o hospital  acolhia modo doentes e necessitados, fossem eles homens livres ou não, e era mantido por <strong>doações</strong> de pessoas da classe alta. Porém, o escravizado(a) só seria atendido se o proprietário do mesmo custeasse o tratamento. Ou seja, se fosse vantajoso para o patrão investir naquilo que ele tinha como mercadoria ou força de trabalho. Assim, podemos entender que a população negra ainda não dispunha de nenhum tipo de assistência contra as doenças.   O São Pedro de Alcântara começou a esboçar os princípios dos hospitais modernos orientados para a cura no início do século XX, graças às reformas realizadas sob a administração das irmãs dominicanas. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/829040278/68a44658b0ff154de5cdba18feef4c68/FONTE_prefeitura_de_goi_s.jpg" />
         <pubDate>2021-03-05 19:56:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1275378755</guid>
      </item>
      <item>
         <title>PATERNALISMO</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1275422676</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>caridade</strong> nesse sentido, tinha também a função de preservar e/ou reforçar o contexto <strong>paternalista</strong> por meio da concessão de donativos, já que a caridade não se estendia aos escravizados, e o proprietário tinha o poder de decisão entre custear o tratamento ou não. (MAGALHÃES, 2004)</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-05 20:08:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1275422676</guid>
      </item>
      <item>
         <title>FILANTROPIA COMO SÍMBOLO DE PODER</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1275525051</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo Magalhães, praticar <strong>filantropia</strong> também consistia na forma daquela sociedade exteriorizar sua a<strong> riqueza</strong>, pois no Brasil a religião "suplantava a importância de algo a ser cumprido". Nesse sentido, as questões de doações e caridade eram amplamente divulgadas. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-05 20:40:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1275525051</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;O TERROR DO NOSOCÔMIO&quot;</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1275561193</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse terror por parte da população foi percebido em vários estudos sobre as organizações assistenciais no Brasil, não somente no referido hospital. As péssimas condições do lugar reforçaram a má impressão. Sendo assim, somente os mais necessitados procuravam assistência, quando não tinham quem cuidasse deles em casa</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-05 20:52:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1275561193</guid>
      </item>
      <item>
         <title>MEDICINA POPULAR X MEDICINA ERUDITA</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1275578596</link>
         <description><![CDATA[<div>Além péssimas condições, a perspectiva de ficar internado e isolado da família incitava muitas fugas no Hospital São Pedro de Alcântara. Além do mais, estudos sobre o Hospital Real Militar da Capitania de Goiás apontam que, muitos doentes preferiam o tratamento feito em casa, pela medicina popular.  Somente a elite era atendida por médicos formados, e diante deste cenário, homens e mulheres leigos detinham o próprio conhecimento de cura. Importante destacar a defesa do saber médico e sua relação com o Estado, na medida que "ao mesmo tempo em que a medicina enquanto medicina social oferece ao Estado seus préstimos no combate às epidemias, na elaboração da legislação, distribuição da justiça, urbanização, cobra dele a luta contra o "charlatanismo" e o reconhecimento da exclusividade do saber sobre a saúde". </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-05 20:57:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1275578596</guid>
      </item>
      <item>
         <title>MEDICALIZAÇÃO DO COMPORTAMENTO</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1275612830</link>
         <description><![CDATA[<div>Elementos de raça não <strong> hegemônicos </strong>sendo medicalizados por não representar um ideal de <strong>identidade e raça</strong>. Leva ao desenvolvimento de dispositivos de controle sobre os indivíduos ditos mestiços. O racismo passa a ser então o remédio para esses indivíduos, que possuíam elementos que a elite e o governo acreditavam que deveria desaparecer, assim as doenças também desapareceriam.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-05 21:10:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1275612830</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TEORIAS MIASMÁTICAS:</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1275621139</link>
         <description><![CDATA[<div>Estas teorias estavam muito presentes nos <strong>discursos</strong> dos governantes de Goiás, numa época em que mesmo o litoral dispunha de pouquíssimos médicos. No campo da medicina, até a última parte do século XIX,  dominava o princípio segundo o qual, surtos epidêmicos de doenças infecciosas eram causados pelo estado da atmosfera. Assim, as condições sanitárias gerariam um estado atmosférico que causaria doenças. Desta forma, criou-se uma certa mentalidade preventiva, que passaria a nortear as ações públicas, a partir da observação de que certos tipos de doenças e várias epidemias e males contagiosos ocorriam por falta de<strong> higiene</strong>. De um modo geral, esse pensamento foi também permeado pelo <strong>social</strong>, não só pelo natural. Assim, diagnosticou-se a <strong>"desordem urbana"</strong> e a medicina compreendeu que era determinada por causas naturais, mas sobretudo, como provenientes de causas sociais . Dessa forma, o exame rigoroso do urbano, será complementado com a análise dos espaços específicos que representam perigo de doença e de desordem. Medicalizar as instituições - hospitais, cemitérios, escolas, quartéis, fábricas e prostíbulos - torna-se imperativo. (OLIVEIRA 1983)</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-05 21:13:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1275621139</guid>
      </item>
      <item>
         <title>DISCURSO MÉDICO E PODER:</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1275639896</link>
         <description><![CDATA[<div> Na segunda metade do século XIX, os médicos particularmente inseridos na categoria dos profissionais liberais encontraram nas cidades o espaço propício para aplicar seus conhecimentos e efetivar sua atuação. Como um dos segmentos da intelectualidade, empenhavam-se na tarefa de ordenar aquilo que era visto como desordem, transformando a cidade num espaço<strong> civilizado</strong> (Engel, 1989).  O discurso médico exercia assim, <strong>poder</strong> sobre a população, dizendo como morar, o que vestir, como comer, onde morar, pois era necessário um comportamento que seguisse os moldes de uma nação "civilizada".  Na cidade de Goiás, dentre as principais ações <strong>sanitaristas</strong>, podemos apontar a modificação das casas para aumentar a circulação do ar, a limpeza das ruas e rios, as lições de higiene que eram ensinadas pelo<strong> Hospital de Caridade</strong>, e a construção do cemitério público (MORAES, 1999). </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-05 21:21:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1275639896</guid>
      </item>
      <item>
         <title>MISCIGENAÇÃO: Um Dispositivo de Poder</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1275743760</link>
         <description><![CDATA[<div>“Na condição de dispositivo de poder, o <strong>dispositivo de mestiçagem </strong>envolve um conjunto heterogêneo de elementos: discursos, ações, leis e programas de instituições. (...) ele pode ser entendido como um conjunto de saberes e de estratégias de poder que atua sobre nossa <strong>identidade nacional</strong>, tendo por objetivo integrar e tornar dóceis as <strong>etnias</strong> que estão na raiz de nossa nacionalidade (no caso os indígenas do continente e os negros africanos). É o dispositivo de mestiçagem que dirige e comanda as ações e saberes numa determinada direção, (...) seu objetivo final: criar uma consistência entre todos esses elementos díspares, gerando subjetividades dóceis, mal delimitadas e manipuláveis. Além disso, esse dispositivo (...) se traduz por uma estrutura discursiva elementar que determina nossa forma de pensar e falar sobre o Brasil e sobre o problema racial brasileiro.” (TARDEI, 2002)</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/829040278/85e827dd187531667e64737625b9ea5b/A_redencao_de_Cam.jpg" />
         <pubDate>2021-03-05 22:08:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1275743760</guid>
      </item>
      <item>
         <title>DOENÇA E ESCRAVIDÃO</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1277292556</link>
         <description><![CDATA[<div>As discussões que se seguem sobre saúde em Goiás, no que se diz respeito a saúde dos<strong> escravizados</strong>, percebe uma enorme dificuldade de se construir um quadro <strong>nosológico</strong> das doenças que acometiam essas pessoas. É possível identificar pouca ou nenhuma preocupação para com essa população, muitas vezes, os próprios escravizados cuidavam uns dos outros, com práticas de <strong>cura popular</strong> e ancestrais. Além disso é possível perceber que a culpa da proliferação e do aparecimento das doenças era colocada nessa população escravizada. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/829040278/fa73a6c3cea40d576ca1995eac6c2faf/FONTE_funda__o_Oswaldo_Cruz.jpg" />
         <pubDate>2021-03-06 21:53:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1277292556</guid>
      </item>
      <item>
         <title>EUGENIA E SAÚDE:</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1277324984</link>
         <description><![CDATA[<div>O termo <strong><em>eugenia, c</em></strong>riado por Francis Galton, e significa  "bom em sua origem ou bem nascido" e a definiu como "o estudo dos agentes sob o controle social que podem melhorar ou empobrecer as qualidades raciais". Ou seja, defende a teoria de que existem raças superiores e de melhores estirpes, e esses "aprimoramentos" não seriam apenas biológicos, mas também<strong> sociais, econômico e culturais.</strong> No alvorecer da primeira república o discurso do que seria a nação brasileira era muito intenso, os debates seguiam no que seria essa nação brasileira e quem iria representar essa nova nação, e percebemos o quanto a questão relativa a saúde era presente nesse discurso. A população negra, que não recebeu nenhum tipo de assistência ou política de integração social, agora liberta, continuava na <strong>exclusão</strong> e <strong>silenciamento</strong>, e ainda por cima, era apontada como a grande culpada das <strong>doenças</strong> que acometiam o território brasileiro, com isso, o <strong>discurso eugenista</strong> e de <strong>embranquecimento</strong> ganha força, o <strong>racismo</strong> é encontrado como o grande remédio, essa população liberta deveria desaparecer, assim as doenças também desapareceriam.  <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=W9B8xvTT0NU" />
         <pubDate>2021-03-06 22:24:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1277324984</guid>
      </item>
      <item>
         <title>SANTAS CASAS DE MISERICÓRIDIA</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1277343710</link>
         <description><![CDATA[<div>No Brasil, as <strong>Irmandades</strong> das Santa Casas surgiram ainda no período colonial, instalando-se a partir de 1543. Era através da ação destes lugares de caridade  que os habitantes <strong>pobres</strong> do Brasil recebiam assistência.  Nesse período, entretanto, não se pode destacar nenhuma prática como científica, por que esses saberes só emergiram no país a partir da vinda da Corte portuguesa e da criação das faculdades de<strong> Medicina</strong> e de Direito.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-06 22:44:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1277343710</guid>
      </item>
      <item>
         <title>POBREZA</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1277358807</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>pobreza</strong> assumia contornos quase <strong>patológicos</strong>, e o indivíduo pobre era símbolo de doenças. Porém o pobre era fundamental para exercer a <strong>caridade</strong>, momento em que a elite podia exteriorizar além da<strong> fé ou religiosidade</strong>, sua <strong>riqueza</strong> sem culpa.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-06 23:01:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1277358807</guid>
      </item>
      <item>
         <title>DECADÊNCIA</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1277365508</link>
         <description><![CDATA[<div>O esgotamento do ouro em Goiás foi apontado como um período de decadência não só sobre a mineração, mas também do indivíduo goiano, que no período era de maioria mestiça ou negra. Esse conceito ganhará contornos<strong> patológicos</strong> e <strong>psicológicos</strong> sobre o sujeito goiano. Saint-Hilaire, por exemplo, em sua obra Viagem à província de Goiás,  armado de sua bagagem e olhar europeu, corrobora para algumas narrativas sobre o quadro desolador em que ele diz encontrar a região e a sociedade goiana, criando um cenário de abandono que descreve uma paisagem de desabitada insalubridade. Esse discurso foi fortalecido pela literatura, práticas e discurso da medicina erudita ou oficial, e pelo discurso jurídico, auxiliando na fabricação de um sertanejo mestiço, indolente, preguiçoso e de valores questionáveis, produzindo um Goiás atrasado, isolado, decadente, inclusive espiritualmente, conforme Luís Palacin, sendo considerado algo patológico, que o povo estava atrasando o progresso da nação.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=qkztf1ZL6JE" />
         <pubDate>2021-03-06 23:10:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1277365508</guid>
      </item>
      <item>
         <title>EPISTEMICÍDIO</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1277380638</link>
         <description><![CDATA[<div>Estas práticas de cura da medicina popular eram reprovados pelos médicos formados, que utilizavam o hospital também para controlar o paciente, para que este recebesse tratamento somente pela medicina erudita. A medicina popular, passada pela oralidade, tinha íntima ligação com crenças e religiosidades populares, tanto de indígenas quanto de africanos. Sendo assim, a dita medicina erudita, exercida por médicos diplomados  buscava em seu discurso, legitimar sua superioridade de sua cientificidade sobre as tradições populares. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-06 23:30:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1277380638</guid>
      </item>
      <item>
         <title>OLIGARQUIAS:</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1282347195</link>
         <description><![CDATA[<div>Grupos oligárquicos principalmente representantes do Café com Leite, utilizavam de sua influência política e econômica para determinar os destinos da nação. Apesar da presença de um sistema representativo, a troca de favores, a corrupção do processo eleitoral já em vigor no Brasil, e outros métodos coercitivos impediam a ascensão de outros grupos políticos. Permitindo que parcelas da população continuem a experimentar as mais diversas situações de exclusão. Com o fim da República da Espada, as oligarquias agroexportadoras ganharam mais espaço nas instituições políticas da nação. Elas eram influentes quanto às políticas de saúde por todo o território, representando os desejos das elites locais nas construções da nação.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-08 14:42:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1282347195</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CORONELISMO</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1282350529</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa "patente" concedeu uma ampliação de poderes nas mãos dos proprietários de terra. A criação da Guarda Nacional buscou reformular os quadros militares do país através da exclusão de soldados e oficiais que não fossem alinhados aos interesses das elites. Os grandes proprietários então, recebiam a patente de coronel para que assim pudessem selecionar e recrutar a força policial. Dessa maneira, o jogo de interesses envolvendo os grandes proprietários e a manutenção da "ordem social" ganhava maior relevância. Os pilares da exclusão política e o controle dos grandes espaços de representação política sustentavam-se na ação dos coronéis, que era opressora,  silenciadora, excludente, violenta, e corrupta.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-08 14:43:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1282350529</guid>
      </item>
      <item>
         <title>INDUSTRIALIZAÇÃO TARDIA</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1282491244</link>
         <description><![CDATA[<div>Embora o Brasil não tenha participado da Primeira Guerra Mundial, ele buscava industrializar-se para atender ao mercado dos países que estavam participando, necessitando de trabalhadores. As reformas na saúde pública viriam pela necessidade da elite em assegurar uma força de trabalho apta e saudável, e para forjar-se como país moderno, como queria a elite. Não estava ligada à necessidade de conter doenças e melhorar a saúde da população brasileira.<br> </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-08 15:05:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1282491244</guid>
      </item>
      <item>
         <title>REFORMA, URBANIZAÇÃO E SAÚDE</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1282506676</link>
         <description><![CDATA[<div>Com isso, o governo passa a impor as medidas violentas numa população que ainda não tinha informação suficientes ou ainda tinham influencias das teorias miasmáticas.  Para a<strong> Reforma Urbana</strong> acontecer, era necessário, um discurso que desse conta das condições de saúde nos centros urbanos, que já nessa época alcançara uma importância crescente, no comércio e na produção, além de ser a sede do poder do Estado, e era um grande conservador das doenças. A sociedade estabelece um <strong>discurso médico</strong> sobre as cidades, pois são consideradas como as causas de <strong>doenças</strong> e de <strong>desordens</strong>. Ao propor a ordem urbana, estabelecia-se também, "uma nova relação: ordem-moral-saúde. Essas reformas visavam a um embelezamento e <strong>modernização</strong> da cidade, além de promoverem sua gentrificação, expulsando os<strong> pobres</strong> das regiões centrais e forçando-os a morar em locais mais afastados do centro. Com esta nova relação, tenta-se generalizar e obter o acordo dos grupos sociais acerca da ordem e da moral, necessária para a manutenção do poder do Estado" (Oliveira (1983). Assim, o governo passou a tomar medidas autoritaristas e militares, principalmente sobre pessoas negras, ruas foram alargadas, cortiços foram destruídos, e a população pobre foi removida de suas antigas moradias,  (impulsionando a ocupação de morros ao redor da cidade), doentes foram isolados e a vacinação forçada, justificados pela necessidade de aniquilar as doenças. Ironicamente, quem sofria mais com essas medidas, eram as pessoas pobres e principalmente negras, distantes do ideal de nação e de brasileiro (a).<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-08 15:08:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1282506676</guid>
      </item>
      <item>
         <title>HIGIENIZAÇÃO</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1282551226</link>
         <description><![CDATA[<div>As práticas<strong> Eugênicas</strong> e <strong>Higienistas</strong> utilizaram discursos validados pelas Ciências para definir as raças humanas em<strong> superiores</strong> e <strong>inferiores</strong>, raças puras e as Outras, sendo a supremacia racial branca a referência do puro e belo. Nas questões de saúde, o Racismo Científico estruturou a medicina legal com a figura do perito, que trabalhando ao lado da polícia, explica a criminalidade. Com o suporte da craniometria, constrói-se um sujeito negro, que por ser africano ou descendente, teria o crânio menor, e menor também seriam suas atividades intelectuais, e por isso, mais propícia à criminalidade. Assim, buscava-se detectar esse indivíduo com base na aparência e raça, e reprimi-lo antes mesmo que ele pudesse cometer algum delito.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=9wa8c1HnUro" />
         <pubDate>2021-03-08 15:15:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1282551226</guid>
      </item>
      <item>
         <title>POPULAÇÃO RURAL E SAÚDE</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1282613935</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar da grande preocupação do governo quanto à mão de obra para os centros urbanos, também havia a “preocupação” com o ambiente rural, pois ainda havia considerável parte da população nesses espaços. Em Goiás, as ações sanitaristas ocorridas no século XIX também se deram na construção de cemitérios públicos, pois anteriormente situavam-se no território da igreja. Em fins do século XIX começaram a ser construídos cemitérios públicos em lugares afastados da cidade, indicando a influência das crenças religiosas nos enterros, hábitos que poderiam contribuir para a contaminação do solo e da água, e que poderiam gerar enfermidades. Outros fatores eram determinantes neste cenário, como a pobreza, a miséria e insalubridade. A crença nos miasmas ajudou a impulsionar ações sanitaristas voltadas para a prevenção das doenças por meio da limpeza do ar, do solo e da água. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-08 15:24:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1282613935</guid>
      </item>
      <item>
         <title>REFORMA CARLOS CHAGAS</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1282651415</link>
         <description><![CDATA[<div>A Reforma Carlos Chagas em 1920,  foi uma política pública pensada para educar as pessoas da zona rural, que criou o departamento nacional de saúde, que possibilitou uma política de cooperação interestadual, para que doenças regionais fossem tratadas dentro de sua região e não de forma centralizada. Chagas foi uma das lideranças do movimento sanitarista que, nesta década, reuniu médicos, cientistas e intelectuais em torno da ideia de que o atraso do país era fruto das endemias que assolavam seu interior, e que, portanto, o combate a tais enfermidades deveria ser uma prioridade do Estado. Sua ação é tida por alguns historiadores como mais equilibrada se comparada as de Oswaldo Cruz, e não despertou oposições populares.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-08 15:30:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1282651415</guid>
      </item>
      <item>
         <title>EDUCAÇÃO: Uma Ferramenta Disseminadora</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1282700409</link>
         <description><![CDATA[<div> Os intelectuais nacionalistas e positivistas, como os participantes da Liga Nacionalista e da Revista do Brasil, tiveram considerável influência sobre o ideário higienista nacional. A campanha contra o analfabetismo, era considerada um instrumento disseminador da educação sanitária entre as populações do campo.  </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-08 15:38:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1282700409</guid>
      </item>
      <item>
         <title>MODERNIZAÇÃO?</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1282941642</link>
         <description><![CDATA[<div>A ocorrência de um processo de modernização da capital do Império será acompanhada de um processo político de <strong>centralização</strong> do Estado Imperial, que irá entrar em crise após 1870. Ocorrências como o fortalecimento do Exército, a crise entre a Igreja e o Estado, a crise e deterioração do Partido Liberal, com o crescimento da ideologia republicana, pressões externas e internas contra a<strong> </strong>escravidão, a política inflacionária dos anos 80, revelam a transição do <strong>escravismo</strong> para o <strong>capitalismo</strong> e da <strong>Monarquia </strong>para a<strong> República</strong>.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-08 16:16:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1282941642</guid>
      </item>
      <item>
         <title>NACIONALIDADE</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1283414599</link>
         <description><![CDATA[<div> A situação ambígua de Goiás, que apesar do povo "<strong>atrasado, decadente e isolado</strong>" segundo o discurso forjado pelos viajantes que passaram pelo período, tinha riquezas naturais aliadas a uma localização geográfica vantajosa, situado no centro do país,  tornava o estado, na visão dos intelectuais brasileiros, uma região potencialmente importante para a afirmação da <strong>nacionalidad</strong>e. Assim, o caboclo, mestiço, sertanejo e jeca, teria de superar o atraso e ser modernizado, manter a cidade como elo civilizatório, ser higienizado segundo os <strong>discurso dominante</strong>, forjado e reiterado pela literatura,  discurso jurídico e pela medicina.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-08 17:32:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1283414599</guid>
      </item>
      <item>
         <title>SANITARISMO </title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1284013295</link>
         <description><![CDATA[<div>Baseando-se nos conhecimentos do Instituto Soroterápico Federal, criado em 1900, e na necessidade de reforma urbana e sanitária para a então Capital, o sanitarista Oswaldo Cruz iniciou uma fase de grandes mudanças na saúde pública no Brasil. O crescimento urbano carioca aconteceu de maneira descontrolada no final do século XIX, sobretudo depois que a escravidão foi abolida e a economia cafeeira entrou em decadência naquele estado. A reforma tinha também o intuito de erradicar a peste negra, febre amarela e varíola principalmente, que deixara o Rio de Janeiro com fama de ser uma cidade “pestilenta”,  ainda sob influencia das teorias miasmáticas. Isso afastava estrangeiros e produzia má impressão em relação ao Brasil internacionalmente, um incômoda para a elite.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=lr2kD4HJ8QU&amp;t=147s" />
         <pubDate>2021-03-08 19:15:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1284013295</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A REVOLTA DA VACINA</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1284160189</link>
         <description><![CDATA[<div>Diante das medidas sanitárias autoritárias de Oswaldo Cruz culminou com a <strong>Revolta da Vacina</strong> em 1904 no Rio de Janeiro. Embora a vacinação obrigatória tenha sido o deflagrador da revolta, logo os protestos passaram a se dirigir aos serviços públicos em geral e aos representantes do governo, em especial contra as forças repressivas.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=kEIFyVxpRSQ" />
         <pubDate>2021-03-08 19:43:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1284160189</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CAMPANHAS SANITÁRIAS</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1284602484</link>
         <description><![CDATA[<div>Epidemias de doenças transmissíveis, em particular a febre amarela e a malária, produziram um impacto dramático de mortalidade nas cidades e nos principais canteiros de obras localizados nos países periféricos, causando prejuízo ao comércio e dificultando a expansão do<strong> capitalismo</strong>. A solução, na época, veio sob a forma de incentivo público às pesquisas biomédicas, sobretudo àquelas dirigidas às doenças tropicais e à formação de equipes de trabalho organizadas em moldes militares, capazes de intervir com autoritarismo e violência. Estavam criadas as campanhas sanitárias, campo de atuação dos profissionais <strong>sanitaristas</strong>.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=xaBhpYNIeuM" />
         <pubDate>2021-03-08 21:35:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1284602484</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TRABALHO E SAÚDE:</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1287273820</link>
         <description><![CDATA[<div>Com a <strong>imigração</strong> de trabalhadores europeus, tinha-se a necessidade de <strong>mão de obra</strong> saudável e apta para o trabalho. Desta forma a pressão para a criação de de um sistema que previsse assistência a trabalhadores se intensifica, levando ao surgimento da <strong>Lei Elói Chave</strong>s em 1923. Criou-se as Caixas de Aposentadoria e Pensão, mantidas e geridas pelas <strong>empresas,</strong> permitindo que o trabalhador obtivesse serviços médicos para si e sua família, descontos em medicamentos, aposentadoria e pensão para herdeiros. Assim, o <strong>Estado</strong> se via livre da obrigação com a questão da saúde, ao mesmo tempo em que estimulava o indivíduo a ser produtivo através de sua <strong>força de trabalho</strong>, pois assim, desfrutaria do serviço de saúde, que até então não era vista como direito. Porém essas mudanças não se estendiam ao meio rural. Com a<strong> Revolução de 1930</strong> e a tomada do poder de Getúlio Vargas,ffff, que embora tenha tomado algumas medidas de controle sanitário, acabou por priorizar o sistema educacional. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-09 13:11:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1287273820</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A GRIPE ESPANHOLA E RELIGIOSIDADE EM GOIÁS (1918 - 1919)</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1287847088</link>
         <description><![CDATA[<div>A Gripe Espanhola chega em Goiás em 1918, no pico da Segunda Onda, tendo seu momento mais crítico no início do ano de 1919. Segundo o historiador Eliézer Cardoso, o automóvel e o trem de ferro, ainda que responsáveis pela "reintegração de Goiás à economia nacional, também são por facilitar a transmissão da Gripe Espanhola no Estado de Goiás. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=g_S_hYsxuZM" />
         <pubDate>2021-03-09 14:48:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1287847088</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CRIMINALIZAÇÃO E RACISMO CIENTÍFICO:  O/A Delinquente e a Estigmatização do Negro(a) Como Delinquente</title>
         <author>luhwarynace3</author>
         <link>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1288087817</link>
         <description><![CDATA[<div>Cesare Lombroso (1835-1909), antropólogo e médico-psiquiatra italiano, desenvolve figura do<strong> Homem Delinquente</strong>, observando-o antes mesmo de observar o crime, partindo da ideia básica da existência de um <strong>criminoso nato</strong>, cujas anomalias constituiriam um tipo antropológico específico, sustentando que a própria fisionomia do sujeito poderia nos indicar a sua tendência criminosa. Lambroso atuava a partir da<strong> craniometria</strong>, e o delinquente por ele descrito  se tratava de um europeu que nascia mal terminado, e por isto se parecia a um<strong> selvagem colonizado.</strong> Não possuía códigos morais, se parecia fisicamente ao índio ou ao negro, era insensível a dor, infantil e perverso, possuía tendência a tatuagem, cinismo, vaidade, crueldade, falta de senso moral, preguiça excessiva, caráter impulsivo. Sua teoria afirma ainda que,  o agressor é o elo perdido na evolução das espécies, pois, o <strong>macaco</strong> se torna um homem, deixando um espaço pequeno onde entra o ofensor do sexo masculino, este é um ser que não chegou a se desenvolver adequadamente, de modo que foi deixado em um estágio intermediário entre o macaco e o homem. Ele também desenvolveu a teoria da Mulher Delinquente, que além de cometer crimes menores comparadas aos homens, teria os traços criminosos suavizados pela maternidade, a piedade e a infantilidade das mesmas, e por isso eram em menor número.<br>     Apesar de pretender provar tais ideias, experimentalmente Lombroso não obteve sucesso. No entanto, seus estudos sobre as causas bipsíquicas do crime serviram de grande influência para a evolução da sociologia criminal, que encaixaria o homem negro perfeitamente nessas teorias, criminalizando a raça, os corpos, a religião a cultura, etc.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=sjQL3hlDPpg" />
         <pubDate>2021-03-09 15:26:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhwarynace3/jlby4vibpqf2uakt/wish/1288087817</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
